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Busca por: Plasma rico em plaquetas e corticoide no tratamento da síndrome de impacto do manguito rotador: Ensaio Clínico randomizado*

Plasma rico em plaquetas e corticoide no tratamento da síndrome de impacto do manguito rotador: Ensaio Clínico randomizado*

Ronald Bispo Barreto; Arthur Rangel Azevedo; Mayvelise Correia de Gois; Marianna Ribeiro de Menezes Freire; Denison Santos Silva; Juliana Cordeiro Cardoso

Rev Bras Ortop. 2019;54(6):636-643 - Artigo Original

OBJETIVO Analisar a eficácia do uso de plasma rico em plaquetas (PRP) no tratamento de pacientes portadores de síndrome de impacto do manguito rotador em comparação ao tratamento com injeção subacromial de corticosteroides.
MÉTODOS O estudo é de caráter comparativo, longitudinal, duplo cego e randomizado. A evolução clínica dos pacientes foi quantificada pelas escalas The Disabilities of the Arm, Shoulder and Hand (DASH) outcome measure, University of California Los Angeles (UCLA) shoulder rating scale e Constant-Murley shoulder outcome score (CMS) no dia da aplicação, e novamente após 1, 3, e 6 meses.
RESULTADOS Não foram encontradas diferenças etsatisticamente significativas (p < 0.05) ao comparar os resultados do DASH outcome measure, UCLA shoulder rating scale, e CMS dos dois grupos na admissão. Após o tratamento, ambos os grupos apresentaram melhora significativa tanto do DASH, quanto do UCLA (p < 0,05). Entretanto, o escore do CMS referente ao tratamento com corticoide mostrou-se pior no 6° mês em comparação com o escore à admissão.
CONCLUSÃO Esses achados sugerem que o PRP é um tratamento seguro e que pode ser uma ferramenta útil no arsenal terapêutico contra doenças do manguito rotador, uma vez que não foram encontradas diferenças significativas entre os grupos que receberam PRP e injeção subacromial de corticosteroides.


Palavras-chave: plasma rico em plaquetas; síndrome do impacto do manguito rotador; corticosteroides.

PLASMA RICO EM PLAQUETAS NO REPARO ARTROSCÓPICO DAS ROTURAS COMPLETAS DO MANGUITO ROTADOR

Eduardo Angeli Malavolta; Mauro Emilio Conforto Gracitelli; Edwin Eiji Sunada; Eduardo Benegas; Flavia de Santis Prada; Raul Bolliger Neto; Marcelo Bordalo Rodrigues; Arnaldo Amado Ferreira Neto; Olavo Pires de Camargo

Rev Bras Ortop. 2012;47(6):741-747 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar os resultados funcionais e o índice de rerrotura do reparo do manguito rotador por via artroscópica associado ao uso do PRP. Métodos: Série de casos prospectiva, avaliando os resultados do reparo artroscópico do manguito rotador em fileira simples associada ao uso do PRP. Foram incluídas apenas roturas isoladas do supraespinal, com retração inferior a 3cm. O PRP utilizado foi obtido pelo método de aférese, e aplicado em sua forma ativada, com a adição de trombina autóloga, na consistência líquida. A avaliação pós-operatória foi realizada de maneira padronizada, aos 12 meses de seguimento. Foram utilizadas as escalas de Constant-Murley, UCLA e EVA, além da análise da incidência de rerroturas através da ressonância magnética. Resultados: Foram avaliados 14 pacientes (14 ombros). A escala de Constant-Murley evoluiu em média de 45,64 ± 12,29 no pré-operatório para 80,78 ± 13,22 no pós-operatório (p < 0,001). A escala de UCLA sofreu um incremento de 13,78 ± 5,66 para 31, 43 ± 3,9 (p < 0,001). A dor dos pacientes apresentou uma melhora significativa de acordo com a EVA (p = 0,0013), decrescendo de uma mediana de 7,5 (p25% = 6, p75% = 8) para 0,5 (p25% = 0, p75% = 3). Nenhum dos pacientes apresentou rerrotura completa. Em três pacientes (21,4%) foi observada uma rerrotura parcial, sem transfixação. Apenas um paciente evoluiu com complicação (capsulite adesiva). Conclusão: Os pacientes submetidos ao reparo do manguito rotador por via artroscópica associado ao uso do PRP apresentaram uma melhora funcional significativa e nenhuma rerrotura completa.Descritores - Manguito Rotador; Plasma Rico em Plaquetas; Artroscopia

