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Busca por: Origem da artéria cerebelar inferoposterior sobre o arco posterior de C1*

Contribuição ao estudo anatômico do retalho da artéria interóssea posterior*

JOSÉ DOS SANTOS NUNES, EDIE BENEDITO CAETANO

Rev Bras Ortop. 1997;32(3):- - Artigo Original
RESUMO
O retalho da artéria interóssea posterior originalmente é um retalho em ilha pediculado fasciocutâneo, suprido por ramos da artéria interóssea posterior. Este retalho pode ser baseado tanto distalmente, graças à anastomose distal entre as artérias interósseas anterior e posterior, como proximalmente. Foi apresentado em 1986, independentemente e quase simultaneamente, por Zancolli & Angrigiani(16) e por Penteado et al.(10). A partir daí, uma série de estudos foi realizada, o que concorreu para o aprimoramento do uso clínico do retalho. Apesar de as bases anatômicas e variações do sistema arterial interósseo estarem bem estabelecidas na literatura, os trabalhos consultados mostraram algumas divergências em suas dissecções anatômicas, o que despertou interesse na realização deste trabalho. Em nosso estudo, que constou de 30 membros superiores de cadáveres adultos, sendo 24 injetados e formolizados e seis dissecados a fresco, observamos um trajeto descendente constante da artéria interóssea posterior no compartimento posterior do antebraço, sendo realizadas mensurações e observações na relação da artéria com estruturas anatômicas e, principalmente, com o ramo profundo do nervo radial. Em todas as peças anatômicas encontramos a anastomose distal entre as artérias interósseas anterior e posterior. Análise estatística foi realizada em 13 membros pareados, comparando-se, para cada medida efetuada, os lados direito e esquerdo.

FRATURA TORACOLOMBAR TIPO EXPLOSÃO: COMPARAÇÃO DO TRATAMENTO CONSERVADOR EM PACIENTES COM E SEM FRATURA DO ARCO VERTEBRAL POSTERIOR

OSMAR AVANZI; ÉLCIO LANDIM; ROBERT MEVES; MARIA FERNANDA SILBER CAFFARO,RODRIGO REZENDE; MURILO TAVARES DAHER; BRUNO CÉSAR APRILE

Rev Bras Ortop. 2008;43(6):225-231 - Artigo Original
Objetivo: Comparar clínica e radiologicamente os resultados a longo prazo do tratamento conservador da fratura explosão toracolombar, em pacientes com e sem fratura do arco vertebral posterior, com o propósito de avaliar eventuais diferenças na evolução destes dois tipos de lesão. Métodos: Foram avaliados, retrospectivamente, os prontuários e exames de imagem (radiografias e tomografias computadorizadas) de 25 pacientes sem déficit neurológico, com fratura toracolombar tipo explosão tratados não cirurgicamente e comparados o grau de progressão da cifose entre os casos com fratura da lâmina (grupo 1) e sem fratura posterior (grupo 2). Desses, 13 pacientes foram submetidos à avaliação comparativa por meio da escala visual analógica de dor (VAS), da escala de dor e trabalho de Denis e do questionário de qualidade de vida SF-36. Resultados: Foram analisados 25 pacientes (36% do grupo A e 74% do grupo B) com tempo médio de seguimento de 111,64 meses. Não houve diferença em relação ao grau de progressão da cifose durante o seguimento entre os grupos A e B (5,22º x 4,63º - p = 0,650). Dos 13 pacientes analisados funcionalmente, 46% eram do grupo A e 54% do grupo B. Nesta avaliação, apesar da VAS pior (1,83 x 5,00 - p = 0,015) nos pacientes sem fratura posterior (grupo B), não houve diferença em relação à escala de Denis (4,00 x 5,71 - p > 0,05) e SF-36 (98,60 x 90,83 - p = 0,168) entre os dois grupos. Conclusão: A fratura do arco posterior, isoladamente, parece não ser indicativo de instabilidade ou de mau prognóstico nas fraturas toracolombares tipo explosão.Descritores - Fraturas da coluna vertebral / terapia; Fraturas da coluna vertebral / radiografia; Canal vertebral; Tomografia computadorizada por raios X; Resultado de tratamento; Estudos retrospectivos.

