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Busca por: Tumor de células gigantes do sacro inoperável: opções terapêuticas e controle da dor*

Tumor de células gigantes do sacro inoperável: opções terapêuticas e controle da dor*

Eneida de Mattos Brito Oliveira Viana; Katia Torres Batista; José Leite Carneiro

Rev Bras Ortop. 2019;54(3):347-352 - Relato de Caso

O tumor de células gigantes (TCG) do sacro é raro e seu tratamento é complexo, devido à dificuldade para a exerese cirúrgica e a baixa resposta às outras opções terapêuticas. Entre os desafios relacionados a este tumor está o controle do seu crescimento e da dor. No presente trabalho, relatamos um caso de tumor de células gigantes do sacro inoperável, apresentando as opções terapêuticas de embolização e de radioterapia para o controle da dor. Relato do caso: paciente do sexo masculino, admitido aos 39 anos de idade, apresentando dor na região sacral com irradiação para os membros inferiores (MMII), com diagnóstico de TCG do sacro inoperável. Realizou-se embolização, uso de interferon, radioterapia, tratamento da dor com opioides e medicamentos adjuvantes, associados a programa de reabilitação. Descreveu-se o difícil controle do crescimento tumoral e da dor ao longo do seguimento, com desfecho estável após 9 anos.


Palavras-chave: tumores de células gigantes; ortopedia; dor crônica.

Tumor de células gigantes do sacro* Relato de caso

PEDRO PÉRICLES RIBEIRO BAPTISTA; JOSÉ DONATO DE PRÓSPERO; FLORINDO VOLPE NETO; REGINA YUMI SAITO; RODRIGO MONTEZUMA CESAR DE ASSUMPÇÃO; MARCOS SANMARTIN FERNANDEZ

Rev Bras Ortop. 1996;31(11):- - Relato de Caso
Os autores relatam caso de tumor giganto-celular (TGC) do sacro em uma paciente de oito anos e três meses de idade. O TGC é entidade raramente vista em pacientes esqueleticamente imaturos, como também em localização sacral. Existem poucos casos descritos na literatura. Em nosso serviço tratamos de sete pacientes até o momento. Este chama a atenção por ser o paciente mais jovem até agora descrito. Os estudos publicados mencionam comprometimento neurológico freqüente, embora este aspecto não tenha estado presente neste caso.

Tumor de células gigantes*

PEDRO PÉRICLES RIBEIRO BAPTISTA; JOSÉ DONATO DE PRÓSPERO; EDUARDO SADAO YONAMINE

Rev Bras Ortop. 2001;36(7):- - Atualizaçao
O tumor de células gigantes é neoplasia de natureza mesenquimal, caracterizada pela proliferação de células gigantes multinucleadas (gigantócitos) que se assemelham aos osteoclastos, em meio de estroma de células mononucleadas (fig. 1a). Também é conhecido como osteoclastoma e tumor giganto-celular, sendo corrente o emprego das siglas TCG ou TGC. Foi primeiramente descrito por Sir Astley Cooper(1) em 1818. Posteriormente, Paget (1853)(2) denominou-o "tumor marrom ou mielóide". Nelaton (1860)(3) descreveu suas características clínicas e histológicas, salientando sua agressividade local e dando-lhe o nome de "tumor a mieloplaxis". Gross (1879)(4) insistiu sobre sua benignidade e ressaltou as dificuldades de diagnóstico diferencial com "a variante aneurismática do sarcoma medular". Com o advento da radiologia, apurou-se o diagnóstico diferencial dessa lesão e Bloodgood (1923)(5) propôs a denominação de "tumor benigno de células gigantes".

