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Busca por: Osteomielite tuberculosa imitando um tumor ósseo lítico: Relato de dois casos e revisão da literatura*

Osteomielite tuberculosa imitando um tumor ósseo lítico: Relato de dois casos e revisão da literatura*

I. Gede Eka Wiratnaya; I. Wayan Restu B. Susila; Dwijo Anargha Sindhughosa

Rev Bras Ortop. 2019;54(6):731-735 - Relato de Caso

A osteomielite tuberculosa é uma forma incomum de tuberculose (TB) e o acometimento isolado da articulação do punho pelo TB é particularmente raro. Os sintomas e a manifestação clínica imitam outras doenças; portanto, um diagnóstico cuidadoso é necessário. Os autores apresentam dois casos de pacientes com massa nas partes moles e lesão óssea lítica. A biópsia revelou osteomielite granulomatosa. A cultura da lesão identificou Mycobacterium tuberculosis. Os autores recomendam que médicos clínicos incluam a TB como um diagnóstico diferencial da causa primária das lesões ósseas líticas, mesmo na ausência de sintomas pulmonares ou fatores de risco de infecção por TB. A inclusão de culturas micobacterianas na análise de biópsias de lesões ósseas líticas também é recomendada.

Palavras-chave: neoplasias ósseas/diagnóstico; biópsia; agulha fina/métodos; tuberculose; osteoarticular/diagnóstico; agentes antibacterianos/uso terapêutico.

Tumor glômico da mão
Apresentação de 19 casos e revisão da literatura

SYLVIA REGINA HIRAOKA, CARLOS AUGUSTO CAUCHIOLI

Rev Bras Ortop. 1998;33(3):- - Artigo Original

RESUMO

Entre 1985 e 1997 foram estudados 19 pacientes com tumor glômico na mão. As queixas clínicas foram de dor subungueal e sensibilidade à pressão do local. Dezessete pacientes eram do sexo feminino e dois, do masculino. A idade média foi de 39,8 anos. O diagnóstico foi feito pela história e exames clínicos e confirmado pelo exame anatomopatológico. Indicou-se o tratamento cirúrgico em to-dos os casos (apenas um não foi operado, pois recusou o tratamento). Os pacientes foram submetidos à excisão do tumor através de acesso dorsal sobre a região ungueal. Os resultados pós-operatórios são analisados do ponto de vista oncológico, dor residual e cicatrização. Os pacientes tiveram boa resolução do tumor, com pequena incidência de complicações menores. O presente estudo visa chamar a atenção para esse raro e debilitante tumor.

Síndrome de Proteus: relato de dois casos e revisão de literatura*

RENATA CRUZ; ADRIANA L. S. NUNES; CRISTINA M. M. FORTUNA; HELENA M. PIMENTEL; EDUARDO TEIXEIRA

Rev Bras Ortop. 1999;34(4):- - Relato de Caso
Dois casos de síndrome de Proteus são descritos para ilustrar as características diagnósticas e os problemas ortopédicos associados a esta enfermidade rara. Revisão de literatura foi realizada para melhor compreensão da etiologia, apresentações clínicas, diagnóstico e tratamento.

DESCOMPRESSÃO ARTROSCÓPICA INDIRETA DO CISTO ESPINOGLENOIDAL COM NEUROPATIA DO SUPRAESCAPULAR: RELATO DE DOIS CASOS E REVISÃO DA LITERATURA

Marcos Rassi Fernandes; Rui José Fernandes

Rev Bras Ortop. 2010;45(3):306-311 - Relato de Caso
A compressão do nervo supraescapular é entidade rara e deve ser considerada no diagnóstico diferencial de pacientes com dor no ombro e déficit de rotação externa. O cisto espinoglenoidal pode ser a causa da compressão e a lesão do lábio posterossuperior da glenoide a hipótese mais provável que explica o seu aparecimento. A ressonância magnética e a eletroneuromiografia definem o diagnóstico. A descompressão artroscópica indireta do cisto e o reparo do lábio glenoidal permitem completa recuperação neurológica. Os autores relatam dois casos de paralisia isolada do músculo infraespinal causados pela compressão de cistos espinoglenoidais tratados por artroscopia, bem como sua avaliação pré e pós-operatória. Descritores - Escápula/inervação; Atrofia muscular/fisiopatologia; Síndromes de compressão nervosa/etiologia; Cistos/cirurgia; Artroscopia.

