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Busca por: Classificação pós-tratamento para lesões condrais acetabulares na artroscopia de quadril*

Classificação pós-tratamento para lesões condrais acetabulares na artroscopia de quadril*

Giancarlo Cavalli Polesello; Maria-Roxana Viamont-Guerra; Fábio Zego; Nayra Deise dos Anjos Rabelo; Walter Ricioli; Marcelo Cavalheiro Queiroz

Rev Bras Ortop. 2019;54(6):679-684 - Artigo Original

OBJETIVO Descrever um sistema de classificação de tratamento pós-artroscópico para as lesões condrais acetabulares no quadril e relatar as confiabilidades intra e interobservador deste sistema.
MÉTODOS Esta é uma revisão retrospectiva de 99 gravações de vídeo digital realizadas durante artroscopia. Os pacientes submetidos a tratamento artroscópico para impacto femoroacetabular e avaliados no ambulatório de quadril entre março de 2015 e março de 2016 foram incluídos no estudo. Os pacientes com histórico de cirurgia anterior do quadril, evidência radiológica de osteoartrose avançada (Tönnis > 2), pacientes submetidos à ressecção labral ou cujas gravações digitais estavam incompletas ou de qualidade insuficiente para avaliação adequada foram excluídos. Dois ortopedistas, que não participaram da cirurgia, revisaram de forma independente as gravações de vídeo e classificaram a cartilagem acetabular remanescente usando o sistema de classificação pós-tratamento. A análise intra e interobservador foi então realizada utilizando o coeficiente de correlação intraclasse (CCI).
RESULTADOS Excelente confiabilidade intraobservador (CCI = 0,790; p < 0,001) e confiabilidade interobservador (CCI = 0,882; p < 0,001). Ambos os valores de CCI foram estatisticamente significativos.
CONCLUSÃO a classificação pós-tratamento da cartilagem acetabular remanescente possui excelente confiabilidade intra e interobservador.


Palavras-chave: artroscopia; lesões do quadril; condrócitos/classificação; resultado do tratamento.

Confiabilidade das classificações artroscópicas das lesões condrais do quadril*

Antônio Augusto Guimarães Barros; Carlos César Vassalo; Lincoln Paiva Costa; Juan Gómez-Hoyos; Vinícius de Oliveira Paganini; Marco Antônio Percope de Andrade

Rev Bras Ortop. 2019;54(4):440-446 - Artigo Original

OBJETIVO Avaliar a confiabilidade inter- e intraobservador das classificações de Outerbridge, Beck e Haddad para lesões da cartilagem articular acetabular com o uso da via artroscópica.
MÉTODOS Foram avaliados 60 vídeos de artroscopias do quadril por 4 cirurgiões em 2 momentos para avaliar a reprodutibilidade inter- e intraobservador das classificações. Os dados foram analisados a partir do cálculo do índice Kappa de Cohen ponderado.
RESULTADOS Os valores do Kappa ponderado médio na avaliação interobservador das classificações de Outerbridge, Beck e Haddad foram, respectivamente, 0,72, 0,78 e 0,68. As três classificações foram consideradas como de boa concordância interobservador. Com relação à avaliação intraobservador das classificações de Outerbridge, Beck e Haddad, os valores Kappa foram, respectivamente, 0,9, 0,9 e 0,93. As três classificações foram consideradas excelentes na comparação intraobservador.
CONCLUSÃO Na presente série, as classificações de Outerbridge, Beck e Haddad apresentaram boa reprodutibilidade interobservador e excelente reprodutibilidade intraobservador ao avaliar lesões condrais acetabulares por via artroscópica.


Palavras-chave: artroscopia; quadril; doenças das cartilagens/classificação; reprodutibilidade dos testes.

Artroscopia de Quadril

Henrique Antônio Berwanger de Amorim Cabrita; Christiano Augusto de Castro Trindade; Henrique Melo de Campos Gurgel; Rafael Demura Leal; Ricardo da Fonseca de Souza Marques

Rev Bras Ortop. 2015;50(3):245-253 - Atualizaçao
A artroscopia de quadril é um método seguro para o tratamento de diversas patologias des-conhecidas até a última década. O impacto femoroacetabular é a patologia mais comum ecom melhores resultados quando tratada precocemente. O instrumental e a técnica cirúr-gica da artroscopia de quadril continuam em evolução. Novas indicações de artroscopia dequadril vem sendo estudadas, como o tratamento das lesões do ligamento redondo, cap-sulorrafia nas instabilidades, dissecação do nervo ciático e reparo de lesões dos músculosglúteos (lesões do manguito rotador do quadril), porém ainda com reprodutibilidade discu-tível. A taxa de complicações é baixa e resultados cada vez melhores e com menor númerode complicações devem ser esperados com a progressão da curva de aprendizado.

