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Busca por: Efeito das posições dos enxertos na estabilidade da artroplastia total de quadril com diferentes tipos de encurtamento subtrocantérico*

Efeito das posições dos enxertos na estabilidade da artroplastia total de quadril com diferentes tipos de encurtamento subtrocantérico*

Ethem Aytac Yazar; Ozgun Karakus; Baransel Saygi

Rev Bras Ortop. 2019;54(4):465-470 - Artigo Original

OBJETIVO O objetivo do presente estudo é investigar a estabilidade biomecânica de diferentes tipos de osteotomias subtrocantéricas e posições de enxertos em coxartroses displásicas que necessitam de artroplastia total de quadril com osteotomia de encurtamento, e determinar o tipo de osteotomia e a posição do enxerto que são mais eficazes.
MÉTODO Modelos de fêmur (sawbonesstep-cut]). Os enxertos em haste, preparados do lado da osteotomia subtrocantérica, foram fixados em diferentes posições (ântero-lateral, medial-lateral e ântero-posterior). A fixação dos enxertos foi feita com2 cabos de aço (de 2,0mmde largura) de mesmaresistência.Os valores de falha dos fêmures compostos para cargas axiais e rotacionais foram registrados.
RESULTADOS Do ponto de vista biomecânico, não houve diferenças estatisticamente significativas entre os tipos de osteotomia de encurtamento subtrocantérico femoral e as posições dos enxertos em haste aplicados.
CONCLUSÃO Não houve superioridade entre os tipos de osteotomia de encurtamento subtrocantérico femoral quanto à estabilidade. Além disso, em relação à resistência ao estresse, os resultados obtidos com diferentes posições das hastes foram similares. Assim, acreditamos que o método mais indicado é aquele em que o cirurgião é experiente e cuja aplicação é mais fácil.


Palavras-chave: osteotomia; transplante ósseo; coxartrose; artroplastia de quadril; luxação do quadril

ANÁLISE DIMENSIONAL DE DIFERENTES ACETÁBULOS USADOS NA ARTROPLASTIA TOTAL DO QUADRIL

Carlos Roberto Schwartsmann,,; Leandro de Freitas Spinelli; Leonardo Carbonera Boschin; Ramiro Zilles Gonçalves; Anthony Kerbes Yépez; Telmo Roberto Strohaecker; Ralf Wellis de Souza

Rev Bras Ortop. 2013;48(6):500-504 - Artigo Original
Vol 48  nº6 - Novembro / Dezembro 2013Objetivo: O presente estudo faz uma análise dimensional dos diferentes acetábulos cimentados e não cimentados, nacionais e importados, disponíveis no mercado nacional para artroplastia total do quadril. Métodos: Foram considerados os acetábulos de 50mm, destinados às cabeças femorais de 28mm. As análises dimensionais foram feitas em um equipamento tridimensional robótico de medição por coordenadas. Avaliou-se a menor espessura do polietileno e suas medidas externas (diâmetro do espaço para a cabeça femoral e diâmetro máximo do acetábulo). Resultados: A espessura mínima do polietileno foi garantidaemtodos os componentes testados. A espessura dos acetábulos cimentados variou de 19,185mm a 25,358mm, enquanto a espessura dos acetábulos não cimentados variou de 12,451mma 19,232mmA espessura foi em média 27,96% menor nos acetábulos não cimentados. Em relação à cavidade acetabular do polietileno que recebe a cabeça femoral, todos os diâmetros internos apresentaram pelo menos 28mm.Emrelação ao diâmetro externo máximo do polietileno, apenasumacetábulo cimentado atingiu os 50mm de diâmetro. Conclusões: Observaram-se grandes diferenças nas medidas entre as marcas e os modelos analisados. Os acetábulos não cimentados têm uma espessura menor. Os diâmetros dos acetábulos não cimentados também foram menores do que os cimentados, à custa de sua necessidade de inserção no metal-back. Descritores - Artroplastia de quadril Acetábulo Polietileno

Efeito da remocção e reinserção de hastes tipo force-closed nas deformações da artroplastia total de quadril

Sandro Griza,; Luiz Sérgio Marcelino Gomes; André Cervieri; Telmo Roberto Strohaecker