Plasma Rico em Plaquetas (PRP) aplicado na artroplastia total do joelho

João Paulo Fernandes Guerreiro; Marcus Vinicius Danieli; Alexandre Oliveira Queiroz; Elenice Deffune; Rosana Rossi Ferreira

Rev Bras Ortop. 2015;50(2):186-194 - Artigo Original
Objetivos: Avaliar, por meio de um estudo clínico, randomizado, controlado e cego, a eficáciado plasma rico em plaquetas na cicatrização, dor e hemostasia após artroplastia total dojoelho.Métodos: Foram selecionados 40 pacientes que seriam submetidos a prótese total do joelhoe randomizados. Em 20 desses pacientes foi aplicado o plasma rico em plaquetas antes dofechamento da cápsula articular. Foram feitas dosagens de hemoglobina (mg/dL) e hemató-crito (%) no pré-operatório, após 24 e 48 horas da cirurgia. Foram aplicados o questionárioWomac e a escala verbal da dor e medidas as amplitudes de movimento do joelho até osegundo mês pós-operatório. A análise estatística comparou os resultados a fim de compro-var haver diferença entre os grupos em cada um dos momentos da avaliação.Resultados: Medidas do valor da hemoglobina (mg/dL) e hematócrito (%) feitas no pré--operatório, após 24 e 48 horas da cirurgia, não mostraram diferenças significativas entreos grupos (p > 0,05). O questionário Womac e a amplitude de movimento medida no pré--operatório e até os dois primeiros meses também não mostraram diferenças estatísticasentre os grupos (p > 0,05). A avaliação da dor por meio da escala verbal mostrou vantagemno grupo que usou o plasma rico em plaquetas após 24 e 48 horas, uma e três semanas edois meses de pós-operatório (p < 0,05).Conclusões: Da maneira com que foi usado, o plasma rico em plaquetas não se mostrouefetivo para reduzir sangramento ou melhorar a função do joelho após a artroplastia emcomparação com os controles. Houve vantagem na escala verbal de dor pós-operatória.

O efeito do plasma rico em plaquetas no reparo de lesões musculares em ratos

Rev Bras Ortop. 2015;50(5):586-595 - Artigo Original
Objetivo: A necessidade de opções terapêuticas para lesões musculares, cada vez mais fre-quentes entre os esportistas, fundamentou este estudo experimental, cujo objetivo foiavaliar os efeitos histológicos do plasma rico em plaquetas (PRP) no reparo do tecido mus-cular de ratos.Métodos: O PRP foi obtido por dupla centrifugação do sangue de cinco animais. Em 30 ratos,foi produzido um trauma no terço médio do ventre do músculo gastrocnêmio de cada mem-bro traseiro. Essas lesões não receberam tratamento em seis ratos (12 patas). Em 24 ratos,injeções intralesionais de soro fisiológico a 0,9% e de PRP foram aplicadas nas patas esquer-das e direitas, respectivamente. Amostras do tecido tratado e não tratado foram avaliadashistologicamente sete e 21 dias após os procedimentos.Resultados: A quantidade de colágeno nas lesões tratadas com PRP foi significativamentemenor do que a das demais lesões na avaliação feita sete dias após o procedimento, mas seequiparou à dos demais grupos na avaliação feita no 21?dia. Houve aumento significativo(p < 0,001) na quantidade de colágeno do sétimo para o 21?dia nas lesões tratadas com PRP,o que não ocorreu nas lesões tratadas de outra forma. O processo inflamatório se mostroumais intenso nas lesões tratadas com PRP em comparação com as lesões dos outros gruposde tratamento na avaliação feita sete dias após o procedimento; todavia, os aspectos mor-fológicos dessas lesões se mostraram similares ao das lesões não tratadas 21 dias após oprocedimento.Conclusão: O PRP promoveu completa restituição tecidual entre o sétimo e o 21?dia em lesõesmusculares experimentais.

