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Busca por: Luxação anterior isolada da cabeça radial com apresentação atípica em um adulto: Relato de caso*

Luxação anterior isolada da cabeça radial com apresentação atípica em um adulto: Relato de caso*

Rajeev Kansay; Sandeep Gupta; Ashwani Soni; Anubhav Malhotra; Sudhir Kumar Garg

Rev Bras Ortop. 2019;54(6):746-750 - Relato de Caso

A literatura sobre a luxação anterior isolada da cabeça do rádio é escassa, com apenas cinco casos relatados no mundo inteiro até hoje. Em todos esses casos, os pacientes apresentaram movimentos de supinação-pronação restritos do antebraço, e manutenção da flexão-extensão do cotovelo. Os autores apresentam um caso incomum de luxação de cabeça radial anterior isolada em um paciente do sexo masculino de 18 anos, que apresentou movimentos de supinação-pronação no antebraço e restrição na flexão-extensão do cotovelo. A redução fechada foi tentada, mas sem sucesso. Assim, foi feita a redução aberta. No entanto, a redução foi instável devido à ruptura do ligamento anular. Por isso, o reparo do ligamento anular foi realizado, e um fio de Kirschner rádio-ulnar foi inserido para manter a redução da articulação rádio-ulnar proximal, evitando estresse sobre o ligamento anular, facilitando sua cicatrização. Aos 12 meses de acompanhamento, o paciente apresentava função normal do cotovelo e amplitude de movimento completa.

Palavras-chave: articulação do cotovelo; luxações articulares; rádio; ligamentos articulares.

LUXAÇÃO ANTERIOR EXPOSTA DO QUADRIL EM UM ADULTO: RELATO DE CASO E REVISÃO DA LITERATURA

Anderson Luiz de Oliveira, Eduardo Gomes Machado

Rev Bras Ortop. 2014;49(1):- - Relato de Caso
 

RESUMO

A luxac¸ão anterior exposta do quadril é condic¸ão rara e resulta de trauma de alta energia. Até o momento, foram descritos na literatura 10 casos. Sua raridade deve-se à estabilidade inerente da articulac¸ão e à posic¸ão profunda na pelve, com fortes ligamentos emusculatura volumosa ao seu redor. Influenciam o prognóstico dessa lesão diversos fatores, tais como grau de contaminac¸ão, lesões de partes moles, idade do paciente e, principalmente, atraso na reduc¸ão. As principais complicac¸ões são: artrose do quadril, com incidência que pode chegar a 50% dos casos, quando associada a fraturas da cabec¸a femoral; e osteonecrose da cabec¸a do fêmur, com incidência entre 1,7% e 40% (nos casos de luxac¸ão anterior fechada). Por causa da raridade e da potencial incapacidade funcional decorrente dessa lesão, relatamos o caso de um homem de 46 anos vítima de acidente automobilístico. Foi feita reduc¸ão do quadril (luxac¸ão do tipo anterior alta) nas primeiras três horas pós-trauma. O paciente foi mantido sem carga até a sexta semana, com carga total após a 10a semana. Após um ano de seguimento, observou-se resultado funcional pobre (Harris Hip Score: 52), provavelmente por causa de lesão labral associada, porém sem sinais na ressonância nuclear magnética de osteonecrose da cabec¸a femoral.

Descritores - Quadril Luxac¸ão do quadril Fraturas do quadril Fraturas expostas

Luxação isolada do navicular: relato de caso

ÉRIKO GONÇALVES FILGUEIRA; FABRÍCIO LENZI CHIESA; OTON NAZIAZENE LIMA

Rev Bras Ortop. 2000;35(7):- - Relato de Caso
O navicular é um osso tarsal que é sede de inserções tendinosas (parte do músculo tibial posterior), ligamentares (transverso, talonavicular dorsal, cuneonaviculares dorsais, calcaneonavicular plantar, fibras anteriores do ligamento deltóide) e capsulares. Devido a essas fortes inserções, é muito mais comum sua fratura que sua luxação como entidade isolada(1). Seu mecanismo de trauma permanece controverso, porém acredita-se que seja uma combinação de forças, a depender do tipo de luxação (dorsal, plantar, medial ou mista)(1-5). A descrição inicial dessa lesão foi feita por Berman(6), em 1924, o qual relatou um caso de luxação plantar. A seguir, Dixon, em 1979, descreveu o segundo caso(2). Dez anos após, o primeiro caso de luxação dorsal foi descrito por Freund(3) e a seguir mais três outros casos foram relatados. Em 1999, Dhillon e Nagi(1) apresentaram a maior experiência no assunto, com outros seis casos. Portanto, apenas 12 casos foram encontrados na literatura, sendo dois deles de luxação dorsal. O objetivo deste trabalho consiste em relatar um caso incomum, bem como um método de tratamento, enfatizando as possíveis complicações.

