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Busca por: FIXAÇÃO PERCUTÂNEA COM PARAFUSO ILIOSSACRAL NA LESÃO TRAUMÁTICA DO ANEL PÉLVICO

FIXAÇÃO PERCUTÂNEA COM PARAFUSO ILIOSSACRAL NA LESÃO TRAUMÁTICA DO ANEL PÉLVICO

MARCIO THEO COHEN; JOÃO MATHEUS GUIMARÃES; GERALDO ROCHA MOTTA FILHO; JOSÉ CARLOS COHEN4; FLÁVIO GOLDSZTAJN; FRANCISCO MATHEUS GUIMARÃES

Rev Bras Ortop. 2005;40(1/2):- - Artigo Original
Os autores apresentam os resultados de 12 pacientes tratados com a técnica de fixação percutânea com parafuso iliosacral nas lesões posteriores do anel pélvico. Foram tratados por essa técnica, com o paciente em decúbito dorsal e após redução fechada da lesão, sob visualização do intensificador de imagem, nove casos de luxação sacroilíaca e três de fratura do sacro. Dois pacientes evoluíram com dor na região sacroilíaca. Não ocorreram complicações neurovasculares ou infecciosas relacionadas com a técnica de fixação percutânea empregada nas lesões posteriores do anel pélvico. Houve um caso de infecção relacionada com a osteossíntese de sínfise pubiana. A fixação percutânea com parafuso iliossacral é alternativa de tratamento para as lesões verticalmente instáveis da pelve, desde que haja conhecimento pleno da anatomia e condições de interpretação correta das incidências radiográficas específicas, reduzindo assim os riscos inerentes ao método. Descritores - Pelve; fixação interna; decúbito dorsal; estudo retrospectivo.

Estudo epidemiológico das fraturas e lesões do anel pélvico

Gilberto José Cação Pereira; Erick Ribeiro Damasceno; Daniel Innocenti Dinhane; Francisco Marques Bueno; Jaqueline Bartelega Rodrigues Leite; Bruno da Costa Ancheschi

Rev Bras Ortop. 2017;52(3):260-269 - Artigo Original
    Objetivo: Estudo das fraturas/lesões do anel pélvico atendidas e tratadas neste serviço de agosto de 2012 a janeiro de 2014. Métodos: Elaborou-se um protocolo para os 66 pacientes, consideraram-se os dados: idade, sexo, cor, mecanismo da lesão, local do trauma, classificação das lesões, intervenção de urgência, lesões associadas, lado acometido, tratamento e óbito. Para os dados de maior interesse foram usados os procedimentos estatísticos que envolveram o teste de associação de Goodman e as técnicas de comparações de medidas por meio do teste t de Student e da análise de variância complementada com as comparações múltiplas de Tukey. Resultados: A idade média foi de 47 anos; pacientes do sexo masculino e brancos foram mais frequentes. A causa mais comum das lesões foi acidente carro/caminhão e a zona urbana foi o local onde elas mais ocorreram. Fraturas tipo A foram as mais frequentes. Em 16,6% dos pacientes, foi necessária cirurgia de urgência e 42,4% apresentaram lesão associada. O lado direito foi mais acometido. O tratamento incruento foi o mais usado e o óbito ocorreu em 3%, em casos de trauma de alta energia. Conclusões: As fraturas/lesões do anel pélvico são mais frequentes no sexo masculino. De modo geral e em jovens, o acidente de trânsito é o mecanismo mais frequente, já em idosos é queda banal. A maioria das lesões ocorre na zona urbana. Fraturas do tipo A são as mais frequentes. A maioria não necessita de intervenção de urgência e não apresenta lesões associadas. O tratamento incruento é o mais usado e os óbitos estão associados a trauma de alta energia com graves lesões associadas

CLAMPE DE GANZ NO TRATAMENTO DE URGÊNCIA EM LESÕES DO ANEL PÉLVICO

GILBERTO JOSÉ CAÇÃO PEREIRA; HAMILTON DA ROSA PEREIRA; DANIEL INNOCENTI DINHANI; DAVI NICOLETTI GUMIEIRO; REINALDO DOS SANTOS VOLPI