Tumor de células gigantes em pacientes com imaturidade esquelética*

ALBERTO T. CROCI; OLAVO P. CAMARGO; NANY R. B. OLIVEIRA; RUBENS CAMPOS F.; SÉRGIO Y. OKANE

Rev Bras Ortop. 1994;29(9):- - Artigo Original
Os autores estudam 252 casos de tumor de células gigantes (TGC) atendidos no Departamento de Ortopedia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo no período de 1944 a 1993; encontram apenas dois casos (0,8%) de localização estritamente metafisária, sendo que estes pacientes ainda não haviam completado sua maturidade esquelética. Apresentam os casos e discutem o quadro clínico, procedimentos realizados e resultados cirúrgicos. Não houve recidiva do tumor, com bom resultado funcional na evolução de 34 e seis meses, respectivamente. Concluem que o TGC metafisário é entidade rara em pacientes que ainda apresentam imaturidade do sistema músculo-esquelético.

O estado da arte no diagnóstico e tratamento do tumor de células gigantes

Olavo Pires de Camargo

Rev Bras Ortop. 2002;37(10):- - Atualizaçao
As neoplasias ósseas são relativamente raras, correspondendo a 2% das neoplasias em geral. Os TCG constituem 8% dos tumores ósseos primários. São freqüentes entre os povos asiáticos, como na China, onde a incidência corresponde a 20% dos tumores ósseos. O tumor de células gigantes é uma neoplasia óssea benigna agressiva de comportamento biológico incerto, constituído histologicamente por células gigantes multinucleadas dispersas pelo tecido tumoral, cujo núcleo apresenta as mesmas características das células ovóides e fusiformes que formam o seu estroma.

Tumor de células gigantes da bainha tendinosa no nível dos dedos: exérese através da incisão circunferencial*

JEFFERSON BRAGA SILVA; GUSTAVO NORA CALCAGNOTTO; JULIANA SCOLARI; MONIK FRIDMAN

Rev Bras Ortop. 2002;37(4):- - Artigo Original
Tumor de células gigantes da bainha tendinosa (TCGBT) é o segundo tumor mais freqüente na mão. O tratamento preconizado é a sua excisão completa. A remoção incompleta do tumor e a presença de lesões satélites não identificadas estão relacionadas com a recorrência. Os autores preconizam a utilização de uma incisão circunferencial visando melhor abordagem ao tumor e a proteção dos pedículos vasculonervosos. São apresentados os resultados de uma série de 25 casos de TCGBT tratados com excisão completa utilizando a incisão circunferencial. A maioria dos pacientes era do sexo feminino, com idade média de 53 anos; o tempo de seguimento médio foi de 60 meses. Não se observou necrose parcial ou total da incisão preconizada e, até o momento, recorrência do tumor.

Tratamento do tumor de células gigantes ao nível do joelho pela técnica de Putti-Juvara modificada: amostragem-casuística*

LUIZ ANTÔNIO V. M. SANTOS; MAX R. F. RAMOS; PAULO ANDRÉ T. QUARANTA; WERTHER J. GOMES

Rev Bras Ortop. 1998;33(1):- - Artigo Original
Oito pacientes apresentando tumores de células gigantes localizados em região proximal de tíbia ou região distal de fêmur foram tratados pela técnica de Putti-Juvara modificada (ressecção local e artrodese utilizando placaparafusos com enxerto cortical segmentar autógeno obtido da extremidade adjacente. Observaram-se apenas duas recidivas locais. O método permitiu membro estável e o retorno dos pacientes a seus estilos de vida em aproximadamente um ano.

O método de Ilizarov na substituição de tumor de células gigantes*

JAIR SIMMER; BERNARDO SURERUS; JAIR SIMMER FILHO

Rev Bras Ortop. 1994;29(11/12):- - Artigo Original
Os autores apresentam caso de tumor de cé1ulas gigantes metáfiso-epifisário proximal da tíbia, sem comprometimento da cartilagem articular, e fazem considerações sobre a metodologia empregada, dando ênfase à preservação da função articular. Propõem o uso desta metodologia como uma ferramenta a mais no tratamento de tumores em que a cartilagem articular ainda não está significativamente acometida, o que raramente ocorre.