LUXAÇÃO AGUDA ISOLADA DA ARTICULAÇÃO TIBIOFIBULAR PROXIMAL

Paulo Roberto de Almeida Silvares; João Paulo Fernandes Guerreiro; Sérgio Swain Müller; Ricardo Violante Pereira; Rodrigo Vannini

Rev Bras Ortop. 2010;45(4):460-464 - Relato de Caso
A luxação traumática isolada da articulação tibiofibular proximal é rara. Esta lesão pode não ser reconhecida ou diagnosticada no atendimento inicial. A ausência de suspeita clínica pode causar problemas para o diagnóstico. O diagnóstico necessita de história precisa do mecanismo e sintomas da lesão, avaliação clínica e radiográfica adequada de ambos joelhos. Casos não reconhecidos são fonte de alterações crônicas. O tratamento é feito por redução fechada e imobilização ou, em casos irredutíveis ou instáveis, redução aberta com fixação interna temporária. Um caso raro de luxação tibiofibular proximal isolada em um jogador de basquetebol é relatado para ilustrar essa lesão. Descritores - Luxação do joelho; Fíbula; Basquetebol; Masculino.

Tratamento cirúrgico das fraturas da cabeça femoral através da luxação anterior controlada do quadril - Série de quatro casos e revisão da literatura

Guilherme Augusto Stirma; Christiano Saliba Uliana; Weverley Rubele Valenza; Marcelo Abagge

Rev Bras Ortop. 2018;53(3):337-341 - Artigo Original

OBJETIVO Relatar uma série de casos de pacientes com fratura da cabeça femoral tratados através da via de Ganz com luxação controlada do quadril.
MÉTODO Identificaram-se todos os pacientes tratados cirurgicamente com via de acesso de Ganz para fraturas da cabeça femoral em um serviço terciário referência em trauma. Fez-se uma revisão de prontuários com as radiografias e tomografias computadorizada. A avaliação radiográfica foi classificada de acordo com Pipkin e a avaliação funcional foi feita com o Harris Hip Score modificado. Foram coletados dados referentes à qualidade de redução, ao tipo de fixação e às complicações pós-operatórias.
RESULTADOS A amostra foi composta por três homens e uma mulher, com média de 30 anos (20-51). Em relação à classificação de Pipkin, dois casos eram do tipo I, um do tipo II e um do tipo IV. Em relação ao Harris Hip Score, observou-se uma média de 65,75 pontos (20 a 86). Todos os casos obtiveram redução anatômica no intraoperatório. Um caso apresentou praxia do nervo ciático pós-trauma e evoluiu com infecção do sítio cirúrgico.
CONCLUSÃO O tratamento cirúrgico das fraturas da cabeça do fêmur através da luxação controlada do quadril é uma opção viável e pode ser considerada uma opção às vias clássicas de abordagem.


Palavras-chave: Fraturas do quadril; Cabeça do fêmur; Luxação do quadril.

Transposição do músculo peitoral maior na paralisia isolada do músculo serrátil anterior*

