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Busca por: Fratura intertrocantérica do fêmur em um quadril anquilosado: Relato de caso*

Fratura intertrocantérica do fêmur em um quadril anquilosado: Relato de caso*

Pramod Devkota; Shiraz Ahmad; Ketan C. Pande

Rev Bras Ortop. 2019;54(6):736-738 - Relato de Caso

A fratura intertrocantérica do fêmur em um quadril anquilosado é extremamente rara. O objetivo do manejo operatório em idosos com fraturas intertrocantéricas é prevenir complicações gerais, manter a mobilidade, e aliviar a dor. O manejo ideal para atingir tal objetivo não é claro. Os autores apresentam o caso de um paciente do sexo masculino de 74 anos com fratura intertrocantérica do fêmur em um quadril anquilosado. A fratura foi tratada cirurgicamente com parafuso de quadril dinâmico e parafuso canulado. Dois anos após a cirurgia, observou-se boa união na fratura, e o paciente deambula de forma independente.


Palavras-chave: anquilose; fraturas do fêmur; fixação de fratura; articulação do quadril; parafusos ósseos.

Artroplastia total em quadril anquilosado *

ANTÔNIO ANDRADE DE FREITAS; JOSÉ WAGNER DE BARROS; CÉLIO DONIZETE FERREIRA

Rev Bras Ortop. 1994;29(4):- - Artigo Original
No período de fevereiro de 1990 a setembro de 1992, 11 pacientes com quadris anquilosados foram submetidos a 14 artroplastias totais. Todos foram reavaliados clínica e radiologicamente, com seguimento médio de 28 meses. As análises realizadas subjetiva e objetivamente, segundo o método de Merle D`Aubigné & Postel, mostraram em sua maioria bons resultados.

Fratura ipsilateral do fêmur durante a artroplastia total do quadril: revisão de 71 casos*

CARLOS ROBERTO SCHWARTSMANN; MARCO AURÉLIO TELÖKEN; PAULO ARLEI LOMPA; RICARDO KAEMPF DE OLIVEIRA; LEONARDO CARBONERA BOSCHIN; GERSON SANTA CATHARINA; RICARDO CANQUERINI DA SILVA

Rev Bras Ortop. 2002;37(4):- - Artigo Original
De janeiro de 1984 até março de 1999, ocorreram 71 casos de fratura transoperatória do fêmur durante 4.500 artroplastias totais do quadril realizadas no Serviço de Ortopedia e Traumatologia da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre (SOT-SCM/POA). Todos os casos foram de artroplastias primárias, classificadas de acordo com Johansson. Vinte e oito pacientes eram homens e 43, mulheres. A mais freqüente indicação para artroplastia total do quadril foi a osteoartrite (63 casos). A média de idade foi de 58,6 anos. A ocorrência foi maior nas próteses não cimentadas (57 vezes) e, em 14 vezes, em próteses cimentadas. Na maioria dos casos, por se tratar de fraturas estáveis, a simples observação foi a conduta adotada (39 casos). Outros tipos de tratamento utilizados foram: uso de haste longa, cerclagem, placas e parafusos. Os melhores resultados foram obtidos quando a resolução foi feita no próprio ato cirúrgico em que ocorreu a fratura.

Luxação da prótese total do quadril em pacientes com fratura do colo do fêmur*

RUDELLI SÉRGIO ANDREA ARISTIDE; EMERSON HONDA; GIANCARLO POLESELLO; EDSON HIDENORI MIASHIRO; SANDRO DA SILVA REGINALDO

Rev Bras Ortop. 1997;32(10):- - Artigo Original
A luxação é uma complicação precoce freqüente em pacientes submetidos à artroplastia total do quadril por fra-tura do colo femoral, ocorrendo principalmente nas primeiras semanas do período pós-operatório. Sua incidência é maior quando comparada com os casos operados por outros diagnósticos. Nesta casuística foram analisados 96 pacientes submetidos a 101 artroplastias totais do quadril utilizando-se a prótese de Charnley, 51 delas por fratura aguda do colo femoral (grupo A). Houve luxação em 5 quadris neste grupo (9,8%); o primeiro episódio ocorreu nos primeiros 45 dias do período pós-operatório em 4 casos; em apenas 1 caso houve 2 episódios. Destas 5 luxações, 4 apresentavam próteses de colo largo e todos os pacientes tinham mais de 75 anos de idade. No outro grupo (grupo B) apenas 1 caso (2%) apresentou luxação. Apesar de não ter sido diferença estatisticamente significante, observou-se predominância de luxações nos casos em que foi realizada a artroplastia por fratura aguda do colo femoral.

