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Busca por: Epifisiolistese proximal do fêmur: fixação "in situ" com um único parafuso canulado*

Epifisiolistese proximal do fêmur: fixação "in situ" com um único parafuso canulado*

AMÂNCIO RAMALHO JÚNIOR; WALDIR WILSON CIPOLLA; LUIZ FERNANDO JARDIM; MAURÍCIO PEGORARO

Rev Bras Ortop. 1995;30(1/2):- - Artigo Original
A fixação in situ das epifisiolisteses proximais do fêmur com um único parafuso canulado posicionado no centro da epífise e perpendicular à placa de crescimento é proposta como método de eleição pelos autores, que relatam seus resultados em 37 pacientes (41 quadris) opera-dos no período de 1989 a 1993. São descritos e analisados dois casos de condrólise, dois de necrose avascular, um de fratura subtrocantérica e um caso em que ocorreu progressão do deslizamento após a fixação; 77,5% dos pacientes evoluíram com resultados excelentes ou bons e os piores casos foram associados à gravidade do deslizamento e a erros técnicos.

Escorregamento epifisário proximal do fêmur: tratamento mediante fixação "in situ" com um único parafuso canulado*

ERNESTO FERNANDO ROCHA; CLÁUDIO SANTILI

Rev Bras Ortop. 2003;38(6):- - Artigo Original
No Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo - Pavilhão "Fernandinho Simonsen", no período de 1989 a 1999, foram tratados 218 pacientes, portadores do escorregamento epifisário proximal do fêmur, mediante a fixação in situ com um único parafuso canulado. Desse total, foram selecionados ao acaso os prontuários de 40 pacientes, sendo 20 de cada sexo. No momento do diagnóstico, a média de idade dos pacientes do sexo masculino foi de 12,7 anos, enquanto que nos do feminino foi de 11,9 anos. O fechamento da placa epifisária (epifisiodese) proximal do fêmur foi obtido em todos os casos e com tempo médio de 14,05 meses após a fixação. O objetivo do presente estudo é a análise epidemiológica e radiográfica retrospectiva nesta amostragem de 40 pacientes assim tratados, bem como suas complicações, avaliadas exclusivamente do ponto de vista radiográfico. Unitermos - Epifisiólise; epífise femoral proximal; parafusos ósseos

Epifisiolistese proximal do fêmur: fixação "in situ" com um único parafuso*

NELSON ELIAS; ALEXANDRE LAGE DE ALMEIDA; LISZT PALMEIRA DE OLIVEIRA; KARLOS C. MESQUITA

Rev Bras Ortop. 1993;28(11/12):- - Artigo Original
Foram avaliados 35 pacientes que apresentavam epifisiolistese proximal do fÊmur, num total de 42 quadris envolvidos. Todos os casos foram tratados através de fixação in situ com um parafuso de esponjosa de 6,5mm. O seguimento variou de 18 a 38 meses, com média de 20 meses. Nove escorregamentos eram agudos e 33, crônicos. Vinte e um eram leves, 14, moderados e seis, graves. Os resultados foram considerados excelentes e bons em 83% dos casos. Em quatro casos, ocorreram complicações decorrentes do mau posicionamento do parafuso. Não houve necrose avascular nem condrólise.

Epifisiolistese proximal do fêmur: fixação "in situ"*

RONALDO OLIVEIRA LOMELINO; GERALDO MOTTA FILHO; PAULO CEZAR SCHOTT; HUMBERTO MAURO MENDES

Rev Bras Ortop. 1996;31(1):- - Artigo Original
Foram avaliados retrospectivamente 29 quadris de 21 pacientes que apresentavam epifisiolistese proximal do fêmur tratada por fixação in situ entre 1988 e 1993. Eram dez do sexo masculino e onze do feminino e tiveram seguimento clínico e radiológico médio de três anos e nove meses. O critério clínico de Heyman e Herndon foi utilizado para a determinação da qualidade dos resultados. Quatorze pacientes foram classificados como excelentes e bons. Necrose avascular ocorreu em dois pacientes, um agudo e o outro crônico. Um paciente apresentou condrólise, bilateral, tendo sido um lado operado e o outro, não. Ocorreu aumento do grau de escorregamento da epífise femoral proximal em dois pacientes.

