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Busca por: Avaliação comparativa das incidências radiográficas cross-table e Ducroquet para a medição do ângulo alfa do quadril*

Avaliação comparativa das incidências radiográficas cross-table e Ducroquet para a medição do ângulo alfa do quadril*

Giancarlo Cavalli Polesello; Marcelo Cavalheiro Queiroz; Walter Ricioli; Marco Rudelli; Marcus Aurelius Araújo Nunes; Denise Tokechi Amaral

Rev Bras Ortop. 2019;54(4):428-433 - Artigo Original

OBJETIVO O objetivo do presente trabalho é comparar a equivalência da medida do ângulo alfa do quadril usando as incidências laterais de Ducroquet e de cross-table.
MÉTODO Estudamos 90 pacientes, com um total de 95 quadris, e padronizamos a realização das radiografias conhecidas como “Ducroquet” e “cross-table.” A incidência de perfil de cross-table foi realizada em 15º de rotação interna com o paciente em posição supina, e a incidência de perfil de Ducroquet foi padronizada com o paciente posicionado em decúbito dorsal, em 90º de flexão e 45º de abdução do quadril. O ângulo alfa foi medido em ambas as radiografias de perfil, por dois radiologistas especializados em afecções musculoesqueléticas. As medidas foram realizadas em 2 épocas diferentes: uma avaliação inicial e outra após 4 semanas. O teste t de Student foi utilizado e calculou o coeficiente de correlação intraclasse (CCI).
RESULTADOS Encontramos boa correlação intraobservador para ambas as incidências radiográficas em diferentes momentos. Não houve diferença estatisticamente significante entre as medidas feitas pelas duas visualizações. No entanto, a correlação interobservadores foi baixa.
CONCLUSÃO A incidência radiográfica de perfil de Ducroquet é uma boa opção para a medida do ângulo alfa e pode ser usada ao invés da incidência radiográfica de perfil cross-table.


Palavras-chave: impacto femoroacetabular; quadril/anormalidades; quadril/diagnóstico por imagem; radiografia.

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE INCIDÊNCIAS RADIOGRÁFICAS PARA A OSTEOARTROSE DO JOELHO (AP BIPODAL VERSUS AP MONOPODAL)

Rodrigo Pires E Albuquerque; Cristina Barbosa; Dafne Melquíades; Hilton Koch; João Maurício Barretto; Alexandre Albino; Waldeck Duarte Júnior

Rev Bras Ortop. 2013;48(4):330-335 - Artigo Original
Objetivo: Fazer uma análise comparativa com a aplicação dos critérios da classificação original de Ahlbäck na incidência ântero-posterior (AP) bipodal do joelho em extensão e na incidência ântero-posterior (AP) monopodal do joelho, em joelhos artrósicos sintomáticos. Com esta análise pretendemos observar a concordância, diferença ou as vantagens eventuais entre as incidências e o grau de comprometimento articular entre os médicos ortopedistas e radiologistas com o médico de referência. Métodos: De janeiro de 2012 a março de 2012, foi feito um estudo prospectivo, de 60 joelhos artrósicos sintomáticos (60 pacientes), selecionados clinicamente no ambulatório do grupo de joelho e submetidos às incidências radiográficas propostas na pesquisa. Dos 60 pacientes, 39 eram do sexo feminino e 21 do masculino, com média de 64 anos (variando de 50 a 84). Dos 60 joelhos avaliados, 37 correspondiam ao lado direito e 23 ao esquerdo. A análise foi feita pela estatística de Kappa, que avalia a concordância interobservadores de dados de natureza qualitativa. Resultados: Segundo a escala de Ahlbäck, houve uma concordância significativa (p < 0,0001) intraobservador na classificação da osteoartrose do joelho entre os cinco avaliadores. Houve uma concordância significativa (p < 0,0001) interobservador com médico de referência na incidência em AP monopodal e AP bipodal para os quatro avaliadores. Conclusão: O estudo não observou diferença entre a incidência em AP bipodal versus o AP momopodal na osteoartrose do joelho. Keywords - Estudo comparativo Osteoartrose do joelho Radiologia

Qual é o ângulo real do desvio da fratura do colo do metacarpo nas incidências oblíquas? Estudo radiográfico

