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Busca por: Hemodiluição normovolêmica aguda em cirurgias de deformidade da coluna*

Hemodiluição isovolumétrica no tratamento cirúrgico da escoliose idiopática*

SERGEI T. FISCHER; ADEMIR A. SCHUROFF; LUIZ ROBERTO VIALLE

Rev Bras Ortop. 1994;29(3):- - Artigo Original
Os autores analisam 21 casos de escoliose idiopática tratados cirurgicamente no período de julho de 1992 a julho de 1993, em que se utilizou a hemodiluição isovolumétrica, visando diminuir ou eliminar a necessidade do uso de sangue homólogo no período perioperatório. Após a indução anestésica, o sangue era coletado imediatamente antes do início do procedimento e seu volume substituído por infusão contínua de colóides ou cristalóides. Foram coletados, em média, 556,4ml, variando de 300 a 1.000ml, que foram reinfundidos ao final da cirurgia em todos os casos. Todos os procedimentos foram realizados sob hipotensão induzida, o que permitiu a redução do sangramento intra-operatório para 471ml. A área de artrodese estendeu-se, em média, por 10,5 níveis, variando de seis a 16 níveis. No período pós-operatório, apenas cinco pacientes (25,15%) necessitaram transfusão com sangue homólogo, utilizando, em média, 1,4 unidades por paciente. Não houve complicações decorrentes do uso da técnica. Os autores concluem que a hemodiluição isovolumétrica é um método eficiente, seguro e barato de se reduzir a necessidade do uso de sangue homólogo, evitando com isso seus riscos. A técnica é especialmente eficiente quando associada à hipotensão induzida.

Deformidade de Sprengel

AMÉRICO ZOPPI FILHO; ARNALDO AMADO FERREIRA FILHO; PAULO SERGIO MILANRO BAZZI; ARNALDO AMADO FERREIRA NETO; EDUARDO BENEGAS; ALDO JOSÉ FERNANDO DA COSTA

Rev Bras Ortop. 1995;30(9):- - Artigo Original
Os autores relatam a experiência no tratamento cirúrgico da deformidade de Sprengel em 15 pacientes operados no período de 1981 a 1993. Foram utilizados dois tipos básicos de procedimentos cirúrgicos, conjuntos ou separadamente: a) ressecção do ângulo superior da escápula e do osso omovertebral quando presente e b) reposicionamento mais caudal da escápula empregando-se técnicas de Konig, Green, Woodward e Putti. Em seis pacientes, previamente ao abaixamento da escápula, procedemos à osteotomia ou morcelização da clavícula no seu terço médio, evitando a compressão do plexo braquial. A idade em que o paciente foi operado variou de dois a quinze anos. Nos casos em que a cirurgia foi protelada, houve o agravamento da deformidade. O índice de malformações associadas é alto, destacando-se a síndrome de KlippelFeil, escoliose, hidrocefalia e anomalias renais. A ressecção do ângulo superior da escápula foi realizada em quatro pacientes, com melhora estética apenas. Os 11 pacientes restantes foram operados com o reposicionamento mais caudal da escápula. O resultado foi bom no aspecto funcional e estético.

