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Busca por: Confiabilidade das classificações artroscópicas das lesões condrais do quadril*

Confiabilidade das classificações artroscópicas das lesões condrais do quadril*

Antônio Augusto Guimarães Barros; Carlos César Vassalo; Lincoln Paiva Costa; Juan Gómez-Hoyos; Vinícius de Oliveira Paganini; Marco Antônio Percope de Andrade

Rev Bras Ortop. 2019;54(4):440-446 - Artigo Original

OBJETIVO Avaliar a confiabilidade inter- e intraobservador das classificações de Outerbridge, Beck e Haddad para lesões da cartilagem articular acetabular com o uso da via artroscópica.
MÉTODOS Foram avaliados 60 vídeos de artroscopias do quadril por 4 cirurgiões em 2 momentos para avaliar a reprodutibilidade inter- e intraobservador das classificações. Os dados foram analisados a partir do cálculo do índice Kappa de Cohen ponderado.
RESULTADOS Os valores do Kappa ponderado médio na avaliação interobservador das classificações de Outerbridge, Beck e Haddad foram, respectivamente, 0,72, 0,78 e 0,68. As três classificações foram consideradas como de boa concordância interobservador. Com relação à avaliação intraobservador das classificações de Outerbridge, Beck e Haddad, os valores Kappa foram, respectivamente, 0,9, 0,9 e 0,93. As três classificações foram consideradas excelentes na comparação intraobservador.
CONCLUSÃO Na presente série, as classificações de Outerbridge, Beck e Haddad apresentaram boa reprodutibilidade interobservador e excelente reprodutibilidade intraobservador ao avaliar lesões condrais acetabulares por via artroscópica.


Palavras-chave: artroscopia; quadril; doenças das cartilagens/classificação; reprodutibilidade dos testes.

AVALIAÇÃO DA REPRODUTIBILIDADE DAS CLASSIFICAÇÕES DE OUTERBRIGDE E DA SFA PARA LESÕES CONDRAIS DO JOELHO

Neylor Pace Lasmar; Rodrigo Campos Pace Lasmar; Rodrigo Barreiros Vieira; Juraci Rosa de Oliveira; André Campos Scarpa

Rev Bras Ortop. 2011;46(3):266-269 - Artigo Original
 Objetivo: Avaliar a reprodutibilidade da classificação de Outerbridge e da Sociedade Francesa de Artroscopia entre diferentes observadores e estabelecer uma comparação entre elas. Método: Foram utilizados 30 vídeos de artroscopia de joelho selecionados aleatoriamente demonstrando lesões condrais que foram classificadas por seis observadores, dois residentes em ortopedia do terceiro ano e quatro ortopedistas, entre os quais dois especialistas em cirurgia de joelho. A avaliação da reprodutibilidade intra e interobservador foi feita através do índice estatístico de Kappa. Resultados: Como resultado da avaliação completa da classificação de Outerbridge com a totalidade dos observadores, encontramos um índice Kappa de 0,434411. Quanto à classificação proposta pela Sociedade Francesa de Artroscopia, encontramos um índice Kappa de 0,45166. Conclusão: A classificação de Outerbridge e da Sociedade Francesa de Artroscopia para lesões condrais é moderadamente reprodutível entre observadores. Comparando as duas classificações, a proposta pela Sociedade Francesa de Artroscopia se mostrou mais reprodutível, e os autores sugerem o uso dessa classificação como de escolha para a prática clínica da avaliação das lesões condrais do joelho.Descritores - Traumatismos do Joelho/classificação; Traumatismos do Joelho/patologia; Artroscopia.

