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Busca por: Lesões musculoesqueléticas por armas de fogo em crianças e adolescentes brasileiros*

Lesões musculoesqueléticas por armas de fogo em crianças e adolescentes brasileiros*

Renato Fedatto Beraldo; Edilson Forlin

Rev Bras Ortop. 2019;54(6):685-691 - Artigo Original

OBJECTIVE To evaluate and describe musculoskeletal injuries by firearms in children and adolescents attended in a major trauma center.
METHODS This was a retrospective study that evaluated the medical records of < 18 years old patients who were victims of injuries by firearms and who presented to the emergency department of our hospital, from January 2014 to December 2016. A total of 51 patients were excluded for not showing musculoskeletal injures or for other reasons, while 126 were included. The collected data were: gender; age; way of admission; body site hit; fractures; complications and sequelae; associated injures; hospitalization time; surgeries; deaths.
RESULTS Out of 126 patients included, 107 were male (84.9%) and 19 were female (15.1%). The mean age was 15 years and 5 months old (range: 2y + 8 months to 17y + 11 months years old). A total of 70 patients were hospitalized (55.6%), with a mean hospital stay of 9.6 days, and 21 patients were hospitalized in the intensive care unit (ICU) for a mean of 14.7 days. A total of 37 patients needed orthopedic surgery (29.4%). There were 6 deaths (4.8%). The thigh was the most hit region, in 43 injuries (24.7%). Six patients had spinal cord sequelae, and eight patients had peripheral nerves injuries. A total of 58 patients (46%) had 71 fractures, and the femur was the most hit (15.5%). A total of 52 (41.3%) patients presented with associated injuries. In the 71 fractures, the treatment was conservative in 45 (63.4%), surgical in 23 (32.4%). Three injuries resulted in death (4.2%).
CONCLUSION Adolescents and males are at-risk groups for firearms injuries, and the lesions are mainly on the lower limbs. Less than half of the patients had fractures, but many had complex lesions with potential for severe sequelae.

Palavras-chave: firearms; musculoskeletal system/injuries; child; adolescent.

Lesões ortopédicas traumáticas em crianças e adolescentes

LÚCIO HONÓRIO DE CARVALHO JÚNIOR; FERNANDO MILTON DA CUNHA; FREDERICO DE SOUZA FERREIRA; ANTÔNIO EDUARDO PEREIRA MORATO; LUIZ HENRIQUE ANTUNES ROCHA; RODRIGO FERREIRA MEDEIROS

Rev Bras Ortop. 2000;35(3):- - Artigo Original
Os autores realizam estudo epidemiológico sobre as lesões ortopédicas traumáticas (fraturas, luxações, entorses e contusões) encontradas em uma amostra aleatória de 2.381 pacientes com idade inferior a 20 anos, atendidos no Serviço de Ortopedia do Setor de Urgência do Hospital João XXIII durante o ano de 1997. O sexo masculino foi preponderante numa relação de 1,91: 1. A média de idade foi 11,32 anos. A fratura foi o even-to mais freqüentemente encontrado, com 49,77% dos casos (p < 0,0001), principalmente a do rádio (31,63%) (p < 0,0001). A contusão, a entorse e a luxação foram as subseqüentes por ordem de freqüência. A queda da própria altura (31,75%) foi o mecanismo mais habitual (p < 0,0001). As fraturas e as luxações com exposição óssea ou articular ocorreram em 8,12% dos casos. O horário de maior demanda foi entre as 19 e as 19:59 horas e o mês de setembro foi o de maior número de atendimentos (p < 0,0001). Unitermos - Traumatismo/epidemiol.; crianças; adolescentes