Rev Bras Ortop. 2008;43(7):279-286 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar a eficiência do clampe de Ganz na estabilização e redução dos deslocamentos da pelve, quando utilizado no tratamento de urgência, além de aquilatar eventuais dificuldades e facilidades do método. Métodos: O clampe de Ganz foi utilizado no tratamento de urgência em 31 pacientes com graves lesões do anel pélvico (Tile C) associadas a importante instabilidade hemodinâmica. Resultado: Entre os pacientes, 27 (87,1%) apresentaram evolução favorável, com estabilização, redução dos deslocamentos e compressão da região posterior do anel, além de estabilização hemodinâmica, e quatro (12,9%) evoluíram para óbito. Conclusão: O clampe de Ganz mostrou-se eficiente ferramenta no tratamento de urgência das lesões do anel pélvico, por ser de concepção simples, de rápida colocação, não impedir ou dificultar procedimentos no abdome e, principalmente, por permitir a estabilização da pelve, redução dos deslocamentos e compressão na região posterior do anel, local onde ocorrem os maiores sangramentos, reduzindo-os ou eliminando-os.Descritores - Articulação sacroilíaca / lesões; Ossos pélvicos / lesões; Hemodinâmica; Hemorragia; Emergências.

TRATAMENTO CIRÚRGICO DA FRATURA INSTÁVEL DO ANEL PÉLVICO EM PACIENTES ESQUELETICAMENTE IMATUROS

João Antonio Matheus Guimarães; Ricardo de Souza Portes Meirelles; Luiz Augusto Peçanha Tavares Júnior; Flávio Goldsztajn; Tito Rocha; Pedro Henrique Barros Mendes

Rev Bras Ortop. 2010;45(6):583-589 - Artigo Original
Objetivo: Comparar os resultados do tratamento cirúrgico entre placa volar com estabilidade angular e placas ortogonais em fraturas instáveis de rádio distal em pacientes com mais de 60 anos. Métodos: Pacientes foram divididos em dois grupos tratados com placa volar ou placas ortogonais. Resultados clínicos e radiográficos foram analisados prospectivamente. Resultados: Os grupos de estudo apresentaram resultados clínicos e radiográficos semelhantes seis meses após a operação. No entanto três meses após a cirurgia, o grupo onde foi utilizada a placa volar obteve resultados superiores. Conclusão: Ambos os grupos apresentaram bons resultados funcionais. O tratamento cirúrgico facilita a reabilitação precoce. A técnica das placas ortogonais requer uma curva de aprendizado maior e apresentou mais complicações e piores resultados iniciais. Descritores - Fraturas do Rádio Distal; Placas Volares; Placas Ortogonais; Fraturas em Idosos.

FRATURA DO ANEL PÉLVICO ASSOCIADA À LUXAÇÃO SACROILÍACA E COXOFEMORAL EM CRIANÇA: RELATO DE CASO

RODRIGO MANTOVANI; MICHEL GIOVANI VIGO; ISABEL CRISTINA ZUCCO

Rev Bras Ortop. 2006;41(3):87-90 - Relato de Caso
Os autores apresentam um caso raro de fratura do anel pélvico associada à luxação da articulação coxofemoral em uma criança de cinco anos e comentam aspectos relacionados com epidemiologia, quadro clínico, diagnóstico e tratamento dessas lesões.Descritores - Luxação do quadril; Fixadores externos; Criança.

HOUVE MUDANçAS NA INCIDÊNCIA E NA EPIDEMIOLOGIA DAS FRATURAS DO ANEL PÉLVICO NAS ÚLTIMAS DÉCADAS?