Rev Bras Ortop. 2016;51(1):29-35 - Artigo Original
    Objetivos: Estudo da remoção de haste do tipo force-closed e a sua reinserção posterior para aumentar a exposição do acetábulo durante a revisão. Não é conhecido o quanto esse procedimento modifica a interface haste/cimento. Métodos: Três modelos de hastes afiladas foram implantadas em fêmures compósitos. Extensômetros de deformação foram embebidos no aspecto medial do manto de cimento e em diversas posições sobre a superfície externa dos fêmures. As deformações foram medidas durante cargas estáticas, as quais foram aplicadas em dois diferentes momentos: após a implantação e após um milhão de ciclos de carga, seguido pela remoção e reinserção. O teste t foi feito. As diferenças entre as deformações foram confrontadas com p = 0,05 entre os dois momentos de carga estática e entre os três projetos de hastes. Resultados: Não foram encontradas diferenças significativas nas deformações após os dois momentos de carga para os três modelos. Não foram encontradas diferenças significativas nas deformações iniciais dos três modelos para a maioria dos extensômetros aderidos aos fêmures. Conclusões: A reinserção de haste do tipo force-closed não altera a transmissão de carga da haste para o cimento e para a superfície do fêmur, mesmo após um milhão de ciclos.

ANÁLISE ELETROMIOGRÁFICA DE MÚSCULOS DO QUADRIL EM DIFERENTES TIPOS DE APOIO MONOPODÁLICO

VALÉRIA REGINA GONZALEZ SELLA; ANDRÉ ZERAIB CARAVIELLO; PATRÍCIA COREY YAMANE; DAN CARAI MAIA VIOLA; HÉLIO JORGE ALVACHIAN FERNANDES; FERNANDO BALDY DOS REIS; FLÁVIO FALOPPA

Rev Bras Ortop. 2005;40(1/2):- - Artigo Original
Estudou-se a ação muscular na biomecânica da extremidade proximal do fêmur com o intuito de acrescentar um parâmetro objetivo nas decisões médicas quanto à sustentação do peso e à reabilitação após fraturas nessa região. Foram avaliadas, por meio da eletromiografia de superfície, as atividades elétricas de cinco músculos da região do quadril de 40 voluntários sadios, nove femininos e 31 masculinos, com idade entre 21 e 55 anos, em quatro situações diferentes, sendo três com carga e um sem car-ga. As medições foram realizadas estaticamente, em ortostase. Observou-se que a situação de apoio total proporcionou atividade elétrica muscular global significativamente menor e melhor distribuída entre os grupos musculares, em comparação com as outras situações propostas. Descritores - Eletromiografia; sustentação do peso; biomecânica; fêmur.

ARTROPLASTIA TOTAL EM QUADRIS DISPLÁSICOS LUXADOS COM RECONSTRUÇÃO ACETABULAR E ENCURTAMENTO FEMORAL - NOTA TÉCNICA.

PAULO SILVA; LEANDRO ALVES DE OLIVEIRA; DANILO LOPES COELHO; ROGÉRIO ANDRADE DO AMARAL; PERCIVAL ROSA REBELLO; FREDERICO BARRA DE MORAES

Rev Bras Ortop. 2014;49(1):69-73 - Nota Técnica
 Descrever contribuições à técnica da cirurgia de artroplastia total em displasias do desenvolvimento do quadril grave, por meio da reconstrução acetabular com o uso de enxerto autólogo e encurtamento femoral feito com osteotomia subtrocantérica em V invertido. Paciente submetido a artroplastia total do quadril esquerdo em janeiro de 2003. Foi usada a classificação de Eftekhar e o paciente era do tipo D, luxação inveterada. Incorporação do enxerto no teto acetabular e osteotomia femoral. Acrescentamos a fixação do enxerto da cabeça femoral no acetábulo com placa do tipo Allis, que contribui para maior resistência do sistema, e a cerclagem com fio de aço no enxerto ósseo junto à osteotomia subtrocantérica, que diminui o risco de pseudoartrose. Essa técnica demonstrou eficácia e permitiu a resolução imediata do caso com melhoria da dor e da amplitude de movimento do quadril. Permitiu também a reconstrução do déficit ósseo acetabular, a recomposição do comprimento do membro (sem risco aumentado de lesão neurovascular) e a recuperação da biomecânica do quadril com a reparação do centro de rotação normal. Descritores - Artroplastia de quadril Doenças do desenvolvimento ósseo Osteotomia Transplante autólogo