Arthur de Góes Ribeiro,; Daniel Hidalgo Gonçalez; João Manoel Fonseca Filho; Guilherme Marques da Fonseca; Antonio Carlos Costa,; Ivan Chakkour

Rev Bras Ortop. 2016;51(2):150-156 - Artigo Original
    Objetivo: Estabelecer uma forma indireta, fácil, previsível e segura na obtenção do valor real do desvio da fratura do colo do quinto metacarpo a partir de radiografias oblíquas. Métodos: Uma peça anatômica de quinto metacarpo humano foi dissecada e submetida à ostectomia na região do colo. Um fio de Kirschner de 1 mm foi fixado perpendicular ao eixo longitudinal do osso e paralelo ao solo. Outros seis fios de Kirschner do mesmo diâmetro foram dobrados e presos ao osso ostectomizado para simular o desvio das fraturas. Rotação axial do metacarpo foi usada para criar as radiografias nas incidências oblíquas. Imagens radiográficas foram obtidas com diferentes ângulos e em vários graus de rotação do osso. Resultados: Deduzimos uma equação matemática que demonstra o real desvio da fratura do colo do quinto metacarpo por meio de radiografias oblíquas. Conclusões: A radiografia oblíqua com 30? de supinação apresenta melhor visualização do osso e menor variação do valor real do desvio da fratura do colo do quinto metacarpo. A fórmula matemática deduzida foi concordante com o modelo experimental usado.

Análise comparativa do ângulo CE de Wiberg nos quadris de indivíduos brasileiros e italianos*

EIFFEL T. DOBASHI; CARLO MILANI; AKIRA ISHIDA; JOSÉ ANTÔNIO PINTO; JOSÉ LAREDO FILHO

Rev Bras Ortop. 1997;32(10):- - Artigo Original
Os autores realizaram o estudo do ângulo CE de Wi-berg (1939) entre duas populações distintas etnicamente. Foram realizadas mensurações do CEA nos quadris de 101 indivíduos italianos comparando-se os valores obtidos com os de 1.096 indivíduos brasileiros. O objetivo deste trabalho foi o de estabelecer as diferenças em relação à configuração anatômica da cobertura acetabular entre os quadris dos dois grupos, utilizando para isto testes estatísticos específicos. O grupo de indivíduos brasileiros mostrou-se homogêneo em relação ao ângulo CE, levan-do-se em conta que a miscigenação caracteriza nossa população. O autor verificou que, do ponto de vista estatístico, o ângulo médio dos brasileiros foi significantemente maior do que o dos italianos em relação à cobertura acetabular. Tal achado estaria correlacionado com melhor configuração anatômica e biomecânica dos quadris na população brasileira e justificaria com isso a menor incidência da displasia congênita do quadril (DCQ) em nosso meio.

ANTEVERSÃO FEMORAL E ÂNGULO CERVICO DIAFISÁRIO : RELAÇÃO COM A OSTEOARTRITE DO QUADRIL

Pedro José Labronici; Gabriel Novaes Pillar de Oliveira Castro; Sérgio Ricardo Neto; Hermann Costa Gomes; Rolix Hoffmann; Justino Nóbrega de Azevedo Neto; José Sergio Franco; Tito Henrique de Noronha Rocha; Sergio Delmonte Alves

Rev Bras Ortop. 2011;46(1):69-74 - Artigo Original
 Objetivo: Comparar, entre três avaliadores, a existência de concordância das medidas da anteversão do colo femoral com o grau da osteoartrite e a alteração do ângulo cervicodiafisário em pacientes com osteoartrite idiopática unilateral do quadril. Métodos: Foram avaliados 42 pacientes com osteoartrite unilateral do quadril por meio de radiografia simples e tomografia computadorizada. Resultados: Observou-se que não ocorreu variação significativa na anteversão femoral entre o quadril doente e o sadio. Houve uma concordância mais forte entre os observadores 1 e 2, tanto em relação ao quadril doente (caso) quanto ao sadio (controle). Além disso, não foi verificada concordância significativa entre os observadores 1 e 3 (p = 0,13) e entre 2 e 3 (p = 0,12) em relação ao ângulo cervicodiafisário do quadril controle. Conclusão: Apesar de não ter ocorrido relação entre a anteversão femoral e o ângulo cervicodiafisário nos pacientes com osteoartrite unilateral do quadril, este estudo demonstrou não haver relação com estes desvios angulares.Descritores - Colo do Fêmur; Osteoartrite; Quadril.