Luxação aguda da patela

ARNALDO JOSÉ HERNANDEZ; EDIMAR FAVARO; MARCOS HENRIQUE FERREIRA LARAYA

Rev Bras Ortop. 2004;39(3):- - Atualizaçao
A luxação aguda da patela é uma experiência dolorosa que ocorre subitamente, como primeiro episódio, afetando principalmente pacientes jovens. O sucesso do tratamento está diretamente relacionado com o conhecimento da anatomia e da biomecânica. O objetivo da presente atualização é realizar revisão da literatura atual sobre o assunto, discutindo as tendências mais modernas no tratamento da luxação aguda da patela. O ligamento femoropatelar medial é o principal estabilizador estático na prevenção do deslocamento lateral da patela e a primeira estrutura lesada na sua luxação aguda. Além desse ligamento desta-ca-se a importância do músculo vasto medial oblíquo na estabilidade patelar. A junção do ligamento femoropatelar medial com a fáscia profunda do músculo vasto medial oblíquo sugere que a estrutura passiva ligamentar e a dinâmica muscular possuem ação conjunta. Fatores anatômicos e a presença de fraturas osteocondrais predispõem a recidivas da luxação. A luxação aguda da patela é considerada como sendo pouco freqüente ou subdiagnosticada. Mais recentemente, a ressonância magnética veio complementar o estudo radiográfico convencional, auxiliando na opção terapêutica. Atualmente, o tratamento cirúrgico na fase aguda, com a reparação das estruturas lesadas, pas-sou a ser considerado por muitos como a melhor opção terapêutica, embora a conduta conservadora clássica ain-da tenha respaldo e seus defensores na revisão realizada. Descritores - Joelho; patela; luxação.

DOR AGUDA NO JOELHO DO PACIENTE IDOSO

GILBERTO LUÍS CAMANHO

Rev Bras Ortop. 2008;43(9):361-366 - Atualizaçao
A dor aguda no joelho de pacientes idosos é freqüente, sendo caracterizada por seu aparecimento súbito, sem causa aparente, com exame radiográfico dentro dos padrões da normalidade, na maioria dos casos. A etiologia da dor aguda no joelho é decorrente de insuficiência das estruturas, e seu quadro clínico difere completamente daquele determinado pela osteoartrose, sendo sempre unilateral e ocorre na grande maioria em pacientes do sexo feminino, após a quinta década de vida, e na região medial do joelho (local de maior carga). Com o propósito de analisar as possíveis etiologias para a dor aguda do joelho de pacientes acima de 60 anos de idade, suas características e tratamento, os autores discutem as etiologias relacionadas à dor aguda: lesão meniscal, fratura por fadiga e osteonecrose idiopática.Descritores - Dor /etiologia; Articulação do joelho/patologia; Osteonecrose; Meniscos tibiais / lesões; Fraturas de estresse; Idoso.

OSTEOMIELITE AGUDA DO ESCAFÓIDE: RELATO DE CASO

FREDERICO BARRA DE MORAES; MÁRIO YOSHIHIDE KUWAE; EMANOEL DE OLIVEIRA; AKEMI KASAHARAOMI FREITAS; FERNANDA BARBOZA DE OLIVEIRA; GUSTAVO BARBOZA DE OLIVEIRA; JULIANA CABRAL NUNES

Rev Bras Ortop. 2008;43(8):357-360 - Relato de Caso
Relata-se um raro caso de osteomielite aguda do escafóide em punho esquerdo, por Staphylococcus aureus, em homem de 53 anos de idade, paraplégico, sem causa inicial aparente. O tratamento realizado foi baseado em antibioticoterapia venosa específica e drenagem cirúrgica, com bom resultado funcional após seis meses.Descritores - Ossos do carpo/patologia; Osso escafóide/patologia; Doenças ósseas infecciosas; Osteomielite.

LUXAÇÃO AGUDA ISOLADA DA ARTICULAÇÃO TIBIOFIBULAR PROXIMAL

Paulo Roberto de Almeida Silvares; João Paulo Fernandes Guerreiro; Sérgio Swain Müller; Ricardo Violante Pereira; Rodrigo Vannini

Rev Bras Ortop. 2010;45(4):460-464 - Relato de Caso
A luxação traumática isolada da articulação tibiofibular proximal é rara. Esta lesão pode não ser reconhecida ou diagnosticada no atendimento inicial. A ausência de suspeita clínica pode causar problemas para o diagnóstico. O diagnóstico necessita de história precisa do mecanismo e sintomas da lesão, avaliação clínica e radiográfica adequada de ambos joelhos. Casos não reconhecidos são fonte de alterações crônicas. O tratamento é feito por redução fechada e imobilização ou, em casos irredutíveis ou instáveis, redução aberta com fixação interna temporária. Um caso raro de luxação tibiofibular proximal isolada em um jogador de basquetebol é relatado para ilustrar essa lesão. Descritores - Luxação do joelho; Fíbula; Basquetebol; Masculino.

