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Busca por: Anatomia da escápula aplicada à abordagem cirúrgica posterior: Parâmetros de segurança durante acesso ao ângulo lateral

Abordagem cirúrgica lateral do quadril com osteotomia parcial do trocanter maior *

EDMILSON TAKEHIRO TAKATA; FLÁVIO MORAL TURÍBIO; GUSTAVO TRIGUEIRO; MILTON CHOHFI; NELSON FRANCO FILHO

Rev Bras Ortop. 1995;30(7):- - Artigo Original
Os autores apresentam uma via de acesso lateral do quadril com osteotomia parcial do trocanter maior, no intuito de preservar a integridade da musculatura abdutora do quadril, evitando as macerações e as desnervações. Foram incluídos neste estudo 31 pacientes, 31 quadris, submetidos à artroplastia total do quadril pela abordagem acima proposta e avaliadas as complicações intra e pósoperatórias imediatas, assim como o estudo da força abdutora do quadril e a consolidação da osteotomia. Os pacientes não apresentaram complicações na consolidação do fragmento osteotomizado; as fraturas do trocanter maior, ocorridas em dois (6,5%) pacientes, não foram atribuídas à via de acesso. Com relação ao resultado funcional, apenas um (3,2%) paciente apresentou diminuição da força de abdução do quadril. Os autores recomendam a utilização desta via de acesso especialmente nas artroplastias primárias.

Bases anatômicas para a abordagem cirúrgica da tabaqueira anatômica*

LUIZ CARLOS BUARQUE DE GUSMÃO; JOSÉ AMAURI CANUTO; JULIANA MARIA PALMEIRA CANUTO; VIRGINIA MARIA PALMEIRA CANUTO

Rev Bras Ortop. 2001;36(3):- - Artigo Original
Os autores realizam estudo sobre a morfometria e a morfologia da tabaqueira anatômica, utilizando para isso dissecações em 40 extremidades superiores de cadáveres de adultos, de ambos os sexos, fixados em formaldeído a 10%. Concluem com este trabalho que a tabaqueira anatômica possui uma área média de 3,76 cm2; a artéria radial, em 95% dos casos, transita pelo interior da tabaqueira anatômica. A formação da veia cefálica ocorre dentro da tabaqueira anatômica em 77,5% dos casos. O nervo radial superficial divide-se proximal à tabaqueira anatômica em seus ramos digitais dorsais, ocorrendo em 45% dos casos a passagem de três ramos digitais dorsais por essa região. Em 37,5% ocorre a passagem de dois ramos. Em 15% ocorre a passagem de quatro ramos e em 2,5% apenas um ramo digital dorsal cruza a tabaqueira anatômica. O conhecimento da disposição das estruturas no interior da tabaqueira anatômica é de fundamental importância aos profissionais que atuam nessa região.

Abordagem cirúrgica na artroplastia total primária de quadril: ântero-lateral ou posterior?*

CARLOS ALBERTO S. MACEDO; CARLOS R. GALIA; RICARDO ROSITO; CARLOS E.F. PEREA; LUÍS MARCELO MÜLLER; GUSTAVO GAVA VERZONI; CLÉVERSON A.K. RODRIGUES; DANIEL R. KLEIN; LUCAS S. BREMM

