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Busca por: Resultados funcionais e radiológicos do tratamento cirúrgico da luxação acromioclavicular aguda com âncoras e fixação clavículo-escapular*

Resultados funcionais e radiológicos do tratamento cirúrgico da luxação acromioclavicular aguda com âncoras e fixação clavículo-escapular*

Adriano Fernando Mendes Júnior; José da Mota Neto; Darlan Malba Dias; Leandro Furtado de Simoni; Elmano de Araújo Loures; Pedro José Labronici

Rev Bras Ortop. 2019;54(6):649-656 - Artigo Original

OBJETIVO Avaliar os resultados clínicos, radiológicos, e funcionais do tratamento cirúrgico da luxação acromioclavicular aguda, utilizando a técnica de sindesmopexia coracoclavicular com duas âncoras metálicas, fixação temporária clavículo-escapular, e transferência do ligamento coracoacromial.
MÉTODOS Estudo observacional longitudinal com trinta pacientes com diagnóstico de luxação acromioclavicular aguda submetidos à cirurgia, com seguimento mínimo de seis meses, avaliados clínica, radiograficamente, e pelos escores de University of California at Los Angeles (UCLA), Disabilities of the Arm, Shoulder and Hand (DASH) e Constant-Murley.
RESULTADOS Os valores médios dos escores foram: UCLA = 32; DASH = 11,21; e Constant-Murley = 86,93, com resultados satisfatórios acima de 80%. Os resultados insatisfatórios foram relacionados à dor acromioclavicular, a testes de impacto subacromial positivos, e aos pacientes de faixa etária mais elevada (p < 0,05). Radiologicamente, valores maiores em razão da distância coracoclavicular do ombro operado, comparado com o ombro normal, foram relacionados a piores resultados, embora sem significância estatística. Não foi observada associação entre os resultados dos escores funcionais e as variáveis grau da lesão, transferência do ligamento coracoacromial, impressão clínica de perda de redução, e discinesia escapulo-torácica.
CONCLUSÃO A técnica utilizada propicia uma fixação eficiente, com alto índice de satisfação segundo os escores de UCLA, Constant-Murley e DASH. Observou-se baixo índice de complicações apesar da frequência elevada de subluxação acromioclavicular radiológica residual.


Palavras-chave: articulação acromioclavicular; resultado do tratamento; âncoras de sutura.

Técnica combinada para reconstrução acromioclavicular após luxação aguda - descrição técnica e resultados funcionais

Diogo Lino Moura; Augusto Reis e Reis; João Ferreira; Manuel Capelão; José Braz Cardoso

Rev Bras Ortop. 2018;53(1):67-74 - Artigo Original
    Objetivo: Descrever a abordagem cirúrgica das luxações acromioclaviculares agudas e apre-sentar os desfechos clínicos e funcionais obtidos em uma coorte de pacientes.Métodos: Estudo observacional retrospectivo que incluiu 153 pacientes com luxação agudada articulação acromioclavicular operados entre 1999 e 2015. A avaliação clínica incluiu osseguintes desfechos: escala funcional de Constant, surgimento de complicações, tempo atéo retorno ao trabalho ou atividades esportivas e índice de satisfação. O ombro contralateral(não lesionado) foi usado como controle nos resultados subjetivos. Foi feita avaliação radi-ológica para monitorar sinais de perda de redução, alterações articulares degenerativas ecalcificações coracoclaviculares.Resultados: A média de idade foi de 29,20 ± 9,53 (16 a 71), com grande predominância mascu-lina (91,5%). O seguimento durou 55,41 ± 24,87 (12 a 108) meses. A média no escore Constantfoi de 96,45 ± 4,00 (84 a 100) nos ombros operados e 98,28 ± 1,81 (93 a 100) nos contralate-rais. Quase todos os pacientes (98,69%) ficaram satisfeitos com os resultados da cirurgia.Luxações de articulação acromioclavicular de grau crescente (do tipo III para V, mas prin-cipalmente no tipo IV) apresentaram resultados piores, tanto no que diz respeito ao escorede Constant quanto ao retorno ao trabalho ou esporte. A incidência global de complicaçõesfoi considerada baixa, as mais prevalentes foram falha do fio de Kirschner e calcificaçõesisoladas do ligamento coracoclavicular.Conclusão: A técnica cirúrgica descrita é uma excelente opção no tratamento de luxaçõesagudas de articulações acromioclaviculares classificadas como graus III a V na escala deRockwood. Essa conclusão é corroborada pelos excelentes resultados clínicos e funcionaise pela baixa taxa de complicações.

