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Busca por: Fratura do escafoide társico emumpraticante de parkour, uma lesão rara – Relato de Caso e Revisão da Literatura*

Fratura do escafoide társico emumpraticante de parkour, uma lesão rara – Relato de Caso e Revisão da Literatura*

Samir Karmali; Jorge Teixeira Ramos; João Almeida; André Barros; Pedro Campos; Daniel Sá da Costa

Rev Bras Ortop. 2019;54(6):739-745 - Relato de Caso

As fraturas do escafoide társico, bem como outras lesões do médiopé, são raras e podem resultar em incapacidade grave se não forem tratadas adequadamente. Parkour, um esporte moderno, está ganhando popularidade entre os jovens em áreas urbanas, e é propenso a traumatismos de alta energia, sendo estes escassamente descritos na literatura. O presente relato trata de um caso de fratura rara do escafoide társico em um paciente do sexo masculino de 17 anos, ocorrida durante a prática de parkour, que foi tratada com sucesso, com redução aberta e fixação interna. A descrição do caso enfatiza os desafios na sua abordagem; a discussão destaca as opções de tratamento e seus objetivos. O caso também deve alertar sobre a ocorrência crescente dessas lesões incomuns.

Palavras-chave: fraturas ósseas; ossos do tarso; articulações társicas; esportes; procedimentos/métodos ortopédicos.

Enxerto ósseo no tratamento da não consolidação do escafoide com necrose do polo proximal: revisão da literatura

Antônio Lourenço Severo,; Marcelo Barreto Lemos; Osvandré Luiz Canfield Lech; Danilo Barreto Filho,; Daniel Paulo Strack e Larissa Knapp Candido

Rev Bras Ortop. 2017;52(6):638-643 - Atualizaçao
    Introdução: As fraturas do escafoide são as mais comuns dos ossos do carpo, correspondem a 60%. Dessas, 10% evoluem para não consolidação; além disso, 3% podem apresentar necrose do polo proximal. Existem vários métodos de tratamento com enxertos ósseos, vascularizados (EOV) e não vascularizados (EONV). Objetivo: Avaliar e comparar as taxas de consolidação do escafoide com necrose do polo proximal com diferentes técnicas cirúrgicas. Material e métodos: Fez-se uma revisão na literatura nas bases de dados PubMed e Bireme/Lilacs, das quais foram selecionadas 13 séries de casos (dez com uso de EOV e três EONV), de acordo com os critérios de inclusão e exclusão. Conclusão: Enxertos ósseos vascularizados foram usados na maioria dos casos, principalmente naqueles baseados na artéria intercompartimental suprarretinacular 1 e 2, devido à maior reprodutibilidade na técnica cirúrgica.  

Lesão rara de sesamóides do pé

LUIZ SÉRGIO MARTINS PIMENTA; MANOEL MESSIAS DA SILVA; JOSÉ ANTONIO BORJA RIBEIRO LIMA; KAO CHIEN HUI; LUIZ FERNANDO JARDIM; FRANCISCO A. S. CAFALLI

Rev Bras Ortop. 1995;30(5):- - Relato de Caso
Os autores descrevem caso raro de tumor dos ossos sesamóides do pé com evolução clínica atípica, com crescimento da massa tumoral na idade adulta e com aspecto histológico de osteocondroma. Correlacionando os quadros histológico,clínico e radiológico, foi dado o diagnóstico de displasia epifisária hemimélica (DEH), em localização não relatada na literatura médica revista.

