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Busca por: Estudo comparativo entre artrotomografia computadorizada multi-slice e artroscopia na avaliação das lesões do manguito rotador*

Lesões do manguito rotador

RONALDO PERCOPI DE ANDRADE; MÁRIO ROBERTO CHAVES CORREA FILHO; BRUNO DE CASTRO QUEIROZ

Rev Bras Ortop. 2004;39(11/12):- - Atualizaçao
As lesões do manguito rotador representam um espectro de doenças que vão de uma tendinite aguda a uma lesão maciça comprometendo todos seus componentes. Sua prevalência é alta e varia de 7 a 40%, aumentando de acordo com a idade. A literatura mostra uma possibilidade real de evolução das lesões parciais. Sua patogênese é ainda obscura, mas acredita-se que ela seja multifatorial, resultando de avascularidade, idade ou carga excêntrica, fatores que levam à falência de suas fibras e conseqüente diminuição funcional. Esta predisporia a ascensão da cabeça umeral, levando a impacto secundário na região subacromial. O impacto interno parece ser mais um componente da afecção. Com o avanço tecnológico dos métodos de diagnóstico, passaram-se a detectar, com mais precisão, as lesões parciais, da mesma forma que se determina o prognóstico das lesões crônicas por meio de seu padrão e da degeneração gordurosa da massa muscular. A artroscopia trouxe contribuição significativa pela possibilidade de permitir o melhor entendimento das lesões, de corrigir os defeitos existentes e lesões intra-articulares associadas. A artropatia do manguito continua sendo uma patologia malentendida e não há ainda um método adequado de tratamento. Descritores - Ombro; manguito rotador; lesão.

Estudo comparativo entre tomografia computadorizada e artroscopia nas lesões meniscais do joelho*

CLARK MASAKAZU YAZAKI; JOSÉ RONALDO DE ASSIS; ANA MARIA MAGALHÃES VALLE CUNDARI

Rev Bras Ortop. 1995;30(6):- - Artigo Original
Foram comparados os resultados de estudos tomograficos computadorizados e artroscopias em 108 pacientes que apresentavam inicialmente diagnóstico clínico sugestivo de lesão meniscal, no período compreendido entre janeiro de 1992 e agosto de 1993. Desta amostra, 76,9% eram do sexo masculino e 23,1% do sexo feminino, com média de idade de 29 anos. A acuidade da tomografia computadorizada, em relação aos diagnósticos dados pela artroscopia, de forma global, foi de 91,7%, confirmando 91,5% dos diagnósticos positivos e 92,8% dos negativos. Avaliamos também a concordância entre os dois metodos, independentemente de considerar a artroscopia como diagnóstico de certeza, e obteve-se índice de 71%. Na tentativa de detectar os fatores explicativos para a discordância entre os diagnósticos, avaliaram-se resultados de ressonância magnética apenas para nove pacientes.

Tenotomia artroscópica do bíceps nas lesões irreparáveis do manguito rotador*

SÉRGIO L. CHECCHIA; PEDRO DONEUX S.; ALBERTO N. MIYAZAKI; MARCELO FREGONEZE; LUCIANA A. SILVA; FABIO M. OLIVEIRA; JOHN A. F. CHARITY; ROGÉRIO T. CARVALHO

Rev Bras Ortop. 2003;38(9):- - Artigo Original
Foram operados, pelo Grupo de Ombro e Cotovelo do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, 12 pacientes portadores de lesões extensas e irreparáveis do manguito rotador, apresentando como queixa principal a dor. Estes foram submetidos à tenotomia da cabeça longa do músculo bíceps do braço associada ao desbridamento da lesão extensa e irreparável do manguito rotador por via artroscópica. A média de idade era de 64 anos e o lado dominante foi acometido em 11 pacientes. O tempo de seguimento médio foi de 26 meses. Do total, 11 pacientes referiram-se satisfeitos com o tratamento realizado. Foi observada média de 28,2 pontos da escala UCLA na avaliação do período pós-operatório. Em relação à mobilidade ativa, houve acréscimo médio de 30° na elevação, 1,7° na rotação lateral e dois níveis vertebrais na rotação medial. Esta técnica proporciona alívio da dor em pacientes com lesões irreparáveis do manguito rotador.