Cláudia Diniz Freitas; José Eduardo Rosseto Garotti; Juliana Nieto; Rodrigo Pereira Guimarães; Nelson Keiske Ono; Emerson Honda; Giancarlo Cavalli Polesello

Rev Bras Ortop. 2013;48(6):475-481 - Artigo de Revisão
 As fraturas do anel pélvico compõem de 2% a 8% de todas as lesões do esqueleto, incidência que sobe para 25% nos politraumatizados e representa fator prognóstico negativo no que diz respeito à morbidade e à mortalidade. Buscou-se com este trabalho estabelecer se houve mudança do perfil desses pacientes nas últimas décadas e por que ela ocorreu. Para tanto, avaliaram-se epidemiologia, mecanismo de trauma e tipos de fratura, por revisão bibliográfica nas bases de dados indexadas relacionadas ao tema, selecionados 20 trabalhos que continham os requisitos para o estudo. O período entre janeiro de 1987 e dezembro de 1999 (primeira década) e outro de janeiro de 2000 a dezembro de 2010 (segunda década) foram analisados e comparados estatisticamente pelo Teste de Mann-Whitney. As classificações de Tile, Young Burgess e AO foram adequadas para permitir sua categorização. As pesquisas em cada uma das décadas foram homogêneas. Na primeira, as lesões foram mais prevalentes em homens, com 62,5%, com tendência a inversão desse padrão, dado o aumento de mulheres acometidas na segunda década (p = 0,286). A média de idade na primeira década era de 39,3 anos e revelou um aumento na segunda (p = 0,068). Os mecanismos de trauma mais prevalentes foram aqueles relacionados ao tráfego nos períodos, assim como as fraturas classificadas como do tipo A (p = 0,203 e p = 0,457, respectivamente). Os índices de mortalidade diminuíram (p = 0,396). Conclui-se que houve tendência ao aumento na média de idade dos pacientes (p = 0,068). Já o crescente acometimento das mulheres (p = 0,286) e a diminuição da mortalidade (p = 0,396) não foram significantes. Descritores - Ossos pélvicos Epidemiologia Fraturas do quadril Metanálise

RESULTADO FUNCIONAL EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES SUBMETIDOS À HEMIPELVECTOMIA INTERNA TIPO II, COM OU SEM RECONSTRUÇÃO DO ANEL PÉLVICO

BIANCA PRATELEZZI DENENO; JOSÉ CARLOS BARBI GONÇALVES; ADEMAR LOPES; SILVIA REGINA BRANDALISE

Rev Bras Ortop. 2007;42(5):125-132 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar retrospectivamente os resultados funcionais em crianças e adolescentes portadores de tumores pélvicos, submetidos à hemipelvectomia interna tipo II, com ou sem reconstrução do anel pélvico. Métodos: Foram avaliados 31 pacientes portadores de tumor pélvico, tratados no Centro Infantil Boldrini e no Hospital A.C. Camargo, entre 1994 e 2005. O resultado funcional foi baseado no sistema de avaliação funcional padronizado por Enneking et al. Os critérios analisados foram: dor, função, aceitação emocional, necessidade de suporte, capacidade de deambulação e marcha. Dos 31 casos seguidos, 12 (38,7%) fizeram a reconstrução do anel pélvico com enxerto de fíbula e 19 (61,3%) não a fizeram. A média de idade dos pacientes foi de 11,4 anos (4-17,8 anos). A média de seguimento para os 31 casos foi de 41 meses. Resultado: Obtido aos 12 meses do pós-operatório, foi excelente em 17,4% dos pacientes (todos com reconstrução do anel pélvico), bom em 60,9% dos pacientes, regular em 17,4% e ruim em 4,3%. A média do escore foi melhor no grupo de pacientes com a reconstrução com auto-enxerto de fíbula, comparativamente ao grupo dos que não tiveram essa reconstrução, sendo significativa a diferença entre os grupos (p = 0,008). Conclusão: Os pacientes submetidos à hemipelvectomia interna com reconstrução do anel pélvico com auto-enxerto de fíbula tiveram melhor resultado funcional global comparativamente ao grupo dos que não foram submetidos à reconstrução (p = 0,007). Dentre os critérios específicos do sistema de avaliação funcional, os escores obtidos nos itens aceitação emocional (p = 0,001), capacidade de deambulação (p = 0,034) e marcha (p = 0,002) foram melhores nos pacientes com reconstrução, quando comparados com os do grupo sem reconstrução do anel pélvico. Descritores - Hemipelvectomia; Avaliação de resultado de intervenções terapêuticas; Transplante ósseo; Neoplasias ósseas; Sarcoma; Neoplasias pélvicas/reabilitação.