Epifisiólise proximal do fêmur: estudo da fixação "in situ" com um parafuso esponjosa AO 6,5mm*

LUIZ SIMBALISTA NETO; NELSON ELIAS; FERNANDO CERQUEIRA; FÁBIO VASSIMON; ANTÔNIO TAMANINI; ALLAN SYLLOS

Rev Bras Ortop. 1998;33(10):- - Artigo Original
Foram estudados 46 quadris com diagnóstico de epifisiólise proximal do fêmur submetidos à fixação in situ através da colocação de um único parafuso tipo esponjosa AO de 6,5mm de diâmetro. Através do estudo radiográfico, avaliaram-se o posicionamento dos parafusos e o fechamento da placa fisária, assim como foi pesquisada a presença de escorregamento adicional. Os resultados funcionais foram avaliados pelos critérios de Heyman & Herndon, tendo sido encontrados 90% de bons resultados no grupo de quadris com escorregamento do tipo I, II e III (pré-escorregamento, leve e moderado). Conseguiu-se o fechamento da placa fisária, evitando-se escorregamento adicional em todos os pacientes analisados, tendo sido relatados como complicações dos atos cirúrgicos o hematoma na ferida operatória, a penetração não-diagnosticada do parafuso na articulação, a quebra da broca durante o ato cirúrgico, a condrólise e a necrose avascular da cabeça femoral. Em razão dos resultados apresentados, é recomendada a fixação in situ com um único parafuso esponjosa AO de 6,5mm de diâmetro nos casos leves, moderados e nos pré-escorregamentos. Nos escorregamentos graves (tipo IV), outros procedimentos devem ser considerados.

AVALIAÇÃO DA PROGRESSÃO DO DESLIZAMENTO APÓS FIXAÇÃO "IN SITU" PARA TRATAMENTO DO ESCORREGAMENTO EPIFISÁRIO PROXIMAL DO FÊMUR

RODRIGO ARAUJO GÓES DOS SANTOS; RENATO HENRIQUES TAVARES; CELSO BELFORT RIZZI JUNIOR; GERALDO ROCHA MOTTA FILHO

Rev Bras Ortop. 2005;40(9):- - Artigo Original
O escorregamento epifisário proximal do fêmur (EEPF), ou epifisiólise do quadril, é uma afecção caracterizada pelo alargamento e enfraquecimento da camada hipertrófica da linha fisária proximal do fêmur que permitirá o escorregamento da metáfise proximal em relação à epífise femoral. Objetivo: Avaliar a eventual progressão do EEPF após a fixação in situ com um único parafuso canulado. Material: No período de janeiro de 1997 a agosto de 2001 foram tratadas 35 crianças com média de idade, por ocasião da cirurgia, de 12,7 anos, que apresentavam 42 deslizamentos estáveis e do tipo crônico. Entre os pacientes, 71% eram do sexo masculino e 69% apresentavam comprometimento do lado esquerdo. A média do ângulo de Southwick no pré-operatório foi igual a 41º. No grupo em que ocorreu a progressão do deslizamento, os ângulos foram de 39º, 36º e 53º, respectivamente. Resultado: Os prontuários e exames radiográficos na incidência de Lowenstein dos quadris das 35 crianças foram revisados e utilizados como parâmetros nas radiografias realizadas pelos pacientes no período pós-operatório imediato (até 14 dias) e após o fechamento da linha fisária. Foram determinados o ângulo de Southwick, a posição do parafuso em relação ao centro da epífise e o número de roscas que ultrapassaram a linha fisária. Em 76% não ocorreu progressão e em 10 quadris (24%) foi evidenciada acentuação maior do que 10º, quando comparadas as radiografias realizadas após o fechamento da linha fisária com as do pós-operatório imediato. A média registrada do ângulo de Southwick foi igual a 42º no pós-operatório imediato e de 43º após o fechamento da linha fisária. A análise estatística descritiva da eventual progressão do deslizamento em relação à idade, sexo, classificação do grau da doença, lado acometido, posição em que foi colocado o parafuso e o número de roscas que ultrapassaram a linha fisária mostrou que, quanto menor for o número de roscas do parafuso que irão ultrapassála, maior será a probabilidade de ocorrer a progressão. Da mesma forma, a correlação de Pearson também mostrou que a única variável de ocorrência ou não da progressão foi o número de roscas do parafuso que ultrapassou a linha fisária, permitindo afirmar com dados estatísticos a existência dessa variável. Conclusões: O número de roscas que ultrapassam a linha fisária tem importância em relação ao grau de deslizamento secundário pós-fixação dos descolamentos epifisários proximais do fêmur. O estudo sugere que pelo menos cinco roscas do parafuso, ultrapassando a linha fisária, são necessários para evitar deslizamentos secundários. Descritores - Epifisiólise; estudos retrospectivos; quadril.