Fratura do colo do fêmur em crianças*

CSAR LUIZ F. A. LIMA; TULIO CANELLA B. CARNEIRO; GILBERTO DE OLIVEIRA; DALTON L. TERRA; DOROTEA S. MALHEIROS

Rev Bras Ortop. 1998;33(11):- - Artigo Original
Os autores analisaram sete crianças com fratura do colo do fêmur tratadas no período de agosto de 1995 a julho de 1997. A idade variou de cinco a 12 anos, com média de 8,7 anos. A maior parte das fraturas foi causada por traumas de alta energia. A classificação utilizada foi a de Del-bet, sendo encontrados os tipos II e III. O tratamento cirúrgico foi realizado em seis pacientes. As complicações foram observadas em 50% dos casos, sendo necrose avascular e fechamento prematuro da fise as mais freqüentes. A análise dos resultados segundo os critérios de Ratliff mostrou 50% de bons resultados.

FRATURA DO COLO DO FÊMUR EM CRIANÇAS

MARCEL BARBIERI FREITAS; FERNANDO CARLOS MOTHES; LUIS JOSÉ MOURA E ALIMENA; MÁRIO DIRANI; PAULO LOMPA; LAURO MACHADO NETO

Rev Bras Ortop. 2006;41(5):151-156 - Artigo Original
Objetivo: Os autores relatam uma série de 10 pacientes com fratura do colo do fêmur em crianças, tratados de julho de 1993 a agosto de 2001. Métodos: As fraturas fo-ram classificadas segundo Delbet em transepifisárias, um caso (10%), transcervicais, cinco casos (50%), cervicotrocantéricas, quatro casos (40%). Os pacientes foram avaliados seguindo os critérios clínicos e radiológicos de Ratliff. O seguimento mínimo foi de seis meses e o máximo de 96 meses com média de 17,6 meses. Resultados: O índice de complicações foi, de modo geral, de 40%. Coxa vara ocorreu em um paciente (10%); fechamento da fise femoral proximal, em três pacientes (30%); necrose avascular, em três pacientes (30%). Quanto ao resultado do tratamento, segundo Ratliff, sete pacientes (70%) foram classificados como bom, dois pacientes (20%) classificados como regular e um paciente (10 %) classificado como pobre. Conclusão: Os autores enfatizam a gravidade dessa fratura através do alto índice de complicações.Descritores - Fraturas do colo femoral/complicações; Fraturas do quadril; Necrose avascular da cabeça femoral; Criança; Estudos retrospectivos

Osteotomia intertrocantérica varizante: resultados a longo prazo*

NELSON ONO; EMERSON HONDA; GIANCARLO POLESELLO; RODRIGO GUIMARÃES; HENRIQUE GONÇALVES

Rev Bras Ortop. 2003;38(8):- - Artigo Original
A atenção a pacientes idosos submetidos à cirurgia ortopédica, particularmente os que necessitam de cirurgia de urgência, deve levar em conta a análise da capacidade física e de riscos específicos dos indivíduos idosos, na tentativa de reduzir riscos que, no entanto, permanecem elevados neste grupo. Apesar dos riscos, procedimentos desenvolvidos com prontidão têm efeito positivo na evolução destes pacientes. A atenção coordenada integrada por equipe clínica/geriátrica, ortopédica, anestésica, intensivistas e demais profissionais de saúde pode ser altamente benéfica neste grupo de pacientes.Descritores - Idoso; Cirurgia Ortopédica; Medicina de Urgência.

