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Busca por: Avaliação clínica e radiológica dos pacientes submetidos a osteossíntese de rádio distal com placas bloqueadas – estudo retrospectivo*

Avaliação clínica e radiológica dos pacientes submetidos a osteossíntese de rádio distal com placas bloqueadas – estudo retrospectivo*

Jurandyr de Abreu Câmara; Saulo Fontes Almeida

Rev Bras Ortop. 2019;54(3):303-308 - Artigo Original

OBJETIVO O objetivo do presente trabalho foi realizar um estudo retrospectivo, com base no arquivo médico dos prontuários e das radiografias dos pacientes, avaliando seus dados socioeconômicos, assim como clinicamente e radiograficamente, os pacientes submetidos a osteossíntese de rádio distal com placas bloqueadas.
MÉTODOS Avaliou-se clinicamente e radiologicamente o pós-operatório, no Serviço da clínica de Ortopedia e Traumatologia do nosso hospital, entre os anos de 2016 e 2017.
RESULTADOS Na avaliação radiográfica, foram encontrados 22 (75,86%) resultados excelentes, 6 (20,69%) bons e 1 (3,45%) regular. Na avaliação clínica, o desvio ulnar obteve média de 28,40, desvio padrão (DP) de 3,0 e coeficiente de variação de 10,56%. O desvio radial obteve média de 22,93, DP de 2,2 e coeficiente de variação de 9,59%. A amplitude de movimento em flexão obteve média de 59,43, DP de 9,86 e coeficiente de variação de 16,59%. Já a extensão obteve média de 53,83, DP de 5,09 e coeficiente de variação de 9,46%.
CONCLUSÃO Concluímos que há correlação estatística entre os dados clínicos e radiográficos, e que a placa bloqueada é um método de tratamento com alto índice de sucesso no procedimento cirúrgico das fraturas de rádio distal.


Palavras-chave: fraturas ósseas; fraturas do rádio; fixação interna de fraturas; estudos retrospectivos.

FRATURA DISTAL DO RÁDIO EM PACIENTES COM MAIS DE 60 ANOS: PLACAS ORTOGONAIS VERSUS PLACA VOLAR

Edgard Novaes de França Bisneto; Emygdio José Leomil de Paula; Marcelo Rosa de Resende; Rames Mattar Júnior; Arnaldo Valdir Zumiotti

Rev Bras Ortop. 2010;45(6):590-595 - Artigo Original
Objetivo: Comparar os resultados do tratamento cirúrgico entre placa volar com estabilidade angular e placas ortogonais em fraturas instáveis de rádio distal em pacientes com mais de 60 anos. Métodos: Pacientes foram divididos em dois grupos tratados com placa volar ou placas ortogonais. Resultados clínicos e radiográficos foram analisados prospectivamente. Resultados: Os grupos de estudo apresentaram resultados clínicos e radiográficos semelhantes seis meses após a operação. No entanto três meses após a cirurgia, o grupo onde foi utilizada a placa volar obteve resultados superiores. Conclusão: Ambos os grupos apresentaram bons resultados funcionais. O tratamento cirúrgico facilita a reabilitação precoce. A técnica das placas ortogonais requer uma curva de aprendizado maior e apresentou mais complicações e piores resultados iniciais. Descritores - Fraturas do Rádio Distal; Placas Volares; Placas Ortogonais; Fraturas em Idosos.

AVALIAÇÃO CLÍNICA E RADIOLÓGICA EM MÉDIO PRAZO DOS PACIENTES PORTADORES DE DISPLASIA DO DESENVOLVIMENTO DO QUADRIL, SUBMETIDOS À REDUÇÃO ABERTA,

Válney Luiz Rocha; Guilherme Lima Marques; Leonardo Jorge Silva; Tiago Augusto Macedo Bernardes; Frederico Barra de Moraes.