EFICÁCIA DO DESBRIDAMENTO ARTROSCÓPICO NAS LESÕES PARCIAIS DO MANGUITO ROTADOR

MARCO ANTÔNIO DE CASTRO VEADO; FABRÍCIO MELO BERTOLINI; ILDEU AFONSO DE ALMEIDA FILHO

Rev Bras Ortop. 2006;41(1/2):22-28 - Artigo Original
Objetivo: Estudar a eficácia da descompressão subacromial artroscópica (DSA) associada ao desbridamento das lesões parciais de baixo grau do manguito rotador. Métodos: Foram avaliados 42 pacientes (28 do sexo feminino e 14 do masculino), divididos em dois grupos - grupo 1 (controle): portadores de síndrome do impacto subacromial no estágio I e submetidos a DSA; grupo 2: portadores de lesão parcial de baixo grau do manguito rotador submetidos a DSA e desbridamento do manguito rotador. A média de idade foi de 50,8 anos no grupo 1 e de 58,3 anos no grupo 2. Resultados: Avaliados pelo método da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), foi observada mudança na pontuação de 13 pontos no pré-operatório para 31 pontos no pós-operatório no grupo 1 e de 10 pontos no pré-operatório para 29 pontos no pós-operatório no grupo 2. Como complicação houve dois casos de ombro congelado e um caso de infecção superficial. Sete pacientes apresentaram dor na articulação acromioclavicular no grupo 1 e seis no grupo 2. Conclusão: A descompressão subacromial associada ao desbridamento artroscópico constitui-se em método eficaz no tratamento das lesões parciais de baixo grau do manguito rotador.Descritores - Síndrome de colisão subacromial; Bainha rotador; Artroscopia; Descompressão subacromial.

Tratamento cirúrgico das lesões completas do manguito rotador*

SÉRGIO LUIZ CHECCHIA; PEDRO DONEUX SANTOS; FLORINDO VOLPE NETO; RICARDO DE PAULA LEITE CURY

Rev Bras Ortop. 1994;29(11/12):- - Artigo Original
Entre julho de 1987 e agosto de 1992, 165 pacientes (169 ombros) foram operados para tratamento da síndrome do impacto. Com seguimento médio de 36 meses (12m68m), os autores analisaram 64 pacientes (67 ombros) que apresentavam lesão completa do manguito rotador. Esses, além da descompressão subacromial através de acromioplastia ântero-inferior em dois tempos, foram submetidos ao tratamento cirúrgico dessa lesão. Discutem os achados clínicos e radiográficos e salientam aspectos da etiologia da lesão e sua relação com a síndrome do impacto. Avaliam os resultados correlacionando-os com o tamanho da lesão encontrada e a técnica cirúrgica empregada para o tratamento da lesão (sutura direta ou transóssea, transposição muscular e desbridamento). Verificaram que os resultados são piores conforme o tamanho da lesão, ou seja, quanto maior a lesão, menor será a expectativa de bom resultado (p < 0,05). Obtiveram 71,6% de resultados satisfatórios e 28,4% de insatisfatórios. Porém, quando fo-ram analisados separadamente os casos em que foi possível fazer o fechamento da lesão, quer com sutura, quer com transposição muscular, o resultado satisfatório obtido foi de 78%, enquanto nos casos em que foi feito apenas desbridamento da lesão o resultado satisfatório foi de apenas 25% (p < 0,05).

