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Busca por: Cisto Ósseo Aneurismático de Patela: Relato de Caso*

Cisto ósseo aneurismático parosteal

Rev Bras Ortop. 2015;50(5):601-606 - Relato de Caso
O cisto ósseo aneurismático tem uma incidência de 0,14 a cada 100 mil indivíduos. O subtipoparosteal é o menos prevalente, representa 7% de todos. Apresentamos um paciente mas-culino, 38 anos, com dor e abaulamento em braço direito havia oito meses. Diagnosticadopreviamente como tumor de células gigantes, teve sua lâmina revisada e então foi feito odiagnóstico de cisto ósseo aneurismático parosteal. O paciente foi tratado com infiltraçãointralesional de corticosteroide e calcitonina e evoluiu com melhoria clínica e radiológica jánas primeiras cinco semanas pós-operatórias.

Cisto ósseo aneurismático da coluna vertebral

O. AVANZI; F. G. JOILDA; E. L. DEZEN; J. C. SALOMÃO; J. P. DONATO

Rev Bras Ortop. 1996;31(2):- - Artigo Original
Os autores apresentam nove pacientes portadores de cisto ósseo aneurismático tratados de 1977 a 1992 no Grupo de Afecções da Coluna Vertebral do Departamento de Ortopedia e Traumatologia - Pavilhão Fernandinho Simonsen, da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Serviço do Prof. Dr. José Soares Hungria Neto.

Cisto ósseo aneurismático no sacro Relato de caso*

CELSO DIAS FERNANDES; ALOISIO JÚNIOR AGUIAR FIGUEIREDO; SEBASTIÃO ALMEIDA LEITÃO; EDDIE FERNANDO CANDIDO MURTA; JOSÉ WAGNER DE BARROS

Rev Bras Ortop. 1996;31(2):- - Artigo Original
Os autores descrevem, em mulher de 64 anos, caso de cisto ósseo aneurismático no sacro ocasionando obstrução das vias urinárias inferiores e conseqüente retenção urinária. Realçam a pouca freqüência da lesão nessa localidade, discutem o diagnóstico diferencial e a conduta adotada.

Cisto ósseo aneurismático em costela: relato de caso*

ELIAS FERREIRA BARBOSA; JAIRO ANDRADE LIMA; ZENNON ROCHA FILHO; SAMIA MASCARENHAS BARBOSA; PABLO MOURA DE A. LIMA

Rev Bras Ortop. 1998;33(12):- - Relato de Caso
É apresentado o caso de criança do sexo masculino, oito anos de idade, portadora de cisto ósseo aneurismático de arco costal, tratada inicialmente com curetagem simples, com recidiva e posterior ressecção da lesão.

Cisto ósseo aneurismático do retropé: relato de dois casos

Alexandre Luiz Dal Bosco,; Marcos Ceita Nunes; Jung Ho Kim; Luis Gustavo Calieron e Rubens Rosso Nadal

Rev Bras Ortop. 2018;53(2):257-265 - Relato de Caso

Os tumores do retropé são raros na literatura, o diagnóstico é difícil e muitas vezes é feito pelo profissional menos experiente. Acrescente-se a isso o fato de o tratamento cirúrgico e a reconstrução serem complicados pela intrincada anatomia local. Essas lesões são desafiadoras para o ortopedista oncológico. Relatamos dois casos de cisto ósseo aneurismático do retropé e nossas opções e particularidades na condução deles de acordo com os princípios oncológicos. Nas lesões tumorais do retropé é importante a suspeita diagnóstica precoce, bem como o estadiamento adequado e a condução do caso de acordo com os princípios oncológicos, preferencialmente pelo ortopedista oncológico.


Palavras-chave: Aneurisma; Cistos ósseos; Doenças do pé; Neoplasias ósseas.