Rev Bras Ortop. 2014;49(1):51-55 - Artigo Original
 Objetivo: avaliar o resultado clínico e radiológico do tratamento cirúrgico da displasia do desenvolvimento do quadril em médio prazo, por meio da redução aberta, da capsuloplastia e da osteotomia de Salter et al. Métodos: foram avaliados 13 pacientes, 13 quadris, entre 2004 e 2011, tratados cirurgicamente pela técnica proposta. Uma avaliação clínica e radiológica foi feita pelos critérios de Dutoit et al. e Severin et al., respectivamente. Resultados: nos 13 quadris acometidos o índice acetabular pré-operatório variou de 27? a 50? (média de 36) e, após correção cirúrgica, para 18,5? em média, com variação de 10? a 28?, de modo que as avaliações dos índices acetabulares pré e pós-operatórios apresentaram redução com significância estatística (p < 0,05). Quanto à avaliação clínica pós-operatória, foram encontrados: nove quadris ótimos (69,2%), três bons (23,1%), nenhum regular (0%) e um ruim (7,7%). Na avaliação radiológica, foram encontrados seis quadris ótimos (46,1%), três bons (23,1%), nenhum regular (0%) e quatro ruins (30,8%). Portanto, obtiveram-se resultados favoráveis em 92,3%, pois agrupam-se quadris com avaliação ótima e boa como satisfatórios e os com avaliação regular e ruim como insatisfatórios. Atente-se que não houve significância entre a ocorrência de complicações, a idade do paciente, o momento da cirurgia e o índice acetabular pré-operatório (p > 0,05). Como complicações ocorridas, têmse três subluxações isoladas e uma subluxação associada à necrose avascular da cabeça femoral. Conclusão: a redução aberta, a capsuloplastia e a osteotomia de Salter et al. são consideradas uma opção viável do ponto de vista clínico e radiológico em médio prazo para o tratamento da displasia do desenvolvimento do quadril. Descritores - Luxação congênita do quadril/cirurgia Procedimentos cirúrgicos operatórios/métodos Doenças do desenvolvimento ósseo Quadril/crescimento e desenvolvimento

Análise estatística da concordância na avaliação radiológica das fraturas de rádio distal submetidas a tração

Daniel Gonçalves Machado; Sergio Auto da Cruz Cerqueira; Alexandre Fernandes de Lima; Marcelo Bezerra de Mathias; José Paulo Gabbi Aramburu; Rodrigo Ribeiro Pinho Rodarte

Rev Bras Ortop. 2016;51(1):11-15 - Artigo Original
    Objetivo: Avaliar as classificações atuais da fratura da extremidade distal do rádio, pois as classificações feitas em radiografias tradicionais nas incidências anteroposterior e perfil têm sido questionadas quanto a sua reprodutibilidade e é sugerida pela literatura a necessidade de outras opções, com o uso das radiografias pré-operatórias submetidas a tração de fraturas de rádio distal, estratificados pelos avaliadores, com vistas a demonstrar quais classificações apresentam melhor confiabilidade estatística. Resultados: Na classificação Universal os resultados dos grupos de R3 e Staff apresentaram uma ótima correlação, com um p-valor estatisticamente significativo (p < 0,05). Quando avaliada a classificação de Frykman, nenhum grupo apresentou um resultado estatisticamente significativo. Na classificação AO, nos grupos R3 e Staff, a correlação foi alta (respectivamente 0,950 e 0,800) com um p-valor abaixo de 0,05 (respectivamente < 0,001 e 0,003). Conclusão: A tração para feitura das radiografias se mostrou com uma boa concordância principalmente nos grupos avaliadores de maior experiência (Staff) e no residente de 3 o ano e é uma boa tática na avaliação radiográfica da fratura da extremidade distal do rádio.

Avaliação clínica, radiológica e tratamento de 17 pacientes com tuberculose óssea na coluna vertebral*