Lesões do manguito rotador e fatores associados à reoperação

Alexandre Litchina Carvalho,; Fabrício Martinelli; Lucas Tramujas; Marcelo Baggio; Marina Spricigo Crocetta e Rafael Olivio Martins

Rev Bras Ortop. 2016;51(3):298-302 - Artigo Original
    Objetivo: Avaliar a prevalência de LMR, descrever o perfil do paciente reoperado, a causa da rerruptura tendínea, a evolução da lesão e a variação de tempo entre os procedimentos cirúrgicos. Métodos: Estudo com delineamento transversal, que envolveu 604 eventos cirúrgicos feitos entre janeiro de 2006 e dezembro de 2012, em dois hospitais de referência regional. Após aprovação pelo comitê de ética, os dados foram coletados em um único momento, descreveu-se o perfil epidemiológico dos pacientes e usou-se a classificação de Cofield para mensurar a extensão das lesões, as quais foram operadas por via artroscópica em todos os pacientes. Os dados foram digitados no programa Epinfo versão 3.5.3®, e analisados no SPSS versão 18.0®. Resultados: Entre os 604 procedimentos, o sexo feminino esteve predominantemente acometido com 351 (58,1%) e quando o membro dominante foi o direito ele esteve acometido em 90% dos casos (p < 0,05). O tendão supraespinhal foi acometido em 574 (95%) casos e as lesões foram de tamanho médio em 300 (49,7%) casos. Foram 18 (2,98%) reoperações e o membro superior direito foi o mais acometido (66,6%), com causa não traumática em 12 pacientes. As relesões foram em sua maioria menores (44%), com o tempo entre os dois procedimentos cirúrgicos que variou entre seis e 298 semanas. Conclusão: Sexo feminino, extensão menor no segundo procedimento e causa não traumá- tica foram encontrados na maior parte dos casos analisados.

Acromioplastia artroscópica e reparo das lesões do manguito rotador por "miniincisão"*

ALBERTO N. MIYAZAKI; PEDRO DONEUX S.; REGINA Y. SAITO; DINO KUSSAKAWA; SERGIO L. CHECCHIA

Rev Bras Ortop. 1999;34(7):- - Artigo Original
A acromioplastia artroscópica é a técnica de eleição para o tratamento da síndrome do impacto. Faz parte desta síndrome a lesão do manguito rotador, que, sempre que possível, deve ser reparada. Lesões pequenas e médias podem, eventualmente, ser suturadas por via artroscópica, mas algumas exigem abordagem aberta para sua sutura, sen-do possível realizá-la pela técnica da "miniincisão". A acromioplastia artroscópica é uma evolução técnica da cirurgia por via aberta tradicional, e com bons resultados, porém sem o grande desconforto e as possíveis complicações pós-operatórias decorrentes de operação por via aberta, que são de difícil solução. Numa experiência com 186 descompressões subacromiais artroscópicas realizadas, 23 lesões do manguito rotador foram tratadas por "miniincisão", pelo Grupo de Ombro do Departamento de Ortopedia da Santa Casa de São Paulo, sendo aqui apresentados a casuística e os resultados, bem como é feita uma discussão sobre as vantagens e indicações desta técnica.

Tratamento cirúrgico das lesões extensas do manguito rotador pela via de acesso deltopeitoral*

SERGIO L. CHECCHIA; PEDRO DONEUX S.; ALBERTO N. MIYAZAKI; MARCELO FREGONEZE; LUCIANA A. DA SILVA; SALIM MUSSI F.; ANDRÉ DE C. FARIA; GREGÓRIO F. F. RIBEIRO JR.

Rev Bras Ortop. 2003;38(5):- - Artigo Original
Os autores apresentam o resultado do tratamento de 12 ombros (12 pacientes) com lesões extensas do manguito rotador, operados pela via de acesso deltopeitoral, pelo Grupo de Ombro e Cotovelo do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, entre setembro de 1991 e junho de 2000. A média de idade dos pacientes variou entre 19 e 78 anos (média de 57,3 anos), sendo 75% do sexo masculino. Todos os pacientes apresentavam lesão com retração do tendão do músculo subescapular, o que levou à indicação da via de acesso deltopeitoral. Os achados intra-operatórios variaram de ruptura de todos os tendões dos músculos do manguito rotador (quatro pacientes), lesão dos tendões dos músculos subescapular, supra-espinhal e infra-espinhal (quatro pacientes) e lesão dos tendões dos músculos subescapular e supra-espinhal (quatro pacientes). Com tempo de seguimento variando de 12 a 110 meses (média de 32,4 meses), foram avaliados os resultados pós-opera-tórios seguindo os critérios da UCLA, com resultados satisfatórios em 11 dos 12 pacientes. Não foram encontradas complicações relacionadas ao procedimento operatório. Apesar de ser um procedimento extenso, a abordagem dessas lesões por acesso deltopeitoral leva a altos índices de bons resultados e deve ser a via de escolha quando o tendão do músculo subescapular se en-contra retraído e tenha de ser reparado.