Tratamento do tumor de células gigantes pela técnica de Merle D'Aubigné-Juvara*

MARCO ANTÔNIO PERCOPE DE ANDRADE; FRANCISCO CARLOS SALLES NOGUEIRA

Rev Bras Ortop. 1993;28(3):- - Artigo Original
São apresentados cinco pacientes com tumor de células gigantes de comportamento agressivo ao redor do joeIho, que foram submetidos a ressecção e reconstrução da extremidade distal do fêmur ou proximal da tíbia com artrodese pela técnica de Merle D'Aubigné-Juvara. Em duas situações, houve recidiva prévia do tumor após curetagem e enxertia e, nas outras três, ocorreu compro-. metimento de toda a circunferência óssea, o que impediu a opção por tratamento mais conservador. O objetivo do trabalho é mostrar os resultados com a técnica utilizada, que continuasendo uma opção no tratamento do tumor de células gigantes de comportamento agressivo ao redor do joelho.

Tumor de células gigantes: análise sobre importância do diagnóstico precoce e perfil epidemiológico

Diego Firmino de Carvalho Diniz Ferraz; César Augusto Torres dos Santos; Victor Hugo Farias Costa; Antônio Marcelo Gonçalves Souza; Paulo Rogerio Gomes Lima

Rev Bras Ortop. 2016;51(1):58-62 - Artigo Original
    Objetivo: Presumir a relação entre o diagnóstico precoce do tumor de células gigantes (TCG) e o seu prognóstico, relacionar o tempo de surgimento dos sintomas com o estadiamento da lesão, por meio da classificação de Campanacci no momento do diagnóstico, e com tipo de tratamento. O objetivo secundário do estudo é traçar o perfil epidemiológico dos pacientes com TCG da região onde foram colhidos os dados e compará-lo com dados da literatura. Métodos: Avaliação de 61 pacientes diagnosticados com tumor de células gigantes ósseo quanto ao local de acometimento, idade, sintomatologia inicial, tempo do surgimento dos sintomas, classificação e tipo de tratamento em pacientes atendidos entre maio de 1994 e agosto de 2009. Resultado: Aponta o marco de dois meses após o início da sintomatologia como data limite, quando seria mais comum o diagnóstico de tumor estágio I de Campanacci e com 98,2% de chance de ser tratado de modo não agressivo, dados com relevância estatística (p = 0,017). A cada aumento de um mês a chance de um paciente ser diagnosticado com tumor em estágio avançado é 10,94% maior do que em relação aos outros dois estágios do tumor. Conclusão: O resultado do estudo sugere não somente a confirmação da hipótese opcional de que quanto mais precoce o diagnóstico de TCG, menos grave é a lesão, mas, principalmente, prediz a relação do tempo de surgimento do sintoma com a gravidade do tumor.

Estudo epidemiológico de recidiva de tumor de células gigantes no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia

Roberto Clayton Lima Oliveira Júnior; Marcelo Glauber da Silva Pereira; Pedro Braga Linhares Garcia; Patrícia Albuquerque dos Santos; Amanda dos Santos Cavalcanti; Walter Meohas