EDUARDO BARROS PUERTAS; JOSÉ CARLOS MELO CHAGAS; MARCELO WAJCHENBERG; CARLOS CESAR CARDOSO D'ORTO

Rev Bras Ortop. 1999;34(1/2):- - Artigo Original
Foi realizado estudo retrospectivo de 17 pacientes com diagnóstico clínico e radiográfico de tuberculose óssea na coluna vertebral. Os pacientes foram acompanhados ambulatorialmente no período de fevereiro de 1982 até julho de 1997 no Hospital São Paulo da Universidade Federal de São Paulo-Unifesp/EPM. O objetivo do trabalho foi avaliar a região da coluna vertebral acometida, a evolução das curvas no início e no final do atendimento, pelo método de Konstan & Blesovsky(6) e o tratamento utilizado. Dos 17 pacientes avaliados, 9 (52,9%) apresentavam acometimento da coluna vertebral torácica, 3 (17,6%) tiveram acometimento da transição toracolombar, a coluna vertebral lombar foi atingida em 3 (17,6%) e 2 (11,9%) tiveram acometimento da coluna vertebral cervical. A principal alteração radiológica notada foi a cifotização da região acometida, que ocorreu em 15 (88,2%) pacientes; em 2 (11,8%), apesar do acometimento do corpo vertebral, não se notou a cifotização da região acometida. Todos os pacientes foram tratados com poliquimioterapia; 14 (82,4%) foram submetidos ao tratamento incruento (imobilização) e 3 (17,6%) foram abordados cirurgicamente. Dentre os 14 pacientes tratados incruentamente, notou-se o aumento da cifotização da região acometida em 7 (50%). Ao avaliar os pacientes que foram operados, notou-se aumento da cifotização em 2 (66,7%), 1 (33,3%) não apresentou aumento na cifotização do nível acometido após o tratamento cirúrgico. Em nenhum paciente houve diminuição da cifotização da região acometida, apesar de ter-se observado melhora clínica em todos.

O uso de placas bloqueadas pediátricas no quadril paralítico: resultados preliminares de 61 casos

Frederico Coutinho de Moura Vallim; Henrique Abreu da Cruz; Ricardo Carneiro Rodrigues; Caroline Sandra Gomes de Abreu; Eduardo Duarte Pinto Godoy; Marcio Garcia Cunha

Rev Bras Ortop. 2018;53(6):674-680 - Artigo Original

OBJETIVO: Avaliar os resultados clínicos e radiológicos da osteotomia varizante, de rotação eencurtamento da extremidade proximal do fêmur (OVRF) com uso de placa bloqueada empacientes com paralisia cerebral classificados pela escala Gross Motor Functional Classification System como IV e V.
MÉTODOS: Estudo retrospectivo de 42 pacientes (61 quadris) com paralisia cerebral, GrossMotor Functional Classification System IV e V, submetidos a OVRF. O seguimento mínimo pós-operatório foi de 24 meses. Foram avaliadas as características clínicas (idade na data dacirurgia, sexo, Gross Motor Functional Classification System, classificação geográfica da paralisia cerebral, padrão de acometimento motor), radiológicas pré e pós-operatórias (ângulo cérvico-diafisário, índice acetabular, índice de Reimers e tempo até a consolidação radiológica) e complicações pós-operatórias.
RESULTADOS: O ângulo cérvico-diafisário, índice acetabular e o índice de Reimers médios pré-operatórios foram respectivamente de 121,6º, 22,7º e 65,4% nos casos não complicados, vs.154,7º, 20,4º e 81,1% nos que evoluíram com complicações pós-operatórias. Todos os parâmetros apresentaram diferença significativa entre os valores pré e pós-operatórios (p < 0,05).O ângulo cérvico-diafisário e o índice de Reimers foram maiores no grupo com complicações(p < 0,0001). Não houve diferenças nas características clínicas, no tempo de imobilizaçãoou consolidação, exceto em relação ao grau Gross Motor Functional Classification System V (p< 0,0001). Foram observadas complicações pós-operatórias em 14 pacientes (33,3%). Desses,somente seis necessitaram reintervenção cirúrgica.
CONCLUSÃO: A placa bloqueada é um recurso seguro, com baixa taxa de complicac¸ões cirúrgicas e de técnica reprodutível para a OVRF na paralisia cerebral Gross Motor Functional Classification System IV e V. Maiores ângulos cérvico-diafisário, índices de Reimers e graus de Gross Motor Functional Classification System V estão ligados a maiores chances de complicac¸ões pós-operatórias.


Palavras-chave: Paralisia cerebral; Luxação do quadril; Osteotomia; Fêmur; Procedimentos cirúrgicos reconstrutivos

Avaliação clínica e radiográfica de pacientes com luxação congênita inveterada do quadril submetidos ao tratamento cirúrgico*