Tratamento das lesões instáveis do anel pélvico com fixador supra-acetabular e parafusos sacroilíacos: resultados preliminares em 20 pacientes

Rodrigo Pereira Guimarães; Arthur de Góes Ribeiro; Oliver Ulson; Ricardo Bertozzi de Ávila; Nelson Keiske Ono e Giancarlo Cavalli Polesello

Rev Bras Ortop. 2016;51(2):132-137 - Artigo Original
    Objetivo: Avaliar os resultados do tratamento de 20 pacientes que usaram como tratamento definitivo um método de osteossíntese opcional para fraturas do anel pélvico. Métodos: Foi feita uma análise retrospectiva da série de 20 casos de pacientes com fratura do anel pélvico tipo C de Tile, portadores de alto risco de infecção pós-operatória, tratados na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo entre agosto de 2004 e dezembro de 2012, submetidos a fixação externa supra-acetabular percutânea associada com parafusos canulados iliossacrais de 70 mm. Resultados: A média de idade dos pacientes foi de 40 anos (mínimo de 22; máximo de 77) e o tempo médio de seguimento foi de 18,5 meses (mínimo de três; máximo de 69). Após o término do tratamento dez pacientes (50%) foram classificados com bons resultados, nove (45%) tiveram desfecho regular e um (5%) não apresentou melhoria alguma. Seis apresentaram complicações. A parestesia do nervo cutâneo femoral lateral foi a mais frequente (dois pacientes). Conclusão: A fixação externa supra-acetabular associada a osteossíntese percutânea iliossacral é um bom método de tratamento definitivo para os pacientes com alto risco de infecção pós-operatória.

FIXAÇÃO PERCUTÂNEA DAS FRATURAS DO TERÇO MÉDIO DO ESCAFÓIDE

CELSO RICARDO FOLBERG; PAULO HENRIQUE RUSCHEL; MILTON BERNARDO PIGNATARO; CARLOS EDUARDO FORERO PEREA; GUILHERME VELHO CAPUTO

Rev Bras Ortop. 2004;39(7):- - Artigo Original
Os autores apresentam a avaliação da técnica de tratamento de uma série de 16 fraturas do terço médio do escafóide sem deslocamento com fixação percutânea com parafuso de Herbert canulado. Foram tratados 12 pacientes de sexo masculino (um bilateral) e três do feminino. O seguimento médio foi de 22,5 semanas; a média de idade dos pacientes, de 34,5 anos; e o tempo médio de fratura até a cirurgia, de cinco semanas. Houve consolidação clínica e radiológica em 15 casos (94%) em tempo médio de 8,4 semanas de pós-operatório; um paciente não apresentou consolidação em 52 semanas de seguimento. Todos os pacientes apresentaram mobilidade articular ampla com oito semanas de pós-operatório. A força de preensão retornou ao normal em 87,5% dos casos com 16 semanas de pós operatório. Não houve complicações trans e pós-operató-rias. Os autores concluem que a técnica de fixação percutânea das fraturas do terço médio do escafóide mostrou ser alternativa eficaz e de baixa morbidade no tratamento desta lesão. Descritores - Osso escafóide; carpo; fraturas; osteossíntese.

AVALIAÇÃO DO USO DE ANEL ANTIPROTRUSÃO COM ENXERTO ÓSSEO EM LESÃO ACETABULAR PÓS-ARTROPLASTIA TOTAL DO QUADRIL

FERNANDO JOSÉ SANTOS DE PINA CABRAL; SÉRGIO LUÍS CÔRTES DA SILVEIRA; RAFAEL VELLOZO SPINOLA; PAULO HENRIQUE VAN ERVEN LOUZADA; PAULO G. MANHÃES RODRIGUES

