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Busca por: Reconstrução cirúrgica após excisão de extenso mixofibrossarcoma do membro superior*

Reconstrução cirúrgica após excisão de extenso mixofibrossarcoma do membro superior*

Kátia Tôrres Batista; Valney Claudino Sampaio Martins; Ulises Prieto y Schwartzman; Telma Leonel Ferreira

Rev Bras Ortop. 2019;54(3):353-356 - Relato de Caso

O mixofibrossarcoma é um raro sarcoma de partes moles. Os autores apresentam o relato de um caso, em mulher jovem, de exerese e reconstrução de extenso mixofibrossarcoma de baixo grau localizado no antebraço, no punho e na mão. Fez-se a exerese ampla em monobloco conforme achados de ressonância magnética e estudo histopatológico transoperatório. Usaram-se a matriz dérmica e o enxerto de pele total associado a programa fisioterápico pós-operatório. Os aspectos relacionados ao diagnóstico diferencial do mixofibrossarcoma em paciente jovem, seu caráter infiltrativo, a ampla excisão, a reconstrução em dois tempos cirúrgicos (com o uso de matriz dérmica e enxerto de pele total) e o programa fisioterápico pós-operatório são relevantes.


Palavras-chave: sarcoma; neoplasias de tecidos moles; reabilitação.

LESÕES DO MEMBRO SUPERIOR NO ESPORTE

Rogerio Teixeira da Silva

Rev Bras Ortop. 2010;45(2):122-131 - Atualizaçao
As lesões esportivas do membro superior são muito comuns da prática de atividades físicas e, por isso, devem ser estudadas detalhadamente, levando-se em consideração aspectos específicos da modalidades esportiva praticada. Especial atenção deve ser dada à dinâmica da articulação do ombro e toda cintura escapular, pois somente assim poderemos tratar de forma mais adequada os atletas, atuando também na prevenção das recidivas, que podem ocorrer em alguns casos devido ao fato de o atleta procurar sempre o retorno ao mesmo nível esportivo anterior à lesão. Este artigo vai focar principalmente o manejo das lesões tendíneas do membro superior, da fisiopatologia até os novos métodos de tratamento das lesões de maior prevalência na prática esportiva em nosso país. Descritores - Lesões esportivas; Ombro; Cotovelo; Tendinopatia.

Enfisema subcutâneo crônico de membro superior*

ISANIO VASCONCELOS MESQUITA; SAMUEL RIBAK; MARCELO ROSA DE REZENDE; ROBINSON DALAPRIA; RAMES MATTAR JÚNIOR; ELIEZER CARVALHO DE NOVAES

Rev Bras Ortop. 1997;32(4):- - Relato de Caso
Os autores apresentam caso extremamente raro de acometimento enfisematoso subcutâneo crônico em membro superior, causado por bactéria produtora de gás não necrotizante. Segundo a literatura, o enfisema subcutâneo é condição autolimitada e de rápida resolução, mas neste caso específico grande quantidade de ar persistiu no interior dos tecidos subcutâneo e muscular do membro superior por oito meses. Os métodos usados para o diagnóstico desta patologia e sua completa resolução são aqui apresentados e discutidos.

Ferimentos penetrantes no membro superior – prevalência e etiologia*

Jaime Piccaro Erazo; Rodrigo Guerra Sabongi; Vinicius Ynoe de Moares; João Baptista Gomes dos Santos; Flávio Faloppa; João Carlos Belloti