Sindesmose tibiofibular distal: correlação entre medição radiográfica e anatômica*

CARLOS ANTÔNIO WALKER; JULIANO SILVEIRA LUIZ VIEIRA; GASTON ENDRES; JOÃO FERNANDO SARAIVA

Rev Bras Ortop. 2003;38(10):- - Artigo Original
Os autores apresentam os resultados do estudo de 30 tornozelos de cadáveres formolizados, nos quais foram realizadas radiografias nos planos ântero-posterior (AP) com 20º de rotação interna (incidência da pinça articular) e perfil, a um metro de distância entre a ampola de RX e o chassi do filme. Após, foram submetidos à dissecação e a medições previamente definidas, com posterior comparação com as medidas radiográficas. Foram realizadas quatro medidas na peça anatômica: distância intermaleolar interna a 3mm da cúpula tibial (medida 1), distância intermaleolar interna a 10mm da cúpula tibial (medida 2), distância intermaleolar externa a 10mm da cúpula tibial (medida 3) e espaço livre tibiofibular medido na cúpula tibial após a luxação do tálus (medida 4). Tais medidas foram repetidas nas respectivas radiografias, acrescentan-do-se três medidas às mesmas, não realizáveis na peça anatômica, porque se necessitaria de lesão das estruturas para correta visualização: espaço livre tibiofibular 10mm proximal à cúpula tibial (medida 5); sobreposição tibiofibular na sua maior extensão (medida 6); espaço articular medial entre a borda lateral do maléolo medial e a borda medial do tálus ao nível da cúpula talar (medida 7). Com-pararam-se os resultados das medidas 1 a 4 obtidas nas peças anatômicas com os resultados radiográficos das mesmas. Encontrou-se aumento médio de 9,66% nas medidas radiográficas, por conta da distorção radiográfica. Na medida do espaço livre tibiofibular 10mm proximal à articulação (medida 5), encontrou-se média de 3,2mm (variação de 1,9 a 4,4mm); na medida da sobreposição tibiofibular em sua maior extensão (medida 6), média de 7,1mm (variação de 4,1 a 12,3mm); e, na medida do espaço articular medial ao nível da cúpula talar, média de 2,9mm (variação de 2,2 a 3,9mm). De acordo com as comparações obtidas nas medidas 1 a 4, concluiu-se que há conformidade das medições radiográficas com as da peça anatômica. Em relação às medidas 5 a 7, encontraram-se resultados em conformidade com a literatura. Tais achados permitem afirmar que as medidas são confiáveis e de fácil reprodutibilidade, principalmente quando utilizadas em comparação com radiografias da articulação contralateral para o diagnóstico de lesões da sindesmose do tornozelo.

Nova metodologia para a mensuração do ângulo de Wiberg na avaliação do resultado do tratamento incruento em 14 crianças portadoras de displasia congênita do quadril*

CARLO MILANI; AKIRA ISHIDA; HENRIQUE SODRÉ; EIFFEL T. DOBASHI; PAULO T. SATO

Rev Bras Ortop. 1998;33(1):- - Artigo Original
Os autores realizaram a mensuração do ângulo de Wi-berg, nas radiografias das articulações coxofemorais em 14 crianças portadoras de displasia congênita do quadril (DCQ), que foram submetidas a tratamento incruento com a utilização do suspensório de Pavlik. Foram feitas duas medidas do ângulo de Wiberg. A primeira (M1) foi obtida pela metodologia de Wiberg modificada por Laredo Fº, e a segunda (M2), utilizando-se um programa de computação gráfica desenvolvido para esse fim. Após a obtenção dos resultados, foi feita uma análise estatística confrontando os valores encontrados nos dois métodos (M1 e M2). Ao examinarem estatisticamente os resultados, os autores verificaram que a medida do CEA, nas duas técnicas utilizadas, não mostrou diferenças significantes. Sugerem, portanto, que a metódica desenvolvida seja utilizada quando da necessidade de mensurar o CEA nas radiografias dos quadris em crianças com idade inferior a seis anos.