Rev Bras Ortop. 2004;39(11/12):- - Artigo Original
Os autores reviram 35 pacientes nos quais 36 lesões acetabulares (um caso bilateral) foram reconstruídas, utilizando o anel de reforço acetabular antiprotrusão de Burch-Schneider associado à enxertia óssea. Com seguimento médio de três anos, 12 pacientes (33,4%) obtiveram resultados excelentes, 13 bons (36,1%), oito regulares (22,2%) e três ruins (8,3%). No levantamento dos resultados foi utilizado o método de avaliação clínica de Merle D`Aubigné-Postel modificado por Charnley. Observou-se afrouxamento séptico em dois casos (5,5%), porém 94,5% dos casos mostraram consolidação óssea nas áreas enxertadas, sem sinais de falha do implante ou afrouxamento quando avaliados pelos critérios de Gill, Sledge e Müller. O anel antiprotrusão de Burch-Schneider, associado a enxerto ósseo, é um método que tem demonstrado ser eficaz no tratamento das deficiências acetabulares maciças nas cirurgias de revisão do quadril. O objetivo do trabalho é comparar os resultados clínico e radiográfico com a literatura internacional. Seguindo os princípios técnicos recomendados, podem-se esperar resultados satisfatórios a curto prazo. Descritores - Cirurgia de revisão; acetábulo; enxerto-ósseo.

Osteossarcoma pélvico*

ALEJANDRO ENZO CASSONE; GIUSEPPE TELLA; CLAUDIO MESETTI; ROBERTO BIAGINI; PIERO RUGGIERI; PIERO PICCI

Rev Bras Ortop. 1994;29(11/12):- - Artigo Original
Quarenta e um pacientes portadores de osteossarcoma pélvico admitidos no Centro de Tumores Ósseos do lstituto Ortopedico Rizoli, com seguimento superior a três anos, foram estudados com o objetivo de comparar a correlação prognóstico-tratamento e confrontá-los com aqueles das extremidades. Ao longo dos anos, os pacientes foram submetidos a diversos protocolos de tratamento: quimioterapia e/ou radioterapia associada ou não à cirurgia. Vinte e três pacientes foram submetidos a cirurgia (oito radicais e 15 conservadoras); seis (26%) apresentaram recidiva local. A taxa de sobrevida de cinco anos (44%) foi melhor no grupo tratado com quimioterapia pré e pós-operatória associada à cirurgia, com critérios oncológicos segundo os parâmetros adotados pela Musculoskeletal Tumor Society. Consideramos pobre o prognóstico de sobrevida de cinco anos do osteossarcoma pé1vico, quando comparado com aquele das extremidades (70%).

ESTUDO DA RELAÇÃO ANATÔMICA DO NERVO SENSITIVO RADIAL APÓS FIXAÇÃO PERCUTÂNEA COM FIOS DE KIRSCHNER

PEDRO JOSÉ LABRONICI; JOSÉ SERGIO FRANCO; ROLIX HOFFMANN; ANSELMO FERNANDES DA SILVA; MARCO AURÉLIO RODRIGUES DA FONSECA PASSOS; PAULO ROBERTO BARBOSA DE TOLEDO LOURENÇO; HÉLIO JORGE ALVACHIAN FERNANDES6; FERNANDO BALDY DOS REIS

Rev Bras Ortop. 2008;43(3):90-95 - Artigo Original
Objetivo: Determinar o risco de lesão do nervo sensitivo radial após fixação percutânea na região distal do rádio em cadáveres. Métodos: Foram utilizados 24 membros superiores de 12 cadáveres esqueleticamente maduros, 10 do sexo masculino e dois do feminino, com média de idade estimada de 50 anos. Um fio de Kirschner foi introduzido no processo estilóide do rádio para determinar: a distância entre o fio e o nervo sensitivo radial, entre o fio e o ramo do nervo dorsal mais próximo, entre o fio e os tendões do primeiro túnel osteofibroso e, finalmente, o número de ramos do nervo sensitivo radial. Resultados: A distância do ponto de emergência do nervo sensitivo radial, entre os tendões e o fio de Kirschner aplicado no processo do rádio, foi em média de 5,09cm, com desvio-padrão de 0,75cm. A distância entre o fio de Kirschner e o primeiro ramo dorsal foi em média de 4,33cm, variando entre zero e 10cm. O número de ramos nervosos foi em média de quatro, variando entre dois a oito ramos. Conclusão: Os resultados deste estudo experimental indicaram que, quando o fio é introduzido no processo estilóide do rádio, o risco de lesão do nervo sensitivo radial é pequeno. Esse risco está diretamente relacionado com o número de ramos nervosos e a angulação dos fios durante sua introdução na extremidade distal do rádio.Descritores - Fraturas do rádio/ cirurgia; Fixação de fraturas /métodos; Fios ortopédicos; Procedimentos ortopédicos /métodos; Cadáver