ATUALIZAÇÃO NO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DAS LESÕES CONDRAIS DO JOELHO

Marco antonio Machado da Cunha Cavalcanti Filho; Daniel Doca; Moisés Cohen; Mário Ferretti

Rev Bras Ortop. 2012;47(1):12-20 - Atualizaçao
O tratamento das lesões condrais no joelho ainda permanece um desafio para o cirurgião ortopédico, principalmente pelas próprias características da cartilagem, que promovem um baixo potencial de regeneração. As lesões condrais podem ser causadas por estímulos metabólicos, genéticos, vasculares e traumáticos e são classificadas de acordo com o tamanho e espessura da cartilagem acometida. O diagnóstico clínico pode ser difícil, principalmente pela sintomatologia insidiosa, sendo necessário o uso de exames complementares, em especial, a ressonância magnética. O tratamento dessas lesões é, em geral, iniciado de forma conservadora, ficando o tratamento cirúrgico reservado para pacientes com fragmentos condrais destacados, com bloqueio do arco de movimento, ou pacientes refratários ao tratamento clínico. As técnicas cirúrgicas mais usadas para o tratamento dos defeitos de espessura parcial são o desbridamento e a ablação por radiofrequência. Essas técnicas têm o objetivo de melhorar os sintomas, já que não restauram a estrutura e a função normal da cartilagem. Para os defeitos de espessura total (lesão osteocondral), os tratamentos disponíveis são a abrasão, drilling, microfratura, transplante osteocondral autólogo e alógeno e técnicas biológicas como o uso de transplante autólogo de condrócitos, técnica da cartilagem picada (minced cartilage) e o transplante de células-tronco.Descritores - Doenças das Cartilagens; Joelho; Artroscopia; Cartilagem Articular.

TRANSPLANTE OSTEOCONDRAL AUTÓLOGO NO TRATAMENTO DE LESÕES CONDRAIS NA PATELA

Moises Cohen; Joicemar Tarouco Amaro; Ricardo de Souza Campos Fernandes; Gustavo Gonçalves Arliani; Diego da Costa Astur; Camila Cohen Kaleka; Abdalla Skaf

Rev Bras Ortop. 2012;47(3):348-353 - Artigo Original
Objetivo: O objetivo primário deste estudo é avaliar a evolução clínica e funcional dos pacientes com lesão cartilaginosa de espessura total, sintomática da superfície articular da patela tratados com transplante osteocondral autólogo. Métodos: Este estudo prospectivo envolveu 17 pacientes, sendo realizado no período de junho de 2008 a março de 2011. Foram preenchidos no pré-operatório e com um ano de pós-operatório, os questionários específicos de Lysholm, Kujala e Fulkerson para avaliação do joelho acometido e o SF-36 para avaliação da qualidade de vida geral dos pacientes. Foi utilizado o teste não paramétrico pareado de Wilcoxon na análise estatística dos valores pré e pós-operatórios dos questionários e os dados foram analisados no programa SPSS for Windows versão 16.0 e uma significância de 5% foi adotada. Resultados: O Lysholm pré e pós-operatório médio foi de 54,59 e 75,76 pontos (p < 0,05). A pontuação do Fulkerson pré e pós-operatório médio foi de 52,53 e 78,41 pontos (p < 0,05). Conclusões: Consideramos o transplante osteocondral autólogo um bom método de tratamento para as lesões condrais de espessura total sintomáticas da superfície articular da patela. Descritores - Cartilagem articular; Patela; Ortopedia.

Perfurações x abrasão do osso subcondral no tratamento das lesões condrais do joelho por via artroscópica *

JOÃO LUIZ ELLERA GOMES; ALEX EICKHOFF; LUIZ ROBERTO S. MARCZYK

Rev Bras Ortop. 1995;30(8):- - Artigo Original
Estudo prospectivo e comparativo entre as técnicas de perfuração do osso subcondral e artroplastia por abrasão das lesões condrais do joelho foi realizado de forma aleatória em dois grupos de dez pacientes cada um. Ambas as técnicas foram realizadas por via videoartroscópica, sendo que em sete pacientes o resultado do tratamento inicial foi reavaliado aos seis meses de pós-operatório através de uma segunda artroscopia. O resultado comparativo baseou-se na resposta clínica ao tratamento estabelecido, sendo que o número de resultados insatisfatórios foi igual em ambos os grupos, sem que se pudesse verificar a supremacia de uma técnica sobre a outra.