ATUALIZAÇÃO NO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DAS LESÕES CONDRAIS DO JOELHO

Marco antonio Machado da Cunha Cavalcanti Filho; Daniel Doca; Moisés Cohen; Mário Ferretti

Rev Bras Ortop. 2012;47(1):12-20 - Atualizaçao
O tratamento das lesões condrais no joelho ainda permanece um desafio para o cirurgião ortopédico, principalmente pelas próprias características da cartilagem, que promovem um baixo potencial de regeneração. As lesões condrais podem ser causadas por estímulos metabólicos, genéticos, vasculares e traumáticos e são classificadas de acordo com o tamanho e espessura da cartilagem acometida. O diagnóstico clínico pode ser difícil, principalmente pela sintomatologia insidiosa, sendo necessário o uso de exames complementares, em especial, a ressonância magnética. O tratamento dessas lesões é, em geral, iniciado de forma conservadora, ficando o tratamento cirúrgico reservado para pacientes com fragmentos condrais destacados, com bloqueio do arco de movimento, ou pacientes refratários ao tratamento clínico. As técnicas cirúrgicas mais usadas para o tratamento dos defeitos de espessura parcial são o desbridamento e a ablação por radiofrequência. Essas técnicas têm o objetivo de melhorar os sintomas, já que não restauram a estrutura e a função normal da cartilagem. Para os defeitos de espessura total (lesão osteocondral), os tratamentos disponíveis são a abrasão, drilling, microfratura, transplante osteocondral autólogo e alógeno e técnicas biológicas como o uso de transplante autólogo de condrócitos, técnica da cartilagem picada (minced cartilage) e o transplante de células-tronco.Descritores - Doenças das Cartilagens; Joelho; Artroscopia; Cartilagem Articular.

TRANSPLANTE OSTEOCONDRAL AUTÓLOGO NO TRATAMENTO DE LESÕES CONDRAIS NA PATELA

Moises Cohen; Joicemar Tarouco Amaro; Ricardo de Souza Campos Fernandes; Gustavo Gonçalves Arliani; Diego da Costa Astur; Camila Cohen Kaleka; Abdalla Skaf

Rev Bras Ortop. 2012;47(3):348-353 - Artigo Original
Objetivo: O objetivo primário deste estudo é avaliar a evolução clínica e funcional dos pacientes com lesão cartilaginosa de espessura total, sintomática da superfície articular da patela tratados com transplante osteocondral autólogo. Métodos: Este estudo prospectivo envolveu 17 pacientes, sendo realizado no período de junho de 2008 a março de 2011. Foram preenchidos no pré-operatório e com um ano de pós-operatório, os questionários específicos de Lysholm, Kujala e Fulkerson para avaliação do joelho acometido e o SF-36 para avaliação da qualidade de vida geral dos pacientes. Foi utilizado o teste não paramétrico pareado de Wilcoxon na análise estatística dos valores pré e pós-operatórios dos questionários e os dados foram analisados no programa SPSS for Windows versão 16.0 e uma significância de 5% foi adotada. Resultados: O Lysholm pré e pós-operatório médio foi de 54,59 e 75,76 pontos (p < 0,05). A pontuação do Fulkerson pré e pós-operatório médio foi de 52,53 e 78,41 pontos (p < 0,05). Conclusões: Consideramos o transplante osteocondral autólogo um bom método de tratamento para as lesões condrais de espessura total sintomáticas da superfície articular da patela. Descritores - Cartilagem articular; Patela; Ortopedia.