Padronização das técnicas radiográficas para estudos dos pés de crianças*

IDYLLIO DO PRADO JÚNIOR; CAIO AUGUSTO DE SOUZA NERY; SÉRGIO BRUSCHINI

Rev Bras Ortop. 1993;28(5):- - Artigo Original
São descritas pormenorizadamente as técnicas para obtenção de radiografias de frente, perfil e axial posterior, utilizadas para estudos dos pés de crianças entre sete e 13 anos de idade. É ressaltada a importância do posicionamento e demarcações prévias no chassi radiográfico são idealizadas com o intuito de diminuir as variações provenientes de erros técnicos. As imagens obtidas permitiram boa definição dos elementos necessários para a constituição da maioria dos ângulos utilizados nos estudos dos pés.

Alterações radiográficas no fêmur após artroplastia não cimentada de Parhofer-Mönch*

FLÁVIO MORAL TURIBIO; MILTON CHOHFI; JOSÉ LAREDO FILHO; HEVERTON DE OLIVEIRA

Rev Bras Ortop. 1996;31(10):- - Artigo Original
Foram avaliados retrospectivamente, por período de 60 meses, através de exames radiográficos simples, 23 pacientes (32 quadris), que foram submetidos à artroplastia total de substituição do quadril com prótese não cimentada do tipo Parhofer-Mönch de dois modelos diferentes, para se avaliar as alterações morfológicas do fêmur, com relação à incidência da osteopenia e do pedestal distal, propondo classificação própria para estas alterações. O estudo mostrou que a osteopenia ocorreu em todos os pacientes operados com os dois modelos de próteses. O aparecimento do pedestal distal ocorreu em 81,2% dos pacientes operados com as próteses de modelo I e em 37,5% com as do modelo II. Ambas as alterações estabilizaramse em torno do 24º mês. As próteses femorais do modelo II mostraram menor incidência do pedestal, sugerindo maior estabilidade com seu emprego.

Alterações radiográficas femoropatelares na insuficiência do ligamento cruzado anterior

Diego Protásio de Vasconcelos; Alan de Paula Mozella; Pedro Guilme Teixeira de Sousa Filho; Gustavo Cardilo Oliveira; Hugo Alexandre de Araújo Barros Cobra

Rev Bras Ortop. 2015;50(1):43-49 - Artigo Original
Objetivo: análise comparativa de três parâmetros radiográficos femoropatelares entre joe-lhos com insuficiência crônica do ligamento cruzado anterior (LCA) e joelhos normais.Métodos: foram selecionados 30 pacientes voluntários com diagnóstico de lesão crônicaisolada unilateral do LCA havia mais de um ano e joelho contralateral normal. Todos ospacientes foram submetidos a radiografias digitais de ambos os joelhos nas incidências emperfil absoluto a 30?de flexão, com e sem carga monopodal, e axial de patela a 30?. Forammensurados, nas radiografias obtidas, o índice de altura patelar de Caton-Deschamps, oângulo de congruência patelar de Merchant e o ângulo de inclinação lateral da patela, des-crito por Laurin, nos joelhos normais e nos joelhos com lesão do LCA e foi feita análisecomparativa entre esses dois grupos.Resultados: a altura patelar foi inferior, de forma estatisticamente significante (p < 0,001),nos joelhos com insuficiência do LCA em comparação com os joelhos normais, tanto nasradiografias sem carga quanto nas com carga monopodal. O ângulo de congruência patelarde Merchant foi significativamente menor (p < 0,001) nos joelhos normais e o ângulo deinclinação lateral da patela foi inferior (p < 0,001) nos joelhos com insuficiência do LCA.Conclusão: a insuficiência crônica do LCA alterou de forma estatisticamente significante(p < 0,001) os valores dos parâmetros radiográficos femoropatelares estudados. Joelhos comlesão desse ligamento apresentaram menores valores de altura patelar, maior inclinação edeslocamento laterais da patela em relação à tróclea femoral comparados com os joelhoscontralaterais normais. Descritores - Instabilidade articular Ligamento cruzado anterior Articulação patelofemoral

Medidas radiográficas da articulação glenumeral em homens normais e portadores de instabilidade anterior*

RÔMULO BRASIL F°; ARNALDO AMADO FERREIRA F°; AMÉRICO ZOPPI F°; ARNALDO AMADO FERREIRA N°

Rev Bras Ortop. 1993;28(9):- - Artigo Original
A técnica radiológica de Cyprien & col.(8) foi utilizada na articulação glenumeral para a determinação dos seguintes ângulos: cefalodiafisário, retrotorção umeral, retroversão da glenóide e largura da cabeça umeral, dimensão da glenóide e seu índice de contato. Um grupo de 25 pacientes portadores de luxação recidivante do ombro foi comparado com um grupo de 50 indivíduos normais (100 ombros). A análise dos resultados demonstron que não há diferença significativa entre os dois grupos.