O USO DO PLASMA RICO EM PLAQUETAS ASSOCIADO AO ASPIRADO DE MEDULAR ÓSSEA NA OSTEOTOMIA TIBIAL TIPO PUDDU

Caio Oliveira D'Elia; Márcia Uchoa de Rezende; Alexandre Carneiro Bitar; Nelson Tatsui; José Ricardo Pécora; Gilberto Luis Camanho

Rev Bras Ortop. 2009;44(6):508-512 - Artigo Original
Objetivo: O presente estudo procurou avaliar a aplicação do plasma rico em plaquetas associado ao aspirado de medular óssea como substituto ósseo ao enxerto autólogo do ilíaco nas osteotomias tibiais proximais de cunha de adição medial (OTCAM). Métodos: Foram estudados 25 pacientes submetidos a OTCAM divididos de forma randomizada em dois grupos, grupo ilíaco, 14 pacientes submetidos a OTCAM nos quais se utilizou o enxerto autólogo do ilíaco para preencher o sitio da osteotomia, grupo PRP, 11 pacientes submetidos a OTCAM nos quais se utilizou um composto formado por plasma rico em plaquetas associado ao aspirado de medular ósseo para preencher o sitio da osteotomia. Foram avaliados o sangramento (variação dos níveis de hemoglobina e hematócrito) e a dor (escala visual analógica -EVA), comparando os grupos em relação a essas variáveis. Resultados: Não foram observadas diferenças entre os grupos no que se refere à variação dos níveis de hemoglobina (p = 0,820) e hematócrito (p = 0,323). Os grupos não foram diferentes em relação à intensidade da dor segundo a EVA (p = 0,538). Conclusão: O uso do PRP associado ao aspirado de medular óssea nas OTCAM não demonstrou vantagem sobre a utilização do enxerto autólogo do ilíaco no que se refere a dor e sangramento. Descritores - Plasma rico em plaquetas; Osteotomia; Tíbia; Substitutos ósseos.

Avaliação da eficácia do plasma rico em plaquetas na consolidação óssea de pacientes submetidos a artrodese lombar

Caroline Ferraz Rezende; Danielly de Paula Azevedo; Rafael Burgomeister Lourenço; José Fernando Duarte; Igor Machado Cardoso; Charbel Jacob Júnior,

Rev Bras Ortop. 2017;52(6):693-698 - Artigo Original
    Objetivo: Analisar se o uso de enxerto autólogo associado a plasma rico em plaqueta (PRP) aumenta a consolidação óssea em pacientes submetidos à artrodese lombar. Método: Estudo prospectivo, de caráter descritivo e comparativo, com 40 pacientes submetidos à artrodese lombar, que foram divididos em dois grupos: grupo I, somente enxerto autólogo, e grupo II, enxerto autólogo associado a PRP. Após o procedimento cirúrgico, o acompanhamento foi feito no primeiro, terceiro e sexto mês. Os critérios de classificação radiográfica de Molinari e tomográfica de Glassman foram usados como padrão para analisar a consolidação. Resultado: Na comparação do grupo I com o grupo II no primeiro mês de pós-operatório, de acordo com os critérios de Molinari, 27,5% dos pacientes apresentaram fusão bilateral no grupo I. No terceiro e sexto mês, observou-se uma taxa de fusão bilateral de 25% e 20% para o grupo II. O resultado das tomografias feitas no sexto mês de pós-operatório indicou, de acordo com os critérios de Glassman, uma taxa de fusão sólida bilateral de 15% e 10% nos grupos I e II, respectivamente. Conclusão: Observou-se que o uso do PRP não apresentou diferença significativa na consolidação óssea nas artrodeses lombares.

ESTUDO COMPARATIVO DO USO ISOLADO DE PLASMA RICO EM PLAQUETAS E COMBINADO COM CIMENTO DE ALFA-FOSFATO TRICÁLCICO NO REPARO ÓSSEO EM RATOS

Alessandra Deise Sebben; Gabriela Hoff; Caroline Peres Klein; Thiago Alexi de Freitas; Camilla Assad; Luís Alberto dos Santos; Jefferson Braga Silva

