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Busca por: Escorregamento epifisário proximal do fêmur: tratamento mediante fixação "in situ" com um único parafuso canulado*

Escorregamento epifisário proximal do fêmur: tratamento mediante fixação "in situ" com um único parafuso canulado*

ERNESTO FERNANDO ROCHA; CLÁUDIO SANTILI

Rev Bras Ortop. 2003;38(6):- - Artigo Original
No Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo - Pavilhão "Fernandinho Simonsen", no período de 1989 a 1999, foram tratados 218 pacientes, portadores do escorregamento epifisário proximal do fêmur, mediante a fixação in situ com um único parafuso canulado. Desse total, foram selecionados ao acaso os prontuários de 40 pacientes, sendo 20 de cada sexo. No momento do diagnóstico, a média de idade dos pacientes do sexo masculino foi de 12,7 anos, enquanto que nos do feminino foi de 11,9 anos. O fechamento da placa epifisária (epifisiodese) proximal do fêmur foi obtido em todos os casos e com tempo médio de 14,05 meses após a fixação. O objetivo do presente estudo é a análise epidemiológica e radiográfica retrospectiva nesta amostragem de 40 pacientes assim tratados, bem como suas complicações, avaliadas exclusivamente do ponto de vista radiográfico. Unitermos - Epifisiólise; epífise femoral proximal; parafusos ósseos

AVALIAÇÃO DA PROGRESSÃO DO DESLIZAMENTO APÓS FIXAÇÃO "IN SITU" PARA TRATAMENTO DO ESCORREGAMENTO EPIFISÁRIO PROXIMAL DO FÊMUR

RODRIGO ARAUJO GÓES DOS SANTOS; RENATO HENRIQUES TAVARES; CELSO BELFORT RIZZI JUNIOR; GERALDO ROCHA MOTTA FILHO

Rev Bras Ortop. 2005;40(9):- - Artigo Original
O escorregamento epifisário proximal do fêmur (EEPF), ou epifisiólise do quadril, é uma afecção caracterizada pelo alargamento e enfraquecimento da camada hipertrófica da linha fisária proximal do fêmur que permitirá o escorregamento da metáfise proximal em relação à epífise femoral. Objetivo: Avaliar a eventual progressão do EEPF após a fixação in situ com um único parafuso canulado. Material: No período de janeiro de 1997 a agosto de 2001 foram tratadas 35 crianças com média de idade, por ocasião da cirurgia, de 12,7 anos, que apresentavam 42 deslizamentos estáveis e do tipo crônico. Entre os pacientes, 71% eram do sexo masculino e 69% apresentavam comprometimento do lado esquerdo. A média do ângulo de Southwick no pré-operatório foi igual a 41º. No grupo em que ocorreu a progressão do deslizamento, os ângulos foram de 39º, 36º e 53º, respectivamente. Resultado: Os prontuários e exames radiográficos na incidência de Lowenstein dos quadris das 35 crianças foram revisados e utilizados como parâmetros nas radiografias realizadas pelos pacientes no período pós-operatório imediato (até 14 dias) e após o fechamento da linha fisária. Foram determinados o ângulo de Southwick, a posição do parafuso em relação ao centro da epífise e o número de roscas que ultrapassaram a linha fisária. Em 76% não ocorreu progressão e em 10 quadris (24%) foi evidenciada acentuação maior do que 10º, quando comparadas as radiografias realizadas após o fechamento da linha fisária com as do pós-operatório imediato. A média registrada do ângulo de Southwick foi igual a 42º no pós-operatório imediato e de 43º após o fechamento da linha fisária. A análise estatística descritiva da eventual progressão do deslizamento em relação à idade, sexo, classificação do grau da doença, lado acometido, posição em que foi colocado o parafuso e o número de roscas que ultrapassaram a linha fisária mostrou que, quanto menor for o número de roscas do parafuso que irão ultrapassála, maior será a probabilidade de ocorrer a progressão. Da mesma forma, a correlação de Pearson também mostrou que a única variável de ocorrência ou não da progressão foi o número de roscas do parafuso que ultrapassou a linha fisária, permitindo afirmar com dados estatísticos a existência dessa variável. Conclusões: O número de roscas que ultrapassam a linha fisária tem importância em relação ao grau de deslizamento secundário pós-fixação dos descolamentos epifisários proximais do fêmur. O estudo sugere que pelo menos cinco roscas do parafuso, ultrapassando a linha fisária, são necessários para evitar deslizamentos secundários. Descritores - Epifisiólise; estudos retrospectivos; quadril.