Artroplastia total do joelho em paciente com luxação permanente da patela. Relato de dois casos e revisão da literatura

Rodrigo Pires e Albuquerque; Pedro Guilme Teixeira de Sousa; Fabrício Bolpato Loures; Hugo Cobra; João Maurício Barretto; Naasson Cavanellas

Rev Bras Ortop. 2018;53(4):503-509 - Relato de Caso

A ocorrência de luxação permanente da patela associada a osteoartrite grave é considerada rara e de tratamento difícil. A literatura é bastante controversa sobre o assunto. O objetivo do trabalho é relatar dois raros casos de osteoartrite grave com luxação permanente da patela que foram submetidos a artroplastia total do joelho, além da técnica cirúrgica relacionada e de uma revisão da literatura. A artroplastia total do joelho com o acesso parapatelar medial associado a uma liberação lateral foi uma boa opção cirúrgica em pacientes com luxação permanente da patela associada a osteoartrite avançada.


Palavras-chave: Artroplastia do joelho; Patela; Luxação.

Cisto ósseo aneurismático do retropé: relato de dois casos

Alexandre Luiz Dal Bosco,; Marcos Ceita Nunes; Jung Ho Kim; Luis Gustavo Calieron e Rubens Rosso Nadal

Rev Bras Ortop. 2018;53(2):257-265 - Relato de Caso

Os tumores do retropé são raros na literatura, o diagnóstico é difícil e muitas vezes é feito pelo profissional menos experiente. Acrescente-se a isso o fato de o tratamento cirúrgico e a reconstrução serem complicados pela intrincada anatomia local. Essas lesões são desafiadoras para o ortopedista oncológico. Relatamos dois casos de cisto ósseo aneurismático do retropé e nossas opções e particularidades na condução deles de acordo com os princípios oncológicos. Nas lesões tumorais do retropé é importante a suspeita diagnóstica precoce, bem como o estadiamento adequado e a condução do caso de acordo com os princípios oncológicos, preferencialmente pelo ortopedista oncológico.


Palavras-chave: Aneurisma; Cistos ósseos; Doenças do pé; Neoplasias ósseas.

ELASTOFIBROMA DORSI: RELATO DE CASOS E REVISÃO DA LITERATURA

EDUARDO DA FROTA CARRERA; MARCELO HIDE MATSUMOTO; NICOLA ARCHETTI NETTO; MARCIO EDUARDO DE MELO VIVEIROS; MÁRCIO EDUARDO KOZONARA

Rev Bras Ortop. 2004;39(8):- - Relato de Caso
Elastofibroma dorsi é uma lesão pseudotumoral, localizada na região do ângulo inferior da escápula, que ocorre em pacientes próximos da quinta década de vida. Essa lesão comumente é unilateral, podendo ser bilateral. Os sintomas mais freqüentes são: dor, ressalto e crepitação na mobilização do membro superior na região do ângulo inferior da escápula. A ressonância magnética é o exame que melhor sugere o diagnóstico. A confirmação do elastofibroma pode ser dada apenas pelo exame anatomopatológico. É importante o diagnóstico diferencial com outras lesões de partes moles, como sarcomas e tumores desmóides. A ressecção cirúrgica é curativa em indivíduos sintomáticos e deve ser feita em lesões maiores que 5cm, mesmo sem sintomas. Este estudo relata três casos de elastofibroma dorsi, sendo dois unilaterais e um bilateral, e faz uma revisão da literatura. Descritores - Pseudotumor; elastofibroma dorsi; ombro.

Instrumentação monossegmentar anterior e posterior combinada para o tratamento de uma espondilodiscite tuberculosa severa: relato de caso e revisão da literatura

Petracchi Matias; Camino Willhuber Gaston; Tripodi Maria; Bassani Julio; Gruenberg Marcelo; Sola Carlos

Rev Bras Ortop. 2017;52(6):735-739 - Relato de Caso
    A tuberculose espinhal (doença de Pott) pode produzir deformidades severas se não for tratada adequadamente. Instrumentações longas através de uma abordagem simples ou dupla geralmente são necessárias para corrigir a deformidade. Os autores apresentam um caso de deformidade severa em região lombar secundária a espondilodiscite tuberculosa tratada com instrumentação monossegmentária por dupla abordagem em um paciente com diagnóstico inicial de escoliose idiopática. A cirurgia corretiva e a resolução da infecção através de debridamento e artrodese são observadas após um ano de acompanhamento.

