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Busca por: Efeitos da vibração mecânica nas junções neuromusculares e tipo de fibra do músculo sóleo de ratas wistar ooforectomizadas*

EFEITO DO ÁCIDO ZOLEDRÔNICO EM TÍBIAS DE RATAS OOFORECTOMIZADAS. ESTUDO PROSPECTIVO E RANDOMIZADO.

Fernando Roberto Alves Pereira; Ricardo César Dutra; Thiago César Reis Olímpio; Sérgio Swain Müller; Evandro Pereira Palacio

Rev Bras Ortop. 2009;44(1):61-68 - Artigo Original
Objetivo: Investigar as repercussões clínicas, biomecânicas e histomorfométricas do ácido zoledrônico em tíbias de ratas osteoporóticas, após ooforectomia bilateral. Métodos: Foram estudadas, prospectivamente, 40 ratas da linhagem Wistar (Rattus novergicus albinus). Com 60 dias de vida, os animais foram aleatorizados em dois grupos de acordo com o procedimento cirúrgico: ooforectomia bilateral (O) (n=20) e pseudo-cirurgia ("sham") (P) (n=20). Após 30 dias, os animais foram divididos em quatro subgrupos, de acordo com a administração de 0,1mg/kg de ácido zoledrônico (AZ) ou água destilada (AD): OAZ (n=10), OAD (n=10), PAZ (n=10) e PAD (n=10). Após 12 meses, os animais foram eutanasiados e suas tíbias analisadas. No estudo clínico foi considerado o peso dos animais; no estudo biomecânico foram realizados ensaios compressivos e na análise histomorfométrica foi determinada a área trabecular óssea. Resultados: Os grupos "O" tiveram aumento de peso significativamente maior que os grupos "P" (p=0,005). Os grupos OAZ e PAZ tiveram aumento, não significativo, de peso quando comparados aos grupos OAD (p=0,47) e PAD (p=0,68). Os grupos com ácido zoledrônico e com água destilada suportaram carga máxima, semelhante (p=0,2), no momento em que ocorreu fratura. Nos grupos com ácido zoledrônico verificou-se o aumento não significante da área trabecular óssea quando comparados aos grupos com água destilada (p=0,21). Houve correlação positiva entre a área trabecular e a carga máxima (p=0,04; r=0,95). Conclusão: O ácido zoledrônico não influiu significativamente no peso dos animais. Os resultados mostraram aumento, não significante, tanto da resistência óssea diafisária tibial, como da área trabecular óssea.Descritores - Osteoporose; Biomecânica; Tíbia; Epidemiologia experimental; Ratos Wistar; Estudos prospectivos.

AVALIAÇÃO TOMOGRÁFICA E TENSIOMÉTRICA DE FÊMURES DE RATAS OOFORECTOMIZADAS SUBMETIDAS À TERAPIA DE REPOSIÇÃO HORMONAL

Fábio Alexandre Martynetz; Maria de Lourdes Pessole Biondo-Simões; Juliano Rodrigo Martynetz; Tatiana Daher Martynetz; Elise Zimerman; Heraldo Mello Neto

Rev Bras Ortop. 2010;45(1):40-45 - Artigo Original
Objetivo: Analisar os efeitos da TRH na avaliação biomecânica e tomográfica dos fêmures de ratas submetidas à menopausa induzida. Métodos: Foram divididas igualmente em três grupos 45 ratas Wistar adultas. O primeiro e o segundo constituíram-se de ratas ooforectomizadas e o terceiro, o grupo controle, de ratas não ooforectomizadas. Após a constatação da falência hormonal (citologia esfoliativa). somente o primeiro grupo recebeu TRH, durante dois meses. Após esse período, os fêmures foram desarticulados e submetidos a testes biomecânicos através de máquina universal de ensaios para avaliação da resistência e submetidos a tomografia para determinação da densidade óssea. Resultados: A citologia esfoliativa demonstrou indução de falência hormonal em todos os animais ooforectomizados. Notou-se diferença significante (p = 0,030) entre os grupos ao se mensurar a força máxima de resistência, maior no grupo que recebeu TRH. Observou-se maior fragilidade óssea nos animais ooforectomizados sem TRH quando comparados com os com TRH (p = 0,010) em relação ao grupo controle (p = 0,0107). Houve aumento da resistência óssea nas ratas ooforectomizadas com TRH em relação às sem TRH e valores semelhantes aos do grupo controle (p = 0,179). Na avaliação tomográfica, não se encontraram diferenças significantes entre os grupos (p = 0,625). Conclusão: Observou-se aumento significativo da resistência óssea com a utilização de TRH. No entanto, o tratamento com TRH não apresentou alteração significante da densidade mineral óssea. Descritores - Menopausa; Terapia de reposição hormonal; Tomografia; Osso e ossos; Osteoporose; Fêmur; Ratos.

