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Busca por: Ressecção artroscópica do cisto sinovial volar do punho: Técnica cirúrgica e série de casos*

Ressecção artroscópica do cisto sinovial volar do punho: Técnica cirúrgica e série de casos*

Ricardo Kaempf de Oliveira; João Pedro Farina Brunelli; Leohnard Roger Bayer; Márcio Aita; Gustavo Mantovani; Pedro José Delgado

Rev Bras Ortop. 2019;54(6):721-730 - Artigo Original

OBJETIVO Descrever a técnica e os resultados da artroscopia no tratamento cirúrgico dos cistos sinoviais volares no punho.
MATERIAIS E MÉTODOS Foram incluídos e analisados neste trabalho 21 pacientes submetidos a artroscopia para o tratamento de cisto sinovial volar no punho, no período entre janeiro de 2015 e maio de 2017, com avaliação completa e mínima de 6 meses. A técnica descrita foi indicada para os pacientes com dor e incapacidade funcional com duração de mais de quatro meses, sem melhora com o tratamento conservador, ou para aqueles com queixas estéticas e que apresentavam o cisto havia mais de três meses.
RESULTADOS A média de idade dos pacientes foi de 43,6 anos, sendo 16 (76%) do sexo feminino, e 5 (24%) do masculino. O tempo de seguimento médio entre a cirurgia e a avaliação final foi de 10,9 meses. Um total de 2 (9,6%) pacientes apresentaram dor leve e uma restrição da mobilidade no pós-operatório. Nos 18 (90,4%) pacientes restantes, houve melhora das queixas estéticas, recuperação funcional completa, e melhora completa da dor. Não houve recidivas ou infecções. Nenhum paciente necessitou ser submetido a nova cirurgia.
CONCLUSÕES A ressecção artroscópica do cisto sinovial volar mostrou-se uma técnica útil e segura. É um procedimento minimamente invasivo, com baixa morbidade e poucas complicações, sendo uma boa alternativa à técnica aberta.


Palavras-chave: doenças músculo-esqueléticas/cirurgia; articulação do punho; cistos ganglionares; artroscopia/utilização.

LIBERAÇÃO ARTROSCÓPICA DO NERVO SUPRAESCAPULAR:TÉCNICA CIRÚRGICA E AVALIAÇÃO DE CASOS CLÍNICOS

José Carlos Garcia Júnior; Ana Maria Ferreira Paccola; Cristiane Tonoli; José Luis Amin Zabeu; Jesely Pereira Myrrha Garcia

Rev Bras Ortop. 2011;46(4):403-407 - Artigo Original
Objetivo: Descrever uma técnica cirúrgica própria de descompressão artroscópica do nervo supraescapular (NSE) e avaliar seus resultados preliminares. Métodos: 10 ombros de nove pacientes foram operados com uma técnica que utiliza portais diferentes das técnicas conhecidas, não usa tração e faz uso de materiais disponíveis na rede pública de saúde. Resultados: 10 ombros de nove pacientes, sendo oito à direita e dois à esquerda, com média de idade de 69,5 anos, apresentaram mudança no escore UCLA de 11,7 para 26,1 no seguimento de 16,6 meses de pós-operatório. O questionário SF-36 teve pontuação de 122,9 e a escala bruta de dor de 88%. Conclusão: A descompressão artroscópica do NSE, segundo a técnica descrita, é reprodutível e menos traumática que as técnicas abertas. Os pacientes obtiveram melhora em vários parâmetros avaliados, principalmente no que se refere à dor. A descompressão artroscópica do NSE pode ser uma opção terapêutica para a patologia compressiva do NSE.Descritores - Compressão Nervosa; Descompressão Cirúrgica; Dor de Ombro; Artroscopia/métodos; Ombro.

DESCOMPRESSÃO ARTROSCÓPICA INDIRETA DO CISTO ESPINOGLENOIDAL COM NEUROPATIA DO SUPRAESCAPULAR: RELATO DE DOIS CASOS E REVISÃO DA LITERATURA

Marcos Rassi Fernandes; Rui José Fernandes

Rev Bras Ortop. 2010;45(3):306-311 - Relato de Caso
A compressão do nervo supraescapular é entidade rara e deve ser considerada no diagnóstico diferencial de pacientes com dor no ombro e déficit de rotação externa. O cisto espinoglenoidal pode ser a causa da compressão e a lesão do lábio posterossuperior da glenoide a hipótese mais provável que explica o seu aparecimento. A ressonância magnética e a eletroneuromiografia definem o diagnóstico. A descompressão artroscópica indireta do cisto e o reparo do lábio glenoidal permitem completa recuperação neurológica. Os autores relatam dois casos de paralisia isolada do músculo infraespinal causados pela compressão de cistos espinoglenoidais tratados por artroscopia, bem como sua avaliação pré e pós-operatória. Descritores - Escápula/inervação; Atrofia muscular/fisiopatologia; Síndromes de compressão nervosa/etiologia; Cistos/cirurgia; Artroscopia.

