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Busca por: Fixação do enxerto do ligamento cruzado anterior no polo tibial: Análise biomecânica de três métodos*

Fixação do enxerto do ligamento cruzado anterior no polo tibial: Análise biomecânica de três métodos*

Fernando Pessoa Weiss; Felipe Augusto de Aguiar Possoli; Isabel Ziesemer Costa; Paulo César Borges; Edmar Stieven Filho; Luiz Fernando Kubrusly

Rev Bras Ortop. 2019;54(6):697-702 - Artigo Original

OBJETIVO Análise biomecânica comparativa da resistência da fixação tibial para reconstrução ligamentar com parafuso de interferência, comparada com parafuso do tipo poste com arruela, e com fixação associada entre os métodos (fixação híbrida).
MÉTODOS Foram utilizados 54 corpos de prova (tíbia suína e tendão digital bovino), que foram divididos em 3 grupos com tipos de fixação semelhantes àqueles utilizados na reconstrução do ligamento cruzado anterior: 1) fixação com parafuso de interferência; 2) fixação com parafuso do tipo poste com arruela dentada sobre nó e fios de sutura; e 3) fixação com parafuso do tipo poste com arruela combinada com parafuso de interferência (fixação híbrida). Os testes foram realizados por meio de ensaios biomecânicos de tração tipo pull-out para determinação da rigidez e carga para falha (yield load) do sistema.
RESULTADOS O grupo com fixação híbrida apresentou maior rigidez final (59,10 ± 3,45 N/mm) do que os demais grupos (p < 0,05), e carga superior para falha (581,34 ± 33,48 N) em relação ao grupo com parafuso de interferência (p < 0,05).
CONCLUSÃO A fixação híbrida apresentou vantagens biomecânicas com relação ao sistema de fixação do enxerto de flexor digital bovino em tíbia suína durante os ensaios de tração.

Palavras-chave: ligamento cruzado anterior; dispositivos de fixação cirúrgica; tíbia.

Análise biomecânica da fixação tibial transversa na reconstrução do ligamento cruzado anterior

Edmar Stieven Filho; Mariane Henseler Damaceno Mendes; Stephanie Claudino; Filipe Baracho; Paulo César Borges; Luiz Antonio Munhoz da Cunha

Rev Bras Ortop. 2015;50(2):174-179 - Artigo Original
Objetivo: investigar se a fixação transversa tibial com parafuso femoral apresenta vantagensbiomecânicas sobre a fixação transversa femoral com parafuso tibial na reconstrução doligamento cruzado anterior (LCA).Método: foram usados como modelos de testes joelhos suínos e tendões extensores digitaisbovinos. Foram submetidos à reconstrução do LCA 28 joelhos: 14 foram fixados com parafusona tíbia e implante transverso no fêmur (grupo padrão) e 14 com parafuso no fêmur e fixaçãotransversa na tíbia (grupo invertido). Os modelos foram submetidos aos testes de tração.Resultados: não houve diferença estatisticamente significante na sobrevivência das técnicasno que tange a força, força máxima sem falha e tensão. Houve uma sobrevivência maior nogrupo padrão na comparação das curvas de tensão de limite elástico (p < 0,05).Conclusão: não há vantagem biomecânica da fixação transversa tibial com parafuso femo-ral em relação à fixação transversa femoral com parafuso tibial, observada em testes commodelos animais.

Avaliação biomecânica de diferentes métodos de fixação tibial na reconstrução do ligamento anterolateral em ossos suínos*

Rogério Nascimento Costa; Rubens Rosso Nadal; Paulo Renato Fernandes Saggin; Osmar Valadão Lopes; Leandro de Freitas Spinelli; Charles Leonardo Israel