Cisto ósseo aneurismático Análise retrospectiva de 98 casos tratados no IOT-HC-FMUSP de 1950 a 1997

OLAVO PIRES DE CAMARGO; ALBERTO TESCONI CROCI; NANY RENZO BARBOSA DE OLIVEIRA; CLÁUDIA R. G. M. C. OLIVEIRA; MAURÍCIO ETCHEBEHERE; ANDRÉ MATHIAS BAPTISTA; FRANCISCO J. DOS SANTOS NETO

Rev Bras Ortop. 1997;32(11):- - Artigo Original
Os autores analisam retrospectivamente 98 casos de cisto ósseo aneurismático tratados no IOT em 47 anos em seus aspectos clínicos e radiográficos, fazendo considerações sobre sua etiopatogenia e resposta às diversas for-mas de tratamento instituídas; 65,5% eram agressivos e 34,5%, ativos; 27,5% foram considerados secundários a neoplasia primária. Nas lesões agressivas, o tratamento com adjuvante local apresentou bom resultado oncológico e funcional.

Variante sólida do cisto ósseo aneurismático na extremidade distal do rádio em uma criança

Adriano Jander Ferreira; Sebastião de Almeida Leitão; Murilo Antônio Rocha; Valdênia das Graças Nascimento ; Giovanni Bessa Pereira Lima e Antonio Carlos Oliveira de Meneses

Rev Bras Ortop. 2016;51(3):- - Relato de Caso
    A variante sólida do cisto ósseo aneurismático (COA) é considerada lesão rara, ocorre com maior frequência nos pacientes pediátricos e nos ossos da tíbia, fêmur, pelve e úmero. Apresentamos o caso de uma lesão lítica metafisária na extremidade distal do rádio de uma crianc¸a em que, ao exame radiográfico feito devido a um trauma de baixa energia, foi aventada a hipótese de fratura em um osso patológico secundária a um cisto ósseo aneurismático. Após a biópsia, a crianc¸a foi submetida a ressecc¸ão intralesional sem interposic¸ão de enxerto e o exame histopatológico foi condizente com a variante sólida do cisto ósseo aneurismático.

O Etanol pode ser usado como adjuvante na curetagem ampla a fim de reduzir a taxa de reincidência de cisto ósseo aneurismático?

Saeed Solooki; Yaghoob Keikha; Amir Reza Vosoughi

Rev Bras Ortop. 2017;52(3):349-353 - Artigo Original
    Objetivo: Ainda não se sabe qual o melhor tratamento para cistos ósseos aneurismáticos (COA). Este estudo teve como objetivo avaliar a utilidade da curetagem estendida e do etanol como adjuvante para reduzir a reincidência local de COAs. Métodos: Retrospectivamente, 68 casos que receberam tratamento para COAs primários e secundários causados por tumores benignos entre 2003 e 2013 foram chamados para uma consulta de seguimento, em um intervalo entre um e dez anos após a cirurgia. O protocolo de tratamento foi ressecção em bloco, biópsia e curetagem; a curetagem estendida consistiu em curetagem, broqueamento em alta velocidade, etanol 96% e eletrocauterização (abordagem combinada em quatro etapas com álcool), seguida do preenchimento do defeito, de forma consecutiva. Resultados: Entre os 36 pacientes com COAs primárias (16 do sexo masculino, 20 do feminino, média de 16 anos, intervalo 3-46), 29 casos foram tratados com a abordagem combinada em quatro etapas com álcool, quatro pacientes com ressecção e três com biópsia e curetagem; 32 casos apresentavam COAs secundárias em lesões benignas (17 do sexo masculino, 15 do feminino). A taxa de reincidência foi de 5,88 em todos os casos de COAs primárias e secundárias; duas reincidências foram observadas entre 29 pacientes com COAs primária (6,9%) e uma reincidência entre os 22 casos (4,5%) de COAs secundária. Conclusão: Sugere-se que a abordagem combinada em quatro etapas com álcool pode resultar em uma taxa de reincidência muito baixa em lesões COAs primárias e secundárias.

Cisto ósseo solitário: quando tratar? *

ALEXANDRE ALVES RODRIGUES; MARIA LUCIANA A. A. LOPES; ANGELO C. OLIVEIRA; JOSÉ DA SILVA RODRIGUES

Rev Bras Ortop. 1994;29(1/2):- - Artigo Original
Os autores analisam 11 casos de cisto ósseo solitário atendidos na Clínica Ortopédica Rosa e Silva, Recife, PE, no período de abril de 1976 a junho de 1992. As lesões localizavam-se: seis no úmero, quatro no colo do fêmur e uma na fíbula. Os casos de cisto ósseo solitário na metáfise umeral só foram tratados na presença de fratura patológica, evoluindo para cura espontânea em sua maioria, assim como o da fíbula. Os casos localizados no colo do fêmur foram tratados com curetagem e enxerto ósseo autólogo. Os resultados demonstram que o cisto ósseo solitário, por ser uma lesão autolimitada, quando situado na metáfise umeral, pode não necessitar de qualquer tipo de tratamento invasivo.