Artroplastia total em quadril anquilosado *

ANTÔNIO ANDRADE DE FREITAS; JOSÉ WAGNER DE BARROS; CÉLIO DONIZETE FERREIRA

Rev Bras Ortop. 1994;29(4):- - Artigo Original
No período de fevereiro de 1990 a setembro de 1992, 11 pacientes com quadris anquilosados foram submetidos a 14 artroplastias totais. Todos foram reavaliados clínica e radiologicamente, com seguimento médio de 28 meses. As análises realizadas subjetiva e objetivamente, segundo o método de Merle D`Aubigné & Postel, mostraram em sua maioria bons resultados.

NOVAS SUPERFÍCIES EM ARTROPLASTIA TOTAL DO QUADRIL

Carlos Roberto Schwartsmann; Leonardo Carbonera Boschin; Ramiro Zilles Gonçalves; Anthony Kerbes Yépez; Leandro de Freitas Spinelli

Rev Bras Ortop. 2012;47(2):154-159 - Atualizaçao
A artroplastia total do quadril tem sido indicada cada vez mais em pacientes mais jovens e ativos, além de haver uma natural e crescente demanda do procedimento em função do aumento da expectativa de vida dos pacientes. Os altos custos da cirurgia e as controvérsias da performance dos implantes fazem deste assunto objeto de constantes pesquisas na busca de novos materiais com melhores resistências ao desgaste e biocompatibilidade. O presente artigo abrange um estudo de revisão das novas superfícies em artroplastia total do quadril. Descritores - Artroplastia de Quadril/história; Artroplastia de Quadril/métodos; Artroplastia de Quadril/estatística & dados numéricos.

Autotransfusão sanguínea em artroplastia total do quadril

PAULO G. C. DE ALENCAR; JOHNNY CAMARGO; ALEXANDRE TADEU MEYER; LÚCIO ERNLUND; SÉRGIO MOLINARI

Rev Bras Ortop. 1994;29(6):- - Artigo Original
Foram feitas coletas de sangue no período pré-operatório em 91 pacientes submetidos a 107 artroplastias totais do quadril, com o objetivo de ser utilizado para autotransfusão. Foram coletadas 220 unidades de sangue e reinfundidas 197 (média de 2,05 e 1,84 unidades por operação, respectivamente). Houve necessidade de complementação com sangue homólogo em quatro ocasiões (3,62%). Os critérios de indicação de transfusão foram baseados na evolução clínica dos pacientes. Apenas o valor do volume globular baixo não foi considerado como indicação de transfusão. Não houve complicações que pudessem ser atribuídas à coleta ou utilização do sangue autólogo. A evolução clínica dos pacientes foi normal em todos os casos. Não houve caso de infecção. Notou-se um esforço coletivo por parte de todos da equipe cirúrgica para redução de transfusão sanguínea. Isso resultou em menor utilização do estoque do banco de sangue e maior segurança para os pacientes, evitandose os riscos da transfusão de sangue homólogo.

Artroplastia total de quadril minimamente invasiva *

LEONARDO CARBONERA BOSCHIN; MARCO AURÉLIO TELOKEN; LUÍS ALBERTO RUBIN; MARLON SCHLEDER CORREA; PABLO MARIOTTI WERLANG; CARLOS ROBERTO SCHWARTSMANN

Rev Bras Ortop. 2003;38(11/12):- - Artigo Original
A artroplastia total de quadril é comumente realizada utilizando abordagem posterior através de uma incisão com 15-25cm de comprimento. A abordagem modificada da via posterior permite que a artroplastia total de quadril seja realizada através de uma incisão com 7-10cm (34 polegadas). A maioria dos pacientes com índice de mas-sa corporal menor do que 30 que não apresentam cirurgias prévias é candidata a essa abordagem. A incisão é centra-da no aspecto posterior da grande trocanter e afastadores especialmente desenhados para esse tipo de cirurgia são utilizados. Tanto implantes cimentados como não cimentados foram utilizados. Os pacientes recebem profilaxia farmacológica antitrombolítica e antibiótica e seguem um protocolo de reabilitação pós-operatório básico. Uma revisão dos primeiros 22 casos operados desde abril de 2002 demonstrou que o tempo cirúrgico médio foi de 113 minutos; o tamanho médio da incisão foi de 86mm; o sangramento intra-operatório foi de 388mm e o pós-operatório, de 581mm. O índice de dor pós-operatório foi de 3,14. Não houve casos de infecção profunda, luxação ou lesão neurovascular, bem como falência ou afrouxamento precoces.