EFEITOS DE DIFERENTES INTENSIDADES DE MICROCORRENTE NO REPARO ÓSSEO EM RATOS WISTAR

MARCELO AUGUSTO MARRETTO ESQUISATTO; VIVIAN MAGALHÃES OLIVEIRA LEVADA; JOSUÉ SAMPAIO MENDONÇA; GISELE DALGÉ; GLÁUCIA TECH DOS SANTOS,FERNANDA SAMPAIO MENDONÇA; RENATA BARBIERI; LUÍS EGÍDIO PASSOS

Rev Bras Ortop. 2006;41(8):331-335 - Artigo Original
Objetivo: Comparar a ação de diferentes intensidades de microcorrente no reparo de fratura experimental em tíbias de ratos Wistar. Métodos: Foram utilizados 20 ratos Wistar (Rattus norvegicus) com peso médio de 300g. Os animais devidamente anestesiados foram submetidos à fratura experimental da tíbia direita e divididos em grupo controle (C); grupos I, II e III submetidos a uma sessão diária de microcorrente com intensidade de 2µA/3min, 2µA/5min e 5µA/3min, respectivamente, durante 28 dias. Um animal de cada grupo foi sacrificado a cada semana para análise histopatológica. Resultados: Nos grupos I e II, os fenômenos de reparo apresentaram a mesma seqüência temporal detectada no controle, mas com aumento no volume de tecido ósseo neoformado entre a terceira e quarta semanas. O grupo III apresentou aumento no volume tecidual e na velocidade de reparo, pois na terceira semana pôde-se observar a consolidação entre as extremidades ósseas. Conclusão: O efeito do estímulo diário com 5µA durante três minutos apresentou melhores resultados no reparo ósseo em fraturas fechadas e não imobilizadas de ratos quando comparados com os outros grupos experimentais. Descritores - Estimulação elétrica; Regeneração óssea; Fraturas da tíbia; Ratos Wistar

EFEITOS DA IPRIFLAVONA SOBRE A CONSOLIDAÇÃO DE FRATURAS EM RATAS COM DESNUTRIÇÃO PROTÉICA: TRABALHO EXPERIMENTAL

LUIZ CARLOS POZENATO; PAULO JOSÉ DE SANTANA; ROBERTO GUARNIERO; LUIZ ANTONIO ALCÂNTARA DE OLIVEIRA; IVAN JOSÉ BLUME DE LIMA DOMINGUES

Rev Bras Ortop. 2004;39(7):- - Artigo Original
Realizou-se um estudo experimental com 40 ratas da raça Wistar visando avaliar a influência da ipriflavona na consolidação de fraturas em animais submetidos a dietas protéica e aprotéica divididos entre si em grupos que receberam ou não o medicamento, sendo cada grupo compos-to por 10 ratas adultas. As variáveis analisadas foram a evolução ponderal, avaliação clínica, radiográfica, densitométrica e histológica do calo ósseo. Constatou-se que a ipriflavona agiu positivamente no grupo aprotéico, contribuindo para a formação do calo ósseo e não alterou a densidade mineral óssea dos animais do experimento. Descritores - Experimentação animal; desnutrição protéica; osteoporose; consolidação de fraturas; ipriflavona; ratos Wistar.