Rev Bras Ortop. 2019;54(2):183-189 - Artigo Original

OBJETIVO Avaliar a força de resistência à tração de diferentes métodos de fixação tibial na reconstrução do ligamento anterolateral (LAL). Além disso, comparar os mecanismos de falha da fixação tibial dessa reconstrução em joelhos suínos.
MÉTODOS Foram usados 40 membros recém-congelados de suínos, divididos em quatro grupos de dez espécimes, conforme as técnicas de fixação tibial usadas. No grupo A, a fixação tibial do enxerto tendíneo foi feita por meio de uma âncora e seu fio transpassou o enxerto. No grupo B, a fixação tibial foi feita por meio de parafuso de interferência metálico em túnel ósseo único. No grupo C, a fixação tibial incluiu uma âncora associada à sutura de ponto sobre o tendão (sem a presença de fio que transpassasse o tendão) e, no grupo D, foram usados dois túneis ósseos confluentes associados a um parafuso de interferência em um dos túneis.
RESULTADOS A força média menos elevada (70,56 N) ocorreu no grupo A e a mais elevada (244,85 N), no grupo B; as médias dos outros dois grupos variaram entre 171,68N (grupo C) e 149,43 N (Grupo D). Considerando-se a margem de erro fixada (5%), foi observada diferença significativa entre os grupos (p < 0,001).
CONCLUSÃO A fixação com parafuso de interferência em túnel ósseo único apresentou a maior força de resistência à tração dentre as técnicas avaliadas.


Palavras-chave: ligamento cruzado anterior; ligamentos articulares; joelho; procedimentos ortopédicos

Análise biomecânica da reconstrução do ligamento cruzado anterior*

António Completo; José Carlos Noronha; Carlos Oliveira; Fernando Fonseca

Rev Bras Ortop. 2019;54(2):190-197 - Artigo Original

OBJETIVO A reconstrução do ligamento cruzado anterior é aconselhável sobretudo em atletas de alta demanda física. Diversas técnicas são usadas na reconstrução, mas a grande questão é qual o melhor posicionamento para o enxerto. Analisar o efeito biomecânico da posição dos túneis ósseos na repartição de carga e cinemática da articulação, bem como os resultados funcionais em médio prazo, após reconstrução do ligamento cruzado anterior.
MÉTODOS Fez-se um estudo de simulação biomecânica computacional com modelos de elementos finitos do joelho original e com reconstrução do ligamento cruzado anterior (Neo-LCA) em quatro combinações de posição dos túneis ósseos (femoral central-tibial central, femoral anterior-tibial central, femoral posterossuperior-tibial anterior e femoral central-tibial anterior) com o mesmo tipo de enxerto. Para cada modelo, foram comparadas a pressão de contato na cartilagem, a rotação e translação do fêmur e dos meniscos e a deformação nos ligamentos.
RESULTADOS Nenhum modelo de Neo-LCA foi capaz de reproduzir, na íntegra, o modelo do joelho original. Quando o túnel femoral era colocado em posição mais posterior, observaram-se pressões na cartilagem 25% mais baixas e translação dos meniscos superiores entre 12% e 30% relativamente ao modelo intacto. Quando o túnel femoral estava em posição mais anterior, observou-se uma rotação interna do fêmur 50% inferior ao modelo intacto.
CONCLUSÃO Os resultados evidenciam que uma localização do túnel femoral mais distante da posição central parece ser mais preponderante para um comportamento mais díspar relativamente à articulação intacta. Na posição mais anterior existe um aumento da instabilidade rotatória.


Palavras-chave: ruptura; reconstrução do ligamento cruzado anterior; ligamento cruzado anterior

Reconstrução do ligamento cruzado anterior com enxerto quádruplo do semitendinoso e do grácil, com fixação com dupla placa