Lesões músculo-esqueléticas no atletismo

CRISTIANO F. DE S. LAURINO; ALEXANDRE DIAS LOPES; KARINA DA SILVA MANO; MOISÉS COHEN; RENE J. ABDALLA

Rev Bras Ortop. 2000;35(9):- - Artigo Original
Este estudo avaliou 103 atletas, 69 (67,0%) homens e 34 (33,0%) mulheres, amadores e profissionais praticantes de atletismo no Estado de São Paulo no ano de 1998. Foram estudados a presença e o comportamento da dor e das lesões músculo-esqueléticas decorrentes do treinamento ou da competição em relação ao sexo, ida-de, raça e modalidade praticada. A presença da dor foi relatada por 79 (76,7%) atletas, sendo 54 (68,4%) ho-mens e 25 (31,6%) mulheres. Dos atletas avaliados, 78 (75,7%) relataram lesões, sendo 54 (69,2%) homens e 24 (30,8%) mulheres. A maioria das lesões (82,2%) acometeu os membros inferiores. As localizações mais comuns de lesão foram: a coxa (39,8%), joelho (22,1%), tornozelo (11,5%), perna (8,8%), região lombar (7,1%), ombro (6,2%) e outros (4,5%). As provas de velocidade e barreiras foram responsáveis por 43,3% das lesões, seguidas por 30,8% nas provas de salto, 13,3% nas pro-vas de arremesso e lançamento, 7,5% nas provas de meio-fundo e 5,0% fundo. Os padrões de lesão variaram em função da modalidade praticada. Os resultados deste estudo evidenciam que os praticantes do atletismo apresentam um risco elevado de lesões músculoesqueléticas.

Fraturas expostas em crianças e adolescentes*

FERNANDO MILTON DA CUNHA; GILBERTO FERREIRA BRAGA; LEONARDO CURY ABRAHÃO; JOSÉ CARLOS SOUZA VILELA; CARLOS EDUARDO LAS CASAS SILVA

Rev Bras Ortop. 1998;33(6):- - Artigo Original
Os autores realizam análise epidemiológica de 325 fraturas expostas (FE), observadas em 318 pacientes, na faixa etária de zero a 19 anos. Os casos foram coletados de abril a novembro de 1997 em um hospital de referência para atendimento de pacientes traumatizados. A proporção de fraturas quanto ao sexo foi de 4:1 a favor do sexo masculino e houve correlação fortemente positiva do número de casos com a idade (r = 0,9974). Não foi identificada diferença significante em relação ao trauma (alta e baixa energia), sendo os atropelamentos e as quedas de altura os mecanismos mais freqüentes. Os acidentes de trânsito foram responsáveis por 26,3% dos casos. Foi identificada maior incidência de casos após as 12:00h e nos finais de semana. Em relação à localização, os segmentos mais envolvidos foram as mãos (25,2%), os ossos da per-na (23,7%), o antebraço (16,9%) e os ossos do pé (16,0%).

Lesões músculo-esqueléticas relacionadas com a prática do tênis de mesa*

FÁBIO CÉSAR PETRI; REYNALDO COSTA RODRIGUES; MOISÉS COHEN; RENE JORGE ABDALLA

Rev Bras Ortop. 2002;37(8):- - Artigo Original
Os autores avaliaram retrospectivamente 116 atletas de tênis de mesa, com o objetivo de correlacionar as lesões músculo-esqueléticas com a carga e tipo de treinamento. Apenas 39 (33,6%) dos indivíduos relataram algum tipo de queixa, nos quais foi encontrado um total de 53 lesões. As tendinites foram as alterações que mais afastaram os atletas (41,5%), acometendo principalmente os joelhos e punhos. Essa condição foi também a que mais afastou os atletas da atividade esportiva, em média, 56 dias. O segmento anatômico mais acometido foi o tornozelo (26,4%), seguido pelo joelho (24,5%) e pelo punho (15,1%). As dores crônicas que não os afastavam da atividade foram relatadas 59 vezes por 48 (41,4%) dos entrevistados. Os joelhos e os ombros, com 32,2% cada, foram os mais freqüentemente citados. Não houve diferença estatisticamente significante entre a idade, sexo, cor, estilo de jogo, forma de segurar a raquete com a presença de dor ou lesão (p < 0,05). Os resultados deste estudo mostraram que, quanto maior o tempo de prática esportiva e de horas de treino por semana, maior será a probabilidade de lesões relacionadas ao tênis de mesa (p < 0,05).