ALTERAÇÕES RADIOGRÁFICAS DO TÁLUS NO PÉ TORTO CONGÊNITO APÓS LIBERAÇÃO CIRÚRGICA PELA TÉCNICA DE MCKAY

José Antonio Pinto; Andréa Canizares Hernandes; Thais Paula Buchaim; Francesco Camara Blumetti; Carla Chertman; Patrícia Corey Yamane; Artur da Rocha Corrêa Fernandes

Rev Bras Ortop. 2011;46(3):137-144 - Artigo Original
Objetivo: Analisar as alterações morfológicas do tálus após o tratamento cirúrgico do pé torto congênito pela técnica de McKay. Método: Foram analisadas, retrospectivamente, radiografias em perfil com carga dos pés de 14 pacientes com pé torto congênito unilateral submetidos ao tratamento pela técnica de McKay por dupla incisão. Todos os pacientes foram operados pelo mesmo cirurgião, com média de 6,53 anos entre a cirurgia e a radiografia. Comparamos as características do tálus dos pés operados com os parâmetros radiográficos dos pés contralaterais. Avaliamos a presença de deformidade do dômus e da cabeça do tálus (avaliação da esfericidade); a altura e o comprimento do tálus; a presença e grau de subluxação do navicular; a alteração do ângulo de Gissane; e o padrão do trabeculado ósseo. Resultados: Alterações da cabeça do tálus ocorreram em 92,8% dos casos; do dômus em 92,8%; e do trabeculado em 100%. A relação entre o comprimento do tálus do pé operado sobre o contralateral variou de 0,61 a 0,88 (média de 0,79; DP = 0,09), e da altura de 0,57 a 0,98 (média de 0,82; DP = 0,12). O ângulo de Gissane aumentou em todos os pés operados, e todos apresentaram subluxação do navicular, com índice variando de 6,43 a 59,75% (média de 26,34%; DP = 16,66%). Conclusão: Alterações talares ocorreram em 100% dos pés tratados pela técnica de McKay. Estabelecer parâmetros radiográficos para descrever e quantificar essas deformidades mostrou-se viável, através de técnicas simples e de fácil execução.Descritores - Pé Torto/radiografia; Tálus; Procedimentos Cirúrgicos Operatórios; Morfologia.

Avaliação radiológica, em amostra populacional, do ângulo cuneiforme medial/1º metatarso*

CARLOS ALFREDO LOBO JASMIN

Rev Bras Ortop. 2001;36(6):- - Artigo Original
Quarenta indivíduos, com idade entre 17 e 64 anos, foram submetidos a radiografias padronizadas na incidência ântero-posterior em ortostase. Em suas radiografias foram avaliados os seguintes ângulos: entre o 1o e 2o metatarsos; entre o cuneiforme medial e o 1o metatarso; entre o cuneiforme medial e o 2o metatarso; e entre o 1o metatarso e a falange proximal do primeiro raio. Foi também avaliado o grau de deslocamento lateral dos sesamóides. Estes parâmetros foram apurados e correlacionados, o que permitiu confirmar a influência que tem a presença de acentuada inclinação da articulação cuneiforme medial/1o metatarso na gênese do metatarso primo varo.

Avaliação do ângulo poplíteo em joelhos de adolescentes assintomáticos*

Antonio Alberto Affonso Filho; Ricardo Dizioli Navarro

Rev Bras Ortop. 2002;37(10):- - Artigo Original
Os autores apresentam a avaliação do ângulo poplíteo em adolescentes com joelhos assintomáticos. O material é constituído por 500 pacientes e 1.000 joelhos. A medição do ângulo poplíteo foi feita utilizando técnica semelhante à de Vernieri. Os resultados da medição do ângulo poplíteo apresentaram, no sexo masculino, média de 157º dos 10 até 13 anos, 155º dos 14 até os 17 anos e 160º dos 18 até os 20 anos. E, no sexo feminino, 163º no primeiro grupo, 165º no segundo e 167º no terceiro.