Transposição do "latissimus dorsi" para tratamento das lesões maciças do manguito rotador

SÉRGIO ARAUJO RODRIGUES; LEONARDO SARDENBERG FIUZA; PAULO HENRIQUE VANERVEN LOUZADA

Rev Bras Ortop. 1994;29(9):- - Artigo Original
Oitenta e seis roturas do manguito rotador comprovadas pela pneumoartrografia foram tratadas no período de 1989 a 1994, Submeteram-se a cirurgia 60 pacientes, dos quais, segundo classificação cirúrgica de Christian Gerber, 17 eram lesões pequenas; 23 lesões grandes; e 20, maciças. Quatro puderam ser reparadas com deslizamento de tecido local, incluindo redondo menor e subescapular; três foram desbridadas e 13 roturas foram tratadas com transposição do latissimus dorsi, objeto de nosso estudo. Os pacientes, oito homens e cinco mulheres, foram operados no período de 1993 a 1994 e estão com acompanhamento médio de 12 meses. O mais jovem tinha 36 anos e o mais idoso, 76, com idade média de 56 anos. O ombro dominante foi acometido em 77% dos casos. Todos queixavam-se de dores em repouso, que pioravam com o esforço físico e eram refratárias ao tratamento conservador. Embora disfunção fosse justiticativa primária para a indicação cirúrgica, dor importante e disfunção foram razões equivalentes para a cirurgia em dez pacientes. Apesar do curto follow-up e da maioria dos pacientes encontrar-se em tratamento fisioterápico, os resultados têmse mostrado favoráveis. O ganho médio da flexão anterior é de 90°; o da abdução, de 60°; o da rotação externa, de 25°; na rotação interna, o dorso da mão atinge L1. Na avaliação feita com o método UCLA, os pacientes obtiveram escore de 29 pontos, que, segundo pontuação de Ellmann, é considerado bom resultado. Não houve infecção, nem complicações neurovasculares.

Valor do exame físico no diagnóstico do pinçamento subacromial e das lesões do manguito rotador*

SÉRGIO JOSÉ NICOLETTI; WALTER MANNA ALBERTONI

Rev Bras Ortop. 1993;28(9):- - Artigo Original
Os autores estudaram o valor do sinal de pinçamento subacromial e do teste de abdução comparando os resultados dos testes clínicos aos achados artroscópicos em 47 ombros de pacientes com diagnóstico clínico da sídrome do pimçamento. O sinal subacromial teve uma sensibilidade de 97%, especificidade de 0% e eficiência de 69%. Descobriu-se que 30% dos pacientes tinham sinal subacromial positivo sem sinais objetivos de pinçamemto na artroscopia. O teste de abdução apresentou sensibilidade de de 78%, especificidade de 43% e eficiência de 82%. Os autorcs acharam os dois testes muito mais confiáveis quando os resultados eram positivos do que quando eram negativos. Concluíram que os testes clínicos são importantes como instrumento clínico para o diagnóstico da patologia intema do espaço subacromial.