Tratamento cirúrgico das lesões condrais do joelho com o uso da membrana de colágeno – condrogênese autóloga induzida por matriz

Diego Costa Astur; Jonathas Costas Lopes; Marcelo Abdulklech Santos; Camila Cohen Kaleka; Joicemar Tarouco Amaro; Moises Cohen

Rev Bras Ortop. 2018;53(6):733-739 - Artigo Original

OBJETIVOS: Avaliar os resultados clínicos e funcionais dos pacientes com diagnóstico de lesões condrais de espessura total em joelhos sintomáticos submetidos a um método de reparação biológica por meio da técnica de condrogênese autóloga induzida por matriz.
MÉTODOS: Foram avaliados sete pacientes submetidos a tratamento cirúrgico devido a lesões condrais no joelho pela técnica de condrogênese autóloga induzida por matriz. Foram usados os questionários Lysholm e Kujala e a escala visual analógica da dor antes e após um ano de cirurgia. As imagens de ressonância nuclear magnética foram avaliadas após 12 meses de acordo com os critérios de reparo cartilaginoso de Mocart (magnetic resonance observation of cartilage repair tissue).
RESULTADOS: Dos sete pacientes avaliados, três apresentavam defeitos classificados como grau III e quatro como grau IV, de acordo com a classificação da International Cartilage Repair Society. Os defeitos condrais estavam no côndilo femoral medial (n = 2), na patela (n = 2) e na tróclea (n = 3). A média de idade dos sete pacientes (seis homens e uma mulher) foi de 37,2 anos (24 a 54). O tamanho médio dos defeitos condrais foi de 2,11 cm2(1,0 a 4,6 cm2). Após 12 meses, a ressonância nuclear magnética pós-operatória mostrou preenchimento do local da lesão com tecido cicatricial menos espesso do que a cartilagem normal em todos os pacientes. O valor médio do questionário de Mocart após 12 meses foi de 66,42 pontos. Observou-se diminuição importante na dor e melhoria da avaliação dos questionários de Lysholm e Kujala.
CONCLUSÃO: O uso da membrana de colágeno I/III de origem porcina se mostrou favorável no tratamento de lesões condrais e osteocondrais do joelho quando se avaliaram os resultados


Palavras-chave: Artroplastia subcondral; Cartilagem articular; Condrogênese; Colágeno; Traumatismos do joelho

Via de acesso medial ao quadril para ressecção das lesões tumorais*

PEDRO PÉRICLES RIBEIRO BAPTISTA, FLORINDO VOLPE NETO, MARCOS SANMARTIN FERNANDEZ

Rev Bras Ortop. 1997;32(3):- - Artigo Original
RESUMO
As vias de acesso para abordagem medial do quadril descritas na literatura têm-se mostrado insuficientes para o tratamento dos tumores que afetam, simultaneamente, as regiões anterior, medial e posterior. Os autores descrevem uma via de abordagem medial, por uma inguinotomia, que facilita a ressecção dos tumores dessa área. A desinserção da musculatura adutora constitui etapa importante desta técnica que possibilita exposição ampla e melhor manipulação dos tecidos. Não houve complicações pós-operatórias decorrentes do emprego dessa via nos nove casos em que foi empregada. As vantagens incluem: facilidade, rapidez, pequeno sangramento intra-operatório, segurança quanto às estruturas neurovasculares e a ampla exposição que proporciona.

ANÁLISE DA REPRODUTIBILIDADE DAS CLASSIFICAÇÕES DAS FRATURAS DO PLATÔ TIBIAL

Rodrigo Pires e Albuquerque; Vincenzo Giordano; Alexandre Pallottino; Tannous Sassine; Rodrigo Canedo; Juliana Pina; Ney Pecegueiro do Amaral