Rev Bras Ortop. 2002;37(9):- - Artigo Original
Neste estudo retrospectivo foram selecionados 480 pacientes submetidos à artroplastia total primária de quadril: 215 pela abordagem por via ântero-lateral e 265 pela via posterior, de janeiro de 1991 a dezembro de 1999. O objetivo foi comparar as complicações ocorridas nas duas diferentes abordagens. Os dados avaliados, considerados como parâmetros perioperatórios, foram: taxa de hemoglobina e do hematócrito pré e pósoperatórios, tempo cirúrgico, intervalo entre cirurgia e alta, sangramento e necessidade de transfusão sanguínea e complicações pós-operatórias (trombose venosa profunda, embolia pulmonar, lesão de nervo periférico, instabilidade da prótese). Os dois grupos não diferiram quanto aos indicadores pré-operatórios. Os pacientes operados por abordagem pela via posterior tiveram redução do tempo cirúrgico (p < 0,001), do sangramento transoperatório (p < 0,05), da necessidade de transfusão transoperatória (p < 0,001), do tempo de internação e pós-operatória (p < 0,001), das complicações totais (p < 0,05) e da instabilidade da prótese (p < 0,05) em relação aos operados pela ântero-lateral. Os grupos não diferiram quanto aos demais parâmetros e complicações específicas. A abordagem por via posterior tem sido empregada com êxito pelo Grupo de Cirurgia do Quadril do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, sendo uma boa opção de acesso cirúrgico para artroplastia total do quadril.

Ligamento cruzado posterior: acesso cirúrgico simplificado a sua inserção tibial*

MARCO TLIO L. CALDAS, JOS MRCIO G. DE SOUZA, EDUARDO RAMOS M. PINA, JORGE B. MURTA F

Rev Bras Ortop. 1998;33(4):- - Artigo Original

RESUMO

Os autores apresentam sua experiência com um acesso cirúrgico simplificado para abordagem da inserção tibial do LCP. Justificam seu emprego pela facilidade na execução da técnica, pela menor agressão cirúrgica e menor possibilidade de retração cicatricial.

A abordagem da coluna cervical alta pela via de acesso transoral*

TARCÍSIO E. P. BARROS FILHO; REGINALDO P. OLIVEIRA; NILSON R. RODRIGUES; PAULO EDUARDO C. GALVÃO; ALEXANDRE FELIPE FRANÇA; MARCELLO JOSÉ DE CAMPOS; CÉSAR DALL BELLO

Rev Bras Ortop. 1996;31(2):- - Artigo Original
Os autores relatam dez casos de patologias do clívus, atlas e áxis, abordadas por via transoral, tais como tumores e processos infecciosos. Descrevem a técnica utilizada e chamam a atenção para o conhecimento da anatomia da região, por ser via útil e de fácil acesso, indicada para procedimentos limitados.

EXPOSIÇÃO DA EQUIPE CIRÚRGICA À RADIAÇÃO IONIZANTE DURANTE PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS ORTOPÉDICOS

Evandro Pereira Palacio; André Araújo Ribeiro; Bruno Moreira Gavassi; Gabriel Guimarães Di Stasi; José Antônio Galbiatti; Alcides Durigam Jr; Roberto Ryuiti Mizobuchi

Rev Bras Ortop. 2014;49(3):227-232 - Artigo Original
Objetivo:avaliar o grau de exposição da equipe cirúrgica ortopédica à radiação ionizante fluoroscópica. Métodos:foi dosada a radiac ¸ão ionizante incidida sobre a equipe cirúrgica ortopédica (R1, R2 e R3) com dosímetros termoluminescentes, distribuídos em regiões anatômicas alvo, com e sem a proteção de avental de chumbo, durante 45 procedimentos de osteossíntese de quadril (DHS), por fraturas transtrocantéricas classificadas como 31-A2.1 (AO). Resultados:a dose radioativa sobre o R3 foi de 6,33 mSv, de 4,51 mSv sobre o R2 e de 1,99 mSv sobre o R1 (p=0,33). A região da tireoide recebeu 0,86 mSv de radiac ¸ão, a região torácica 1,24 mSvearegiãogonadal 2,15 mSv (p=0,25). Não houve registro de radiação nas dosímetros localizados abaixo dos protetores de biossegurança ou nas costas dos membros da equipe. Conclusões:os membros da equipe cirúrgica que ficaram mais próximos do fluoroscópio receberam maiores doses de radiac ¸ão do que os que ficaram mais remotamente. As regiões anatômicas abaixo da linha cintura foram as que mais receberam radiação ionizante. Os resultados ressaltam a importância do uso de dispositivos de biosseguranc ¸a, os quais são efetivos em impedir que a radiação atinja órgãos vitais dos integrantes da equipe médica. Descritores - Radiação ionizante Fluoroscopia Cirurgia ortopédica