Rev Bras Ortop. 2019;54(2):134-139 - Artigo Original

OBJETIVO Definir as principais características epidemiológicas dessas lesões, bem como identificar a causa e a frequência de ferimentos penetrantes no membro superior atendidos no Instituto de Ortopedia e Traumatologia da nossa instituição.
MÉTODOS O estudo se baseou em uma amostra de pacientes consecutivos atendidos no Instituto de Ortopedia e Traumatologia dessa instituição, demaio de 2014 amaio de 2016. Os dados foram coletados por contato telefônico, aplicou-se um questionário pré-estruturado sobre os dados e as características das lesões. A análise estatística foi feita de forma descritiva e a comparação das proporções através do teste de quiquadrado, associado ao valor de p, com significância < 5%.
RESULTADOS Foramconsiderados 1.648registros inicialmente e, após aplicados os critérios de exclusão e excluídos os duplicados, 598 pacientes foram incluídos na análise final. A maioria dos pacientes era do gênero masculino (77,80%), destros (95,82%), com média no momento do trauma de 37,27 anos. Os trabalhadores manuais foram os mais lesionados (50,00%) e a topografia mais acometida foram os dedos (51,84%). Dentre os agentes etiológicos, destaque para o vidro (33,77%). A prevalência de pacientes comamputação foi maior nos ferimentos por máquinas industriais (p < 0,05) quando comparada com outros agentes etiológicos. Pacientes com menos de 18 anos apresentaram maior frequência de ferimentos ocasionadas por vidro (p < 0,05). Já os pacientes com 60 anos ou mais apresentaram maior prevalência de ferimentos pormáquina de corte (p < 0,05). Mulheres apresentaram maior frequência de ferimentos por lâmina e por vidro (p < 0,05). Os trabalhadores manuais apresentaram maior prevalência de ferimentos por máquinas de corte e industriais (p < 0,05) e maior prevalência de amputações (p < 0,05).
CONCLUSÃO O agente etiológico mais frequente é o vidro, com relevância maior em menores de 18 anos. Em mulheres e idosos, há grande frequência de lesões causadas por lâminas e máquinas de corte, respectivamente. Lesões de maior gravidade são causadas por máquinas, associadas a atividade laboral.


Palavras-chave: ferimentos penetrantes; traumatismos da mão; estudos transversais

Reconstrução de membro inferior– retalho fasciocutâneo sural*

Antonio Lourenco Severo; Eduardo Felipe Mandarino Coppi; Haiana Lopes Cavalheiro; Alexandre Luiz Dal Bosco; Danilo Barreto; Marcelo Barreto Lemos

Rev Bras Ortop. 2019;54(2):128-133 - Artigo Original

OBJECTIVE The present study aims to evaluate the use of the reverse-flow sural fasciocutaneous flap to cover lesions in the distal third of the lower limb.
METHODS A total of 24 cases were analyzed, including 20 traumatic injuries, 3 sports injuries, and 1 case of tumor resection.
RESULTS Among the 24 evaluated medical records, 16 patients were male, and 8 were female. Their age ranged from 6 to 75 years old. Most of the patients evolved with total healing of the flap (n= 21). There was only one case of total necrosis of the flap in an insulin-dependent diabetic, high blood pressure patient, evolving to subsequent limb amputation. In two cases, there was partial necrosis and subsequent healing by secondary intention; one of these patients was a heavy smoker. Complications were associated with comorbidities and, unlike other studies, no correlation was observed with the learning curve. There was also no correlation with the site or size of the lesion to be covered.
CONCLUSION It is clinically relevant that the success rate of the reverse-flow sural fasciocutaneous flap technique was of 87.5%. This is a viable and effective alternative in the therapeutic arsenal for complex lower limb lesions.


Palavras-chave: retalhos cirúrgicos; nervo sural/ transplante; fáscia/transplante; traumatismos da perna

DISPOSITIVO DE TRAÇÃO DO MEMBRO SUPERIOR PARA OSTEOSSÍNTESES INTRAMEDULARES BLOQUEADAS ANTERÓGRADAS DE FRATURAS DIAFISÁRIAS DE ÚMERO

Mário Chaves Corrêa; Felipe Antônio Gomes; Daniel Campos Linhares; Lucas Braga Jacques Gonçalves; José Carlos Souza Vilela; Ronaldo Percopi de Andrade