Osteotomia intertrocantérica valgizante: resultados a longo prazo

NELSON ONO; RUDELLI SÉRGIO ANDREA ARISTIDE; EMERSON HONDA; GIANCARLO POLESELLO

Rev Bras Ortop. 2000;35(10):- - Artigo Original
No Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Santa Casa de São Paulo, foram analisados os resultados clínicos e radiográficos de 33 osteotomias intertrocantéricas valgizantes para o tratamento da artrose do quadril, com seguimento mínimo de dez anos. Nas avaliações com um, cinco e dez anos, houve, respectivamente, 97,0%, 81,9% e 48,5% de resultados satisfatórios, em relação à dor, com significância estatística no primeiro e quinto ano de seguimento (p < 0,01). A ressecção de cunha óssea de 15 a 30º mostrou os melhores resultados no alívio da dor. Os autores concluem que esse procedimento cirúrgico propicia alívio da dor, sem, no entanto, melhorar de forma significativa a mobilidade articular ou os aspectos radiográficos. Unitermos - Osteotomia; fêmur; osteoartrose

Instabilidade do joelho associada a fratura do fêmur*

GILBERTO FERREIRA BRAGA; FERNANDO MILTON DA CUNHA; ÂNGELO PAULO LAZARONI

Rev Bras Ortop. 1999;34(5):- - Artigo Original
Foram avaliados 28 pacientes portadores de 29 fraturas instáveis do fêmur tratadas com haste intramedular bloqueada (interlocking), a fim de determinar a incidência de lesões ligamentares do joelho (LLJ) associadas. Oito (28,6%) pacientes apresentaram nove (32,1%) LLJ. Nenhuma destas lesões havia sido identificada ou relatada no prontuário da urgência. Após a realização da rotina de exame clínico e radiográfico sob anestesia geral, foram feitos seis (66,7%) diagnósticos. Apesar de nossos cuidados na busca das LLJ, três (33,3%) casos passaram despercebidos, tendo sido identificados somente no retorno ambulatorial. Os autores discutem as lesões encontradas, analisam os motivos da dificuldade diagnóstica e reafirmam a necessidade de realizar exame rotineiro dos joelhos em pacientes vítimas de traumas de alto impacto.

Haste flexível de titânio na fratura de fêmur na criança*

CLÁUDIO SANTILI; MIGUEL AKKARI; GILBERTO WAISBERG; ALEXANDRE ANTONIO DE CAMARGO; FÁBIO PINTO NOGUEIRA; JOSÉ C.L. PRADO

Rev Bras Ortop. 2002;37(5):- - Artigo Original
Nas últimas duas décadas, autores têm apresentado bons resultados com a fixação primária das fraturas diafisárias do fêmur na criança. Neste estudo são relatados os resultados obtidos com o emprego das hastes elásticas de titânio no tratamento de oito fraturas diafisárias de fêmur, em oito crianças. As idades dos pacientes variaram entre oito e 12 anos, sendo na maioria fraturas ístmicas e de traços transversos. Nos resultados, ainda que preliminares, ressaltam-se a redução significativa no período de internamento, a possibilidade de apoio e mobilização articular precoces, ausência de complicações maiores a curto e médio prazo. Os autores concluem, apesar do pequeno número de pacientes e do curto período de seguimento, que a técnica tem vantagens em relação aos métodos convencionais, principal-mente em relação à facilidade de manuseio do material, à liberação precoce para os movimentos e carga, e ao baixo custo final do procedimento.

PRODUÇÃO DE FRATURA PADRONIZADA DE FÊMUR EM RATOS

EMILIANO VIALLE; LUIZ ROBERTO VIALLE; RODRIGO BOECHAT; JOÃO PAULO BLEY; RODRIGO SCUSSIATO,THIAGO BUSATO; DANIEL CARVALHO; FREDERICO FEDATTO; BEATRIZ FERNANDES; RICARDO TORRES