Efeitos da sinvastatina associada ao exercício físico na resistência mecânica de músculos e ossos de ratos

Jéssica Suzuki Yamanaka; Kaique Eduardo Carvalho Ribeiro; Gabriela Rezende Yanagihara; Antônio Carlos Shimano; Álvaro César de Oliveira Penoni

Rev Bras Ortop. 2018;53(3):287-292 - Artigo Original

OBJETIVO: Avaliar a influência da sinvastatina nas propriedades mecânicas de ossos e músculos de ratos hipercolesterolêmicos submetidos a exercício físico.
MÉTODOS: Foram usados dez ratos machos da raça Wistar, submetidos a dieta hiperlipídica rica em colesterol por 90 dias. Os animais foram então distribuídos em dois grupos: submetidos a tratamento com exercício físico (GE) e submetidos a tratamento com exercício físico e sinvastatina (GE+S). Foi aplicado um protocolo de exercício físico na água e administração de sinvastatina por oito semanas. Após esse período, os animais foram eutanasiados e dissecados a tíbia esquerda e o músculo gastrocnêmio direito de cada animal para análise mecânica e a tíbia direita para densitometria. Para análise dos dados foi aplicado o teste t de Student, considerou-se nível de significância de 5%.
RESULTADOS: A comparação da força máxima e rigidez não revelou diferença significativa entre os grupos tanto para a tíbia (p = 0,851 e p = 0,259) quanto para o músculo gastrocnêmio (p = 0,911 e p = 0,083). A DMO das tíbias também não apresentou diferença significativa entre os grupos (p = 0,803).
CONCLUSÃO: A sinvastatina não teve efeitos deletérios nas propriedades mecânicas da tíbia e do músculo gastrocnêmio de ratos hipercolesterolêmicos submetidos a exercício físico aeróbio.


Palavras-chave: Hipercolesterolemia; Sinvastatina; Exercício; Tíbia; Gastrocnêmio.

Estabilidade mecânica da fixação tipo tirante de tensão no fêmur proximal*

EDGARD E. ENGEL; JOSÉ B. VOLPON; ANTÔNIO C. SHIMANO

Rev Bras Ortop. 1994;29(10):- - Artigo Original
Foram realizados ensaios mecânicos de flexão-compressão e de torção para estudar a resistência de osteotomias intertrocantéricas com diferentes inclinações do plano de secção, fixadas segundo o princípio da banda de tensão. Fêmures de cães foram submetidos a osteotomias intertrocantéricas varizantes de 30°, de maneira que o plano de secção fosse transversal em um grupo e oblíquo em outro. Todas elas foram fixadas pela técnica de Pauwels, aprimorada por Weber, que consiste na transfixação da osteotomia com dois fios de Kirschner e cerclagem em "oito" na face lateral do osso, tipo banda de tensão. Foram confeccionados gráficos com momento flexor versus deformação de cada ensaio e, destes, obtidos os seguintes parâmetros: inclinação da curva na fase de deformação elástica, momento no limite da proporcionalidade da curva e momento máximo suportado pela síntese. A osteotomia oblíqua proporcionou maior estabilidade da fixação quando submetida aos esforços de flexão-compressão e, principalmente, aos esforços de torção. Concluiu-se que a inclinação do plano de secção da osteotomia aumentou significativamente a estabilidade da fixação, sendo este aspecto mais evidente nos ensaios de torção.

