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Busca por: Reconstrução do ligamento cruzado anterior com enxerto quádruplo do semitendinoso e do grácil, com fixação com dupla placa

Reconstrução do ligamento cruzado anterior com enxerto quádruplo do semitendinoso e do grácil, com fixação com dupla placa

NISO BALSINI; NISO EDUARDO BALSINI

Rev Bras Ortop. 1996;31(2):- - Artigo Original
Os autores apresentam técnica de reconstrução do ligamento cruzado anterior do joelho utilizando enxerto quádruplo, sendo semitendinoso duplo e grácil duplo, com fixação com dupla placa, uma no fêmur e outra na tíbia, via endoscópica. Vantagens como incisões menores, diminuição da agressão cirúrgica, do sangramento, da dor e do custo são enfatizadas, tornando-a adequada para aplicação pelo sistema de cirurgia ambulatorial. A técnica evita complicações que podem ocorrer quando se utiliza o tendão patelar e o parafuso de interferência, que são citadas no decorrer do texto. Para os autores, utilizar tendões do mecanismo flexor do joelho é um dos grandes pontos desta técnica, evitando modificar a biomecânica da articulação da patela. Dezoito pacientes foram assim operados no Núcleo de Cirurgia do Joelho e Artroscopia de Joinville, des-de outubro de 1994 e apresentam até agora boa evolução e estabilidade.

Correlação entre dados antropométricos e comprimento e espessura dos tendões dos músculos semitendinoso e grácil usados como enxerto na reconstrução do ligamento cruzado anterior

Rafael Noschang Pereira; Francisco Consoli Karam; Roberto Luís Schwanke; Rubens Millman; Zilmar Minetto Foletto; Carla Helena Augustin Schwanke

Rev Bras Ortop. 2016;51(2):175-180 - Artigo Original
    Objetivo: A estimativa pré-operatória do comprimento e do diâmetro dos tendões semitendinoso (ST) e grácil (G) pode auxiliar e permitir que os cirurgiões tenham a oportunidade de escolher opções de enxerto. O objetivo deste estudo foi pesquisar se existe correlação entre as medidas antropométricas, como altura, peso, índice de massa corpórea (IMC), idade e sexo do paciente, com a espessura e o comprimento dos tendões ST e G. Métodos: Entre junho de 2012 e agosto de 2013, foram coletados os dados de 64 pacientes que se submeteram ao procedimento cirúrgico de reconstrução do ligamento cruzado anterior em que se usaram como enxerto os tendões dos músculos ST e G. Foram analisadas variáveis como idade, sexo, peso, altura e índice de massa corporal (IMC), comprimento e diâmetro dos tendões dos músculos ST e G. Resultados: Houve uma correlação positiva entre altura e diâmetro total do enxerto de quá- druplo (r = 0,254 p = 0,043), comprimento total do tendão ST (r = 0,450, p < 0,01), diâmetro do ST duplo (r = 0,270 p = 0,031), ST triplo (r = 0,347 p = 0,005), comprimento do tendão G (r = 0,249 p = 0,047) e diâmetro do G duplo (r = 0,258 p = 0,039). No entanto, idade (r = -0,015 p = 0,908), peso (r = 0,165 p = 0,193) e índice de massa corporal (r = 0,012 p = 0,926) não apresentaram correlação. Conclusão: Nossos resultados mostram que idade, peso e IMC não se correlacionaram com o diâmetro e comprimento do enxerto, enquanto a altura tinha uma correlação positiva com o comprimento total dos tendões flexores e com o diâmetro do enxerto dos flexores (ST e G).

Utilização do parafuso "Bone Mulch" na reconstrução do ligamento cruzado anterior com tendões dos músculos semitendinoso e grácil*

NILSON ROBERTO SEVERINO; OSMAR PEDRO ARBIX DE CAMARGO; TATSUO AIHARA; RICARDO DE PAULA LEITE CURY; VICTOR MARQUES DE OLIVEIRA; CELSO NISHIHARA

Rev Bras Ortop. 2001;36(3):- - Artigo Original
Os autores analisam técnica de fixação dos enxertos dos tendões retirados dos músculos semitendinoso e grácil, utilizando-se para tal o parafuso Bone Mulch, con-forme descrito por Howell(1). No período compreendido entre outubro de 1996 e julho de 2000, 230 pacientes (208 homens e 22 mulheres), com idade média de 30 anos, apresentando lesão do ligamento cruzado anterior (LCA), foram submetidos à reconstrução com duplos tendões do semitendinoso e grácil utilizando-se a fixação proximal com Bone Mulch e distal com washer-Loc. São descritas as dificuldades encontradas no ato operatório, nas primeiras operações a não realização da sulcoplastia em 222 dos casos, as complicações, a reabilitação agressiva, os resultados obtidos até o momento e a avaliação com KT 1000 em 65 pacientes operados há pelo menos dois anos.