Estudo comparativo dos ângulos radiográficos e tomográficos na epifisiolistese do fêmur proximal

Iberê Pereira Datti; Bruno Sérgio Ferreira Massa; Leandro Ejnisman; Nei Botter Montenegro; Roberto Guarniero; Kodi Edson Kojima

Rev Bras Ortop. 2017;52(5):528-534 - Artigo Original
    Objetivo: Comparar ângulos radiológicos do fêmur proximal em pacientes com escorregamento proximal da cabeça do fêmur (EPCF) e analisar se a avaliação por tomografia computadorizada pode modificar a conduta. Método: Estudo transversal que comparou e analisou a concordância entre ângulos e classificações radiológicas de interesse no escorregamento proximal da cabeça do fêmur (EPCF). Resultado: Observou-se que a conduta terapêutica na EPCF pode ser modificada a depender da classificação adotada e do método de aquisição de imagens radiológicas. Conclusão: A avaliação multiplanar da deformidade do fêmur proximal em pacientes com escorregamento proximal da cabeça do fêmur é uma opção viável e com potencial de modificar a classificação da doença nos pacientes e, por conseguinte, a modalidade terapêutica.

Ensaio biomecânico após retirada de parafusos canulados do fêmur proximal (análise in vitro)*

Anderson Freitas; Lucas S. Ramos; Érgon LAB Dantas; Vincenzo Giordano; Patrick F. Godinho; Antônio C. Shimano

Rev Bras Ortop. 2019;54(4):416-421 - Artigo Original

OBJETIVO Avaliar, por meio de ensaio biomecânico, a resistência e a energia necessária para ocorrência de fratura do fêmur proximal em osso sintético após retirada de parafusos canulados em forma de triângulo invertido e comparar os resultados obtidos com técnica de reforço utilizando polimetilmetacrilato (PMMA).
MÉTODOS Foram utilizados 20 ossos sintéticos: 10 unidades para o grupo controle; 5 o grupo teste sem reforço, sem preenchimento após a retirada dos parafusos canulados, e 5 o para grupo teste com reforço com PMMA. A análise biomecânica foi realizada simulando queda sobre o grande trocânter utilizando máquina servo-hidráulica.
RESULTADOS Todos os corpos de prova dos grupos controle e sem cimento apresentaram fratura baso-cervical. No grupo teste com preechimento, três corpos de prova apresentaram fratura baso-cervical, enquanto que dois deles apresentaram fratura na parte próxima ao ponto de fixação no dispositivo (região diafisária do fêmur), sendo um deles associado a fratura do colo femoral. Foi utilizada uma média de 8.2 ml de polimetilmetacrilato no preenchimento dos três pertuitos do grupo com preenchimento. Segundo a análise de variância (ANOVA, na sigla em inglês) para um fator e o teste de comparações múltiplas de Tukey, ao nível de 5%, o grupo com cimento apresentou diferença significativa em relação aos outros grupos em todos os parâmetros.
CONCLUSÃO A simples retirada dos parafusos canulados não apresentou redução significativa da carga máxima e da energia necessárias para a ocorrência de fratura; porém, o reforço do fêmur proximal com polimetilmetacrilato aumentou significativamente esses parâmetros, causando mudanças no padrão fraturário.


