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Busca por: Avaliação de custo e segurança da Artroplastia Total do Joelho Bilateral Simultânea versus Unilateral*

Avaliação de custo e segurança da Artroplastia Total do Joelho Bilateral Simultânea versus Unilateral*

José Humberto de Souza Borges; Paulo Lobo Júnior; Darlan Malba Dias; Miguel Fernando Ferreira da Silva; Anderson Freitas; Thaiane Araújo

Rev Bras Ortop. 2019;54(6):709-713 - Artigo Original

OBJETIVO Medir o custo das artroplastias totais de joelho simultâneas, assim como o tempo de internação total e em unidade de tratamento intensivo (UTI), complicações perioperatórias e necessidade de hemotransfusão comparativamente ao procedimento unilateral, num hospital de referência, no Distrito Federal, Brasil.
MÉTODO O presente artigo trata-se de um estudo retrospectivo de análise dos prontuários de pacientes admitidos para a realização de artroplastia total de joelho uni ou bilateral realizadas entre junho de 2011 e março de 2017. Foram incluídos para o estudo 74 prontuários de pacientes para avaliação de dados como custo total do procedimento, comorbidades, complicações, dias de internação e necessidade de hemotransfusão.
RESULTADOS Uma incidência significativamente maior de trombose venosa profunda (TVP) foi encontrada nos procedimentos unilaterais. Em relação aos outros dados não foram encontradas diferenças estatisticamente significantes nos custos relativos, nem na necessidade de hemotransfusão.
CONCLUSÃO Não houve aumento nos custos nem nas complicações do procedimento de substituição articular bilateral do joelho num mesmo momento em relação ao procedimento unilateral, corroborando com a maioria da literatura.

Palavras-chave: artroplastia do joelho; joelho; morbidade; custos e análise de custo; complicações pós-operatórias.

Incidência de hemotransfusão na artroplastia total primária unilateral do joelho

MARCIO CARPI MALTA; GERALDO MOTTA; JOÃO MAURÍCIO BARRETTO; MARCOS ANTONIO DOS SANTOS LOPES

Rev Bras Ortop. 2000;35(10):- - Artigo Original
Cento e doze joelhos de 105 pacientes foram submetidos à artroplastia total primária unilateral, utilizando-se três vias de acesso: subvasto, transquadricipital medial e transquadricipital lateral. Noventa e um pacientes (98 joelhos) tinham como doença de base a osteoartrose e 14 pacientes, artrite reumatóide. A incidência de hemotransfusão nas cirurgias foi de 8%. No grupo dos pacientes com osteoartrose e que não foram transfundidos, não houve diferença na variação do hematócrito devida à cirurgia, comparando-se estas variações nas três vias de acesso utilizadas. As doenças de base não exerceram influência sobre a incidência de hemotransfusão.

Fratura bilateral do fêmur distal após artroplastia total do joelho

Fabrício Bolpato Loures; Jorge Rafael Wenck Motta,Rodrigo Sattamini Pires e Albuquerque; João Maurício Barretto; Naason Trindade Cavanellas

Rev Bras Ortop. 2016;51(5):606-609 - Relato de Caso
    O número de artroplastias totais do joelho tem aumentado de forma exponencial e suas indicac¸ões têm sido ampliadas. O procedimento apresenta complicac¸ões desafiadoras ao cirurgião ortopédico e potencialmente catastróficas para o paciente. Os autores relatam um raro caso de fratura periprotética do joelho, bilateral e simultânea e discutem os fatores causais, as possíveis condutas e a profilaxia.

Perfil social e análise de custo da infecção pós-operatória da artroplastia total do quadril

Vera Lucia Frazão; Helder de Souza Miyahara; Ricardo Akihiro Kirihara; Ana Lucia Lei Munhoz Lima; Alberto Tesconi Croci; José Ricardo Negreiros Vicente,

Rev Bras Ortop. 2017;52(6):720-724 - Artigo Original
    Objetivo: Caracterizar o perfil socioeconômico e demográfico de pacientes submetidos à cirurgia de revisão de artroplastia total do quadril por diagnóstico de infecção protética profunda. Métodos: Análise de 20 pacientes internados entre 2009 e 2010 pelo Grupo de Quadril com diagnóstico de infecção protética profunda cujo tratamento proposto foi cirúrgico. O trabalho foi feito com preenchimento na presença do paciente de dois formulários aplicados pela assistente social do grupo. Resultados: Na amostra de 20 pacientes, 40% pertenciam ao sexo masculino, 45% estavam em idade produtiva, 50% eram originários da capital, 85% previdenciários, 70% aposentados, 60% provenientes do próprio hospital e 40% de outros serviços. A média de custo dos pacientes ao sistema público foi de R$ 55.821,62 por paciente, o gasto total no tratamento dos pacientes do estudo totalizou R$ 1.116.432,40. Conclusão: Conclui-se que a artroplastia total do quadril infectada gera um grande gasto ao sistema previdenciário e ao sistema de saúde público, deve-se, portanto, sempre atentar para os possíveis fatores de risco e cuidados perioperatórios para que esse problema seja evitado.