ARILDO EUSTÁQUIO PAIM; ALESSANDRO PAIM; MARCIO GHOLMIÉ LABRIOLA; HELY TARQUÍNIO JÚNIOR

Rev Bras Ortop. 2003;38(5):- - Artigo Original
Com o objetivo de avaliar os resultados cirúrgicos da transposição do músculo peitoral maior para a escápula, foram tratados no período entre 1992 e 2001, na Santa Casa de Belo Horizonte e Hospital Mater Dei, MG, 12 pacientes com paralisia isolada do músculo serrátil anterior por lesão do nervo torácico longo. A forma idiopática foi responsável por 58% dos casos; a traumática, por 34%; e seqüela de infecção virótica, 8%. Foram operados cinco pacientes refratários ao tratamento conservador. Todos eles apresentavam escápula alada sintomática. A cirurgia indicada foi a transposição do músculo peitoral maior para a escápula. Usando uma incisão axilar, a porção esternocostal do tendão do músculo peitoral maior foi desinserida do úmero, alongada, reforçada com enxerto autógeno de fascia lata e depois transferida para o ângulo inferior da escápula. Todos os cinco pacientes eram do sexo masculino e a idade variava entre 20 e 31 anos, com média de 24 anos. Neste trabalho serão discutidas as indicações e os detalhes da técnica cirúrgica. O seguimento clínico foi de 53 a 98 meses, com média de 72 meses. Todos os pacientes apresentaram melhora significativa da deformidade escapular no pós-operatório. Houve também melhora dos sintomas dolorosos e da mobilidade ativa do ombro. Com os resultados obtidos, os autores concluem que o procedimento em estudo compensa a paralisia isolada e permanente do músculo serrátil anterior, com correção da escápula alada.

LUXAÇÃO GLENOUMERAL ANTERIOR BILATERAL:CASO CLÍNICO

Luís Pires Silva; Cristina Varino Sousa; Elisa Rodrigues; Bruno Alpoim; Miguel Leal

Rev Bras Ortop. 2011;46(3):318-320 - Relato de Caso
A luxação glenoumeral anterior bilateral é uma ocorrência rara. Apresentamos um caso de luxação glenoumeral anterior bilateral com origem após uma queda da própria altura. O interesse desta publicação reside no fato de se tratar de uma raridade clínica com poucos casos descritos na literatura. Paciente do sexo feminino com 89 anos recorre ao serviço de urgência (SU) após queda referindo dor intensa e incapacidade de mobilização de ambos os ombros. Ao exame objetivo apresentava sinais clínicos suspeitos de luxação glenoumeral anterior bilateral confirmados por radiografia. Ambas as luxações foram reduzidas no SU pela técnica de Milch modificada, com sucesso. Quando existe uma força simétrica e síncrona sobre os ombros e estes se apresentarem dolorosos e com limite funcional significativo, a suspeita de luxação glenoumeral bilateral, embora rara, é um diagnóstico diferencial a ter em conta.Descritores - Luxação do Ombro/diagnóstico; Luxação do Ombro/etiologia; Luxação do Ombro/terapia; Feminino; Adulto; Idoso.

FRATURA AVULSÃO SIMULTÂNEA DAS INSERC¸ÕES TIBIAIS DOS LIGAMENTOS CRUZADOS ANTERIOR E POSTERIOR EM ADULTO

Marcos George de Souza Leão, Erika Santos Santoro, Rafael Lima Avelino, Ronan Campos Granjeiro e Nilton Orlando Junior

Rev Bras Ortop. 2013;48(6):- - Relato de Caso
 

RESUMO

Os autores relatam o raro caso de um paciente de 28 anos, vítima de acidente de moto, com trauma direto no joelho direito, que apresentou fratura avulsão das inserc¸ões tibiais dos ligamentos cruzados anterior e posterior, desviadas e de grandes dimensões, sem outras lesões ligamentares associadas, sem similar na literatura. O paciente foi submetido a tratamento cirúrgico com fixac¸ão das avulsões. Com seguimento ambulatorial de seis meses, evoluiu com bom resultado.

Descritores - Fraturas ósseas Ligamento cruzado anterior Ligamento cruzado posterior Joelho/cirurgia Terapia

Luxação traumática anterior inveterada do quadril

FERNANDO G. MIRANDA; MILTON IACOVONE; ANTNIO C. BERNAB; ITIRO SUZUKI; CARLOS S. ULHA; J.V. BARBOSA CORRA; ALBERTO T. CROCI; HENRIQUE A.B.A. CABRITA; JOS R. NEGREIROS

Rev Bras Ortop. 1998;33(3):- - Relato de Caso
Os autores apresentam caso de luxação traumática anterior inveterada do quadril direito em paciente masculino de 22 anos que apresentava luxação no reduzida de 30 dias. O tratamento cirrgico chegou a ser indicado, depois que algumas tentativas de reduo incruenta no alcanaram sucesso. A reduo foi conseguida incruentamente, mesmo aps decorrido esse longo perodo.