Lesão isolada do ligamento cruzado posterior em criança* Relato de caso e revisão da literatura

MARCO TÚLIO LOPES CALDAS; JOSÉ MARCIO GONÇALVES DE SOUZA; ALEXIA MOURA ABUHID LOPES

Rev Bras Ortop. 1996;31(5):- - Relato de Caso
Criança do sexo masculino, com dez anos de idade, sofreu acidente com queda da garupa de uma moto, com trauma no joelho esquerdo por mecanismo não identificado. O exame inicial mostrou sinais clínicos evidentes de lesão do ligamento cruzado posterior (LCP). Através de artroscopia, foi identificada lesão isolada do referido ligamento. Numa revisão da literatura sobre o assunto, cons-tatou-se que a lesão completa, isolada e sem arrancamento osteocartilaginoso do LCP na criança, é uma lesão rara, os tratamentos são controversos e os resultados insatisfatórios. No caso relatado, optou-se por tratamento conservador e observação periódica; na revisão após 30 meses, a criança encontrava-se assintomática e participava de todas as atividades físicas e esportivas, apesar da instabilidade posterior. A apresentação desse caso vem ilustrar pontos importantes sobre as lesões ligamentares do joelho na criança, a raridade dessas lesões, as possibilidades para o diagnóstico e discussão sobre o tratamento.

LESÃO DE CARTILAGEM E OSTEOARTROSE DO TORNOZELO: REVISÃO DA LITERATURA E ALGORITMO DE TRATAMENTO

Alexandre Leme Godoy-Santos; Marco Kawamura Demange; Marcelo Pires Prado; Tulio Diniz Fernandes; Pedro Nogueira Giglio; Beat Hintermann

Rev Bras Ortop. 2014;49(6):565-572 - Artigo de Revisao
A principal etiologia da osteoartrose (OA) do tornozelo é pós-traumática e sua maior prevalência está entre indivíduos jovens; assim, essa doença apresenta grande impacto socioeconômico e significativo prejuízo na qualidade de vida dos pacientes. O objetivo do tratamento é eliminar a dor e manter os pacientes ativos. Dessa forma, o tratamento deve ser estagiado de acordo com o grau de evolução da degeneração, a etiologia, a localização articular, a condição sistêmica, a qualidade óssea, o alinhamento do membro inferior, a estabilidade ligamentar e a idade. O algoritmo de tratamento é dividido nas modalidades de terapia não cirúrgicas e nas opç ões de tratamento cirúrgico. As cirurgias de preservação articular, as cirurgias de substituição articular e as artrodeses apresentam indicaç ões precisas. O presente artigo apresenta uma revisão sobre o tema e uma proposta de algoritmo de tratamento para essa doença. Descritores - Osteoartrite Tornozelo Osteotomia Artroplastia Artrodese

Fratura luxação intratorácica do úmero - Relato de caso e revisão da literatura

Wilson Carlos Sola Junior,; Paulo Sérgio dos Santos

Rev Bras Ortop. 2017;52(2):215-219 - Relato de Caso
    As fraturas luxac¸ões do ombro são incomuns; aquelas associadas com deslocamento intratorácico são condic¸ões muito raras e decorrentes de traumas de alta energia, nos quais o membro acometido geralmente está numa posic¸ão de abduc¸ão. No Brasil, existe apenas o relato de um adolescente com deslocamento da epífise para o interior da caixa torácica. Esse é o primeiro relato de paciente adulto com luxac¸ão intratoracica de umero. Os autores apresentam um caso de paciente feminina de 56 anos, atropelada por motocicleta e arremessada em torno de cinco metros de distância. Foi socorrida no local com trauma torácico, pélvico e do membro superior direito. Teve o tórax drenado devido a pneumotórax e múltiplas fraturas de arcos costais e recebeu o diagnóstico de fratura luxac¸ão em quatro partes com deslocamento intratorácico da cabec¸a umeral. Foram diagnosticadas fratura de ossos do antebrac¸o desviada e fraturas do olécrano, do escafoide e dos ramos isquiopúbicos sem desvios. A paciente foi submetida a procedimento cirúrgico conjunto com uma equipe de cirurgia cardiotorácica para retirada da cabec¸a umeral por meio de toracotomia e drenagem torácica; posteriormente, uma artroplastia parcial do úmero foi feita, com enxertia proveniente da cabec¸a umeral, além de fixac¸ão das fraturas do antebrac¸o. Nas demais fraturas, optou-se por tratamento conservador. Após três mese  