Hérnia discal em crianças e adolescentes: relato de cinco casos*

ADALBERTO BORTOLETTO; SERGIO DAMIÃO S. PRATA; GIVANILDO BONFIM DOS SANTOS

Rev Bras Ortop. 1998;33(10):- - Artigo Original
Os autores apresentam cinco casos de hérnia de disco em pacientes cuja idade variou de 11 anos e 8 meses a 19 anos e tecem alguns comentários a respeito desta rara pa-(3,5,8,10,14), enfatizando a dificuldade diagnóstica e a necessidade de o ortopedista estar atento às causas de dor nas costas em crianças e adolescentes(2,14).

Lesões músculo-esqueléticas no ombro do atleta: mecanismo de lesão, diagnóstico e retorno à prática esportiva*

BENNO EJNISMAN; CARLOS V. ANDREOLI; EDUARDO F. CARRERA; RENE J. ABDALLA; MOISÉS COHEN

Rev Bras Ortop. 2001;36(10):- - Artigo Original
Os autores avaliaram 119 atletas com queixas relacionadas à região do ombro, dos quais 95 (79,8%) eram do sexo masculino, 71 (59,6%) arremessadores e 76 (63,8%) competitivos. O membro dominante foi acometido em 76 (66,3%) dos casos. As lesões traumáticas fo-ram mais freqüentes nos esportes de contato e as lesões atraumáticas nos atletas arremessadores. Os esportes com maior incidência de lesão associada foram o vôlei, com 14 (11,7%) atletas, seguido da natação, com 13 (10,9%) e jiu-jítsu, com 11 (9,2%). O seguimento médio dos atletas foi de nove meses e seis dias. A queixa de dor estava presente em 86 (72,2%) atletas. O mecanismo atraumático, com 66 (55,4%) casos, foi mais freqüente, seguido dos traumas diretos, com 37 (31%), e dos traumas indiretos, com 16 (13,6%). O tipo de lesão mais freqüente foi a luxação, com 32,7%, seguido das tendinites, com 31%. As afecções relacionadas à instabilidade do ombro, com 48 casos (40%), foram mais freqüentes, seguidas das relacionadas ao manguito rotador, com 38 (31,9%), e das acromioclaviculares, com 22 (18,5%). O retorno ao esporte ocorreu em média após sete semanas; 89 (74,8%) atletas retornaram ao mesmo nível de competição e 24 (20,2%) diminuíram seu desempenho; seis (5%) não voltaram ao esporte.

Luxação recidivante da patela em crianças e adolescentes: tratamento com a operação de Blauth

BRUNO SCHWEIGERT; STEFFEN NAUJOKS

Rev Bras Ortop. 2000;35(1/2):- - Artigo Original
No tratamento cirúrgico da luxação patelar da criança, vários métodos estão à disposição. Todos visam um melhor alinhamento da patela no leito femoral. Em seu serviço, os autores utilizam a técnica de Blauth na modificação de Slocum e Larson. No período de 1990-1996, aplicaram essa técnica em 14 joelhos, cujos resultados são apresentados neste trabalho. Tiveram sucesso com a técnica de Blauth em 80% dos casos e, por isso, consideram essa técnica boa. Dos 13 pacientes no pós-opera-tório examinados, nove apresentavam acentuada displasia condilar (ângulo de Brattström maior que 145°). Em duas crianças houve a recidiva da luxação, exatamente onde o ângulo condilar era maior que 158°. Em-bora nesses casos a displasia condilar apresente prognóstico desfavorável, consideram o método válido des-de que a esperança do paciente não seja grande demais. É imprescindível o esclarecimento aos pais e ao paciente de que, eventualmente, será necessária uma operação óssea depois do fechamento da cartilagem epifisária. Unitermos - Luxação recidivante de patela; operação de Blauth; displasia condilar

NOVA ABORDAGEM NO TRATAMENTO DA FRATURA SUPRACONDILAR DO ÚMERO, INSTÁVEL, EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

DALTON LOPES TERRA; MARCELO HENRIQUE BRAGA SANTOS; DOROTÉA STARLING MALHEIROS; CÉSAR LUIZ FERREIRA ANDRADE LIMA; FERNANDO MILTON DA CUNHA