Rev Bras Ortop. 2016;51(4):- - Artigo Original
    Objetivos: O tumor de células gigantes (TCG) é uma neoplasia óssea benigna relativamente rara em adultos, porém seu comportamento biológico ainda é imprevisível. A incidência de recidiva local apresenta variação entre 0-65% em estudos internacionais, porém há poucos dados referentes a essa complicação em nossa população. Métodos: Foram coletadas informações sobre 155 pacientes com diagnóstico histológico confirmado de TCG, acompanhados no serviço de oncologia ortopédica da nossa instituição, de janeiro de 2000 a julho de 2014. As características demográficas foram avaliadas e comparadas entre os pacientes que apresentaram recidiva local durante o seguimento clínico. Resultados: Houve recidiva local em 26 pacientes (16,7%), dos quais 22 eram do sexo feminino (84,6%). A localização mais comum de recidiva local foi o fêmur distal (38,4%). Onze pacientes apresentaram recidiva precoce, enquanto 15 casos foram diagnosticados após 15 meses, o que representa, respectivamente, 42,3% e 57,7%. Metástases foram identificadas em cinco pacientes (3,2%). Conclusão: Os fatores relacionados ao tumor não evidenciaram aumento da incidência de recidiva local de tumor de células gigantes. O tratamento cirúrgico com margem intralesional é uma opção válida no tratamento de recidivas locais e não apresenta diferença de sobrevida livre de doença entre outros tipos de procedimentos. Tratamento clínico é reservado em casos de tumores irressecáveis ou impossibilidade de tratamento cirúrgico.

ENDOPRÓTESE NÃO CIMENTADA NO TRATAMENTO DE TUMOR DE CÉLULAS GIGANTES DE TÍBIA, 18 ANOS DE EVOLUÇÃO

Glauco Pauka Mello; Helio Ayabe Sonehara; Mario Armani Neto

Rev Bras Ortop. 2010;45(6):612-617 - Relato de Caso
Trata-se de um relato de caso de tumor de células gigantes de tíbia proximal justarticular com fratura patológica. Paciente do sexo feminino, apresentando dor e aumento de volume local após ocorrência de queda da própria altura. Foi submetida ao exame clínico, ao estudo radiográfico e biópsia por punção. Feito diagnóstico de tumor de células gigantes. A paciente foi então tratada com ressecção tumoral e utilização de endoprótese não convencional parcial de tíbia com preservação da superfície articular do platô tibial. A paciente evoluiu com melhora dos sintomas e manutenção da função articular do membro operado, ausência de recidiva e complicações, sem necessidade de reintervenções cirúrgicas em um seguimento de 18 anos. Descritores - Tumores de Células Gigantes; Tíbia; Joelho; Próteses e Implantes.

Tumor de células gigantes localmente avançado ao nível do joelho: tratamento e revisão da literatura

Ana Valeria Rigollino,,; Thiago Santos Fernando; Marcos Hajime Tanaka e Marcello Martins Souza

Rev Bras Ortop. 2017;52(4):473-478 - Artigo de Revisao
    O tumor de células gigantes (TCG) é um tumor ósseo benigno com características agressivas. São mais prevalentes na terceira e quarta décadas de vida e localizam-se preferencialmente na região epifisária dos ossos longos. Apresentam altas taxas de recorrência local, a qual depende do tipo de tratamento e da apresentação inicial do tumor. O risco de disseminação sistêmica (metástases pulmonares) gira em torno de 3%. Entre outubro de 2010 e agosto de 2014, nove pacientes com diagnóstico de TCG localmente avançados ou com fratura patológica ao nível do joelho foram submetidos a tratamento cirúrgico. O objetivo deste estudo foi avaliar os resultados decorrentes do tratamento, especialmente com relação à recidiva, e fazer uma revisão da literatura. Houve predominância do sexo masculino (77,7%). A localização mais comum foi o fêmur distal. Quatro pacientes (44%) apresentaram recidiva local no primeiro ano de pós- -operatório, três do fêmur distal e um na tíbia proximal. Dos três pacientes que apresentaram fratura patológica no momento do diagnóstico, um deles apresentou recidiva cinco meses após a cirurgia. O tratamento ainda é um grande desafio. Acreditamos que o melhor método de tratamento é a ressecção ampla com reconstrução da falha óssea com endoprótese não convencional. Os pacientes devem estar cientes e bem orientados quanto às possí- veis complicações e prejuízos funcionais que podem ocorrer em decorrência do tratamento escolhido e quanto à necessidade de novas intervenções cirúrgicas em médio e longo prazo