Tendão patelar "versus" tendões duplos do semitendinoso e "gracilis" como enxerto autólogo na reconstrução do LCA no joelho*

NISO BALSINI; CARLOS EDUARDO SARDINHA; NISO EDUARDO BALSINI

Rev Bras Ortop. 2000;35(5):- - Artigo Original
O trabalho apresenta uma avaliação comparativa entre os dois métodos, tendo por base 100 joelhos crônicos operados, sendo 50 de julho de 1991 a setembro de 1994, utilizando o tendão patelar (TP), e 50 de novembro de 1994 a fevereiro de 1997, utilizando o tendão duplo do semitendinoso e gracilis (ST/GR). Todas as cirurgias foram realizadas por videoartroscopia, via ambulatorial, sempre pelo mesmo cirurgião e indistintamente para pacientes ativos do sexo masculino ou feminino, independente da atividade ser o esporte recreacional ou profissional. A reabilitação foi orientada pelo mesmo protocolo, com exceção de não se apressar a recuperação da extensão final nos pacientes do ST/GR nas três primeiras semanas. A avaliação subjetiva, com retorno às atividades do dia-a-dia, apontou 88% para o TP e 90% para ST/GR. Quanto ao retorno ao esporte, 79% para o TP e 81% para o ST/GR. A presença de limitação da extensão final foi mais freqüente para a técnica do TP (16%), contra 2% do ST/GR. A crepitação patelofemoral foi anotada em 12% do TP contra 2% daquela do ST/GR. A determinação da frouxidão ligamentar foi realizada por manobras manuais (Lachman, gaveta anterior em RE e pivot shift) e foram observados joelhos mais frouxos, mas subjetivamente estáveis, quando da utilização da técnica do ST/GR, com melhora progressiva a partir do momento em que se adotou o pré-tensionamento do enxerto. Não se observou significativa perda da força do aparelho extensor naqueles joelhos adequadamente trabalhados na reabilitação, nem tampouco perda significativa da força dos flexores nas mesmas condições. O trabalho leva à conclusão de que os dois métodos são bons para a reconstrução do LCA, não havendo diferença significativa entre ambos no cômputo final.

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR COM DUPLO FEIXE UTILIZANDO OS TENDÕES DOS MÚSCULOS SEMITENDÍNEO E GRÁCIL: FIXAÇÃO COM DOIS PARAFUSOS DE INTERFERÊNCIA

Mario Carneiro; Ricardo Dizioli Navarro; Gilberto Yoshinobu Nakama; João Mauricio Barretto; Antonio Altenor Bessa de Queiroz; Marcus Vinicius Malheiro Luzo

Rev Bras Ortop. 2009;44(5):441-445 - Nota Técnica
Procedimentos cirúrgicos de reconstrução do ligamento cruzado anterior com duplo feixe dos tendões dos músculos semitendíneo e grácil têm sido descritos na última década. A maioria das técnicas descritas utiliza o dobro de material de síntese empregado na reconstrução com feixe único. Relatamos uma técnica original para a reconstrução do ligamento cruzado anterior com duplo feixe, na qual mantemos as inserções tibiais dos tendões dos músculos semitendíneo e grácil e realizamos dois túneis tibiais e dois túneis femorais. Os túneis femorais são realizados "de fora para dentro" e a fixação do enxerto é realizada somente com dois parafusos de interferência. Descritores - Ligamento cruzado anterior; Traumatismos do joelho; Joelho.

Reconstrução do ligamento cruzado anterior utilizando tendão do semitendinoso dobrado: relato de técnica artroscópica

JOÃO MAURÍCIO BARRETTO

Rev Bras Ortop. 1993;28(8):- - Artigo Original
O autor relata modificações em técnica artroscópica de reconstrução do ligamento cruzado anterior utilizando o tendão do semitendinoso dobrado. Tais modificações facilitaram a realização do procedimento cirúrgico, assim como permitiram reabilitação agressiva no pósoperatório.