Estudo comparativo da osteointegração de enxertos ósseos irradiados e não irradiados utilizados em pacientes com revisão de artroplastia do quadril*

André Ferreira da Silva; Uri Antebi; Emerson Kiyoshi Honda; Marco Rudelli; Rodrigo Pereira Guimarães

Rev Bras Ortop. 2019;54(4):477-482 - Artigo Original

OBJETIVO Avaliar e comparar a osteointegração dos enxertos ósseos congelados irradiados e não irradiados utilizados em 21 pacientes submetidos a revisão de prótese do quadril pela técnica Exeter.
MÉTODOS Foi realizado estudo retrospectivo de 21 pacientes submetidos a revisão de artroplastia do quadril pela técnica Exeter comutilização de tecidos ósseos tratados ou não com radiação gama no período entre 2013 e 2014. Dividimos os pacientes em dois grupos, de acordo com o uso do enxerto tratado ou não com radiação ionizante (raios gama), que foram, portanto, classificados como: grupo irradiado e não irradiado. Os resultados da osteointegração por análise radiográfica destes enxertos foram comparados no pós-cirúrgico de 6 e 12 meses.
RESULTADOS Quando comparamos a osteointegração dos enxertos no pós-cirúrgico de 6 e 12 meses de todos os pacientes, notamos que houve diferença significativa entre as avaliações radiográficas neste período (p= 0,031). Dos pacientes estudados, 7 pertenciam ao grupo irradiado, e 14, ao grupo não irradiado. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas (p= 0,804) quando a osteointegração entre os grupos irradiados e não irradiados foi comparada.
CONCLUSÃO Não houve diferença significativa no uso de enxerto irradiado e não irradiado nas revisões de artroplastias do quadril pela técnica Exeter.


Palavras-chave: osteointegração; banco de tecidos; enxertos ósseos; artroplasti

A espessura do dreno suctor importa? Análise do sangramento após artroplastia total do joelho comparando drenos suctores de diferentes calibres

Marcos George de Souza Leao; Gladys Martins Pedroza Neta; Thiago Montenegro da Silva; Yacov Machado Costa Ferreira; Waryla Raissa Vasconcelos Dias

Rev Bras Ortop. 2016;51(5):547-554 - Artigo Original
    Objetivos: Avaliar o sangramento através do dreno suctor (DS) e a perda sanguínea estimada em pacientes submetidos à artroplastia total do joelho (ATJ) com DS de diferentes calibres (3,2 mm e 4,8 mm). Métodos: Ensaio clínico randomizado com 22 pacientes submetidos à ATJ, divididos em dois grupos; no grupo I, os pacientes recebiam o DS 3,2 mm e no Grupo II, o DS 4,8 mm. O hematócrito foi aferido 24, 48 e 72 horas após a cirurgia, a fim de calcular a perda sanguínea estimada. O débito do dreno foi medido 3, 6, 12, 24 e 48 horas após a ATJ e os dois grupos foram comparados. Resultados: Em relação ao hematócrito, não se observaram diferenças estatisticamente significativas entre os grupos nos períodos aferidos (24, 48 e 72 horas pós-operatória). O sangramento total medido no DS nas 48 horas foi maior no grupo II, com diferença estatisticamente significativa (p = 0,005); nas primeiras 24 horas, houve maior sangramento no grupo II (média 893 mL), com diferença significativa (p = 0,004). Entre 24 e 48 horas, não foram observadas diferenças estatisticamente significativas em ambos os grupos (p = 0,710). O sangramento total estimado foi maior no Grupo I, com média de 463 mL, enquanto no Grupo II esse valor foi de 409 mL, sem significância estatística (p = 0,394). Conclusões: O sangramento foi maior no grupo que usou DS 4,8 mm, sem diferenças no hematócrito e na perda sanguínea estimada.