Rev Bras Ortop. 2009;44(3):225-229 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar a concordância interobservador de três classificações utilizadas para a fratura do platô tibial: Schatzker, Grupo AO e Hohl. Método: Nove observadores, subdivididos de acordo com o grau de titulação (seis médicos residentes - MR - e três médicos especialistas - ME), classificaram 50 fraturas do platô tibial. A concordância interobservador foi avaliada pelo coeficiente Kappa. Resultados: Comparando-se os médicos residentes (MR) com os médicos especialistas (ME), observou-se que as três classificações apresentaram concordância de grau fraco e moderado. Entre os MR, as classificações do Grupo AO e de Hohl mostraram relação direta entre aumento no grau de concordância e ano de residência médica, o que foi observado de forma parcial para a classificação de Schatzker. Para a classificação de Hohl, o Kappa variou de 0,344 a 0,577; para a classificação do Grupo AO, variou de 0,36 a 0,499; e para a classificação de Schatzker, variou de 0,278 a 0,465. Conclusão: Existe concordância significativa, ao nível de 1%, entre as três classificações para todos os pares de observadores. Comparando-se os MR com os ME, as três classificações estudadas apresentam concordância de grau fraco e moderado. A classificação de Hohl apresenta a maior concordância entre os MR. Descritores - Fraturas da tíbia/classificação; Estudos da validação; Avaliação.

Reprodutibilidade das classificações de Tronzo e AO para fraturas transtrocanterianas

Rev Bras Ortop. 2015;50(5):495-500 - Artigo Original
Objetivo: Analisar a reprodutibilidade das classificações AO e de Tronzo para fraturas trans-trocanterianas.Método: Estudo transversal que analisou a concordância entre duas leituras feitas por11 observadores, intraobservadores e interobservadores. A análise das variações usou ométodo estatístico Kappa.Resultados: Verificou-se concordância moderada para a classificação AO enquanto aclassificação Tronzo mostrou concordância leve.Conclusão: O trabalho evidenciou maior reprodutibilidade da classificação AO/Asif inter eintraobservador para as fraturas transtrocanterianas de fêmur, o que tem relação como aumento da predominância de concordância com a experiência dos observadores.A classificação AO/Asif sem divisão em subgrupos mostrou-se, assim como descrito na lite-ratura, aceita para o uso clínico nas fraturas transtrocanterianas de fêmur. No entanto, nãomostrou concordância absoluta, uma vez que seu nível de concordância é apenas moderado,mas superior quando comparada com a classificação Tronzo.

CONFIABILIDADE E VALIDADE DE UM DINAMÔMETRO ISOMÉTRICO MODIFICADO NA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO MUSCULAR EM INDIVÍDUOS COM RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR

Rodrigo Antunes de Vasconcelos; Débora Bevilaqua-Grossi; Antonio Carlos Shimano; Cleber Jansen Paccola; Tânia Fátima Salvini; Christiane Lanatovits Prado; Wilson A. Mello Junior

Rev Bras Ortop. 2009;44(3):214-224 - Artigo Original
Objetivo: Analisar a confiabilidade e validade de um dinamômetro isométrico modificado (DIM) na avaliação dos déficits no desempenho muscular dos extensores e flexores do joelho em indivíduos normais e com reconstrução do LCA. Métodos: Foram convidados 60 voluntários do sexo masculino a participar do estudo, divididos em três grupos de 20 indivíduos: grupo controle (GC), grupo com reconstrução do LCA com tendão patelar (GTP) e grupo com reconstrução do LCA com tendões flexores (GTF). Todos os indivíduos realizaram teste isométrico dos extensores e flexores do joelho no DIM; os déficits de força muscular coletados foram comparados posteriormente com os testes realizados no Biodex System 3 operando no modo isométrico e isocinético nas velocidades de 60º/s e 180o/s. Foram realizados cálculos de correlação intraclasse ICC para avaliar a confiabilidade do DIM, cálculos da especificidade, sensibilidade e coeficiente de concordância Kappa, respectivamente, para avaliar a validade do DIM em detectar déficits musculares e comparações intragrupos e intergrupos na realização dos quatro testes de força utilizando-se do método ANOVA. Resultados: O DIM demonstrou excelente confiabilidade teste-reteste e validade na avaliação do desempenho muscular dos extensores e flexores do joelho. Na comparação intergrupos. o GTP demonstrou déficits significativamente maiores dos extensores comparados com os grupos GC e GTF. Conclusão: Dinamômetros isométricos conectados em equipamentos de mecanoterapia podem ser uma alternativa para coletar dados referentes a déficits no desempenho muscular dos extensores e flexores do joelho em indivíduos com reconstrução do LCA. Descritores - Joelho; Ligamento cruzado anterior; Protocolos; Estudos retrospectivos.  