TEMPO DE RADIAÇÃO EMITIDA POR FLUOROSCOPIA EM CIRURGIAS ORTOPÉDICAS

João Caron La Salvia; Pablo Reis de Moraes; Tiago Yossef Ammar; Carlos Roberto Schwartsmann

Rev Bras Ortop. 2011;46(2):136-138 - Artigo Original
Objetivo: Averiguar o tempo médio de emissão de radiação por aparelho de fluoroscopia durante variadas cirurgias ortopédicas e quais necessitam maior uso de radiação. Métodos: Foram contabilizados os tempos em 16 cirurgias diferentes, totalizando 80 procedimentos. Ao final de cada procedimento foi verificado o tempo de utilização de fluoroscopia diretamente do intensificador de imagem. Resultados: Foram necessários em média 61 segundos de fluoroscopia por operação. Os procedimentos que demandaram mais uso de radiação em média foram epifisiodese femoral proximal bilateral (5,1 minutos) e osteossíntese diafisária de fêmur com haste intramedular bloqueada (3,33 minutos). Conclusão: O tempo médio de fluoroscopia em cirurgias ortopédicas foi de 61 segundos. Os procedimentos com uso de dispositivo intramedular são os que requerem maior emissão de radiação.Descritores - Dosagem de Radiação; Fluoroscopia; Ortopédica.

Cirurgias de salvamento do quadril em paralisia cerebral: Revisão Sistemática

Rafael Carboni de Souza; Marcelo Valentim Mansano; Miguel Bovo; Helder Henzo Yamada; Daniela Regina Rancan; Celso Svartma; Patrícia M. de Moraes Barros Fucs; Rodrigo Montezuma César de Assumpção

Rev Bras Ortop. 2015;50(3):254-259 - Artigo de Revisao
O desequilíbrio e a espasticidade muscular, associados à coxa valga e à anteversão femo-ral persistente, comprometem o desenvolvimento do quadril na paralisia cerebral e podemresultar em dor crônica e até luxação. Alguns desses quadris são submetidos a cirurgias desalvamento decorrentes do grave impacto das suas alterações na qualidade de vida. Fizemosuma revisão sistemática da literatura para comparar os resultados das principais técnicasaplicadas para salvamento do quadril nesses indivíduos. A busca na literatura teve comofoco estudos que avaliaram resultados de cirurgias de salvamento do quadril em paralisiacerebral, publicados de 1970 a 2011, presentes nas bases de dados Embase, Medline, Pub-med, Scielo e Cochrane Library. Apesar de os resultados obtidos não serem estatisticamentecomparáveis, essa revisão sistemática demonstra que as cirurgias de salvamento do qua-dril devem ser indicadas após avaliação individual de cada paciente, decorrente do amploespectro de apresentações da paralisia cerebral. Logo, aparentemente, não há uma técnicacirúrgica superior às outras, mas sim indicações diferentes.

Quinto dedo sobreposto: tratamento cirúrgico na deformidade flexível

 ANTONIO E. CARVALHO JR.; TULIO D. FERNANDES; MARCOS DE A. CORSATTO; MARCELO P. PRADO; JOSÉ A.G. AGUILAR; OSNY SALOMÃO

Rev Bras Ortop. 1996;31(7):- - Artigo Original
dos pés, a deformidade em varo do quinto dedo sobrepondo o quarto é freqüente. Apresenta-se tipicamene com desvio em adução, hiperextensão no nível da articulação metatarsofalângica e rotação externa. É patologia congênita em sua maioria, porém pode ser adquirida. Os portadores de quinto dedo varo referem como queixas habituais a dor, a incompatibilidade com o calçado e o fator estético. A ineficiência do tratamento conservador implica na necessidade de tratamento operatório nos casos sintomáticos. A deformidade é inicialmente flexível e nesta fase as técnicas operatórias se restringem às partes moles, devendo ser este o período eletivo do tratamento. O objetivo deste trabalho é mostrar a experiência dos autores no emprego da transferência do tendão extensor longo pró-abdutor do quinto associada à capsulotomia e plástica cutânea (Lapidus(4) e Scrase(9)).