NISO BALSINI; NISO EDUARDO BALSINI

Rev Bras Ortop. 1996;31(2):- - Artigo Original
Os autores apresentam técnica de reconstrução do ligamento cruzado anterior do joelho utilizando enxerto quádruplo, sendo semitendinoso duplo e grácil duplo, com fixação com dupla placa, uma no fêmur e outra na tíbia, via endoscópica. Vantagens como incisões menores, diminuição da agressão cirúrgica, do sangramento, da dor e do custo são enfatizadas, tornando-a adequada para aplicação pelo sistema de cirurgia ambulatorial. A técnica evita complicações que podem ocorrer quando se utiliza o tendão patelar e o parafuso de interferência, que são citadas no decorrer do texto. Para os autores, utilizar tendões do mecanismo flexor do joelho é um dos grandes pontos desta técnica, evitando modificar a biomecânica da articulação da patela. Dezoito pacientes foram assim operados no Núcleo de Cirurgia do Joelho e Artroscopia de Joinville, des-de outubro de 1994 e apresentam até agora boa evolução e estabilidade.

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR COM A TÉCNICA DE DUPLO FEIXE AVALIAÇÃO NO LABORATÓRIO DE BIOMECÂNICA

Caio Oliveira D'Elia; Alexandre Carneiro Bitar; Wagner Castropil; Antônio Guilherme Padovani Garofo; Anita Lopes Cantuária; Maria Isabel Veras Orselli; Isabela Ugo Luques; Marcos Duarte

Rev Bras Ortop. 2011;46(2):148-154 - Artigo Original
 Objetivo: O objetivo deste estudo é descrever a metodologia da análise da rotação do joelho utilizando instrumentos do laboratório de biomecânica e apresentar os resultados preliminares de um estudo comparativo com pacientes submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior com a técnica de duplo feixe. Métodos: Descreveu-se o protocolo atualmente utilizado em nosso laboratório e realizou-se a análise cinemática tridimensional e medida da amplitude de rotação do joelho de oito pacientes normais (grupo controle) e 12 pacientes operados com a técnica de duplo feixe em três tarefas no laboratório de biomecânica. Resultados: Não indicam diferenças significativas entre os lados operados e não operados em relação às amplitudes médias da marcha, da marcha com mudança de direção ou da marcha com mudança de direção ao descer a escada (p > 0,13). Conclusões: Os resultados preliminares não demonstraram diferença da técnica de reconstrução de LCA em duplo feixe em relação ao lado contralateral e ao grupo controle.Descritores - Rotação; Ligamento Cruzado Anterior; Reconstrução; Biomecânica.

Análise biomecânica da dupla fixação de enxerto tendinoso em tíbia porcina – uso de parafuso de interferência e agrafe

Luis Antônio de Ridder Bauer; Hermes Augusto Agottani Alberti; Vitor Gustavo de Paiva Corotti; Ana Paula Gebert de Oliveira Franco; Edmar Stieven; Luiz Antônio Munhoz da Cunha

Rev Bras Ortop. 2018;53(5):564-569 - Artigo Original

OBJETIVO: Comparar o comportamento mecânico da fixação tibial com parafuso de interferência versus parafuso de interferência com agrafe, em modelo animal.
MÉTODOS: Foram selecionadas 36 peças de joelho suíno e divididas em dois grupos: Grupo 1, fixação tibial com parafuso de interferência (n = 17) e Grupo 2, fixação com parafuso de interferência e agrafe (n = 19). Os modelos foram submetidos a teste de ciclo único de tração. Foram mensuradas as seguintes variáveis: medida da área de seção transversal do enxerto, ponto de falha nos 10 mm (F10), yield load (Fy) e rigidez.
RESULTADOS: Os valores médios de área de seção transversal do enxerto, F10, Fy, e rigidez não apresentaram diferenças significativas entre os grupos.
CONCLUSÃO: A adição de um segundo dispositivo de fixação ligamentar tibial tipo agrafe, complementar ao parafuso de interferência, não aumentou a segurança mecânica do sistema.


Palavras-chave: Ligamento cruzado anterior; Tíbia; Dispositivos de fixação ortopédica; Fenômenos biomecânicos; Tendões.