Palavras-chave: fraturas do quadril; fraturas do fêmur; osteoporose; polimetilmetacrilato.

Reconstrução do LCA: pré-tensionamento "in situ" do semitendíneo triplo*

ROMEU KRAUSE, GILBERTO CAMANHO, MARCELO KRAUSE

Rev Bras Ortop. 1998;33(5):- - Artigo Original

Os autores, no período de 11/7/96 a 13/8/97, realizaram 61 reconstruções ligamentares, em 61 pacientes portadores de insuficiência do ligamento cruzado anterior (LCA). O enxerto autólogo utilizado foi o tendão do semitendíneo triplo, que é fixado à tíbia com arruela metálica e parafuso de cortical e, ao fêmur, com endobutton. Suas extremidades são amarradas com fio de Ethibond nº 5. Foram reavaliados 35 pacientes, divididos em dois grupos: grupo 1, com 15 pacientes sem pré-tensionamento durante o ato cirúrgico; grupo 2, com 20 pacientes que foram submetidos a pré-tensionamento in situ. Os auto-res desenvolveram um método para avaliar o alongamento ocorrido no "conjunto de deformação" e fazem uma avaliação clínica comparativa entre os dois grupos. Concluem que, ao se escolher o conjunto semitendíneo triplo (ST3) + Ethibond + endobutton, para substituir o LCA, deverá ser realizado de rotina o pré-tensionamento in situ.

ANÁLISE DO EMPREGO DO PARAFUSO ANTIRROTACIONAL NOS DISPOSITIVOS CEFALOMEDULARES NAS FRATURAS DO FÊMUR PROXIMAL

Marcelo Itiro Takano; Ramon Candeloro Pedroso de Moraes; Luis Gustavo Morato Pinto de Almeida; Roberto Dantas Queiroz

Rev Bras Ortop. 2014;49(1):17-24 - Artigo Original
  Objetivo: analisar a influência do dispositivo antirrotacional no posicionamento do parafuso deslizante das hastes cefalomedulares usadas no tratamento das fraturas transtrocanterianas. Métodos: estudo prospectivo de série de casos composta por 58 pacientes com diagnóstico de fraturas transtrocanterianas instáveis submetidos à osteossíntese com haste cefalomedular dotada de dispositivo antirrotacional. A casuística foi avaliada quanto a sexo, idade e classificação da fratura. Os parâmetros radiográficos avaliados no pós-operatório imediato foram: ângulo de redução, limites anatômicos, distância "ponta-ápice" (TAD), deslocamento do parafuso deslizante em relação ao eixo central do colo femoral e posicionamento do dispositivo antirrotacional. Resultados: houve preponderância do sexo feminino, com maioria na oitava e nona décadas de vida. Foramclassificados como Tronzo III 33 pacientes (56,9%), seis como Tronzo IV (10,4%) e 19 como Tronzo V (19,8%). O ângulo de redução médio no sexo feminino foi 130,5? e 129,4? no masculino. O diâmetro médio do colo e da cabeça variou com significância estatística entre homens e mulheres. O TAD médio foi de 19,7mm no sexo feminino e 21,6mm no masculino. Em 10 pacientes (17,85%) o TAD foi superior a 25mm. Em 19 pacientes (33,9%) a colocação do parafuso deslizante poderia ocorrer no eixo central do colo. O deslocamento médio do implante para não violação da cortical superior do colo foi de 4,06mm do eixo central. Conclusão: no implante estudado, dotado de dispositivo antirrotacional, o posicionamento do parafuso deslizante no eixo central do colo está condicionado a diâmetro mínimo de 34mm do colo femoral. Descritores - Fraturas do quadril Fixação interna de fraturas Pinos ortopédicos

Tratamento de fraturas intertrocantéricas estáveis do fêmur com haste femoral proximal versus parafuso dinâmico de quadril: um estudo comparativo