Lesões osteolíticas causadas por falha do componente acetabular modular não cimentado em próteses totais do quadril Relato de três casos com diferentes falhas mecânicas*

PAULO G. C. DE ALENCAR; JULIO C. FERNANDES; EDINALDO C. OLIVEIRA

Rev Bras Ortop. 1996;31(10):- - Relato de Caso
Foi feito um estudo retrospectivo sobre três casos operados no Hospital de Clínicas da UFPr pelo Grupo de Cirurgia do Quadril, em que foi observada osteólise maciça, apesar da técnica cirúrgica correta utilizada nas artroplastias totais de quadril. Em um componente acetabular foi utilizado um liner de polietileno do tipo ACS (Acetabular Cup System - DePuy, USA) e um componente femoral do tipo AML. Nos dois outros casos foram utilizados um componente acetabular e liner PCA (Howmedica, USA) e um componente femoral Nexus (Wright Medical, USA). A falha ocorreu aos 62, 46 e 36 meses, com desgaste acetabular acelerado ou dissociação mecânica entre os componentes, seguido de osteólise maciça. A biomecânica das próteses de quadril modulares é discutida e as vantagens e desvantagens potenciais desses implantes são ressaltadas.

ANÁLISE DA REPRODUTIBILIDADE DE TRÊS CLASSIFICAÇÕES PARA A OSTEOARTROSE DO JOELHO

RODRIGO PIRES E ALBUQUERQUE; VINCENZO GIORDANO; LEONARDO STURM; VALTERLEI AZEVEDO JÚNIOR; ARTHUR LEÃO; NEY PECEGUEIRO DO AMARAL

Rev Bras Ortop. 2008;43(8):329-335 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar a reprodutibilidade interobservador das classificações de Ahlbäck modificada, Dejour et al e Kellgreen et al, com o propósito de identificar concordância, discordância e vantagens eventuais de uma classificação sobre a outra e as correlacionando de acordo com o grau de experiência do médico. Métodos: Foram estudados 50 pacientes com diagnóstico de osteoartrose de joelho (50 joelhos), sendo 36 do sexo feminino e 14 do masculino, com média de idade de 62 anos (variando de 50 a 82 anos). Os critérios de inclusão foram: idade maior do que 50 anos, presença de dor no joelho e ausência de cirurgia prévia ou doença reumática nesta articulação. Quatro médicos membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho (SBCJ) e quatro membros titulares da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia foram convidados para avaliar as imagens, adotando-se como "padrão-ouro" um dos membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho que possuía o maior grau de titulação. Análise estatística foi realizada pelo método de Kappa, com nível de significância a = 1%. Resultados: O kappa da amostra pesquisada variou de 0,028 a 0,501, com nenhuma combinação obtendo concordância boa (0,61 < kappa < 0,80) ou excelente (kappa > 0,80). A classificação de Dejour apresentou melhor reprodutibilidade interobservador, com um kappa de 0,487 para cada par de observadores e de 0,501 quando comparado com o padrão-ouro, demonstrando grau de concordância moderado (0,41 < kappa < 0,60). Conclusões: A análise interobservador evidenciou que não houve concordância absoluta dos pesquisadores em relação com nenhuma das classificações estudadas. A classificação de Dejour apresentou maior concordância (moderada) segundo nosso estudo definindo de forma mais adequada e reprodutível a gravidade da doença degenerativa do joelho. Classificações que avaliam a redução do espaço articular, segundo nossa pesquisa, são melhores para analisar a progressão da doença degenerativa do joelho. A reprodutibilidade foi maior entre os médicos especialistas em joelho, demonstrando influência direta da experiência do observador.Descritores - Articulação do joelho/ patologia; Osteoartrite do joelho / classificação; Reprodutibilidade dos testes; Variações dependentes do observador.