RUPTURA BILATERAL E SIMULTÂNEA DO MECANISMO EXTENSOR DO JOELHO EM UM PRÉ-ADOLESCENTE

Rodrigo P. Albuquerque, Vincenzo Giordano, Maria P. Albuquerque, Antonio Carlos P. Carvalho, Ney P. Amaral, João Mauricio Barreto

Rev Bras Ortop. 2012;47(5):- - Relato de Caso

RESUMO

A ruptura do tendão patelar de um lado e um sleeve fracture contralateral em um pré-adolescente são uma lesão rara. Nós relatamos um caso em um pré-adolescente que caiu enquanto saltava durante uma partida de futebol. Não foram diagnosticados fatores predisponentes. As lesões foram tratadas com os reparos cirúrgicos e suturas transósseas. O objetivo desta pesquisa foi apresentar um caso de ruptura concorrente e espontânea do mecanismo extensor do joelho em um pré-adolescente.

Descritores - Ligamento Patelar; Joelho; Ruptura Espontânea; Adolescente.

Ruptura bilateral total do aparelho extensor do joelho

Diogo Lino Moura,; José Pedro Marques; João Páscoa Pinheiro; Fernando Fonseca

Rev Bras Ortop. 2017;52(6):658-662 - Artigo Original
    Objetivo: As rupturas bilaterais do tendão extensor do joelho são raras e só foram publicadasna forma de relatos de casos ou de pequenas séries.Métodos: Sete pacientes (14 rupturas do tendão extensor do joelho) foram avaliados pelomesmo examinador após um período mínimo de um ano de pós-operatório. Foram feitasavaliações clínicas e radiográficas. Para a análise estatística, o nível de significância foi fixadoem 0,05.Resultados: A lesão mais comum foi ruptura do tendão patelar (n = 9; 64,29%) seguida deruptura do tendão do quadríceps (n = 5, 35,71%). A intrassubstância foi a localização maisacometida (57,15%), seguida pela junção miotendinosa (21,43%) e pela inserção óssea pate-lar (21,43%). As rupturas do tendão do quadríceps foram mais prevalentes em pacientescom mais de 50 anos; por outro lado, as rupturas do tendão patelar tenderam a ocorrer emindivíduos mais jovens. À exceção de um paciente, todos os demais apresentavam reco-nhecidos fatores de risco para degeneração e ruptura tendínea: 75% dos casos sofriam dedoenças, 50% tinham histórico de uso e/ou abuso de drogas e 37,5% apresentavam simul-taneamente histórico de doença e uso de drogas. Os valores médios obtidos para a ADMde flexão foram de 124,6?± 9,43 (110-140?); no escore de Kujala, os valores médios foramde 89,57 ± 6,02 (78-94). Mais da metade dos pacientes se queixou de dor residual e fraquezamuscular no quadríceps. A idade média dos indivíduos que se queixaram de dor residualera menor.Conclusão: As rupturas bilaterais do tendão nas rupturas do aparelho extensor do joelho sãolesões raras e graves e na maioria dos casos estão associadas a fatores de risco. O reparocirúrgico precoce e a instauração de um programa de reabilitação intensiva para ruptu-ras bilaterais do tendão extensor do joelho podem levar resultados funcionais satisfatóriosem médio e longo prazo, apesar dos níveis não negligenciáveis de dor residual, fraquezamuscular no quadríceps e atrofia.

FRATURAS PERIPROTÉTICAS EM ARTROPLASTIA TOTAL DE JOELHO

Paulo Gilberto Cimbalista de Alencar; Giovani De Bortoli; Inácio Facó Ventura Vieira; Christiano Saliba Uliana

Rev Bras Ortop. 2010;45(3):230-235 - Atualizaçao
A associação do maior número de artroplastias totais de joelho com a maior expectativa de vida da população tem levado a mais complicações de longo prazo, que se somam à baixa qualidade óssea dos pacientes mais idosos e culminam, muitas vezes, em fraturas periprotéticas. Este complexo problema ortopédico tem apresentação clínica muito variável, podendo acometer quaisquer dos ossos do joelho e levar a resultados desastrosos, em virtude de sua difícil solução. O seu tratamento exige do ortopedista amplo conhecimento tanto de técnicas de artroplastia como de osteossíntese, além de elaborado arsenal terapêutico como, por exemplo, acesso a banco de ossos. Descritores - Fraturas periprotéticas; Artroplastia do joelho; Atualização.