PSEUDO-ANEURISMA DE ARTÉRIA TIBIAL POSTERIOR ASSOCIADO A FRATURA FECHADA DE CALCÂNEO: RELATO DE CASO

FERNANDO ARAÚJO SILVA LOPES; ROBERTO ZAMBELLI DE ALMEIDA PINTO; RENATA TAVARES DOS REIS LEAL

Rev Bras Ortop. 2007;42(3):77-80 - Artigo Original
O pseudo-aneurisma associado a fratura fechada de calcâneo é uma complicação de ocorrência rara. As manifestações clínicas são pobres e sem maiores repercussões sistêmicas. A suspeição da lesão é fundamental para o aumento da sensibilidade diagnóstica de forma precoce e colabora para o correto tratamento desta complicação. Descritores - Falso aneurisma; Fraturas ósseas; Calcâneo/ lesões.

RETALHO DA ARTÉRIA INTERÓSSEA POSTERIOR NA COBERTURA DAS LESÕES GRAVES DO ANTEBRAÇO, PUNHO E MÃO

SÉRGIO JOSÉ DE LIMA; RICARDO PEREIRA DOMINGOS DA COSTA; EMANOEL DE OLIVEIRA; FABRÍCIO GUIMARÃES PRUDENTE; MARCELO PARIS MENDONÇA; CHRISTIANO SOARES DE CAMARGO

Rev Bras Ortop. 2009;44(1):40-45 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar os resultados obtidos com a cobertura cutânea pelo retalho da artéria interóssea posterior nas lesões graves do terço distal do antebraço, punho e mão analisando o grau de eficácia de tal procedimento. Métodos: Avaliação de 35 pacientes com lesões graves do terço distal do membro superior. Foram avaliados: tipo de trauma, sítio da lesão, tamanho do retalho, necessidade de cobertura cutânea, resultado clínico e complicações. Resultados: A principal causa do trauma foi o acidente motociclístico. As áreas mais lesionadas foram: a região dorsal da mão, volar do punho e primeira comissura. Em todos os pacientes o tamanho do retalho foi suficiente para cobrir a exposição de tecidos nobres da lesão. A área doadora não apresentou complicações, sendo fechada primariamente em 23 casos. Resultados foram bons em 31 casos. Em 22 pacientes não houve nenhuma complicação e em quatro tivemos perda total do retalho. Conclusão: O retalho da artéria interóssea posterior apresenta bons resultados na cobertura das lesões graves do terço distal do membro superior, promovendo cobertura estável, confiável, não sacrificando as artérias principais para irrigação da mão, permitindo que procedimentos de reconstrução possam ser realizados. Portanto, é opção válida em tais circunstâncias.Descritores - Traumatismos da mão; Traumatismos do punho; Retalhos cirúrgicos.

Lesão da artéria poplítea durante a reconstrução do ligamento cruzado posterior

Bruno Fajardo do Nascimento; Guilherme Galvão Barreto Carneiro; Rodrigo Cristiano de Andrade; Lúcio Flávio Biondi Pinheiro Júnior; Oscar Pinheiro Nicolai; Marcos Henrique Frauendorf Cenni

Rev Bras Ortop. 2015;50(3):348-351 - Relato de Caso
Este trabalho relata uma lesão da artéria poplítea (AP) durante uma reconstrução artros-cópica do ligamento cruzado posterior, descreve sua evolução e faz considerações sobre aanatomia dessa artéria e os riscos potenciais dessa técnica cirúrgica. Tem como objetivoalertar a comunidade médica, em especial os cirurgiões de joelho, sobre uma complicaçãocirúrgica grave e discutir as formas de preveni-la.

Lesão da artéria braquial decorrente de luxação posterior fechada do cotovelo: relato de caso

Alberto Naoki Miyazaki; Marcelo Fregoneze; Pedro Doneux Santos,Guilherme do Val Sella; Caio Santos Checchia e Sergio Luiz Checchia

Rev Bras Ortop. 2016;51(2):239-243 - Relato de Caso
    A associação da luxação posterior fechada do cotovelo com a lesão traumática da artéria braquial é rara. A ausência do pulso radial à palpação é um importante sinal de alerta e a arteriografia é o exame diagnóstico padrão-ouro. O diagnóstico precoce é essencial para a providência do tratamento adequado, que envolve a redução e a imobilização articular, além do restabelecimento cirúrgico urgente do fluxo arterial. É relatado um caso inédito na literatura brasileira da associação dessas lesões (e do tratamento feito), ocorrida em um paciente de 27 anos, do sexo masculino, após ter sido vítima de agressão física  