Epifisiolistese proximal do fêmur: fixação "in situ" com um único parafuso canulado*

AMÂNCIO RAMALHO JÚNIOR; WALDIR WILSON CIPOLLA; LUIZ FERNANDO JARDIM; MAURÍCIO PEGORARO

Rev Bras Ortop. 1995;30(1/2):- - Artigo Original
A fixação in situ das epifisiolisteses proximais do fêmur com um único parafuso canulado posicionado no centro da epífise e perpendicular à placa de crescimento é proposta como método de eleição pelos autores, que relatam seus resultados em 37 pacientes (41 quadris) opera-dos no período de 1989 a 1993. São descritos e analisados dois casos de condrólise, dois de necrose avascular, um de fratura subtrocantérica e um caso em que ocorreu progressão do deslizamento após a fixação; 77,5% dos pacientes evoluíram com resultados excelentes ou bons e os piores casos foram associados à gravidade do deslizamento e a erros técnicos.

Epifisiolistese proximal do fêmur: fixação "in situ" com um único parafuso*

NELSON ELIAS; ALEXANDRE LAGE DE ALMEIDA; LISZT PALMEIRA DE OLIVEIRA; KARLOS C. MESQUITA

Rev Bras Ortop. 1993;28(11/12):- - Artigo Original
Foram avaliados 35 pacientes que apresentavam epifisiolistese proximal do fÊmur, num total de 42 quadris envolvidos. Todos os casos foram tratados através de fixação in situ com um parafuso de esponjosa de 6,5mm. O seguimento variou de 18 a 38 meses, com média de 20 meses. Nove escorregamentos eram agudos e 33, crônicos. Vinte e um eram leves, 14, moderados e seis, graves. Os resultados foram considerados excelentes e bons em 83% dos casos. Em quatro casos, ocorreram complicações decorrentes do mau posicionamento do parafuso. Não houve necrose avascular nem condrólise.

Epifisiolistese proximal do fêmur: fixação "in situ"*

RONALDO OLIVEIRA LOMELINO; GERALDO MOTTA FILHO; PAULO CEZAR SCHOTT; HUMBERTO MAURO MENDES

Rev Bras Ortop. 1996;31(1/2):- - Artigo Original
Foram avaliados retrospectivamente 29 quadris de 21 pacientes que apresentavam epifisiolistese proximal do fêmur tratada por fixação in situ entre 1988 e 1993. Eram dez do sexo masculino e onze do feminino e tiveram seguimento clínico e radiológico médio de três anos e nove meses. O critério clínico de Heyman e Herndon foi utilizado para a determinação da qualidade dos resultados. Quatorze pacientes foram classificados como excelentes e bons. Necrose avascular ocorreu em dois pacientes, um agudo e o outro crônico. Um paciente apresentou condrólise, bilateral, tendo sido um lado operado e o outro, não. Ocorreu aumento do grau de escorregamento da epífise femoral proximal em dois pacientes.

Epifisiólise proximal do fêmur: estudo da fixação "in situ" com um parafuso esponjosa AO 6,5mm*