REDUÇÃO INTRA-FOCAL E FIXAÇÃO PERCUTÂNEA DAS FRATURAS DO COLO DO 5º METACARPO - DESCRIÇÃO DE TÉCNICA CIRÚRGICA

GUSTAVO PACHECO MARTINS FERREIRA; PAULO RANDAL PIRES; ANDRÉ LOPES PORTUGAL; HENRIQUE DE GOUVÊA SCHNEITER

Rev Bras Ortop. 2014;49(2):116-120 - Artigo Original
Objetivo: demonstrar uma técnica cirúrgica para o tratamento das fraturas do colo do quinto metacarpo por meio de redução por manipulação intrafocal e fixação percutânea com fios de Kirschner, visando a facilitar a obtenção e manutenção da redução no intraoperatório e possibilitar a redução dessas fraturas, ainda que com calo fibroso formado. Métodos: dez pacientes portadores de fratura do colo do quinto metacarpo com angulação palmar superior a 30? foram submetidos, como exemplos, à técnica cirúrgica descrita. Os resultados foram avaliados por meio de radiografias e exame clínico pós-operatório. Resultados: todos os pacientes obtiveram redução próxima da anatômica e evoluíram para consolidação da fratura na posição obtida. Conclusão: a técnica cirúrgica descrita é eficaz, de simples execução, minimamente invasiva, de baixo custo e permite redução clínica e radiográfica adequadas, mesmo em fraturas subagudas com calo fibroso formado. Descritores - Metacarpo Fraturas ósseas Membro superior Fios ortopédicos

Redução fechada e fixação percutânea em fraturas supracondilianas do úmero em crianças*

MAURO S. VOLPI; ALFREDO MISERENDINO JORDAN; NILTON CARLOS LEPISPICO; OSVALDO CALVO NOGUEIRA; HAMILTON DA ROSA PEREIRA

Rev Bras Ortop. 1997;32(11/12):- - Artigo Original
Foram estudados retrospectivamente 32 casos de fraturas supracondilianas de úmero em crianças, dos tipos II e III de Gartland, tratadas com redução incruenta e fixação percutânea com fios de Kirschner cruzados. Fo-ram avaliados radiologicamente através do ângulo de Baumann e clinicamente por meio do movimento articular e do ângulo de carga. Os resultados foram satisfatórios em todos os casos, segundo os critérios de Flynn, apresentan-do-se como bom e seguro método de tratamento para essas fraturas.

Escorregamento epifisário proximal do fêmur: tratamento mediante fixação "in situ" com um único parafuso canulado*

ERNESTO FERNANDO ROCHA; CLÁUDIO SANTILI

Rev Bras Ortop. 2003;38(6):- - Artigo Original
No Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo - Pavilhão "Fernandinho Simonsen", no período de 1989 a 1999, foram tratados 218 pacientes, portadores do escorregamento epifisário proximal do fêmur, mediante a fixação in situ com um único parafuso canulado. Desse total, foram selecionados ao acaso os prontuários de 40 pacientes, sendo 20 de cada sexo. No momento do diagnóstico, a média de idade dos pacientes do sexo masculino foi de 12,7 anos, enquanto que nos do feminino foi de 11,9 anos. O fechamento da placa epifisária (epifisiodese) proximal do fêmur foi obtido em todos os casos e com tempo médio de 14,05 meses após a fixação. O objetivo do presente estudo é a análise epidemiológica e radiográfica retrospectiva nesta amostragem de 40 pacientes assim tratados, bem como suas complicações, avaliadas exclusivamente do ponto de vista radiográfico. Unitermos - Epifisiólise; epífise femoral proximal; parafusos ósseos