Rev Bras Ortop. 2004;39(6):- - Artigo Original
Os autores têm por objetivo divulgar uma técnica adequada e simples de produção de fraturas de fêmur em ratos, baseada em um mecanismo de trauma que pode ser repetido exercendo as mesmas forças sobre o osso do animal experimental. O estudo foi realizado no Laboratório de Lesões Medulares e Trauma Experimental do Hospital Universitário Cajuru, PUC-PR, utilizando 25 ratos Wistar, nos quais foi introduzido, previamente à fratura, de maneira retrógrada através do joelho, um fio de Kirschner intramedular no fêmur esquerdo. Em seguida, foram submetidos à fratura em um aparelho que funciona como guilhotina romba, pesando 500g, que é liberada de uma altura de 30cm e cuja excursão termina na metade do diâmetro femoral do rato. Os animais foram pesados semanalmente. Após seis semanas, foram sacrificados e seus membros inferiores do lado esquerdo radiografados. Foi observada consolidação da fratura em 24 animais e apenas uma não-consolidação. Oito animais apresentaram alguma complicação inflamatória, sendo cinco com secreção serosa no trajeto do fio, dois com abscessos de partes moles distantes do foco de fratura e, em um, osteomielite e abscesso de partes moles. Por fim, o estudo demonstrou a possibilidade de produzir fraturas padronizadas quanto ao tipo, localização e mecanismo de trauma. Descritores - Cirurgia experimental; fratura femoral; trauma; ratos.

Fratura de fêmur em criança - Gesso de imediato 90/90*

ALEJANDRO ENZO CASSONE; JAIR ORTIZ

Rev Bras Ortop. 1993;28(6):- - Artigo Original
Os autores realizaram um estudo prospectivo, avaliando 38 pacientes com fraturas diafisárias do fêmur, com idade até dez anos, tratados com aparelho gessado de imediato, na posição 90/90. No protocolo, foram aceitos desvios angulares de até 15° no plano frontal e 20° no plano sagital, sem desvios rotacionais, e encurtamentos de até 2cm, que estavam praticamente corrigidos após 12 meses do trauma. As complicações foram desprezíveis, tendo sido necessária remanipulação em dois casos, sem nenhuma seqüela ortopédica importante. A média de internação foi de quatro dias, com seis casos tratados na urgência sem anestesia e alta após curto período de observação; a do tempo de consolidação foi de 45 dias. O baixo custo do método proposto e os benefícios sociais do aparelho gessado na posição 90/90, comparado com os métodos tradicionais, são discutidos.

Fratura bilateral do fêmur distal após artroplastia total do joelho

Fabrício Bolpato Loures; Jorge Rafael Wenck Motta,Rodrigo Sattamini Pires e Albuquerque; João Maurício Barretto; Naason Trindade Cavanellas

Rev Bras Ortop. 2016;51(5):606-609 - Relato de Caso
    O número de artroplastias totais do joelho tem aumentado de forma exponencial e suas indicac¸ões têm sido ampliadas. O procedimento apresenta complicac¸ões desafiadoras ao cirurgião ortopédico e potencialmente catastróficas para o paciente. Os autores relatam um raro caso de fratura periprotética do joelho, bilateral e simultânea e discutem os fatores causais, as possíveis condutas e a profilaxia.

FASCIÍTE NECROSANTE PÓS-OSTEOSSÍNTESE DE FRATURA TRANSTROCANTÉRICA DO FÊMUR

Leandro Emílio Nascimento Santos, Robinson Esteves Santos Pires, Leonardo Brandão Figueiredo, Eduardo Augusto Marques Soares

Rev Bras Ortop. 2014;49(1):- - Relato de Caso
 

RESUMO

A fasciíte necrosante é uma rara e potencialmente letal infecc¸ão de partes moles. A seguir, descreveremos o caso de uma paciente portadora de fratura transtrocantérica do fêmur que evoluiu com fasciíte necrosante após a osteossíntese da fratura. Uma revisão da literatura acerca do tema será abordada.