Revisão de solturas assépticas acetabulares em artroplastias totais do quadril*

SÉRGIO NOGUEIRA DRUMOND; EDSON BARRETO PAIVA; MAURÍCIO DE BARROS OITICICA LIMA

Rev Bras Ortop. 1999;34(3):- - Artigo Original
Os autores avaliaram 44 pacientes e 56 quadris submetidos a revisões das taças acetabulares para soltura em artroplastias totais do quadril. Foram usadas taças porosas rosqueadas de titânio revestidas de hidroxiapatita inseridas com adição de enxerto ilíaco autólogo. A duração média do acompanhamento foi de 30 meses, variando de seis a 70 meses. Os resultados clínicos foram satisfatórios em 50 quadris (89,3%). Os seis maus resultados foram devidos a soltura asséptica (cinco quadris) e metalose (um quadril), os quais necessitaram revisão adicional. Os resultados clínicos foram relacionados aos resultados radiográficos e subjetivos, havendo concordância entre eles. Procurou-se relacionar as variáveis com os achados clínicos e observou-se que, quanto maior o acompanhamento, maior o número de maus resultados (dado significante). Foi também observado que pacientes com artrose secundária, bem como os casos em que a taça foi colocada muito verticalizada, relacionaram-se com um número superior de maus resultados (esses dados não foram significantes). As complicações mais comuns foram migração da taça e luxação pós-operatória.

ARTROSCOPIA DO QUADRIL EM ATLETAS

GIANCARLO CAVALLI POLESELLO; NELSON KEISKE ONO; DAVI GABRIEL BELLAN; EMERSON KIYOSHI HONDA; RODRIGO PEREIRA GUIMARÃES; WALTER RICCIOLI JUNIOR; GUILHERME DO VAL SELLA

Rev Bras Ortop. 2009;44(1):26-31 - Artigo Original
Objetivo: Confirmar a importância terapêutica da artroscopia do quadril em atletas cuja dor impede a função desportiva da articulação do quadril, sendo capaz de minimizá-la a ponto de ajudar o retorno à atividade esportiva em níveis satisfatórios. Métodos: Foram analisados 49 pacientes que praticam esporte (51 quadris), submetidos à artroscopia do quadril que apresentavam dor e incapacidade para a prática esportiva. O seguimento mínimo foi de 12 meses e o máximo de 74 meses (média de 39,0 meses). No período pré-operatório avaliou-se a localização da dor, sua intensidade segundo a Escala de Expressão Facial (EEF) e o grau de incapacidade utilizando-se o critério de Harris Hip Score modificado (HHS). Anotaram-se diferentes diagnósticos que levaram à indicação da artroscopia, como impacto femoroacetabular, lesão do lábio acetabular não secundária ao impacto femoroacetabular e outros. No período pós-operatório, os pacientes foram avaliados pelos mesmos métodos do período pré-operatório e pela análise subjetiva de retorno ao esporte. Resultados: Baseando-se no HHS e EEF pré e pós-operatórios, a análise estatística mostrou significância entre os valores. Observou-se alguma melhora em todos os casos e retorno ao esporte, de forma satisfatória, na maioria deles. Conclusão: Diante do que foi estudado, confirmamos que a artroscopia em atletas com lesões localizadas no quadril é técnica eficaz, capaz de promover o retorno à prática esportiva na maioria dos casos, sem dor e com função articular efetiva, desde que bem indicada.Descritores - Artroscopia; Acetabular; Quadril; Esportes.

COMPLICAÇÕES EM ARTROSCOPIA DE QUADRIL

Marcos Emílio Kuschnaroff Contreras; Rafael Barreiros Hoffmann; Lúcio Cappelli Toledo de Araújo; William Sotau Dani; Francisco José Berral

Rev Bras Ortop. 2010;45(1):61-66 - Artigo Original
Objetivos: Determinar a prevalência de complicações ocorridas em uma série de casos consecutivos de artroscopia de quadril; avaliar a evolução da casuística através de uma curva de aprendizado; reconhecer as causas das complicações nas cirurgias do quadril por via artroscópica. Métodos: Foram avaliados 150 casos consecutivos submetidos à artroscopia de quadril no período de maio de 2004 a dezembro de 2008. As complicações encontradas foram classificadas sob três aspectos: sistema orgânico acometido, gravidade, grupos de 50 casos de acordo com a ordem de realização do procedimento. Utilizaram-se para a análise dos dados obtidos a estatística descritiva e o teste exato de Fisher. Resultados: Observaram-se 15 complicações (10%) neste estudo. Dez foram complicações neurológicas, duas osteoarticulares, uma vásculo-isquêmica e duas cutâneas. Na classificação de gravidade, três foram classificadas como maiores, 12 intermediárias e nenhuma considerada menor. A incidência das complicações ao longo da curva de aprendizado não apresentou diferença estatística significativa (p = 0,16). Conclusões: A artroscopia de quadril é um procedimento cirúrgico de baixa morbidade, que cursa, em alguns casos, com complicações. Essas são, frequentemente, neurológicas e transitórias. Elas ocorrem, principalmente, devido à tração articular. A taxa de complicações não diminuiu com o evoluir da casuística. Descritores - Artroscopia; Articulação do quadril; Complicações.