CARLO MILANI; AKIRA ISHIDA; JOSÉ ANTONIO PINTO; EIFFEL T. DOBASHI; MÁRCIO EDUARDO DE MELO VIVEIROS

Rev Bras Ortop. 1999;34(1/2):- - Artigo Original
O tratamento da luxação congênita do quadril (LCQ) tem como objetivo restabelecer a congruência articular pela redução concêntrica e estável da articulação coxofemoral, proporcionando, com isso, função e desenvolvimento adequados. Os autores avaliaram 18 pacientes (23 quadris) com LCQ inveterada levando-se em consideração o arco de movimento articular, a contratura em flexão do quadril e a discrepância entre os membros inferiores. Foi também realizada uma análise radiográfica da necrose avascular da porção proximal do fêmur (NAPPF), do ângulo de Wiberg (CEA) pós-operatório e o índice acetabular (IA) pré e pós-operatório. Os pacientes foram tratados cirurgicamente pela redução cruenta do quadril, as-sociando-se a acetabuloplastia de Salter modificada e o encurtamento femoral. Os resultados foram avaliados clínica e radiograficamente, de acordo com uma classificação de seus resultados finais do ponto de vista estatístico, utilizando-se o teste de Wilcoxon. Com isso, os autores observaram 19 (86,36%) bons resultados, dois (9,09%) regulares e um (4,55%) insatisfatório.

Avaliação clínica de pacientes submetidos à distração osteogênica no membro inferior em hospital universitário

Francisco Macruz Baltazar Sampaio; Leilane Passoni Marçal; Diogo Gontijo dos Reis; Adolfo Watanabe Kasuo; Carlos Eduardo Cabral Fraga; Frederico Barra de Moraes

Rev Bras Ortop. 2016;51(5):521-526 - Artigo Original
    Objetivo: Avaliar as características clínicas dos pacientes submetidos à distração osteogênica por falha óssea em hospital universitário. Métodos: Estudo transversal, retrospectivo, com amostra de conveniência, de 2000 a 2012, das características clínicas de pacientes tratados e submetidos à distração osteogênica (transporte ósseo) com uso de fixador externo circular tipo Ilizarov. Foram usados os testes de qui-quadrado, exato de Fisher e U de Mann-Whitney, com nível de significância de 5% (p < 0,05). Resultados: Foram 33 casos, 28 homens (84,8%). A idade mais frequente foi entre 21 e 40 anos. A maioria dos pacientes (57,6%) era da região metropolitana. O segmento mais afetado foi a perna (75,8%) e o lado foi o esquerdo (66,7%). A causa mais frequente foi a pseudoartrose infectada (75,8%). O tipo de transporte ósseo feito foi principalmente o bifocal (75,8% dos casos). A média de procedimentos prévios em outra instituição foi de 2,62 cirurgias (desvio padrão de 1,93) e a dos feitos após o início do tratamento foi de 1,89 cirurgia (desvio padrão de 1,29). O tempo de uso de fixador externo foi de 1,94 ano (desvio padrão de 1,34), com mínimo de um ano e máximo de seis. As quatro complicações mais encontradas foram infecção de base de pinos (57,6% dos casos), equino (30,3%), infecção profunda (24,2%) e encurtamento (21,2%). Conclusão: A necessidade de distração osteogênica por falhas ósseas foi mais frequente em adultos jovens, homens, na perna, com transporte bifocal, após múltiplas cirurgias prévias, com média de aproximadamente dois anos de tratamento e com várias complicações (as infecções foram as principais).

Avaliação clínica e funcional de pacientes submetidos a artroplastia reversa com seguimento mínimo de um ano

Flávio de Oliveira França; José Marcio Alves Freitas; Pedro Couto Godinho; Dermerson Martins Gonçalves; Tertuliano Vieira; Ulisses Silva Pereira

Rev Bras Ortop. 2018;53(6):714-720 - Artigo Original

OBJETIVO: Avaliar os resultados clínicos e funcionais de pacientes submetidos a artroplastia reversa com seguimento mínimo de um ano.
MÉTODOS: Foram avaliados retrospectivamente 22 pacientes submetidos a artroplastia reversa de ombro pelo grupo de cirurgia e reabilitação de ombro da nossa instituição com análise pré e pós-operatória de exames de imagem, escala analógica da dor, amplitude de movimento e escala funcional ASES.
RESULTADOS: Dos 19 (86,3%) pacientes que apresentavam ASES pré-operatória classificada como péssimo/ruim, 11 (57,9%) evoluíram para bom/excelente após a intervenção, apresentaram melhoria da função, saíram de uma escala ASES pré-operatória média de 22 (±18,8) para uma pós-operatória de 64,8 (± 27,7; p = 0,031). Quanto à dor, observou-se melhoria da escala analógica da dor, apresentaram média pré-operatória de 7,64 (1-10) e pós-operatória de 2,09 (0-7; p < 0,001). Em relação à mobilidade, dos 22 pacientes, 15 (68,2%) apresentavam pseudoparalisia pré-operatória; desses, dez (66,7%) passaram a apresentar elevação anterior ativa superior a 90° após artroplastia reversa. Por outro lado, os pacientes sem pseudoparalisia não apresentaram ganho significativo de amplitude de movimento (p = 0,002). Foi observado ganho de elevação anterior ativa, com média pré-operatória de 76° (0-160°) e pós-operatória de 111° (0-160°; p = 0,002).
CONCLUSÃO: Apesar de ser um procedimento relativamente novo no Brasil, a artroplastia reversa de ombro pode ser usada com eficácia e segurança em pacientes que previamente apresentavam-se sem opções terapêuticas como artropatia do manguito rotador e revisões que proporcionam alívio de dor, melhoria da função e mobilidade do membro superior.


