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Busca por: Enxerto espesso versus técnica de duplo feixe na reconstrução do ligamento cruzado posterior: Estudo experimental biomecânico com cadáveres*

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR COM A TÉCNICA DE DUPLO FEIXE AVALIAÇÃO NO LABORATÓRIO DE BIOMECÂNICA

Caio Oliveira D'Elia; Alexandre Carneiro Bitar; Wagner Castropil; Antônio Guilherme Padovani Garofo; Anita Lopes Cantuária; Maria Isabel Veras Orselli; Isabela Ugo Luques; Marcos Duarte

Rev Bras Ortop. 2011;46(2):148-154 - Artigo Original
 Objetivo: O objetivo deste estudo é descrever a metodologia da análise da rotação do joelho utilizando instrumentos do laboratório de biomecânica e apresentar os resultados preliminares de um estudo comparativo com pacientes submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior com a técnica de duplo feixe. Métodos: Descreveu-se o protocolo atualmente utilizado em nosso laboratório e realizou-se a análise cinemática tridimensional e medida da amplitude de rotação do joelho de oito pacientes normais (grupo controle) e 12 pacientes operados com a técnica de duplo feixe em três tarefas no laboratório de biomecânica. Resultados: Não indicam diferenças significativas entre os lados operados e não operados em relação às amplitudes médias da marcha, da marcha com mudança de direção ou da marcha com mudança de direção ao descer a escada (p > 0,13). Conclusões: Os resultados preliminares não demonstraram diferença da técnica de reconstrução de LCA em duplo feixe em relação ao lado contralateral e ao grupo controle.Descritores - Rotação; Ligamento Cruzado Anterior; Reconstrução; Biomecânica.

Técnica cirúrgica de reconstrução do ligamento cruzado posterior com o uso de enxerto do tendão patelar

CARLOS ALBERTO CURY FAUSTINO

Rev Bras Ortop. 1996;31(2):- - Artigo Original
O autor descreve a experiência no tratamento da instabilidade posterior crônica do joelho (lesão do ligamento cruzado posterior combinada) com o enxerto do tendão patelar e a utilização do guia tibial. Foram operados 12 pacientes utilizando a mesma técnica cirúrgica, acompanhados num período que variou de três a 36 meses, mostrando resultados satisfatórios diante da gravidade das lesões.

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO POSTERIOR COM ENXERTO AUTÓLOGO DO TENDÃO DO MÚSCULO SEMITENDINOSO DUPLO E DO TERÇO MÉDIO DO TENDÃO DO QUADRÍCEPS EM DUPLO TÚNEL NO FÊMUR E ÚNICO NA TÍBIA: RESULTADOS CLÍNICOS EM DOIS ANOS DE SEGUIMENTO

Ricardo de Paula Leite Cury; Nilson Roberto Severino; Osmar Pedro Arbix Camargo; Tatsuo Aihara; Victor Marques de Oliveira; Roger Avakian

Rev Bras Ortop. 2012;47(1):57-65 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar os aspectos cirúrgicos que possam oferecer bons resultados anatômicos e funcionais na reconstrução do ligamento cruzado posterior (LCP) utilizando enxerto autólogo do tendão do quadríceps e duplo semitendinoso através de um túnel femoral duplo. Métodos: Quatorze pacientes com lesões isoladas do LCP, instabilidade e dor foram operados por artroscopia e avaliados de acordo com as escalas do International Knee Documentation Committee (IKDC) e de Lysholm. A lassidão foi examinada com o artrômetro KT 1000. Resultados: Na avaliação pós-operatória, a translação posterior comparando-se com joelho contralateral foi entre 0-2mm em 57,1% dos pacientes e entre 3 e 5mm em 35,7% dos casos. A média da escala de Lysholm foi de 93 pontos na avaliação final. Na avaliação pelo IKDC, três pacientes tiveram grau A, 10 grau B e 1 teve grau C. Conclusões: A reconstrução artroscópica do LCP com feixe duplo baseada no posicionamento anatômico dos túneis, com tendão duplo semitendinoso e único do quadríceps, oferece redução clinicamente evidente dos sintomas e recupera satisfatoriamente a estabilidade, embora diferença significativa não tenha sido encontrada devido ao pequeno tamanho da amostra.Descritores - Ligamento Cruzado Posterior. Joelho. Artroscopia. Traumatismos do Joelho.