Rev Bras Ortop. 2012;47(4):505-512 - Artigo Original
Objetivos: Avaliar o efeito do cimento a-TCP combinado com PRP sobre a osteogênese, comparando os resultados com PRP utilizado isoladamente. Métodos: Foi confeccionado defeito bilateral no fêmur de ratos e preenchido com um dos dois tipos de tratamentos (PRP ou a-TCP+PRP), sendo avaliado em quatro e oito semanas. As imagens radiográficas forneceram valores da área da lesão, e a histologia (coloração Picrosirius) indicou a área de neoformação óssea. Resultados: As médias referentes à área de lesão do grupo a-TCP+PRP (2,64mm² ± 2,07 e 1,91mm² ± 0,93; quatro e oito semanas, respectivamente) demonstraram numericamente melhores resultados, porém não significativos (p > 0,05), em comparação com aqueles observados no grupo PRP (5,59mm² ± 2,69 e 3,23mm² ± 1,46; quatro e oito semanas, respectivamente). As médias de neoformação óssea foram de 62,7% ± 12,1% e 79,01% ± 6,25 no grupo PRP, e 73,3% ± 12,7 e 85,86% ± 10,45 no grupo a-TCP+PRP, em quatro e oito semanas, respectivamente (p > 0,05). Conclusão: Os dados deste estudo sugerem que o tratamento com cimento a-TCP combinado com PRP não demonstra diferença significativa quando comparado ao PRP isolado. Entretanto, há um possível efeito precoce sobre a regeneração óssea quando os dois biomateriais são aplicados em conjunto. Descritores - Animais; Substitutos Ósseos; Fatores de Crescimento.

ENSAIO CLINICO RANDOMIZADO DE OSTEOSSÍNTESE PERCUTÂNEA E MINIMAMENTE INVASIVA DAS FRATURAS DA EXTREMIDADE DISTAL DO RÁDIO. TRABALHO 42° TEOT

Marcio Aurélio Aita; Carlos Henrique Vieira Ferreira; Daniel Schneider Ibanez; Rafael Saraiva Marquez; Douglas Hideki Ikeuti; Rodrigo Toledo Mota; Marcos Vinicius Credidio; Edison Noboru Fujiki

Rev Bras Ortop. 2014;49(3):218-226 - Artigo Original
Objetivos:comparar o resultado clínico funcional dos pacientes com diagnóstico de fratura com desvio, redutível e instável da extremidade distal do rádio submetidos ao tratamento cirúrgico pela técnica de osteossíntese percutânea e minimamente invasiva com o uso de três tipos de implante: placa volar bloqueada, haste intramedular bloqueada e fixador externo. Comparar os resultados quanto à melhoria da qualidade de vida pelo questionário Dash e ao tempo de retorno ao trabalho. Métodos:divididos em três grupos (A, placa - 16; B, haste - 16; C, fixador externo - 16), 48 pacientes foram submetidos ao tratamento cirúrgico da fratura da extremidade distal do rádio, redutível e instável, classificação Rayhack (Tipo IIB), pelo método minimamente invasivo, com três tipos de implante: haste intramedular bloqueada, placa volar bloque-ada e fixador externo radio-radial. Estudo feito de janeiro de 2011 a dezembro de 2012. O tempo de seguimento foi de 12 meses. Parâmetros radiográficos, dor (escala VAS), medida do arco de movimento, força de preensão palmar e o questionário Dash foram avaliados na terceira e sexta semana e no sexto mês de pós-operatório. Resultados:numa análise vertical dos valores apresentados, observamos umamelhoria esta-tística significativa em todos os parâmetros clínicos analisados no estudo, nos três grupos. Em relação à análise horizontal, ou seja, na comparação dos grupos entre si, não houve diferenças estatísticas significativas quanto aos parâmetros radiográficos após o 12 ? mês de seguimento. O grau de força de preensão palmar, a medida do arco de movimento, VAS e Dash apresentaram, na terceira e sexta semana de pós-operatório, valores estatísticos signi-ficativos superiores nos grupos A e B. Um paciente do grupo B apresentou dor no punho, por provável proximidade do parafuso com o primeiro túnel extensor, que foi removido; e outro doCapresentoudor nopunho, no trajetodo ramo sensitivodonervo radial, pelapresençado pino de Schantz. Conclusão: a técnica minimamente invasiva é eficaz e segura, com melhoria clínica e funcional em todos os momentos do estudo. Ambos os três implantes são estáveis. Há superioridade estatística significativa dos resultados clínico-funcionais (grau de força e arco de movimento, Dash e VAS) até a sexta semana, para os grupos A (placa) e B (haste). No fim de 12 meses não há diferenças estatísticas significativas entre os grupos Descritores - Fraturas do rádio Fixação interna de fraturas Placas ósseas