Fratura da tuberosidade tibial anterior após reconstrução do ligamento cruzado anterior com terço central do tendão patelar: relato de caso*

LÚCIO HONÓRIO DE CARVALHO JÚNIOR; LUCIANO HENRIQUE MARTINS

Rev Bras Ortop. 2002;37(4):- - Relato de Caso
A reconstrução do ligamento cruzado anterior com o terço central do tendão patelar é atualmente uma das cirurgias mais usadas(2). Como conseqüência de seu grande número, várias complicações foram descritas(2). Cohen et al (1992), analisando complicações relacionadas a essa técnica, encontraram 14,8% de complicações tardias, inclusive com 1,0% de fraturas da tíbia, contudo relacionadas com o "planalto tibial", e não com a tuberosidade tibial anterior( 2). O objetivo deste trabalho é relatar essa rara complicação num paciente esqueleticamente maduro e seu tratamento, fazendo conjecturas sobre suas possíveis causas.

Estudo de posicionamento do enxerto na substituição do ligamento cruzado anterior*

MOHTY DOMIT FILHO; ALEXANDRE PIMPÃO COSTA DO MONTE; MILTON NAGAI; MARCOS VINICIUS RIBEIRO; LUIS GUSTAVO BOURGUIGNON MACIEL; JURANDIR MARCONDES RIBAS FILHO; OSVALDO MALAFAIA

Rev Bras Ortop. 2002;37(4):- - Artigo Original
Para comparar o posicionamento dos enxertos de osso-tendão patelar-osso, foram admitidos 56 pacientes desportistas com instabilidade anterior em joelho. Fo-ram selecionados aleatoriamente e submetidos a uma de duas técnicas escolhidas. No grupo A, 29 pacientes foram submetidos à cirurgia, usando-se a técnica de perfuração de túneis com guias e aparelhos, de fora da articulação para dentro dela - outside-in. No grupo B, 27 pacientes tiveram os sítios para recepção do transplante estabelecidos e elaborados a partir do interior da articulação - inside-out, com instrumentos manuais. No período pós-operatório, foram realizadas radiografias padronizadas de joelhos, em incidência de perfil e em ântero-posterior. Na incidência de perfil, foram mensuradas as posições centrais dos túneis femorais e tibiais e foi avaliada a situação da pastilha óssea proximal, se inferior ou superior à linha radiológica do teto da fossa intercondiliana (linha de Blumensat), no plano sagital. No plano frontal, foram medidas as posições dos túneis tibiais sobre o planalto, assim como a angulação de entrada na superfície circular da fossa intercondiliana. A partir do que se obtiveram os resultados: no plano sagital, os túneis femorais se situaram mais anteriormente no grupo A, com média de 72,34%, do que no grupo B, cuja média foi de 77,90%; a posição das pastilhas ósseas femorais era abaixo da linha de Blumensat, na maior parte dos casos do grupo B. A posição sagital dos túneis tibiais apresentou-se similar entre os grupos A e B. No plano frontal, o posicionamento tibial foi mais medial, em média de 46,52% para o grupo A do que para o grupo B, com média de 51,85% do planalto. Na fossa intercondiliana, a região de entrada resultou em angulação similar nos dois grupos. Concluiuse que a elaboração manual do sítio femoral, para o transplante do grupo B, é capaz de reproduzir posicionamentos mais posteriores, conforme a medida em nível da linha de Blumensat. Todavia, a técnica escolhida para teste de perfurações inside-out, por outros motivos, diferentes dos da mensuração, demonstrou a possibilidade de ser excluída da linha técnica inside-out. Ain-da, pertinente à conclusão, grupo A, na medição do túnel femoral, ao longo da linha de Blumensat, obteve-se medida mais anterior do que a real abertura dentro da articulação, desde que a abertura se dê abaixo de tal linha, ou seja, na face axial do côndilo lateral, porque há inclinação para trás, no ato de perfuração.