RECONSTRUÇÃO ANATÔMICA DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR COM DUPLA BANDA: ESTUDO PROSPECTIVO COM SEGUIMENTO DE DOIS ANOS

Julio Cesar Gali; Maurício Sante Bettio Mod; Hélio Massahiro Mimura; Walberto Kushiyama

Rev Bras Ortop. 2011;46(1):31-36 - Artigo Original
Objetivo: Avaliação prospectiva dos resultados da reconstrução do ligamento cruzado anterior com dupla banda, de pacientes de nossa clínica, através do protocolo International Knee Documentation Committee 2000. Desenho do Estudo: Série de casos; nível de evidência IV. Métodos: Cinquenta e oito pacientes submetidos à reconstrução anatômica do ligamento cruzado anterior, com enxerto autólogo de tendões flexores, pela técnica da dupla banda, foram avaliados de acordo com o protocolo do IKDC 2000. A idade dos pacientes variou de 17 a 58 anos, com média de 35,2 anos. O seguimento variou de 24 a 37 meses (média de 28,9 meses). Resultados: No pósoperatório 89,65% dos testes do pivot shift foram negativos; na avaliação final, 44 (75,86%) joelhos dos pacientes foram graduados normais, 13 (22,41%), como praticamente normais e um (1,72%), como anormal. Conclusão: A técnica utilizada foi eficaz em promover o retorno da estabilidade articular, sem comprometer a mobilidade.Descritores - Ligamento Cruzado Anterior; Procedimentos Ortopédicos; Resultados de Tratamento.

RECONSTRUÇÃO ANATÔMICA DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR DO JOELHO: BANDA DUPLA OU BANDA SIMPLES?

Luiz Antonio Zanotelli Zanella; Adair Bervig Junior; Augusto Alves Badotti; Alexandre Fróes Michelin; Rodrigo Ilha Algarve; Cesar Antonio de Quadros Martins

Rev Bras Ortop. 2012;47(2):197-203 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar as técnicas de banda dupla e banda simples para reconstrução anatômica do ligamento cruzado anterior do joelho e comprovar que a técnica de dupla banda, além de fornecer maior estabilidade anterior, também causa menor dor e uma melhor resposta subjetiva do paciente. Métodos: Selecionamos 42 pacientes que foram submetidos à reconstrução do LCA, conforme a técnica de reconstrução anatômica por banda simples com enxerto de tendões flexores com dois túneis ou reconstrução anatômica por banda dupla e quatro túneis com enxerto de tendões dos músculos semitendíneo e gracilis. Todas as fixações foram realizadas com parafusos de interferência. Não houve variação na amostra, avaliou-se no pré-operatório IKDC objetivo, subjetivo, Lysholm e tempo de lesão. Reavaliou-se após seis meses todas as variáveis anteriormente citadas, incluindo o KT-1000 correlacionando o joelho contralateral. Resultados: Não houve diferença significativa entre os dois grupos nas avaliações subjetivas, mas na amplitude de movimento, nas avaliações objetivas, incluindo o KT-1000 (com significância estatística), o grupo da banda simples anatômica obteve melhores resultados. Conclusão: Nosso estudo demonstra que não obtivemos diferença entre os dois grupos nas avaliações subjetivas, porém nas avaliações objetivas observamos melhores resultados na técnica por banda simples anatômica. Descritores - Ligamento Cruzado Anterior; Artroscopia; Medicina Esportiva.

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR UTILIZANDO ENXERTO DE TENDÃO DO QUADRÍCEPS: AVALIAÇÃO CLÍNICA E ISOCINÉTICA

MARCUS VALLADARES GUIMARÃES

Rev Bras Ortop. 2005;40(4):- - Artigo Original
Objetivo: Avaliou-se por estudo clínico e isocinético o resultado da reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) com o uso do tendão do quadríceps (TQ). Compararam-se os resultados objetivos da avaliação isocinética com os dados clínicos e de exame físico obtidos com os sistemas de avaliação de Lysholm e do Hospital for Special Surgery Knee Score (HSSKS). Comparou-se a avaliação isocinética do membro operado com a do membro contralateral. Material e métodos: Os pacientes com lesão do LCA foram submetidos à reconstrução pelo mesmo cirurgião, usando técnica cirúrgica artroscópica transtibial com enxerto do tendão do quadríceps. Dos pacientes, 54 foram avaliados em consultório segundo critérios clínicos e 32 realizaram exame isocinético. Resultados: Na escala de Lysholm a média foi de 97,66 pontos e na escala HSSKS, de 94,88 pontos. O torque máximo do quadríceps do lado operado apresenta déficit médio de 12,1%, 20,3% e 25,5% nas velocidades de 60º, 180º e 300º/seg, respectivamente. Não houve déficit de flexão. Descritores - Joelho; cirurgia; tendão do quadríceps; isocinética; ligamento cruzado anterior; lesões.