Cisto aneurismático distal de rádio: ressecção e transplante proximal de fíbula

MAX R. F. RAMOS; ROSSANA R. M. RAMOS; LUÍS A. M. SANTOS

Rev Bras Ortop. 1998;33(7):- - Relato de Caso
Os autores apresentam o tratamento de um paciente do sexo feminino com cisto ósseo aneurismático em extremidade distal do rádio pela técnica de ressecção extracapsular e transplante da porção proximal da fíbula ipsilateral. Discutem a técnica e o resultado obtido com o tratamento proposto.

Tratamento do cisto ósseo solitário pela cateterização permanente*

JOSÉ B. VOLPON; LUÍS GUSTAVO G. MARTINS; MOACIR RODOLFO A. PRADO

Rev Bras Ortop. 2000;35(8):- - Artigo Original
Dez pacientes portadores de cisto ósseo solitário foram tratados pela instalação percutânea de cateteres, usados em derivação ventrículo-peritoneal, com uma das extremidades dentro do cisto e, a outra, nas partes moles adjacentes, de modo a propiciar drenagem permanente do conteúdo cístico e, assim, facilitar a cicatrização óssea. Só foram selecionados casos com tratamento prévio falho (cinco casos) ou sem consolidação do cisto após fratura patológica (cinco casos). A idade no início do tratamento variou de cinco anos e oito meses a 12 anos e oito meses, com mediana de oito anos e nove meses. Todos os pacientes foram seguidos prospectivamente. O tempo médio de seguimento foi de dois anos e oito meses. Houve sete casos de lesões no úmero (quatro metafisárias, três diafisárias) e três no fêmur (duas metafisárias proximais e uma diafisária). Houve sete casos de cicatrização completa do cisto, dois casos de cicatrização parcial em que não foi necessário realizar tratamento adicional e um caso com fracasso, tratado depois com curetagem e enxertia óssea do cisto. Neste caso foi observado que a extremidade externa do cateter migrou para o interior da cavidade. Não houve outras complicações. Como conclusão: este método apresenta baixa morbidade e é eficiente para promover a cicatrização de cistos ósseos solitários que não tiveram cura espontânea.

Tratamento conservador do cisto ósseo solitário do úmero*

MARCOS KORUKIAN; REYNALDO JESUS-GARCIA; HÉLIO YOSHITERU ISHIHARA; FERNANDO MIELE DA PONTE; PROCÓPIOS KAPETANIUS TSANTARLIS

Rev Bras Ortop. 1995;30(11/12):- - Artigo Original
Os autores relatam suas observações e os resultados em 41 pacientes portadores de cisto ósseo solitário do úmero tratados conservadoramente. Trinta e dois pacientes (78,0% ) eram do sexo masculino e nove (22,0%), do feminino. A média etária, compreendida entre quatro e 37 anos, era de 12,3 anos. Quanto à localização, 29 (70,7%) eram metafisárias proximais, nove (22,0%) se localizavam na diáfise e três (7,3%) se achavam na metáfise distal. Predominou a incidência no lado esquerdo com 24 (58,5%), enquanto que do lado direito se registraram 17 (41,5 %). O cisto localizava-se em distâncias variadas da placa epifisária entre 0 e 180mm, com média de 24,97mm. O seguimento foi de 6-144 meses (média de 53,95 meses). O estadiamento foi de 39 (70,7%) lesões ativas e 12 (29,3%) latentes. Trinta e nove (95,1%) pacientes foram tratados conservadoramente e apenas em dois (4,9%) foi indicada cirurgia. O tratamento conservador, segundo as observações dos autores, mostrou-se satisfatório na grande maioria dos pacientes, ficando a indicação cirúrgica restrita aos que apresentavam várias fraturas e mostravam o cisto ósseo em atividade, mesmo após sua consolidação.