VALIDAÇÃO COMPARATIVA DA MEDIDA DA ALTURA PATELAR RADIOGRÁFICA E TOMOGRÁFICA

Marco Antonio Schueda; Diego Costa Astur; Gustavo Gonçalves Arliani; Gilberto Hornburg; Ricardo Serpa; Walter Heinig Neto; Camila Cohen Kaleka; Moisés Cohen

Rev Bras Ortop. 2013;48(5):397-401 - Artigo Original
 Objetivo: Avaliar e validar a medida da altura patelar radiográfica em exames tomográficos em extensão, flexão de 20? e contração do quadríceps. Métodos: Mensuração, com o uso do índice de Insall-Salvati, da altura patelar, por meio da imagem radiográfica com apoio monopodálico de perfil do joelho e corte sagital de tomografia do joelho em extensão, flexão de 20? e contração do quadríceps, de 40 indivíduos (20 de cada sexo, 80 joelhos), adultos, assintomáticos e sem histórico de lesão. Resultados: O índice de altura patelar foi maior nas mulheres em todas as imagens feitas, de forma proporcional. Não existiu diferença estatística dos valores da altura patelar entre o estudo radiográfico e o tomográfico. Conclusão: O valor do índice de Insall-Salvati no sexo feminino foi maior em todas as situações avaliadas. Além disso, é possível mensurar, com o método usado e sem distorções dos resultados obtidos, o valor da altura patelar durante o estudo tomográfico para definir a presença de patela alta ou baixa. Descritores - Instabilidade articular Patela Radiografia Tomografia

Estudo radiológico do ângulo escafossemilunar do carpo em adultos*

MAURÍCIO SADAYUKI COMOSAKO; JOSÉ ROBERTO TRABULSI; MANLIO MARIO MARCO NAPOLI

Rev Bras Ortop. 1993;28(1/2):- - Artigo Original
Os autores realizaram estudo de 100 pares de radiografias de punho de pacientes adultos normais. As radiografias foram padronizadas, com os punhos mantidos em posição de perfil absoluto e em posição fisiológica, para se determinar os valores do ângulo escafossemilunar, bilateralmente. Os valores encontrados foram submetidos a métodos estatísticos, procurando-se possível correlação entre o ângulo e o lado dominante, sexo, idade e atividade professional. Concluem os autores que não foi verificada diferença significativa entre os lados direito e esquerdo, dominante e não dominante e entre indivíduos que exercem profissões leves e não leves. Em relação ao sexo, o masculino teve valores 5,4% maiores que o feminino; quanto à idade, verificou-se aumento médio de 5° em 20 anos, possivelmente pelo efeito mecânico, em função do nível de atividade.

Avaliação comparativa de métodos da altura patelar na população brasileira

Christian Behrendt; Alexandre Zaluski; Rodrigo Pires e Albuquerque; Eduardo Branco De Sousa; Naasson Cavanellas

Rev Bras Ortop. 2016;51(1):53-57 - Artigo Original
    Objetivo: Comparar os métodos mais usados de medida da altura patelar, com o método do ângulo platô-patela. Métodos: Foi feito um estudo transversal no qual foram avaliadas radiografias em perfil do joelho, com os três métodos já consagrados pela literatura, o Insall-Salvati (IS), o Blackburne- -Peel (BP) e o Caton-Deschamps (CD) e comparando-as com o ângulo platô-patela (APP). Foram incluídos na amostra 196 seis pacientes, aleatoriamente selecionados. Resultados: Inicialmente os dados foram submetidos a uma avaliação pelo teste do qui- -quadrado. A análise foi positiva com p < 0,0001. Fizemos comparações entre os métodos tradicionais com a medida do APP com o uso do teste exato de Fisher. Quando comparamos o índice de IS com o APP, não encontramos diferenças estatisticamente significativas em relação à proporção de casos alterados entre os dois grupos. Os métodos tradicionais foram comparados com a medida do APP quanto à proporção de casos de patela alta e baixa pelo teste exato de Fisher. A análise demonstrou que o APP identificou menos casos de patela alta do que os métodos de IS, BP e CD, mas identificou mais casos de patela baixa. Quando comparados os pares, verificamos que os índices de IS e CD foram capazes de identificar mais casos de patela alta que o APP. Em relação aos casos de patela baixa, o APP foi capaz de identificar mais casos que os outros três métodos. Conclusão: O ângulo platô-patela observou mais pacientes com patela baixa em comparação com os métodos clássicos e resultados discrepantes com os outros índices estudados.