Resultado funcional relacionado ao posicionamento do enxerto na reconstrução do ligamento cruzado anterior

Otávio de Melo Silva Júnior; Bruno do Nascimento Ohashi; Murilo Oliveira de Almeida; Murilo Reis Gonçalves

Rev Bras Ortop. 2015;50(1):57-67 - Artigo Original
Objetivo: Averiguar qual a angulação coronal dos túneis femoral e tibial que proporcionao melhor resultado no pós-operatório de cirurgia de reconstrução do LCA. As variáveisavaliadas foram os questionários IKDC e Lysholm-Tegner e o Hop-Test.Métodos: Foram analisados 16 pacientes com pós-operatório entre 24 e 36 meses, com lesãoisolada unilateral do LCA. Foram divididos em quatro grupos, nos quais os ângulos dos túneistibial e femoral foram menores ou maiores do que 65?no plano coronal.Resultados: A angulação do túnel tibial mais verticalizada (72?) e do túnel femoral mais hori-zontalizada (60?) com o alinhamento em valgo de 12?relacionou-se com os melhores valorespara as variáveis estudadas, o que pode indicar um resultado ótimo para a cirurgia em longoprazo.Conclusão: A angulação femoral mais horizontalizada e a angulação tibial mais verticalizadatêm melhores avaliações nos testes aplicados e nos resultados funcionais avaliados. Descritores - Joelho/cirurgia Ligamento cruzado anterior Resultado de tratamento Traumatismos em atletas

Referência anatômica para retirada de enxerto de flexores na reconstrução artroscópica do ligamento cruzado anterior

Clécio de Lima Lopes; Gabriel Arantes; Rodrigo Victor Lapenda de Oliveira; Dilamar Moreira Pinto; Marcelo Carvalho Krause Gonçalves; Romeu Carvalho Krause Gonçalves

Rev Bras Ortop. 2015;50(2):164-167 - Artigo Original
Objetivos: Avaliar a prevalência da trama vascular adjacente à inserção da pata de ganso,para que possa ser usada como referência anatômica para facilitar a retirada de enxerto dosflexores na reconstrução artroscópica do ligamento cruzado anterior (LCA).Métodos: Foram selecionados de forma aleatória 30 pacientes com rotura do LCA, os quaisforam submetidos à reconstrução do LCA tendo como enxerto os tendões do semitendíneo(ST) e grácil (G). Durante a retirada dos tendões do ST e G, foi observada a presença ouausência da referência anatômica.Resultados: Todos os pacientes apresentaram trama vascular em menor ou maior diâmetro.Conclusão: O uso da trama vascular durante retirada dos tendões do ST e G parece ser umaboa referência anatômica para facilitar a retirada do enxerto.

Análise biomecânica da fixação tibial transversa na reconstrução do ligamento cruzado anterior

Edmar Stieven Filho; Mariane Henseler Damaceno Mendes; Stephanie Claudino; Filipe Baracho; Paulo César Borges; Luiz Antonio Munhoz da Cunha

Rev Bras Ortop. 2015;50(2):174-179 - Artigo Original
Objetivo: investigar se a fixação transversa tibial com parafuso femoral apresenta vantagensbiomecânicas sobre a fixação transversa femoral com parafuso tibial na reconstrução doligamento cruzado anterior (LCA).Método: foram usados como modelos de testes joelhos suínos e tendões extensores digitaisbovinos. Foram submetidos à reconstrução do LCA 28 joelhos: 14 foram fixados com parafusona tíbia e implante transverso no fêmur (grupo padrão) e 14 com parafuso no fêmur e fixaçãotransversa na tíbia (grupo invertido). Os modelos foram submetidos aos testes de tração.Resultados: não houve diferença estatisticamente significante na sobrevivência das técnicasno que tange a força, força máxima sem falha e tensão. Houve uma sobrevivência maior nogrupo padrão na comparação das curvas de tensão de limite elástico (p < 0,05).Conclusão: não há vantagem biomecânica da fixação transversa tibial com parafuso femo-ral em relação à fixação transversa femoral com parafuso tibial, observada em testes commodelos animais.