Avaliação funcional e radiológica da luxação acromioclavicular aguda reparada com âncoras sem eyelet: comparação com outras técnicas

Rev Bras Ortop. 2016;51(5):561-568 - Artigo Original
    Objetivo: Avaliar os resultados do reparo das luxações acromioclaviculares (LAC) graus III e V, com âncoras sem eyelet, e comparar com outras técnicas, bem como fatores que possam interferir no resultado final. Métodos: Estudo retrospectivo de 35 pacientes com LAC grau III e V, pela classificação de Rockwood, 12 tratados com âncoras sem eyelet, 11 com um Tightrope, seis com dois Tightropes e seis com amarrilho subcoracoide, operados de setembro de 2012 a fevereiro de 2015. Os pacientes foram avaliados radiograficamente e pelos escores de DASH, UCLA, pela escala visual analógica de dor (EVA) e pelo Short-Form 36 (SF36). O tempo cirúrgico e a possível interferência de alguns fatores no resultado final também foram avaliados. Resultados: A média dos escores foi de 6,7 no DASH; 32,9 no UCLA; 1,2 na EVA e 79,47 no SF- 36. Radiograficamente, a medida final média entre o coracoide e a clavícula foi de 9,93 mm, sem diferença estatística entre os grupos. Quanto ao tempo cirúrgico, a média do grupo I foi de 31 minutos; do grupo II, 19 minutos; do grupo III, 29 minutos e do grupo IV, 59 minutos, houve diferença significativa entre os grupos II e IV, quando comparados com o grupo em estudo. A medida inicial da LAC e a medida pós-operatória imediata (POI) tiveram correlação com a medida final. Conclusão: O reparo da LAC aguda com âncoras sem eyelet é tão eficaz quanto outros métodos e com tempo cirúrgico significativamente menor quando comparado com a técnica de amarrilho subcoracoide. O resultado radiológico final é influenciado pela distância coracoclavicular inicial e do POI.

Tratamento cirúrgico da luxação acromioclavicular aguda pela técnica de Vukov*

ARNALDO AMADO FERREIRA NETO; OLAVO PIRES DE CAMARGO; ARNALDO AMADO FERREIRA FILHO; AMÉRICO ZOPPI FILHO; EDUARDO BENEGAS

Rev Bras Ortop. 1996;31(9):- - Artigo Original
Vinte e dois pacientes com luxação acromioclavicular aguda (LACA) do grau III da classificação de Allman-Tossy foram tratados pela técnica de Vukov (sutura da clavícula no ligamento coracoacromial) de março de 1994 a janeiro de 1995. Vinte e um eram do sexo masculino (95,5%); a idade variou de 17 a 62 anos (média de 30 anos e dois meses); o traumatismo direto ocorreu em 19 casos (86,4%) relacionados principalmente a acidentes viários (54,5%). O tempo médio de seguimento foi de dez meses e 15 dias. Em 16 pacientes (72,7%) a deformidade era au-sente, 19 (86,4%) não tinham dor e em 18 (81,8%) a clavícula era estável. No exame radiográfico pós-operatório a clavícula estava reduzida em 16 casos, em três (13,6%) o desvio era parcial e em três (13,6%) era total. Em oito casos (36,3%) ocorreram calcificações ectópicas infraclaviculares e três (13,6%) apresentaram capsulite adesiva. O resultado final, considerando aspectos clínicos e radiográficos, foi bom em 15 casos (68,1%), regular em dois (9,1%) e mau em cinco (22,7%).

RESULTADOS FUNCIONAIS E RADIOLÓGICOS A LONGO PRAZO DA FIXAÇÃO PERCUTÂNEA DAS FRATURAS DA EXTREMIDADE DISTAL DO RÁDIO

Arlindo Gomes Pardini Júnior; Henrique Gubert Freua Bufáiçal; Afrânio Donato de Freitas; Antonio Barbosa Chaves