Compressão de nervo supra-escapular por cisto sinovial: relato de caso

ALEXANDRE HENRIQUE

Rev Bras Ortop. 2001;36(5):- - Relato de Caso
O nervo supra-escapular é ramo motor que tem origem no tronco superior, formado pelos ramos C5 e C6 do plexo braquial; inerva os músculos supra-espinhal e infra-espi-nhal e, durante seu trajeto pela escápula, passa por duas incisuras, que são locais onde o nervo pode sofrer compressão. No nível da incisura escapular superior a compressão pode ocorrer pelo ligamento escapular transverso ou por alteração da conformação óssea desta incisura. Já na incisura espinoglenoidal, a compressão também pode ser por um ligamento cuja incidência é variável, o ligamento espinoglenoidal ou escapular transverso inferior, ou por cisto sinovial, proveniente da região posterior da articulação glenoumeral(1-5). A história natural do cisto nesse local é desconhecida, mas geralmente é formado quando uma lesão labral ou capsular permite que o líquido sinovial saia posteriormente e, por um mecanismo de válvula, não retorna à cavidade articular, fazendo com que aumente de volume com o passar do tempo(1).

SÍNDROME DO CANAL DE GUYON CAUSADA POR CISTO SINOVIAL

Evandro Silva Ruas; Rodrigo Simões Castilho; Philipe Eduardo Carvalho Maia; Gustavus Lemos Ribeiro Melo

Rev Bras Ortop. 2010;45(6):623-626 - Relato de Caso
Apresentamos um caso de síndrome do canal de Guyon por um cisto sinovial no punho esquerdo de uma paciente do sexo feminino, de 48 anos. A paciente apresentava dor e parestesia na topografia do nervo ulnar, diminuição da força muscular e deformidade na mão esquerda. A eletroneuromiografia evidenciava compressão do nervo ulnar no nível do punho. Realizada a ressecção do cisto e descompressão do nervo no canal de Guyon. Após a cirurgia a paciente apresentou melhora da dor e da parestesia, além de aumento do trofismo muscular e correção da deformidade. Descritores - Síndromes de Compressão do Nervo Ulnar; Cisto Sinovial; Compressão Nervosa; Nervo Ulnar.

CISTO SINOVIAL PRÉ-TIBIAL APÓS RECONSTRUÇÃO DO LCA - RELATO DE CASO.

Luís Eduardo Pedigoni Bulisani, Erickson Bulisani.

Rev Bras Ortop. 2014;49(6):- - Relato de Caso
RESUMO
A reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) por via artroscópica vem sendo modernizada por novas técnicas cirúrgicas e novos materiais. Quando feita a fixação tibial com parafuso absorvível podem ocorrer complicaç ões, como a formação de um cisto pré-tibial. O caso em questão é de um paciente que apresentou um cisto sinovial anteromedial em joelho direito três anos após ter sido submetido a reconstrução do LCA. O paciente não apresentava dor ou outras queixas, apenas massa de aumento progressivo, com pioria após atividades físicas. Foram solicitados exames de imagem: radiografias simples do joelho que não apresentavam alteraç ões; e ressonância magnética com imagem anteromedial em joelho sugestiva de cisto sinovial. Apresentava bordas bem delimitadas e conteúdo líquido interno, com comunicação com a cavidade articular através do túnel tibial, sem apresentar alargamento ou absorção do túnel ósseo. Foram feitas ressecção cirúrgica do cisto e oclusão do túnel tibial com tampão ósseo, com posterior confirmação do diagnóstico de cisto sinovial após resultado do exame anatomopatológico. O paciente apresentou boa evolução clínica, com desaparecimento dos sintomas e retorno às atividades físicas.