Tumor de células gigantes localmente avançado ao nível do joelho: tratamento e revisão da literatura

Ana Valeria Rigollino,,; Thiago Santos Fernando; Marcos Hajime Tanaka e Marcello Martins Souza

Rev Bras Ortop. 2017;52(4):473-478 - Artigo de Revisao
    O tumor de células gigantes (TCG) é um tumor ósseo benigno com características agressivas. São mais prevalentes na terceira e quarta décadas de vida e localizam-se preferencialmente na região epifisária dos ossos longos. Apresentam altas taxas de recorrência local, a qual depende do tipo de tratamento e da apresentação inicial do tumor. O risco de disseminação sistêmica (metástases pulmonares) gira em torno de 3%. Entre outubro de 2010 e agosto de 2014, nove pacientes com diagnóstico de TCG localmente avançados ou com fratura patológica ao nível do joelho foram submetidos a tratamento cirúrgico. O objetivo deste estudo foi avaliar os resultados decorrentes do tratamento, especialmente com relação à recidiva, e fazer uma revisão da literatura. Houve predominância do sexo masculino (77,7%). A localização mais comum foi o fêmur distal. Quatro pacientes (44%) apresentaram recidiva local no primeiro ano de pós- -operatório, três do fêmur distal e um na tíbia proximal. Dos três pacientes que apresentaram fratura patológica no momento do diagnóstico, um deles apresentou recidiva cinco meses após a cirurgia. O tratamento ainda é um grande desafio. Acreditamos que o melhor método de tratamento é a ressecção ampla com reconstrução da falha óssea com endoprótese não convencional. Os pacientes devem estar cientes e bem orientados quanto às possí- veis complicações e prejuízos funcionais que podem ocorrer em decorrência do tratamento escolhido e quanto à necessidade de novas intervenções cirúrgicas em médio e longo prazo

RECONSTRUÇÃO APÓS RESSECÇÃO EXTENSA DE TUMOR DAS CINTURAS PÉLVICA E ESCAPULAR: RELATO DE DOIS CASOS

Juliana Corrêa Dallagnol1, Rosyane Rena de Freitas1, André Luiz Soares Crivellaro1, Glauco José Pauka Mello2, Mário Armani Neto2, Geraldo de Freitas Filho2

Rev Bras Ortop. 2012;47(1):- - Relato de Caso

RESUMO

As cirurgias radicais para tratamento dos tumores da cintura pélvica e escapular (hemipelvectomias e desarticulações interescapulotorácicas) constituem-se, em geral, em procedimentos extensos com grandes áreas de perda de substância local após ressecção do tumor. A utilização do retalho que inclui toda a musculatura anterior e posterior da coxa após dissecção do fêmur, pediculado pelos vasos femorais superficiais, foi descrita apenas uma vez na literatura. O retalho similar utilizando toda a musculatura anterior e posterior do braço após dissecção do úmero, pediculado pelos vasos subclávios para reconstrução após desarticulação interescapulotorácica, não apresenta relatos. Descrevemos dois casos - um de hemipelvectomia e outro de desarticulação interescapulotorácica - utilizando estes dois retalhos para fechamento do defeito.

Descritores - Retalhos Cirúrgicos; Neoplasias Pélvicas; Escápula; Hemipelvectomia; Neoplasias Ósseas; Desarticulação.