COMPARAÇÃO ENTRE OS RESULTADOS OBTIDOS NA RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR DO JOELHO UTILIZANDO DOIS TIPOS DE ENXERTOS AUTÓLOGOS: TENDÃO PATELAR VERSUS SEMITENDÍNEO E GRÁCIL

Rene Jorge Abdalla; Diego Antico Monteiro; Leonardo Dias; Dárcio Maurício Correia; Moisés Cohen; Andrea Forgas

Rev Bras Ortop. 2009;44(3):204-207 - Artigo Original
Objetivo: O objetivo deste trabalho é comparar os resultados da artrometria e do exame isocinético entre dois tipos de enxertos autólogos: o terço central do ligamento patelar e o formado pelos tendões dos músculos semitendíneo e grácil, dentro de um mesmo protocolo de reabilitação no sexto mês pós-operatório. Materiais e Métodos: Foram analisados os resultados obtidos dos exames realizados em 63 pacientes divididos em dois grupos. Em um grupo de 30 pacientes, utilizou-se o tendão patelar como enxerto e em outro grupo de 33 pacientes, utilizou-se o tendão dos músculos semitendíneo e grácil. Ambos os enxertos foram fixados da mesma forma, com EndobuttonT para fixação suspensória no fêmur e um parafuso de interferência bioabsorvível para fixação no túnel tibial. Resultados: A artrometria 30 não apresentou diferença estatística entre os dois grupos observados. Já na avaliação isocinética, constatou-se que o grupo de tendão patelar possui em média maior pico de torque de flexão e maior déficit de extensão e o grupo de flexores possui, em média, melhor relação flexão/extensão e maior déficit de flexão percentual. Não há diferença estatística significante entre os grupos quanto à medida de pico de torque de extensão. Conclusão: portanto, no presente estudo, quando o tendão patelar é utilizado, há maior déficit extensor e quando são utilizados os tendões flexores, há maior déficit flexor. Descritores - Ligamento cruzado anterior; Joelho; Reconstrução; Artroscopia.

Reconstrução intra-articular do ligamento cruzado anterior com enxerto autólogo de tendão patelar envolvido pelo ligamento sintético de poliéster*

MOISÉS COHEN; RENE JORGE ABDALLA; JOICEMAR TAROUCO AMARO; MARCELO FILARDI; BENNO EJNISMAN

Rev Bras Ortop. 1994;29(8):- - Artigo Original
No período de agosto de 1991 a maio de 1992, 25 pacientes com instabilidade anterior de joelho, todos praticantes de alguma modalidade esportiva e com desejo de retornar o mais precocemente possível ao esporte, foram tratados através da reconstrução intra-articular do ligamento cruzado anterior, utilizando-se associação do ligamento biológico, composto do terço médio do tendão patelar, com ligamento sintético de poliéster, este com o objetivo de proteger o ligamento autógeno nas fases iniciais de cicatrização. O tempo de seguimento foi, em média, de 27,2 meses. Os autores analisaram os resultados obtidos através do protocolo de avaliação para ligamentos do joelho do IKDC (International Knee Documentation Committee), vantagens e desvantagens decorrentes do método e os achados em cinco artroscopias revisionais.

Comparação da reconstrução do ligamento cruzado anterior com enxerto autólogo de "tendão patelar" com e sem reforço de ligamento sintético*

ROGÉRIO FUCHS

Rev Bras Ortop. 1995;30(5):- - Artigo Original
No período de abril de 1991 a abril de 1992, 30 pacientes com instabilidade anterior crônica do joelho foram operados pela técnica de Kenneth-Jones modificada por Dejour (tendão patelar livre) mais reforço de ligamento sintético de poliéster. Obtivemos seguimento de 25 pacientes, que foram comparados com outros 25 pacientes operados pela mesma técnica, porém sem uso de reforço sintético. Os dois grupos eram semelhantes quanto à idade, sexo, tipo de trauma, intervalo trauma-cirurgia, lesões associadas e tempo de seguimento médio, que foi de 31,7 meses no grupo tendão patelar (TP) e de 30,1 meses no grupo tendão patelar mais ligamento sintético (TP+LS). Todos os pacientes foram seguidos por período mínimo de 24 meses. Os pacientes foram avaliados segundo critérios de Lysholm-Gillquist e Tegner-Lysholm. Os resultados dos dois grupos foram semelhantes quanto à avaliação subjetiva, objetiva, radiological e atividades/esportes. No grupo TP, os resultados foram levemente superiores, com menores índices de complicações, mostrando-nos que podemos reconstruir e reabilitar muito bem as lesões do LCA, sem utilizar materiais sintéticos.