LUIZ SIMBALISTA NETO; NELSON ELIAS; FERNANDO CERQUEIRA; FÁBIO VASSIMON; ANTÔNIO TAMANINI; ALLAN SYLLOS

Rev Bras Ortop. 1998;33(10):- - Artigo Original
Foram estudados 46 quadris com diagnóstico de epifisiólise proximal do fêmur submetidos à fixação in situ através da colocação de um único parafuso tipo esponjosa AO de 6,5mm de diâmetro. Através do estudo radiográfico, avaliaram-se o posicionamento dos parafusos e o fechamento da placa fisária, assim como foi pesquisada a presença de escorregamento adicional. Os resultados funcionais foram avaliados pelos critérios de Heyman & Herndon, tendo sido encontrados 90% de bons resultados no grupo de quadris com escorregamento do tipo I, II e III (pré-escorregamento, leve e moderado). Conseguiu-se o fechamento da placa fisária, evitando-se escorregamento adicional em todos os pacientes analisados, tendo sido relatados como complicações dos atos cirúrgicos o hematoma na ferida operatória, a penetração não-diagnosticada do parafuso na articulação, a quebra da broca durante o ato cirúrgico, a condrólise e a necrose avascular da cabeça femoral. Em razão dos resultados apresentados, é recomendada a fixação in situ com um único parafuso esponjosa AO de 6,5mm de diâmetro nos casos leves, moderados e nos pré-escorregamentos. Nos escorregamentos graves (tipo IV), outros procedimentos devem ser considerados.

OSTEOTOMIA TRIPLANAR NO TRATAMENTO DO ESCORREGAMENTO EPIFISÁRIO PROXIMAL DO FÊMUR

LEANDRO ALBUQUERQUE LEMGRUBER KROPF; CELSO BELFORT TIZZI JÚNIOR; BRUNO TAVARES RABELLO; FERNANDOPINA CABRAL; JORGE PENEDO; EMÍLIO FREITAS; MARCO BERNARDO CURY FERNANDES; EDUARDO REGADO RINALDI

Rev Bras Ortop. 2008;43(9):399-405 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar clínica e radiograficamente os resultados da osteotomia triplanar intertrocantérica no tratamento dos pacientes com escorregamento epifisário proximal do fêmur crônico. Métodos: Foram avaliados retrospectivamente 25 quadris, de 23 pacientes submetidos à osteotomia triplanar intertrocantérica no período de 1987 a 2003, que apresentavam escorregamento epifisário proximal do fêmur crônico (EEPF). Dezesseis pacientes eram do sexo masculino e sete do feminino, com média de idade de 14 anos e um mês, que tiveram seguimento clínico e radiológico médio de nove anos e três meses. A cirurgia foi realizada em pacientes com escorregamento moderado ou grave segundo a escala de Southwick (média de 57o). Resultados: A classificação clínica e radiológica de Southwick foi utilizada na avaliação dos resultados e obtiveram-se 84% de resultados excelentes e bons nos critérios clínicos dor e função e 72% de resultados excelentes e bons no critério radiológico, com avaliação final de 76% de resultados excelentes e bons. Dos quatro resultados ruins verificados, dois apresentaram condrólise e dois evoluíram com degeneração articular. Não foi observado qualquer caso de necrose avascular. Conclusão: A osteotomia tridimensional intertrocantérica é boa opção de tratamento para os casos de EEPF com deslizamento maior de 30o, com resultados clínicos e radiográficos bons e excelentes em 76% dos pacientes.Descritores - Osteotomia; Epífise deslocada /cirurgia; Resultado de tratamento.

Considerações sobre o escorregamento epifisário proximal do fêmur

JOSÉ CARLOS AFFONSO FERREIRA

Rev Bras Ortop. 1996;31(10):- - Artigo Original
Epifisiodese, com o uso de parafuso canulado único ou mesmo enxerto ósseo autólogo, parece ser suficiente para bloquear o processo de escorregamento nos casos de epifisiolistese proximal do fêmur, com pouco risco de incorrer nas graves complicações de condrólise e/ou necrose asséptica. Reduções agressivas, redução cruenta com osteotomias subcapitais, uso de múltiplos pinos ou parafusos, aumentando assim as probabilidades de penetração, devem ser considerados de alto risco, raras vezes justificando seu uso.

Escorregamento epifisário proximal do fêmur em sua forma de apresentação progressiva agudizada*