Angiomatose bacilar com comprometimento ósseo: relato de caso e revisão da literatura*

LUIZ ALBERTO COSTA BARRA; FÁBIO BOUCALT TRANCHITELLA; JAMAL MUHAMAD ABDUL HAMID SULEIMAN; ELENI APARECIDA BEDAQUE; FABIO LEONCIO BORNSTEIN MARTINELLI; MÁRCIA CÂMARA XAVIER; RICARDO HANNA; ANTÔNIO MARMO MIZIARA

Rev Bras Ortop. 2001;36(10):- - Relato de Caso
A angiomatose bacilar (AB) é doença infecciosa caracterizada por reação proliferativa de pequenos vasos sanguíneos da pele e vísceras, afetando freqüentemente indivíduos imunodeprimidos, notadamente os infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV)(1-3). Os agentes etiológicos envolvidos, Bartonella henselae e Bartonella quintana, pertencem ao gênero Bartonella e à ordem Rickettsiales. São bacilos gram-negativos, encurvados e dotados de motilidade(1,4). Outras infecções causa-das por esses agentes são a doença da arranhadura do gato e a peliose bacilar. A Bartonella quintana é também o agente etiológico da febre das trincheiras. Alguns autores acreditam que a angiomatose bacilar seja uma manifestação da doença da arranhadura do gato no indivíduo imunodeprimido. As lesões cutâneas caracterizam-se pela presença de pápulas ou nódulos, às vezes violáceos, com ou sem secreção serossanguinolenta, macroscopicamente semelhantes ao sarcoma de Kaposi e histologicamente ao hemangioma epitelióide(3). As lesões ósseas são dolorosas, envolvendo mais freqüentemente os ossos longos, especialmente a tíbia, a fíbula e o rádio, levando-os à osteólise progressiva(6). Febre, perda de peso, mal-estar, comprometimento heptico e esplnico, encefalite, pneumonia e ndulos pulmonares podem estar presentes na forma disseminada da doena(4-6).

SUBSTITUTOS ÓSSEOS COMPARADOS AO ENXERTO ÓSSEO AUTÓLOGO EM CIRURGIA ORTOPÉDICA - REVISÃO SISTEMÁTICA DA LITERATURA

JOSÉ LUÍS AMIM ZABEU; MARCELO TOMANIK MERCADANTE

Rev Bras Ortop. 2008;43(3):59-68 - Artigo de Revisao
Objetivo: Identificar, a partir de revisão sistematizada da literatura, estudos clínicos com nível de evidência 1 comparando substitutos ósseos ao enxerto autólogo. Métodos: Realizada busca eletrônica de artigos que comparassem o uso do enxerto ósseo autólogo a um substituto ósseo em cirurgia ortopédica. Foram considerados como critérios de elegibilidade ensaios clínicos prospectivos e randomizados em cirurgia ortopédica, com casuística mínima de 20 pacientes, envolvendo ossos da coluna vertebral ou esqueleto apendicular, publicados entre janeiro de 1990 e janeiro de 2006. Resultados: Foram identificados 22 trabalhos, todos em língua inglesa, dos quais cinco compararam enxerto autólogo ao homólogo, sete envolveram uso de proteína morfogenética do tipo 2 (BMP-2), em três foi avaliada a proteína morfogenética do tipo 7 (BMP-7) e sete utilizaram biocerâmicas, como hidroxiapatita, fosfato tricálcio e sulfato de cálcio. Os resultados mais sugestivos da equivalência com o enxerto autólogo se deram nos trabalhos com BMP-2 em cirurgia da coluna vertebral, embora diversos questionamentos possam ser feitos em relação a estes e aos demais estudos analisados, referentes a métodos e possíveis conflitos de interesses. Conclusão: Existem poucos estudos com alto nível de evidência que demonstrem a aplicabilidade clínica dos substitutos ósseos atualmente existentes.Descritores - Substitutos ósseos; Transplante ósseo; Transplante autólogo; Durapatita; Sulfato de cálcio.

TUMOR DE CÉLULAS GIGANTES EM FALANGE PROXIMAL COM METÁSTASE PULMONAR: RELATO DE CASO E REVISÃO DE LITERATURA

Frederico Carvalho de Medeiros; Fernando Carvalho de Medeiros; Izabella de Campos Carvalho Lopes; Guilherme Carvalho de Medeiros; Eduardo Carvalho de Medeiros

Rev Bras Ortop. 2011;46(2):205-210 - Relato de Caso
 Trata-se de um relato de caso de tumor de células gigantes (TCG) em falange proximal de terceiro dedo da mão esquerda com metástase pulmonar. A paciente apresentava dor no dedo sem história prévia de trauma. Foram realizados exame clínico, estudo radiográfico e ressonância nuclear magnética. Feito o estudo histológico, a partir de biópsia incisional, com hipótese de TCG. Foi submetida à amputação do dedo, confirmando o diagnóstico pela microscopia da peça. A paciente foi acompanhada devido ao risco de metástase pulmonar, evidenciada em estudo radiográfico e tomografia computadorizada de tórax, sendo submetida à toracotomia. Desde então, houve melhora dos sintomas referidos no pré-operatório e ausência de recidiva local e novas metástases. Descritores - Tumores de Células Gigantes/cirurgia; Falanges dos Dedos da Mão; Amputação; Metástase Neoplásica.