Rev Bras Ortop. 2005;40(1/2):- - Artigo Original
Desde 1995, a equipe de Ortopedia Pediátrica do Hospital Maria Amélia Lins (HMAL-FHEMG) tem empregado nova abordagem no tratamento das fraturas supracondilares do úmero, instáveis, em crianças e adolescentes. Motivados em avaliar o resultado do emprego desse método, decidiu-se rever os casos atendidos de novembro de 1995 a dezembro de 2001, com o objetivo de descrever as características das fraturas, avaliar as complicações, a aplicabilidade, a eficácia da sistematização implantada e identificar a influência do período acidente/tratamento no resultado final. De 83 pacientes localizados, foram revistos 31 que preenchiam os critérios de inclusão. A abordagem proposta tem como passo inicial a correção da rotação dos fragmentos, para depois realizar a redução dos desvios angulares. A fixação é feita com dois fios de Kirschner, sen-do o primeiro introduzido no canal medular do úmero e o segundo, passado pelo epicôndilo lateral cruzando o primeiro fio com angulação de 45o. Foi feita avaliação clínica e radiográfica desses pacientes após oito semanas e por ocasião da revisão final dos mesmos. As fraturas estudadas apresentaram as mesmas características das descritas na literatura. Foram obtidos 93,6% de resultados satisfatórios com baixo índice de complicações. Concluiu-se pela eficácia do procedimento proposto e que a estabilização empregada, apesar de ser considerada in vitro menos estável que os fios cruzados a 90o, mostrou-se clinicamente eficiente e com poucas complicações. Descritores - Fratura de úmero; criança; adolescente; fios de Kirschner; estudos retrospectivos.

Fixação interna com implantes biodegradáveis das fraturas do cotovelo em crianças e adolescentes Relato preliminar*

NELSON ELIAS; LISZT PALMEIRA DE OLIVEIRA; KARLOS C. DE MESQUITA; LUIZ ANTÔNIO V. M. DOS SANTOS

Rev Bras Ortop. 1994;29(1/2):- - Artigo Original
Em um estudo prospectivo, 20 crianças e adolescentes foram submetidos a redução cruenta e fixação interna de fraturas desviadas do cotovelo, com implantes biodegradáveis, de 2,0mm de diâmetro, feitos de ácido poliglicólico. O tempo de seguimento médio foi de 12,9 meses (variando de 12 a 16 meses). Ocorreu perda da redução em um paciente. Reação inflamatória temporária, em torno do implante, ocorreu após oito semanas de sua implantação em outro caso. Todos os pacientes apresentavam ângulo de carregamento e função normais do cotovelo, quando da última avaliação. Não foram observadas alterações do crescimento ósseo nesse seguimento a curto prazo. Em razão da vantagem da não necessidade de remover o material de fixação, os implantes biodegradáveis constituem-se em mais uma opção no tratamento cirúrgico das fraturas epifisárias nas crianças.

Pseudartrose traumática do colo femoral em crianças e adolescentes: análise de sete casos*

RICARDO FRANCISCO FERREIRA LOPES, FERNANDO BALDY DOS REIS, PEDRO FRANCISCO TUCCI NETO, JOSÉ FERNANDO DI GIOVANNI

Rev Bras Ortop. 1997;32(2):- - Artigo Original
Os autores realizaram um estudo retrospectivo, avaliando sete pacientes com pseudartrose traumática do colo femoral, com idade entre seis anos e dois meses e 14 anos e dois meses, tratados com osteotomia valgizante subtrocanteriana de fêmur. Relatam a raridade desta complicação, bem como a escassa literatura sobre o assunto. Detalhes técnicos são discutidos, com especial ênfase ao planejamento pré-operatório, utilização sistemática do intensificador de imagens e mobilização gessada do tipo pelvipodálico por período mínimo de 40 dias. Segundo os critérios de Ratliff, quatro pacientes apresentaram evolução regular e três, boa, após tempo médio de seguimento de 30 meses. Embora resultados indesejáveis pareçam ser inevitáveis quando ocorre associação com necrose avascular do colo femoral, a consolidação deve ser obtida para promover maior estabilidade da articulação do quadril.