Palavras-chave: Artroplastia de substituição; Recuperação de função fisiológica; Amplitude de movimento articular; Resultado do tratamentor

ENSAIO CLINICO RANDOMIZADO DE OSTEOSSÍNTESE PERCUTÂNEA E MINIMAMENTE INVASIVA DAS FRATURAS DA EXTREMIDADE DISTAL DO RÁDIO. TRABALHO 42° TEOT

Marcio Aurélio Aita; Carlos Henrique Vieira Ferreira; Daniel Schneider Ibanez; Rafael Saraiva Marquez; Douglas Hideki Ikeuti; Rodrigo Toledo Mota; Marcos Vinicius Credidio; Edison Noboru Fujiki

Rev Bras Ortop. 2014;49(3):218-226 - Artigo Original
Objetivos:comparar o resultado clínico funcional dos pacientes com diagnóstico de fratura com desvio, redutível e instável da extremidade distal do rádio submetidos ao tratamento cirúrgico pela técnica de osteossíntese percutânea e minimamente invasiva com o uso de três tipos de implante: placa volar bloqueada, haste intramedular bloqueada e fixador externo. Comparar os resultados quanto à melhoria da qualidade de vida pelo questionário Dash e ao tempo de retorno ao trabalho. Métodos:divididos em três grupos (A, placa - 16; B, haste - 16; C, fixador externo - 16), 48 pacientes foram submetidos ao tratamento cirúrgico da fratura da extremidade distal do rádio, redutível e instável, classificação Rayhack (Tipo IIB), pelo método minimamente invasivo, com três tipos de implante: haste intramedular bloqueada, placa volar bloque-ada e fixador externo radio-radial. Estudo feito de janeiro de 2011 a dezembro de 2012. O tempo de seguimento foi de 12 meses. Parâmetros radiográficos, dor (escala VAS), medida do arco de movimento, força de preensão palmar e o questionário Dash foram avaliados na terceira e sexta semana e no sexto mês de pós-operatório. Resultados:numa análise vertical dos valores apresentados, observamos umamelhoria esta-tística significativa em todos os parâmetros clínicos analisados no estudo, nos três grupos. Em relação à análise horizontal, ou seja, na comparação dos grupos entre si, não houve diferenças estatísticas significativas quanto aos parâmetros radiográficos após o 12 ? mês de seguimento. O grau de força de preensão palmar, a medida do arco de movimento, VAS e Dash apresentaram, na terceira e sexta semana de pós-operatório, valores estatísticos signi-ficativos superiores nos grupos A e B. Um paciente do grupo B apresentou dor no punho, por provável proximidade do parafuso com o primeiro túnel extensor, que foi removido; e outro doCapresentoudor nopunho, no trajetodo ramo sensitivodonervo radial, pelapresençado pino de Schantz. Conclusão: a técnica minimamente invasiva é eficaz e segura, com melhoria clínica e funcional em todos os momentos do estudo. Ambos os três implantes são estáveis. Há superioridade estatística significativa dos resultados clínico-funcionais (grau de força e arco de movimento, Dash e VAS) até a sexta semana, para os grupos A (placa) e B (haste). No fim de 12 meses não há diferenças estatísticas significativas entre os grupos Descritores - Fraturas do rádio Fixação interna de fraturas Placas ósseas

Fraturas instáveis do fêmur: avaliação dos 27 primeiros pacientes tratados com hastes intramedulares bloqueadas