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS NA REPARAÇÃO ARTROSCÓPICA DAS LESÕES DO MANGUITO ROTADOR

SERGIO L. CHECCHIA; PEDRO DONEUX S.; ALBERTO N. MIYAZAKI; MARCELO FREGONEZE; LUCIANA A. SILVA; MARCOS ISHI; SUZANA R. BRAGA; LUIZ G. P. NASCIMENTO

Rev Bras Ortop. 2005;40(5):- - Artigo Original
A indicação do tratamento cirúrgico das lesões do manguito rotador (LMR) está bem estabelecida, permanecendo a discussão quanto à melhor abordagem: via aberta, miniincisão ou via artroscópica. O objetivo deste trabalho é analisar os resultados do reparo das LMR por via artroscópica. Entre abril de 1994 e agosto de 2002, 141 pacientes foram submetidos a reparo artroscópico de LMR, no Grupo de Ombro e Cotovelo do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo; todos eles foram acompanhados e puderam ser reavaliados num período médio de 27 meses. A média de idade dos pacientes era de 58 anos. Utilizando-se o critério de avaliação da UCLA, observou-se que dos 141 pacientes reavaliados, em 71% o resultado foi excelente, em 22,7% foi bom e em 6,3%, insatisfatório. Com este estudo os autores concluem: 1) O tratamento da LMR por via artroscópica leva a resultados satisfatórios na grande maioria dos casos, não sendo o tamanho da LMR, a retração do coto tendinoso ou a degeneração gordurosa muscular contra-indicações para tal procedimento; 2) A artroscopia possibilita o diagnóstico e tratamento de lesões associadas, mínimo trauma tecidual e preservação do músculo deltóide. Descritores - Ombro; manguito rotador; cirurgia; artroscopia.

ANÁLISE FUNCIONAL E ESTRUTURAL DO REPARO DAS LESÕES EXTENSAS DO MANGUITO ROTADOR

MARCO ANTÔNIO DE CASTRO VEADO; THIAGO PINTO DE OLIVEIRA GOMES; ROBERTO ZAMBELLI DE ALMEIDA PINTO

Rev Bras Ortop. 2006;41(8):294-301 - Artigo Original
Objetivos: Avaliar os pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico aberto das lesões extensas do manguito rotador, tanto do ponto de vista estrutural, através de exames por ressonância magnética, quanto funcionalmente. Métodos: Os autores avaliaram 24 pacientes (25 ombros) com lesão extensa do manguito rotador, sendo 14 mulheres e 10 ho-mens, com média de idade de 61,8 anos. Todos os pacientes foram submetidos a reparo com sutura transóssea de pelo menos dois tendões do manguito rotador, no período entre março de 2002 e dezembro de 2004. A avaliação funcional foi realizada baseada no escore da UCLA e a integridade dos tendões, através de exame de ressonância magnética. Resultados: Apesar de incidência de 47,6% de rerruptura, 91,6% dos pacientes obtiveram melhora do status funcional após 23,5 meses, em média, de seguimento, com 84% de bons e excelentes resultados. Conclusões: Baseados nos resultados obtidos, os autores concluem que o reparo aberto das lesões extensas do manguito rotador é um método eficiente no alívio da dor e na restauração dos movimentos.Descritores - Ombro/lesões; Bainha rotadora/lesões; Bainha rotadora/ cirurgia; Imagem por ressonância magnética

ESTUDO DA VASCULARIZAÇÃO DAS BORDAS DAS LESÕES NAS ROTURAS COMPLETAS DO MANGUITO ROTADOR

GLAYDSON GOMES GODINHO; JOSÉ MÁRCIO ALVES FREITAS; FLÁVIO DE OLIVEIRA FRANÇA; JOSÉ DE SOUZA ANDRADE FILHO; CELSO SCHIO; SÉRGIO CORREA PINTO JÚNIOR

Rev Bras Ortop. 2007;42(6):169-172 - Artigo Original
Objetivo: Analisar, por meio da microscopia óptica, a vascularização da borda da lesão tendínea, nas roturas completas do manguito rotador. Métodos: Foram realizadas 25 biópsias de bordas de roturas completas do tendão supra-espinal, sob artroscopia, durante cirurgia reparadora do manguito rotador. Os espécimes foram corados por hematoxilina-eosina e avaliados sob microscopia óptica com aumento de 400 vezes. Resultados: Foram obtidos três grupos distintos quanto à intensidade da vascularização evidenciada no estudo das lâminas: grupo A (sem presença de vasos à microscopia), 12 casos (48%); grupo B (pequenos focos de neovascularização/baixa quantidade de vasos), oito casos (32%); grupo C (neovascularização proeminente), cinco casos (20%). Conclusão: A maioria dos tendões avaliados (80%) apresenta pouca ou nenhuma vascularização na borda da lesão. Descritores - Traumatismos dos tendões; Tendões/ irrigação sanguínea; Bainha rotadora/lesões.