Descritores - Fasciíte necrosante Infecc¸ão Fraturas do quadril Fraturas do fêmur

Fraturas do fêmur no seguimento de artroplastias do quadril*

RUDELLI SERGIO ANDREA ARISTIDE, EMERSON HONDA, GIANCARLO POLESELLO, FLÁVIO BARBI FILHO, JOEL CAMPOS NETO, VALMIR FRANCISCO SAMPAIO

Rev Bras Ortop. 1998;33(4):- - Artigo Original

RESUMO

Foram estudadas 34 fraturas ipsilaterais do fêmur em pacientes com prótese do quadril acompanhados de 1973 a 1997. As hastes femorais foram divididas, no momento pré-fratura, em cimentada estável, cimentada instável, não cimentada estável e não cimentada instável. Após a análise individual do tratamento adotado para cada fratura e seu resultado, correlacionaram-se as condições de estabilidade prévia e tardia do implante femoral. Os resultados demonstraram que a estabilidade do implante relacionase diretamente com a predisposição para a fratura, mas não interfere em sua consolidação, independente do método terapêutico. Além disso, observou-se que a fratura não é fator desencadeante de soltura do componente femoral.

FRATURA DO QUADRIL: AVALIAÇÃO PÓS-OPERATÓRIA DO RESULTADO CLÍNICO E FUNCIONAL

Marcelo Teodoro Ezequiel Guerra; Thomas Alexandre Thober; André Vicente Bigolin; Marcos Paulo de Souza; Simone Echeveste.

Rev Bras Ortop. 2010;45(6):577-582 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar o efeito de drogas anti-inflamatórias (dexametasona, indometacina, atenolol, indometacina e atenolol) e analgésica (morfina) sobre a hiperalgesia experimentalmente induzida pelo núcleo pulposo em contato com o gânglio da raiz dorsal de L5. Métodos: Trinta ratos Wistar machos com peso de 220 a 250g foram utilizados no estudo. A indução da hiperalgesia foi realizada por meio do contato de fragmento de núcleo pulposo retirado da região sacrococcígea e colocado sobre o gânglio da raiz dorsal de L5. Os 30 animais foram divididos em grupos experimentais de acordo com a droga utilizada. As drogas foram administradas durante duas semanas a partir da realização do procedimento cirúrgico para a indução da hiperalgesia. A hiperalgesia mecânica e térmica foram avaliadas por meio do teste da pressão constante da pata, von Frey eletrônico e Hargraves por um período de sete semanas. Resultados: A maior redução da hiperalgesia foi observada no grupo de animais tratados pela morfina, seguido pela dexametasona, indometacina e atenolol. A redução da hiperalgesia foi observada após a interrupção da administração das drogas, com exceção do grupo de animais tratados com morfina, nos quais ocorreu aumento da hiperalgesia após a interrupção do tratamento. Conclusões: A hiperalgesia induzida pelo contato do núcleo pulposo com o gânglio da raiz dorsal pode ser reduzida com a administração de anti-inflamatórios e analgésicos, tendo sido observado a maior redução da hiperalgesia com a administração da morfina e dexametasona. Descritores - Coluna Vertebral; Disco Intervertebral; Dor Lombar; Hiperalgesia; Deslocamento do Disco Intervertebral; Ratos Wistar.

Fratura ipsilateral do quadril e da diáfise femoral: estudo prospectivo*

ROBERTO SÉRGIO DE TAVARES CANTO; PAULO ROBERTO SANTOS NETO; OSCAR BERTINO DE ALMEIDA OLIVEIRA FILHO; CLAUTON GUERRA; ANUAR ARANTES AMUI; FABIANO R. T. CANTO

Rev Bras Ortop. 1994;29(6):- - Relato de Caso
Os autores analisaram 15 fraturas ipsilaterais de quadril e da diáfise femoral. Usualmente está envolvida grande quantidade de energia cinética neste tipo de trauma; quando, por exemplo, o joelho atinge o painel de um automóvel, a energia decresce em direção ao quadril, causando quase sempre um tipo característico de fratura a este nível. É enfatizada a necessidade de se fazer um exame radiológico completo da pélvis quando se estiver frente a uma fratura da diáfise femoral, pois freqüentemente a fratura do quadril passa despercebida na sala de emergência. São discutidos três casos em que o diagnóstico foi feito tardiamente. Os autores sugerem como melhor conduta tratar ambas as fraturas ao mesmo tempo. O tipo de implante dependerá do padrão da fratura. Em sete casos, foi usada a haste de Küntscher para a fratura da diáfise e parafusos de esponjosa para a fratura do quadril, colocados anterior e posteriormente a haste. Nos pacientes restantes, foram usadas placas na diáfise, combinadas com parafusos de esponjosa, ou placa angulada, ou pinos deslizantes nas fraturas do quadril. Tomando-se em consideração as condições econômicas da região onde o trabalho foi feito, esta combinação de haste com parafuso de esponjosa mostrou ser confiável e barata. Se o paciente sobrevive ao politrauma inicial, o prognóstico usualmente é bom, como pode ser concluído da presente série.