NAVEGAÇÃO NA ARTROPLASTIA TOTAL DO JOELHO

Roberto Freire da Mota e Albuquerque

Rev Bras Ortop. 2011;46(1):18-22 - Atualizaçao
A navegação foi o avanço mais significativo na instrumentação da artroplastia total do joelho na última década. Confere ao cirurgião uma ferramenta de precisão na execução da operação, a possibilidade de simulação intraoperatória e o controle objetivo de vários parâmetros e referências anatômicas e cirúrgicas. Desde os primeiros sistemas que controlavam basicamente o alinhamento dos cortes ósseo em referência ao eixo mecânico do membro inferior, vários outros passos foram sendo incorporados, como a rotação dos componentes, o balanço ligamentar e a simetria dos espaços de flexão e extensão, entre outros. Sua eficácia como instrumento de precisão com capacidade efetiva de promover um melhor alinhamento do eixo do membro inferior está amplamente comprovada na literatura; entretanto, o real valor do alinhamento otimizado e o impacto da navegação sobre os resultados clínicos e a longevidade da artroplastia ainda estão por serem estabelecidosDescritores - Joelho; Artroplastia; Navegação; Cirurgia Assistida por Computador.

Artroplastia total de joelho em pacientes obesos

MAURO MEYER; BERNARD FÁBIO MEYER; ERNO THOBER

Rev Bras Ortop. 2000;35(3):- - Artigo Original
Utilizando o índice de massa corporal (IMC), os autores classificaram 18 pacientes como obesos entre 112 que se submeteram à artroplastia total do joelho durante o ano de 1998. Analisaram o IMC atual comparado com o da véspera do procedimento e o grau de atividade física. Constataram que os pacientes obesos conseguem reduzir o IMC após a artroplastia e aumentar as suas atividades físicas a níveis anteriores ao do início da patologia. Unitermos - Índice de massa corporal (IMC); obesidade; artroplastia total de joelho

Revisão de artroplastia total do joelho*

LAIS TURQUETO VEIGA; ALFREDO M. VILLARDI; IDEMAR M. DA PALMA

Rev Bras Ortop. 2001;36(1/2):- - Artigo Original
No período entre agosto de 1996 e outubro de 1999, os autores realizaram 25 revisões de artroplastia total de joelho em 24 pacientes. A idade variou de 65 a 86 anos, com média de 73 anos. Vinte e um pacientes eram do sexo feminino. Das artroplastias primárias, 11 eram AMK; cinco, Freeman; três, PCA; duas, Osteonics; duas, Baumer; uma, LCS; e uma, Alone. A principal causa da revisão foi o afrouxamento da plataforma tibial em 13 pacientes (52%). Nas revisões foi utilizado o Coordinate Revision Knee System, com os resultados avaliados pelo New Jersey Score, sendo considerados excelentes em 28% dos casos, bons em 56%, regulares em 12% e insuficientes em 4%. Os autores concluem que o sistema Coordinate mostrou-se confiável, proporcionando resultados bastante satisfatórios nas revisões de artroplastia total do joelho.

Artroplastia total do joelho em osteoartrose*

LUIZ AURÉLIO MESTRINER; JOSÉ LAREDO FILHO

Rev Bras Ortop. 1993;28(1/2):- - Artigo Original
Os autores apresentam um estudo a curto prazo da utilização da prótese condilar total com estabilização posterior (PCT-EP) em 21 pacientes e 26 joelhos artrosicos. Os resultados são analisados segundo a escala padrão de pontuações doHospital for Special Surgery,com atenção especial aos parâmetros dor, instabilidade, função e arco de movimento. O tempo de seguimento variou de seis a 42 meses (média de 18,7) e os resultados foram classificados em excelentes e bons em 80,8%, reguIares em 3,8% e maus em 15,4%. As complicações locais e loco-regionais, tais como necrose de pele e deiscência de sutura (19%) e infecção (3,8%), tiveram influência importante nos resultados. A conclusão é que este tipo de artroplastia se mostrou satisfatório tanto em relação aos parâmetros funcionais como à técnica de implantação.