Estudo clínico e classificação das lesões musculares *

ARNALDO SANTHIAGO LOPES; ROBERTO KATTAN; SERAFIM COSTA; CARLOS E. MOURA

Rev Bras Ortop. 1993;28(10):- - Artigo Original
No período de 15 anos, 18.095 pacientes foram cadastrados na clínica privada, Centro Médico Esportivo São Francisco da Penitência e no Serviço Médico do Fluminense Football Club. Observamos que 10.719 (59,23%) pacientes eram portadores de lesões esportivas, sendo que 2.670 (24%) correspondiam a lesões musculares. Apresentamos uma classificação analisada criteriosamente, baseada na observação clínica evolutiva de atletas de alto nível, com um minucioso registro diário, cumprindo cada etapa terapêutica até sua total reabilitação.

AVALIAÇÃO DA REPRODUTIBILIDADE DAS CLASSIFICAÇÕES DE OUTERBRIGDE E DA SFA PARA LESÕES CONDRAIS DO JOELHO

Neylor Pace Lasmar; Rodrigo Campos Pace Lasmar; Rodrigo Barreiros Vieira; Juraci Rosa de Oliveira; André Campos Scarpa

Rev Bras Ortop. 2011;46(3):266-269 - Artigo Original
 Objetivo: Avaliar a reprodutibilidade da classificação de Outerbridge e da Sociedade Francesa de Artroscopia entre diferentes observadores e estabelecer uma comparação entre elas. Método: Foram utilizados 30 vídeos de artroscopia de joelho selecionados aleatoriamente demonstrando lesões condrais que foram classificadas por seis observadores, dois residentes em ortopedia do terceiro ano e quatro ortopedistas, entre os quais dois especialistas em cirurgia de joelho. A avaliação da reprodutibilidade intra e interobservador foi feita através do índice estatístico de Kappa. Resultados: Como resultado da avaliação completa da classificação de Outerbridge com a totalidade dos observadores, encontramos um índice Kappa de 0,434411. Quanto à classificação proposta pela Sociedade Francesa de Artroscopia, encontramos um índice Kappa de 0,45166. Conclusão: A classificação de Outerbridge e da Sociedade Francesa de Artroscopia para lesões condrais é moderadamente reprodutível entre observadores. Comparando as duas classificações, a proposta pela Sociedade Francesa de Artroscopia se mostrou mais reprodutível, e os autores sugerem o uso dessa classificação como de escolha para a prática clínica da avaliação das lesões condrais do joelho.Descritores - Traumatismos do Joelho/classificação; Traumatismos do Joelho/patologia; Artroscopia.

Perfurações x abrasão do osso subcondral no tratamento das lesões condrais do joelho por via artroscópica *

JOÃO LUIZ ELLERA GOMES; ALEX EICKHOFF; LUIZ ROBERTO S. MARCZYK

Rev Bras Ortop. 1995;30(8):- - Artigo Original
Estudo prospectivo e comparativo entre as técnicas de perfuração do osso subcondral e artroplastia por abrasão das lesões condrais do joelho foi realizado de forma aleatória em dois grupos de dez pacientes cada um. Ambas as técnicas foram realizadas por via videoartroscópica, sendo que em sete pacientes o resultado do tratamento inicial foi reavaliado aos seis meses de pós-operatório através de uma segunda artroscopia. O resultado comparativo baseou-se na resposta clínica ao tratamento estabelecido, sendo que o número de resultados insatisfatórios foi igual em ambos os grupos, sem que se pudesse verificar a supremacia de uma técnica sobre a outra.