GILBERTO FERREIRA BRAGA; FERNANDO MILTON DA CUNHA; ÂNGELO PAULO LAZARONI

Rev Bras Ortop. 1998;33(6):- - Artigo Original
Levando-se em consideração que toda fase inicial de implantação de nova técnica deve ser rigorosamente analisada, os autores avaliam os resultados dos primeiros 27 pacientes portadores de 29 fraturas instáveis do fêmur tratadas com osteossíntese intramedular bloqueada e a foco fechado. Todos eram vítimas de traumatismos de alta energia, havendo predominância das fraturas do tipo III e IV de Winquist. Apesar da gravidade das lesões, as fraturas evoluíram para consolidação em 96% dos casos. São discutidos aspectos da técnica cirúrgica, as principais causas de erro e as complicações encontradas. O caso que evoluiu para falha completa do método, por erro técnico, é analisado e a conduta corretiva é apresentada.

AVALIAÇÃO CLÍNICA E RADIOLÓGICA APÓS PROCEDIMENTO DE SALTER E OMBRÉDANNE NA DISPLASIA DE DESENVOLVIMENTO DO QUADRIL

Válney Luiz da Rocha; André Luiz Coelho Thomé; Daniel Labres da Silva Castro; Leandro Zica de Oliveira; Frederico Barra de Moraes

Rev Bras Ortop. 2011;46(6):650-655 - Artigo Original
ObjetivoAvaliar o resultado clínico e radiológico em médio prazo do tratamento cirúrgico da displasia do desenvolvimento do quadril através da osteotomia do osso inominado de Salter e o encurtamento femoral de Ombrédanne. Métodos: Foram avaliados 14 pacientes, 18 quadris (sete quadris do lado direito e 11 do lado esquerdo), todos tratados cirurgicamente entre 1998 e 2008 pela técnica proposta. Foi realizada avaliação clínica e radiológica pelos critérios de Dutoit e Severin, respectiva -mente. Resultados: Nos sete quadris do lado direito o índice pré-operatório médio foi de 43,3º (40º a 50º), sendo corrigido cirurgicamente, em média, para 31,57º (24º a 42º), enquanto os 11 quadris do lado esquerdo tinham média pré-operatória de 42,1º (36º a 56º) evoluindo para 30,36º (20º a 44º), sendo que as avaliações dos índices acetabulares pré e pós-operatórios apresentaram significância estatística com P < 0,05. Na avaliação clínica foram encontrados sete quadris ótimos (38,9%), oito bons (44,4%), três regulares (16,7%) e nenhum ruim (0%). Agrupan-do quadris com avaliação boa e ótima como satisfatórios e os com avaliação ruim e regular como insatisfatórios, obtiveram--se resultados favoráveis em 83,3% dos casos. Não se obteve significância estatística entre a ocorrência de complicações e a idade do paciente, no momento da cirurgia, e o índice acetabular pré-operatório (p > 0,05). Como complicações, ocorreram uma subluxação, uma osteonecrose e uma osteonecrose associada à subluxação. Conclusão: O procedimento combinado de Salter e Ombrédanne é uma opção viável para o tratamento da displasia de desenvolvimento do quadril após o início da marcha.Descritores - Luxação Congênita do Quadril/cirurgia; Procedi -mentos Cirúrgicos Operatórios/métodos; Doenças do Desenvol-vimento ósseo; Quadril/crescimento & desenvolvimento.

Avaliação clínica e radiológica da artroplastia do quadril com prótese bipolar não cimentada *

LUIZ OSÓRIO; PAULO COUTO; CLAUDECHAMBRIARD; ZARTUR MENEGASSI; ANDERSON COSTA; NELSON CUELLO SENA

Rev Bras Ortop. 1995;30(7):- - Artigo Original
Este trabalho tem como objetivo realizar avaliação clínica e radiológica de 50 pacientes, num total de 63 quadris, submetidos a artroplastia com prótese bipolar não cimentada no período de junho de 1989 a junho de 1993. A avaliação clínica baseou-se no protocolo de D'Aubigné e Postel modificado por Charnley e a radiológica, no protocolo de Charles Engh. Os resultados foram considerados como bons e excelentes em 77,77% dos casos em relação à dor, 74,59% para a marcha e 92,05% para a mobilidade. Na avaliação radiológica, obtivemos 92,06% de bons resultados num período médio de acompanhamento pós-operatório de 38 meses.