Rev Bras Ortop. 2012;47(1):31-36 - Artigo Original
Objetivo: O objetivo do presente estudo é a análise funcional e radiográfica, a longo prazo, dos pacientes com fratura do rádio distal tratados com redução fechada e fixação percutânea com fios de Kirschner. Métodos: De 84 pacientes submetidos à fixação percutânea de fratura do rádio distal avaliamos 34, com tempo médio de acompanhamento de 85,7 meses com tempo mínimo de 18 meses e máximo de 168 meses. Dos 34 pacientes, 23 eram mulheres, e a idade variou de 28 a 88 anos (média de 65 anos). Foram feitas mensurações da amplitude de movimentos (ADM), força de preensão, graduação da dor e aplicação da escala funcional DASH. Além disso, medidas radiográficas foram realizadas para avaliação do tempo de consolidação e ângulos da extremidade distal do rádio. Resultados: Os pacientes incluídos no estudo tiveram suas fraturas consolidadas em tempo médio de 41 dias. Os valores médios encontrados para flexão, extensão, desvio radial, desvio ulnar, pronação e supinação pós-operatórios estão dentro da zona funcional de ADM do punho. A maioria (76,5%) dos pacientes não apresentava dor na época do exame e 23 pacientes (67,6%) apresentaram um valor para o DASH igual a zero. Ocorreu uma perda de redução que foi reoperada após duas semanas de evolução e um paciente desenvolveu distrofia simpaticorreflexa associada à alteração na articulação radioulnar distal (ARUD). Conclusão: A fixação percutânea no tratamento das fraturas da extremidade distal do rádio resulta, a longo prazo, em excelente ADM, pouca ou nenhuma dor, parâmetros radiográficos aceitáveis, baixo índice de complicações além de ser um método barato e eficiente.Descritores - Clavícula; Pseudoartrose; Anormalidades Congênitas.

FIXAÇÃO DO FRAGMENTO OSTEOCONDRAL APÓS LUXAÇÃO AGUDA DA PATELA NO ESQUELETO IMATURO

Rodrigo Pires e Albuquerque ,José Félix dos Santos Neto, Maria Isabel Pires e Albuquerque, Vincenzo Giordano, Ney Pecegueiro do Amaral

Rev Bras Ortop. 2014;49(2):- - Relato de Caso

RESUMO

A fixac¸ão da fratura osteocondral após a luxac¸ão aguda da patela é um tratamento infrequente, bem como a localizac¸ão desse fragmento na região lateral do côndilo femoral lateral que funciona como um corpo livre. O objetivo desta pesquisa foi apresentar um caso de fratura osteocondral da patela em sítio não usual, assim como a terapêutica adotada e o seguimento clínico.

Descritores - Osteocondrite Fraturas ósseas Patela Articulac¸ão do joelho

Luxação aguda da patela

ARNALDO JOSÉ HERNANDEZ; EDIMAR FAVARO; MARCOS HENRIQUE FERREIRA LARAYA

Rev Bras Ortop. 2004;39(3):- - Atualizaçao
A luxação aguda da patela é uma experiência dolorosa que ocorre subitamente, como primeiro episódio, afetando principalmente pacientes jovens. O sucesso do tratamento está diretamente relacionado com o conhecimento da anatomia e da biomecânica. O objetivo da presente atualização é realizar revisão da literatura atual sobre o assunto, discutindo as tendências mais modernas no tratamento da luxação aguda da patela. O ligamento femoropatelar medial é o principal estabilizador estático na prevenção do deslocamento lateral da patela e a primeira estrutura lesada na sua luxação aguda. Além desse ligamento desta-ca-se a importância do músculo vasto medial oblíquo na estabilidade patelar. A junção do ligamento femoropatelar medial com a fáscia profunda do músculo vasto medial oblíquo sugere que a estrutura passiva ligamentar e a dinâmica muscular possuem ação conjunta. Fatores anatômicos e a presença de fraturas osteocondrais predispõem a recidivas da luxação. A luxação aguda da patela é considerada como sendo pouco freqüente ou subdiagnosticada. Mais recentemente, a ressonância magnética veio complementar o estudo radiográfico convencional, auxiliando na opção terapêutica. Atualmente, o tratamento cirúrgico na fase aguda, com a reparação das estruturas lesadas, pas-sou a ser considerado por muitos como a melhor opção terapêutica, embora a conduta conservadora clássica ain-da tenha respaldo e seus defensores na revisão realizada. Descritores - Joelho; patela; luxação.