RESULTADO FUNCIONAL EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES SUBMETIDOS À HEMIPELVECTOMIA INTERNA TIPO II, COM OU SEM RECONSTRUÇÃO DO ANEL PÉLVICO

BIANCA PRATELEZZI DENENO; JOSÉ CARLOS BARBI GONÇALVES; ADEMAR LOPES; SILVIA REGINA BRANDALISE

Rev Bras Ortop. 2007;42(5):125-132 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar retrospectivamente os resultados funcionais em crianças e adolescentes portadores de tumores pélvicos, submetidos à hemipelvectomia interna tipo II, com ou sem reconstrução do anel pélvico. Métodos: Foram avaliados 31 pacientes portadores de tumor pélvico, tratados no Centro Infantil Boldrini e no Hospital A.C. Camargo, entre 1994 e 2005. O resultado funcional foi baseado no sistema de avaliação funcional padronizado por Enneking et al. Os critérios analisados foram: dor, função, aceitação emocional, necessidade de suporte, capacidade de deambulação e marcha. Dos 31 casos seguidos, 12 (38,7%) fizeram a reconstrução do anel pélvico com enxerto de fíbula e 19 (61,3%) não a fizeram. A média de idade dos pacientes foi de 11,4 anos (4-17,8 anos). A média de seguimento para os 31 casos foi de 41 meses. Resultado: Obtido aos 12 meses do pós-operatório, foi excelente em 17,4% dos pacientes (todos com reconstrução do anel pélvico), bom em 60,9% dos pacientes, regular em 17,4% e ruim em 4,3%. A média do escore foi melhor no grupo de pacientes com a reconstrução com auto-enxerto de fíbula, comparativamente ao grupo dos que não tiveram essa reconstrução, sendo significativa a diferença entre os grupos (p = 0,008). Conclusão: Os pacientes submetidos à hemipelvectomia interna com reconstrução do anel pélvico com auto-enxerto de fíbula tiveram melhor resultado funcional global comparativamente ao grupo dos que não foram submetidos à reconstrução (p = 0,007). Dentre os critérios específicos do sistema de avaliação funcional, os escores obtidos nos itens aceitação emocional (p = 0,001), capacidade de deambulação (p = 0,034) e marcha (p = 0,002) foram melhores nos pacientes com reconstrução, quando comparados com os do grupo sem reconstrução do anel pélvico. Descritores - Hemipelvectomia; Avaliação de resultado de intervenções terapêuticas; Transplante ósseo; Neoplasias ósseas; Sarcoma; Neoplasias pélvicas/reabilitação.

Lesões dos tendões flexores dos dedos em crianças*

NILTON MAZER; CLÁUDIO HENRIQUE BARBIERI; RAUL ALONSO TREJO

Rev Bras Ortop. 1994;29(9):- - Artigo Original
As lesões dos tendões flexores dos dedos em crianças, que são menos freqüentes do que em adultos, são relativamente pouco estudadas. Neste trabalho, foram estudados retrospectivamente todos os casos de lesões de tendões em crianças ocorridos num período de dez anos, que somaram 93 pacientes (232 tendões), dos quais 36 (100 tendões) fo-ram reavaliados. Foram levados em consideração no estudo a zona e o tipo de lesão, o tipo de reparo, o tipo de sutura e o seguimento pós-operatório. Avaliação funcional foi efetuada através do cálculo da capacidade funcional dos pacientes. Os resultados obtidos foram, de modo geral, bons. Os resultados menos favoráveis geralmente estavam associados às lesões mais complexas e ao seguimento fisioterápico inadequado.

ACIDENTES DE TRANSPORTE DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SERVIÇO DE EMERGÊNCIA DE HOSPITAL DE ENSINO, REGIÃO SUL DA CIDADE DE SÃO PAULO.