RECONSTRUÇÃO TRANSTÚNEL TIBIAL DO LIGAMENTO CRUZADO POSTERIOR: ESTUDO ANÁTOMO-RADIOGRÁFICO EM CADÁVERES

Antônio Altenor Bessa De Queiroz; César Janovsky; Carlos Eduardo da Silveira Franciozi; Luiz Aurélio Mestriner; Geraldo Sérgio de Mello Granata Jr; Moises Cohen 

Rev Bras Ortop. 2014;49(4):370-373 - Artigo Original
Objetivo: determinar os pontos de referência para a saída do fio-guia tibial em relação à cortical posterior da tíbia. Métodos: foram usados para este estudo 16 joelhos de cadáveres frescos. Através de uma escopia e com um guia milimetrado, foi feita a passagem de três fios-guias a 0, 10 e 15mm distalmente em relação à crista posterior da tíbia. Foramfeitas dissecções e foi determinada a região do centro da inserção tibial do ligamento cruzado posterior (LCP) em cada joelho. Forammedidas as distâncias entre o centro da inserção tibial do LCP e a borda tibial posterior (CB) e entre o centro da inserção tibial do LCP e os fios 1-2 e 3 (CF1-CF2-CF3). Resultados: nos joelhos dissecados, encontramos o centro da inserção tibial do LCP a 1,09cm±0,06 da borda tibial posterior. As distâncias entre os fios 1,2 e 3 e o centro da inserção tibial do LCP foram respectivamente 1,01±0,08; 0,09±0,05 e 0,5±0,05. Conclusão: a saída do fio-guia a 10mm distalmente em relação à crista posterior da tíbia representa a melhor posição para tentar reproduzir o centro anatômico do LCP. Descritores - Ligamento cruzado posterior Cadáver Reconstrução

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR COM DUPLO FEIXE UTILIZANDO OS TENDÕES DOS MÚSCULOS SEMITENDÍNEO E GRÁCIL: FIXAÇÃO COM DOIS PARAFUSOS DE INTERFERÊNCIA

Mario Carneiro; Ricardo Dizioli Navarro; Gilberto Yoshinobu Nakama; João Mauricio Barretto; Antonio Altenor Bessa de Queiroz; Marcus Vinicius Malheiro Luzo

Rev Bras Ortop. 2009;44(5):441-445 - Nota Técnica
Procedimentos cirúrgicos de reconstrução do ligamento cruzado anterior com duplo feixe dos tendões dos músculos semitendíneo e grácil têm sido descritos na última década. A maioria das técnicas descritas utiliza o dobro de material de síntese empregado na reconstrução com feixe único. Relatamos uma técnica original para a reconstrução do ligamento cruzado anterior com duplo feixe, na qual mantemos as inserções tibiais dos tendões dos músculos semitendíneo e grácil e realizamos dois túneis tibiais e dois túneis femorais. Os túneis femorais são realizados "de fora para dentro" e a fixação do enxerto é realizada somente com dois parafusos de interferência. Descritores - Ligamento cruzado anterior; Traumatismos do joelho; Joelho.