Tratamento das fraturas da extremidade distal do rádio*

WALTER MANNA ALBERTONI; FLAVIO FALOPPA; JOÃO CARLOS BELOTTI

Rev Bras Ortop. 2002;37(1/2):- - Atualização
A fratura da extremidade distal do rádio é a mais freqüente do membro superior e, apesar de contarmos com diferentes técnicas para seu tratamento, ainda não dispomos de evidência científica consistente que nos permita uma decisão segura para o tratamento adequado de cada tipo, principalmente para as fraturas instáveis. Na literatura, encontramos ampla variedade de métodos de tratamento, que se justifica pela complexidade da lesão e não haver uniformidade dos resultados com nenhum deles. Pouteau (1873) e, posteriormente, Colles (1814) descreveram o método conservador de tratamento (redução incruenta e imobilização gessada), ressaltando seu bom prognóstico, de forma homogênea, independentemente do tipo de fratura e do método utilizado. Nas últimas décadas, vários estudos(1,2,3) demonstraram que as fraturas que apresentam características de instabilidade (quadro 1) não têm bons resultados quando tratadas pelo método conservador, ocorrendo consolidação viciosa em até 70% delas. As fraturas instáveis necessitam de métodos cirúrgicos para sua estabilização parcial. Para tal, são descritas várias técnicas de fixação, associadas ou não ao preenchimento das falhas ósseas.

Fraturas do terço distal do rádio na criança*

C. SANTILI; G. WAISBERG; M. AKKARI; R.M.V. MOTA; L.M.B. LEITE; J.C.L. PRADO

Rev Bras Ortop. 1999;34(1/2):- - Artigo Original
As fraturas do antebraço na criança são freqüentes e, dentre estas, as mais comuns são as que acometem seu terço distal. De evolução normalmente favorável, poucos cuidados demandam além da correta imobilização, que pode ser ou não precedida de redução. Algumas vezes, no entanto, podem sofrer uma deformidade dorsal típica, que, dependendo do grau de angulação volar, leva à indicação de procedimentos corretivos sob anestesia, como a caloclasia e redução, ou a redução aberta ou fechada seguida de fixação. Os autores discutem os mais conhecidos fatores causais relacionados com o aparecimento do desvio dorsal e sugerem a possível influência mecânica do comprimento relativo da ulna em relação ao rádio, com especial enfoque à articulação radioulnar distal. Recomendam maior atenção nas fraturas do terço distal do antebraço, especialmente nas fraturas "isoladas" do rádio nos pacientes portadores da variante ulna minus, em que permanece íntegra a articulação radioulnar distal.

Fraturas isoladas do terço distal do rádio na criança

JORGE LUIZ P. BORGES; RANIERO LAGHI; TATIANA PITAGORAS; LUIZ GUSTAVO CALIERON

Rev Bras Ortop. 2000;35(3):- - Artigo Original
Os autores apresentam os resultados do tratamento de 23 fraturas isoladas do terço distal do rádio em crianças, através de manipulação e de gessamento ou por redução incruenta e fixação percutânea. Dezoito crianças receberam redução incruenta e imobilização gessada (grupo A) e cinco, uma redução incruenta e fixação percutânea (grupo B). Em 13 (72%) dos 18 casos do grupo A ocorreu perda da redução após a manipulação. Onze destes 13 haviam sido imobilizados em pronação e dois, em supinação. Seis dos 13 casos (46%) necessitaram de uma remanipulação no centro cirúrgico para corrigir a angulação inaceitável. Em seis pacientes, identificaram que as causas para o redeslocamento foram a presença de uma fratura completamente deslocada (translação completa) e a falha em obter uma redução incruenta anatômica. No grupo B, um caso foi fixado com uma angulação dorsal de 10º, não apresentou perda da redução e não necessitou remanipulação. Os demais casos apresentaram redução estável, não houve angulação e não necessitaram de outro procedimento. Acreditam que a redução incruenta e o gessamento devam ser a primeira escolha para o tratamento das fraturas isoladas e deslocadas do terço distal do rádio. Entretanto, devido às fraturas completamente transladadas apresentarem alto risco para falhar após a redução incruenta e gessamento, recomendam imobilizar o antebraço em supinação e aceitar somente a redução anatômica dessas fraturas. A redução incruenta com fixação percutânea com fio de Kirschner é um método seguro e eficaz e deve ser usado naqueles casos com deslocamento completo, em que não se obtém redução estável e anatômica. Unitermos - Fratura isolada distal do rádio; redução cirúrgica; criança