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR UTILIZANDO ENXERTO DE TENDÃO DO QUADRÍCEPS: AVALIAÇÃO CLÍNICA E ISOCINÉTICA

MARCUS VALLADARES GUIMARÃES

Rev Bras Ortop. 2005;40(4):- - Artigo Original
Objetivo: Avaliou-se por estudo clínico e isocinético o resultado da reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) com o uso do tendão do quadríceps (TQ). Compararam-se os resultados objetivos da avaliação isocinética com os dados clínicos e de exame físico obtidos com os sistemas de avaliação de Lysholm e do Hospital for Special Surgery Knee Score (HSSKS). Comparou-se a avaliação isocinética do membro operado com a do membro contralateral. Material e métodos: Os pacientes com lesão do LCA foram submetidos à reconstrução pelo mesmo cirurgião, usando técnica cirúrgica artroscópica transtibial com enxerto do tendão do quadríceps. Dos pacientes, 54 foram avaliados em consultório segundo critérios clínicos e 32 realizaram exame isocinético. Resultados: Na escala de Lysholm a média foi de 97,66 pontos e na escala HSSKS, de 94,88 pontos. O torque máximo do quadríceps do lado operado apresenta déficit médio de 12,1%, 20,3% e 25,5% nas velocidades de 60º, 180º e 300º/seg, respectivamente. Não houve déficit de flexão. Descritores - Joelho; cirurgia; tendão do quadríceps; isocinética; ligamento cruzado anterior; lesões.

Resultado funcional relacionado ao posicionamento do enxerto na reconstrução do ligamento cruzado anterior

Otávio de Melo Silva Júnior; Bruno do Nascimento Ohashi; Murilo Oliveira de Almeida; Murilo Reis Gonçalves

Rev Bras Ortop. 2015;50(1):57-67 - Artigo Original
Objetivo: Averiguar qual a angulação coronal dos túneis femoral e tibial que proporcionao melhor resultado no pós-operatório de cirurgia de reconstrução do LCA. As variáveisavaliadas foram os questionários IKDC e Lysholm-Tegner e o Hop-Test.Métodos: Foram analisados 16 pacientes com pós-operatório entre 24 e 36 meses, com lesãoisolada unilateral do LCA. Foram divididos em quatro grupos, nos quais os ângulos dos túneistibial e femoral foram menores ou maiores do que 65?no plano coronal.Resultados: A angulação do túnel tibial mais verticalizada (72?) e do túnel femoral mais hori-zontalizada (60?) com o alinhamento em valgo de 12?relacionou-se com os melhores valorespara as variáveis estudadas, o que pode indicar um resultado ótimo para a cirurgia em longoprazo.Conclusão: A angulação femoral mais horizontalizada e a angulação tibial mais verticalizadatêm melhores avaliações nos testes aplicados e nos resultados funcionais avaliados. Descritores - Joelho/cirurgia Ligamento cruzado anterior Resultado de tratamento Traumatismos em atletas

Referência anatômica para retirada de enxerto de flexores na reconstrução artroscópica do ligamento cruzado anterior

Clécio de Lima Lopes; Gabriel Arantes; Rodrigo Victor Lapenda de Oliveira; Dilamar Moreira Pinto; Marcelo Carvalho Krause Gonçalves; Romeu Carvalho Krause Gonçalves

Rev Bras Ortop. 2015;50(2):164-167 - Artigo Original
Objetivos: Avaliar a prevalência da trama vascular adjacente à inserção da pata de ganso,para que possa ser usada como referência anatômica para facilitar a retirada de enxerto dosflexores na reconstrução artroscópica do ligamento cruzado anterior (LCA).Métodos: Foram selecionados de forma aleatória 30 pacientes com rotura do LCA, os quaisforam submetidos à reconstrução do LCA tendo como enxerto os tendões do semitendíneo(ST) e grácil (G). Durante a retirada dos tendões do ST e G, foi observada a presença ouausência da referência anatômica.Resultados: Todos os pacientes apresentaram trama vascular em menor ou maior diâmetro.Conclusão: O uso da trama vascular durante retirada dos tendões do ST e G parece ser umaboa referência anatômica para facilitar a retirada do enxerto.