Osteólise e desgaste nos componentes acetabulares não cimentados nas artroplastias do quadril*

RUDELLI SÉRGIO ANDREA ARISTIDE; EMERSON HONDA; GIANCARLO POLESELLO; LUIS ALFONSO SANTAMARÍA SALAS; MARCO ANTONIO PEDRONI

Rev Bras Ortop. 1996;31(12):- - Artigo Original
Entre 1986 e 1992 foram avaliados 135 quadris, submetidos a artroplastia total com componente acetabular não cimentado de Harris-Galante. Foram estudados osteólise localizada e desgaste do polietileno, relacionados com idade, diâmetro da cabeça do componente femoral, artroplastia primária ou revisão, componente femoral cimentado ou não e espessura do polietileno. Em 46% dos componentes acetabulares não cimentados, foi encontrada osteólise localizada. Não houve correlação significante com a quantidade de desgaste do polietileno e osteólise, em que, na maioria dos casos, a espessura do polietileno utilizado foi igual ou superior a 10mm. O desgaste do polietileno foi de 0,14 ± 0,02mm ao ano, superior às médias descritas na literatura para artroplastias cimentadas. A quantidade de desgaste do polietileno foi maior nas artroplastias com cabeça femoral de 28mm de diâmetro.

Tratamento cirúrgico do impacto femoroacetabular pós- epifisiólise pelo método da luxação controlada do quadril

Weverley Rubele Valenza; Jamil Faissal Soni; Christiano Saliba Uliana; Fernando Ferraz Faria; Gisele Cristine Schelle; Daniel Sakamoto Sugisawa

Rev Bras Ortop. 2016;51(4):418-423 - Artigo Original
    Objetivo: Relatar nossa experiência e os resultados preliminares com a luxação cirúrgica controlada do quadril no tratamento do impacto femoroacetabular (IFA) tipo CAM em adolescentes e adultos jovens com sequela de epifisiólise femoral proximal. Métodos: Análise retrospectiva de 15 pacientes tratados em hospital terciário, onde foram selecionados prontuários de pacientes que fizeram o procedimento de 2011 até 2013. Os dados coletados para análise foram: dados demográficos, descrição do procedimento cirúrgico, avaliação da mobilidade articular, impressão subjetiva do paciente no que se refere à melhoria clínica e se optariam por fazer a cirurgia novamente, cirurgias anteriores no quadril e complicações. Foram excluídos pacientes com seguimento menor do que seis meses, portadores de outras doenças do quadril, submetidos a osteotomias do fêmur proximal no mesmo momento da osteocondroplastia e cujo prontuário estivesse incompleto quanto às informações necessárias para o presente estudo. Resultados: Foram avaliados 15 pacientes e 17 quadris submetidos a osteocondroplastia para o tratamento do IFA, nove pacientes eram do sexo feminino, média de 18 anos e seguimento mínimo de dois anos. Quanto à lateralidade, oito pacientes foram operados do lado esquerdo e cinco do lado direito, além de dois pacientes nos quais a osteocondroplastia foi feita de forma bilateral. Em 14 casos, abaixamento do trocânter maior (alongamento relativo do colo) foi associado à osteocondroplastia. Treze pacientes tinham como cirúrgia prévia a fixação da epifisiólise, em seis (oito quadris) foi feita osteotomia flexora prévia e um fez uma artroscopia do quadril. Em 14 pacientes houve melhoria da mobilidade e da dor no quadril, quando comparada com o pré-operatório. Esses 14 pacientes relataram que fariam a cirurgia novamente. Foram observadas duas complicações, uma soltura da fixação do trocânter maior e uma ossificação heterotópica.

PSEUDOTUMOR DE PELVE PÓS ARTROPLASTIA TOTAL DO QUADRIL. RELATO DE CASO

Nelson Franco Filho, Alexandre de Paiva Luciano, Bruno Vierno

Rev Bras Ortop. 2014;49(5):- - Relato de Caso
RESUMO
A soltura é uma complicac¸ão bem conhecida nas artroplastias totais do quadril. O acúmulo de detritos resultante do desgaste mecânico forma células inflamatórias que têm a func ¸ão de fagocitar esses detritos e podem, em longo prazo, gerar uma reac ¸ão granulomatosa local. A seguir, apresentamos um relato de caso de pseudotumor de pélvis pós-artroplastia total do quadril, considerado raro na literatura consultada. Trata-se de paciente de 48 anos, masculino, negro, que iniciou seguimento médico por dores abdominais incaracterísticas, disúria e polaciúria havia oito meses. Apresentava artroplastia total do quadril esquerdo havia 17 anos. Após investigac ¸ão clínica e por meio de exames complementares, diagnosticou-se uma massa granulomatosa extra-articular, pseudotumor de pélvis.