Acesso lateral de Keblish melhora a inclinação da patela na artroplastia do joelho valgo

José Roberto Tonelli Filho; Marcus Ceregatti Passarelli; João Alberto Salles Brito; Gustavo Constantino Campos; Alessandro Rozim Zorzi; João Batista de Miranda

Rev Bras Ortop. 2016;51(6):680-686 - Artigo Original
    Objetivo: Comparar os resultados clínicos e radiológicos da via de acesso convencional com artrotomia medial e da via de acesso lateral na prótese total primária em joelho valgo. Métodos: Neste ensaio clínico prospectivo, 21 pacientes com osteoartrite e deformidade em valgo foram divididos aleatoriamente em dois grupos de acordo com a via de acesso cirúrgico usada: medial ou lateral. O desfecho principal foi a medida radiográfica da inclinação lateral da patela. Outros desfechos foram a dor após a cirurgia (escala visual de dor), o sangramento (níveis séricos de hemoglobina) e o aspecto clínico da ferida operatória. Resultados: Não houve diferença entre os grupos em relação a outras variáveis clínicas. A inclinação lateral média da patela no grupo lateral foi 3,1 graus ± 5,3 DP e no grupo medial foi 18 graus ± 10,2 DP (p = 0,02). Os outros desfechos não apresentaram diferenças entre os grupos. Conclusão: A via lateral proveu melhor inclinação lateral da patela pós-operatória nas artroplastias do joelho valgo.

Lesão da artéria poplítea durante a reconstrução do ligamento cruzado posterior

Bruno Fajardo do Nascimento; Guilherme Galvão Barreto Carneiro; Rodrigo Cristiano de Andrade; Lúcio Flávio Biondi Pinheiro Júnior; Oscar Pinheiro Nicolai; Marcos Henrique Frauendorf Cenni

Rev Bras Ortop. 2015;50(3):348-351 - Relato de Caso
Este trabalho relata uma lesão da artéria poplítea (AP) durante uma reconstrução artros-cópica do ligamento cruzado posterior, descreve sua evolução e faz considerações sobre aanatomia dessa artéria e os riscos potenciais dessa técnica cirúrgica. Tem como objetivoalertar a comunidade médica, em especial os cirurgiões de joelho, sobre uma complicaçãocirúrgica grave e discutir as formas de preveni-la.

Tibialização da fíbula: descrição de abordagem cirúrgica*

PEDRO PRICLES RIBEIRO BAPTISTA; ALEX GUEDES; ROBERTO REGGIANI; RICARDO LAVIERI; CARLOS EDUARDO FONSECA PIRES

Rev Bras Ortop. 1998;33(11):- - Artigo Original
Os autores descrevem uma abordagem cirúrgica de tibialização da fíbula com modificação da via de acesso e da forma de transposição óssea. Essa técnica é realizada por acesso único, que permite abordar a lesão tibial e também alcançar os pontos de osteotomias da fíbula através da membrana interóssea. Realiza-se sua transposição para o local da falha óssea no mesmo tempo cirúrgico. Consideram simples essa tática e indicam-na para cirurgias reconstrutivas nas falhas ósseas da diáfise da tíbia, ocasionadas por trauma, infecção ou após ressecção tumoral.