INFLUÊNCIA DO CORTICOIDE NA CICATRIZAÇÃO DO MANGUITO ROTADOR DE RATOS - ESTUDO BIOMECÂNICO

Leonardo Dau; Luiz Antonio Munhoz da Cunha; Marcelo Abagge; Wilson Sola Junior; Vagner Messias Fruehling; José Marcos Lavrador

Rev Bras Ortop. 2014;49(4):379-385 - Artigo Original
Objetivo: comparar a resistência da cicatrização, com relação a tensão máxima, força máxima e força de ruptura, do tendão infraespinhal de ratos submetidos a inoculação de corticoides após a lesão e a reparos experimentais. Métodos: foramsubmetidos 60 ratosWistar a tenotomia do tendão infraespinhal e suturados. Previamente à cirurgia foram divididos em grupo controle (C), inoculados com soro, e grupo de estudo (E), inoculados com corticoides sobre o tendão. Após o reparo os ratos foram sacrificados em grupos de 10 indivíduos do grupo controle e 10 do grupo de estudo em intervalos de uma semana (C1 e E1), três semanas (C3 e E3) e cinco semanas (C5 e E5). Os ratos foram dissecados com a separação do tendão infraespinhal do úmero. As peças de estudo foram submetidas a teste de tração e avaliadas - tensão máxima (kgf/cm2), força máxima (kgf) e força de ruptura (kgf) - e comparando os grupos de estudo com os grupos controle. Resultados: dentre os ratos sacrificados com uma semana observamos maior tensão máxima do grupo C1 em comparação com o grupo E1. As variáveis força máxima (kgf) e força de ruptura (kgf) não diferiramestatisticamente entre os grupos pesquisados. Da mesma forma, nos ratos sacrificados com três semanas o grupo C3 mostrou apenas resistência maior na tensão máxima em comparação com o grupo E3 (p = 0,007). As demais variáveis não apresentaram diferenças. Nos ratos sacrificados com cinco semanas (C5 e E5), nenhum dos parâmetros estudados apresentou diferenças estatísticas. Conclusão: a inoculação com corticoide sobre o manguito rotador levou a diminuição da resistência a tensão máxima da cicatriz pós reparo cirúrgico experimental em uma e três semanas em comparação com os respectivos grupos controle. Os demais parâmetros não tiveram diferença entre os grupos de estudo e os grupos controle. Descritores - Manguito rotador Corticoides Biomecânica Tendões

Ensaio clínico randomizado entre ressecção da fileira proximal (carpectomia) e artrodese dos quatro cantos nos pacientes portadores de SNAC no estágio II

Marcio Aurelio Aita; Edison Kenji Nakano; Henrique de Lazari Schaffhausser; Walter Yoshinori Fukushima; Edison Noboru Fujiki

Rev Bras Ortop. 2016;51(5):574-582 - Artigo Original
    Objetivos: Comparar os resultados clínicos e funcionais dos pacientes com diagnóstico de Scaphoid Non Union Advanced Colapse (SNAC), no estágio II, submetidos à ressecção da fileira proximal do carpo ou à artrodese dos quatro cantos. Método: Foram incluídos no estudo 27 pacientes, com média de 37,52 anos (18-59). Treze foram submetidos à carpectomia proximal no Grupo A e 14 à artrodese dos quatro cantos no Grupo B. O seguimento médio foi de 45 a 73 meses. Foram avaliados os arcos de movimento, a dor, a força de preensão palmar, o Disability Arm Shoulder Hand (DASH) escore e o retorno ao trabalho. Resultados: No Grupo A os pacientes apresentaram 68,5% do arco de movimento no lado não afetado e no Grupo B, 58,01%. Na avaliação subjetiva da dor (VAS), obtivemos 2,3 no Grupo A e 2,9 no Grupo B. A força de preensão palmar foi de 78,67% no Grupo A do lado não acometido e de 65,42% no Grupo B. O DASH escore no Grupo A foi 11 e no Grupo B, 13. Quanto ao trabalho, 69,23% (9/13) dos pacientes no Grupo A e 57,14% (8/14) no Grupo B retornaram a alguma atividade laboral. A taxa de complicações no Grupo A foi de (1/13) e no Grupo B, de 7,1% (1/14). Conclusões: Os resultados clínico-funcionais estudados não apresentam diferenças estatísticas para os dois métodos analisados.