Anmol Sharma; Anisha Sethi; Shardaindu Sharma

Rev Bras Ortop. 2018;53(4):477-481 - Artigo Original

OBJETIVO: Avaliar e comparar os resultados clínicos e radiológicos de pacientes com fraturas intertrocantéricas estáveis tratados com hastes femorais proximais vs. parafuso dinâmico de quadril.
MÉTODOS: Sessenta pacientes com fraturas intertrocantéricas estáveis, maiores de 18 anos, foram divididos aleatoriamente em dois grupos, um de hastes femorais proximais e outro de parafuso dinâmico de quadril. Um parafuso dinâmico de quadril com placa lateral de três furos e um parafuso antirrotação foram usados, bem como uma hastes femorais proximais ultracurtas, modificadas para a população asiática de menor estatura. As complicações intraoperatórias, precoces e tardias foram registradas; o resultado funcional de cada grupo foi avaliado com o Harris Hip Score.
RESULTADOS: No grupo parafuso dinâmico de quadril, o Harris Hip Score foi um pouco menor do que o do grupo hastes femorais proximais. Entretanto, nos seguimentos de três e seis meses, o grupo parafuso dinâmico de quadril apresentou maior média do que o grupo hastes femorais proximais; no seguimento de um ano, ambos os grupos atingiram valores similares.
CONCLUSÃO: A hastes femorais proximais proporcionam uma cirurgia significativamente mais curta, com uma menor incisão e consequentemente menos complicações relacionadas à ferida. Entretanto, a incidência de erros técnicos foi significativamente maior no grupo hastes femorais proximais quando comparada com o grupo parafuso dinâmico de quadril, visto que essa é uma cirurgia tecnicamente mais exigente, que apresenta mais falhas de implantes e as consequentes reoperações.


Palavras-chave: Hastes ósseas; Parafusos ósseos; Fixação de fratura, intramedular/instrumentação; Fraturas do quadril/cirurgia.

NEUROPATIA COMPRESSIVA CUBITAL NO COTOVELO: NEURÓLISE IN SITU VERSU TRANSPOSIÇÃO ANTERIOR - ESTUDO COMPARATIVO

Marco Sousa; Ricardo Aido; Miguel Trigueiros; Rui Lemos; César Silva

Rev Bras Ortop. 2014;49(6):647-652 - Artigo Original
Objetivo: Comparar os resultados de duas das técnicas cirúrgicas mais usadas, a descompressão in situ e a transposição subcutânea. Foram revistos os processos dos doentes tratados cirurgicamente num hospital universitário público entre janeiro de 2004 e dezembro de 2011. Foram excluídas compressões proximais do nervo, deformidades angulares do cotovelo e doenças sistêmicas associadas a neuropatia não compressiva.Metodos: Foram incluídos 97 casos (96 doentes). Segundo o escore modificado de McGowan, 14,4% dos pacientes encontravam-se no Grau Ia, 27,8% no II, 26,8% no IIb e 30,9% no III. A neurólise in situ do cubital foi feita em 64 casos e a transposição anterior subcutânea em 33. Resultados: Segundo o escore modificado de Wilson e Knout, os resultados foram excelentes em 49,5%, bons em 18,6%, apenas satisfatórios em 17,5% e pobres em 14,4%. Na comparação das duas técnicas observamos valores similares de resultados excelentes ou bons. Os graus IIb e III estão associados a mais resultados menos satisfatórios ou maus independentemente da técnica cirúrgica.Conclusão: As duas técnicas se revelam eficientes e seguras no tratamento do síndrome do túnel cubital. Descritores - Nervo ulnar Cotovelo Dor Parestesia Síndrome do túnel ulnar

Técnica de reparo in situ das lesões parciais da superfície articular do tendão do supraespinal