DEFORMIDADE DE SPRENGEL: TRATAMENTO CIRÚRGICO PELA TÉCNICA DE GREEN MODIFICADA

Sandro da Silva Reginaldo; Ruy Rocha de Macedo; Rogério de Andrade Amaral; André Luiz Passos Cardoso; Helder Rocha Silva Araújo; Sergio Daher.

Rev Bras Ortop. 2009;44(3):208-213 - Artigo Original
Objetivo: Demonstrar os resultados estéticos e funcionais de pacientes submetidos à correção cirúrgica de escápula alta congênita - deformidade de Sprengel - por uma modificação da técnica de Green, bem como avaliar o grau de satisfação dos pacientes e as complicações da técnica utilizada. Métodos: Foram avaliados nove pacientes operados pela técnica de Green modificada, no período de setembro de 1993 a abril de 2008. Como modificação da técnica original foram realizados descolamento muscular subperiosteal, ressecção apenas da porção súpero-medial da escápula e, em vez da utilização de tração esquelética, optou-se pela fixação com fio de aço subcutâneo da porção medial da espinha da escápula à crista ilíaca posterior contralateral. A idade média dos pacientes foi de sete anos e três meses. O seguimento pós-operatório médio foi de três anos e sete meses. Resultados: Houve incremento médio na elevação de cerca de 39o (variando de 0o a 80o). Segundo a classificação de Cavendish, obteve-se a melhora estética de dois graus em oito casos e de três graus em um. Todos os pacientes ficaram satisfeitos com o resultado. Conclusões: Os pacientes com deformidade de Sprengel submetidos a tratamento cirúrgico por meio de uma modificação da técnica de Green, com fixação da escápula na crista ilíaca posterior contralateral em vez de se utilizar tração esquelética, apresentaram melhora tanto funcional como estética; todos os pacientes e/ou familiares ficaram satisfeitos e as complicações relacionadas com a técnica cirúrgica não interferiram no resultado final. Descritores - Deformidade de Sprengel; Escápula.

Protocolo de manuseio da luxação traumática aguda de cotovelo*

MARCELO TOMANIK MERCADANTE; SÉRGIO ROBERTO FRATTI

Rev Bras Ortop. 2003;38(1/2):- - Atualizaçao
A luxação traumática aguda de cotovelo é lesão freqüente e de tratamento incruento simples. Diversas condutas terapêuticas são propostas, mas nem sempre são sistematizadas. A diferenciação nos procedimentos dificulta a comparação de resultados entre as séries publicadas. As avaliações clínicas durante o tratamento não seguem critérios clínicos e casos com diminuição da mobilidade articular do cotovelo chegam a ser considerados resultados satisfatórios. Essas falhas ocorrem quando lesões ligamentares não são adequadamente identificadas. O exame físico rotineiro e atento durante as avaliações clínicas previne as falhas, maus resultados e complicações. O estudo científico impõe a obtenção de dados objetivos, advindos da observação dos detalhes da lesão. Definidos os critérios de avaliação, é possível realizar estudos detalhados das formas de tratamento, qualificação dos resultados e prevenção das complicações. O objetivo deste estudo é o desenvolvimento de protocolo específico para a luxação traumática aguda de cotovelo, garantindo análise criteriosa no futuro. Os autores concluem que o protocolo desenvolvido possibilita estudar as características da luxação traumática aguda do cotovelo e avaliar os resultados do seu tratamento.