Ensaio clínico do enxerto ósseo desmineralizado *

CONSTANTINE J. CALAPODOPULOS; JOSÉ B. VOLPON

Rev Bras Ortop. 1994;29(4):- - Artigo Original
Este trabalho teve como objetivo a avaliação do desempenho clínico do enxerto ósseo desmineralizado, que foi utilizado na correção de falhas ósseas e retarde de consolidação de ossos longos. O osso doador proveio de dez cabeças de fêmur de doadores vivos, portadores de fratura de colo de fêmur e submetidos a cirurgia de artroplastia : O osso foi preparado sempre em condições de assepsia, desmineralizado em HCI 0,5N e estocado após a liofilização. Nove pacientes foram os receptores, com idade variando de 11 a 46 anos. Todos eles eram portadores de lesão ósseas benignas que foram curetadas (sete casos), ou de não consolidação após fratura (um caso), ou de osteotomia (um caso). Após procedimentos cirúrgicos de rotina, as cavidades ou regiões desbridadas foram preenchidas com enxerto ósseo desmineralizado, em forma de fragmentos. Em um caso, houve associação de fixação interna e, em outro caso, de fixação externa. A avaliação precoce foi clínica e o seguimento radiológico foi realizado até 18 meses após a enxertia. Em apenas um caso, houve fracasso da enxertia. Nos demais, houve correção da falha óssea ou consolidação. O tempo médio de integração do enxerto foi de seis meses. Concluiu-se que o enxerto ósseo desmineralizado é uma alternativa viável ao enxerto homólogo.

Avaliação de pacientes operados devido à síndrome do pinçamento, com ou sem lesão do manguito rotador *

RÔMULO BRASIL FILHO; CANTIDIO S. FILLARDI FILHO; EDUARDO L. MENITTI; ADRIANO SAMPAIO DE SOUZA

Rev Bras Ortop. 1995;30(9):- - Artigo Original
O trabalho se refere a 68 pacientes operados de síndrome do pinçamento (31 pacientes) e lesão de manguito associada (37). Utilizamos o scoreda UCLA para avaliação pós-operatória. Apresentamos como resultado da síndrome do pinçamento estádio II, 75,75% satisfatório e, para o estádio III, 55,25%. A qualidade do ventre muscular, o tempo de lesão e o tratamento fisioterápico são fatores importantes para um bom resultado.

Lesões do manguito rotador

RONALDO PERCOPI DE ANDRADE; MÁRIO ROBERTO CHAVES CORREA FILHO; BRUNO DE CASTRO QUEIROZ

Rev Bras Ortop. 2004;39(11/12):- - Atualizaçao
As lesões do manguito rotador representam um espectro de doenças que vão de uma tendinite aguda a uma lesão maciça comprometendo todos seus componentes. Sua prevalência é alta e varia de 7 a 40%, aumentando de acordo com a idade. A literatura mostra uma possibilidade real de evolução das lesões parciais. Sua patogênese é ainda obscura, mas acredita-se que ela seja multifatorial, resultando de avascularidade, idade ou carga excêntrica, fatores que levam à falência de suas fibras e conseqüente diminuição funcional. Esta predisporia a ascensão da cabeça umeral, levando a impacto secundário na região subacromial. O impacto interno parece ser mais um componente da afecção. Com o avanço tecnológico dos métodos de diagnóstico, passaram-se a detectar, com mais precisão, as lesões parciais, da mesma forma que se determina o prognóstico das lesões crônicas por meio de seu padrão e da degeneração gordurosa da massa muscular. A artroscopia trouxe contribuição significativa pela possibilidade de permitir o melhor entendimento das lesões, de corrigir os defeitos existentes e lesões intra-articulares associadas. A artropatia do manguito continua sendo uma patologia malentendida e não há ainda um método adequado de tratamento. Descritores - Ombro; manguito rotador; lesão.