Arildo Eustáquio Paim,

Rev Bras Ortop. 2017;52(3):- - Artigo Original
    Objetivo: Demonstrar a técnica de reparo in situ das lesões de espessura parcial da superfície articular de alto grau do tendão do supraespinal (SE). O procedimento consiste no reparo cirúrgico dessas lesões por via artroscópica, sem a necessidade de completar a lesão, como ocorre na técnica clássica tradicional. É feita uma pequena incisão longitudinal no sentido das fibras intactas bursais, por onde são introduzidas as âncoras de fixação óssea, o que torna mais fácil o procedimento. Essas âncoras são transferidas para o tendão e assim se faz o reparo da lesão. Métodos: Foram operados 48 ombros de 2010 a 2015. O seguimento mínimo foi de 12 meses e o máximo de 60. A idade variou de 38 anos a 75 (média de 54). Foram indicadas para o reparo as lesões sintomáticas de alto grau que apresentassem pelo menos 30% da fibras superiores bursais intactas e de boa qualidade. Resultados: Os pacientes foram avaliados segundo os critérios da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), obtiveram-se resultados excelentes em 69%, bons em 17%, razoáveis em 7% e ruins em 7%. Os resultados razoáveis ocorreram em três pacientes que apresentavam sintomas associados de poliartralgia e permaneceram com dor residual. Três pacientes desenvolveram rigidez articular no pós-operatório (7%). Conclusão: O procedimento em estudo é seguro e de fácil reprodutibilidade e apresenta altos índices de resultados positivos (86%). A abertura feita no lado bursal do tendão do SE permitiu a manutenção do artroscópio no espaço subacromial e tornou mais fácil a cirurgia.

Epifisiólise proximal do fêmur Análise da fixação profilática do quadril contralateral*

NELSON ELIAS; LUIZ SIMBALISTA NETO; FÁBIO VASSIMON F. JORGE; ANTÔNIO TAMANINI; FERNANDO CERQUEIRA; ALLAN SYLLOS; ANTÔNIO VÍTOR DE ABREU

Rev Bras Ortop. 1999;34(5):- - Artigo Original
Vinte e um pacientes foram submetidos à fixação profilática do quadril contralateral na epifisiólise proximal do fêmur, utilizando um único parafuso AO 6,5mm no mesmo ato cirúrgico da fixação do quadril acometido. Obte-ve-se o fechamento da placa fisária em todos os casos, não tendo ocorrido nenhuma complicação. Em razão dos elevados índices de bilateralidade, na maioria das vezes assintomática, e das possíveis seqüelas, os autores recomendam a fixação profilática como rotina.

Estabilidade mecânica da fixação tipo tirante de tensão no fêmur proximal*

EDGARD E. ENGEL; JOSÉ B. VOLPON; ANTÔNIO C. SHIMANO

Rev Bras Ortop. 1994;29(10):- - Artigo Original
Foram realizados ensaios mecânicos de flexão-compressão e de torção para estudar a resistência de osteotomias intertrocantéricas com diferentes inclinações do plano de secção, fixadas segundo o princípio da banda de tensão. Fêmures de cães foram submetidos a osteotomias intertrocantéricas varizantes de 30°, de maneira que o plano de secção fosse transversal em um grupo e oblíquo em outro. Todas elas foram fixadas pela técnica de Pauwels, aprimorada por Weber, que consiste na transfixação da osteotomia com dois fios de Kirschner e cerclagem em "oito" na face lateral do osso, tipo banda de tensão. Foram confeccionados gráficos com momento flexor versus deformação de cada ensaio e, destes, obtidos os seguintes parâmetros: inclinação da curva na fase de deformação elástica, momento no limite da proporcionalidade da curva e momento máximo suportado pela síntese. A osteotomia oblíqua proporcionou maior estabilidade da fixação quando submetida aos esforços de flexão-compressão e, principalmente, aos esforços de torção. Concluiu-se que a inclinação do plano de secção da osteotomia aumentou significativamente a estabilidade da fixação, sendo este aspecto mais evidente nos ensaios de torção.