Técnica transtibial versus duas incisões na reconstrução do ligamento cruzado anterior: posicionamento dos túneis, isometricidade e avaliação funcional

Ricardo Hideki Yanasse; Alisson Amoroso Lima; Rodrigo Silveira Antoniassi; Danilo Abu Ezzedin; Marcos Henrique Ferreira Laraya; Roberto Ryuiti Mizobuchi

Rev Bras Ortop. 2016;51(3):274-281 - Artigo Original
    Objetivo: Comparar as técnicas transtibial e de duas incisões na reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) com banda única. Métodos: Foi feito um estudo prospectivo e randomizado em bloco. Os pacientes foram submetidos a reconstrução do LCA por meio de duas técnicas: transtibial (grupo 1: 20 pacientes) ou de duas incisões (grupo 2: 20 pacientes). Foram avaliados o posicionamento radiográfico dos túneis, a inclinação do enxerto, a isometricidade do enxerto e os resultados funcionais (IKDC e Lysholm). Resultados: O posicionamento do túnel femoral na radiografia em AP expresso em porcentagem em relação à borda medial do planalto tibial no grupo 1 foi em média de 54,6% e no grupo 2 foi de 60,8% (p < 0,05). O posicionamento do túnel femoral na radiografia em P expresso em porcentagem em relação à borda anterior da linha de Blumensaat no grupo 1 foi em média de 68,4% e no grupo 2 foi de 58% (p < 0,05). A inclinação do enxerto no grupo 1 foi em média de 19 graus e no grupo 2 foi de 27,2 graus (p < 0,05). A isometricidade do enxerto no grupo 1 foi em média de 0,96 mm e no grupo 2 foi de 1,33 mm (p > 0,05). O grupo 2 apresentou melhores resultados pela manobra de Pivot-Shift (p < 0,05). Conclusão: A técnica de duas incisões permitiu um posicionamento do túnel femoral mais lateralizado e anteriorizado e que o enxerto ficasse mais inclinado e demonstrou clinicamente um melhor resultado pela manobra de Pivot-Shift. Não houve diferença na isometricidade e no resultado funcional final no curto tempo de seguimento avaliado.

Artrotomia "versus" artroscopia: avaliação pós-operatória da reconstrução do ligamento cruzado anterior*

GUSTAVO KAEMPF DE OLIVEIRA; IVO SCHMIEDT; CARLOS ROBERTO SCHWARTSMANN

Rev Bras Ortop. 2002;37(1/2):- - Artigo Original
O propósito deste trabalho foi determinar de forma prospectiva, randomizada e duplo-cega se a reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) com osso-ten-dão patelar-osso por via artroscópica oferece vantagem significativa a curto prazo sobre a reconstrução aberta tradicional através de artrotomia. Foram randomicamente designados 20 pacientes com diagnóstico clínico de ruptura de LCA para um dos dois grupos de tratamento: reconstrução aberta e reconstrução artroscópica, sendo cada grupo formado por 10 pacientes. No pós-operatório, todos os pacientes foram orientados, conduzidos e tratados seguindo o mesmo protocolo, tanto no que tange à parte cirúrgica quanto à parte fisioterápica. Observações pré e intra-operatórias incluíram idade, sexo, tempo decorrido do trauma à cirurgia, lado operado, tempo de isquemia e de cirurgia e perda sanguínea. Avaliação pós-operatória foi realizada em um, 15, 30, 60, 90, 120 e 180 dias para avaliar dor, atrofia muscular, amplitude de movimento e grau de força muscular. A avaliação funcional de Lysholm foi realizada 180 dias após a cirurgia. Os resultados obtidos permitem afirmar que a reconstrução artroscópica é ca-paz de reproduzir os resultados da reconstrução por artrotomia, oferecendo reabilitação pós-operatória com menos dor e melhora da amplitude de movimento e do trofismo muscular mais acelerada. Contudo, isso ocorre inicialmente, uma vez que a partir do terceiro mês as diferenças entre a maioria dos dados analisados não foram significantes.