Análise da reprodutibilidade das classificações de Lauge-Hansen e Danis-Weber para fraturas de tornozelo*

RODRIGO BEZERRA TENÓRIO; CARLOS AUGUSTO DE MATTOS; LEONARDO HERÁCLIO DO CARMO ARAÚJO; WILLIAM DIAS BELANGERO

Rev Bras Ortop. 2001;36(11/12):- - Artigo Original
Foi estudada a reprodutibilidade das classificações das fraturas do tornozelo propostas por Lauge-Hansen e por Danis-Weber, através da análise da concordância entre duas leituras realizadas por oito observadores em diferentes estágios de formação. Avaliou-se a concordância entre duas leituras de um mesmo observador (variação intra-observador) e entre as leituras de todos os observadores entre si (variação interobservador). A análise das variações foi realizada pelo método estatístico de Kappa. A classificação de Danis-Weber mostrou maior concordância nas análises intra e interobservador, não sofrendo influência do estágio de formação do observador. Conclui-se, portanto, que a classificação de Danis-Weber pode ser considerada mais reprodutível e mais indicada para uso em serviços de treinamento e nas sa-las de emergência.

Reprodutibilidade das classificações AO/ASIF e Gartland para fraturas supracondilianas de úmero em crianças

Igor Tadeu Silveira Rocha; André de Siqueira Faria; Carlos Fontoura Filho; Murilo Antônio Rocha

Rev Bras Ortop. 2015;50(3):266-269 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar a reprodutibilidade das classificações radiográficas de Gartland e Associa-tion for Osteosynthesis/Association for the Study of Internal Fixation (AO/ASIF) para fraturassupracondilianas de úmero em crianças.Métodos: Em duas ocasiões foram avaliadas por três cirurgiões ortopedistas pediátricos50 radiografias nas incidências anteroposteriores e perfil de acordo com as classificaçõesde Gartland e AO/ASIF pediátrica. As respostas foram submetidas à análise estatística pelocálculo do coeficiente  para avaliar a concordância intra- e interobservador, em ambas asclassificações.Resultados: A força de concordância intraobservador foi grande ou quase perfeita para os trêsexaminadores nos dois sistemas de classificação. A força de concordância interobservadorfoi grande nos dois sistemas, com coeficiente  de 0,756 para classificação de Gartland e de0,766 para classificação AO/ASIF.Conclusão: Os sistemas de classificação de Gartland e AO/ASIF mostraram reprodutibilidadee desempenho similar. Observou-se grande força de concordância nas análises intra- einterobservador.

Concordância intra e interobservadores das diferentes classificações usadas na doença de Legg-Calvé-Perthes

Rev Bras Ortop. 2015;50(6):680-685 - Artigo Original
Objetivo: Determinar o índice de concordância intra e interobservadores das classificaçõesde Waldenström, Catterall e Herring na doença de Legg-Calvé-Perthes.Métodos: Foram selecionadas 100 radiografias da bacia, nas incidências anteroposterior ede Lauenstein de pacientes portadores da doença. As radiografias foram classificadas porquatro médicos com diferentes níveis de experiência, previamente orientados a respeitodas classificações usadas, para minimizar qualquer viés de interpretação. As radiografiasforam examinadas pelos mesmos observadores em dois momentos distintos para avaliaras concordâncias inter e intraobservadores. A análise da reprodutibilidade foi avaliada peloíndice de Kappa.Resultados: A análise de concordância foi estratificada em níveis (ruim, pequena, regular,moderada, boa e excelente) e evidenciou para a concordância intraobservadores: concordân-cia moderada para três examinadores e uma regular para a classificação de Waldenström;excelente para um examinador e boa para três, na classificação de Herring; na classificaçãode Catterall, a concordância foi considerada boa entre todos os examinadores. Em relação àanálise de concordâncias interobservadores foram obtidas: nenhuma concordância exce-lente para os três sistemas de classificação; quatro regulares, uma moderada e umapequena para a classificação de Waldenström; quatro moderadas, uma boa e uma regularna classificação de Herring e, pelo sistema de Catterall, quatro concordâncias moderadas eduas regulares.Conclusão: As classificações estudadas são as mais usadas para guiar o tratamento da DLCP,porém o grau de concordância intra e interobservadores não é ideal e sistemas complemen-tares de estadiamento devem ser levados em consideração, para uma maior assertividadeno tratamento.