JOSÉ CARLOS LOPES PRADO; CLÁUDIO SANTILI; JAMIL FAISSAL SONI; GIANCARLO POLESELLO; ALEXANDRE PODGAETI

Rev Bras Ortop. 1996;31(1/2):- - Artigo Original
Foram estudados 35 casos de escorregamentos epifisários proximais do fêmur, observados de 1978 a 1993, que em algum momento sofreram agudização. Compareceram para reavaliação 24 casos e 11 foram analisados pelos dados dos prontuários. Estes casos foram analisados quanto à incidência de complicações do tipo necrose e/ou condrólise e quanto ao resultado final, tomando-se como parâmetros o grau de escorregamento, o momento do início do tratamento e o tipo de tratamento empregado. Quanto ao grau, o escorregamento foi classificado como discreto, moderado e grave; quanto ao momento do tratamento, os casos foram separados em dois grupos: com até duas semanas e com mais de duas semanas de agudização; quanto ao tipo de tratamento, agrupamos os casos que foram submetidos à fixação in situ, os que foram fixados após redução incruenta e os submetidos à osteotomia trapezoidal do colo. Nossa observação mostra o seguinte: a) a fixação in situ foi eficiente e clinicamente deu resultados satisfatórios, pois todos os casos sararam sem complicações; b) a fixação após redução incruenta sob anestesia teve baixa morbidade, tendo ocorrido apenas um caso de necrose avascular e 89% de bons resultados clínicos; c) a osteotomia trapezoidal do colo teve alta morbidade, com 41% de complicações do tipo necrose e/ou condrólise e apenas 59% de resultados satisfatórios. São propostas formas alternativas de tratamento para os casos moderados e graves em vias de cronificação ou cronificados que não promovem a centração da epífise sobre o colo.

EVOLUÇÃO DO ESCORREGAMENTO EPIFISÁRIO PROXIMAL DO FÊMUR APÓS TRATAMENTO NÃO CIRÚRGICO

Cláudio Santili; Miguel Akkari; Gilberto Waisberg; Susana Reis Braga; Akemi Kasahara; Mauro Coura Perez

Rev Bras Ortop. 2010;45(5):397-402 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar a eficácia do tratamento conservador em pacientes com epifisiólise proximal do fêmur (EEPF) e as complicações devidas à evolução da doença. Métodos: Foram analisados, retrospectivamente, 18 pacientes (26 quadris) consecutivamente atendidos no período entre dezembro de 1996 e agosto de 2006 no Serviço de Ortopedia da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, encaminhados por outros serviços com diagnóstico de EEPF e tratados de forma não cirúrgica. Resultados: A progressão do escorregamento aconteceu em 19 quadris (73%), sendo que, dos quadris com escorregamento leve, oito permaneceram leves, quatro progrediram para moderados e um tornou-se grave pela classificação Southwick. Dos seis quadris classificados como moderados, quatro evoluíram para grave e os dois graves acentuaram-se um pouco mais. Conclusões: Apesar de a indicação cirúrgica ser hoje consenso no tratamento do EEEP para evitar a progressão do escorregamento, há ainda pacientes com diagnóstico confirmado que são tratados de forma conservadora, e isto representa um grande erro, pois implica no aumento da morbidade da doença. Descritores - Epífise deslocada; Terapêutica; História natural da doença

Osteotomia tridimensional no tratamento do escorregamento epifisário superior do fêmur

FERNANDO PINA CABRAL; EMÍLIO FREITAS; JORGE L. PENEDO; PAULO RONDINELLI; PEDRO IVO DE CARVALHO; JUAN CARLOS A. CHAPARRO

Rev Bras Ortop. 1997;32(10):- - Artigo Original
O escorregamento epifisário superior do fêmur (EESF), nos graus moderado e grave, altera a biomecânica do quadril. Por isso, os autores indicam a osteotomia tridimensional na prevenção da artrose precoce. Foram tratados 21 quadris por esse método, obtendo um índice de 73% de bons resultados, levando-os a acreditar que, com o aumento da experiência, alcançarão ainda maior sucesso com esse procedimento.

Análise do risco do escorregamento epifisário femoral proximal contralateral pelo escore de Oxford modificado