Reconstrução artroscópica do ligamento cruzado anterior com enxerto do tendão quadricipital: estudo das características dimensionais do tendão e da técnica cirúrgica *

MARCOS JOSÉ CORTELAZO; MOISÉS COHEN; LUIZ AURÉLIO MESTRINER; MÁRIO CARNEIRO FILHO

Rev Bras Ortop. 2002;37(6):- - Artigo Original
Os autores apresentam um estudo da reconstrução do LCA, utilizando o terço central do tendão quadricipital como enxerto autólogo. São analisadas as características dimensionais do tendão e é proposta uma técnica padrão para a retirada e preparação do enxerto, bem como sua fixação. O material é constituído por 26 pacientes, 26 joelhos. O tempo de seguimento variou de dois a 27 meses, com média de 10 meses. Ao ser retirado o enxerto, foi utilizada a espessura total do tendão e não houve a necessidade de preservar a bolsa sinovial subquadricipital. O comprimento médio encontrado do tendão foi de 84mm, a largura média de 32mm e a espessura média de 7mm, considerados satisfatórios, conferindo ao tendão quadricipital características favoráveis à sua utilização como enxerto para a cirurgia de reconstrução do LCA. A avaliação das reconstruções, com relação à diminuição da frouxidão dos joelhos, foi realizada pelo exame clínico, que utilizou as manobras da gaveta anterior em rotação neutra, de Lachman e do pivot-shift. Os resultados mostraram-se satisfatórios e houve tendência a menor frouxidão nos joelhos, cuja fixação tibial foi associada ao enxerto ósseo colocado sob pressão.

A locação do parafuso de interferência no túnel femoral na reconstrução do ligamento cruzado anterior: estudo biomecânico em espécie*

ARNALDO JOSÉ HERNANDEZ; MARCELO SARAGIOTTO; MÁRCIA UCHÔA DE REZENDE; ALEXANDRE ESTEVÃO V. KOKRON

Rev Bras Ortop. 1996;31(5):- - Artigo Original
A fixação do enxerto de tendão patelar no túnel femoral através do parafuso de interferência é hoje um dos métodos mais utilizados na reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA). Neste estudo, foram testados doze joelhos de cadáveres simulando a reconstrução intra-ar-ticular desse ligamento, utilizando-se enxerto de tendão patelar. Foram comparadas a variação da distância de um fio de comportamento quase inelástico e de um enxerto fixado nas posições inferior e posterior no túnel femoral, no arco de flexão de 0º a 90º do joelho. Constatou-se que não houve diferença estatisticamente significativa quando comparados o fio com o enxerto fixado na posição inferior e desse com o fixado na posição posterior. No arco de flexão de 30º-60º, houve diferença significativa quando comparado o fio com o enxerto na posição posterior. Concluiu-se, dessa maneira, que a fixação do enxerto de tendão patelar pelo parafuso de interferência deve ser feito preferencialmente na posição inferior, por mais se aproximar do comportamento isométrico do LCA.

Lesão da artéria poplítea durante a reconstrução do ligamento cruzado posterior

Bruno Fajardo do Nascimento; Guilherme Galvão Barreto Carneiro; Rodrigo Cristiano de Andrade; Lúcio Flávio Biondi Pinheiro Júnior; Oscar Pinheiro Nicolai; Marcos Henrique Frauendorf Cenni

Rev Bras Ortop. 2015;50(3):348-351 - Relato de Caso
Este trabalho relata uma lesão da artéria poplítea (AP) durante uma reconstrução artros-cópica do ligamento cruzado posterior, descreve sua evolução e faz considerações sobre aanatomia dessa artéria e os riscos potenciais dessa técnica cirúrgica. Tem como objetivoalertar a comunidade médica, em especial os cirurgiões de joelho, sobre uma complicaçãocirúrgica grave e discutir as formas de preveni-la.

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR UTILIZANDO ENXERTO DE TENDÃO DO QUADRÍCEPS: AVALIAÇÃO CLÍNICA E ISOCINÉTICA