Reconstrução do ligamento cruzado anterior com enxerto de tendão patelar: avaliação pelo protocolo do IKDC*

JULIO CESAR GALI, GILBERTO LUÍS CAMANHO

Rev Bras Ortop. 1997;32(8):- - Artigo Original

RESUMO

Os autores estudam os resultados alcançados no tratamento cirúrgico de 37 pacientes com lesão do ligamento cruzado anterior submetidos à reconstrução intra-arti-cular com enxerto osso-terço médio de tendão patelarosso, por acesso cirúrgico único, com o objetivo de procurar estabelecer as vantagens e desvantagens dessa técnica. Analisam os resultados com base no protocolo do International Knee Documentation Committee. Verificam, na avaliação final, que 5,4% dos joelhos dos pacientes fo-ram graduados como normais, 72,9% como subnormais e 21,6% como anormais. Correlacionam entre si os dados obtidos e concluem que o procedimento realizado proporciona melhora dos sintomas pré-operatórios e da estabilidade articular, sem causar limitação importante da mobilidade do joelho. Observam associação entre lesões crônicas do ligamento cruzado anterior e do menisco medial. Não notam associação entre crepitação femoropatelar e dor.

Avaliação comparativa dos resultados de três técnicas na reconstrução do ligamento cruzado anterior com seguimento mínimo de dois anos

Ricardo de Paula Leite Cury; Jan Willem Cerf Sprey; André Luiz Lima Bragatto; Marcelo Valentim Mansano; Herman Fabian Moscovicie; Luiz Gabriel Betoni Guglielmetti

Rev Bras Ortop. 2017;52(3):319-324 - Artigo Original
    Objetivo: Comparar os resultados clínicos objetivos e subjetivos da reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) pelas técnicas transtibial, transportal e "de fora para dentro". Métodos: Estudo retrospectivo de 90 pacientes operados entre agosto de 2009 e junho de 2012, para reconstrução do LCA pelas técnicas transportal medial (30), transtibial (30) e "de fora para dentro" (30). Os pacientes foram avaliados por meio do International Knee Documentation Committee (IKDC) objetivo e subjetivo, escore Lysholm e testes KT1000, de Lachman, Pivot- -Shift e gaveta anterior. Resultados: Em relação ao exame físico, nos testes de Lachman e Pivot-Shift encontrou- -se uma discreta superioridade da técnica "de fora para dentro", porém sem significância estatística (p = 0,132 e p = 0,186 respectivamente). Gaveta anterior, KT1000, IKDC subjetivo, Lysholm e IKDC objetivo apresentaram resultados semelhantes nos grupos avaliados. Um maior número de complicações foi relatado na técnica transportal (p = 0,033). Conclusão: Resultados clínicos objetivos e subjetivos sem significância estatística na comparação das três técnicas de reconstrução do LCA.

Reconstrução intra-articular do ligamento cruzado anterior com enxerto autólogo de tendão patelar envolvido pelo ligamento sintético de poliéster*

MOISÉS COHEN; RENE JORGE ABDALLA; JOICEMAR TAROUCO AMARO; MARCELO FILARDI; BENNO EJNISMAN

Rev Bras Ortop. 1994;29(8):- - Artigo Original
No período de agosto de 1991 a maio de 1992, 25 pacientes com instabilidade anterior de joelho, todos praticantes de alguma modalidade esportiva e com desejo de retornar o mais precocemente possível ao esporte, foram tratados através da reconstrução intra-articular do ligamento cruzado anterior, utilizando-se associação do ligamento biológico, composto do terço médio do tendão patelar, com ligamento sintético de poliéster, este com o objetivo de proteger o ligamento autógeno nas fases iniciais de cicatrização. O tempo de seguimento foi, em média, de 27,2 meses. Os autores analisaram os resultados obtidos através do protocolo de avaliação para ligamentos do joelho do IKDC (International Knee Documentation Committee), vantagens e desvantagens decorrentes do método e os achados em cinco artroscopias revisionais.