Tratamento cirúrgico da luxação acromioclavicular completa

MARCO ANTÔNIO DE CASTRO VEADO; ANDERSON ARAÚJO PAIVA; MARCELO DA SILVA PINTO

Rev Bras Ortop. 2000;35(8):- - Artigo Original
Vinte e um pacientes com luxação acromioclavicular completa grau III (18 pacientes), grau IV (um paciente), grau V (dois pacientes), da classificação de Rock-wood, na fase aguda e crônica, foram tratados pela técnica de Weaver-Dunn modificada por Rockwood, de fevereiro de 1995 a setembro de 1997. Dezesseis eram do sexo masculino (76,2%) e cinco (23,8) do feminino. A idade variou de 18 a 56 anos (média de 32 anos e oito meses). O tempo médio de seguimento foi de 22 meses. Subluxação tanto superior quanto anterior foi observada em 19% dos casos, porém assintomáticas. Pelos critérios da UCLA, constatou-se um percentual de 95,2% de excelentes e bons resultados e 4,8% com resultados ruins.

LUXAÇÃO AGUDA ISOLADA DA ARTICULAÇÃO TIBIOFIBULAR PROXIMAL

Paulo Roberto de Almeida Silvares; João Paulo Fernandes Guerreiro; Sérgio Swain Müller; Ricardo Violante Pereira; Rodrigo Vannini

Rev Bras Ortop. 2010;45(4):460-464 - Relato de Caso
A luxação traumática isolada da articulação tibiofibular proximal é rara. Esta lesão pode não ser reconhecida ou diagnosticada no atendimento inicial. A ausência de suspeita clínica pode causar problemas para o diagnóstico. O diagnóstico necessita de história precisa do mecanismo e sintomas da lesão, avaliação clínica e radiográfica adequada de ambos joelhos. Casos não reconhecidos são fonte de alterações crônicas. O tratamento é feito por redução fechada e imobilização ou, em casos irredutíveis ou instáveis, redução aberta com fixação interna temporária. Um caso raro de luxação tibiofibular proximal isolada em um jogador de basquetebol é relatado para ilustrar essa lesão. Descritores - Luxação do joelho; Fíbula; Basquetebol; Masculino.

FIXAÇÃO DAS FRATURAS DA EXTREMIDADE DISTAL DO RÁDIO PELA TÉCNICA DE KAPANDJI MODIFICADA: AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS RADIOLÓGICOS

Antonio Piva Neto; Fabio Colla Lhamby

Rev Bras Ortop. 2011;46(4):368-373 - Artigo Original
Objetivo: Demonstrar uma opção simples e eficaz para o tratamento das fraturas da extremidade distal do rádio com o uso de fios de Kirschner. Métodos: No período de setembro de 2008 a abril de 2009, foram tratados, cirurgicamente, 48 pacientes com fraturas da extremidade distal do rádio classificadas como A3 pela classificação AO, usando uma modificação da técnica de Kapandji. Resultados: Dos 48 punhos operados, 42 (87,5%) apresentaram mensurações pós-operatórias dentro dos limites considerados adequados. Utilizamos os parâmetros de McQuenn e Caspers, que consideram uma angulação radial maior que 19º e uma angulação volar menor que -12º. Todas as medidas de inclinação volar do rádio pós-operatórias estiveram abaixo de -3º. O valor da inclinação radial pré-operatória média era de 13,14º e a medida pós-operatória foi de 21,18º. O valor médio da inclinação volar pré-operatória era 28,75º e a mensuração da inclinação volar pós-operatória era 3,31º. A média da altura radial pré-operatória era 5,25mm e a medida pós-operatória foi 9,48mm. Conclusão: A técnica descrita tem excelente estabilidade para o tratamento das fraturas da extremidade distal do rádio classificadas como A3, é de fácil execução, minimamente invasiva, com mínimas complicações cirúrgicas e é de baixo custo.Descritores - Fraturas do Rádio/cirurgia; Fraturas do Rádio/ radiografia; Fios Ortopédicos.

Tratamento cirúrgico da luxação acromioclavicular pela transferência do ligamento coracoacromial*

FABIANO SCANDIUZZI; MARCELO TARSO TORQUATO; ROBERTO RYUITI MIZOBUCHI; DÉCIO CERQUEIRA DE MORAES FILHO; ALCIDES DURIGAN JUNIOR

Rev Bras Ortop. 1999;34(5):- - Artigo Original
Os autores avaliaram 21 pacientes com luxação acromioclavicular de grau III de Allman-Tossy, tratados cirurgicamente pela transferência do ligamento coracoacromial para clavícula e fixação da articulação acromioclavicular, no período de 1995 a 1998. A média de idade foi de 34 anos e 3 meses, com predomínio do sexo masculino (90,5%), sen-do o lado esquerdo mais acometido (52,4%). O seguimento médio foi de 21 meses e 18 dias e a causa mais freqüente de traumatismo foram os acidentes de trânsito (57,1%). O índice de complicações foi de 38,1%. Os pacientes foram avaliados segundo a escala de classificação para ombro - UCLA modificada, sendo observados excelentes resultados em 52,4% dos casos, bons em 42,8% e moderado em 4,8%, totalizando 95,2% de resultados satisfatórios.