Tumor de células gigantes do colo do fêmur: relato de caso

Paulo Silva; Rogério Andrade do Amaral; Leandro Alves de Oliveira; Frederico Barra de Moraes; Eduardo Damasceno Chaibe

Rev Bras Ortop. 2016;51(6):739-743 - Relato de Caso
    Os autores apresentam um caso de uma paciente portadora de tumor de células gigantes do colo do fêmur esquerdo com invasão progressiva de tecido ósseo adjacente. Foi tratado inicialmente com esvaziamento por meio de curetagem local e enxertia autóloga com tabiques da fíbula, eletrofulgurac¸ão e preenchimento com metilmetacrilato. A paciente evoluiu com recidiva da lesão tumoral local após um ano, foi necessária uma nova intervenc¸ão cirúrgica, com ressecc¸ão em bloco da parte proximal do fêmur e fixac¸ão de endoprótese não convencional. São discutidos os aspectos clínicos e a abordagem terapêutica. O relato tem por func¸ão demonstrar a necessidade de abordar o tumor de células gigantes do colo do fêmur, em obediência aos princípios oncológicos de ressecc¸ão óssea, com prioridade para a total exé- rese do tumor e sua extensão local, preservac¸ão da integridade do membro e demonstrac¸ão da total falha de tentativas preservadoras no caso de acometimento do colo femoral.

Tratamento do tumor de células gigantes por curetagem, cauterização pela eletrotermia, regularização com broca e enxerto ósseo autólogo *

PEDRO PÉRICLES RIBEIRO BAPTISTA

Rev Bras Ortop. 1995;30(11/12):- - Artigo Original
Em estudo retrospectivo, selecionamos 23 pacientes com tumor de células gigantes (TCG) no joelho que foram submetidos a tratamento cirúrgico pela técnica de curetagem, cauterização por eletrotermia e enxerto ósseo autólogo, objetivando avaliar a eficácia desta técnica bem como estabelecer parâmetros para a sua indicação. A técnica utilizada possibilitou bons resultados oncológicos em 96% dos pacientes e boa função articular em 83% dos casos, em seguimento médio pós-operatório de quatro anos e um mês. Pelas avaliações radiográficas, constatamos que 52% dos pacientes evoluíram sem qualquer deformidade e o tempo médio de incorporação do enxerto foi de seis meses e meio. Parâmetros radiográficos estatisticamente significativos para a indicação cirúrgica foram: a) volume aproximado do tumor; b) presença de comprometimento da cortical; c) percentagem afetada do diâmetro da epífise na incidência de perfil; e d) distância entre o limite da lesão e a superfície articular. O acometimento de duas ou mais faces da cortical constituiu parâmetro estatisticamente mais importante do que o próprio volume aproximado do tumor para indicação cirúrgica.

Tumor de células gigantes Análise da invasão articular, fratura patológica recidiva local e metástase para o pulmão.

R. JESUS-GARCIA; MARCELO WAJCHENBERG; MARCELO APPARICIO FERNANDES JUSTINO; MARCOS KORUKIAN; HELIO IOSHITERU YSHIHARA; FERNANDO MIÉLE DA PONTE

Rev Bras Ortop. 1997;32(11):- - Artigo Original
Os autores apresentam avaliação de 39 tumores de células gigantes quanto a patologia, recidiva local, invasão articular e metástases pulmonares, em pacientes atendidos no período de janeiro de 1985 a dezembro de 1995, com seguimento médio de 47 meses. As lesões foram estadiadas em graus através das radiografias, tomografias e ressonância magnética e segundo a agressividade delas. Baseados no estadiamento pré-operatório, os pacientes fo-ram tratados através de curetagem ou ressecção da lesão com reconstrução do defeito criado por meio da utilização de auto-enxerto, homoenxerto, cimento acrílico ou endoprótese não convencional. A fratura patológica foi encontrada em 12 (30,7%) pacientes, a recidiva tumoral em 8 (20,5%) pacientes, a invasão articular em 2 (5,1%) pacientes e a metástase pulmonar em 1 (2,6%) paciente. A presença de fratura patológica não interferiu no tratamento e não houve relação entre sua presença e o aumento do número de recidivas locais. Em dois pacientes que apresentavam invasão articular, a cirurgia consistiu na ressecção da articulação comprometida e no paciente com metástase pulmonar, a imunoterapia foi o tratamento de escolha. Os autores discutem os índices de 30,7% de fraturas patológicas, 20,5% de recidivas locais, 5,1% de invasão articular e 2,6% de metástase pulmonar e compararam os dados encontrados com a literatura.