Estudo por Ressonância Magnética da relação anatômica entre a região proximal posterior da tíbia e a artéria poplítea

Rogério Franco de Araujo Goes; Augusto Cardoso Filho; Gabriel Novaes Pillar de Oliveira Castro; Fabricio Bolpato Loures; Idemar Monteiro Da Palma; André Kinder; Pedro José Labronici

Rev Bras Ortop. 2015;50(4):- - Artigo Original
Objetivo: Analisar e descrever, com o joelho em extensão, a distância da artéria poplítea emtrês áreas específicas da região proximal da tíbia, por meio de ressonância magnética.Métodos: Foram analisadas as imagens de 100 joelhos de pacientes submetidos a exame porressonância magnética. A localização da artéria poplítea foi medida em três áreas distintasda região proximal posterior da tíbia. A primeira medida foi feita no nível da articulaçãodo joelho (platô tibial). A segunda, a 9 mm distal do platô tibial. A terceira, ao nível datuberosidade anterior da tíbia (TAT).Resultados: As distâncias entre a artéria poplítea e o platô tibial e a região da TAT foram signi-ficativamente maiores no sexo masculino do que no feminino. As distâncias entre a artériapoplítea e a região 9 mm distal do platô tibial e a TAT foram significativamente maiores nafaixa acima de 36 anos do que na faixa = 36 anos.Conclusão: O conhecimento da posição anatômica da artéria poplítea, demonstrada porestudos de RM, é de grande relevância no planejamento de procedimentos cirúrgicos queenvolvam a articulação do joelho. Com isso, podem-se evitar lesões iatrogênicas devastado-ras, principalmente em regiões proximais ao platô tibial e em pacientes jovens.

Fotopodometria "moiré" quantitativa na avaliação do arco plantar longitudinal medial *

ALBERT OHAMRA; JOSÉ B. VOLPON

Rev Bras Ortop. 1995;30(8):- - Artigo Original
Foi desenvolvida uma metodologia para avaliar quantitativamente o arco plantar medial, usando-se a técnica topográfica moiré. De 30 adultos normais, foram obtidos moldes gessados positivos do pé direito que serviram como objetos de estudo. Esses moldes, após serem traçados com linhas referenciais, foram posicionados de maneira padronizada atrás de uma tela construída com fios de náilon espaçados 0,5mm entre si. Esse conjunto foi iluminado com uma fonte de luz de modo a formar padrões de franjas moiré na superfície plantar do molde, que foram fotografadas. As figuras das fotografias foram analisadas segundo fórmula geométrica dos padrões moiré, de modo a calcular a profundidade do arco plantar em uma linha referencial. Essas medidas foram comparadas com as medidas diretas obtidas no molde por meio de um paquímetro e tomando por referência o plano formado por uma placa de acrílico apoiada de maneira padronizada na superfície plantar. Os resultados obtidos com as duas medidas foram comparados subjetivamente pela análise visual de gráficos cartesianos, bem como objetivamente por regressão linear. Houve alto coeficiente de correlação entre as medidas obtidas com as duas técnicas e as curvas cartesianas apresentaram a mesma forma e praticamente se superpuseram. Foi concluído que o método topográfico moiréfoi adequado na caracterização da forma e quantificação do arco plantar medial do pé. Entretanto, o posicionamento do objeto de estudo e a padronização dos parâmetros geométricos devem ser seguidos criteriosamente.

ESTUDO COMPARATIVO MACROSCÓPICO E HISTOLÓGICO DA ORIGEM LABIAL DO TENDÃO DA CABEÇA LONGA DO BÍCEPS BRAQUIAL

LESSANDRO GESSER LUCIANO; ARI DIGIÁCOMO OCAMPO MORÉ; RAFAEL OLIVIO MARTINS; LEANDRO QUADROS FOCHESATO; LUCIANO AUGUSTO BRAGANHOLO; HAMILTON EMÍDIO DUARTE; NECI MORAES