Descritores - Granuloma de células plasmáticas Artroplastia de quadril Neoplasias pélvicas

POSSIBILIDADES ATUAIS DA ARTROSCOPIA DO QUADRIL

Giancarlo Cavalli Polesello; Rodrigo Pereira Guimarães; Walter Ricioli Júnior; Nelson Keiske Ono; Emerson Kiyoshi Honda; Marcelo Cavalheiro de Queiroz

Rev Bras Ortop. 2014;49(2):103-110 - Atualizaçao
A artroscopia de quadril tem sido popularizada na última década e com o avanço técnico, seja no diagnóstico por imagem, no entendimento da fisiopatologia ou na técnica cirúrgica, diversas aplicações foram descritas. Tanto a artroscopia, para afecções intra-articulares, como a endoscopia, para procedimentos extra-articulares, podem ser usadas no diagnóstico ou no tratamento de diferentes afecções. Este artigo de atualização tem como objetivo apresentar diversas possibilidades atuais da artroscopia de quadril.. Descritores - Articulação do quadril/cirurgia Artroscopia Lesões do quadril

Artroscopia do quadril: indicações e técnica

LAFAYETTE AZEVEDO LAGE; ROBERT OCAVALIERI COSTA

Rev Bras Ortop. 1995;30(8):- - Artigo Original
A artroscopia do quadril é procedimento pouco invasivo, permitindo alta hospitalar precocemente e curto período de reabilitação. Os autores recomendam o uso da artroscopia do quadril no diagnóstico do quadril doloroso quando investigações não invasivas forem inconclusivas; para diagnóstico e tratamento da artrite séptica e lesões do lábio acetabular; para remoção de corpos livres intraarticulares; e desbridamento da osteoartrose leve ou moderada de pacientes relativamente jovens.

Tratamento cirúrgico das lesões condrais do joelho com o uso da membrana de colágeno – condrogênese autóloga induzida por matriz

Diego Costa Astur; Jonathas Costas Lopes; Marcelo Abdulklech Santos; Camila Cohen Kaleka; Joicemar Tarouco Amaro; Moises Cohen

Rev Bras Ortop. 2018;53(6):733-739 - Artigo Original

OBJETIVOS: Avaliar os resultados clínicos e funcionais dos pacientes com diagnóstico de lesões condrais de espessura total em joelhos sintomáticos submetidos a um método de reparação biológica por meio da técnica de condrogênese autóloga induzida por matriz.
MÉTODOS: Foram avaliados sete pacientes submetidos a tratamento cirúrgico devido a lesões condrais no joelho pela técnica de condrogênese autóloga induzida por matriz. Foram usados os questionários Lysholm e Kujala e a escala visual analógica da dor antes e após um ano de cirurgia. As imagens de ressonância nuclear magnética foram avaliadas após 12 meses de acordo com os critérios de reparo cartilaginoso de Mocart (magnetic resonance observation of cartilage repair tissue).
RESULTADOS: Dos sete pacientes avaliados, três apresentavam defeitos classificados como grau III e quatro como grau IV, de acordo com a classificação da International Cartilage Repair Society. Os defeitos condrais estavam no côndilo femoral medial (n = 2), na patela (n = 2) e na tróclea (n = 3). A média de idade dos sete pacientes (seis homens e uma mulher) foi de 37,2 anos (24 a 54). O tamanho médio dos defeitos condrais foi de 2,11 cm2(1,0 a 4,6 cm2). Após 12 meses, a ressonância nuclear magnética pós-operatória mostrou preenchimento do local da lesão com tecido cicatricial menos espesso do que a cartilagem normal em todos os pacientes. O valor médio do questionário de Mocart após 12 meses foi de 66,42 pontos. Observou-se diminuição importante na dor e melhoria da avaliação dos questionários de Lysholm e Kujala.
CONCLUSÃO: O uso da membrana de colágeno I/III de origem porcina se mostrou favorável no tratamento de lesões condrais e osteocondrais do joelho quando se avaliaram os resultados


Palavras-chave: Artroplastia subcondral; Cartilagem articular; Condrogênese; Colágeno; Traumatismos do joelho