Descritores - Ligamento cruzado anterior Complicaç ões pós-operatórias Cisto sinovial Parafuso ósseo

História natural do quisto sinovial do dorso do punho*

ARLINDO G. PARDINI JR., AFRÂNIO D. FREITAS, NICEIAS S. GUSMÃO FILHO

Rev Bras Ortop. 1998;33(3):- - Artigo Original

RESUMO

A etiologia do quisto sinovial é ainda controvertida. Por ser entidade benigna e não causar em geral qualquer incapacidade a seu portador, os autores resolveram fazer um estudo prospectivo avaliando a história natural dos quistos dorsorradiais do punho, apenas orientando os pacientes e observando-os periodicamente. Reviram 42 pacientes baseados em um protocolo-padrão e em seguimento médio de 45 meses. O quisto desapareceu completamente em 46,3% dos casos, diminuiu de volume em cerca de 5%, estacionou em 36,5%, porém sem qualquer queixa, e evoluiu em apenas 12% dos pacientes. Mais de 87% dos pacientes estavam satisfeitos com o tratamento conservador, trabalhando e executando normalmente suas atividades da vida diária.

Reconstrução artroscópica do ligamento cruzado anterior com enxerto do tendão quadricipital: estudo das características dimensionais do tendão e da técnica cirúrgica *

MARCOS JOSÉ CORTELAZO; MOISÉS COHEN; LUIZ AURÉLIO MESTRINER; MÁRIO CARNEIRO FILHO

Rev Bras Ortop. 2002;37(6):- - Artigo Original
Os autores apresentam um estudo da reconstrução do LCA, utilizando o terço central do tendão quadricipital como enxerto autólogo. São analisadas as características dimensionais do tendão e é proposta uma técnica padrão para a retirada e preparação do enxerto, bem como sua fixação. O material é constituído por 26 pacientes, 26 joelhos. O tempo de seguimento variou de dois a 27 meses, com média de 10 meses. Ao ser retirado o enxerto, foi utilizada a espessura total do tendão e não houve a necessidade de preservar a bolsa sinovial subquadricipital. O comprimento médio encontrado do tendão foi de 84mm, a largura média de 32mm e a espessura média de 7mm, considerados satisfatórios, conferindo ao tendão quadricipital características favoráveis à sua utilização como enxerto para a cirurgia de reconstrução do LCA. A avaliação das reconstruções, com relação à diminuição da frouxidão dos joelhos, foi realizada pelo exame clínico, que utilizou as manobras da gaveta anterior em rotação neutra, de Lachman e do pivot-shift. Os resultados mostraram-se satisfatórios e houve tendência a menor frouxidão nos joelhos, cuja fixação tibial foi associada ao enxerto ósseo colocado sob pressão.

Síndrome do canal de Guyon por cisto sinovial: relato de caso*

ANTONIO SEVERO; OSVANDRÉ LECH; LUIZ EDUARDO SILVA; HENRIQUE AYZEMBERG

Rev Bras Ortop. 2003;38(7):- - Relato de Caso
Um caso de síndrome do canal de Guyon por cisto sinovial no punho esquerdo de uma paciente feminina de 39 anos é descrito. A mesma referia dor constante, perda da força e parestesias na região hipotenar com irradiação para o quarto e quinto dedos da mão esquerda. A dor iniciou espontaneamente sem história de trauma há um ano. Realizou tratamento conservador por um ano sem obter melhora. As imagens radiográficas eram normais. A eletroneuromiografia mostrou diminuição na velocidade de condução do nervo ulnar no punho. Procedeu-se à descompressão e ressecção cirúrgica completa do cisto sinovial. Após a cirurgia, houve alívio da dor e das parestesias. Mas mesmo com um ano e seis meses de evolução o déficit motor se manteve, permanecendo a atrofia da musculatura intrínseca da mão.

Cisto aneurismático distal de rádio: ressecção e transplante proximal de fíbula

MAX R. F. RAMOS; ROSSANA R. M. RAMOS; LUÍS A. M. SANTOS

Rev Bras Ortop. 1998;33(7):- - Relato de Caso
Os autores apresentam o tratamento de um paciente do sexo feminino com cisto ósseo aneurismático em extremidade distal do rádio pela técnica de ressecção extracapsular e transplante da porção proximal da fíbula ipsilateral. Discutem a técnica e o resultado obtido com o tratamento proposto.