Rev Bras Ortop. 2004;39(10):- - Artigo Original
A região superior do lábio da glenóide pode apresentar lesões labiais e tendinosas do bíceps braquial, sendo o conhecimento das variações anatômicas de grande importância para a realização de procedimentos artroscópicos. O objetivo do trabalho é determinar a origem labial do tendão da cabeça longa do bíceps braquial, comparando a visão macroscópica com a avaliação histológica. Foram realizadas dissecções de 36 ombros de 18 cadáveres conservados em formaldeído, no Laboratório de Ciências Morfológicas da Universidade Federal de Santa Catarina (LCM-UFSC). Foram avaliadas a estrutura macroscópica e a histológica da região do lábio superior, incluindo o local de origem labial do tendão da cabeça longa do bíceps braquial (CLB). A classificação anatômica utilizada foi a de Vangsness, que considera quatro tipos de origem labial da CLB. Foram feitos cortes histológicos seriados da região superior do lábio, com o objetivo de estudar a origem do tendão. Macroscopicamente, a principal origem labial da CLB foi na porção póstero-superior. A histologia mostrou que na maioria dos casos havia origem associada na porção ântero-superior. A avaliação macroscópica não é, portanto, confiável para determinar a origem labial do tendão da cabeça longa do bíceps braquial. Descritores - Estudo comparativo; ombro; cadáver.

Anatomia seccional da origem do músculo psoas maior. Estudo através do método de plastinação

ALDO JUNQUEIRA RODRIGUES JR.; MARCO ANTONIO GERMANO; CAIO GONÇALVES DE SOUZA; ALFREDO LUIZ JACOMO; LUCIVALDO NAZARÉ TAPAJÓS FIGUEIRA; TARCISIO ELOY PESSOA DE BARROS FILHO

Rev Bras Ortop. 1993;28(3):- - Artigo Original
Através de dissecção macro e microscópica das colunas de cinco cadáveres, previamente fixados por infusão intra-arterial de solução de aldeído fórmico, com exposição do psoas maior, esquerdo e direito, e da plastinação de secções, com 2mm de espessura, paralelas e transversais ao eixo do segmento das colunas vertebrais, de T4 ao nível S3-S4, de outros sete cadáveres conservados sob congelamento a -20°C, estudou-se a origem do psoas maior, a disposição de seus feixes musculares e sua possível relação com o forame intervertebral. Confirmouse a origem das duas cabeças do músculo, a anterior ou principal, na face ântero-lateral dos corpos vertebrais e discos intervertebrais, e a posterior ou acessória, nos processos costais de L3 e L4. Observou-se comunicação entre as fibras musculares das duas cabeças e o envolvimento dos forames intervertebrais. Os autores concluíram pela utilidade da técnica de plastinação para o estudo da anatomia seccional e possível correlação com os métodos de imagem.

RESULTADO DA REPARAÇÃO DO MANGUITO ROTADOR EM LESÕES DO TIPO C1 E C2 DE SNYDER, CONSIDERANDO FUMANTES E NÃO FUMANTES

Sérgio Correa Pinto Júnior; Lessandro Gesser Luciano; Crischiman Dal Zotto; Felipe Fantozzi Vieira; Ralf Klassen; Airton Rodrigues; Francisco José dos Santos Neto

Rev Bras Ortop. 2010;45(6):554-556 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar a influência do tabagismo nos resultados cirúrgicos do reparo das lesões completas do manguito rotador tipos C1 e C2 de Snyder. Métodos: Foram avaliados 166 pacientes que haviam sido submetidos a tratamento cirúrgico para lesão completa do manguito rotador tipo C1 e C2 de Snyder, entre junho de 2002 a dezembro de 2006. Foram considerados critérios de inclusão um seguimento mínimo de 24 meses e ausência de cirurgias prévias no ombro acometido. Excluíram-se os pacientes que apresentavam outras lesões associadas. Foram avaliados os paciente fumantes e não fumantes de acordo com os critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS). Houve predomínio de pacientes do sexo feminino (119) em relação ao masculino (47), e a idade média foi de 57 anos (38 a 78). Do total de 166 pacientes avaliados, foram considerados fumantes 21 pacientes e não fumantes 145. Os resultados finais foram avaliados pelos critérios da UCLA (University of California at Los Angeles) e a análise estatística foi feita pelo programa Epi Info®. Resultados: Pelos critérios da UCLA, os pacientes fumantes tiveram uma média final de 32,6 pontos, enquanto os não fumantes de 33,8. Na análise estatística pós-operatória houve diferença entre os dois grupos, com os pacientes não fumantes tendo melhor resultado final. Conclusão: O tabagismo interfere no resultado final das reparações de lesões pequenas e médias do manguito rotador. Descritores - Artroscopia; Ombro/lesões; Ombro/cirurgia; Dor de Ombro.