Análise da reprodutibilidade das classificações de Lauge-Hansen, Danis-Weber e AO para as fraturas de tornozelo

Lucas Lopes da Fonseca; Icaro Gusmão Nunesa; Rodrigo Reis Nogueira; Gustavo Eduardo Vieira Martins; Antônio Cesar Mesencio; Sílvia Iovine Kobata,

Rev Bras Ortop. 2018;53(1):101-106 - Artigo Original
    Objetivo: Avaliar a reprodutibilidade e comparatividade das três principais classificaçõesusadas para fraturas do tornozelo mais comumente empregadas nos servicos de emergên-cia: Lauge-Hansen, Danis-Weber e AO-OTA. Observar secundariamente se existe influênciada experiência profissional sobre a concordância entre observadores para a classificaçãodessa patologia.Métodos: Foram usadas 83 imagens digitalizadas de radiografias pré-operatórias, em inci-dências anteroposterior e perfil, de fraturas do tornozelo de adultos diferentes, ocorridasentre janeiro e dezembro de 2013. No cálculo amostral assumiu-se precisão da estimativa de15%, com erro amostral de 5% e com poder de amostragem de 80%. A leitura e a classificaçãodas fraturas foram feitas por seis observadores, dois cirurgiões de pé e tornozelo, doisortopedistas generalistas e dois residentes do segundo ano de ortopedia e traumatologia.A análise das variações foi feita pelo método estatístico de Kappa de múltiplas variâncias.Resultados: Com o uso da classificação de Dannis-Weber, 40% das concordâncias foram con-sideradas boas ou excelentes entre todos os observadores, enquanto nas classificações deLauge Hansen e AO apenas 20% se apresentaram boas ou excelentes. O índice Kappa acu-mulado para cada classificação foi de 0,49 para a classificação de Dannis-Weber, 0,32 paraLauge Hansen e 0,38 para a classificação AO.Conclusão: A classificação de Lauge Hansen apresenta a pior concordância interobservadordentre as três classificações. A classificação da AO demonstrou concordância intermediáriae a de Dannis-Weber apresentou o maior índice de concordância interobservador, indepen-dentemente da experiência do profissional.

Análise da reprodutibilidade intra e interobservadores das classificações antiga e atual da AO para fraturas toracolombares

Felipe Augusto Rozales Lopes; Ana Paula Ribeiro Bonilauri Ferreira; Ricardo André Acácio dos Santos; Carlos Henrique Maçaneiro

Rev Bras Ortop. 2018;53(5):521-526 - Artigo Original

OBJETIVO: Avaliar a concordância inter e intraobservadores dos sistemas de classificação Magerl AO e AOSpine para fraturas toracolombares.
MÉTODOS: Os participantes foram divididos em dois grupos, um com seis médicos ortopedistas especialistas em coluna e o outro com 18 médicos residentes em ortopedia. Os participantes analisaram 25 radiografias com fraturas toracolombares em duas oportunidades, com um mês de intervalo entre elas, e classificaram com o uso dos dois sistemas de classificação de fratura toracolombar, Magerl AO e AOSpine. Os dados de concordância foram analisados pelo método do coeficiente kappa.
RESULTADOS: A classificação de Magerl AO apresentou uma concordância interobservadores leve (k = 0,32), considerando o tipo e o subtipo das fraturas, enquanto a classificação AOSpine obteve uma concordância interobservadores moderada (k = 0,59). A classificação de Magerl AO apresentou uma concordância intraobservadores leve entre médicos residentes e médicos especialistas (k = 0,21 e 0,38, respectivamente), enquanto a classificação AOSpine apresentou uma boa concordância intraobservadores entre médicos residentes (k = 0,62) e moderada entre médicos especialistas (k = 0,53).
CONCLUSÃO: O sistema de classificação da AOSpine para fraturas toracolombares apresentou uma melhor confiabilidade e reprodutibilidade comparado com o sistema de classificação Magerl AO, em relação à morfologia da fratura.