Ensaio mecânico e uso clínico do enxerto homógeno processado

JOSÉ B. VOLPON; RICARDO MARZOLA P. DA COSTA

Rev Bras Ortop. 2000;35(6):- - Artigo Original
Em ensaio laboratorial foram avaliadas as propriedades mecânicas do osso corticoesponjoso humano preparado para ser usado como enxerto. Em uma segunda etapa, osso humano corticoesponjoso processado quimicamente foi usado como enxerto homógeno e avaliado clinicamente. Inicialmente, após triagem para doadores de tecidos, foram obtidos blocos de osso corticoesponjoso da epífise distal do fêmur e proximal da tíbia. Este osso foi preparado pela limpeza, retirada da gordura, desidratação, acondicionado, esterilizado em óxido de etileno e estocado em meio ambiente. O ensaio mecânico consistiu de testes de compressão de amostras ósseas com formato cilíndrico, tanto do osso processado, como do osso in natura. Foi observado que o osso processado apresentou maior resistência mecânica, quando comparado com o não processado. O ensaio clínico consistiu no uso de blocos de osso processado, em situações cirúrgicas em que estava indicado o uso de enxerto ósseo. Vinte pacientes com 23 enxertos fo-ram analisados radiográfica e prospectivamente, com idade média de sete anos e seguimento médio de 14 meses. Em 20 situações o enxerto foi usado na forma de bloco único para osteotomias supracetabulares (12 ca-sos), em artrodese subtalar extra-articular (seis casos) e em osteotomia supramaleolar (dois casos). Em três casos foi usado na forma de fragmentos para preenchimento de cavidade óssea pós-ressecção tumoral. Não houve infecção. Em todos os casos, exceto um, houve integração do enxerto. Em um caso surgiu reação em torno do enxerto que terminou por integrar-se, embora em período mais longo. Os autores concluem que este tipo de enxerto tem resistência mecânica adequada e é uma alternativa viável e útil para substituição do enxerto autógeno fresco e constituição de bancos de ossos.

 ESTUDO PROSPECTIVO E RANDOMIZADO AVALIANDO A ADIÇÃO DE CORTICÓIDE À VISCOSSUPLEMENTAÇÃO: 3 MESES DE SEGUIMENTO

Gustavo Constantino de Campos; Márcia Uchôa de Rezende; Alexandre Felício Pailo; Renato Frucchi; Thiago Pasqualin; Olavo Pires de Camargo

Rev Bras Ortop. 2013;48(4):322-329 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar se há melhora dos resultados iniciais da viscossuplementação com a adição de corticosteroide. Métodos: Foram avaliados 104 pacientes em tratamento para osteoartrite do joelho no Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Os pacientes foram distribuídos aleatoriamente para receber uma única injeção intra-articular de 6 mL de Hylan GF-20 (Grupo 1) ou uma injeção intra-articular de 6 mL de Hylan GF-20, mais 1 mL (20 mg) de hexacetonido de triancinolona (Grupo 2). Foram aplicados a escala visual analógica de dor (VAS) e os questionários de WOMAC e Lequesne antes da infiltração e após uma, quatro e 12 semanas. Resultados: As medidas basais dos dois grupos com 52 pacientes cada não apresentaram diferença estatística. Após uma semana, o WOMAC e a VAS mostraram resultados significativamente melhores para o Grupo 2 em relação ao Grupo 1 (p < 0,05). Com quatro semanas os resultados não apresentaram diferenças estatisticamente significativas entre os grupos. Os grupos apresentaram resultados semelhantes na 12ª. semana. Conclusão: A adição de hexacetonido de triancinolona melhora os resultados de curto prazo da viscossuplementação. Keywords - Adrenal cortex hormones Clinical trial Controlled clinical trial Double-blind method Hyaluronic acid Injections, intra-articular Osteoarthritis, knee Pain measurement Treatment outcome Viscosupplementation