Tratamento da lesão ligamentar aguda do tornozelo em atletas*

OSNY SALOMÃO; JOÃO DE CARVALHO NETO; IRINEU H. TRALDI Fº; TÚLIO D. FERNANDES; A. EGYDIO DE CARVALHO JR.

Rev Bras Ortop. 1996;31(3):- - Artigo Original
Os autores trataram as lesões ligamentares agudas do tornozelo por dois métodos em universo de pacientes diferentes. Os 20 pacientes tiveram lesão ligamentar completa (tipo III). O primeiro grupo de 14 pacientes - considerados atletas recreativos, pois participavam de atividades esportivas como lazer - recebeu tratamento ortopédico com imobilização com aparelho gessado suropodálico por seis semanas. O segundo grupo de seis pacientes - todos esportistas de elite, isto é, participavam de atividades esportivas como profissionais - recebeu tratamento cirúrgico, ou seja, reparação cirúrgica dos ligamentos rotos e sutura da cápsula articular do tornozelo. Dois pacientes apresentaram avulsão óssea, não suspeitada antecipadamente. Seguimento máximo de 115 meses e mínimo de três meses não resultou em nenhuma instabilidade do tornozelo ou dor e todos os atletas retornaram às atividades exercidas antes do trauma.

Tratamento cirúrgico da luxação acromioclavicular aguda pela técnica de Vukov*

ARNALDO AMADO FERREIRA NETO; OLAVO PIRES DE CAMARGO; ARNALDO AMADO FERREIRA FILHO; AMÉRICO ZOPPI FILHO; EDUARDO BENEGAS

Rev Bras Ortop. 1996;31(9):- - Artigo Original
Vinte e dois pacientes com luxação acromioclavicular aguda (LACA) do grau III da classificação de Allman-Tossy foram tratados pela técnica de Vukov (sutura da clavícula no ligamento coracoacromial) de março de 1994 a janeiro de 1995. Vinte e um eram do sexo masculino (95,5%); a idade variou de 17 a 62 anos (média de 30 anos e dois meses); o traumatismo direto ocorreu em 19 casos (86,4%) relacionados principalmente a acidentes viários (54,5%). O tempo médio de seguimento foi de dez meses e 15 dias. Em 16 pacientes (72,7%) a deformidade era au-sente, 19 (86,4%) não tinham dor e em 18 (81,8%) a clavícula era estável. No exame radiográfico pós-operatório a clavícula estava reduzida em 16 casos, em três (13,6%) o desvio era parcial e em três (13,6%) era total. Em oito casos (36,3%) ocorreram calcificações ectópicas infraclaviculares e três (13,6%) apresentaram capsulite adesiva. O resultado final, considerando aspectos clínicos e radiográficos, foi bom em 15 casos (68,1%), regular em dois (9,1%) e mau em cinco (22,7%).

Artrotomia e drenagem no tratamento da artrite séptica aguda*

RENATO GRAÇA; DEJAIR XAVIER CORDEIRO; LISZT PALMEIRA DE OLIVEIRA

Rev Bras Ortop. 1993;28(6):- - Artigo Original
Os autores estudaram 80 casos de artrite séptica na fase aguda que foram tratados com artrotomia e drenagem, no Hospital Universitário Pedro Ernesto, da UERJ, tendo revisto 61 casos, no período de janeiro de 1976 a dezembro de 1987. Foram analisados os aspectos idade, sexo, agente etiológico, articulação acometida e tempo decorrido entre o início dos sintomas e o dia da drenagem. O tratamento teve resultados melhores quando iniciado precocemente. Ótimos e bons resultados foram alcançados em 83,3% dos casos, enquanto que os ruins totalizaram 16,7%.

COMO O ORTOPEDISTA BRASILEIRO TRATA ENTORSE LATERAL AGUDA DO TORNOZELO?