Novo método para tratamento cirúrgico da luxação acromioclavicular *

SEBASTIÃO AMILTON PINHEIRO

Rev Bras Ortop. 1993;28(10):- - Artigo Original
O autor apresenta o resultado obtido com o tratamento cirúrgico, por método pessoal, da luxação acromioclavicular, através da artrodese, usando-se técnica original, com instrumental simples e acessível - um fio de Steinmann e um grampo de Blount - num total de 30 casos, durante um período de dez anos, no Hospital Nossa Senhora das Graças, Inhumas, GO. A técnica cirúrgica consiste em se fazer a retirada da cartilagem articular e menisco, colocação de enxerto, retirado da própria clavícula, redução da luxação e fixação com um fio de Steinmann, compressão axial com uma pinça de Backaus e fixação com um grampo de Blount (cortado), procedendo-se à sutura, em bloco, da cápsula e ligamento acromioclavicular. Imobilização tipo Velpeau por três semanas. Esta técnica traz nítidas vantagens sobre as demais, pela facilidade de execução e pelos bons resultados uniformemente conseguidos (96,66%). Os métodos utilizados pelo grupo AO estão muito em moda, mas, além de onerosos, são de difícil execução; acreditamos que, nas luxações acromioclaviculares, podem ser usados métodos mais simples e com resultados surpreendentes. Empregando critério funcional e avaliação radiográfica, obtivemos o seguinte resultado final: excelente, 90,0%; bom, 6,6%; e mau resultado, 3,33%.

Luxação acromioclavicular: tratamento cirúrgico com prótese artificial para partes moles*

NARCÍSIO SEVERIANO DO NASCIMENTO; JOSÉ GUTMAN CARNEIRO; DJALMA CARLOS DE ARAÚJO JÚNIOR; ELSON SOUZA MIRANDA

Rev Bras Ortop. 1993;28(10):- - Artigo Original
São analisados 52 casos de luxação acromioclavicular submetidos a tratamento cirúrgico, cuja técnica consiste na utilização de uma prótese artificial para partes moles com 4mm de "largura, para substituir o ligamento coracoclavicular. O período de seguimento dos pacientes operados foi de 28 dias a 54 meses, com um período médio de 27 meses (follow-up). A classificação da lesão utilizada foi de Allman, Zlotsky e Ballard. Os resultados foram classificados em ótimos, bons e ruins, sendo 43 (82,7%) ótimos, seis (11,5%) bons e três (5,77%) ruins. Os autores concluem que esse é um ótimo método para o tratamento dessa lesão, visto que os seis casos bons eram pacientes com idade superior a 55 anos. Os ruins eram: um caso de infecção, uma per-da da redução que atribuímos a falha técnica e um caso com dor e limitação da abdução, cujo paciente não seguiu a orientação para realizar a fisioterapia.

TRATAMENTO ARTROSCÓPICO DA LUXAÇÃO ACROMIO-CLAVICULAR PELO MÉTODO "TIGHT ROPE" (Arthrex®)