Luxação anterior do quadril na paralisia cerebral*

PATRÍCIA M. DE MORAES BARROS FUCS; CELSO SVARTMAN; RODRIGO M. C. DE ASSUMPÇÃO

Rev Bras Ortop. 2002;37(1/2):- - Relato de Caso
Os autores relatam os casos de quatro pacientes portadores de paralisia cerebral espástica tetraparética com cinco quadris com luxação anterior. Foram classificados clinicamente de acordo com Selva em três tipos: o tipo 1 consiste em pacientes com contratura em rotação externa-extensão-adução do quadril e contratura em extensão do joelho; o tipo 2, em pacientes com contra-tura em rotação externa-abdução-extensão do quadril e contratura em flexão do joelho; e o tipo 3, em pacientes sem contraturas. Dois pacientes eram do tipo 1 e dois do tipo 2; não havia crianças do tipo 3. As indicações para cirurgia foram: melhora da dor e do posicionamento do quadril. A idade média dos pacientes por ocasião da cirurgia foi de seis anos e quatro meses (mínima de dois anos e oito meses e máxima de 11 anos e dois meses). Todos os pacientes foram submetidos a: liberação das partes moles contraturadas, redução cruenta da articulação do quadril, osteotomia femoral varizante e de rotação e, quando da presença de displasia acetabular, acetabuloplastia. O tempo médio de seguimento foi de três anos (mínimo de um ano e três meses e máximo de quatro anos e oito meses). Um paciente foi a óbito após quatro anos da operação por complicações pulmonares. Os resultados foram analisados clínica e radiograficamente. Clinicamente, dois pacientes evoluíram com melhora funcional, permitindo a posição sentada, melhor adaptação à cadeira de rodas e ausência de dor; radiograficamente, os quadris mostraram-se centrados, segundo o índice de Reimers.

Mão torta radial congênita

EUGÊNIO PACELLI CASADO DE SOUZA; CLEBER BARBOSA BARROS; ÁLVARO MASSAO NOMURA; ADAILTON SILVA REIS

Rev Bras Ortop. 1993;28(5):- - Artigo Original
Quinze pacientes com mão torta radial congênita (dezenove mãos) foram acompanhados entre agosto de 1980 e agosto de 1990 no Hospital Sarah Kubitschek (DF). Em onze pacientes a deformidade era unilateral e em quatro, bilateral. O seguimento médio foi de 42 meses (variação de oito a 120 meses). UM método de avaliação radiológical é proposto. Os pacientes com desvio radial menor que 60° foram tratados conservadoramente. São também analisadas as malformações congênitas associadas.

A OSTEOTOMIA DE CENTRALIZAÇÃO DA CABEÇA UMERAL, NA LUXAÇÃO POSTERIOR DO OMBRO, SEQÜELA DE PARALISIA OBSTÉTRICA

LUÍS ALFREDO GÓMEZ VIEIRA; MARCELO ARAÚJO PODEROSO; MARCELO CARVALHO KRAUSE GONÇALVES; MARCELO ISSAO HISSADOMI; EDUARDO BENEGAS; ARNALDO AMADO FERREIRA NETO; AMÉRICO ZOPPI FILHO

Rev Bras Ortop. 2004;39(11/12):- - Artigo Original
O objetivo deste trabalho é a descrição de técnica operatória inédita e original, sem referência na literatura empregada, no tratamento da luxação posterior da cabeça umeral nas seqüelas de paralisia obstétrica. Este trabalho mostra a experiência dos autores na correção da luxação posterior da cabeça umeral, por osteotomia derrotativa interna de centralização associada ou não com a cirurgia de Sever (alongamento e/ou tenotomia dos músculos peitoral maior e subescapular) em 16 pacientes com seqüela de paralisia obstétrica acompanhados por três anos e meio em média e comparando o arco de movimento do ombro pré e pós-operatórios. Os resultados deste trabalho permitem concluir que esse procedimento corrige a luxação posterior da cabeça umeral e mantém a congruência articular e função do membro superior de modo satisfatório. Unitermos - Ombro; paralisia obstétrica; luxação do ombro; osteotomia. Descritores - Ombro; paralisia obstétrica; luxação do ombro; osteotomia.