ESTUDO ANATÔMICO DA VIA DE ACESSO SUPRAPATELAR LATERAL PARA A HASTE INTRAMEDULAR BLOQUEADA NA FRATURA DA TÍBIA

Italo Scanavini Cerqueira; Pedro Araujo Petersen¹; Rames Mattar Júnior; Jorge dos Santos Silva; Paulo Reis; Guilherme Pelosini Gaiarsa; Maximo Morandi

Rev Bras Ortop. 2012;47(2):169-172 - Artigo Original
Objetivo: A haste intramedular (HIM) é o padrão ouro no tratamento das fraturas diafisárias da tíbia. Uma das complicações frequentes é a dor no joelho após o procedimento. Métodos: Vias alternativas, como a suprapatelar para a introdução da haste como opção para evitar a dor no joelho no período pós-operatório tardio, têm sido estudadas. A questão é se nesta nova via ocorre alguma lesão às estruturas intra-articulares do joelho. Resultados: Este estudo analisa a via suprapatelar e o risco para as estruturas adjacentes através da sua reprodução em 10 joelhos de cinco cadáveres. Conclusão: Foi visto facilidade para a localização do ponto de entrada por esta via, lesando apenas a gordura de Hoffa. Em três dos nossos casos houve lesão da superfície condral, sendo um obstáculo de difícil transposição e indicando necessidade de fabricação de material específico para minimizar a lesão das estruturas intra-articulares por essa via. Descritores - Fratura da Tíbia; Procedimentos Ortopédicos; Fixação Intramedular de Fraturas.

CIFOSE DE SCHEUERMANN: COMPARAÇÃO ENTRE A ABORDAGEM POR VIA POSTERIOR ASSOCIADA À OSTEOTOMIA DE SMITHPETERSEN E A FUSÃO COMBINADA ANTERIOR E POSTERIOR

Eduardo Frois Temponi; Rodrigo D'Alessandro de Macedo; Luiz Olímpio Garcia Pedrosa; Bruno Pinto Coelho Fontes

Rev Bras Ortop. 2011;46(6):709-717 - Artigo Original
 ObjetivoO tratamento cirúrgico da cifose de Scheuermann (CS) permanece tópico em debate. Considerando a controvérsia sobre a melhor forma de tratamento cirúrgico, foi proposto estudo envolvendo pacientes com diagnóstico de CS a fim de comparar resultados do tratamento entre a dupla abordagem e a técnica por via posterior associada à osteotomia de Smith-Petersen. Métodos: Trabalho descritivo, com análise transversal de estudo caso-controle. Foram avaliados 28 pacientes divididos em dois grupos conduzidos de forma temporalmente distinta. Resultados: O primeiro grupo compreende pacientes abordados por dupla via, com idade media de 19 anos, com cifose pré-operatória de 77,6°, pós-operatória de 35,8° com correção média de 53,2%. O segundo grupo compreende pacientes abordados pela via posterior associada à osteotomia de Smith-Petersen com média de idade de 27,3 anos, cifose pré de 72,9°, pós de 44,3° com correção média de 39,3%. Na análise entre os dois grupos houve significância estatística para as variáveis idade (p = 0,02), cifose pós-operatória (p = 0,04), para o grau e percentual de correção da cifose (p = 0,001), não existindo diferença na cifose pré-operatória (p = 0,33). Na avaliação de dor pós-operatória (EVA), o primeiro grupo apresentou média de 0,6 pontos contra 0,5 de média do segundo grupo. Existiram apenas complicações menores em ambos os grupos, sendo sete no primeiro e três no segundo grupo. Conclusão: As duas técnicas cirúrgicas estudadas demonstraram-se adequadas para o tratamento da CS. No presente estudo foi observada maior correção da deformidade no primeiro grupo, enquanto no segundo grupo existiram melhores resultados na EVA de dor e menor incidência de complicações.Descritores - Cifose; Coluna Vertebral, Doença de Scheuermann; Osteotomia; Artrodese Vertebral.

PARÂMETROS ANATÔMICOS NA RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO COLATERAL LATERAL ULNAR DO COTOVELO: ESTUDO EM CADÁVERES.