AVALIAÇÃO DA MICROCIRCULAÇÃO DAS BORDAS DO TENDÃO DO SUPRA-ESPINAL NAS LESÕES DO MANGUITO ROTADOR

ROBERTO YUKIO IKEMOTO; JOEL MURACHOVSKY; LUIS GUSTAVO PRATA NASCIMENTO; ROGÉRIO SERPONE BUENO; FABRÍCIO HIDETOSHI UENO; JORGE AKITA JÚNIOR

Rev Bras Ortop. 2007;42(11/12):382-386 - Artigo Original
Objetivos: Avaliar a microcirculação das bordas do tendão supra-espinal nas lesões do manguito rotador com a finalidade de determinar a necessidade ou não do desbridamento de suas bordas no momento do seu reparo cirúrgico. Métodos: No período de junho a dezembro de 2004, foram avaliadas amostras recolhidas de 31 pacientes portadores de lesão completa do tendão supra-espinal, submetidos ao tratamento da lesão do manguito rotador por via artroscópica. Apresentavam idade entre 42 e 82 anos (média de 56,6 anos), sendo nove do sexo masculino e 22 do feminino. Durante a realização do procedimento, foram retiradas amostras de tecido da lesão do manguito rotador e enviadas para estudo anatomopatológico com coloração com hematoxilina-eosina. Após esse processo, foi realizada a contagem das fendas vasculares/mm2. Utilizaram-se como grupo controle 10 amostras de tendões normais do supra-espinal de cadáveres frescos, submetidos aos mesmos processos anteriores. Os resultados obtidos foram avaliados estatisticamente através da aplicação do teste de Mann-Whitney. Resultados: Entre as amostras, 28 apresentaram tecidos vascularizados e três, ausência de vascularização. O número médio de fendas vasculares/mm2 nas amostras de lesões do manguito rotador foi estatisticamente maior que o do grupo controle. Conclusão: A maioria das bordas das lesões dos tendões do supra-espinal é hipervascularizada.Descritores - Bainha rotadora/ lesões; Bainha rotadora/ cirurgia; Microcirculação; Artroscopia.

AVALIAÇÃO FUNCIONAL DO REPARO ARTROSCÓPICO DAS LESÕES COMPLETAS DO MANGUITO ROTADOR ASSOCIADO A ACROMIOPLASTIA

MARCO ANTONIO DE CASTRO VEADO; ILDEU AFONSO DE ALMEIDA FILHO; RAFAEL GONÇALVES DUARTE; IGOR LEITÃO

Rev Bras Ortop. 2008;43(11/12):505-512 - Artigo Original
Objetivo: Realizar avaliação funcional dos pacientes portadores de lesão completa do MR que foram submetidos ao reparo artroscópico associados à acromioplastia. Métodos: Trata-se de um estudo retrospectivo realizado com pacientes submetidos a tratamento cirúrgico artroscópico para reparo da lesão do MR. Foram incluídos os pacientes operados entre junho/2000 e outubro/2004 nos Hospitais Mater Dei e Felício Rocho, em Belo Horizonte. Dos 102 pacientes submetidos à reconstrução, 11 foram retirados por não cumprirem os critérios de inclusão, sendo o número final igual a 91 ombros em 91 pacientes. A avaliação funcional foi realizada pela escala UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles) e pelo teste Simples. Resultados: Na avaliação pós-operatória em 35 pacientes, os resultados foram considerados excelentes (38,4%); em 47, bons (51,6%); seis, regulares (6,6%); e três, ruins (3,3%). Desse modo, 82 (90,1%) pacientes foram avaliados como tendo obtido resultado bom ou excelente e nove como regulares ou ruins, sendo estes insatisfatórios. Conclusão: O reparo artroscópico do manguito rotador, associado a acromioplastia, apresentou resultado funcional excelente ou bom, na maioria dos pacientes, quando avaliados pelo método funcional da UCLA.Descritores - Bainha rotadora/ lesões; Bainha rotadora/ cirurgia; Artroscopia/métodos; Procedimentos cirúrgicos reconstrutivos; Estudos de avaliação; Estudos retrospectivos.