Rev Bras Ortop. 2010;45(3):316-321 - Nota Técnica
As fraturas diafisárias de fêmur e tíbia no adulto são, na sua maioria, tratadas cirurgicamente, geralmente através de osteossínteses intramedulares bloqueadas. Algumas fraturas diafisárias cominutivas e/ou muito desviadas podem representar um verdadeiro desafio técnico. As mesas de fraturas (ou ortopédicas), que permitem a estabilização instrumental vertical, horizontal e rotacional do membro, facilitam enormemente as manobras de redução e de colocação do implante e são amplamente utilizadas pelos cirurgiões ortopédicos. As fraturas diafisárias de úmero são, na sua maioria, tratadas não cirurgicamente. Entretanto, algumas requerem o tratamento cirúrgico, cujas indicações estão bem definidas na literatura. Podem ser fixadas através de placas ou de hastes intramedulares por via anterógrada ou retrógrada. No úmero, as manobras de redução da fratura e estabilização do membro para a implantação da haste intramedular são realizadas manualmente, geralmente por dois auxiliares e, por serem sujeitas à fadiga muscular, podem ser menos eficientes. O objetivo deste trabalho é apresentar um dispositivo externo de tração do membro superior para utilização em osteossínteses intramedulares bloqueadas anterógradas de fraturas diafisárias de úmero que permite a estabilização vertical, horizontal e rotacional do membro superior, de maneira similar àquela utilizada para os membros inferiores. O dispositivo é portátil, de construção simples, e pode ser instalado em qualquer mesa cirúrgica equipada com trilhos laterais. Foi utilizado no tratamento cirúrgico de 29 fraturas diafisárias de úmero com haste intramedular bloqueada anterógrada. Nossa experiência foi extremamente positiva. Não tivemos nenhuma complicação relacionada à sua utilização, que acreditamos ter facilitado, de maneira notável, os procedimentos cirúrgicos. Descritores - Fraturas do úmero/cirurgia; Diáfise; Fixação intramedular de fraturas.

AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO DO MEMBRO SUPERIOR NOS PACIENTES COM PARALISIA OBSTÉTICA APÓS CIRURGIA DE SEVEL-L'EPISCOPO MODIFICADA

José Roberval de Luna Cabral; Bruno Eiras Crepaldi; Marina Tommasini Carrara de Sambuy; Antonio Carlos da Costa; Yussef Ali Abdouni; Ivan Chakkour

Rev Bras Ortop. 2012;47(4):451-454 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar a função do membro superior acometido, por meio do escore de Mallet, nos pacientes com contratura em rotação medial do ombro submetidos à cirurgia de Sever-L'Episcopo modificada, e correlacionar a evolução com a idade e com o tempo de seguimento pós-operatório. Métodos: Dezesseis pacientes foram avaliados, sendo comparadas as medidas pré e pós-operatórias do escore de Mallet, e correlacionada a diferença entre esses valores com a idade no momento da cirurgia e tempo de seguimento. Resultado: Observou-se melhora do escore de Mallet pós-operatório estatisticamente significante, enquanto a correlação da diferença dos valores do escore com a idade e o tempo de seguimento não foram estatisticamente significantes. Conclusão: A cirurgia de Sever- L'Episcopo modificada proporcionou melhora da função do membro superior, de acordo com o escore de Mallet. Não houve relação entre a idade e o tempo de seguimento com a função do membro. Descritores - Paralisia Obstétrica; Ombro; Plexo Braquial.

Cirurgia ambulatorial - Experiêcia com 1.651 procedimentos na mão e membro superior*

WALTER MANNA ALBERTONI; FLÁVIO FALOPPA; VILNEI MATTIOLI LEITE; JOSÉ LAREDO FILHO

Rev Bras Ortop. 1995;30(4):- - Artigo Original
Os autores relatam a experiência da Disciplina de Cirurgia da Mão e Membro Superior da Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, em 1.651 cirurgias realizadas em nível ambulatorial, no período de maio de 1993 a dezembro de 1994. Analisam a situação deste tipo de procedimento em alguns países da Europa e nos Estados Unidos. Apresentam seus resultados e discutem as indicações, os critérios de seleção dos pacientes, a posição dos anestesiologistas e as vantagens dos procedimentos cirúrgicos sem internação.