AVALIAÇÃO DO RESULTADO DA RECONSTRUÇÃO ARTROSCÓPICA DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR DO JOELHO COM ENXERTO DOS TENDÕES FLEXORES

Alexandre Almeida; Márcio Rangel Valin; Ramon Ferreira; Gilberto Roveda; Nayvaldo Couto de Almeida; Ana Paula Agostini

Rev Bras Ortop. 2010;45(4):404-408 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar o resultado da reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) com o autoenxerto dos tendões flexores da coxa. Serão analisados os dados com relação ao sexo, ao índice de massa corporal (IMC) e a associação com fratura no membro inferior (MI). Métodos: Foi analisado um grupo de 265 pacientes submetidos à artroscopia do joelho para fins de reconstrução do LCA com enxerto ipsilateral dos tendões flexores da coxa no período de 6 de julho de 2000 a 19 de novembro de 2007. Resultados: 176 pacientes foram avaliados com média de 34,95 ± 18,8 meses (mediana 31 meses) (IIQ: 20-48 meses). A avaliação mínima foi aos 12 meses e a máxima aos 87 meses. Obtivemos 138 (78,4%) pacientes com resultado excelente, 22 (12,5%) com resultado bom, oito (4,5%) com resultado regular e oito (4,5%) pacientes apresentaram resultado ruim. Não foi considerada significativa a maior incidência de bons e excelentes resultados para o sexo masculino (p = 0,128), para os pacientes com IMC < 25 (p = 0,848) e para os pacientes sem a lesão do LCA relacionada a episódio inicial traumático com fratura no MI (p = 0,656). Conclusões: A técnica de reconstrução do LCA com o autoenxerto dos tendões flexores da coxa demonstrou bons e excelentes resultados em 91,4% da amostra. O sexo masculino parece apresentar tendência maior a bons e excelentes resultados. Não observou-se diferença estatisticamente significativa quando foram analisados os resultados com relação ao IMC e a associação com episódio inicial traumático de fratura no MI. Descritores - Joelho; Ligamento cruzado anterior; Artroscopia; Transplante autólogo.

EFEITO DA ÁREA DE SECÇÃO DO ENXERTO NA CIRURGIA DE RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR- ESTUDO HISTOLÓGICO EM CÃES

Ricardo Violante Pereira; Sérgio Swain Müller; Rodrigo Vannini; Sérgio Luiz Felisbino; Emílio Carlos Curcelli; Gilberto José Cação Pereira; Paulo Roberto de Almeida Silvares

Rev Bras Ortop. 2012;47(4):493-497 - Artigo Original
Objetivo: Relacionar a área de secção inicial do enxerto com o resultado da cirurgia de reconstrução do LCA. Foram operados oito cães, divididos em dois grupos, de acordo com o tamanho do enxerto: grupo A - 25% e grupo B - 40% da largura do ligamento patelar (LP). Métodos: Após oito meses, os cães foram sacrificados para análise macroscópica e histológica dos ligamentos reconstruídos, utilizando-se o joelho contralateral do cão como controle. Resultados: Em ambos os grupos, todos os ligamentos reconstruídos apresentaram-se viáveis e hipertrofiados; o enxerto de LP teve sua morfologia alterada, verificada através da medida do crimp e da celularidade, assemelhando-se com a do LCA. Conclusão: A área de secção do enxerto não influenciou o resultado histológico da cirurgia de reconstrução do LCA em cães. Descritores - Ligamento Cruzado Anterior; Enxerto; Histologia; Cães.