EFEITOS DO PROCESSAMENTO QUÍMICO E DA ESTERILIZAÇÃO EM ÓXIDO DE ETILENO EM OSSO CORTICAL E ESPONJOSO DE RATAS: ESTUDO COM MICROSCOPIA DE LUZ E ELETRÔNICA DE VARREDURA

MARCELLO TEIXEIRA CASTIGLIA; JULIANO VOLTARELLI F. DA SILVA; JOSÉ ANTONIO THOMAZINI; JOSÉ BATISTA VOLPON

Rev Bras Ortop. 2009;44(1):32-39 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar, sob o ponto de vista microscópico, modificações estruturais do osso esponjoso e cortical, após serem submetidos a processamento químico e esterilização em óxido de etileno. Métodos: Amostras de osso esponjoso e cortical foram obtidas de fêmures de ratas albinas jovens (Wistar) e separadas em quatro grupos contendo osso cortical e esponjoso: I- Fragmentos secos em estufa; II- Fragmentos secos em estufa e esterilizados em óxido de etileno; III- Fragmentos processados quimicamente; IV- Fragmentos processados quimicamente e esterilizados em óxido de etileno. Metade desse material foi analisada em microscópio eletrônico de varredura e, a outra metade, em microscopia de luz convencional. Resultados: Houve preservação da morfologia geral das amostras em todos os grupos. Nos grupos submetidos ao processamento químico houve melhor preservação do conteúdo celular, enquanto que naqueles submetido ao óxido de etileno houve amalgamação fibrilar. Conclusão: O tratamento com óxido de etileno causou amalgamação das fibrilas possivelmente em decorrência do efeito do calor e o tratamento químico contribuiu para melhor preservação da estrutura óssea.Descritores - Transplante ósseo; Óxido de etileno; Microscopia eletrônica; Esterilização; Ratos.

Deformidades vertebrais neuromusculares tratadas pela técnica de Luque-Galveston *

LUIZ CLAUDIO V. SCHETTINO; CLAUDIO S. FARIA; CLAUDIO PEDRAS; PAULO COUTO

Rev Bras Ortop. 1995;30(9):- - Artigo Original
Dezesseis pacientes com deformidades vertebrais de causas neuromusculares foram tratados com fusão vertebral posterior utilizando-se a técnica de Luque-Galveston, entre abril de 1990 e maio de 1994. Destes, nove foram previamente submetidos a discectomia anterior e artrodese intersomática e um teve associada instrumentação anterior pela técnica de Zielke. Foi utilizado enxerto ósseo homólogo em todos os casos, sendo oito de familiares e oito do "banco de ossos". A média de correção foi de 58,3% para a escoliose e 84,6% para a obliqüidade pélvica. As cifoses acentuadas foram corrigidas para valores fisiológicos ou bem próximos desses. Houve infecção profunda em dois pacientes, sendo que um necessitou nova enxertia seis meses após. Um paciente teve migração proximal e subcutânea das hastes, com perda parcial da correção da escoliose. A osteólise no ilíaco foi detectada em oito casos, porém este sinal não estava relacionado à dor. O seguimento médio foi de um ano e nove meses, variando de um ano a três anos e seis meses.

Avaliação mecânica de compósitos de hidroxiapatita-polimetilmetacrilato *

JOÃO D.M.B.A. ROSSI ; ROBERTO CAVALIERI COSTA; TOMAZ PUGA LEIVAS

Rev Bras Ortop. 1993;28(3):- - Artigo Original
A fim de verificar a possibilidade de aplicação do compósito de hidroxiapatita-polimetilmetacrilato( HABOND-40/0) como material de enxerto, foram realizados testes comparativos de compressão axial em dez corpos de prova cilíndricos à base de compósito e dez de polimetilmetacrilato puro (controle). Todos os corpos foram imersos em soro fisiológico durante 48 horas, exceto dois corpos de compósito, mantidos secos. O compósito apresentou resistência, elasticidade e rigidez significantemente menores que o cimento acrílico. Observou-se interferência da solução fisiológica em suas propriedades. Os autores concluem que o compósito de hidroxiapatita-polimetilmetacrilato não deveria ser utilizado em casos de solicitação mecânica elevada.

A OSTEOARTRITE É UMA DOENÇA MECÂNICA OU INFLAMATÓRIA?