Paulo Santoro Belangero; Marcel Jun Sugawara Tamaoki; Gilberto Yoshinobu Nakama; Marcus Vinicius Shoiti; Rodrigo Vick Fernandes Gomes; João Carlos Belloti

Rev Bras Ortop. 2010;45(5):468-473 - Artigo Original
Objetivo: A entorse lateral aguda do tornozelo (ELAT) é uma afecção frequente cujo tratamento ainda não se encontra totalmente estabelecido. O objetivo do estudo foi verificar a conduta do médico ortopedista brasileiro (incluindo residentes) em relação ao diagnóstico, classificação, tratamento e complicações da entorse lateral aguda do tornozelo (ELAT). Métodos: Um questionário de múltipla escolha foi elaborado com objetivo de abordar os principais aspectos do tratamento da ELAT. O questionário foi veiculado na página eletrônica oficial da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, no período de 15 de junho a 1º de agosto de 2004. Resultados: Foram incluídos para análise um total de 444 questionários. Os resultados demonstraram concordância da maioria dos entrevistados em relação aos seguintes aspectos: 90,8% utilizam alguma classificação para nortear o tratamento da entorse; 59% classificam a ELAT com segurança; 63,7% utilizam imobilização rígida nas lesões ligamentares completas; 60,6% utilizam medicação anti-inflamatória na ruptura ligamentar parcial; 75,9% relataram que a dor residual é a complicação mais frequente. Não houve consenso quanto ao método de imobilização da ELAT parcial visto que imobilização e tratamento funcional foram escolhidos com a mesma frequência (47%). Não houve diferenças significativas entre as respostas dos residentes e a dos ortopedistas (p = 0,81). Conclusões: Os ortopedistas e residentes em ortopedia do Brasil têm dificuldade em classificar a ELAT e não há consenso quanto à melhor opção para a ELAT parcial. Descritores - Ligamentos Laterais do Tornozelo; Entorses e Distensões; Avaliação em Saúde.

Tratamento da lesão aguda do ligamento cruzado anterior*

GILBERTO LUÍS CAMANHO1, ROGÉRIO OLIVI, LUÍS FELIPE CAMANHO3, MARCELO DE AZEVEDO E SOUZA MUNHOZ, MAURO CUBAS MOURA

Rev Bras Ortop. 1997;32(5):- - Artigo Original
RESUMO
Os autores estudaram a evolução de 73 pacientes com lesão do ligamento cruzado anterior submetidos a reconstrução por duas técnicas distintas. Quarenta e seis foram operados pela técnica que utiliza o terço médio do tendão patelar como enxerto e 27 pela técnica que utiliza o tendão do músculo semitendíneo triplo. Os resultados quanto ao retorno às atividades que antecederam o trauma foram bons na maioria dos casos, independente da técnica empregada. A análise do período de reabilitação demonstrou que os pacientes operados pela técnica que uti-liza o terço médio do tendão patelar apresentaram maior número de problemas.

ESTENOSE DEGENERATIVA DA COLUNA LOMBAR

Sérgio Zylbersztejn; Leandro de Freitas Spinelli; Nilson Rodinei Rodrigues; Pablo Mariotti Werlang; Yorito Kisaki; Aldemar Roberto Mieres Rios; Cesar Dall Bello

Rev Bras Ortop. 2012;47(3):286-291 - Atualizaçao
O presente trabalho apresenta uma atualização da estenose degenerativa da coluna lombar, patologia esta frequente nos pacientes acima de 65 anos. A anamnese e o exame físico devem ser precisos, pois muitas vezes a radiografia fornece apenas sinais indiretos, sendo necessária a realização de ressonância magnética na persistência dos sintomas. O tratamento da estenose lombar é bastante controverso. Entretanto, parece haver um benefício do tratamento cirúrgico sobre o conservador, trazendo melhoras dos sintomas e da função por um período de até dois anos, Descritores - Coluna Vertebral/patologia; Coluna Vertebral; Estenose lombar.

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