MARCUS VALLADARES GUIMARÃES

Rev Bras Ortop. 2005;40(4):- - Artigo Original
Objetivo: Avaliou-se por estudo clínico e isocinético o resultado da reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) com o uso do tendão do quadríceps (TQ). Compararam-se os resultados objetivos da avaliação isocinética com os dados clínicos e de exame físico obtidos com os sistemas de avaliação de Lysholm e do Hospital for Special Surgery Knee Score (HSSKS). Comparou-se a avaliação isocinética do membro operado com a do membro contralateral. Material e métodos: Os pacientes com lesão do LCA foram submetidos à reconstrução pelo mesmo cirurgião, usando técnica cirúrgica artroscópica transtibial com enxerto do tendão do quadríceps. Dos pacientes, 54 foram avaliados em consultório segundo critérios clínicos e 32 realizaram exame isocinético. Resultados: Na escala de Lysholm a média foi de 97,66 pontos e na escala HSSKS, de 94,88 pontos. O torque máximo do quadríceps do lado operado apresenta déficit médio de 12,1%, 20,3% e 25,5% nas velocidades de 60º, 180º e 300º/seg, respectivamente. Não houve déficit de flexão. Descritores - Joelho; cirurgia; tendão do quadríceps; isocinética; ligamento cruzado anterior; lesões.

Resultado funcional relacionado ao posicionamento do enxerto na reconstrução do ligamento cruzado anterior

Otávio de Melo Silva Júnior; Bruno do Nascimento Ohashi; Murilo Oliveira de Almeida; Murilo Reis Gonçalves

Rev Bras Ortop. 2015;50(1):57-67 - Artigo Original
Objetivo: Averiguar qual a angulação coronal dos túneis femoral e tibial que proporcionao melhor resultado no pós-operatório de cirurgia de reconstrução do LCA. As variáveisavaliadas foram os questionários IKDC e Lysholm-Tegner e o Hop-Test.Métodos: Foram analisados 16 pacientes com pós-operatório entre 24 e 36 meses, com lesãoisolada unilateral do LCA. Foram divididos em quatro grupos, nos quais os ângulos dos túneistibial e femoral foram menores ou maiores do que 65?no plano coronal.Resultados: A angulação do túnel tibial mais verticalizada (72?) e do túnel femoral mais hori-zontalizada (60?) com o alinhamento em valgo de 12?relacionou-se com os melhores valorespara as variáveis estudadas, o que pode indicar um resultado ótimo para a cirurgia em longoprazo.Conclusão: A angulação femoral mais horizontalizada e a angulação tibial mais verticalizadatêm melhores avaliações nos testes aplicados e nos resultados funcionais avaliados. Descritores - Joelho/cirurgia Ligamento cruzado anterior Resultado de tratamento Traumatismos em atletas

Referência anatômica para retirada de enxerto de flexores na reconstrução artroscópica do ligamento cruzado anterior

Clécio de Lima Lopes; Gabriel Arantes; Rodrigo Victor Lapenda de Oliveira; Dilamar Moreira Pinto; Marcelo Carvalho Krause Gonçalves; Romeu Carvalho Krause Gonçalves

Rev Bras Ortop. 2015;50(2):164-167 - Artigo Original
Objetivos: Avaliar a prevalência da trama vascular adjacente à inserção da pata de ganso,para que possa ser usada como referência anatômica para facilitar a retirada de enxerto dosflexores na reconstrução artroscópica do ligamento cruzado anterior (LCA).Métodos: Foram selecionados de forma aleatória 30 pacientes com rotura do LCA, os quaisforam submetidos à reconstrução do LCA tendo como enxerto os tendões do semitendíneo(ST) e grácil (G). Durante a retirada dos tendões do ST e G, foi observada a presença ouausência da referência anatômica.Resultados: Todos os pacientes apresentaram trama vascular em menor ou maior diâmetro.Conclusão: O uso da trama vascular durante retirada dos tendões do ST e G parece ser umaboa referência anatômica para facilitar a retirada do enxerto.