CISTO DE BAKER

Marco Kawamura Demange

Rev Bras Ortop. 2011;46(6):630-633 - Atualizaçao
 Os cistos de Baker localizam-se na região posteromedial do joelho, entre o ventre medial do músculo gastrocnêmio e o tendão semi -membranoso. No adulto, esses cistos estão relacionados a lesões intra-articulares, quais sejam, lesões meniscais ou artrose. Nas crianças, geralmente são achados de exame físico ou de exames de imagem, apresentando pouca relevância clínica. O exame de ultrassonografia é adequado para identificar e mensurar o cisto poplíteo. Para o tratamento, a abordagem principal deve ser rela -cionada ao tratamento da lesão articular. Na maioria dos casos não há necessidade de se abordar diretamente o cisto. Os cistos no joe -lho são, quase na sua totalidade, benignos (cistos de Baker e cistos parameniscais). Porém, a presença de alguns sinais demanda que o ortopedista suspeite da possibilidade de malignidade: sintomas desproporcionais ao tamanho do cisto, ausência de lesão articular (ex.: meniscal) que justifique a existência do cisto, topografia atípica, erosão óssea associada, tamanho superior a 5cm e invasão tecidual (cápsula articular). Descritores - Joelho; Cisto Popliteal; Adulto; Criança.

Luxação aguda da patela

ARNALDO JOSÉ HERNANDEZ; EDIMAR FAVARO; MARCOS HENRIQUE FERREIRA LARAYA

Rev Bras Ortop. 2004;39(3):- - Atualizaçao
A luxação aguda da patela é uma experiência dolorosa que ocorre subitamente, como primeiro episódio, afetando principalmente pacientes jovens. O sucesso do tratamento está diretamente relacionado com o conhecimento da anatomia e da biomecânica. O objetivo da presente atualização é realizar revisão da literatura atual sobre o assunto, discutindo as tendências mais modernas no tratamento da luxação aguda da patela. O ligamento femoropatelar medial é o principal estabilizador estático na prevenção do deslocamento lateral da patela e a primeira estrutura lesada na sua luxação aguda. Além desse ligamento desta-ca-se a importância do músculo vasto medial oblíquo na estabilidade patelar. A junção do ligamento femoropatelar medial com a fáscia profunda do músculo vasto medial oblíquo sugere que a estrutura passiva ligamentar e a dinâmica muscular possuem ação conjunta. Fatores anatômicos e a presença de fraturas osteocondrais predispõem a recidivas da luxação. A luxação aguda da patela é considerada como sendo pouco freqüente ou subdiagnosticada. Mais recentemente, a ressonância magnética veio complementar o estudo radiográfico convencional, auxiliando na opção terapêutica. Atualmente, o tratamento cirúrgico na fase aguda, com a reparação das estruturas lesadas, pas-sou a ser considerado por muitos como a melhor opção terapêutica, embora a conduta conservadora clássica ain-da tenha respaldo e seus defensores na revisão realizada. Descritores - Joelho; patela; luxação.

Facetectomia lateral de patela*

EDGARD DOS SANTOS PEREIRA; RENE JORGE ABDALLA; CARLOS GÓRIOS; FLÁVIO SAMEA; MAURO FAGUNDES DORNELLES

Rev Bras Ortop. 1993;28(5):- - Artigo Original
Os autores analisaram 15 pacientes (17 joelhos), submetidos a facetectomia lateral da patela. A idade variou de 30 a 68 anos (média de 50,8), não tendo influência nos resultados, e o tempo de seguimento médio foi de 34,2 meses. O achado freqüente foi de artrose femoropatelar, na faceta lateral, em todos os casos. Os resultados obtidos foram 64,7% de bons, 23,5% de regulares e 11,7% de ruins. Os piores resultados estiveram no grupo de joehos de pacientes portadores de artrose femorotibial associada. Concluem posicionando a facetectomia de patela como procedimento cirúrgico intermediário a diversas técnicas cirúrgicas de tratamento da artralgia femoropatelar e, quando obedecidos parâmetros de indicação e técnicas cirúrgicas, conduz a resultados satisfatórios.