Palavras-chave: Fraturas da coluna vertebral; Classificação Magerl AO; Classificação AOSpine; Concordância interobservadores e intraobservadores.

Análise comparativa da acurácia das classificações de Gustilo e Tscherne como preditoras de infecção em fraturas expostas

Rafael Valadares Oliveira; Luciano Passos Cruza; Marcos Almeida Matos,

Rev Bras Ortop. 2018;53(3):314-318 - Artigo Original

OBJETIVO Analisar comparativamente a acurácia dos dois sistemas para classificação de fraturas expostas mais usados na prática médica atual, Gustilo e Tscherne, como preditores de infecção nas fraturas expostas.
MÉTODOS Foi feito um estudo observacional retrospectivo com 121 indivíduos acometidos por fratura exposta do esqueleto apendicular atendidos em uma unidade de emergência hospitalar. As fraturas expostas foram classificadas segundo os dois sistemas durante o atendimento inicial; as classificações eram posteriormente confirmadas ou retificadas durante o internamento. Foram calculados sensibilidade, especificidade, valores preditivos positivos e negativos e acurácia, segundo cada classificação adotada.
RESULTADOS Os resultados demonstraram que ambas as classificações, de Gustilo e de Tscherne, apresentam associação com o desfecho clínico infecção em fraturas expostas. A classificação de Gustilo obteve sensibilidade de 76,7%, especificidade de 53,8% e acurácia de 59,5%. A classificação de Tscherne obteve sensibilidade de 56,7%, especificidade de 82,4% e acurácia de 76,1%.
CONCLUSÃO O sistema de classificação de Tscherne demonstrou maior acurácia, apresentou melhor especificidade como preditor de infecção em fraturas expostas quando comparado com o sistema de Gustilo.


Palavras-chave: Fraturas expostas; Classificação; Confiabilidade dos dados; Avaliação.

Lesões do manguito rotador

RONALDO PERCOPI DE ANDRADE; MÁRIO ROBERTO CHAVES CORREA FILHO; BRUNO DE CASTRO QUEIROZ

Rev Bras Ortop. 2004;39(11/12):- - Atualizaçao
As lesões do manguito rotador representam um espectro de doenças que vão de uma tendinite aguda a uma lesão maciça comprometendo todos seus componentes. Sua prevalência é alta e varia de 7 a 40%, aumentando de acordo com a idade. A literatura mostra uma possibilidade real de evolução das lesões parciais. Sua patogênese é ainda obscura, mas acredita-se que ela seja multifatorial, resultando de avascularidade, idade ou carga excêntrica, fatores que levam à falência de suas fibras e conseqüente diminuição funcional. Esta predisporia a ascensão da cabeça umeral, levando a impacto secundário na região subacromial. O impacto interno parece ser mais um componente da afecção. Com o avanço tecnológico dos métodos de diagnóstico, passaram-se a detectar, com mais precisão, as lesões parciais, da mesma forma que se determina o prognóstico das lesões crônicas por meio de seu padrão e da degeneração gordurosa da massa muscular. A artroscopia trouxe contribuição significativa pela possibilidade de permitir o melhor entendimento das lesões, de corrigir os defeitos existentes e lesões intra-articulares associadas. A artropatia do manguito continua sendo uma patologia malentendida e não há ainda um método adequado de tratamento. Descritores - Ombro; manguito rotador; lesão.

Lesões traumáticas da mão*

RAMES MATTAR JR.

Rev Bras Ortop. 2001;36(10):- - Atualizaçao
A maioria dos pacientes vítimas de traumatismos na mão em nosso país é jovem e do sexo masculino. O mesmo fenômeno ocorre na maioria dos países, mas acentua-se naqueles em que a pobreza, a economia informal, a falta de acesso a equipamentos, os altos índices de violência urbana e de acidentes de trânsito e a falta de múltiplas campanhas de prevenção são realidade há muitas décadas. Quando analisamos os traumas de mão, podemos afirmar que vivemos em epidemia que resulta no grande número de pacientes mutilados, cujas seqüelas geram incapacidade para o trabalho e para as atividades da vida diária.

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