Fratura-luxação anterior do ombro em duas partes, com fratura longitudinal da cabeça e colo do úmero

NELSON ELIAS; EUCILIO M. CARVALHO; JOSÉ CARLOS P. SILVA; SANDRO C. ADEODATO; PEDRO HENRIQUE B. MENDES; TITO HENRIQUE N. ROCHA

Rev Bras Ortop. 1995;30(3):- - Relato de Caso
Os autores relatam caso de paciente que, após queda da própria altura, apresentava fratura-luxação anterior do ombro em duas partes. Tecem comentários sobre a raridade da lesão e o tratamento instituído.

Luxação anterior inveterada de ombro Resultados obtidos no tratamento cirúrgico*

SÉRGIO L. CHECCHIA; PEDRO DONEUX S.; ALBERTO N. MIYAZAKI; GERSON BAUER; MIGUEL AKKARI; EDGAR ACERO J.

Rev Bras Ortop. 1996;31(8):- - Artigo Original
A luxação anterior inveterada de ombro é lesão pouco freqüente e, ainda hoje, grande desafio ao ortopedista. No período de abril de 1987 a setembro de 1995 foram operados 17 ombros (17 pacientes) para o tratamento dessa lesão. A média do tempo entre a luxação e o tratamento foi de 32 semanas e a média de idade, 48,5 anos. Consideramos como inveteradas todas as luxações com mais de três semanas sem tratamento. Dos 17 pacientes operados, 13 foram avaliados após seguimento médio de 33,7 meses, pois dois estavam em pós-operatório recente e outros dois não retornaram ao serviço após alta hospitalar. Na avaliação dos resultados (UCLA), em um paciente foram considerados excelentes, em cinco, bons, em três, regulares e em quatro, ruins. Portanto, seis pacientes com resultados satisfatórios e sete com insatisfatórios. Estes resultados foram submetidos a análise estatística e pudemos concluir que existe relação significativa entre o tempo em que o ombro permaneceu luxado e o resultado obtido. O tipo de cirurgia foi definido com base no tempo em que o ombro permaneceu luxado e o aspecto intra-operatório da cartilagem articular. A abordagem cirúrgica com redução e capsuloplastia, quando indicada, seguida de fisioterapia pós-operatória, mostrou ser o melhor caminho para a obtenção de êxito no restabelecimento das funções do om-bro acometido.

Luxação recidivante anterior do ombro: tratamento pela técnica de Rockwood

JOSÉ B. VOLPON; RAUL ALONSO TREJO

Rev Bras Ortop. 1994;29(9):- - Artigo Original
Uma série homogênea de 25 pacientes (26 ombros), portadores de luxação anterior traumática e recidivante do ombro, foi submetida a tratamento cirúrgico padronizado, que consistiu na reinserção da cápsula na borda anterior da glenóide e/ou capsuloplastia ântero-inferior para correção da redundância capsular. O tempo de seguimento mediano foi de três anos. Houve recidiva em três cases, sendo um deles por falha técnica e outro provocado por um trauma grande. O arco de movimento foi essencialmente mantido. Apenas um paciente teve limitação de rotação externa em maior intensidade (15 graus). Os resultados foram, de maneira geral, bons e em concordância com aqueles da literatura que empregam técnicas semelhantes.

MELORREOSTOSE - APRESENTAÇÃO DE UM CASO

Bruno Alpoim, Maria Elisa Rodrigues, António Félix, Pedro Marques, Pedro Sá, Luís Silva

Rev Bras Ortop. 2013;48(3):- - Relato de Caso

RESUMO

A melorreostose é uma doença rara (0,9/milhão de habitantes), caraterizada por hiperostose linear ao longo do córtex ósseo. Pode afetar qualquer osso, mas é mais frequente nos ossos longos. As lesões tendem a ser segmentares e unilaterais. A etiologia permanece desconhecida, apesar de várias teorias propostas ao longo dos últimos anos (alterações vasculares, processos inflamatórios, defeitos embrionários ou genéticos). Não apresenta diferença significativa entre sexos ou hereditariedade. As manifestações clínicas são principalmente a dor local, a deformidade e a rigidez articular. O diagnóstico é obtido pela conjugação da clínica com os exames imagiológicos (principalmente radiografia com imagem típica em "cera derretida"). Não existe tratamento definitivo ou específico, é sempre paliativo. Descreve-se um caso clínico de um doente de 24 anos, seguido em consulta externa de ortopedia desde os 8 anos, por deformidade do hemicorpo direito. O RX revelou hiperostose dos ossos dos membros do hemicorpo direito (imagem em "cera derretida"). O doente encontra-se em vigilância clínica e em programa de fisioterapia com resposta positiva à analgesia com ibuprofeno.