Márcia Uchôa de Rezende; Gustavo Constantino de Campos

Rev Bras Ortop. 2013;48(6):471-474 - Atualizaçao
Classicamente considerada uma doença de wear and tear (desgaste), a osteoartrite ainda não tem elucidados todos os seus mecanismos patogênicos. O crescente número de artigos que demonstram a influência dos fatores inflamatórios no surgimento e na evolução da doença suscita, atualmente, grande debate na literatura sobre a importância de cada um dos fatores envolvidos. Até mesmo a escolha dos termos osteoartrite e osteoartrose gera polêmica, uma vez que o primeiro implica a presença da inflamação como fator primordial gerador da doença e o último denota um fator causal degenerativo/mecânico. O objetivo deste artigo é promover um debate sobre a influência dos fatores inflamatórios e dos fatores mecânicos na patogênese da OA. Descritores - Osteoartrite Inflamação Artrite Doença crônica Mecânica

AVALIAÇÃO FUNCIONAL E HISTOLÓGICA DO REPARO DE NERVO CIÁTICO UTILIZANDO COLA DE FIBRINA E SUTURA EM RATOS WISTAR

OLINTO LAGO JÚNIOR; CRISTIANO VALÉRIO BORTOLLETTO; ANDRÉ MATIODA DE ARAÚJO; CAROLINA PAZ MUÑOZ DONOSO; PAULO KENITI KUME; JOÃO CARLOS DOMINGUES REPKA

Rev Bras Ortop. 2005;40(1/2):- - Artigo Original
Foram avaliados os resultados do reparo da transecção aguda produzida no nervo ciático de ratos após a aplicação de cola de fibrina, em comparação com sutura epineural, e a associação entre sutura epineural e cola de fibrina. Utilizaram-se 30 ratos Wistar, separados em três grupos - S: sutura (n = 10); SC: sutura com dois pontos associada à cola de fibrina (n = 10); C: cola de fibrina (n = 10). Os animais foram avaliados pelo teste funcional do nervo ciático walking track, na 4a, 12a e 16a semanas e por histopatologia na 16a semana. Os resultados funcionais fo-ram comparados através da análise de variância (ANOVA), sendo adotado 0,05 como nível de rejeição da hipótese de nulidade. A avaliação funcional demonstrou resultados significantemente melhores no grupo SC (p < 0,05). Na 16a semana observaram-se proliferação moderada de tecido conjuntivo no grupo S e leve nos grupos SC e C. A ocorrência de leve edema foi observada nos grupos SC e S e ausente no grupo C. Quanto à infiltração inflamatória, no grupo SC foi moderada, enquanto que nos grupos C e S foram leves. A sutura epineural associada à cola de fibrina no reparo da transecção aguda do nervo ciático de ratos proporcionou melhores resultados que o emprego de sutura e cola de fibrina isoladas. Descritores - Ratos Wistar; avaliação histológica; cola de fibrina; nervo ciático.

Expressão de neurotrofinas e avaliação histomorfométrica em ratos Wistar submetidos à mobilização neural após compressão do nervo mediano

Marieli Araujo Rossoni Marcioli; José Luis da Conceição Silva; Lucinéia de Fátima Chasko Ribeiro; Rose Meire Costa Brancalhão; Gladson Ricardo Flor Bertolini,

Rev Bras Ortop. 2018;53(3):276-280 - Artigo Original

OBJETIVO: Avaliar a expressão de RNAm de neurotrofinas e a contagem de axônios no nervo mediano de ratos Wistar submetidos à mobilização neural (MN) após compressão nervosa.
MÉTODOS: Foram divididos aleatoriamente 18 animais em G1 (apenas compressão nervosa), G2 (MN por 1 minuto) e G3 (MN por 3 minutos). Para a MN, os animais foram anestesiados e o membro escapular direito recebeu a mobilização, adaptada da forma indicada para humanos, em dias alternados, do terceiro ao 13° dia de pós-operatório (PO), em seis dias de terapia. No 14° dia PO, os animais foram anestesiados e eutanasiados. Fragmentos do nervo mediano, distais ao procedimento de compressão, foram retirados para análise histomorfométrica e de expressão das neutrotrofinas, fator de crescimento do nervo (NGF) e fator de crescimento derivado do cérebro (BNDF) por RT-PCR.
RESULTADOS: A análise histomorfométrica evidenciou diferenças no número de axônios nos lados lesionados, que foi significativamente menor no nervo do membro lesado comparado com o membro controle; por sua vez, a análise por RT-PCR não apontou diferenças significativas na expressão de NGF e nem de BNDF.
CONCLUSÃO: O tratamento de MN não afetou a regeneração do nervo mediano, que manteve índices normais de recuperação.