"Skip" metástase óssea: análise de três casos e revisão da literatura*

ALEXANDRE DAVID; ALDEMAR ROBERTO RIOS; RICARDO TARRAGÔ; RICARDO KAEMPF DE OLIVEIRA

Rev Bras Ortop. 2003;38(4):- - Relato de Caso
Pacientes portadores de tumores ósseos malignos primários de alto grau podem apresentar-se com skip metástase já no início da doença. A ressonância nuclear magnética tem-se revelado como o exame de imagem de escolha na detecção dessas lesões. O prognóstico tem sido ruim sistematicamente; contudo, casos isolados de sobreviventes têm sido relatados. Talvez o diagnóstico precoce pudesse ser o responsável por melhor resultado. Apesar de ser mais freqüentemente relata-do em osteossarcomas, os autores descrevem o achado em três pacientes portadores de skip metástase decorrentes de diferentes sarcomas ósseos primários tratados nos últimos 15 anos no Serviço de Ortopedia e Traumatologia da Santa Casa de Porto Alegre (SOT-SCPA). Salienta-se a necessidade da realização de exames de imagens adequados, já que raramente tais lesões aparecem nas radiografias simples. Houve a sobrevivência de apenas um dos pacientes. O mau prognóstico pode estar relacionado à malignidade própria das metástases, ou devido à demora no encaminhamento, ou aos erros realizados no tratamento inicial dos sarcomas ósseos em serviços não especializados.

Fraturas da tuberosidade tibial anterior em adolescentes Relato de casos e revisão da literatura*

LÚCIO HONÓRIO DE CARVALHO JÚNIOR; WILEL ALMEIDA BENEVIDES; FRANCISCO CARLOS SALLES NOGUEIRA; WAGNER VIEIRA DA FONSECA; RONALDO PERCOPI DE ANDRADE

Rev Bras Ortop. 1995;30(1/2):- - Relato de Caso
Os autores relatam três casos raros de fratura da tuberosidade tibial em adolescentes. Após revisão da litera-tura, são detalhados a embriologia, a classificação, o mecanismo da lesão e a melhor forma de tratamento desta infreqüente lesão.

Enxerto ósseo no tratamento da não consolidação do escafoide com necrose do polo proximal: revisão da literatura

Antônio Lourenço Severo,; Marcelo Barreto Lemos; Osvandré Luiz Canfield Lech; Danilo Barreto Filho,; Daniel Paulo Strack e Larissa Knapp Candido

Rev Bras Ortop. 2017;52(6):638-643 - Atualizaçao
    Introdução: As fraturas do escafoide são as mais comuns dos ossos do carpo, correspondem a 60%. Dessas, 10% evoluem para não consolidação; além disso, 3% podem apresentar necrose do polo proximal. Existem vários métodos de tratamento com enxertos ósseos, vascularizados (EOV) e não vascularizados (EONV). Objetivo: Avaliar e comparar as taxas de consolidação do escafoide com necrose do polo proximal com diferentes técnicas cirúrgicas. Material e métodos: Fez-se uma revisão na literatura nas bases de dados PubMed e Bireme/Lilacs, das quais foram selecionadas 13 séries de casos (dez com uso de EOV e três EONV), de acordo com os critérios de inclusão e exclusão. Conclusão: Enxertos ósseos vascularizados foram usados na maioria dos casos, principalmente naqueles baseados na artéria intercompartimental suprarretinacular 1 e 2, devido à maior reprodutibilidade na técnica cirúrgica.  