Rev Bras Ortop. 2015;50(5):562-566 - Artigo Original
Objetivo: Determinar a aplicação do escore de Oxford modificado em pacientes com escorre-gamento epifisário femoral proximal (EEFP) no auxílio da indicação do tratamento cirúrgicoprofilático dos quadris contralaterais.Métodos: Análise retrospectiva dos prontuários dos pacientes atendidos na instituição naqual os autores trabalham. Foram selecionados aqueles com um tempo de seguimentomínimo de dois anos, atendidos de 2008 até 2011, que apresentaram EEPF unilateral. Os cri-térios de exclusão foram pacientes com doença endócrina ou metabólica, síndrome de Downe aqueles com radiografias inadequadas para determinar a pontuação no escore de Oxfordmodificado. As radiografias iniciais receberam uma pontuação que varia de 16 a 26. A aná-lise estatística foi usada para determinar se a pontuação foi preditiva do desenvolvimentofuturo de deslizamento contralateral.Resultados: Dos 15 pacientes selecionados com EEFP unilateral, cinco (33,3%) evoluírampara o escorregamento contralateral. Os pacientes foram divididos em dois grupos, qua-tro pacientes foram considerados de risco e desses três desenvolveram o escorregamentocontralateral. No grupo sem risco havia 11 pacientes, dois evoluíram para o escorregamentocontralateral. Nota-se assim uma tendência de que pacientes do grupo que desenvolveu adoença difiram do grupo que não desenvolveu em relação à classificação de risco.Conclusão: Apesar de na nossa amostra a aplicação do escore de Oxford modificado não tersido estatisticamente significativa, notamos uma tendência para o escorregamento contra-lateral nos quadris com escore baixo.

Reconstrução do LCA: pré-tensionamento "in situ" do semitendíneo triplo*

ROMEU KRAUSE, GILBERTO CAMANHO, MARCELO KRAUSE

Rev Bras Ortop. 1998;33(5):- - Artigo Original

Os autores, no período de 11/7/96 a 13/8/97, realizaram 61 reconstruções ligamentares, em 61 pacientes portadores de insuficiência do ligamento cruzado anterior (LCA). O enxerto autólogo utilizado foi o tendão do semitendíneo triplo, que é fixado à tíbia com arruela metálica e parafuso de cortical e, ao fêmur, com endobutton. Suas extremidades são amarradas com fio de Ethibond nº 5. Foram reavaliados 35 pacientes, divididos em dois grupos: grupo 1, com 15 pacientes sem pré-tensionamento durante o ato cirúrgico; grupo 2, com 20 pacientes que foram submetidos a pré-tensionamento in situ. Os auto-res desenvolveram um método para avaliar o alongamento ocorrido no "conjunto de deformação" e fazem uma avaliação clínica comparativa entre os dois grupos. Concluem que, ao se escolher o conjunto semitendíneo triplo (ST3) + Ethibond + endobutton, para substituir o LCA, deverá ser realizado de rotina o pré-tensionamento in situ.

ANÁLISE DO EMPREGO DO PARAFUSO ANTIRROTACIONAL NOS DISPOSITIVOS CEFALOMEDULARES NAS FRATURAS DO FÊMUR PROXIMAL

Marcelo Itiro Takano; Ramon Candeloro Pedroso de Moraes; Luis Gustavo Morato Pinto de Almeida; Roberto Dantas Queiroz

Rev Bras Ortop. 2014;49(1):17-24 - Artigo Original
  Objetivo: analisar a influência do dispositivo antirrotacional no posicionamento do parafuso deslizante das hastes cefalomedulares usadas no tratamento das fraturas transtrocanterianas. Métodos: estudo prospectivo de série de casos composta por 58 pacientes com diagnóstico de fraturas transtrocanterianas instáveis submetidos à osteossíntese com haste cefalomedular dotada de dispositivo antirrotacional. A casuística foi avaliada quanto a sexo, idade e classificação da fratura. Os parâmetros radiográficos avaliados no pós-operatório imediato foram: ângulo de redução, limites anatômicos, distância "ponta-ápice" (TAD), deslocamento do parafuso deslizante em relação ao eixo central do colo femoral e posicionamento do dispositivo antirrotacional. Resultados: houve preponderância do sexo feminino, com maioria na oitava e nona décadas de vida. Foramclassificados como Tronzo III 33 pacientes (56,9%), seis como Tronzo IV (10,4%) e 19 como Tronzo V (19,8%). O ângulo de redução médio no sexo feminino foi 130,5? e 129,4? no masculino. O diâmetro médio do colo e da cabeça variou com significância estatística entre homens e mulheres. O TAD médio foi de 19,7mm no sexo feminino e 21,6mm no masculino. Em 10 pacientes (17,85%) o TAD foi superior a 25mm. Em 19 pacientes (33,9%) a colocação do parafuso deslizante poderia ocorrer no eixo central do colo. O deslocamento médio do implante para não violação da cortical superior do colo foi de 4,06mm do eixo central. Conclusão: no implante estudado, dotado de dispositivo antirrotacional, o posicionamento do parafuso deslizante no eixo central do colo está condicionado a diâmetro mínimo de 34mm do colo femoral. Descritores - Fraturas do quadril Fixação interna de fraturas Pinos ortopédicos