ARTROSCOPIA DO QUADRIL: EXPERIÊNCIA APÓS SEGUIMENTO MÉDIO DE 33 MESES

GIANCARLO CAVALLI POLESELLO; EMERSON KIYOSHI HONDA; NELSON KEISKE ONO; RODRIGO PEREIRA GUIMARÃES; LUCIANO ALVES DE OLIVEIRA; MARCELO BOULOS DUMANS E MELLO; EDUARDO YOSHIAKI NAKANDAKARI

Rev Bras Ortop. 2006;41(5):145-150 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar a melhora clínica dos pacientes com doenças do quadril tratados pelo método artroscópico. Métodos: Estudo retrospectivo de 34 pacientes (34 quadris) submetidos a artroscopia do quadril, sendo 16 (47,1%) do sexo feminino e 18 (52,9%) do masculino com idade entre 18 e 75 anos (média de 37,5). O seguimento mínimo foi de 24 meses e máximo de 63 meses (média de 33,7). Os pacientes foram divididos em dois grupos: grupo 1, formado por quadris degenerativos e/ou displásicos, e grupo 2, incluindo quadris que tiveram outros diagnósticos. Os resultados foram analisados nos períodos pré e pós-operatórios conforme o Harris Hip Score modificado por Byrd (HHS) e a escala de expressões faciais (EEF) para quantificação da dor. Os valores obtidos foram analisados estatisticamente. Resultados: No grupo 1, os valores do HHS no período pré-operatório variaram de 14,3 a 85,8 pontos (média de 43,6). Os valores no período pós-operatório variaram de 14,3 a 100 pontos (média de 57,2). A comparação pré e pós-operatória desse grupo não revelou ser estatisticamente significante. No grupo 2, os valores do HHS no período pré-operatório variaram de zero a 84,7 pontos (média de 53,0). Os valores no período pós-operatório variaram de 38,5 a 100 pontos (média de 93,6). Nesse grupo, houve diferença estatisticamente significante. A análise pré e pós-operatória da EEF mostrou melhora estatisticamente significante em ambos os grupos. Conclusão: Não houve melhora clínica dos pacientes do grupo 1. A artroscopia do quadril provou-se efetiva na melhora clínica de pacientes que apresentam várias outras afecções do quadril. Descritores - Articulação do quadril; Artroscopia; Estudos retrospectivos

Correlação diagnóstica da ressonância magnética com artroscopia nas lesões intra-articulares do joelho

WILLIAM JURJUS YOUSEF; EDILSON SCHWANSEE THIELE; DANTE LUÍS SCUISATO

Rev Bras Ortop. 1999;34(6):- - Artigo Original
Com o objetivo de avaliar a eficácia da ressonância magnética no diagnóstico das lesões intra-articulares do joelho, os autores analisaram retrospectivamente os prontuários de 312 pacientes que, após o exame, foram submetidos a artroscopia. Os resultados obtidos em relação à sensibilidade, especificidade e acurácia foram, respectivamente: 89%, 72% e 81% para menisco interno; 64%, 88% e 76% para menisco externo e 90%, 93% e 92% para ligamento cruzado anterior. Concluíram que a RM é um exame adequado no diagnóstico das lesões meniscais e ligamentares do joelho, e o exame de escolha nos casos em que o exame clínico é inconclusivo.

Análise comparativa da ressonância nuclear magnética com a artroscopia no diagnóstico das lesões intra-articulares do joelho*

INGO SCHNEIDER; MARCO ANTONIO SCHUEDA; ANDRÉ BERGAMASCHI DEMORE

Rev Bras Ortop. 1996;31(5):- - Artigo Original
Os autores analisaram os prontuários de 37 pacientes submetidos a artroscopia do joelho e que haviam realizado ressonância nuclear magnética prévia ao ato cirúrgico, com o objetivo de avaliar a eficácia deste método no diagnóstico das lesões do joelho. A sensibilidade, especificidade e acurácia do método foram, respectivamente, de 94%, 72% e 83% para menisco medial; de 81%, 80% e 83% para menisco lateral; de 53%, 95% e 78% para ligamento cruzado anterior; indefinida, 100% e 100% para ligamento cruzado posterior; e de 60%, 86% e 75% para condromalácia. Os exames foram realizados por apenas um radiologista e a artroscopia, por um único cirurgião, eliminando a variação interpessoal. Concluíram que a ressonância nuclear magnética é excelente exame para diagnosticar patologias meniscais, porém sua capacidade em verificar as lesões do ligamento cruzado anterior e condromalácia não corresponderam à expectativa.

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