TRATAMENTO ARTROSCÓPICO DO CISTO ESPINOGLENOIDAL ASSOCIADO COM LESÃO SLAP E NEUROPATIA DO SUPRA-ESCAPULAR: RELATO DE CASO E REVISÃO DA LITERATURA

EDUARDO DA FROTA CARRERA; NICOLA ARCHETTI NETO; FABIO ANAUATI NICOLAO; RENATO LABBÉ CARVALHO; FERNANDO JOSÉ PEDRO

Rev Bras Ortop. 2006;41(10):438-441 - Relato de Caso
O cisto espinoglenoidal, associado com lesão SLAP (superior labrum antero-posterior tear) e neuropatia do su-pra-escapular é uma lesão rara, que acomete com maior freqüência pacientes do sexo masculino na terceira e na quarta década de vida. O quadro clínico caracteriza-se pela presença de dor na região posterior do ombro, associada a um déficit da força de rotação lateral contra-resis-tência e hipotrofia do músculo infra-espinhoso. A ressonância magnética (RM) e a eletromiografia (EMG) definem o diagnóstico e auxiliam o controle pós-operatório. O tratamento artroscópico com drenagem do cisto e reparo da lesão superior do lábio glenoidal é a melhor opção de tratamento, com baixos índices de recidiva. Os autores relatam um caso raro, de cisto espinoglenoidal associado com lesão SLAP e neuropatia do supra-escapular, tratado com artroscopia do ombro e avaliado no período pré e pósoperatório com RM e EMG.Descritores - Ombro/patologia; Escápula/inervação; Cisto sinovial; Síndromes de compressão nervosa.

MAUS TRATOS INFANTIS. REVISÃO DA LITERATURA.

Bernardo Barcellos Terra; Eduardo Antônio de Figueiredo; Morena Pretti Espindula de Oliveira Lima Terra; Carlos Vicente Andreoli; Benno Ejnisman

Rev Bras Ortop. 2013;48(1):11-16 - Artigo de Revisao
Lesões não acidentais em crianças são uma importante causa de morbidade e mortalidade nesta população. Fraturas são a segunda causa mais comum de manifestação clínica de maus tratos. A fratura do fêmur está associada em mais de 60% dos casos a maus tratos em crianças menores de 3 anos. O objetivo do trabalho foi fazer uma revisão da literatura nas principais bases de dados a respeito dos maus-tratos infantis e relatar um caso raro de fratura subtrocantérica bilateral de fêmur associada com fratura umeral unilateral em um recém-nascido de 28 dias. O ortopedista muitas vezes é o primeiro médico a avaliar essas crianças; portanto, um alto grau de suspeição, além de um exame físico minucioso e uma história clínica detalhada, é mandatório ao se avaliar um recém-nascido com lesões musculoesqueléticas.. Descritores -Fratura do fêmur Fratura do úmero Maus-tratos infantis.

Torcicolo espasmódico: revisão de literatura e atualização

ALEX FRANCO DE CARVALHO1, ERIKA M. KALIL PESSOA DE BARROS, REGINALDO PERILO OLIVEIRA, TARCÍSIO ELOY PESSOA DE BARROS FILHO

Rev Bras Ortop. 1997;32(2):- - Artigo Original
O torcicolo espasmódico (TE) é definido como uma forma focal de distonia em que contrações da musculatura do pescoço causam movimentos ou posturas anormais da (1,10,17). O diagnóstico desta patologia é muito dificultado pelo fato de ela ser pouco conhecida, sendo comuns consultas a diversos profissionais antes de o diagnóstico ser estabelecido(21). As manifestações clínicas da doença interferem consideravelmente na vida social e pro-fissional dos pacientes, levando-os a buscar incansavelmente uma forma de tratamento. Até pouco tempo atrás os resultados da terapia eram desapontadores. O tratamento farmacológico trazia resultados questionáveis e as modalidades de tratamento cirúrgico até então utilizadas levavam a alguma melhora, porém à custa de seqüelas importantes(11). Recentemente, a utilização da toxina botulínica nas formas focais de distonia tem-se mostrado um método valioso, eficaz e não invasivo no tratamento dessas patologias(2,3,5). O objetivo deste artigo é chamar a atenção do meio médico para essa doença que atualmente conta com modalidade terapêutica segura e eficaz.