Reconstrução do ligamento cruzado anterior com enxerto de tendão patelar: avaliação pelo protocolo do IKDC*

JULIO CESAR GALI, GILBERTO LUÍS CAMANHO

Rev Bras Ortop. 1997;32(8):- - Artigo Original

RESUMO

Os autores estudam os resultados alcançados no tratamento cirúrgico de 37 pacientes com lesão do ligamento cruzado anterior submetidos à reconstrução intra-arti-cular com enxerto osso-terço médio de tendão patelarosso, por acesso cirúrgico único, com o objetivo de procurar estabelecer as vantagens e desvantagens dessa técnica. Analisam os resultados com base no protocolo do International Knee Documentation Committee. Verificam, na avaliação final, que 5,4% dos joelhos dos pacientes fo-ram graduados como normais, 72,9% como subnormais e 21,6% como anormais. Correlacionam entre si os dados obtidos e concluem que o procedimento realizado proporciona melhora dos sintomas pré-operatórios e da estabilidade articular, sem causar limitação importante da mobilidade do joelho. Observam associação entre lesões crônicas do ligamento cruzado anterior e do menisco medial. Não notam associação entre crepitação femoropatelar e dor.

Reconstrução intra-articular do ligamento cruzado anterior com enxerto autólogo de tendão patelar envolvido pelo ligamento sintético de poliéster*

MOISÉS COHEN; RENE JORGE ABDALLA; JOICEMAR TAROUCO AMARO; MARCELO FILARDI; BENNO EJNISMAN

Rev Bras Ortop. 1994;29(8):- - Artigo Original
No período de agosto de 1991 a maio de 1992, 25 pacientes com instabilidade anterior de joelho, todos praticantes de alguma modalidade esportiva e com desejo de retornar o mais precocemente possível ao esporte, foram tratados através da reconstrução intra-articular do ligamento cruzado anterior, utilizando-se associação do ligamento biológico, composto do terço médio do tendão patelar, com ligamento sintético de poliéster, este com o objetivo de proteger o ligamento autógeno nas fases iniciais de cicatrização. O tempo de seguimento foi, em média, de 27,2 meses. Os autores analisaram os resultados obtidos através do protocolo de avaliação para ligamentos do joelho do IKDC (International Knee Documentation Committee), vantagens e desvantagens decorrentes do método e os achados em cinco artroscopias revisionais.

Comparação da reconstrução do ligamento cruzado anterior com enxerto autólogo de "tendão patelar" com e sem reforço de ligamento sintético*

ROGÉRIO FUCHS

Rev Bras Ortop. 1995;30(5):- - Artigo Original
No período de abril de 1991 a abril de 1992, 30 pacientes com instabilidade anterior crônica do joelho foram operados pela técnica de Kenneth-Jones modificada por Dejour (tendão patelar livre) mais reforço de ligamento sintético de poliéster. Obtivemos seguimento de 25 pacientes, que foram comparados com outros 25 pacientes operados pela mesma técnica, porém sem uso de reforço sintético. Os dois grupos eram semelhantes quanto à idade, sexo, tipo de trauma, intervalo trauma-cirurgia, lesões associadas e tempo de seguimento médio, que foi de 31,7 meses no grupo tendão patelar (TP) e de 30,1 meses no grupo tendão patelar mais ligamento sintético (TP+LS). Todos os pacientes foram seguidos por período mínimo de 24 meses. Os pacientes foram avaliados segundo critérios de Lysholm-Gillquist e Tegner-Lysholm. Os resultados dos dois grupos foram semelhantes quanto à avaliação subjetiva, objetiva, radiological e atividades/esportes. No grupo TP, os resultados foram levemente superiores, com menores índices de complicações, mostrando-nos que podemos reconstruir e reabilitar muito bem as lesões do LCA, sem utilizar materiais sintéticos.

Reconstrução do ligamento cruzado anterior utilizando tendão do semitendinoso dobrado: relato de técnica artroscópica

JOÃO MAURÍCIO BARRETTO

Rev Bras Ortop. 1993;28(8):- - Artigo Original
O autor relata modificações em técnica artroscópica de reconstrução do ligamento cruzado anterior utilizando o tendão do semitendinoso dobrado. Tais modificações facilitaram a realização do procedimento cirúrgico, assim como permitiram reabilitação agressiva no pósoperatório.