Willian Nandi Stipp; Fabiano Rebouças Ribeiro; Cantidio Salvador Filardi Filho; Romulo Brasil Filho; Antonio Carlos Tenor Junior; Danilo Canesin Dal Molin; Rodrigo Souto Borges Petros

Rev Bras Ortop. 2013;48(1):52-56 - Artigo Original
Objetivo: Identificar a inserção ulnar do ligamento colateral lateral ulnar (LCLU) com o uso da ponta do olécrano e da cabeça do rádio como parâmetros fixos para orientar a cirurgia de reconstrução ligamentar. Métodos: Foram dissecados 13 cotovelos de cadáveres adultos frescos para estudo do LCLU. Com paquímetro digital mediram-se as distâncias entre as inserções proximal e distal do LCLU na ulna (footprint), entre a cabeça do rádio e a zona do footprint e entre o olécrano e a zona do footprint. Resultados: A distância média da cabeça do rádio ao ponto de inserção proximal e distal do LCLU foi de 13,6 e 22,99 mm, respectivamente, da ponta do olécrano à inserção proximal e distal do LCLU foi 38,25 e 47,6 mm, respectivamente, e o comprimento médio do footprint do LCLU foi de 9,35 mm. Conclusões: A inserção do LCLU tem um footprint amplo com média de 9,3 mm (7,5-11 mm). O ponto médio de inserção ulnar situa-se a 18,2 mm da cabeça do rádio e a 42,9 mm da ponta do olécrano. Descritores -Cotovelo/anatomia & histologia, Cotovelo/cirurgia, Articulação do cotovelo, Cadáver.

Zona de segurança no acesso cirúrgico do terço médio da clavícula: estudo em cadáveres

Fabiano Rebouças Ribeiro; Fernanda de Marchi Bosi Porto; Marcio Vieira; Sanches Silva; Antonio Carlos Tenor Junior; Miguel Pereira da Costa; Cantidio Filardi

Rev Bras Ortop. 2015;50(3):270-273 - Artigo Original
Objetivo: Estabelecer uma zona de segurança neurovascular no acesso cirúrgico do terçomédio da clavícula por dissecção em cadáveres.Métodos: Foram dissecados 20 ombros de 10 cadáveres, foi feita a dissecção profunda do terçomédio da clavícula e identificaram-se as seguintes estruturas: veia subclávia, tronco superiordo plexo braquial (divisão anterior e posterior) e nervo supraescapular. Essas estruturasforam demarcadas para mensuração de suas distâncias até os pontos mais próximos doterço médio da clavícula.Resultados: A distância média do terço médio da clavícula ao nervo supraescapular, à veiasubclávia, ao tronco superior, à divisão anterior do tronco superior e à divisão posterior dotronco superior foi, respectivamente, do lado direito: 15,92 cm; 10,77 cm; 23,68 cm; 14,60 cme 15,42 cm; do lado esquerdo: 12,69 cm; 9,82 cm; 22,19 cm; 12,16 cm e 13,46 cm.Conclusão: Houve diferença estatística entre as distâncias do nervo supraescapular e a divi-são anterior do tronco superior comparativa entre os lados direito e esquerdo. As estruturasneurovasculares mais próximas ao terço médio da clavícula foram o nervo supraescapulare a veia subclávia.

Zona de segurança no acesso posterossuperior do ombro: estudo em cadáver

Miguel Pereira Costa; Sandro Baraldi Moreira; Gustavo Costalonga Drumond; Fernanda de Marchi Bosi Porto; Fabiano Rebouças Ribeiro; Antonio Carlos Tenor Junior