Patela baixa: classificação e tratamento*

MARCO ANTÔNIO PERCOPE DE ANDRADE

Rev Bras Ortop. 1994;29(5):- - Artigo Original
As causas de patela baixa, com seus sinais clínicos e radiológicos mais freqüentes, são discutidas, sendo ain-da avaliados os tipos de tratamento propostos na literatura, que é escassa no assunto. São apresentados sete ca-sos de patela baixa submetidos a tratamento cirúrgico: cinco casos de alongamento do tendão patelar e dois ca-sos de elevação da tuberosidade anterior da tíbia. A opção da escolha da técnica utilizada é discutida, levandose em consideração o abaixamento prévio da tuberosidade anterior (patela baixa iatrogênica), ou o encurtamento do tendão por seqüela de algodistrofia (patela baixa algodistrófica). Os resultados são avaliados com relação a alívio da dor, ganho da amplitude de movimentos e melhora do perímetro da marcha, com follow-up máximo de três anos e sete meses, mínimo de oito meses e médio de um ano e 11 meses. Houve um resultado excelente (14,3%), cinco bons (57,1%), um regular (14,3%) e um mau (14,3%).

Cisto subperiostal por neurofibromatose de von Recklinghausen*

JOSÉ DONATO DE PRÓSPERO; ÉLIO CONSENTINO; CHRISTIANO LUIZ DE HORTA JUNIOR

Rev Bras Ortop. 1999;34(6):- - Artigo Original
Os autores apresentam raro caso de manifestação óssea da neurofibromatose de von Recklinghausen em doente de 9 anos de idade do sexo feminino, com acentuado aumento de volume do membro inferior esquerdo com caracteres de elefantíase e história pregressa de seis meses de dor com progressiva dificuldade à deambulação. Amputado, em virtude da impossibilidade de tratamento cirúrgico conservador. Ao exame radiográfico o periósteo da tíbia estava completamente descolado, delimitando grande abaulamento tumoral. O exame anatomopatológico evidenciou coleção líquida que envolvia a tíbia externamente delimitada pelo periósteo, transformado em espessa faixa fibrosa com áreas de ossificação metaplásica. Nas extremidades existiam neuromas plexiformes da doença de von Recklinghausen. Os autores discutem a patogenia e tecem considerações sobre a conduta terapêutica.

CISTO EPIDERMÓIDE INTRA-ÓSSEO: RELATO DE CASO

EDUARDO AMARAL GOMES; JAMIL JOSÉ SALIBA; GUSTAVO AUGUSTO MATOS SALIBA; ROMANA GIORDANI RIBEIRO

Rev Bras Ortop. 2005;40(11/12):678-680 - Relato de Caso
Objetivo: Apresentar um caso de cisto epidermóide intraósseo, uma lesão rara e benigna. Material: Descreve-se um caso de cisto epidermóide intra-ósseo na falange distal do dedo anular, suspeitado por meio da clínica, da radiologia e confirmado pelo exame histopatológico, em paciente de 48 anos de idade com fratura patológica da falange distal do dedo anular esquerdo. O cisto epidermóide intra-ósseo é entidade clínica rara, geralmente associada a trauma prévio, que deve ser considerada no diagnóstico diferencial de lesões radiotransparentes encontradas em falange distal dos dedos da mão.Descritores - Cisto epidermico; Cistos; Dedos/patologia; Relatos de casos (Tipo de publicação).

"Release" lateral de patela: revisão de conceitos

RENE J. ABDALLA; MOISÉS COHEN; CARLOS GORIOS; JEFFERSON ROVEDA

Rev Bras Ortop. 1994;29(8):- - Artigo Original
Os autores analisaram os resultados de 22 pacientes submetidos a release lateral de patela, como procedimento isolado, com seguimento médio de 52 meses. Assinalam duas indicações para o método: síndrome da compressão patelar lateral, com diagnóstico inequívoco e resistente a tratamento conservador, chamando a atenção para uma manobra clínica específica, e uma segunda indicação, em pacientes submetidos a cirurgias prévias com retração cicatricial lateral. Nas complicações, descrevem cinco casos de subluxação medial. Concluem que, a partir de um procedimento artroscópico criterioso, indicação e técnica cirúrgica precisa, associados a mobilização mediata, a liberação lateral conduziu a resultados satisfatórios em 66,6% dos pacientes.

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