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DE COMPONENTE FEMORAL CÔNICO DE FIXAÇÃO PROXIMAL NÃO CIMENTADO EM FÊMUR TIPO C DE DORR

Munif Ahmad Hatem; Bernardo Ferreira da Luz; Rodrigo Nishimoto Nishi; Paulo Gilberto Cimbalista de Alencar

Rev Bras Ortop. 2014;49(3):260-266 - Artigo Original
Objetivo:avaliar o resultado do tratamento cirúrgico da tríade terrível do cotovelo (fratura da cabeça do rádio e do processo coronoide e luxação do cotovelo) e suas complicações. Métodos:entre agosto de 2002 e agosto de 2010 foram tratados 15 cotovelos (15 pacientes) com tríade terrível pelo Grupo de Ombro e Cotovelo do Departamento de Ortopedia e Trau-matologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Nove (60%) eram do sexo masculino e seis (40%) do feminino; a idade variou de 21 a 66, com média de 41. Com a exceção de um caso, que foi submetido a cirurgia artroscópica, todos foram subme-tidos a cirurgia aberta. A fratura do processo coronoide foi fixada em 10 pacientes (66,7%). A fratura da cabeça do rádio foi submetida a osteossíntese interna em 11 casos (73,3%); em três (20%), a cabec ¸a do rádio foi ressecada; em um caso, somente o fragmento da fratura foi ressecado. Os ligamentos colaterais, com excec ¸ão de um caso, foram reparados sempre que se encontrassem lesados; foram encontradas 10 (66,7%) lesões do colateral medial e 15 (100%) do lateral. O seguimento no período pós-operatório foi, em média, de 62 meses, com mínimo de 12. A avaliação pós-operatória foi feita por meio do escore de Bruce. Resultados:mais de 80% dos pacientes recuperaram os arcos de movimentos funcionais e, de acordo com o escore de Bruce, apenas 26% obtiveram resultados considerados satisfatórios. Conclusão:apesar dos resultados insatisfatórios, os arcos funcionais de movimento e a func ¸ão do cotovelo podem ser restaurados. Descritores - Cotovelo/lesões Cotovelo/cirurgia Fixação interna de fraturas

Fixação biológica das fraturas multifragmentárias do fêmur*

RICARDO SPRENGER FALAVINHA

Rev Bras Ortop. 1996;31(6):- - Artigo Original
Neste estudo trabalhou-se com 21 pacientes portadores de fraturas multifragmentárias de fêmur, tratadas pela técnica da fixação biológica, através da placa em ponte. O método dispensa equipamentos especiais, como intensificador de imagem e mesa ortopédica. Para o grupo de 15 pacientes, a fixação fez-se através de uma única incisão e de duas incisões para o outro grupo de seis pacientes. Em todos os pacientes usou-se o distrator da AO como elemento auxiliar de redução; em dez pacientes colocouse enxerto ósseo dentro do canal medular. O objetivo do estudo é demonstrar que a técnica da luxação biológica para tratamento das fraturas femorais resulta em consolidação óssea mais rápida. Um paciente foi a óbito por complicação sistêmica. Em 20 pacientes houve formação de calo periostal e entre os fragmentos ósseos na 6ª semana após a fixação. Em dois pacientes, pela posição inadequada da placa no fêmur, houve dúvidas na avaliação da consolidação da fratura. Como complicação houve: um paciente com infecção, um com soltura do material e dois com retarde de consolidação; porém, tratados, evoluíram para consolidação. Em 16 pacientes sem complicação na técnica houve consolidação de suas fraturas em média de 129 dias, com variação entre 90 e 224 dias. Observou-se o melhor resultado em pacientes com as fraturas fixadas através de uma única incisão e a colocação de enxerto ósseo dentro do canal medular.

FIXAÇÃO PERCUTÂNEA COM PARAFUSO ILIOSSACRAL NA LESÃO TRAUMÁTICA DO ANEL PÉLVICO

MARCIO THEO COHEN; JOÃO MATHEUS GUIMARÃES; GERALDO ROCHA MOTTA FILHO; JOSÉ CARLOS COHEN4; FLÁVIO GOLDSZTAJN; FRANCISCO MATHEUS GUIMARÃES