LUIS ALFREDO GÓMEZ VIEIRA; ADALBERTO VISCO; LUIS FILIPE DANEU FERNANDES; NICOLAS GERARDO GÓMEZ CORDERO

Rev Bras Ortop. 2009;44(1):52-56 - Artigo Original
Objetivo: Apresentar a técnica cirúrgica artroscópica pelo método "Tight Rope" e a avaliação dos resultados com esta técnica no tratamento da luxação acrômio-clavicular aguda. Métodos: entre agosto de 2006 e maio de 2007, 10 ombros de 10 pacientes com luxação acrômio-clavicular aguda foram submetidos a tratamento artroscópcio pela técnica Tight Rope-Arthrex®. O seguimento mínimo foi de 12 meses, com média de 15 meses. A idade variou de 26 e 42 anos com média de 34 anos. Todos os pacientes eram do sexo masculino. Todos os pacientes foram atendidos na fase aguda da lesão sendo avaliados por radiologia simples (série trauma). Os pacientes foram acompanhados semanalmente no primeiro mês e a cada três meses após o procedimento artroscópico. A avaliação clínica foi feita por meio dos critérios da University of Califórnia at Los Angeles (UCLA). Resultados: Todos os pacientes operados agudamente encontravam-se satisfeitos com os resultados do tratamento cirúrgico artroscópico com uma média de 32,5 pontos na escala de avaliação da UCLA. Conclusão: O tratamento artroscópico da luxação acrômio-clavicular aguda pelo método "Tight Rope" é uma técnica cirúrgica minimamente invasiva que mostrou-se eficiente para o tratamento destas lesões.Descritores - Luxação acrômio-clavicular/cirurgia; Artroscopia/ métodos.

Luxação acromioclavicular grau III: tratamento pela técnica de Vukov

MARCOS RASSI FERNANDES; RUI JOSÉ FERNANDES; OSVANDRÉ LECH

Rev Bras Ortop. 1995;30(9):- - Artigo Original
Os autores apresentam o tratamento cirúrgico da luxação acromioclavicular grau III com a técnica de Vukov, realizado em 23 pacientes entre o período de outubro de 1989 e outubro de 1994. O seguimento médio foi de 27 meses. Vinte e duas lesões eram agudas e uma, crônica. O lado direito foi acometido em 17 casos (72%) e 20 pacientes (87%) eram do sexo masculino. Os acidentes de trânsito foram responsáveis por 70% dos casos. Em 74% dos casos houve excelente evolução pós-operatória, com retorno ao mesmo nível de mobilidade e força muscular. Seis casos (26%) apresentaram complicações: infecção (dois casos), subluxação superior da clavícula (três casos) e capsulite adesiva (um caso). A técnica de Vukov é mais uma opção no amplo armamentário de técnicas cirúrgicas para o tratamento da luxação acromioclavicular. Ela deve ser valorizada pela simplicidade, baixo custo e rápido retorno ao trabalho.

Luxação acromioclavicular: avaliação pós-operatória dos ligamentos coracoclaviculares por ressonância magnética

Fabiano Rebouças Ribeiro; Rafael Salomon Silva Faria; Bruno de Oliveira Amin; Antonio Carlos Tenor Júnior; Miguel Pereira da Costa; Cantídio Salvador Filardi Filho; Rômulo Brasil Filho

Rev Bras Ortop. 2015;50(2):195-199 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar radiologicamente a cicatrização dos ligamentos coracoclaviculares após otratamento cirúrgico para luxação acromioclavicular.Métodos: Foram convocados 10 pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico para luxaçãoacromioclavicular pela via posterossuperior, com tempo de pós-operatório mínimo de umano, para avaliação radiológica por ressonância magnética. Essa avaliação foi feita por meiode analogia com a escala descrita na literatura para estudo da cicatrização do ligamentocruzado anterior do joelho e pela aferição das medidas dos ligamentos coracoclavicularescicatrizados.Resultados: Houve formação de estrutura cicatricial aparentemente fibrosa em 100% doscasos. Em 50% dos casos, a imagem dessa estrutura era de bom aspecto à ressonância nuclearmagnética e 50% deficiente.Conclusão: A avaliação por ressonância nuclear magnética dos pacientes em pós-operatóriotardio de cirurgia para tratamento da luxação acromioclavicular aguda, pela via posteros-superior do ombro, mostrou a cicatrização dos ligamentos coracoclaviculares em 100% doscasos, sendo 50% deficiente.

LUXAÇÃO ACROMIOCLAVICULAR TIPO VI ASSOCIADA À FRATURA DIAFISÁRIA DA CLAVÍCULA

Evander Azevedo Grossi, Macedo Araújo Roberto

Rev Bras Ortop. 2013;48(1):- - Relato de Caso

RESUMO

O objetivo é apresentar um caso muito raro de luxação inferior da articulação acromioclavicular (AAC) associada à fratura da clavícula. Trata-se de um paciente jovem que sofreu queda de bicicleta e evoluiu com esse tipo de patologia. Foi operado e obtido ótimo resultado clínico. A literatura cita vários casos de luxação subcoracoide, mas existem somente dois casos subacromiais semelhantes ao nosso. É descrito o caso, feita uma revisão literária e discutido o tratamento.