Restauração funcional do membro superior pela transferência do músculo grande dorsal*

EDIE BENEDITO CAETANO; ANDRÉ NACHILUK; SERGIO BRANDI; JOÃO JOSÉ SABONGI NETO; JOSÉ DOS SANTOS NUNES; LUIZ ANGELO VIEIRA

Rev Bras Ortop. 1995;30(4):- - Artigo Original
Este trabalho apresenta nossa experência com 12 pacientes que apresentavam graves paralisias no membro superior resultantes de lesões do plexo braquial e de necroses teciduais conseqüentes de contratura isquêmica de Volkmann ou de outros traumatismos. Pela análise de literatura, observa-se que alguns músculos têm sido utilizados como doador de forma livre ou pediculado, na tentativa de minimizar a perda funcional dos membros afetados. Nossa experiência foi pelo músculo grande dorsal, o qual foi dissecado, ficando preso apenas pelo seu pedículo vascular. A seguir, este foi transposto para a face anterior do braço, com a finalidade de restaurar a flexão do cotovelo em oito casos e a flexão dos dedos em quatro casos. Os resultados funcionais são apresentados. Os principais aspectos referentes à técnica cirúrgica são discutidos.

Uso do enxerto ósseo vascularizado de fíbula no tratamento de infecções ósseas graves no membro superior

RONALDO J. AZZE; RAMES MATTAR JR.; EMYGDIO J. L. DE PAULA

Rev Bras Ortop. 1993;28(3):- - Artigo Original
Os autores relatam sua experiência no tratamento de nove pacientes portadores de processos infecciosos graves nos ossos do membro superior, com o enxerto ósseo vascularizado de fíbula. Os pacientes foram operados entre 1985 e 1991 e o seguimento médio foi de 29,5 meses. As perdas ósseas segmentares variaram de 6 a 10cm, com média de 7,8cm. A viabilidade do enxerto ósseo foi testada através de cintilografia e de monitores de pele. Houve sobrevida do enxerto e sucesso na reconstrução em 88,8% dos pacientes.

Emprego do enxerto cortical autólogo retardado na correção de falhas ósseas diafisárias, com ênfase no membro superior*

MARCOS ROGÉRIO MAZER; CLÁUDIO HENRIQUE BARBIERI; NILTON MAZZER

Rev Bras Ortop. 1999;34(5):- - Artigo Original
É relatada a experiência dos autores com o emprego do enxerto cortical autólogo retardado para a correção de defeitos ósseos diafisários, principalmente no membro superior. O enxerto retardado é, por definição, aquele que é preparado três a quatro semanas antes do transplante para o local receptor. A técnica foi utilizada em 17 pacientes (seis mulheres e 11 homens, com idade média de 22 anos) para defeitos resultantes principalmente de fraturas fechadas ou expostas, que desenvolveram infecção e perda de tecido ósseo, afetando o úmero (1), o rádio (7), a ulna (4), rádio e ulna juntos (2), o primeiro metacarpiano (1) e o fêmur (2). O comprimento médio da falha foi de 5,7cm, com variação de 2 a 11cm, e o enxerto foi preparado na face ântero-medial de uma das tíbias com pelo menos 1,5cm a mais em comprimento do que o defeito. A aplicação do enxerto foi combinada com a fixação interna rígida com uma placa AO tipo DCP 3,5mm na maior parte dos casos, de modo a permitir mobilização precoce. O enxerto incor-porou-se sem a necessidade de outro procedimento adicional de enxertia em 14 pacientes, num período médio de 22,9 semanas. A complicação mais freqüente foi a infecção (quatro casos), controlada por meio de desbridamento, limpeza cirúrgica e antibióticos. A análise comparativa das radiografias iniciais e finais dos enxertos mostrou um aumento na sua espessura, na maioria dos casos restaurando o diâmetro original da diáfise. Os autores concluem que o enxerto cortical retardado provê bom suporte mecânico e que se incorpora rapidamente, sendo o aumento da sua espessura provavelmente o resultado de osteoindução. E que é, portanto, uma técnica recomendável para corrigir falhas diafisárias dos ossos longos, principalmente do membro superior, sendo uma alternativa a procedimentos mais sofisticados como o transplante revascularizado de fíbula.