A fratura do colo do fêmur como fator de maior morbidade e mortalidade*

ALCY VILAS BOAS JR.; JAMIL SONI; SRGIO ROBERTO FRATTI; PAULO CSAR J. KANTOVITZ; ROBERTO MELO DE SOUZA FILHO; EDGAR BEZERRA VALENTE NETTO

Rev Bras Ortop. 1998;33(6):- - Artigo Original
Os pacientes com fratura do colo do fêmur têm índice de mortalidade aumentado, durante o primeiro ano do tratamento ortopédico. Incidência variável de complicações e limitações funcionais nesse período têm sido avaliadas por diversos trabalhos e relacionadas aos índices de mortalidade e morbidade desses pacientes. Os autores confrontam esses índices com as condições fisiológicas préoperatórias de 31 pacientes admitidos em período de 12 meses com fratura de colo de fêmur, acompanhados por média de 15 meses após o tratamento, e questionam sua influência na qualidade de vida, mortalidade e morbidade. A avaliação pré-operatória foi baseada no Scoring System of Hip Fractures, no qual a capacidade deambulatória, a independência domiciliar, o grau de osteoporose, o nível de cognição e as condições clínicas pré-operatórias proporcionam um escore. Os pacientes com 20 pontos ou mais eram considerados em boas condições gerais e os com pontuações menores tinham piores condições pré-ope-ratórias. A incidência de mortalidade obtida neste estudo foi de 32%, com um escore fisiológico pré-operatório médio de 16,5 pontos, contrastando com o escore médio de 20,72 pontos para os pacientes que não foram a óbito. Os autores constatam a importante influência do estado préoperatório no prognóstico, morbidade e mortalidade dos pacientes com fratura de colo de fêmur. Admitem que a fratura é um fator que se associa às condições gerais desses indivíduos, não sendo uma causa isolada de mortalidade e morbidade.

FRATURA DA EXTREMIDADE PROXIMAL DO FÊMUR EM IDOSOS: INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL E MORTALIDADE EM UM ANO

ULISSES CUNHA; MARCO ANTÔNIO CASTRO VEADO

Rev Bras Ortop. 2006;41(6):195-199 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar o grau de independência funcional e a mortalidade um ano após acidente que vitimou idosos que sofreram fratura da extremidade proximal do fêmur. Métodos: Foram incluídos, inicialmente, 190 pacientes (142 mulheres e 48 homens; média de idade de 79 anos). Foi realizada avaliação geriátrica global conjuntamente com a equipe de ortopedia. Resultados: Houve perda de seguimento de 37 pacientes; 153 foram reavaliados um ano após fratura. A mortalidade em um ano foi de 25%; peroperatória, 0%; pós-operatória imediata, 2,1%. Após um ano, 1/3 da amostra apresentava algum grau de dependência funcional. À internação, detectou-se alta taxa de co-mor-bidades clínicas, neuropsíquicas (depressão e demência) e consumo de vários fármacos. Conclusões: Este estudo res-salta a importância da fratura da extremidade proximal do fêmur em idosos no que concerne à alta mortalidade e à perda funcional em um ano. A alta associação de comorbidades e consumo de vários fármacos destaca a necessidade de abordagem conjunta ortopédica e geriátrica, iniciando-se no pré-operatório e estendendo-se até a alta hospitalar. Os fatores que constituem barreiras à reabilitação devem ser identificados e tratados.Descritores - Fraturas do femur/mortalidade; Fraturas do femur/epidemiologia; Idoso; Morbidade.

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