Fratura simultânea do escafóide carpiano e rádio distal em criança *

LUIZ SIMBALISTA NETO; MARIO AUGUSTO SERENO FERNANDES; NELSON ELIAS

Rev Bras Ortop. 1998;33(3):- - Relato de Caso
As fraturas do escafóide, principalmente aquelas que incidem sobre seu colo, são raras em crianças. Os autores relatam uma fratura do colo do escafóide ocorrida simultaneamente à fratura do rádio distal ipsilateral em uma criança, realizam a revisão da literatura pertinente e enfatizam a importância de pesquisar esta associação, visto que maus resultados acontecem nos casos em que o diagnóstico não é feito e o tratamento adequado deixa de ser instituído.

FRATURA DO ESCAFÓIDE POR ESTRESSE EM GINASTA:RELATO DE CASO.

 João Carlos Nakamoto; Mateus Saito; Ana Paula Cunha; Isabela Ugo Luques

Rev Bras Ortop. 2009;44(6):533-535 - Relato de Caso
Apresenta-se o relato de caso de um ginasta de 18 anos de idade, que recebeu o diagnóstico de fratura por estresse do escafoide combinada com epifisiólise distal do rádio, e descreve-se seu tratamento. Após breve revisão da literatura sobre essa rara associação de lesões, os autores pedem atenção para a importância do exame físico e de imagem no correto diagnóstico e na observação de possíveis lesões combinadas. Descritores - Epífise descolada; Fraturas de estresse; Punho.

Fratura do escafóide: uso da cintilografia no auxílio diagnóstico

PAULO SÉRGIO DOS SANTOS, MARIZA LILIAN PENKAL, KARLA MÜLLER, LUIZ GUSTAVO BOURGUIGNON MACIEL

Rev Bras Ortop. 1998;33(3):- - Artigo Original

RESUMO

Os autores realizaram um estudo prospectivo de 23 pacientes com história e exame clínico sugestivos de fratura de escafóide, cujas radiografias em três incidências não haviam demonstrado solução de continuidade. Utilizouse a cintilografia com tecnécio 99mMDP com o objetivo de detectar seu valor como meio auxiliar no diagnóstico. Esta foi realizada após o terceiro dia do trauma por especialista em medicina nuclear, seguindo protocolo previamente elaborado. Como resultado encontraram-se 9 casos com hipercaptação em região de escafóide, sugerindo fratura; em 4 desses casos as radiografias confirmaram posterior-mente a presença de fratura. Em outros 6 casos obser-vou-se hipercaptação em outros ossos do carpo e rádio distal, cujas radiografias posteriores não demonstraram fratura, e nos 8 casos restantes não houve aumento de captação. A cintilografia teve sensibilidade de 100% e 73,68% de especificidade para um valor preditivo negativo de 100% e valor preditivo positivo de 44,44%, com acurácia de 78,26%. Os autores concluem que a cintilografia tem as desvantagens de ser um exame de alto custo, invasivo e pode sobrediagnosticar alguns casos suspeitos de fratura do escafóide, mas se trata de um método acurado para excluir a fratura.