Reconstrução cirúrgica das lesões ligamentares agudas do cotovelo*

OSVANDRÉ LECH; TATIANA PITÁGORAS; JAIME BARBOSA; ANTÔNIO SEVERO

Rev Bras Ortop. 1998;33(12):- - Artigo Original
Os autores apresentam a experiência inicial no tratamento de sete lesões ligamentares agudas de cotovelo tratadas cirurgicamente através da reconstrução dos ligamentos colaterais e cápsula articular anterior, entre novembro de 95 e maio de 98. Três pacientes são masculinos e quatro femininos, com idades variando entre 20 e 48 anos. Quatro pacientes tiveram a lesão durante a prática de esportes. O seguimento médio é de 18 meses. Todos os pacientes apresentavam óbvia instabilidade ligamentar em valgo ou varo, após luxação traumática associada ou não a outras lesões do cotovelo. Devido à estabilidade obtida pela reparação cirúrgica, os pacientes iniciaram mobilidade ativa precoce, evitando as complicações mais freqüentes: rigidez, dor e calcificação heterotópica. A mobilidade final foi considerada funcional e todos os pacientes retornaram ao mesmo nível de atividade profissional e continuaram a praticar esportes. O diagnóstico de lesão ligamentar aguda de cotovelo deve ser lembrado com mais freqüência no atendimento das luxações e fraturas-luxa-ções do cotovelo e o tratamento cirúrgico é uma opção a mais no armamentarium ortopédico.

Técnica cirúrgica de reconstrução do ligamento cruzado posterior com o uso de enxerto do tendão patelar

CARLOS ALBERTO CURY FAUSTINO

Rev Bras Ortop. 1996;31(2):- - Artigo Original
O autor descreve a experiência no tratamento da instabilidade posterior crônica do joelho (lesão do ligamento cruzado posterior combinada) com o enxerto do tendão patelar e a utilização do guia tibial. Foram operados 12 pacientes utilizando a mesma técnica cirúrgica, acompanhados num período que variou de três a 36 meses, mostrando resultados satisfatórios diante da gravidade das lesões.

AVALIAÇÃO FUNCIONAL DA RECONSTRUÇÃO CIRÚRGICA DO CANAL VERTEBRAL NOS PACIENTES PORTADORES DE ESPONDILOSE CERVICAL COM A TÉCNICA DE LAMINOPLASTIA

OSMAR AVANZI; LIN YU CHIH; ROBERT MEVES; GUSTAVO MERHEB PETRUS

Rev Bras Ortop. 2005;40(8):- - Artigo Original
Objetivo: Analisar retrospectivamente o resultado do tratamento cirúrgico da espondilose cervical degenerativa por meio da utilização da técnica de laminoplastia. Material e método: Treze pacientes submetidos a laminectomia cervical após seguimento médio de 10 meses, variando de seis a 48 meses, foram avaliados de acordo com a escala de Nurick. Todos os pacientes eram do sexo masculino e a média de idade era de 58 anos, variando de 41 anos a 71 anos. Resultado: Em relação ao quadro neurológico, três pacientes (23%) melhoraram, nove permaneceram com o quadro clínico inalterado (69%) e um (8%) piorou. A avaliação do prontuário, entretanto, revelou que, dos 13 pacientes, 12 referiam melhora, principalmente, da sensibilidade e da espasticidade. Como complicações, dois pacientes apresentaram paresia transitória do deltóide no período pós-operatório e evoluíram com recuperação neurológica completa. Entre os pacientes, um evoluiu com perda da lordose cervical, mas nenhum apresentou espondilolistese no pós-operatório. Apesar da melhora subjetiva referida por 12 entre 13 pacientes, observou-se melhora objetiva segundo a escala de Nurick em apenas três pacientes (23%). Conclusão: Os autores acreditam que a demora na execução do tratamento cirúrgico, em média, de 15 meses, foi um dos fatores que contribuíram para o prognóstico da recuperação neurológica. Descritores - Coluna vertebral; mielopatia; compressão da medula espinhal; laminectomia; estudos retrospectivos. 