ESTUDO COMPARATIVO DO ARCO DE MOVIMENTO DA COLUNA LOMBAR EM INDIVÍDUOS PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE ESPORTE

Carla Chertman; Humberto Maldonado Campoy dos Santos; Leonardo Pires; Marcelo Wajchenberg; Delio Eulálio Martins; Eduardo Barros Puertas

Rev Bras Ortop. 2010;45(4):389-394 - Artigo Original
Objetivo: Comparar a amplitude de flexão e de extensão de tronco por meio de goniometria em atletas e não atletas, relacionando estes dados com o teste do ângulo poplíteo e dos músculos isquiotibiais. Métodos: A amplitude de flexão e extensão de tronco foi avaliada em 50 indivíduos praticantes de esporte regularmente e 50 indivíduos não atletas, os quais não apresentavam nenhum tipo de sintomatologia dolorosa lombar, bem como algum sintoma que pudesse influenciar a realização dos testes. As mensurações foram realizadas por dois examinadores independentes consecutivamente por meio de goniometria. Os valores de flexão e extensão de tronco obtidos pela avaliação da goniometria foram correlacionados com o teste do ângulo poplíteo e de flexibilidade dos isquiotibiais, analisando-se a correlação estatística entre os mesmos. Resultados: Os valores médios obtidos foram 130,7 (101,9) para flexão e 40,2 (36,4) para extensão. Verificou-se diferença estatisticamente significante entre o grupo de atletas e não atletas em relação aos parâmetros: goniômetro em flexão com o avaliador 1, goniômetro em flexão com o avaliador 2 e teste dos isquiotibiais. Não foi verificada diferença estatisticamente significante entre o grupo de atletas e não atletas em relação aos parâmetros: goniômetro em extensão com o avaliador 1, goniômetro em extensão com avaliador 2 e teste do ângulo poplíteo. Conclusão: Observa-se que a flexão do tronco apresenta valores mais elevados em indivíduos praticantes de esporte. A utilização de goniometria para mensuração de amplitude de tronco indicou valores variáveis entre os examinadores. Descritores - Coluna vertebral; Artrometria articular; Atletas.

Metástases de origem primária desconhecida: primeira manifestação no tecido ósseo* Orientação para o diagnóstico do tumor primário

R. JESUS-GARCIA; MÁRCIO MOURA; GERALDO S.M. GRANATA JR.; MARCOS KORUKIAN; FERNANDO M. PONTE; HÉLIO Y. ISHIHARA; MARIA TERESA SEIXAS

Rev Bras Ortop. 1996;31(11):- - Artigo Original
Trinta e sete pacientes que apresentaram metástases ósseas como primeira manifestação de carcinoma foram revisados. Uma seqüência simples de diagnóstico consistindo de anamnese cuidadosa, exame físico, testes laboratoriais de rotina, radiografia de tórax, mapeamento do esqueleto com tecnécio e biópsia óssea, identificou o local primário em 17 (45,9%) pacientes. O local primário foi pulmão em oito (21,6%), rim em quatro (10,8%), próstata em dois (5,4%), hepatocarcinoma, tumor de sigmóide e leiomiossarcoma em um (2,7%) paciente. Com base nessa estratégia, propusemos um algoritmo que, associado aos testes imuno-histoquímicos e à utilização de marcadores tumorais, deverá aumentar o índice de diagnóstico da origem primária dessas metástases.

Artéria recorrente radial na fossa cubital: origens e ramos

ROGÉRIO PORTO DA ROCHA; MAURÍCIO LEAL DIAS MONGON; ALESSANDRO VENGJER; NILSON MOURA GAMBERO; FÁBIO PIZZO RIBEIRO; HENRIQUE MIGUEZ; MARINALDO MONGON

Rev Bras Ortop. 2001;36(4):- - Artigo Original
Os autores estudaram a origem e as ramificações da artéria recorrente radial com o intuito de contribuir para o estudo anatômico da região do cotovelo, visto que uma descrição detalhada não foi encontrada na literatura. Foram dissecados 31 membros superiores de cadáveres de adultos de ambos os sexos, sendo 15 direitos e 16 esquerdos. A artéria recorrente radial teve como origem predominante a artéria radial (80,6%), seguida da artéria braquial (16,1%) e da artéria ulnar (3,3%). Quanto ao número de ramos, apresentou variação de cinco a 13 ramos divididos pelos autores em distais, proximais e anteriores à cabeça do rádio. Observou-se predomínio dos ramos distais, com média de 4,26 sobre os proximais (média de 3,0) e os anteriores (média de 1,13). Desse modo, os autores concluíram que, na grande maioria das vezes, a artéria recorrente radial se originou da artéria radial. Quanto aos ramos, foram freqüentes os distais, seguidos pelos proximais. Os ramos anteriores à cabeça do rádio são pouco numerosos.