Emprego de enxerto livre osteoarticular autólogo de fíbula proximal no tratamento do tumor de células gigantes de rádio distal*

EDUARDO ANTÔNIO BERTACCHI UVO; CLARK MASAKAZU YAZAKI; JOÃO CARLOS MEDEIROS TEIXEIRA; JOSIAS VENTURIM; LUIZ AUGUSTO B. CAMPINHOS

Rev Bras Ortop. 1997;32(11):- - Artigo Original
Os autores apresentam sua experiência no tratamento do tumor de células gigantes na extremidade distal do rádio com o emprego de enxerto livre osteoarticular autólogo de fíbula proximal. São analisados os resultados de seis pacientes operados de 1990 a 1996 com seguimento médio de 43,0 meses. A idade variou de 22 a 60 anos, com média de 34,2 anos. O resultado funcional obtido foi: excelente e bom em quatro (66,6%), regular em um e mau em um caso. O tipo de tratamento instituído é uma boa opção terapêutica nos tumores de células gigantes com destruição importante do terço distal do rádio, em que se pretenda preservar a mobilidade articular do punho.

Translocação da ulna para tratamento de tumor de células gigantes do terço distal do rádio: indicação de exceção

OSVANDRÉ LECH; ANTONIO LOURENÇO SEVERO; LUIZ HENRIQUE PENTEADO DA SILVA; VOLNEI CORRÊA DA SILVA

Rev Bras Ortop. 1997;32(3):- - Relato de Caso
Dois pacientes com tumor de células gigantes (TCG) no terço distal do rádio foram tratados com a ressecção em bloco do tumor e medialização da ulna em relação ao punho, associado a artrodese. O tempo de evolução pós-ope-ratório é de 11 e cinco anos, respectivamente. Em ambos os casos não houve recidiva do tumor e a artrodese consolidou, permitindo boa funcionalidade da mão e ausência de dor.

TUMOR DE CÉLULAS GIGANTES EM FALANGE PROXIMAL COM METÁSTASE PULMONAR: RELATO DE CASO E REVISÃO DE LITERATURA

Frederico Carvalho de Medeiros; Fernando Carvalho de Medeiros; Izabella de Campos Carvalho Lopes; Guilherme Carvalho de Medeiros; Eduardo Carvalho de Medeiros

Rev Bras Ortop. 2011;46(2):205-210 - Relato de Caso
 Trata-se de um relato de caso de tumor de células gigantes (TCG) em falange proximal de terceiro dedo da mão esquerda com metástase pulmonar. A paciente apresentava dor no dedo sem história prévia de trauma. Foram realizados exame clínico, estudo radiográfico e ressonância nuclear magnética. Feito o estudo histológico, a partir de biópsia incisional, com hipótese de TCG. Foi submetida à amputação do dedo, confirmando o diagnóstico pela microscopia da peça. A paciente foi acompanhada devido ao risco de metástase pulmonar, evidenciada em estudo radiográfico e tomografia computadorizada de tórax, sendo submetida à toracotomia. Desde então, houve melhora dos sintomas referidos no pré-operatório e ausência de recidiva local e novas metástases. Descritores - Tumores de Células Gigantes/cirurgia; Falanges dos Dedos da Mão; Amputação; Metástase Neoplásica.

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