MENSURAÇÃO DO ÂNGULO DE TORÇÃO TIBIAL NUMA POPULAÇÃO ADULTA JOVEM POR MEIO DE UM NOVO DISPOSITIVO

SÉRGIO JOSÉ LAWAND; AMÂNCIO RAMALHO JÚNIOR; RICARDO LUIZ SMITH

Rev Bras Ortop. 2004;39(8):- - Artigo Original
Os autores desenvolveram um dispositivo para aferição clínica do ângulo de torção tibial nas diversas faixas etárias. O aparelho possibilita a aferição de variáveis antropométricas da tíbia distal; o valor angular da torção tibial é, então, obtido de maneira indireta, através de cálculo trigonométrico. Dois examinadores aferiram o ângulo de torção da tíbia numa população jovem de 40 indivíduos de maneira independente, validando a precisão da técnica. A análise dos dados coletados mostrou valores dentro da média apresentada em estudos similares. A técnica mostrou ser precisa e confiável. O objetivo de apresentar um método simples de fácil reprodução foi alcançado, porém, estudos subseqüentes em outras faixas etárias deverão seguir-se. Descritores - Torção tibial; torção de membros inferiores; antropometria.

Estudo anatômico do ângulo de declinação do tálus em pés de crianças normais*

AMÂNCIO RAMALHO JÚNIOR; MÁRCIO EDUARDO KOZONARA; MARCO ANTÔNIO DE ANGELIS; FLÁVIO FIGUEIRA JORGE

Rev Bras Ortop. 1996;31(3):- - Artigo Original
O conhecimento da forma do tálus é importante para a compreensão de grande parte das deformidades do pé em crescimento, que implicam desvios no plano transversal, tais como o pé torto congênito e pés metatarsos varos. Foi nosso objetivo analisar o ângulo de declinação nos tálus de crianças com pés normais para determinar seus valores normais e correlacionar esse ângulo ao comprimento do pé. Para isso, foram dissecados 94 (47 pares) pés de crianças. O tálus foi submetido diretamente a processo de digitalização em scanner, obtendo-se imagem bidimensional do plano transverso em vista superior. Após análise dessas imagens em computador, foram determinados os ângulos de declinação medial e lateral, além da medida do maior comprimento dos pés. Através dessas medidas, observamos que, conforme o pé aumenta em comprimento, há decréscimo do ângulo de declinação do tálus medido entre o segmento de reta que tangencia a margem lateral da tróclea e o que tangencia lateralmente o colo desse osso.

Análise comparativa da ressonância nuclear magnética com a artroscopia no diagnóstico das lesões intra-articulares do joelho*

INGO SCHNEIDER; MARCO ANTONIO SCHUEDA; ANDRÉ BERGAMASCHI DEMORE

Rev Bras Ortop. 1996;31(5):- - Artigo Original
Os autores analisaram os prontuários de 37 pacientes submetidos a artroscopia do joelho e que haviam realizado ressonância nuclear magnética prévia ao ato cirúrgico, com o objetivo de avaliar a eficácia deste método no diagnóstico das lesões do joelho. A sensibilidade, especificidade e acurácia do método foram, respectivamente, de 94%, 72% e 83% para menisco medial; de 81%, 80% e 83% para menisco lateral; de 53%, 95% e 78% para ligamento cruzado anterior; indefinida, 100% e 100% para ligamento cruzado posterior; e de 60%, 86% e 75% para condromalácia. Os exames foram realizados por apenas um radiologista e a artroscopia, por um único cirurgião, eliminando a variação interpessoal. Concluíram que a ressonância nuclear magnética é excelente exame para diagnosticar patologias meniscais, porém sua capacidade em verificar as lesões do ligamento cruzado anterior e condromalácia não corresponderam à expectativa.

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