Trombose da artéria ulnar por digitação: relato de caso

CARLOS HENRIQUE FERNANDES; MÁRCIO DA SILVA TINÓS; LIA MIYAMOTO MEIRELLES

Rev Bras Ortop. 1998;33(11):- - Relato de Caso
Os autores relatam um caso de trombose crônica da artéria ulnar causada por traumas repetidos na região hipotenar em decorrência de técnica incorreta de digitação. Enfatizam a importância do correto diagnóstico revisando a literatura e discutindo o diagnóstico e tratamento realizado.

Luxação bilateral dos joelhos com lesão bilateral da artéria poplítea

Daniel Baumfeld; André Lourenço Pereira; Claudio Freitas Guerra Lage, Gabriel Mendes Miura; Yuri Vinicius Teles Gomes; Caio Nery

Rev Bras Ortop. 2018;53(2):244-247 - Relato de Caso

As luxações unilaterais tibiofemurais do joelho são incomuns, o que torna as luxações bilaterais ainda mais raras. A luxação do joelho é considerada um dos ferimentos mais graves nessa articulação. As complicações associadas, tais como a lesão da artéria poplítea, são responsáveis pela importante morbidade observada nesses pacientes. Os autores relatam o caso de um homem de 52 anos com luxação traumática bilateral do joelho associada a lesão bilateral da artéria políptea. O estudo descreve a apresentação clínica e os achados radiográficos e angiográficos. Os tratamentos cirúrgico e não cirúrgico e os resultados funcionais também são relatados.


Palavras-chave: Lesões do joelho; Fratura do fêmur; Luxações; Artéria poplítea.

Luxação posterior traumática do quadril *

ROBERTO SÉRGIO TAVARES CANTO; RODRIGO JOSÉ NATIVIDADE BUENO; WILSON BENEDITO PEREIRA

Rev Bras Ortop. 1993;28(10):- - Artigo Original
Para analisar os resultados de tratamento, possível prognóstico e a melhor conduta terapêutica, foram levantados, retrospectivamente, 26 casos de luxação traumática posterior do quadril. Desses, foi conseguida a revisão de 20 pacientes. O tempo entre o trauma e a redução não parece haver interferido no resultado. Assim, de quatro casos reduzidos depois de 24 horas, houve três bons resultados. Houve predominância de pacientes do sexo masculino e a idade não parece haver interferido também no prognóstico. Os piores resultados foram dos cinco casos operados. Não que a cirurgia seja, a nosso ver, fator de piora do prognóstico, mas sim porque justamente os casos mais complexos é que são escolhidos para a operação. Mais do que qualquer coisa, a graduação inicial do trauma parece definir o resultado final. Não nos foi possível decidir, dúvida também de vários autores, sobre qual seria a melhor conduta pós-ope-ratória. Nos nossos casos, continuaremos aconselhando descarga por cinco semanas. Apesar do número relativamente pequeno de pacientes para se tirar conclusões definitivas, nossos resultados coincidiram de forma geral com os da literatura.

Contribuição da artéria tibial anterior na vascularização da fíbula: estudo anatômico*

ARNALDO V. ZUMIOTTI; ANTONIO A. N. ABREU; TENG H. WEI; PAULO E. OHNO; RONALDO J. AZZE

Rev Bras Ortop. 1996;31(3):- - Artigo Original
A contribução da artéria tibial anterior para a vascularização da fíbula foi estudada em 18 pernas de cadáveres, injetando-se solução de azul de metileno e gelatina. O estudo revelou que a epífise e o terço proximal da fíbula são irrigados pela artéria tibial anterior por meio de vários ramos periostais. Esses achados sugerem que o emprego da epífise e da porção proximal da diáfise da fíbula para a reparação de perdas ósseas deve incluir a artéria tibial anterior no pedículo vascular do transplante ósseo.

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