Palavras-chave: Regeneração nervosa; Histologia; Peptídeos e proteínas de sinalização intercelular; Exercício; Nervo mediano.

Músculo acessório do músculo flexor superficial e sua implicação clínica

Edie Benedito Caetano,; João José Sabongi Neto; Lucas Augusto Ayres Ribas; Edson Vinícius Milanello

Rev Bras Ortop. 2017;52(6):731-734 - Relato de Caso
    Variações anatômicas (anomalias) da unidade musculotendínea do flexor superficial dos dedos (FSD) têm sido relatadas com frequência na literatura em tratados, artigos clínicos e anatômicos. Podem ocorrer variações do corpo muscular, presença de tendões acessórios ou duplicados, conexões musculotendinosas anormais e ausência do componente muscular ou tendinoso. Essas variações podem ou não ter implicações clínicas. Os autores apresentam um caso não descrito previamente de um músculo acessório do músculo FSD unilateral que estava conectado através de um tendão espesso ao músculo FSD e dirigia-se proximalmente para inserir-se no epicôndilo medial do úmero ao lado da cabeça superficial do músculo pronador redondo. O músculo flexor superficial acessório posicionava anteriormente aos nervos mediano e interósseo anterior. Essa variação se enquadra no tipo V da classificação de Elliot et al. O conhecimento dessas variações anatômicas auxilia o cirurgião da mão a interpretar o exame clínico, em especial na avaliação de pacientes que sofreram lesões tendinosas ou apresentam sinais de possíveis compressão de algum nervo periférico.

Contratura subclínica do músculo quadríceps*

FERNANDO MILTON DA CUNHA, LUIZ AURÉLIO MESTRINER

Rev Bras Ortop. 1997;32(5):- - Artigo Original
RESUMO
Foi realizado um estudo em 1.060 alunos de 1º grau, de duas escolas municipais de Belo Horizonte. Eram crianças de ambos os sexos na faixa etária de sete a 13 anos, examinadas por um dos autores quanto à amplitude de flexão do joelho. Os objetivos do trabalho foram: identificar casos de contratura subclínica do músculo quadríceps (CSMQ); determinar sua prevalência e correlacionar a contratura com o uso de injeções intramusculares aplicadas na coxa ou com outros fatores que fazem supor o uso de drogas injetáveis. A medida da flexão do joelho foi feita com as crianças em decúbito ventral e o sinal de Ely foi considerado como a referência para determinar a flexão máxima. Os valores médios encontrados foram: para o lado direito, 143,27 ± 7,17 graus e para o esquerdo, 143,31 ± 7,21 graus. As crianças que apresentaram flexões iguais ou inferiores a 125 graus (média menos dois desvios-padrões) ou diferença entre os lados superior a um desvio-padrão foram consideradas portadoras de CSMQ. Encontramos 27 casos de contratura, correspondentes a prevalência de 2,5%. O estudo comparativo dessas 27 crianças (grupo 1) com outras 36 que apresentaram amplitude de flexão dos joelhos dentro dos limites normais (grupo 2) possibilitou identificar a associação de diversos fatores com a CSMQ. A história de injeções na coxa, de permanência prolongada no berçário e de retarde no início da marcha foram associações estatisticamente significantes nos portadores da CSMQ.