Osteoma osteóide: planejamento diagnóstico e técnica cirúrgica*

PEDRO PÉRICLES RIBEIRO BAPTISTA; JOSÉ DONATO DE PRÓSPERO; FLORINDO VOLPE NETO; GIANCARLO CAVALLI POLESELLO; MANOEL GENN DE ASSUNÇÃO BARROS; MARCOS SANMARTIN FERNANDEZ; CLAUDIO LUZ SAAB

Rev Bras Ortop. 1996;31(11):- - Artigo Original
Os autores relatam como conduzem os casos de osteoma osteóide, expondo técnica que ajuda na localização do nicho durante ato cirúrgico. Nos casos de intensa esclerose, em que o nicho não é visível radiograficamente, fazem orifício na cortical, tentando marcar o centro da lesão. A seguir, realizam tomografia computadorizada para avaliar a exata localização dessa perfuração, podendo-se medir a distância do orifício ao centro da lesão. Assim, ter-se-á maior probabilidade de êxito para retirar todo o nicho, ressecando o mínimo de osso sadio, evitando complicações e diminuindo o tempo cirúrgico.

Avaliação funcional do reparo de lesões labrais circunferenciais da glenoide - Série de casos

Alexandre Tadeu do Nascimento e Gustavo Kogake Claudio

Rev Bras Ortop. 2016;51(5):555-560 - Artigo Original
    Objetivo: Avaliar os resultados clínicos dos pacientes submetidos a reparo artroscópico de lesão labral circunferencial. Métodos: Estudo retrospectivo de 10 pacientes submetidos ao reparo artroscópico de lesão labral circunferencial do ombro de setembro de 2012 a setembro de 2015. Os pacientes foram avaliados pelo escore de Carter-Rowe, pelo escore de Dash, pelo escore de Ucla, pela classificação visual analógica de dor (EVA) e pelo Short-Form 36 (SF36). A média de idade na cirurgia foi de 29,6 anos. O seguimento médio foi de 27,44 (variação de 12-41,3) meses. Resultados: A média dos escores foi de 16 pontos no Dash; 32 pontos no Ucla, seis (60%) resultados excelentes, três (30%) bons e um ruim (10%); 1,8 ponto na EVA, nove (90%) dores leves e um (10%) dores moderadas; SF-36 de 79,47; e na escala de Rowe 92,5 pontos, nove (90%) resultados excelentes e um (10%) bom. Degeneração articular esteve presente em um (10%) caso, de grau 1. Não observamos complicações significativas, a não ser a artrose glenoumeral grau 1, desenvolvida no pós-operatório de um paciente. Conclusão: O reparo artroscópico da lesão labral circunferencial do ombro com o uso de âncoras absorvíveis é eficaz, com melhoria de todos escores aplicados, e apresenta baixos índices de complicação. Os casos associados a luxação glenoumeral apresentam menor dor residual em longo prazo.

Osteotomias posteriores de três colunas para tratamento de cifose dorsal rígida - Série de casos

Marcelo Simoni Simões; Ernani Vianna de Abreu; Bruno Costamilan Winkler

Rev Bras Ortop. 2017;52(2):189-196 - Artigo Original
    Objetivo: Avaliar os resultados e as complicações de uma série de pacientes submetidos a osteotomias das três colunas por abordagem posterior para correção de casos complexos de deformidade cifótica dorsal rígida. Métodos: Revisão dos prontuários e das imagens de 15 casos consecutivos de osteotomias de subtração pedicular, osteotomias osso-disco-osso ou vertebrectomias posteriores totais, com registro das etiologias, tipo e nível de osteotomia, extensão da fixação, complicações e medidas pré- e pós-cirúrgicas das curvas sagitais e dos parâmetros pélvicos. Resultados: Foram feitas seis osteotomias de subtração pedicular, uma em duas vértebras adjacentes e duas osso-disco-osso e sete vertebrectomias posteriores totais, duas em duas vértebras adjacentes. As médias de correção foram de 39,3? para a cifose angular e 33,9? para a cifose dorsal total. As correções foram semelhantes, independentemente do tipo de osteotomia usado, do segmento espinhal operado ou da abordagem em um ou dois níveis, mas isso pode ser efeito da amostra. Ocorreram oito complicações em seis pacientes (40% dos casos), duas clínicas, cinco cirúgicas precoces e uma cirúrgica tardia (mais de 90 dias após a cirurgia). Houve três reoperações com menos de um ano da cirurgia inicial e um caso de paraparesia mantida. As complicações clínicas foram resolvidas sem sequelas maiores. Não houve perda de correção significativa durante o segmento, exceto em dois casos de falha mecânica maior por fratura de segmento juncional. Conclusão: Embora sejam procedimentos complexos, agressivos e sujeitos a complicações, as osteotomias com ressecção das três colunas são altamente eficazes na correção das defor midades cifóticas rígidas e seguras o bastante para justificar seu uso em casos selecionados  