Carlos Gorios; Renata Maia de Souza; Viviane Gerolla; Bruno Maso; Cintia Leci Rodrigues; Jane De Eston Armond

Rev Bras Ortop. 2014;49(4):391-395 - Artigo Original
Objetivo: descrever o perfil das vítimas e as circunstâncias dos acidentes de transporte ocorridos com crianças e adolescentes atendidos em hospital-escola na Zona Sul da cidade de São Paulo. Métodos: trata-se de um estudo individuado observacional de tipo levantamento de casos, com pacientes até 19 anos, que foram atendidos por acidentes de trânsito em hospital na Zona Sul da cidade de São Paulo, estado de São Paulo, Brasil. Foram analisadas as Fichas de Notificação de Casos Suspeitos ou Confirmados de Violência e Acidentes (SIVVA), de janeiro a dezembro de 2012. Resultados: entre os 149 casos notificados, 64,4% correspondem ao sexo masculino e 35,6% ao feminino. Os acidentes de transporte são predominantes no sexo masculino, independentemente da idade. Os principais diagnósticos de lesão foram o trauma superficial da cabeça (24,8%), seguido por trauma múltiplo não especificado (36,4%) em ambos os sexos. Conclusão: os acidentes de transporte entre crianças e adolescentes foram maiores no sexo masculino. Os principais acidentes de transporte entre as crianças e os adolescentes atendidos na urgência foram ocasionados por automóveis e motocicletas. Entre as vítimas de acidentes a maior parte foi atendida por atropelamento. Descritores - Prevenção de acidentes Acidentes de trânsito Acidentes

Influência da prática do balé nas rotações dos quadris Estudo realizado em crianças e adolescentes na faixa etária de 6 a 17 anos

EVANDRO JOS GUILA GIS; LUIZ ANTNIO MUNHOZ DA CUNHA; RALF KLASSEN

Rev Bras Ortop. 1998;33(1):- - Artigo Original
Com o objetivo de determinar a influncia da prtica do bal nas rotaes internas e externas do quadril, fo-ram examinadas 190 bailarinas em diferentes faixas etrias e nveis de especializao e comparadas com um gru-po-controle de 208 meninas. As bailarinas e o grupo-con-trole foram avaliados pelo mesmo examinador, utilizando um gonimetro especial. Elas foram tambm agrupadas de acordo com a faixa etria em: grupo 1 (6 a 8 anos); grupo 2 (9 a 11 anos); grupo 3 (12 a 14 anos) e grupo 4 (15 a 17 anos). Foi realizada a anlise estatstica pelo teste t de Student, comparando-se as diferentes faixas etrias entre si e com o grupo-controle. Observou-se que o tempo de prtica do bal aumenta a rotao externa e diminui a rotao interna do quadril, exceto quando comparadas as rotaes externas dos grupos 2 e 3 (p > 0,05). Na comparao com o grupo-controle observou-se que as bailarinas apresentam rotaes externas maiores e rotaes internas menores, exceto na comparao com o grupo 1, no qual as rotaes externas so semelhantes (p > 0,05). A prtica do bal, com mtodo, aumenta as rotaes externas e diminui as rotaes internas do quadril. Os autores sugerem que essas alteraes podem estar relacionadas s adaptaes das partes moles do quadril tais como: cpsula, ligamentos e musculatura rotadora.

LESÕES NOS MEMBROS INFERIORES DE CRIANÇAS PROVOCADAS PELOS RAIOS DA RODA DE BICICLETA

CÍCERO MORAES; ANTÔNIO VÍTOR DE ABREU

Rev Bras Ortop. 2004;39(5):- - Artigo Original
Realizou-se um estudo descritivo das lesões traumáticas provocadas pelos raios da roda da bicicleta nos membros inferiores de crianças, objetivando identificar os fatores predisponentes agravantes e chamando a atenção para o aspecto preventivo. Foram atendidos 125 pacientes, durante o período de setembro de 1998 a agosto de 1999, no Setor de Emergência do Hospital Regional na cidade de Governador Valadares, Minas Gerais. Todos os pacientes foram registrados em um protocolo avaliando algumas características clínicas e epidemiológicas dessas lesões, radiografados e submetidos à limpeza das feridas, sendo incluídos em uma classificação proposta pelos auto-es. Quase todos foram imobilizados com tala gessada suropodálica e a média de idade foi de 4,3 anos. As lesões foram classificadas, na grande maioria, em lesões de menor gravidade (103 pacientes grau IA e IIA), sendo 20 com fraturas (13 pacientes grau IB, seis grau IIB e um grau IIIB). As crianças eram conduzidas principalmente pelos pais e familiares. As crianças que estavam descalças tinham lesões de maior gravidade. A região lateral do tornozelo foi a mais acometida. Nenhuma bicicleta tinha proteção dos raios. Os autores sugerem que medidas preventivas e educativas sejam realizadas para evitar essas lesões. Descritores - Traumatismos do tornozelo; crianças; bicicleta; traumatismos do pé.