Descritores -Articulação acromioclavicular/cirurgia; Clavícula/lesões Luxações.

O uso de âncoras no reparo aberto da luxação anterior recidivante do ombro*

OSVANDRÉ LECH; SÉRGIO CORREA PINTO JÚNIOR; ANTÔNIO SEVERO

Rev Bras Ortop. 2003;38(11/12):- - Artigo Original
Foram avaliados 54 pacientes (54 ombros), com diagnóstico de instabilidade ântero-inferior do ombro devida a luxação recidivante, submetidos a tratamento cirúrgico da lesão de Bankart pela técnica de reparação aberta do lábio da glenóide com âncoras, com o objetivo de demonstrar a validade deste método terapêutico. As cirurgias fo-ram realizadas entre março de 1995 e julho de 2000, e o seguimento médio foi de 50,2 meses. A média de idade dos pacientes era de 26,7 anos. A análise dos resultados cirúrgicos foi feita pelos critérios de Rowe, obtendo-se 87,1% de resultados excelentes e bons e 12,9% de regulares e ruins.

Protocolo de manuseio da luxação traumática aguda de cotovelo*

MARCELO TOMANIK MERCADANTE; SÉRGIO ROBERTO FRATTI

Rev Bras Ortop. 2003;38(1/2):- - Atualizaçao
A luxação traumática aguda de cotovelo é lesão freqüente e de tratamento incruento simples. Diversas condutas terapêuticas são propostas, mas nem sempre são sistematizadas. A diferenciação nos procedimentos dificulta a comparação de resultados entre as séries publicadas. As avaliações clínicas durante o tratamento não seguem critérios clínicos e casos com diminuição da mobilidade articular do cotovelo chegam a ser considerados resultados satisfatórios. Essas falhas ocorrem quando lesões ligamentares não são adequadamente identificadas. O exame físico rotineiro e atento durante as avaliações clínicas previne as falhas, maus resultados e complicações. O estudo científico impõe a obtenção de dados objetivos, advindos da observação dos detalhes da lesão. Definidos os critérios de avaliação, é possível realizar estudos detalhados das formas de tratamento, qualificação dos resultados e prevenção das complicações. O objetivo deste estudo é o desenvolvimento de protocolo específico para a luxação traumática aguda de cotovelo, garantindo análise criteriosa no futuro. Os autores concluem que o protocolo desenvolvido possibilita estudar as características da luxação traumática aguda do cotovelo e avaliar os resultados do seu tratamento.

Avaliação de resultados pós-operatórios do tratamento videoartroscópico para luxação recidivante de ombro com o uso de âncoras metálicas

Éder Menegassi Martel; Airton Rodrigues; Francisco José dos Santos Neto; Cleiton Dahmer; Abel Ranzzi; Rafaella Scuzziato Dubiela

Rev Bras Ortop. 2016;51(1):45-52 - Artigo Original
    Objetivos: Avaliar clinica e radiologicamente os resultados do tratamento videoartroscópico com uso de âncoras metálicas em pacientes com luxação recidivante de ombro e suas complicações. Métodos: Estudo retrospectivo de 47 pacientes (47 ombros) operados de fevereiro de 2010 a fevereiro de 2012 pelo grupo do ombro do hospital ortopédico, por meio de questioná- rio, entrevista, exame físico e radiográfico, com o uso da classificação de Samilson e Pietro. O seguimento médio no pós-operatório foi de 33 meses (variação de 12-47). A análise estatística consistiu no uso do teste exato de Fisher por meio do pacote estatístico IBM SPSS 22, com o uso de um nível de significância de 5%. Resultados: Recidiva foi observada em nove casos. Os pacientes tinham, em média, 26,5 anos no primeiro episódio, dos quais 19,1% apresentavam idade menor ou igual a 20 anos. Dentre estes, 55,6% apresentaram recidiva. Em relação à idade no procedimento cirúrgico, foi encontrada uma média de 27 anos; 12,8% apresentavam idade menor do que ou igual a 20 anos; 19 pacientes apresentaram âncoras salientes e desses 21% manifestavam artrose. Conclusão: Houve correlação estatisticamente identificada entre o índice de recidiva e a idade menor ou igual a 20 anos no momento da primo-luxação e do procedimento cirúrgico. Mais estudos devem ser feitos para comparar uso de âncoras absorvíveis, que, apesar de ter um custo mais elevado, podem ter um risco menor de desenvolvimento de artrose glenoumeral em alguns casos.

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