Estudo biomecânico comparativo da resistência à tração entre dois tipos diferentes de miniâncoras de sutura

SANDRA UMEDA SASAKI; RODRIGO M. STUGINSKI; RAMES MATTAR JR.; ALEXANDRE SADAO YUTAKA; FLÁVIA NAMIE AZATO; LUIZ KOITI KIMURA; CEZAR A. M. PEREIRA; RONALDO JORGE AZZE

Rev Bras Ortop. 2000;35(7):- - Artigo Original
Através de um estudo biomecânico, foram testados dois diferentes tipos de âncoras de sutura, com o objetivo de avaliar sua resistência às forças de tração comparativamente. Foram utilizados cinco exemplares de miniâncora de aletas e seis exemplares de miniâncora tipo rosqueada, inseridos em osso de cadáver humano. Como material de sutura utilizaram-se fios de aço nº 10, trançados, com o intuito de analisar o material de fixação propriamente dito (âncoras) e não o conjunto material de sutura-âncora. O único tipo de falha observada foi a soltura das 11 miniâncoras. A média da força de resistência máxima para as miniâncoras de aletas foi de 69,986N e das miniâncoras rosqueadas foi de 267,551N, mostrando uma análise comparativa altamente significante (p = 0,0043). Pôde-se concluir que houve maior resistência da miniâncora rosqueada em comparação com a de aletas, porém a resistência de ambas as âncoras superou os valores de força normalmente exigidos nas inserções tendíneas do punho e da mão.

Trombose venosa profunda em artroplastia total de quadril*

ALEJANDRO CASSONE; ALEXANDRE DE CHRISTO VIEGAS; GUILHERME TUROLLA SGUIZZATTO; HENRIQUE ANTÔNIO BERWANGER DE AMORIM CABRITA; MARCOS DE AMORIM AQUINO; MARIA ELIZABETH FURLANETO; RODRIGO BEZERRA DE MENEZES REIFF; LUIZ EUGÊNIO GARCEZ LEME; MARCO MARTINS AMATUZZI

Rev Bras Ortop. 2002;37(5):- - Atualizaçao
A artroplastia total do quadril (ATQ) é procedimento eletivo, realizado em indivíduos relativamente saudáveis. Pacientes submetidos a este tipo de operação, no entanto, apresentam risco para o desenvolvimento de doença tromboembólica venosa e embolia pulmonar. Os fenômenos tromboembólicos representam as complicações mais comuns de ATQ e são a maior causa de morte nos três primeiros meses após a operação, respondendo por mais de 50% da mortalidade pós-operatória(1). A seleção de um método eficaz de profilaxia desses fenômenos e um adequado conhecimento de suas peculiaridades terapêuticas são, pois, parte inerente à segurança desse procedimento cirúrgico. O surgimento de métodos cientificamente eficazes para esse propósito propiciou óbvia diminuição do risco cirúrgico e dos custos hospitalares, o que redunda em maior segurança para o paciente e o cirurgião; no entanto, ainda não há consenso na literatura sobre alguns pontos, como a duração apropriada do tratamento, a ocorrência de eventos tromboembólicos após a alta hospitalar e o papel da investigação diagnóstica para fenômenos assintomáticos. O objetivo deste trabalho é estruturar uma revisão descritiva desse tema, ressaltando aspectos sobre a profilaxia, diagnóstico e tratamento da doença tromboembólica, como complicação de ATQ. Unitermos - Artroplastia total de quadril; trombose venosa profunda; tromboembolismo pulmonar; diagnóstico; prevenção; tratamento

Avaliação cintilográfica de artroplastia total não-cimentada de quadril*

CARLOS ALBERTO DE SOUZA MACEDO; CARLOS ROBERTO GALIA; ANDRÉ VINÍCIUS SAUERESSIG KRUEL; HEBERTON BARANCELLI TIMM; MARTA GOLDMAN FEDER; CLARICE SPRINZ; DANIEL RODRIGO KLEIN

Rev Bras Ortop. 2003;38(7):- - Artigo Original
Foram selecionados 40 pacientes assintomáticos (45 quadris) pós-artroplastia total de quadril (ATQ) não-cimenta-da Bicontact ® e submetidos à cintilografia quantitativa com tecnécio, com objetivo de estabelecer um padrão normal de captação. Foram delimitadas regiões periprotéticas de interesse no acetábulo e fêmur, e utilizados como controle o fêmur contralateral e sacroilíacas, estabelecendo-se razões matemáticas. Houve queda da captação em todos os parâmetros junto à ATQ, à exceção da relação ponta da haste/terço médio, que permaneceu constante. Nas médias de captação para o acetábulo, houve queda significativa aos 12 meses, enquanto que o fêmur diminuiu sua captação por completo somente aos 18 meses, mantendo-se constante após. Este estudo pode servir de referência cintilográfica para acompanhamento de pacientes submetidos à INTRODUCTION ATQ não-cimentada.