Incidência de dor no ombro em nadadores brasileiros de elite*

MOISÉS COHEN; RENE J. ABDALLA; BENNO EJNISMAN; SÉRGIO SCHUBERT; ALEXANDRE DIAS LOPES; KARINA DA SILVA MANO

Rev Bras Ortop. 1998;33(12):- - Artigo Original
Os autores avaliaram 205 nadadores durante o Troféu Brasil de Natação, com o objetivo de determinar a incidência de dor atual e pregressa no ombro de nadadores brasileiros de elite. A média de idade foi de 19 anos, sendo 95 do sexo feminino e 110 do masculino. Os atletas responderam a um protocolo preestabelecido. A incidência de dor atual no ombro foi de 19,02%, enquanto a dor pregressa foi de 63,41%. Não foram estatisticamente significantes as associações de dor pregressa e atual com idade, sexo, peso, altura, metragem semanal e tempo de prática do esporte. A presença de dor atual no ombro nos nadadores do estilo borboleta foi estatisticamente significante.

DOMÍNIO DE CITAÇÕES ESTRANGEIRAS NOS PERIÓDICOS BRASILEIROS DE ORTOPEDIA

Renan Kleber Costa Teixeira; Vitor Nagai Yamaki; Rita de Cássia Rodrigues Rosa; Rui Sergio Monteiro de Barros; Nara Macedo Botelho

Rev Bras Ortop. 2014;49(6):668-670 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar se há preferência pela citação de periódicos internacionais em detrimento dos nacionais em três revistas nacionais de ortopedia.Métodos: Foram avaliadas todas as referências dos artigos publicados em 2011 pelas revistas Acta Ortopédica Brasileira, Coluna/Columna e Revista Brasileira de Ortopedia, para verificar a quantidade de artigos provenientes de revistas nacionais e internacionais.Resultados: Foram analisadas 3.813 referências dispostas em 187 artigos. Desse total, 306 (8,02%) eram de periódicos nacionais. Não houve diferença entre as três revistas analisadas, 76 (40,64%) dos artigos não citaram artigo de periódico nacional e dois (1%) dos artigos citaram mais artigos nacionais do que internacionais.Conclusão: Há necessidade de o pesquisador nacional citar mais os artigos provenientes de periódicos nacionais. Descritores - Artigo de revista Fator de impacto Bibliografia como assunto

Traumatismo músculo-esquelético por projétil de arma de fogo*

KEMAL DOMIT

Rev Bras Ortop. 1997;32(10):- - Artigo Original
O autor apresenta o protocolo de tratamento para pacientes vítimas de ferimentos por projéteis de arma de fogo (PAF), os quais atingiram a coluna vertebral ou membros. Recomenda o tratamento cirúrgico frente a lesão por PAF que atinja a coluna ou membros em casos específicos. Em coluna, o tratamento cirúrgico é indicado quando o orifício de entrada é posterior, comprometendo a medula e fraturando a lâmina, apresentando déficit neurológico com fragmentos dentro do canal vertebral; quando o projétil está intra-articular ou na presença de fraturas que necessitem de osteossíntese, está indicada sua retirada. A presença do projétil nos tecidos constituirá um entrave para a consolidação da fratura, pois os metais empregados na confecção de projéteis sofrem, pelos líquidos do organismo, ataque eletroquímico, já que podem conduzir elétrons e o meio ambiente é um verdadeiro meio eletrolítico, podendo levar o implante a corrosão.

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