Tratamento de fraturas intertrocantéricas estáveis do fêmur com haste femoral proximal versus parafuso dinâmico de quadril: um estudo comparativo

Anmol Sharma; Anisha Sethi; Shardaindu Sharma

Rev Bras Ortop. 2018;53(4):477-481 - Artigo Original

OBJETIVO: Avaliar e comparar os resultados clínicos e radiológicos de pacientes com fraturas intertrocantéricas estáveis tratados com hastes femorais proximais vs. parafuso dinâmico de quadril.
MÉTODOS: Sessenta pacientes com fraturas intertrocantéricas estáveis, maiores de 18 anos, foram divididos aleatoriamente em dois grupos, um de hastes femorais proximais e outro de parafuso dinâmico de quadril. Um parafuso dinâmico de quadril com placa lateral de três furos e um parafuso antirrotação foram usados, bem como uma hastes femorais proximais ultracurtas, modificadas para a população asiática de menor estatura. As complicações intraoperatórias, precoces e tardias foram registradas; o resultado funcional de cada grupo foi avaliado com o Harris Hip Score.
RESULTADOS: No grupo parafuso dinâmico de quadril, o Harris Hip Score foi um pouco menor do que o do grupo hastes femorais proximais. Entretanto, nos seguimentos de três e seis meses, o grupo parafuso dinâmico de quadril apresentou maior média do que o grupo hastes femorais proximais; no seguimento de um ano, ambos os grupos atingiram valores similares.
CONCLUSÃO: A hastes femorais proximais proporcionam uma cirurgia significativamente mais curta, com uma menor incisão e consequentemente menos complicações relacionadas à ferida. Entretanto, a incidência de erros técnicos foi significativamente maior no grupo hastes femorais proximais quando comparada com o grupo parafuso dinâmico de quadril, visto que essa é uma cirurgia tecnicamente mais exigente, que apresenta mais falhas de implantes e as consequentes reoperações.


Palavras-chave: Hastes ósseas; Parafusos ósseos; Fixação de fratura, intramedular/instrumentação; Fraturas do quadril/cirurgia.

Epifisiólise proximal do fêmur Análise da fixação profilática do quadril contralateral*

NELSON ELIAS; LUIZ SIMBALISTA NETO; FÁBIO VASSIMON F. JORGE; ANTÔNIO TAMANINI; FERNANDO CERQUEIRA; ALLAN SYLLOS; ANTÔNIO VÍTOR DE ABREU

Rev Bras Ortop. 1999;34(5):- - Artigo Original
Vinte e um pacientes foram submetidos à fixação profilática do quadril contralateral na epifisiólise proximal do fêmur, utilizando um único parafuso AO 6,5mm no mesmo ato cirúrgico da fixação do quadril acometido. Obte-ve-se o fechamento da placa fisária em todos os casos, não tendo ocorrido nenhuma complicação. Em razão dos elevados índices de bilateralidade, na maioria das vezes assintomática, e das possíveis seqüelas, os autores recomendam a fixação profilática como rotina.