Perfuração tardia da artéria ilíaca externa após cirurgia de revisão acetabular: uma solução simples para uma complicação rara

André Sá Rodrigues; Joana Freitas; Isabel Pinto; Sérgio Sampaio e Rui Pinto

Rev Bras Ortop. 2017;52(3):359-362 - Relato de Caso
    As lesões vasculares, embora muito raras, são uma das complicac¸ões mais devastadoras no contexto de uma prótese do quadril, pelo que o seu diagnóstico correto é fundamental para evitar danos irreversíveis ao paciente. Apresentamos o caso de uma mulher branca de 70 anos com um membro inferior isquê- mico causado por uma perfurac¸ão tardia da artéria ilíaca externa devido a um parafuso acetabular. O problema foi resolvido simplesmente com o corte parte do parafuso, o que evitou outras opc¸ões cirúrgicas que poderiam ser muito mais agressivas para o paciente. A avaliac¸ão clínica cuidadosa permitiu um diagnóstico correto e um tratamento criativo a tempo de prevenir outras consequências para o paciente.

Gota vertebral: relato de caso e revisão da literatura

AXEL WERNER HULSMEYER

Rev Bras Ortop. 2000;35(1/2):- - Artigo Original
A gota é causa freqüente de artropatia. Qualquer articulação pode ser comprometida. Na coluna vertebral a incidência é rara e, até o momento, só foram descritos 30 casos. O diagnóstico pré-operatório não é lembrado, mesmo quando o paciente apresenta manifestações periféricas da gota. O aspecto na ressonância magnética pode ser confundido com processo infeccioso ou degenerativo. Assim, diante de um caso de lombalgia de repetição em paciente gotoso, essa hipótese diagnóstica não deve ser desprezada. O objetivo deste trabalho é descrever um caso em disco lombar, simulando uma hérnia discal ou abscesso epidural e fazer uma revisão da literatura disponível sobre o assunto.

Luxação peritalar Relato de caso com revisão da literatura*

IDYLLIO DO PRADO JÚNIOR; MURILO ANTONIO ROCHA; DÉCIO JOSÉ DE OLIVEIRA

Rev Bras Ortop. 1995;30(1/2):- - Artigo Original
Os autores relatam caso de luxação peritalar medial, que se trata de lesão pouco comum. Além disso, apresen-tava-se acompanhada de fratura do processo posterior do talo e de fratura-avulsão da porção medial do maléolo tibial, associação essa ainda não registrada na literatura. Na avaliação final realizada após dez meses de evolução, o paciente informou dor matinal e evidenciaram-se discreta limitação dos movimentos, hipotrofia da panturrilha e aumento de volume do tornozelo. Nas radiografias, as fraturas estavam consolidadas e não se visualizaram alterações degenerativas osteoarticulares.

A importância do "labrum" acetabular: revisão da literatura

LAFAYETTE DE AZEVEDO LAGE; ROBERTO CAVALIERI COSTA; RICHARD N. VILLAR; B. S. C. (HONS); M. S.; F. R. C. S.

Rev Bras Ortop. 1996;31(10):- - Artigo Original
Muitos pacientes com artrose degenerativa do quadril referem que sua dificuldade começou a ocorrer após que-da ou torção de pequena intensidade. Geralmente, esse relato é ignorado por nós, ortopedistas. Esta revisão da literatura tem o objetivo de alertar os colegas da importância do labrum acetabular, estrutura de fundamental importância para o quadril saudável.

ELASTOFIBROMA DORSI: RELATO DE CASOS E REVISÃO DA LITERATURA

EDUARDO DA FROTA CARRERA; MARCELO HIDE MATSUMOTO; NICOLA ARCHETTI NETTO; MARCIO EDUARDO DE MELO VIVEIROS; MÁRCIO EDUARDO KOZONARA