Epifisiolistese proximal do fêmur: fixação "in situ" com um único parafuso canulado*

AMÂNCIO RAMALHO JÚNIOR; WALDIR WILSON CIPOLLA; LUIZ FERNANDO JARDIM; MAURÍCIO PEGORARO

Rev Bras Ortop. 1995;30(1/2):- - Artigo Original
A fixação in situ das epifisiolisteses proximais do fêmur com um único parafuso canulado posicionado no centro da epífise e perpendicular à placa de crescimento é proposta como método de eleição pelos autores, que relatam seus resultados em 37 pacientes (41 quadris) opera-dos no período de 1989 a 1993. São descritos e analisados dois casos de condrólise, dois de necrose avascular, um de fratura subtrocantérica e um caso em que ocorreu progressão do deslizamento após a fixação; 77,5% dos pacientes evoluíram com resultados excelentes ou bons e os piores casos foram associados à gravidade do deslizamento e a erros técnicos.

Epifisiolistese proximal do fêmur: fixação "in situ" com um único parafuso*

NELSON ELIAS; ALEXANDRE LAGE DE ALMEIDA; LISZT PALMEIRA DE OLIVEIRA; KARLOS C. MESQUITA

Rev Bras Ortop. 1993;28(11/12):- - Artigo Original
Foram avaliados 35 pacientes que apresentavam epifisiolistese proximal do fÊmur, num total de 42 quadris envolvidos. Todos os casos foram tratados através de fixação in situ com um parafuso de esponjosa de 6,5mm. O seguimento variou de 18 a 38 meses, com média de 20 meses. Nove escorregamentos eram agudos e 33, crônicos. Vinte e um eram leves, 14, moderados e seis, graves. Os resultados foram considerados excelentes e bons em 83% dos casos. Em quatro casos, ocorreram complicações decorrentes do mau posicionamento do parafuso. Não houve necrose avascular nem condrólise.

COMPLICAÇÕES DA TÉCNICA DE FIXAÇÃO TIBIAL COM PARAFUSO E ARRUELA PARA A RECONSTRUÇÃO LIGAMENTAR DO JOELHO

Alexandre Almeida; Gilberto Roveda; Márcio Rangel Valin; Nayvaldo Couto de Almeida; Vanderlei Sartor; Soraya Melina Alves

Rev Bras Ortop. 2010;45(5):409-414 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar a presença de dor ao nível da ferida operatória e a necessidade de retirada do parafuso de fixação tibial na reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho e com o sexo e o índice de massa corporal (IMC). Métodos: Um grupo de 265 pacientes submetidos à reconstrução do LCA com enxerto ipsilateral dos tendões flexores da coxa em que o método de fixação tibial do enxerto foi o parafuso cortical com arruela metálica entre seis de julho de 2000 e 19 de novembro de 2007. Resultado: 176 pacientes foram avaliados com uma média de 33,3 ± 19,5 meses (mediana de 29,5 meses) (IIQ: 17-45 meses) - mínima de oito e máxima de 87 meses. Não houve diferença estatística ao analisar a queixa de dor no parafuso (p = 0,272) e a necessidade de retirada do mesmo (p = 0,633) entre os sexos. Não houve diferença estatística ao analisar a queixa de dor no parafuso (p = 0,08) e a necessidade de retirada do mesmo (p = 0,379) ao analisar o IMC. Conclusões: A utilização do parafuso e arruela metálica para fixação tibial na reconstrução do LCA demonstrou um índice de queixa de dor no sítio do parafuso na ordem de 25% e necessidade de sua retirada em 10,8% dos casos. Não houve predominância de queixas de dor na ferida operatória entre os sexos. Observou-se uma tendência a maior queixa de dor entre indivíduos com IMC < 25. Não houve predominância de retirada do parafuso e da arruela entre os sexos ou entre indivíduos com diferentes IMC. Descritores - Ligamento Cruzado Anterior; Artroscopia; Dor; Índice de massa corporal.