Comparação da reconstrução do ligamento cruzado anterior com enxerto autólogo de "tendão patelar" com e sem reforço de ligamento sintético*

ROGÉRIO FUCHS

Rev Bras Ortop. 1995;30(5):- - Artigo Original
No período de abril de 1991 a abril de 1992, 30 pacientes com instabilidade anterior crônica do joelho foram operados pela técnica de Kenneth-Jones modificada por Dejour (tendão patelar livre) mais reforço de ligamento sintético de poliéster. Obtivemos seguimento de 25 pacientes, que foram comparados com outros 25 pacientes operados pela mesma técnica, porém sem uso de reforço sintético. Os dois grupos eram semelhantes quanto à idade, sexo, tipo de trauma, intervalo trauma-cirurgia, lesões associadas e tempo de seguimento médio, que foi de 31,7 meses no grupo tendão patelar (TP) e de 30,1 meses no grupo tendão patelar mais ligamento sintético (TP+LS). Todos os pacientes foram seguidos por período mínimo de 24 meses. Os pacientes foram avaliados segundo critérios de Lysholm-Gillquist e Tegner-Lysholm. Os resultados dos dois grupos foram semelhantes quanto à avaliação subjetiva, objetiva, radiological e atividades/esportes. No grupo TP, os resultados foram levemente superiores, com menores índices de complicações, mostrando-nos que podemos reconstruir e reabilitar muito bem as lesões do LCA, sem utilizar materiais sintéticos.

Comportamento isométrico na reconstrução do ligamento cruzado anterior após a confecção dos túneis ósseos femoral e tibial*

MÁRCIA UCHOA DE REZENDE; GABRIEL BENTO DE MELLO FILHO; MARCELO SARAGIOTTO; ALEXANDRE E. V. KOKRON; ALCYR ROZANTE SOTTO; GILBERTO LUIS CAMANHO; ARNALDO JOSÉ HERNANDEZ

Rev Bras Ortop. 1995;30(5):- - Artigo Original
Os autores estudam a manutenção da isometricidade definida por fios-guias dos túneis tibial e femoral para reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) e depois perfurados com broca de 10mm, em oito joelhos de cadáver humano. Um fio inelástico é passado pelos orifícios do fio-guia e um enxerto de tendão patelar, pelos túneis ósseos. É medida a excursão do fio e do enxerto num arco de movimento de 0 a 90 graus, mostrando os resultados que o deslocamento máximo do fio foi, em média, de 2,51 mm (máximo de 5mm), enquanto o do enxerto foi de 3,18 mm em média (máximo de 6mm). Não se verifica diferença estatística entre estes dois grupos no arco de movimento de 0 a 90° de flexão do joelho, enquanto entre 30 e 60° ocorre diferença significativa de deslocamento entre os pontos isométricos e os túneis. Os autores concluem que a confecção do túnel não compromete a isometricidade determinada pelo guia; que a maior distância entre os dois pontos isométricos e os dois túneis ocorre a 0° de flexão do joelho e a menor a 90°; que há diferença de comportamento no arco de 0 a 30° entre os dois grupos; e que a melhor posição para a fixação do enxerto e entre 20 e 30 graus.

Osteotomia tibial alta: estudo comparativo entre os métodos de fixação por "agrafes" e aparelho de Ilizarov*

OSMAR P. A. DE CAMARGO; NILSON ROBERTO SEVERINO; TATSUO AIHARA; RICARDO DE P. L. CURY; DAPHNIS GONÇALVES DE SOUZA; EDGARDO MARTINEZ PALOMINO; MÁRIO SÉRGIO PAULILLO DE CILLO

Rev Bras Ortop. 1995;30(5):- - Artigo Original
Realizou-se estudo comparativo para tratamento da artrose unicompartimental do joelho com desvio em varo, utilizando-se como métodos de fixação: uso de "agrafes" seguido de imobilização gessada (13 joelhos) e uso do aparelho de Ilizarov (13 joelhos). O seguimento restringiu-se a 12 semanas de pós-operatório, com a finalidade de analisar as vantagens e desvantagens de cada método quanto à dor à deambulação, marcha, mobilidade articular, derrame e/ou edema, conforto, correção do eixo mecânico e complicações. As correções mais exatas foram atribuídas ao uso do método de Ilizarov; contudo, o uso de "agrafes" seguido de imobilização gessada foi melhor aceito pelos pacientes, o que levou a menos complicações, não interferindo na mobilidade articular obtida e no tempo de consolidação.