Rev Bras Ortop. 2016;51(4):449-453 - Artigo Original
    Objetivo: Os autores fizeram o acesso posterossuperior do ombro usado no tratamento cirúrgico da luxação acromioclavicular, a partir da dissecção de 20 ombros de 10 cadáveres adultos recém-resfriados, e analisaram as distâncias da via às estruturas neurovasculares próximas. Métodos: Introduziu-se um fio de Kirschner no topo da base do processo coracoide pelo acesso posterossuperior do ombro, na área de origem dos ligamentos conoide e trapezoide, para reproduzir o trajeto da inserção de duas âncoras para reconstrução anatômica dos ligamentos coracoclaviculares. Mediu-se a menor distância do ponto de inserção do fio de Kirschner ao nervo e à artéria/veia supraescapular. Resultados: A média da distância do nervo supraescapular até a origem dos ligamentos coracoclaviculares no topo da base do processo coracoide foi de 18,10 mm (13,77 a 22,80) no ombro direito e 18,19 mm (12,59 a 23,75) no ombro esquerdo. A média da distância da artéria/veia supraescapular até a origem dos ligamentos coracoclaviculares foi de 13,10 mm (09,28 a 15,44) no ombro direito e 14,11 mm (08,83 a 18,89) no ombro esquerdo. Não houve diferença estatística comparativa entre os lados contralaterais. Conclusão: A via de acesso posterossuperior do ombro para reconstrução anatômica dos ligamentos coracoclaviculares no tratamento das luxações acromioclaviculares deve ser feita com respeito ao limite de 08,83 mm medialmente.

"Pseudowinging" da escápula secundária a osteocondroma subescapular

FUAD KALIL SOBRINHO

Rev Bras Ortop. 1995;30(9):- - Relato de Caso
O autor relata caso de paciente com oito anos de idade que apresentava aumento de volume e desconforto na região escapular direita. Tece comentários sobre a raridade da lesão e da importância do diagnóstico diferencial entre a verdadeira e a falsa escápula alada, bem como o tratamento instituído.

O acesso lateral para tratamento da contratura pós-traumática do cotovelo *

GERALDO ROCHA MOTTA FILHO; LUIZ ALBERTO JARDIM DA MOTTA FILHO; HUMBERTO MAURO MARTINS MENDES

Rev Bras Ortop. 1995;30(9):- - Artigo Original
O acesso lateral foi utilizado para liberação da contratura pós-traumática do cotovelo em cinco pacientes que foram avaliados no pós-operatótio entre oito e 23 meses. A contratura em flexão média era de 48 graus e, no pósoperatório, de 18 graus. O ponto máximo médio de flexão era de 94 graus e de 127 graus, no pós-operatório. O arco de movimento aumentou em média 56 graus. Não ocorreram problemas com a cicatrização das feridas operatórias ou formação de ossificação heterotópica. Concluímos que o acesso lateral para liberação da contratura pós-traumática do cotovelo é gratificante.

Correção cirúrgica do hálux valgo pela osteotomia de Austin modificada: avaliação do ângulo articular metatársico distal *

JORGE MITSUO MIZUSAKI, SÉRGIO BRUSCHINI

Rev Bras Ortop. 1997;32(7):- - Artigo Original
RESUMO
Os autores apresentam uma modificação técnica da osteotomia distal de Austin, mundialmente conhecida como CHEVRON, em que promovem a convergência dos braços do "V" na cortical lateral através de osteotomias realizadas com osteótomos laminares especialmente preparados para esta osteotomia. Ressaltam que é uma adaptação do instrumental de corte ajustada a peculiaridades dos serviços médicos e os cirurgiões devem estar adequadamente treinados para o procedimento. A convergência dos braços do "V" está determinada empiricamente em cinco graus para cada corte e tem-se mostrado eficaz na preservação de estabilidade intrínseca da osteotomia, que foi executada em 30 pacientes. A convergência tem como alvo principal a correção do ângulo articular metatársico distal, obtida quando se produz o deslocamento lateral da cabeça metatársica com a rotação possível da superfície articular. Discutem as complicações possíveis e ressaltam que é esperado um encurtamento do I metatársico em virtude da forma e da direção da osteotomia.