Descritores - Melorreostose Osteoesclerose Hiperostose

POR QUE O PACIENTE SUBMETIDO À RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR NO BRASIL PERMANECE INTERNADO POR UM PERÍODO SUPERIOR A OUTROS PAÍSES? AVALIAÇÃO PROSPECTIVA DE 30 PACIENTES E APRESENTAÇÃO DE POSSÍVEIS CRITÉRIOS DE ALTA HOSPITALAR

Diego Costa Astur; Pedro Gabriel Riboli Navarro; Lucas Furtado Fonseca; Gustavo Gonçalves Arliani; Vinicius Aleluia; Ciro Veronese; Camila Cohen Kaleka; Moisés Cohen

Rev Bras Ortop. 2013;48(4):336-340 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar o momento considerado ideal pela equipe médica e pelo paciente para receber alta e relacioná-lo com possíveis critérios de alta médica. Métodos: Foram submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior sob condições semelhantes 31 pacientes avaliados prospectivamente sobre a possibilidade de alta médica com 24 e 48 horas de cirurgia e possíveis critérios de alta, como dor, arco de movimento e capacidade de contração do quadríceps, além do uso de uma escala validada para medir a independência funcional motora do paciente. Resultados: A permanência hospitalar após 24 horas de cirurgia é preferida por 50% dos pacientes, enquanto que 6,3% preferem permanecer por mais de 48 horas após a cirurgia. A média do valor da escala visual analógica de dor foi de 2,63 e 1,76 pontos; e o arco de movimento de 79º e 86,7º após 24 e 48 horas, respectivamente. Todos os pacientes foram capazes de contrair o quadríceps em todos os momentos avaliados. Conclusão: No Brasil, critérios possíveis de alta, como avaliação da dor, do arco de movimento, do controle do quadríceps e da independência funcional motora, mostram que seria possível o paciente submetido à reconstrução artroscópica do LCA receber alta com 24 horas. Entretanto, 50% dos pacientes ainda preferem permanecer internados no hospital por período mais prolongado. Keywords - Alta do paciente Ligamento cruzado anterior Tempo de internação

Estudo comparativo da freqüência da necrose avascular da cabeça femoral no tratamento cirúrgico da luxação congênita do quadril com e sem osteotomia de encurtamento do fêmur*

CARLO MILANI; AKIRA ISHIDA; ALEXANDRE LOURENÇO; SÉRGIO SATOSHI KUWAJIMA; EIFFEL DOBASHI; FRANCISCO LAECIO DAMACENO

Rev Bras Ortop. 1995;30(1/2):- - Artigo Original
O presente estudo mostra uma avaliação da freqüência de necrose avascular na epífise femoral capital em pacientes de mesma faixa etária com luxação congênita do quadril tratados por dois métodos cirúrgicos diferentes, durante o período de 1979 a 1993. No grupo A, com 12 pacientes (12 quadris), realizou-se redução cruenta, tetoplastia e encurtamento femoral; no grupo B, com 14 pacientes (20 quadris), realizou-se apenas redução cruenta e tetoplastia (Salter). Houve diferença significante da freqüência de necrose avascular no grupo A, quando comparado ao grupo B.

Tratamento da luxação anterior recidivante do ombro pela técnica de Bristow-Latarjet*

CLAUDIO DE OLIVEIRA; CARLOS AUGUSTO FINELLI; MARCUS ALEXANDRE MELLO SANTOS; RENATO TADEU S. MORETTO; AUGUSTO CÉSAR MONTEIRO

Rev Bras Ortop. 2001;36(10):- - Artigo Original
Os autores relatam os resultados cirúrgicos de 31 pacientes com luxação anterior recidivante de ombro submetidos à técnica de Bristow-Latarget, comparando o resultado funcional, grau de satisfação e complicações do método com os dados encontrados na literatura. Observaram média de 14,58º de limitação da rotação externa. Dois resultados foram considerados insatisfatórios. Os autores correlacionaram o grau de limitação pós-operatório com a idade e o maior grau de satisfação com a atividade exercida pelo paciente.

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