Rev Bras Ortop. 2005;40(1/2):- - Artigo Original
Os autores apresentam os resultados de 12 pacientes tratados com a técnica de fixação percutânea com parafuso iliosacral nas lesões posteriores do anel pélvico. Foram tratados por essa técnica, com o paciente em decúbito dorsal e após redução fechada da lesão, sob visualização do intensificador de imagem, nove casos de luxação sacroilíaca e três de fratura do sacro. Dois pacientes evoluíram com dor na região sacroilíaca. Não ocorreram complicações neurovasculares ou infecciosas relacionadas com a técnica de fixação percutânea empregada nas lesões posteriores do anel pélvico. Houve um caso de infecção relacionada com a osteossíntese de sínfise pubiana. A fixação percutânea com parafuso iliossacral é alternativa de tratamento para as lesões verticalmente instáveis da pelve, desde que haja conhecimento pleno da anatomia e condições de interpretação correta das incidências radiográficas específicas, reduzindo assim os riscos inerentes ao método. Descritores - Pelve; fixação interna; decúbito dorsal; estudo retrospectivo.

COMPLICAÇÕES DA TÉCNICA DE FIXAÇÃO TIBIAL COM PARAFUSO E ARRUELA PARA A RECONSTRUÇÃO LIGAMENTAR DO JOELHO

Alexandre Almeida; Gilberto Roveda; Márcio Rangel Valin; Nayvaldo Couto de Almeida; Vanderlei Sartor; Soraya Melina Alves

Rev Bras Ortop. 2010;45(5):409-414 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar a presença de dor ao nível da ferida operatória e a necessidade de retirada do parafuso de fixação tibial na reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho e com o sexo e o índice de massa corporal (IMC). Métodos: Um grupo de 265 pacientes submetidos à reconstrução do LCA com enxerto ipsilateral dos tendões flexores da coxa em que o método de fixação tibial do enxerto foi o parafuso cortical com arruela metálica entre seis de julho de 2000 e 19 de novembro de 2007. Resultado: 176 pacientes foram avaliados com uma média de 33,3 ± 19,5 meses (mediana de 29,5 meses) (IIQ: 17-45 meses) - mínima de oito e máxima de 87 meses. Não houve diferença estatística ao analisar a queixa de dor no parafuso (p = 0,272) e a necessidade de retirada do mesmo (p = 0,633) entre os sexos. Não houve diferença estatística ao analisar a queixa de dor no parafuso (p = 0,08) e a necessidade de retirada do mesmo (p = 0,379) ao analisar o IMC. Conclusões: A utilização do parafuso e arruela metálica para fixação tibial na reconstrução do LCA demonstrou um índice de queixa de dor no sítio do parafuso na ordem de 25% e necessidade de sua retirada em 10,8% dos casos. Não houve predominância de queixas de dor na ferida operatória entre os sexos. Observou-se uma tendência a maior queixa de dor entre indivíduos com IMC < 25. Não houve predominância de retirada do parafuso e da arruela entre os sexos ou entre indivíduos com diferentes IMC. Descritores - Ligamento Cruzado Anterior; Artroscopia; Dor; Índice de massa corporal.

EPIFISIÓLISE PROXIMAL DO FÊMUR E HIPOTIREOIDISMO SUBCLÍNICO

Grasiele correa de Mello, Gabriela Grossi, Silvio Prereira Coelho

Rev Bras Ortop. 2012;47(5):- - Relato de Caso

RESUMO

A epifisiólise proximal do fêmur (EPF) é uma doença ortopédica prevalente na adolescência, porquanto esta coincide com o momento de maior crescimento das estruturas osteomusculares. Curiosamente, alguns pacientes apresentam esta patologia precocemente e esse desfecho converte para a possível explicação etiológica de que o escorregamento ocorreria pelo estirão de crescimento. Para esses pacientes, a gênese do escorregamento ainda não foi elucidada; todavia, as afecções endocrinológicas vêm sendo assinaladas como possíveis causas. Na tentativa de reforçar a teoria da etiologia endocrinológica e apresentar os resultados do tratamento cirúrgico para essa patologia, os autores relatam neste artigo o caso de um paciente do sexo masculino, de nove anos e três meses de idade com EPF e hipotireoidismo subclínico, diagnosticado e tratado no Hospital Universitário de nossa instituição.

Descritores - Epífise Deslocada; Hipotireoidismo; Parafusos Ósseos; Criança.

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