LESÕES EXTENSAS DO MANGUITO ROTADOR: AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DO REPARO ARTROSCÓPICO

ALBERTO NAOKI MIYAZAKI; MARCELO FREGONEZE; PEDRO DONEUX SANTOS; LUCIANA ANDRADE SILVA; EDUARDO; CESAR MOREIRA MARIZ PINTO RODRIGO TORMIN ORTIZ; SERGIO LUIZ CHECCHIA

Rev Bras Ortop. 2009;44(2):148-152 - Artigo Original
Objetivos: Avaliar o resultado do tratamento cirúrgico das lesões extensas do manguito rotador por via de acesso artroscópica. Métodos: Entre junho de 1998 e outubro de 2006 foram reavaliados 61 pacientes com lesões extensas do manguito rotador submetidos a tratamento cirúrgico por técnica artroscópica pelo Grupo de Ombro e Cotovelo do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Foram incluídos no estudo todos os pacientes com acometimento de pelo menos dois tendões ou com retração de pelo menos dois tendões até a borda da cavidade glenoidal e com no mínimo 12 meses de seguimento. Resultados: Pelos critérios de avaliação da UCLA, 54 (89%) pacientes tiveram resultados excelentes e bons; nenhum, regular; e sete (11%), ruins. Verificou-se índice de satisfação de 92% dos pacientes. A mobilidade articular no período pós-operatório dos pacientes passou da média de elevação de 93º para 141º, a média da rotação lateral foi de 32º para 48º e a média da rotação medial, de L1 para T10. Essas diferenças foram estatisticamente significantes. Conclusão: O reparo artroscópico das lesões extensas do manguito rotador traz resultados satisfatórios na maioria dos pacientes, com alto grau de satisfação.Descritores - Manguito rotador; Artroscopia/método; Estudos de avaliação.

ESTUDO RADIOGRÁFICO DO ÍNDICE ACROMIAL E SUA RELAÇÃO COM AS LESÕES DO MANGUITO ROTADOR

Alberto Naoki Miyazaki; Marcelo Fregoneze; Pedro Doneux Santos; Luciana Andrade da Silva; Éder Menegassi Martel; Leandro Gervazoni Debom; Manoel Loyola Andrade; Sérgio Luiz Checchia

Rev Bras Ortop. 2010;45(2):151-154 - Artigo Original
Objetivo: O objetivo deste estudo é avaliar a relação da projeção lateral do acrômio com as lesões do manguito rotador (LMR) na população brasileira. Métodos: A projeção lateral do acrômio foi mensurada por meio de radiografias de ombros em sua incidência anteroposterior realizadas com a cavidade glenoidal em seu perfil absoluto e a cabeça do úmero em rotação neutra ou medial. Foi aferido o índice acromial (IA) pela razão entre a distância do plano da cavidade glenoidal ao extremo lateral do acrômio e a distância do plano da cavidade glenoidal ao extremo lateral da cabeça do úmero. Este índice foi mensurado em 83 indivíduos (idade média de 54 anos) com LMR e comparados com um grupo de 28 indivíduos (idade média de 48 anos) que não as apresentavam. A presença ou ausência de LMR foi evidenciada por meio de ressonância magnética. Resultados: O IA médio foi de 0,7194 nos pacientes com LMR e de 0,6677 nos indivíduos que não a apresentavam na população brasileira. Essa diferença foi estatisticamente significativa com um p = 0,001. Conclusão: Pode-se estabelecer relação do IA e lesão do manguito rotador na população brasileira. Descritores - Bainha rotadora; Acrômio; Radiografia.