Excisão de osteoma osteóide por trefina orientada pela tomografia computadorizada*

ALEXANDRE DAVID, ALDEMAR ROBERTO RIOS, RICARDO P. TARRAGÔ, GUSTAVO KAEMPF DE OLIVEIRA, MARCELO MÂNICA GARZELLA, RICARDO KAEMPF DE OLIVEIRA

Rev Bras Ortop. 1997;32(5):- - Artigo Original
RESUMO
Os autores apresentam sua avaliação preliminar em nove pacientes com osteoma osteóide, tratados por ressecção com o uso de trefina orientada pela tomografia computadorizada. Reportam a baixa morbidade do método e o alto índice de cura da lesão, sem nenhuma recidiva nos casos assim tratados.

RISCOS E CONSEQUÊNCIAS DO USO DA TÉCNICA TRANSPORTAL NA RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR: RELAÇÃO ENTRE O TÚNEL FEMORAL, A ARTÉRIA GENICULAR LATERAL SUPERIOR E O EPICÔNDILO LATERAL DO CÔNDILO FEMORAL

Diego Costa Astur; Vinicius Aleluia; Ciro Veronese Santos; Gustavo Gonçalves Arliani; Ricardo Badra; Saulo Gomes Oliveira; Camila Cohen Kaleka; Moisés Cohen

Rev Bras Ortop. 2012;47(5):606-610 - Artigo Original
Objetivo: Definir zona de segurança para evitar possíveis complicações vasculares e ligamentares durante a reconstrução do ligamento cruzado anterior. Métodos: Reconstrução artroscópica com uso de técnica transportal e transtibial em joelhos de cadáver foi realizada seguida de dissecção e mensuração da distância entre o túnel femoral e a inserção proximal do ligamento colateral lateral e o túnel femoral e a artéria genicular lateral superior. Resultados: A mensuração das distâncias analisadas mostra uma aproximação maior do principal ramo da artéria genicular lateral superior e da inserção proximal do ligamento colateral lateral com o túnel femoral, realizado com a técnica transportal. Conclusão: Percebemos que o uso da técnica transportal para reconstrução artroscópica do LCA apresenta maior probabilidade de lesão da artéria genicular lateral e da inserção do ligamento colateral lateral, favorecendo complicações pós-cirúrgicas como instabilidade do joelho, osteonecrose do côndilo femoral lateral e ligamentização do enxerto. Descritores - Ligamento Cruzado Anterior; Procedimentos Cirúrgicos Minimamente Invasivos; Artérias; Fêmur

POR QUE O PACIENTE SUBMETIDO À RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR NO BRASIL PERMANECE INTERNADO POR UM PERÍODO SUPERIOR A OUTROS PAÍSES? AVALIAÇÃO PROSPECTIVA DE 30 PACIENTES E APRESENTAÇÃO DE POSSÍVEIS CRITÉRIOS DE ALTA HOSPITALAR

Diego Costa Astur; Pedro Gabriel Riboli Navarro; Lucas Furtado Fonseca; Gustavo Gonçalves Arliani; Vinicius Aleluia; Ciro Veronese; Camila Cohen Kaleka; Moisés Cohen

Rev Bras Ortop. 2013;48(4):336-340 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar o momento considerado ideal pela equipe médica e pelo paciente para receber alta e relacioná-lo com possíveis critérios de alta médica. Métodos: Foram submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior sob condições semelhantes 31 pacientes avaliados prospectivamente sobre a possibilidade de alta médica com 24 e 48 horas de cirurgia e possíveis critérios de alta, como dor, arco de movimento e capacidade de contração do quadríceps, além do uso de uma escala validada para medir a independência funcional motora do paciente. Resultados: A permanência hospitalar após 24 horas de cirurgia é preferida por 50% dos pacientes, enquanto que 6,3% preferem permanecer por mais de 48 horas após a cirurgia. A média do valor da escala visual analógica de dor foi de 2,63 e 1,76 pontos; e o arco de movimento de 79º e 86,7º após 24 e 48 horas, respectivamente. Todos os pacientes foram capazes de contrair o quadríceps em todos os momentos avaliados. Conclusão: No Brasil, critérios possíveis de alta, como avaliação da dor, do arco de movimento, do controle do quadríceps e da independência funcional motora, mostram que seria possível o paciente submetido à reconstrução artroscópica do LCA receber alta com 24 horas. Entretanto, 50% dos pacientes ainda preferem permanecer internados no hospital por período mais prolongado. Keywords - Alta do paciente Ligamento cruzado anterior Tempo de internação