ASSOCIAÇÃO CLÍNICO-RADIOGRÁFICA DO ÍNDICE ACROMIAL E DO ÂNGULO DE INCLINAÇÃO LATERAL DO ACRÔMIO

Flavio Amado Hanciau; Marcos André Mendes da Silva; Felipe Silveira Martins; Alexandre Ogliari

Rev Bras Ortop. 2012;47(6):730-735 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar o perfil clínico-radiográfico correlacionando sintomatologia de doença subacromial com adaptação da medida do ângulo de inclinação lateral do acrômio para uma mensuração radiográfica e seu respectivo índice acromial. Métodos: No período de outubro de 2010 a fevereiro de 2011 foram avaliados 55 ombros dolorosos, com teste de Neer e radiografia em anteroposterior verdadeiro. Os pacientes foram divididos em dois grupos, com teste de Neer positivo e negativo. A aferição do índice acromial e do ângulo de inclinação lateral do acrômio foi padronizada e comparada através de médias estatísticas em 0,7 e 75°, respectivamente. Resultados: Houve predomínio na população sintomática, do sexo feminino (72,73%), idade menor que 59 anos (62,5%) e lado dominante (65,31%). O índice acromial acima de 0,7 mostrou-se sintomático em 66,67% e a inclinação lateral do acrômio menor que 75° em 82,61%. Quando associados os métodos, 62,5% apresentavam clínica positiva (p < 0,083). Conclusão: A determinação radiográfica do índice acromial e da inclinação lateral do acrômio conjuntamente parecem estar associadas estatisticamente com a doença do impacto subacromial.Descritores - Ombro; Acrômio/radiografia; Articulação Acromioclavicular

REDUÇÃO CIRÚRGICA DA LUXAÇÃO DO QUADRIL EM PACIENTES COM ARTROGRIPOSE MÚLTIPLA CONGÊNITA - ACESSO NTEROMEDIAL

Luis Eduardo Munhoz da Rocha; Fábio Koiti Nishimori; Daniel Carvalho de Figueiredo; Dulce Helena Grimm; Luiz Antonio Munhoz da Cunha

Rev Bras Ortop. 2010;45(5):403-408 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar os resultados do tratamento cirúrgico da luxação do quadril através do acesso anteromedial em pacientes com artrogripose múltipla congênita (AMC). Métodos: Retrospectivamente foram revisados os prontuários e radiografias de sete crianças com AMC que apresentavam luxação do quadril, totalizando 10 quadris luxados. Foi avaliada a mobilidade articular pré e pós-operatória através da somatória do arco de mobilidade articular em flexão e abdução. Radiograficamente foram avaliados, no pré-operatório, o ângulo acetabular e a altura do colo do fêmur e, no pós-operatório, a continuidade do arco de Shenton, ângulo de Sharp e ângulo CE (centro borda). Quando foi identificada a necrose avascular, esta foi classificada segundo Ogden e Bucholz. Resultados: A média de idade das crianças na ocasião da cirurgia era de 5,5 meses (três a 11 meses). O seguimento médio dos pacientes foi de 9,5 anos (dois a 13 anos). A média de amplitude de movimento da somatória do arco de mobilidade articular em flexão e abdução no exame pré-operatório foi de 108° (70 a 155°) e no pós-operatório foi de 125° (75° a 175°). Na última avaliação, oito quadris estavam centrados e dois subluxados. Dois quadris foram submetidos a uma osteotomia de ilíaco do tipo Salter. Dois quadris apresentaram sinais significativos de necrose avascular Ogden tipo IV. Oito quadris foram considerados como bons resultados e dois como regulares. Conclusão: Consideramos a via anteromedial uma boa opção para tratamento da luxação de quadril em pacientes de baixa idade com artrogripose múltipla congênita. Descritores - Artrogripose; Luxação do quadril; Procedimentos cirúrgicos operatórios.

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