Artroplastia total do quadril com prótese CO-10: resultados preliminaries*

JOÃO RODRIGUES QUEIROZ; JOSÉ WAGNER DE BARROS

Rev Bras Ortop. 1994;29(3):- - Artigo Original
No perÍodo de 1989 a 1991, 34 pacientes foram submetidos a 41 artroplastias totais do quadril com prótese tipo CO-10. Todos foram reavaliados clínica e radiologicamente, com seguimento médio de 24 meses. Os resultados, analisados subjetiva e objetivamente Segundo o método usado por Merle D`Aubigné & Postel, mostraramse em sua maioria bons e excelentes.

Artroplastia total do quadril em pacientes com poliartropatias inflamatórias

PAULO G. C. DE ALENCAR; MARCELO ABAGGE; REGIANE ERIKA KOYAMA; OSVALDO NOBORU ICHI

Rev Bras Ortop. 1993;28(6):- - Artigo Original
Foram avaliadas 56 artroplastias totais do quadril a que foram submetidos 38 pacientes portadores de artropatias inflamatórias (artrite reumatóide, artrite reumatóide juvenil, espondilite anquilosante e artrite psoriática). A idade média dos pacientes no momento da operação foi de 38,8 anos. O tempo de seguimento pós-operatório foi no mínimo de um ano e no máximo de sete anos e sete meses (média de três anos e dois meses). De acordo com o método de avaliação de D`Aubigné-Postel, modificado por Charnley, 46 quadris (82,1%) apresentaram resultado bom, seis (10,7%), regular e quatro (7,1%), mau. Houve seis complicações significativas, sendo que quatro delas necessitaram reoperação. A incidência de ossificação heterotópica graus III e IV de Brooker foi de 14,2% nas radiografias de controle, mas não houve relação com diminuição da mobilidade articular nesses pacientes. O principal efeito da operação foi o alívio da dor dos pacientes, seguido de aumento na amplitude dos movimentos articulares. O efeito na melhora da capacidade de marcha não foi tão significativo, mas esse fato foi atribuído ao caráter poliarticular da doença.

Artroplastia total do quadril com prótese não cimentada

HUMBERTO ALBUQUERQUE; PAULO CEZAR V. C. ALBUQUERQUE

Rev Bras Ortop. 1993;28(8):- - Artigo Original
Os autores fizeram uma análise retrospectiva em 314 artroplastias, com próteses totais não cimentadas, no período de abril de 1986 a abril de 1992. O tempo mínimo de seguimento foi de 12 meses e o máximo de 72 meses, com média de 52,3 meses. A idade variou entre 18 e 64 anos, com média de 48 anos. Todos os pacientes foram avaliados objetivamente pelo método de Merle D`Aubigné e Postel e subjetivamente por suas opiniões sobre os resultados da cirurgia. As complicações transoperatórias mais freqüentes foram as fraturas metafisárias do fêmur, do grande trocanter e as perfurações do córtex femoral. O diagnóstico pré-operatório mais freqüente foi a osteoartrose. Os bons resultados representaram, em média, 73,20%, os medíocres, 14,28% e os maus, 12,51%.