Epifisiólise proximal do fêmur: estudo da fixação "in situ" com um parafuso esponjosa AO 6,5mm*

LUIZ SIMBALISTA NETO; NELSON ELIAS; FERNANDO CERQUEIRA; FÁBIO VASSIMON; ANTÔNIO TAMANINI; ALLAN SYLLOS

Rev Bras Ortop. 1998;33(10):- - Artigo Original
Foram estudados 46 quadris com diagnóstico de epifisiólise proximal do fêmur submetidos à fixação in situ através da colocação de um único parafuso tipo esponjosa AO de 6,5mm de diâmetro. Através do estudo radiográfico, avaliaram-se o posicionamento dos parafusos e o fechamento da placa fisária, assim como foi pesquisada a presença de escorregamento adicional. Os resultados funcionais foram avaliados pelos critérios de Heyman & Herndon, tendo sido encontrados 90% de bons resultados no grupo de quadris com escorregamento do tipo I, II e III (pré-escorregamento, leve e moderado). Conseguiu-se o fechamento da placa fisária, evitando-se escorregamento adicional em todos os pacientes analisados, tendo sido relatados como complicações dos atos cirúrgicos o hematoma na ferida operatória, a penetração não-diagnosticada do parafuso na articulação, a quebra da broca durante o ato cirúrgico, a condrólise e a necrose avascular da cabeça femoral. Em razão dos resultados apresentados, é recomendada a fixação in situ com um único parafuso esponjosa AO de 6,5mm de diâmetro nos casos leves, moderados e nos pré-escorregamentos. Nos escorregamentos graves (tipo IV), outros procedimentos devem ser considerados.

Aspectos clínicos de pacientes com lesão traumática do plexo braquial após tratamento cirúrgico

Rev Bras Ortop. 2015;50(5):556-561 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar aspectos sociodemográficos e clínicos de pacientes operados de lesão trau-mática do plexo braquial (LTPB).Método: Estudo retrospectivo, revisão de prontuários, amostra de conveniência, 48 pacientesoperados entre 2000 e 2010. Avaliados: 1) ADM - em graus, do ombro, cotovelo e punho/mão;2) grau de força do ombro, cotovelo e punho/mão; 3) sensibilidade; 4) EVA (0 a 10). Testes det de Student, qui-quadrado, Friedman, Wilcoxon e Kruskal-Wallis (p < 0,05).Resultados: Idade de 30,6 anos, 60,4% acidentes motociclísticos. Politraumatismo 52,1%.Tempo até a cirurgia de 8,7 meses (2 a 48). Trinta e um (64,6%) com lesão total do plexo.Cirurgias mais frequentes: neurais em 39 (81,3%). ADM = 30?do ombro 20 pacientes (41,6%)de 30?a 90?, média 73?(p = 0,001); 13 (27,1%) já tinham força no ombro = M3 (p = 0,001). Coto-velo = 80?de flexão, 27 pacientes (56,2%) de 30?a 160?, com média de 80,6?(p < 0,001); 22com força = M3 (p < 0,001). Extensão do punho = 30?partindo de 45?de flexão em 22 paci-entes (45,8%), de 30?a 90?, média 70?(p = 0,003); 27 (56,3%) tinham força de extensão dopunho/mão = M3 (p = 0,002); 45 (93,8%) hipoestesia e três (6,2%) anestesia (p = 0,006). EVAinicial 4,5 (1 a 9) e EVA final 3 (1 a 7) (p < 0,001).Conclusão: As LTPB tem maior prevalência em jovens (21-40 anos), homens, urbanos, traba-lhadores braçais, acidentes motociclísticos, com politrauma, lesão total do plexo. Cirurgiasneurais, seguidas em segundo tempo, pelas transferências miotendíneas. A cirurgia paraLTPB mostrou melhoria significativa de ADM e força em ombro, cotovelo e punho/mão, dasensibilidade do membro afetado e diminuição da dor final.

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