Acesso subvasto para artroplastia total do joelho

JOÃO MAURÍCIO BARRETTO, MÁRCIO C. MALTA, GERALDO ROCHA MOTTA, CLAUDIA ROCHA CALDAS, LUIZ EDUARDO CARDOSO AMORIM

Rev Bras Ortop. 1998;33(5):- - Artigo Original

Os autores relatam sua experiência com o acesso sub-vasto em 63 artroplastias primárias do joelho, em pacientes sem desvio de eixo ou com deformidade em varo. Em apenas um paciente houve impossibilidade de adequada exposição articular. Consideram ser essa uma abordagem segura e ressaltam o fato de ser acesso mais anatômico que o transquadricipital, com possíveis vantagens vasculares e funcionais.

Tromboprofilaxia na artroplastia total do joelho*

Julio Cesar Gali; Danilo Bordini Camargo

Rev Bras Ortop. 2019;54(1):1-5 - Artigo de Revisao

Os autores descrevem uma atualização dos principais métodos de prevenção da trombose venosa profunda após artroplastia total do joelho, classificados em métodos mecânicos e farmacológicos. Reportam as principais drogas usadas, dosagem, riscos e benefícios comparativos.


Palavras-chave: prótese total de joelho; complicações; trombose venosa; prevenção

POLIETILENO TIBIAL MÓVEL NA ARTROPLASTIA TOTAL DO JOELHO

Hugo Alexandre de Araújo Barros Cobra; Idemar Monteiro da Palma

Rev Bras Ortop. 2009;44(6):475-478 - Atualizaçao
O desgaste do polietileno tibial utilizado nas artroplastias de joelho origina partículas que, quando fagocitadas, dão início à cascata de eventos biológicos que levam à osteólise e consequente afrouxamento dos componentes da prótese. Assim sendo, alternativas para o polietileno têm sido pesquisadas com o objetivo de minimizar o desgaste e, com isso, aumentar a durabilidade das artroplastias. Uma dessas opções é a utilização de polietilenos tibiais móveis, que apresentam maior conformidade do que os polietilenos fixos, ao mesmo tempo em que permitem autoalinhamento rotacional entre os componentes, melhorando, dessa forma, a cinética e a cinemática da prótese. São apresentados aqui, de forma resumida, porém abrangente, o conceito, os fundamentos biomecânicos, as indicações, os resultados esperados e complicações dos polietilenos tibiais móveis nas artroplastias totais do joelho. Descritores - Joelho; Biomecânica; Artroplastia; Polietileno.

DOR NO JOELHO APÓS ARTROPLASTIA TOTAL - UMA ABORDAGEM SISTEMATIZADA

Wilson Mello Alves Júnior; Eduardo Zaniol Migon; Jose Luis Amim Zabeu

Rev Bras Ortop. 2010;45(5):384-391 - Atualizaçao
A artroplastia total de joelho (ATJ) é um procedimento reconhecidamente bem sucedido. O envelhecimento da população e a crescente demanda de qualidade de vida têm aumentado muito a indicação do procedimento. Entretanto, a ATJ apresenta algumas complicações que ainda carecem de uma resolução definitiva. A dor após a ATJ ocorre por uma miríade de causas, as quais devem ser sistematicamente pesquisadas a fim de se obter um diagnóstico e tratamento corretos. História, exame físico, exames laboratoriais e de imagens devem todos ser incluídos nessa propedêutica e repetidos até que uma razão plausível seja apontada, já que a indicação de revisão apenas pela dor pode ter resultados catastróficos. Descritores - Artroplastia total do joelho; Diagnóstico.

INFECÇÃO EM ARTROPLASTIA TOTAL DE JOELHO: DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

Lúcio Honório de Carvalho Júnior; Eduardo Frois Temponi; Roger Badet

Rev Bras Ortop. 2013;48(5):389-396 - Atualizaçao
 Infeccão após artroplastia total do joelho (IATJ) é complicação incomum. Está associada a aumento da morbimortalidade e dos custos de internação. Cocos gram-positivos, sobretudo Staphylococcus coagulase-negative e Staphylococcus aureus, são os germes mais comumente isolados (> 50% de todos os casos). Condições ligadas ao paciente, ao procedimento cirúrgico e mesmo ao pós-operatório têm sido identificadas como fatores de risco para IATJ. Vários são os métodos complementares que se somam à investigação clínica para o diagnóstico infeccioso e melhor caracterização do quadro. O tratamento para a IATJ deve ser individualizado, mas geralmente envolve a combinação da antibioticoterapia sistêmica com o tratamento cirúrgico. A troca do implante em um ou dois estágios é o procedimento de escolha. Desbridamento com retenção da prótese é opção em casos agudos, com implantes estáveis e com germes sensíveis aos agentes antimicrobianos. Descritores - Antibacterianos Artroplastia do joelho Desbridamento Infecção