Osteoma osteoide - Tratamento com radioablação guiada por tomografia computadorizada: uma série de casos

Rosana Raquel Endo,; Natalia Fabris Gama; Suely Akiko Nakagawa; Chiang Jeng Tyng; Wu Tu Chung; Fábio Fernando Eloi Pinto

Rev Bras Ortop. 2017;52(3):337-343 - Artigo Original
    O osteoma osteoide é um tumor ósseo primário benigno que acomete mais o sexo masculino na segunda e terceira décadas da vida. Radiograficamente, caracteriza-se por um nicho radiolucente cercado por osso esclerótico reativo, principalmente em ossos longos da extremidade inferior. Clinicamente, apresenta uma dor persistente de longa duração, com pioria noturna e melhoria com salicilatos. Embora possa ser uma lesão autolimitada, com duração média de três anos, a ressecção da lesão é uma opção de tratamento devido à intensidade da dor e intolerância ao uso prolongado de anti-inflamatórios não hormonais. Sua suspeita diagnóstica baseia-se principalmente na história clínica e nos achados radiográficos, a confirmação é feita pelo estudo anatomopatológico. O tratamento cirúrgico clássico é a excisão cirúrgica completa do nicho, porém são descritas desvantagens como a dificuldade para a localização intraoperatória da lesão, risco de fratura durante o procedimento, tempo de internação hospitalar para controle álgico e resultado estético desfavorável. Relatamos uma série de casos tratados com termoablação por radiofrequência guiada por tomografia computadorizada em nosso serviço. Trata-se de um método percutâneo seguro e eficaz que tem como objetivo a cura, minimiza o trauma e a morbidade do procedimento, quando comparado com o método convencional de ressecção em bloco.

Cisto ósseo aneurismático do retropé: relato de dois casos

Alexandre Luiz Dal Bosco,; Marcos Ceita Nunes; Jung Ho Kim; Luis Gustavo Calieron e Rubens Rosso Nadal

Rev Bras Ortop. 2018;53(2):257-265 - Relato de Caso

Os tumores do retropé são raros na literatura, o diagnóstico é difícil e muitas vezes é feito pelo profissional menos experiente. Acrescente-se a isso o fato de o tratamento cirúrgico e a reconstrução serem complicados pela intrincada anatomia local. Essas lesões são desafiadoras para o ortopedista oncológico. Relatamos dois casos de cisto ósseo aneurismático do retropé e nossas opções e particularidades na condução deles de acordo com os princípios oncológicos. Nas lesões tumorais do retropé é importante a suspeita diagnóstica precoce, bem como o estadiamento adequado e a condução do caso de acordo com os princípios oncológicos, preferencialmente pelo ortopedista oncológico.


Palavras-chave: Aneurisma; Cistos ósseos; Doenças do pé; Neoplasias ósseas.

Estudo artroscópico da articulação do punho: experiência com 20 casos

RONALDO J. AZZE; RAMES MATTAR JR.; EMYGDIO J. L. DE PAULA; REGINA STARCK; ANTÔNIO C. CANEDO

Rev Bras Ortop. 1993;28(4):- - Artigo Original
Os autores apresentam sua experiência clínica inicial da artroscopia de punho com finalidade terapêutica e diagnóstica. Este estudo artroscópico foi realizado em 20 punhos (19 pacientes), com dor há mais de quatro meses e sem diagnóstico firmado. Apresentam o instrumental e a técnica utilizados para o exame. Dos 20 punhos estudados, 16 evoluíram para completo desaparecimento da dor, dois com melhora da sintomatologia e dois sem mudança do quadro. O tempo de evolução variou de 11 a 42 meses após a artroscopia, com média de 20,75 meses. Não houve qualquer tipo de complicação com o método empregado.

Tumores benignos que afetam o nervo mediano. Relato das estratégias cirúrgicas e diagnósticas na série de casos

Gabriel Costa Serrão de Araújo; Kátia Tôrres Batista; Ulises Prieto y Schwartzman