Rev Bras Ortop. 2004;39(8):- - Relato de Caso
Elastofibroma dorsi é uma lesão pseudotumoral, localizada na região do ângulo inferior da escápula, que ocorre em pacientes próximos da quinta década de vida. Essa lesão comumente é unilateral, podendo ser bilateral. Os sintomas mais freqüentes são: dor, ressalto e crepitação na mobilização do membro superior na região do ângulo inferior da escápula. A ressonância magnética é o exame que melhor sugere o diagnóstico. A confirmação do elastofibroma pode ser dada apenas pelo exame anatomopatológico. É importante o diagnóstico diferencial com outras lesões de partes moles, como sarcomas e tumores desmóides. A ressecção cirúrgica é curativa em indivíduos sintomáticos e deve ser feita em lesões maiores que 5cm, mesmo sem sintomas. Este estudo relata três casos de elastofibroma dorsi, sendo dois unilaterais e um bilateral, e faz uma revisão da literatura. Descritores - Pseudotumor; elastofibroma dorsi; ombro.

Reabilitação nas lesões musculares dos isquiotibiais: revisão da literatura

Gabriel Amorim Ramos; Gustavo Gonçalves Arliani; Diego Costa Astur; Alberto de Castro Pochini; Benno Ejnisman; Moisés Cohen

Rev Bras Ortop. 2017;52(1):11-16 - Artigo de Revisao
    As lesões dos isquiotibiais estão entre as mais frequentes do esporte. A alta taxa de recidivas representa um desafio para a medicina esportiva e apresenta grande impacto para atletas e clubes esportivos. O objetivo do tratamento é proporcionar ao atleta o mesmo nível funcional anterior à lesão. Dessa forma, a reabilitação funcional é muito importante para o sucesso do tratamento. Atualmente, usam-se várias modalidades fisioterápicas de acordo com o estágio da lesão: crioterapia, laserterapia, ultrassom terapêutico, terapia manual e cinesioterapia. Entretanto, as evidências da eficácia dessas modalidades nas lesões musculares ainda não estão completamente estabelecidas, devido à baixa investigação científica sobre o tema. O presente artigo apresenta uma revisão sobre a abordagem fisioterápica na reabilitação das lesões musculares de isquiotibiais.  

COORDENAÇÃO MOTORA DURANTE A MARCHA APÓS LESÕES NO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DA LITERATURA

Gustavo Leporace; Leonardo Metsavaht; Liszt Palmeira Oliveira; Jurandir Nadal; Luiz Alberto Batista

Rev Bras Ortop. 2013;48(4):293-299 - Atualizaçao
 Investigar o estado da arte acerca da coordenação motora durante a marcha em pacientes com lesão no ligamento cruzado anterior (LCA). Foram realizadas pesquisas, delimitadas entre 1980 e 2010, em diversas bases de artigos com palavras-chave relacionadas à coordenação motora, marcha e lesão no LCA. A partir da análise de títulos e aplicação dos critérios de inclusão/exclusão, 24 estudos foram selecionados inicialmente e, após a leitura do resumo, oito permaneceram na análise final. Os resultados indicam que pacientes com deficiência no LCA tendem a apresentar uma marcha menos variável, enquanto pacientes com reconstrução do LCA têm uma marcha mais variável, em relação a sujeitos hígidos. Os resultados sugerem a existência de diferenças na coordenação motora entre os segmentos entre sujeitos com e sem lesão no LCA, independentemente da reconstrução ligamentar. Pacientes com lesão no LCA apresentam aspectos relacionados ao comprometimento de adaptar seus padrões de marcha a diferentes condições externas, o que pode levar à degeneração precoce. No entanto, as técnicas usadas pelos estudos para o processamento dos dados biomecânicos foram limitadas no que diz respeito à obtenção de informações que possibilitem o desenvolvimento de estratégias de intervenção voltadas para a reabilitação da lesão. Isso se deve ao fato de as técnicas atuais de estudo da coordenação motora, apesar de possibilitar a identificação de alterações no padrão de marcha saudável, não serem capazes de identificar as principais articulações e fases do ciclo da marcha alteradas. Keywords - Biomecânica Destreza motora, ligamento cruzado anterior/lesões Marcha

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