Fraturas instáveis da extremidade distal do rádio: estudo multicêntrico*

Walter Manna Albertoni; Emygdio José Leomil de Paula; Luis Francisco Queluz Toledo; Giana Giostri; Afrânio de Freitas

Rev Bras Ortop. 2002;37(10):- - Artigo Original
Quatro centros ortopédicos de referência apresentam os resultados de um trabalho prospectivo não randomizado, com o objetivo de avaliar os resultados das várias formas utilizadas no tratamento das fraturas instáveis da extremidade distal do rádio. Após um ano de seguimento, 233 pacientes completaram o protocolo, previa-mente estabelecido, sendo 142 (61%) do sexo feminino e 91 (39%) do masculino. A idade variou de 17 anos a 80 anos, com média de 57,7 anos. Quanto à morfologia das fraturas, foram utilizadas as classificações AO-ASIF e Universal. A técnica mais utilizada no tratamento das fraturas consideradas redutíveis instáveis, fraturas classificadas como IIB e IVB pela classificação Universal e A2 e A3 e todas do tipo B pela classificação AO-ASIF, após a redução incruenta, foi a fixação percutânea. Nas fraturas consideradas irredutíveis classificadas como IIC e IVC pela classificação Universal e todas as fraturas do tipo C pela classificação AO-ASIF, o tratamento mais utilizado foi a redução aberta e a osteossíntese associada ou não à fixação externa. Nas fraturas marginais foram utilizadas as placas de apoio e osteossíntese rígida. Vinte pacientes evoluíram com quadro de distrofia simpá-tico-reflexa (8,5%) durante o tratamento. Observou-se alta incidência de pseudartrose do processo estilóide da ulna: 104 pacientes. Na avaliação dos resultados, foram considerados os aspectos: anatômico, funcional e cosmético. Após um ano de seguimento obtiveram-se 83% de resultados excelentes e bons.

Fraturas do terço distal do rádio: classificação e tratamento*

FERNANDO BALDY DOS REIS; FLAVIO FALOPPA; RICARDO PRIER DE SAONE; JOSÉ RENATO BONI; MIRIAM C. CORVELO

Rev Bras Ortop. 1994;29(5):- - Artigo Original
Os autores apresentam um protocolo de tratamento das fraturas do terço distal do rádio. baseado na classificação do grupo AO. São estudados 35 pacientes, submetidos ao tratamento conservador e cirúrgico com fixador externo e osteossíntese. Os pacientes são avaliados segundo os critérios anatômicos de Frykman, com 91,5% de bons e excelentes resultados. e pelos critérios funcionais de McBride, com 94,4%. de bons e excelentes resultados.

Fratura simultânea do escafóide carpiano e rádio distal em criança *

LUIZ SIMBALISTA NETO; MARIO AUGUSTO SERENO FERNANDES; NELSON ELIAS

Rev Bras Ortop. 1998;33(3):- - Relato de Caso
As fraturas do escafóide, principalmente aquelas que incidem sobre seu colo, são raras em crianças. Os autores relatam uma fratura do colo do escafóide ocorrida simultaneamente à fratura do rádio distal ipsilateral em uma criança, realizam a revisão da literatura pertinente e enfatizam a importância de pesquisar esta associação, visto que maus resultados acontecem nos casos em que o diagnóstico não é feito e o tratamento adequado deixa de ser instituído.

OSTEOMIELITE APÓS FRATURA FECHADA DA EXTREMIDADE DISTAL DO RÁDIO

MARCELO FARIA MOTA; LUÍS ANTÔNIO FARIA MOTA; JÚLIO B. CÉSAR NAMEM

Rev Bras Ortop. 2004;39(6):- - Relato de Caso
As fraturas do antebraço são muito comuns. Entretanto, o desenvolvimento de osteomielite após fraturas fechadas é muito raro, sendo freqüente o atraso do diagnóstico. Os autores descrevem um caso de fratura fechada da extremidade distal do rádio, que evoluiu com dor e aparecimento de lesão tumoral após inúmeros tratamentos clínicos. Sa-lienta-se a importância de a osteomielite ser considerada como diagnóstico diferencial (DD) nas lesões líticas da extremidade distal do rádio após fratura fechada Descritores - Osteomielite; fraturas; relato de caso.

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