Rev Bras Ortop. 2018;53(2):192-199 - Artigo Original

OBJETIVO: Descrever as estratégias adotadas nesta instituição para o diagnóstico e tratamento de pacientes com tumores benignos que afetam o nervo mediano.
MÉTODOS: Um estudo de revisão retrospectivo foi feito com todos os pacientes operados entre 2010 e 2015. Foram analisados histologia, sintomas, exames complementares, técnicas cirúrgicas aplicadas e características demográficas.
RESULTADOS: O estudo incluiu 54 pacientes. Observaram-se três casos de neurofibromas, seis schwannomas, 15 hamartomas lipofibromatosos, três hemangiomas, 12 lipomas, um fibro-histiocitoma benigno e 14 cistos sinoviais. Em 33 casos, foi feita ressecção tumoral completa; em cinco, ressecção parcial; em um, ressecção segmentar de nervo; em oito, descompressão de nervo; e em oito, amputação de macrodactilia.
CONCLUSÕES: As recomendações mais importantes no que diz respeito ao tratamento de tumores benignos do nervo mediano estão relacionadas aos sintomas clínicos, ao crescimento tumoral e à natureza tumoral. A abordagem cirúrgica levou a bons resultados funcionais em 60% dos pacientes. No entanto, hamartomas lipofibromatosos, hemangiomas e neurofibromas foram associados ao déficit funcional pré-operatório. Pode-se inferir que o diagnóstico e o tratamento desses tumores devem ser feitos de forma precoce.


Palavras-chave: Nervo mediano; Neoplasias do sistema nervoso periférico; Neoplasmas de partes moles.

Nova técnica cirúrgica para o tratamento da artrite trapezometacarpiana*

MARCELO ROSA DE REZENDE; LUÍS SCHEKER; RAMES MATTAR JÚNIOR; RONALDO JORGE AZZE; JAN RICHARD ROST; ISANIO VASCONCELOS MESQUITA; EMYGDIO J. L. DE PAULA; LUIZ K. KIMURA; SÉRGIO OKANE; RAPHAEL MARTUS MARCON

Rev Bras Ortop. 1998;33(12):- - Artigo Original
Descreve-se uma nova técnica para o tratamento da artrite trapezometacarpiana (rizartrose), que consiste na retirada do trapézio seguida da reconstrução dos ligamentos oblíquo anterior, intermetacárpico e dorsorradial, uti-lizando-se a metade radial do flexor radial do carpo. Des-sa forma, obtém-se boa estabilização do polegar, sem o comprometimento de sua amplitude articular, o que leva a concluir sobre sua eficácia no tratamento da rizartrose.

VERTEBROPLASTIA PERCUTÂNEA: UMA EFETIVA TÉCNICA CIRÚRGICA MINIMAMENTE INVASIVA

NICOLAS GERARDO GÓMEZ CORDERO; JESUS OVÍDIO ROBERTO GÓMEZ CORDERO; LUÍS ALFREDO GÓMEZ VIEIRA

Rev Bras Ortop. 2008;43(1/2):15-22 - Artigo Original
Apresentar a nossa experiência no Hospital Português da Bahia com a vertebroplastia percutânea, observando a evolução clínica e radiográfica dos pacientes. Métodos: Foram analisados, retrospectivamente, os dados de 25 pacientes com fraturas por compressão dos corpos vertebrais, cinco homens e 20 mulheres com idade entre 65 e 88 anos de idade, submetidos à vertebroplastia percutânea entre 2003 e 2006, observando-se seus resultados e complicações. Os critérios de inclusão consistiram em: dor intensa na coluna vertebral com impotência funcional conseqüente à fratura recente; falha no tratamento conservador - medicação analgésica e fisioterapia - e pacientes com estabilidade clínica compatível com a submissão de procedimento anestésico. Entre os pacientes, 22 apresentavam fraturas resultantes de osteoporose, um era portador de hemangioma, outro apresentou fratura por linfoma e dois sofreram fratura vertebral por mieloma múltiplo. Os pacientes foram acompanhados semanalmente no primeiro mês e a cada três meses, com um mínimo de 12 meses e um máximo de 36 meses após o procedimento percutâneo. A avaliação quanto à dor, atividade de vida diária e necessidade do uso de analgésicos foi realizada por um dos autores, baseada em questionário subjetivo para tal, previamente elaborado. Resultados: Foram observados resultados clínicos de excelentes a bons em 23 pacientes (92%) e regulares a maus em dois pacientes (8%). Houve deterioração por complicação em um caso. Todos os pacientes (100%) retornaram às suas atividades prévias; quatro pacientes (16%) mudaram a prática das suas atividades de vida diárias. Conclusão: A vertebroplastia percutânea é uma técnica cirúrgica minimamente invasiva que proporcionou, em nossa casuística, rápido e significativo alívio da dor e melhora da qualidade das atividades de vida diária dos pacientes submetidos a esse procedimento.Descritores - Fratura da coluna vertebral; Osteoporose; Coluna vertebral / cirurgia.

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