Ensaio mecânico de flexão nas faces côncava e convexa da diáfise do fêmur de ratas*

VALDIR J. O. PESSAN; JOSÉ B. VOLPON; ANTONIO C. SHIMANO

Rev Bras Ortop. 1996;31(7):- - Artigo Original
Foi avaliado o comportamento mecânico do fêmur de ratas imaturas e próximas da maturidade, em ensaios de flexão, com forças aplicadas na face côncava e convexa da diáfise do osso. A idade dos animais era de 25 e de 79 dias. Oitenta animais foram casualmente distribuídos em quatro grupos, de acordo com a idade e a superfície testa-da. Os ensaios foram em flexão e realizados à temperatura ambiente, após período de estocagem a -20º em freezer, durante um mês. Das curvas tensão x deformação fo-ram obtidos: módulo de elasticidade, tensão máxima, tensão no limite de proporcionalidade e energia absorvida na fase elástica. Os dados mostraram que os animais próximos da maturidade tinham ossos mais fortes quando testados em flexão, mas quando foi comparada, para a mesma idade, a resistência aplicada na face côncava e convexa da diáfise, a maioria dos parâmetros não apresentou diferenças significativas. Isto levou à conclusão de que o osso praticamente tem a mesma resistência aos esforços de flexão aplicados a favor e contra a concavidade. Postulou-se que pode haver rearranjo da arquitetura óssea interna no sentido de compensar alguma desvantagem mecânica em um dos sentidos.

O ALENDRONATO DE SÓDIO NA PREVENÇÃO DA OSTEOPENIA SECUNDÁRIA À IMOBILIZAÇÃO GESSADA, EM RATAS: AVALIAÇÃO HISTOMORFOMÉTRICA

JOSÉ B. VOLPON; PAULO EUGÊNIO SANTOS CECIM; CÁTIA ISUMI MIYASE; NELSON FABRÍCIO GAVA

Rev Bras Ortop. 2008;43(10):442-451 - Artigo Original
Objetivo: Analisar, por meio da histomorfometria, o efeito do alendronato de sódio sobre o trabeculado ósseo de ratos, quando administrado simultaneamente com imobilização gessada. Métodos: Foram utilizados quatro grupos com cinco fêmeas de ratos Wistar: 1) imobilizado; 2) não imobilizado + alendronato; 3) imobilizado + alendronato; e 4) controle. A imobilização foi feita com gesso pelvipodálico aplicado até o membro posterior direito e o alendronato foi administrado em doses semanais. O período de observação foi de 28 dias e realizada histomorfometria da metáfise proximal da tíbia, com análise do número de trabéculas, volume ósseo, espessura trabecular e separação trabecular. Resultados: O grupo imobilizado apresentou volume ósseo menor que os demais grupos. Os animais que receberam alendronato semanal, tanto imobilizados, quanto não imobilizados, apresentaram volume ósseo maior que o controle. A espessura trabecular no grupo imobilizado foi menor do que nos grupos controle e não imobilizado que recebeu alendronato, mas não apresentou diferença significativa em relação ao imobilizado com alendronato. O grupo imobilizado apresentou separação trabecular maior que os demais grupos. Os grupos não imobilizado, sem imobilização que recebeu alendronato e imobilizado que recebeu alendronato apresentaram aumento no número de trabéculas em relação ao grupo imobilizado. Conclusão: A imobilização empregada efetivamente levou à osteopenia, verificada pela diminuição de todos os principais parâmetros histomorfométricos estudados. Estas alterações foram prevenidas pela administração concomitante de alendronato sódico, exceto com relação à espessura trabecular. O alendronato de sódio foi capaz de aumentar os parâmetros morfométricos, mesmo em animais não imobilizados.Descritores - Alendronato/administração & dosagem; Osteoporose; Imobilização; Doenças ósseas metabólicas /prevenção & controle; Microscopia; Ratos Wistar

Histomorfometria da matriz orgânica do fêmur de ratas ovariectomizadas tratadas com alendronato de sódio