Predição do diâmetro do enxerto dos tendões flexores na reconstrução do ligamento cruzado anterior por meio da ressonância nuclear magnética

Fabiano Kupczik; Luiz Otávio Bombonatto Tauscheck,; Marlus Eduardo Gunia Schiavon; Bruno Sbrissia; Lucio Sergio Rocha Ernlund; Ricardo Augusto Lass Alves

Rev Bras Ortop. 2016;51(4):405-411 - Artigo Original
    Objetivo: Avaliar o diâmetro dos tendões flexores em exames de ressonância magnética (RNM) pré-operatória e comparar com o diâmetro do enxerto obtido no ato intraoperatório. Métodos: Em um estudo epidemiológico longitudinal retrospectivo, 44 pacientes foram elegí- veis ao estudo e tiveram os exames de RNM e dados de cirurgias avaliados. Os tendões foram medidos na RNM no seu maior diâmetro no plano axial com o uso do epicôndilo medial do fêmur como nível de corte. Na cirurgia foi feito preparo de rotina do enxerto, dobraram-se os tendões grácil e semitendinoso, formou-se um enxerto quádruplo que teve sua medida registrada. Resultados: Para a avaliação da associação entre as variáveis foi estimado o coeficiente de correlação de Pearson. Foi encontrada correlação significativa entre as medidas dos tendões grácil e semitendinoso e o diâmetro final do enxerto (p < 0,001). Ajustou-se uma curva ROC para a soma do diâmetro dos tendões, para a determinação de um ponto de corte associado ao diâmetro do enxerto (= 8 mm ou > 8 mm). Caso a soma seja maior do que 5,28 mm, a chance de obter um enxerto maior do que 8 mm é de 75%. Conclusão: A medida do diâmetro dos tendões grácil e semitendinoso no exame da RNM pré-operatória é uma maneira simples e eficaz na predição do tamanho final do enxerto a ser usado na cirurgia de reconstrução do LCA.

Reconstrução "all inside" do ligamento cruzado anterior do joelho com enxerto da parte central do tendão quadricipital*

MAURO G. COELHO, JOSÉ MÁRCIO G. DE SOUZA, MARCO TÚLIO L. CALDAS

Rev Bras Ortop. 1998;33(5):- - Artigo Original

evolução do tratamento cirúrgico da instabilidade anterior do joelho atualmente tem-se baseado em dois fatores já bem estabelecidos: o primeiro é a utilização de enxertos biológicos com características similares às do LCA e com baixa morbidade no sítio doador; o segundo é o aprimoramento das técnicas de reconstrução, com a finalidade de fixar o enxerto o mais próximo possível da inserção anatômica original do LCA. Neste trabalho, é descrita uma técnica que utiliza a parte central do tendão do quadríceps como enxerto na reconstrução do LCA e que segue os princípios de fixação desse enxerto de forma isométrica e anatômica.

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO POSTERIOR COM ENXERTO AUTÓLOGO DO TENDÃO DO MÚSCULO SEMITENDINOSO DUPLO E DO TERÇO MÉDIO DO TENDÃO DO QUADRÍCEPS EM DUPLO TÚNEL NO FÊMUR E ÚNICO NA TÍBIA: RESULTADOS CLÍNICOS EM DOIS ANOS DE SEGUIMENTO

Ricardo de Paula Leite Cury; Nilson Roberto Severino; Osmar Pedro Arbix Camargo; Tatsuo Aihara; Victor Marques de Oliveira; Roger Avakian

Rev Bras Ortop. 2012;47(1):57-65 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar os aspectos cirúrgicos que possam oferecer bons resultados anatômicos e funcionais na reconstrução do ligamento cruzado posterior (LCP) utilizando enxerto autólogo do tendão do quadríceps e duplo semitendinoso através de um túnel femoral duplo. Métodos: Quatorze pacientes com lesões isoladas do LCP, instabilidade e dor foram operados por artroscopia e avaliados de acordo com as escalas do International Knee Documentation Committee (IKDC) e de Lysholm. A lassidão foi examinada com o artrômetro KT 1000. Resultados: Na avaliação pós-operatória, a translação posterior comparando-se com joelho contralateral foi entre 0-2mm em 57,1% dos pacientes e entre 3 e 5mm em 35,7% dos casos. A média da escala de Lysholm foi de 93 pontos na avaliação final. Na avaliação pelo IKDC, três pacientes tiveram grau A, 10 grau B e 1 teve grau C. Conclusões: A reconstrução artroscópica do LCP com feixe duplo baseada no posicionamento anatômico dos túneis, com tendão duplo semitendinoso e único do quadríceps, oferece redução clinicamente evidente dos sintomas e recupera satisfatoriamente a estabilidade, embora diferença significativa não tenha sido encontrada devido ao pequeno tamanho da amostra.Descritores - Ligamento Cruzado Posterior. Joelho. Artroscopia. Traumatismos do Joelho.

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