AVALIAÇÃO DO RESULTADO DA RECONSTRUÇÃO ARTROSCÓPICA DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR DO JOELHO COM ENXERTO DOS TENDÕES FLEXORES

Alexandre Almeida; Márcio Rangel Valin; Ramon Ferreira; Gilberto Roveda; Nayvaldo Couto de Almeida; Ana Paula Agostini

Rev Bras Ortop. 2010;45(4):404-408 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar o resultado da reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) com o autoenxerto dos tendões flexores da coxa. Serão analisados os dados com relação ao sexo, ao índice de massa corporal (IMC) e a associação com fratura no membro inferior (MI). Métodos: Foi analisado um grupo de 265 pacientes submetidos à artroscopia do joelho para fins de reconstrução do LCA com enxerto ipsilateral dos tendões flexores da coxa no período de 6 de julho de 2000 a 19 de novembro de 2007. Resultados: 176 pacientes foram avaliados com média de 34,95 ± 18,8 meses (mediana 31 meses) (IIQ: 20-48 meses). A avaliação mínima foi aos 12 meses e a máxima aos 87 meses. Obtivemos 138 (78,4%) pacientes com resultado excelente, 22 (12,5%) com resultado bom, oito (4,5%) com resultado regular e oito (4,5%) pacientes apresentaram resultado ruim. Não foi considerada significativa a maior incidência de bons e excelentes resultados para o sexo masculino (p = 0,128), para os pacientes com IMC < 25 (p = 0,848) e para os pacientes sem a lesão do LCA relacionada a episódio inicial traumático com fratura no MI (p = 0,656). Conclusões: A técnica de reconstrução do LCA com o autoenxerto dos tendões flexores da coxa demonstrou bons e excelentes resultados em 91,4% da amostra. O sexo masculino parece apresentar tendência maior a bons e excelentes resultados. Não observou-se diferença estatisticamente significativa quando foram analisados os resultados com relação ao IMC e a associação com episódio inicial traumático de fratura no MI. Descritores - Joelho; Ligamento cruzado anterior; Artroscopia; Transplante autólogo.

EFEITO DA ÁREA DE SECÇÃO DO ENXERTO NA CIRURGIA DE RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR- ESTUDO HISTOLÓGICO EM CÃES

Ricardo Violante Pereira; Sérgio Swain Müller; Rodrigo Vannini; Sérgio Luiz Felisbino; Emílio Carlos Curcelli; Gilberto José Cação Pereira; Paulo Roberto de Almeida Silvares

Rev Bras Ortop. 2012;47(4):493-497 - Artigo Original
Objetivo: Relacionar a área de secção inicial do enxerto com o resultado da cirurgia de reconstrução do LCA. Foram operados oito cães, divididos em dois grupos, de acordo com o tamanho do enxerto: grupo A - 25% e grupo B - 40% da largura do ligamento patelar (LP). Métodos: Após oito meses, os cães foram sacrificados para análise macroscópica e histológica dos ligamentos reconstruídos, utilizando-se o joelho contralateral do cão como controle. Resultados: Em ambos os grupos, todos os ligamentos reconstruídos apresentaram-se viáveis e hipertrofiados; o enxerto de LP teve sua morfologia alterada, verificada através da medida do crimp e da celularidade, assemelhando-se com a do LCA. Conclusão: A área de secção do enxerto não influenciou o resultado histológico da cirurgia de reconstrução do LCA em cães. Descritores - Ligamento Cruzado Anterior; Enxerto; Histologia; Cães.

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