EFICÁCIA DO USO DO TEMPLATING NA ARTROPLASTIA TOTAL DO QUADRIL

Fabio Stuchi Devito; Alceu Gomes Chueire; Cristiane Bonvicine

Rev Bras Ortop. 2013;48(2):178-185 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar a eficácia do planejamento pré-operatório tradicional com o uso de templatings. Método: Quarenta e três radiografias antero-posteriores foram analisadas por três cirurgiões experientes (A, B, C) e comparadas. Os testes de concordância de Cohen Kappa e Kappa ponderado, com ponderação quadrática, foram usados para análise estatística, com um intervalo de confiança de 95%. Resultados: A avaliação pré-operatória dos cirurgiões A, B e C compreendeu a análise do tamanho da taça acetabular, haste e plug do canal distal do fêmur. O cirurgião A obteve uma concordância moderada em relação ao componente acetabular e substancial em relação à haste e ao plug; o cirurgião B obteve concordância moderada tanto em relação ao acetábulo quanto à haste e substancial em relação ao plug e o cirurgião C obteve concordância moderada em relação à análise do acetábulo e ao plug e substancial em relação à haste. O teste de concordância intraobservador demonstrou ligeira concordância em relação ao acetábulo e substancial em relação à haste e ao plug. Conclusão: O uso do templating no planejamento pré-operatório revelou-se eficaz; entretanto, houve prevalência de concordância de leve a moderada em relação ao tamanho do componente acetabular.. Descritores - Pelve Quadril/radiografia Artroplastia

ASSOCIAÇÃO ENTRE BURSITE TROCANTÉRICA, OSTEOARTROSE E ARTROPLASTIA TOTAL DO QUADRIL

Carlos Roberto Schwartsmann; Felipe Loss; Leandro de Freitas Spinelli; Roque Furian; Marcelo Faria Silva; Júlia Mazzuchello Zanatta; Leonardo Carbonera Boschin; Ramiro Zilles Gonçalves; Anthony Kerbes Yepez

Rev Bras Ortop. 2014;49(3):267-270 - Artigo Original
Objetivo:apresentar uma análise retrospectiva dos resultados clínico-funcionais e das complicações dos pacientes com artropatia do manguito rotador (AMR) submetidos à artro-plastia reversa do ombro. Métodos:foramselecionadospacientes comdiagnósticodeAMRassociadaàpseudoparalisia da elevação anterior submetidos à artroplastia reversa do ombro com seguimento mínimo de um ano. Resultados:foram coletadas informac ¸ões pré-operatórias, por meio do nosso Registro de Artroplastias do Ombro e Cotovelo, que consistiam em idade, sexo, lateralidade, história de procedimentos prévios, escores funcionais de Constant, além da amplitude de movimentos pré-operatórios, conforme protocolo da American Academy of Shoulder and Elbow Surgery (Ases). Com seguimento médio de 44 meses, 17 pacientes (94%) estavam satisfeitos com o resultado do procedimento. Conclusão:a artroplastia reversa no tratamento da AMR em pacientes com pseudoparalisia do ombro demonstrou-se efetiva na melhoria, com significância estatística, da amplitude de movimentos de flexão anterior e abdução. Porém, nesta série não houve melhoria da amplitude dos movimentos de rotação externa e interna. A artroplastia reversa é um proce-dimento que restabelece a função da articulação do ombro em pacientes que previamente não apresentavam possibilidades terapêuticas. Descritores - Artroplastia Ombro Artropatias Bainha rotadora Próteses e implantes

Artroplastia total do quadril por via de acesso póstero-lateral

PAULO G. C. DEALENCAR; MARCELO ABAGGE

Rev Bras Ortop. 1995;30(7):- - Artigo Original
A via de acesso póstero-lateral foi utilizada em 447 artroplastias totais do quadril (ATQ) em 396 pacientes (51 bilaterais), no período de outubro de 1987 a dezembro de 1993. Foram realizadas 287 operações primárias, 58 revisões de ATQ prévias e 102 conversões (operações prévias, que não ATQ). A duração da operação foi medida em 310 das 447 operações. As operações primárias foram completadas, em média, em 76 minutos, as revisões em 164 minutos e as conversões em 144 minutos. O sangramento durante a cirurgia foi medido em 243 ocasiões e foi de 326, 1.075 e 782ml nas operações primárias, revisões e de conversões, respectivamente. Foram registrados como complicações três óbitos no período pós-operatório precoce, cinco casos de infecção, sete fraturas intra-operatórias da diáfise femoral, seis casos de luxação da prótese e três casos de paralisia nervosa. Nas operações primárias não complicadas, a via de acesso póstero-lateral mostrou-se adequada com relação à rapidez do tempo de operação e ao baixo volume de sangramento, o que resultou em baixo índice de infecção e em menor necessidade de transfusão de sangue. Nos casos submetidos a revisões e conversões de operações prévias, a osteotomia do trocanter maior ou outra via de acesso mais ampla deve ser considerada, para que sejam reduzidos os riscos de complicações.

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