Abordagens cirúrgicas para artroplastia primária total de joelho

ANTONIO AUGUSTO MENEGAZ DE BEM; JOÃO LUIS ELLERA GOMES; LUIZ ROBERTO STIGLER MARCZYK

Rev Bras Ortop. 2003;38(11/12):- - Atualizaçao
O sucesso da artroplastia total do joelho com implante (prótese total) depende muito da escolha da incisão cirúrgica a ser adotada. O objetivo da incisão cirúrgica é permitir boa abordagem, tanto da parte distal do fêmur como da proximal da tíbia, sem esquecer a superfície articular da patela. Mas isso não ocorre se problemas de suplência vascular e nervosa, bem como desestabilização do mecanismo extensor do joelho, vierem a ocorrer. Para que essa escolha seja a mais adequada para cada caso em questão, é preciso que se conheçam as vantagens e desvantagens de cada uma das diferentes abordagens propostas na litera-tura. Só assim poderão ser contornados os problemas relacionados com deformidades angulares (valgo, varo, recurvato e antecurvato), rapidez de recuperação e minimização das complicações pós-operatórias. A proposta deste trabalho é fornecer subsídios para que os cirurgiões ortopedistas façam sua opção com convicção e mais segurança.

Abordagem "subvastus" em artroplastia total de joelho: nota técnica*

MAURO MEYER; JAIME WAGECK; PAULO ROCKETT; ERNO THOBER

Rev Bras Ortop. 1998;33(12):- - Nota Técnica
Os autores apresentam sua experiência em 11 pacientes com a abordagem subvastus na artrotomia do joelho para a artroplastia total, comparando os resultados com os últimos 11 joelhos operados com a abordagem parapatelar interna tradicional. Poupando a inserção do músculo vasto medial ao tendão quadricipital, o pós-operatório tem demonstrado importantes vantagens na recuperação funcional do joelho operado quando comparado com a abordagem parapatelar interna.

Artroplastia total do joelho com e sem substituição da patela

LAIS TURQUETO; ALFREDO VILLARDI; EDILBERTO RAMALHO LEITE; IDEMAR M. DA PALMA; JAIME VAN H. TEJADA

Rev Bras Ortop. 1994;29(5):- - Artigo Original
Os autores revisaram 48 pacientes submetidos à artroplastia total do joelho, operados no HTO-RJ, no período de agosto de 1989 a março de 1992. Utilizamos em todos os casos a prótese "Anatomic Modular Knee" (AMK). O objetivo deste trabalho é o confronto dos resultados entre o grupo em que utilizamos o componente patelar (grupo 1) e aquele em que este não foi utilizado (grupo II). Nesta série, não incluímos os casos de doença reumatóide, já que é conduta padronizada em nosso serviço utilizarmos a substituição patelar de rotina nesses casos. A indicação de artroplastia total ocorreu nos casos de artrose grave (48 casos). A seleção dos casos para a utilização ou não do componente patelar ocorreu peroperatoriamente, de acordo com o aspecto macroscópico da cartilagem articular. Concluímos que dos 54 joelhos operados (seis casos de bilateralidade), com seguimento médio de 32,4 meses, não houve diferença significativa entre o grupo de pacientes em que utilizamos a prótese patelar (27 casos) e aquele em que esta não foi utilizada (27 casos).

Artroplastia total do joelho em artrite reumatóide e osteoartrose *

LUIZ AURÉLIO MESTRINER; JOSÉ LAREDO FILHO

Rev Bras Ortop. 1993;28(4):- - Artigo Original
Os autores apresentam uma análise prospectiva, com seguimento a curto prazo, de 40 pacientes (52 joelhos) submetidos à artroplastia total utilizando a prótese condilar total com estabilização posterior (sistema Insall-Burstein). O estudo foi dividido em dois grupos: artrite reumatóide (26 joelhos) e osteoartrose (26 joelhos), no sentido de estabelecer possíveis diferenças de comportamento da artroplastia entre os dois grupos. O tempo de seguimento pós-operatório variou de seis a 59 meses (média de 26,33 meses). Os resultados excelentes e bons fo-ram de 92,3% para artrite reumatóide e 80,76% para a osteoartrose. Os resultados insatisfatórios (15,38%) estiveram associados à necrose de pele e discência de sutura (13,46%), soltura asséptica dos componentes (7,69%), infecção (3,34%) e instabilidade medial (3,84%). O método mostrou-se satisfatório na eliminação dos sintomas (dor), na correção das deformidades e instabilidades e na obtenção de boa capacidade funcional. Não houve diferenças significantes entre os dois grupos (artrite reumatóide e osteoartrose).

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