Tratamento da síndrome do impacto em tenistas*

PEDRO DONEUX S.; ALBERTO N. MIYAZAKI; JOSÉ A. PINHEIRO JR.; LUÍS F. Z. FUNCHAL; SERGIO L. CHECCHIA

Rev Bras Ortop. 1998;33(12):- - Artigo Original
A síndrome do impacto torna-se cada vez mais comum em indivíduos jovens e isto é especialmente verdade nos esportistas. O tenista é um indivíduo de alto risco para o desenvolvimento dessa lesão. O aparecimento de queixas é comum, não só no tenista de "alta performance", mas também no chamado "tenista de fim de semana". É dúvida muito comum nos consultórios médicos a respeito do benefício do tratamento cirúrgico dessas lesões e, principalmente, sobre o retorno à atividade esportiva. Os auto-res realizaram o tratamento cirúrgico de 28 "tenistas de fim de semana" portadores da síndrome do impacto. A idade média era de 43,5 anos, sendo 23 do sexo masculino e 5 do feminino. Antes de a operação ser indicada, todos foram submetidos a um programa de reabilitação por três a seis meses. A acromioplastia foi realizada por artroscopia em 14 casos e por via aberta nos 14 restantes. Dezesseis pacientes tinham lesões completas do manguito rotador: duas pequenas, seis médias e oito grandes. Onze fo-ram reparadas por via aberta, três pela técnica da "mi-ni-incisão" e em dois pacientes a sutura foi realizada artroscopicamente com o uso de âncoras. Todos os 28 pacientes foram seguidos por um período pós-operatório de 49 meses em média (seis a 92 meses). De acordo com o método de avaliação da UCLA(23), 23 foram considerados como excelentes e cinco como bons. Todos retornaram aos esportes; apenas um paciente optou pela mudança do tipo de esporte (handebol). Cinco pacientes permaneceram com dor residual, porém de leve intensidade, e nove não conseguiram atingir força muscular igual à do ombro não afetado. Os autores concluem que o tratamento cirúrgico da síndrome do impacto é efetivo e permite ao "tenista de fim de semana" retornar às atividades esportivas habituais.

Artroplastia acromioclavicular na síndrome do impacto*

EUGÊNIO PACELLI CASADO DE SOUZA; SÉRGIO MARINHO DE GUSMÃO CANUTO

Rev Bras Ortop. 1996;31(9):- - Artigo Original
Os autores apresentam o resultado de cinco pacientes adultos com `impacto acromioclavicular` tratados com a ressecção de 1cm distal da clavícula e liberação do ligamento coracoacromial, segundo a técnica de Watson. To-dos os pacientes tinham exames radiológicos com alterações degenerativas, além do exame clínico mostrando dor acromioclavicular com irradiação para a face lateral do braço. O alívio da dor foi considerado bom em quatro dos pacientes, havendo melhora significativa do grau de abdução em todos os casos ao final do tratamento.

Síndrome do impacto: resultados do tratamento cirúrgico *

PAULO SÉRGIO DOS SANTOS; CLAUDIO BONAMIN; LUIZ CARLOS SOBANIA; NELSON OTSUKA; ROBERTO LUIZ SOBANIA

Rev Bras Ortop. 1995;30(9):- - Artigo Original
Entre 1982 e 1994, 68 pacientes (72 ombros) foram operados pelo grupo de Ombro da Clínica de Fraturas e Ortopedia XV Ltda.-Curitiba e do Hospital de Clínicas da UFPR, por síndrome do impacto. Somente 14 desses ombros não apresentavam rupturas do manguito rotador. Realizou-se acromioplastia modificada à Neer até novembro/86 e a técnica de acromioplastia modificada por Rockwood a partir de maio/87. O follow-upmédio foi de 33 meses, variando de nove a 132 meses. Os resultados foram avaliados pelos critérios da UCLA, publicados por Ellman, tendo-se obtido excelentes e bons resultados em 80,99% dos casos e maus em 19,45%. Os autores perceberam que os passos mais importantes da cirurgia foram, além do reparo do manguito rotador (quando lesado), a acromioplastia ântero-inferior tecnicamente correta e perfeita reinserção do deltóide.

Tratamento por via artroscópica da síndrome do impacto ulno-carpal*

RAMES MATTAR JUNIOR; RONALDO JORGE AZZE; EMYGDIO JOSÉ LEOMIL DE PAULA; MARCELO ROSA DE REZENDE; LUIZ KOITI KIMURA; SERGIO YOSHIMASA OKANE

Rev Bras Ortop. 2002;37(3):- - Artigo Original
Onze pacientes portadores de síndrome do impacto ulno-carpal relacionada com a presença congênita de variante ulnal positiva foram submetidos a tratamento artroscópico. Todos os pacientes apresentam quadro clínico de dor na região medial do punho que piorava com o desvio ulnal, hiperflexão, hiperextensão e preensão forçada que não melhoraram com o tratamento não cirúrgico baseado em repouso e uso de órteses. A idade média dos pacientes foi de 43 anos (32 a 52 anos) e a maioria referia traumas de baixa energia cinética no punho. Os pacientes apresentavam exames subsidiários (radiografia, artrografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética) que confirmavam a presença de uma síndrome do impacto ulno-carpal. Baseados em modificação do sistema de avaliação subjetivo e objetivo proposto por Gartland e Werley e por Chum e Palmer, os autores concluem que o tratamento artroscópico dessa patologia proporciona bons resultados.

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