COMPARAÇÃO DOS EXAMES COMPLEMENTARES NO DIAGNÓSTICO DAS LESÕES DO MANGUITO ROTADOR

Gabriel El-Kouba; Thomas Andreas Huber; José Renato Wilke Freitas; Valdir Steglich; Henrique Ayzemberg; Adriano M. Santos

Rev Bras Ortop. 2010;45(5):418-425 - Artigo Original
Objetivo: A proposta do trabalho é avaliar a acurácia da radiografia simples, ultrassonografia e ressonância nuclear magnética no diagnóstico das lesões do manguito rotador, comparando-os com os achados em cirurgias abertas ou artroscópicas. Métodos: Foram avaliados protocolos do Serviço de Cirurgia do Ombro e Cotovelo dos pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico por lesão de manguito rotador diagnosticados por radiografia, ultrassom e/ou ressonância no período de 2002-2007. Com base nos dados coletados, analisamos a sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo, valor preditivo negativo e acurácia destes exames complementares, comparados aos achados durante os procedimentos cirúrgicos. Resultados: Foram incluídos no estudo 147 pacientes, com média de idade de 46,09 anos. Todos os pacientes estudados haviam realizado um exame de radiografia, 101 apresentavam ultrassonografia e 72 pacientes realizaram ressonância magnética. Encontramos sensibilidade de 13,8%, especificidade de 2,6% e acurácia de 30% com a radiografia; sensibilidade de 57,6%, especificidade de 29,6 e acurácia de 51,4% com o ultrassom; e sensibilidade de 86,6%, especificidade de 22,2% e acurácia de 63,3% com a ressonância. Conclusão: A radiografia se mostrou um exame específico quando apresentou sinal do espelho. A ressonância e a ultrassonografia se mostraram métodos confiáveis apresentando elevada acurácia no diagnóstico das lesões do manguito rotador. Descritores - Bainha Rotadora; Ultrassonografia; Ressonância Magnética; Diagnóstico.

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DAS REOPERAÇÕES DE PACIENTES COM LESÕES DO MANGUITO ROTADOR

Alberto Naoki Miyazaki; Marcelo Fregoneze; Pedro Doneux Santos; Luciana Andrade da Silva; Guilherme do Val Sella; Ruy Mesquita Maranhão Santos; Adriano de Souza; José Renato Depari Estelles; Sérgio Luiz Checchia

Rev Bras Ortop. 2011;46(1):45-50 - Artigo Original
Objetivos: Avaliar o resultado do tratamento cirúrgico, por via aberta ou artroscópica, dos pacientes com recidiva sintomática da lesão do manguito rotador. Métodos: Foram avaliados 30 pacientes entre dezembro de 1990 e julho de 2007 submetidos a um novo procedimento cirúrgico pelo Grupo de Cirurgia de Ombro e Cotovelo do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Santa Casa de São Paulo - Pavilhão Fernandinho Simonsen devido à deiscência da sutura do manguito rotador. Foram incluídos pacientes com recidivas sintomáticas da lesão e com tempo de seguimento mínimo pós-operatório de 24 meses. Resultados: Pelos critérios de avaliação da UCLA, 21 (70%) pacientes tiveram resultados excelentes e bons; nove (30%) pacientes tiveram resultados regulares e ruins. Conclusão: O tratamento cirúrgico, por via aberta e artroscópica, das recidivas da lesão do manguito rotador tende a apresentar resultados piores que o reparo primário. Neste estudo, obtivemos 70% de resultados excelentes e bons. A presença de lesões extensas na segunda operação tende a evoluir com um maior número de resultados insatisfatórios. No nosso estudo, obtivemos melhores resultados com a cirurgia realizada por via artroscópica em comparação com a via aberta.Descritores - Ombro; Bainha Rotadora/lesões; Artroscopia; Reoperação.

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