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR UTILIZANDO RIGIDFIX PELA TÉCNICA VIA PORTAL ANTEROMEDIAL

André Manoel Inácio; Osmar Valadão Lopes Júnior; André Kuhn; Leandro de Freitas Spinelli; Daniela Medeiros de Castro

Rev Bras Ortop. 2014;49(6):619-624 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar uma série de pacientes submetidos à cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior com tendões flexores pela técnica transportal anteromedial com o uso de Rigidfix para fixação femoral e analisar o posicionamento dos pinos por meio de tomografia. Métodos: Foram incluídos no estudo 32 pacientes. A avaliação clínica foi feita com os escores de Lysholm, IKDC subjetivo e Rolimeter. Todos foram submetidos a tomografia computadorizada com reconstrução em 3D para avaliação do ponto de entrada e do posicionamento dos pinos do Rigidfix em relação à cartilagem articular do côndilo lateral do fêmur.Resultados: A média do escore de Lysholm obtido foi de 87,81 e do IKDC subjetivo, de 83,72. Dos 32 pacientes avaliados, 43% retornaram a atividades consideradas muito vigorosas, 9% a vigorosas, 37,5% a moderadas e 12,5% a leves. Em 16 pacientes (50%), o ponto de entrada do pino distal do Rigidfix foi localizado fora da cartilagem (extracartilagem), em sete (21,87%) o pino distal lesou a cartilagem articular (intracartilagem) e em nove (28,12%) ficou na borda da cartilagem articular do côndilo lateral do fêmur.Conclusão: Os pacientes submetidos à reconstrução do LCA com o sistema Rigidfix pela técnica transportal anteromedial apresentaram um resultado clínico satisfatório no tempo de seguimento avaliado. Entretanto, o risco de lesão da cartilagem articular pelo pino distal do Rigidfix deve ser considerado quando a técnica via portal anteromedial é usada. Outros estudos com maior número de pacientes e com um tempo de seguimento mais longo devem ser feitos para melhor avaliação. Descritores - Joelho/cirurgia Ligamento cruzado anterior Reconstrução

COMPARAÇÃO ENTRE OS RESULTADOS OBTIDOS NA RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR DO JOELHO UTILIZANDO DOIS TIPOS DE ENXERTOS AUTÓLOGOS: TENDÃO PATELAR VERSUS SEMITENDÍNEO E GRÁCIL

Rene Jorge Abdalla; Diego Antico Monteiro; Leonardo Dias; Dárcio Maurício Correia; Moisés Cohen; Andrea Forgas

Rev Bras Ortop. 2009;44(3):204-207 - Artigo Original
Objetivo: O objetivo deste trabalho é comparar os resultados da artrometria e do exame isocinético entre dois tipos de enxertos autólogos: o terço central do ligamento patelar e o formado pelos tendões dos músculos semitendíneo e grácil, dentro de um mesmo protocolo de reabilitação no sexto mês pós-operatório. Materiais e Métodos: Foram analisados os resultados obtidos dos exames realizados em 63 pacientes divididos em dois grupos. Em um grupo de 30 pacientes, utilizou-se o tendão patelar como enxerto e em outro grupo de 33 pacientes, utilizou-se o tendão dos músculos semitendíneo e grácil. Ambos os enxertos foram fixados da mesma forma, com EndobuttonT para fixação suspensória no fêmur e um parafuso de interferência bioabsorvível para fixação no túnel tibial. Resultados: A artrometria 30 não apresentou diferença estatística entre os dois grupos observados. Já na avaliação isocinética, constatou-se que o grupo de tendão patelar possui em média maior pico de torque de flexão e maior déficit de extensão e o grupo de flexores possui, em média, melhor relação flexão/extensão e maior déficit de flexão percentual. Não há diferença estatística significante entre os grupos quanto à medida de pico de torque de extensão. Conclusão: portanto, no presente estudo, quando o tendão patelar é utilizado, há maior déficit extensor e quando são utilizados os tendões flexores, há maior déficit flexor. Descritores - Ligamento cruzado anterior; Joelho; Reconstrução; Artroscopia.

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