Tratamento cirúrgico das fraturas da cabeça femoral através da luxação anterior controlada do quadril - Série de quatro casos e revisão da literatura

Guilherme Augusto Stirma; Christiano Saliba Uliana; Weverley Rubele Valenza; Marcelo Abagge

Rev Bras Ortop. 2018;53(3):337-341 - Artigo Original

OBJETIVO Relatar uma série de casos de pacientes com fratura da cabeça femoral tratados através da via de Ganz com luxação controlada do quadril.
MÉTODO Identificaram-se todos os pacientes tratados cirurgicamente com via de acesso de Ganz para fraturas da cabeça femoral em um serviço terciário referência em trauma. Fez-se uma revisão de prontuários com as radiografias e tomografias computadorizada. A avaliação radiográfica foi classificada de acordo com Pipkin e a avaliação funcional foi feita com o Harris Hip Score modificado. Foram coletados dados referentes à qualidade de redução, ao tipo de fixação e às complicações pós-operatórias.
RESULTADOS A amostra foi composta por três homens e uma mulher, com média de 30 anos (20-51). Em relação à classificação de Pipkin, dois casos eram do tipo I, um do tipo II e um do tipo IV. Em relação ao Harris Hip Score, observou-se uma média de 65,75 pontos (20 a 86). Todos os casos obtiveram redução anatômica no intraoperatório. Um caso apresentou praxia do nervo ciático pós-trauma e evoluiu com infecção do sítio cirúrgico.
CONCLUSÃO O tratamento cirúrgico das fraturas da cabeça do fêmur através da luxação controlada do quadril é uma opção viável e pode ser considerada uma opção às vias clássicas de abordagem.


Palavras-chave: Fraturas do quadril; Cabeça do fêmur; Luxação do quadril.

MAUS TRATOS INFANTIS. REVISÃO DA LITERATURA.

Bernardo Barcellos Terra; Eduardo Antônio de Figueiredo; Morena Pretti Espindula de Oliveira Lima Terra; Carlos Vicente Andreoli; Benno Ejnisman

Rev Bras Ortop. 2013;48(1):11-16 - Artigo de Revisao
Lesões não acidentais em crianças são uma importante causa de morbidade e mortalidade nesta população. Fraturas são a segunda causa mais comum de manifestação clínica de maus tratos. A fratura do fêmur está associada em mais de 60% dos casos a maus tratos em crianças menores de 3 anos. O objetivo do trabalho foi fazer uma revisão da literatura nas principais bases de dados a respeito dos maus-tratos infantis e relatar um caso raro de fratura subtrocantérica bilateral de fêmur associada com fratura umeral unilateral em um recém-nascido de 28 dias. O ortopedista muitas vezes é o primeiro médico a avaliar essas crianças; portanto, um alto grau de suspeição, além de um exame físico minucioso e uma história clínica detalhada, é mandatório ao se avaliar um recém-nascido com lesões musculoesqueléticas.. Descritores -Fratura do fêmur Fratura do úmero Maus-tratos infantis.

Torcicolo espasmódico: revisão de literatura e atualização

ALEX FRANCO DE CARVALHO1, ERIKA M. KALIL PESSOA DE BARROS, REGINALDO PERILO OLIVEIRA, TARCÍSIO ELOY PESSOA DE BARROS FILHO

Rev Bras Ortop. 1997;32(2):- - Artigo Original
O torcicolo espasmódico (TE) é definido como uma forma focal de distonia em que contrações da musculatura do pescoço causam movimentos ou posturas anormais da (1,10,17). O diagnóstico desta patologia é muito dificultado pelo fato de ela ser pouco conhecida, sendo comuns consultas a diversos profissionais antes de o diagnóstico ser estabelecido(21). As manifestações clínicas da doença interferem consideravelmente na vida social e pro-fissional dos pacientes, levando-os a buscar incansavelmente uma forma de tratamento. Até pouco tempo atrás os resultados da terapia eram desapontadores. O tratamento farmacológico trazia resultados questionáveis e as modalidades de tratamento cirúrgico até então utilizadas levavam a alguma melhora, porém à custa de seqüelas importantes(11). Recentemente, a utilização da toxina botulínica nas formas focais de distonia tem-se mostrado um método valioso, eficaz e não invasivo no tratamento dessas patologias(2,3,5). O objetivo deste artigo é chamar a atenção do meio médico para essa doença que atualmente conta com modalidade terapêutica segura e eficaz.

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