Reconstrução artroscópica do ligamento cruzado anterior com enxerto do tendão quadricipital: estudo das características dimensionais do tendão e da técnica cirúrgica *

MARCOS JOSÉ CORTELAZO; MOISÉS COHEN; LUIZ AURÉLIO MESTRINER; MÁRIO CARNEIRO FILHO

Rev Bras Ortop. 2002;37(6):- - Artigo Original
Os autores apresentam um estudo da reconstrução do LCA, utilizando o terço central do tendão quadricipital como enxerto autólogo. São analisadas as características dimensionais do tendão e é proposta uma técnica padrão para a retirada e preparação do enxerto, bem como sua fixação. O material é constituído por 26 pacientes, 26 joelhos. O tempo de seguimento variou de dois a 27 meses, com média de 10 meses. Ao ser retirado o enxerto, foi utilizada a espessura total do tendão e não houve a necessidade de preservar a bolsa sinovial subquadricipital. O comprimento médio encontrado do tendão foi de 84mm, a largura média de 32mm e a espessura média de 7mm, considerados satisfatórios, conferindo ao tendão quadricipital características favoráveis à sua utilização como enxerto para a cirurgia de reconstrução do LCA. A avaliação das reconstruções, com relação à diminuição da frouxidão dos joelhos, foi realizada pelo exame clínico, que utilizou as manobras da gaveta anterior em rotação neutra, de Lachman e do pivot-shift. Os resultados mostraram-se satisfatórios e houve tendência a menor frouxidão nos joelhos, cuja fixação tibial foi associada ao enxerto ósseo colocado sob pressão.

ARTROPLASTIA DE EXCISÃO DO TRAPÉZIO E INTERPOSIÇÃO TENDINOSA NA RIZARTROSE: ESTUDO PROSPECTIVO

Walter Gomes Pinheiro Junior; Renan Moukbel Chaim; Henrique Bella Freire de Carvalho; Walter Manna Albertoni; Flávio Faloppa; João Baptista Gomes dos Santos

Rev Bras Ortop. 2011;46(1):75-82 - Artigo Original
 Objetivo: Avaliar prospectivamente os resultados de uma série de pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico da rizartrose, com a técnica de ressecção do trapézio associada à interposição de um novelo do tendão abdutor longo do polegar. Métodos: De maio a agosto de 2005, 10 pacientes foram submetidos ao tratamento cirúrgico da rizartrose. Foram incluídos pacientes com osteoartrose primária da articulação trapézio-metacárpica, estágios II, III, IV da classificação de Eaton, com dor persistente refratária ao tratamento clínico. Para avaliação funcional foi utilizada a escala visual analógica, questionário DASH e o escore de Buck-Gramcko. Na avaliação global do paciente foram mensuradas as forças de preensão palmar, pinça polpa a polpa, pinça lateral, pinça de três pontos, oponência e abduções radial e palmar. Realizou-se, ainda, o índice de migração do primeiro metacarpal na radiografia de repouso e sob estresse. Resultados: Foram considerados bons, no alívio da dor (p = 0,005), com melhora da função na avaliação pelo DASH módulos 2 (p = 0,02) e 3 (p = 0,022) O escore de Buck-Gramcko apresentou um resultado excelente e três ótimos. Houve melhora em quase toda avaliação global, sendo não significante apenas na pinça lateral e abdução. Em todos pacientes houve migração do primeiro metacarpal. Conclusão: A trapeziectomia associada à interposição de um novelo do tendão abdutor longo do polegar mostrou-se uma técnica de execução relativamente simples e eficaz no alívio da dor e na melhora funcional.Descritores - Osteoartrite; Polegar; Trapézio; Artroplastia.

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