Patricia Tanios Haddad; Márcio Salazar; Luzmarina Hernandes

Rev Bras Ortop. 2015;50(1):100-104 - Artigo Original
Objetivo: avaliar a efeito de duas concentrações diferentes de alendronato de sódio (ALN)sobre a quantidade de matriz orgânica no fêmur de ratas com supressão estrogênica provo-cada por ovariectomia.Métodos: ratas Wistar (Rattus norvegicus) com 60 dias foram submetidas a laparotomia bila-teral para remoção dos ovários. Os animais foram divididos em grupo controle, no qualos animais foram apenas laparotomizados; grupo ovariectomizado (OVX); grupo ovariec-tomizado tratado com 1 mg/kg de ALN (OVX 1 mg); e grupo ovariectomizado tratado com2 mg/kg de ALN (OVX 2 mg). Receberam ALN duas vezes por semana durante 90 dias.O fêmur esquerdo foi coletado, fixado e processado para inclusão em parafina. Cortessemisseriados corados com H&E foram usados para a obtenção, com um software de análisede imagens, da área ocupada por matriz óssea orgânica. O peso dos animais foi obtido noinicio e no fim do experimento.Resultados: os animais ovariectomizados e aqueles tratados com 1 mg/kg de ALN tiveram umaumento significativo (p < 0,05) no peso corporal quando comparados com o grupo controle.A análise histomorfométrica revelou que nos animais tratados com 2 mg/kg de ALN a área(m2) ocupada por matriz orgânica (181.900 ± 18.130) foi semelhante (p > 0,05) àquela dosanimais controle não ovariectomizados (204.800 ± 9.590), o que indica um efeito preventivodesse medicamento sobre a perda de massa óssea.Conclusão: a maior concentração do medicamento administrado duas vezes por semana por90 dias foi mais eficaz do que a dose de 1 mg/kg no mesmo período. Descritores - Ovariectomia Alendronato Osteoporose Matriz óssea

AVALIAÇÃO RADIOGRÁFICA DO ACETÁBULO ROSQUEADO TIPO CO-10

CELSO HERMÍNIO FERRAZ PICADO; LUIZ GUSTAVO GAZONI MARTINS; FLÁVIO LUÍS GARCIA; CYRO KANABUSHI

Rev Bras Ortop. 2004;39(4):- - Artigo Original
Avaliou-se radiograficamente a fixação acetabular em 39 artroplastias totais do quadril tipo CO-10 após seguimento mínimo de oito anos. O componente acetabular rosqueado era liso em 24 e revestido com hidroxiapatita em 15 dessas artroplastias. Houve soltura asséptica de 11 (45,8%) dos acetábulos lisos e de cinco (33,3%) dos acetábulos revestidos. Radioluzência prótese-osso foi observada nos 16 acetábulos soltos (100%), embora tenha sido completa em somente sete (43,7%) deles. A elevada taxa de soltura asséptica desse tipo de acetábulo, independentemente do seu revestimento, indica que seu uso não pode ser recomendado e que a radioluzência completa ao redor deste componente não deve ser considerada essencial para o diagnóstico de soltura. Descritores - Quadril; artroplastia; componente acetabular; hidroxiapatita.

Estudo da displasia condrometafisária do tipo Schmid*

JOSÉ ANTONIO PINTO; JOSÉ LAREDO FILHO; DANILO MASIERO; MARCO ANTONIO DE CARVALHO VIANNA; JOÃO DE CARVALHO NETO

Rev Bras Ortop. 1994;29(7):- - Artigo Original
Foram estudados 17 pacientes portadores de displasia condrometafisária, do tipo Schmid, através de avaliações clínica e radiográfica e comprovação laboratorial de cálcio, fósforo e fosfatase alcalina normais. A classificação utilizada foi a de Kozlowski(27). Os estudos clínico e radiográfico evidenciaram dois subtipos distintos: um com micromelia dos membros superiores, geralmente associado à braquidactilia, e outro atingindo basicamente os membros inferiores, com sua expressividade concentrada no varismo intenso. A forma com comprometimento básico dos membros inferiores foi a que trouxe mais erro diagnóstico, sendo inicialmente conduzida como genuvaro fisiológico, raquitismo e tíbia vara de Blount.

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