Estabilidade mecânica da fixação tipo tirante de tensão no fêmur proximal*

EDGARD E. ENGEL; JOSÉ B. VOLPON; ANTÔNIO C. SHIMANO

Rev Bras Ortop. 1994;29(10):- - Artigo Original
Foram realizados ensaios mecânicos de flexão-compressão e de torção para estudar a resistência de osteotomias intertrocantéricas com diferentes inclinações do plano de secção, fixadas segundo o princípio da banda de tensão. Fêmures de cães foram submetidos a osteotomias intertrocantéricas varizantes de 30°, de maneira que o plano de secção fosse transversal em um grupo e oblíquo em outro. Todas elas foram fixadas pela técnica de Pauwels, aprimorada por Weber, que consiste na transfixação da osteotomia com dois fios de Kirschner e cerclagem em "oito" na face lateral do osso, tipo banda de tensão. Foram confeccionados gráficos com momento flexor versus deformação de cada ensaio e, destes, obtidos os seguintes parâmetros: inclinação da curva na fase de deformação elástica, momento no limite da proporcionalidade da curva e momento máximo suportado pela síntese. A osteotomia oblíqua proporcionou maior estabilidade da fixação quando submetida aos esforços de flexão-compressão e, principalmente, aos esforços de torção. Concluiu-se que a inclinação do plano de secção da osteotomia aumentou significativamente a estabilidade da fixação, sendo este aspecto mais evidente nos ensaios de torção.

NEUROPATIA COMPRESSIVA CUBITAL NO COTOVELO: NEURÓLISE IN SITU VERSU TRANSPOSIÇÃO ANTERIOR - ESTUDO COMPARATIVO

Marco Sousa; Ricardo Aido; Miguel Trigueiros; Rui Lemos; César Silva

Rev Bras Ortop. 2014;49(6):647-652 - Artigo Original
Objetivo: Comparar os resultados de duas das técnicas cirúrgicas mais usadas, a descompressão in situ e a transposição subcutânea. Foram revistos os processos dos doentes tratados cirurgicamente num hospital universitário público entre janeiro de 2004 e dezembro de 2011. Foram excluídas compressões proximais do nervo, deformidades angulares do cotovelo e doenças sistêmicas associadas a neuropatia não compressiva.Metodos: Foram incluídos 97 casos (96 doentes). Segundo o escore modificado de McGowan, 14,4% dos pacientes encontravam-se no Grau Ia, 27,8% no II, 26,8% no IIb e 30,9% no III. A neurólise in situ do cubital foi feita em 64 casos e a transposição anterior subcutânea em 33. Resultados: Segundo o escore modificado de Wilson e Knout, os resultados foram excelentes em 49,5%, bons em 18,6%, apenas satisfatórios em 17,5% e pobres em 14,4%. Na comparação das duas técnicas observamos valores similares de resultados excelentes ou bons. Os graus IIb e III estão associados a mais resultados menos satisfatórios ou maus independentemente da técnica cirúrgica.Conclusão: As duas técnicas se revelam eficientes e seguras no tratamento do síndrome do túnel cubital. Descritores - Nervo ulnar Cotovelo Dor Parestesia Síndrome do túnel ulnar

Técnica de reparo in situ das lesões parciais da superfície articular do tendão do supraespinal

Arildo Eustáquio Paim,

Rev Bras Ortop. 2017;52(3):- - Artigo Original
    Objetivo: Demonstrar a técnica de reparo in situ das lesões de espessura parcial da superfície articular de alto grau do tendão do supraespinal (SE). O procedimento consiste no reparo cirúrgico dessas lesões por via artroscópica, sem a necessidade de completar a lesão, como ocorre na técnica clássica tradicional. É feita uma pequena incisão longitudinal no sentido das fibras intactas bursais, por onde são introduzidas as âncoras de fixação óssea, o que torna mais fácil o procedimento. Essas âncoras são transferidas para o tendão e assim se faz o reparo da lesão. Métodos: Foram operados 48 ombros de 2010 a 2015. O seguimento mínimo foi de 12 meses e o máximo de 60. A idade variou de 38 anos a 75 (média de 54). Foram indicadas para o reparo as lesões sintomáticas de alto grau que apresentassem pelo menos 30% da fibras superiores bursais intactas e de boa qualidade. Resultados: Os pacientes foram avaliados segundo os critérios da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), obtiveram-se resultados excelentes em 69%, bons em 17%, razoáveis em 7% e ruins em 7%. Os resultados razoáveis ocorreram em três pacientes que apresentavam sintomas associados de poliartralgia e permaneceram com dor residual. Três pacientes desenvolveram rigidez articular no pós-operatório (7%). Conclusão: O procedimento em estudo é seguro e de fácil reprodutibilidade e apresenta altos índices de resultados positivos (86%). A abertura feita no lado bursal do tendão do SE permitiu a manutenção do artroscópio no espaço subacromial e tornou mais fácil a cirurgia.

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