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Busca por: Hip disability and osteoarthritis outcome score (HOOS): um estudo de validação intercultural da versão na língua portuguesa

Hip disability and osteoarthritis outcome score (HOOS): um estudo de validação intercultural da versão na língua portuguesa

Rodrigo Kruchelski Machado; André Augusto Casagrande; Gustavo Roberto Pereira; João Ricardo Nickenig Vissoci; Ricardo Pietrobon; Ana Paula Bonilauri Ferreira

Rev Bras Ortop. 2019;54(3):282-287 - Artigo Original

OBJETIVO Escalas traduzidas e validadas são de grande importância, pois podem ser utilizadas por pesquisadores que estudam diferentes populações com o mesmo problema. O objetivo do presente estudo foi traduzir, adaptar culturalmente e validar a escala Hip Disability and Osteoarthritis Outcome Score (HOOS) para a língua portuguesa.
MÉTODOS O HOOS foi traduzido do inglês para a língua portuguesa, traduzido de volta para o inglês e submetido a um comitê de especialistas. Foi administrado a 100 pacientes com osteoartrite de quadril. A avaliação psicométrica incluiu a análise fatorial; medidas de confiabilidade interna, confiabilidade de teste-reteste em 7 dias e a comparação de validade de conteúdo com a versão brasileira da Escala de Dor Crônica Graduada (GCPS, na sigla em inglês).
RESULTADOS A análise fatorial demonstrou uma solução de cinco fatores. A confiabilidade de teste-reteste mostrou um alto grau de consistência interna para as 5 subescalas (dor e dificuldades físicas, 0,97 no 1º dia e 0,93 aos 7 dias; dor e dificuldade em sentar, deitar e levantar, 0,93 no 1º dia e 0,89 aos 7 dias; dificuldade em flexionar o joelho, 0,92 no 1º dia e 0,83 aos 7 dias; dificuldade de caminhada, 0,88 no 1º dia e 0,87 aos 7 dias; qualidade de vida, 0,80 no 1º dia e 0,35 aos 7 dias). A validade de conteúdo foi estabelecida durante a comparação da versão brasileira da GCPS.
CONCLUSÕES Uma versão brasileira do HOOS foi desenvolvida com confiabilidade e validade adequadas. Isso facilitará a avaliação clínica do quadril em uma grande população de pacientes e entre diferentes culturas.


Palavras-chave: osteoartrite do quadril; reproducibilidade de resultados; validade dos testes; linguagem; Brasil.

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO CULTURAL DO HIP OUTCOME SCORE PARA A LÍNGUA PORTUGUESA

Liszt Palmeira de Oliveira; Themis Moura Cardinot; Letícia Nunes Carreras Del Castillo; Marcelo Cavalheiro Queiroz; Giancarlo Cavalli Polesello

Rev Bras Ortop. 2014;49(3):297-304 - Artigo Original
Objetivo:traduzir para o português e adaptar culturalmente para o Brasil o questionário de avaliação clínica Hip Outcome Score (HOS). Métodos:o questionário HOS foi traduzido para o português com metodologia constituída pelas etapas de tradução, retrotradução, pré-teste e tradução final. Resultados:o pré-teste foi aplicado a 30 pacientes com dor no quadril sem artrose. No domí-nio relacionado a atividades de vida diária, não houve dificuldades de compreensão do questionário traduzido. Na apresentação da tradução final do questionário, todas as ques-tões foram compreendidas por mais de 85% dos pacientes. Conclusão:o questionário HOP foi traduzido e adaptado culturalmente para a língua por-tuguesa e pode ser usado na avaliac ¸ão clínica do quadril. Estudos adicionais estão em andamento com o objetivo de avaliar a reprodutibilidade e validade da tradução brasileira. Descritores - Quadril Tradução Questionários Avaliação de resultados

Tradução e validação da nova versão da escala Knee Society Score - The 2011 KS Score - para a língua portuguesa

Rev Bras Ortop. 2017;52(4):506-510 - Artigo Original
    Objetivo: Traduzir, adaptar culturalmente e validar a nova versão da escala Knee Society Score - The 2011 KS Score - para a língua portuguesa e verificar suas propriedades de medida, reprodutibilidade e validade. Em 2012, a nova versão do Knee Society Score foi desenvolvida e validada, com quatro subescalas: a) avaliação objetiva do joelho (sete itens: 100 pontos); b) satisfação do paciente (cinco itens: 40 pontos); c) expectativa do paciente (três itens: 15 pontos); e d) atividade funcional (19 itens: 100 pontos). Método: Foram avaliados 90 pacientes entre 55 e 85 anos em estudo clínico transversal. A versão traduzida pré-operatória foi aplicada em pacientes com indicação de ATJ e a versão traduzida pós-operatória foi aplicada em pacientes submetidos a ATJ. Cada paciente respondeu o mesmo questionário duas vezes, foram avaliados por dois ortopedistas especialistas em cirurgia do joelho. Foram feitas avaliações pré-operatórias com três, seis ou 12 meses de pós-operatório. A confiabilidade do questionário foi avaliada através do coeficiente de correlação intraclasse (CCI) entre as duas aplicações. A consistência interna foi avaliada através do alfa de Cronbach. Resultados: O índice do coeficiente de correlação intraclasse não detectou diferença entre as médias das avaliações no pré-operatório, com três meses e seis meses de pós-operatório entre os subitens da escala. Conclusão: A versão brasileira do The 2011 KS Score mostrou-se um instrumento válido e confiável para avaliação objetiva e subjetiva da função de pacientes brasileiros submetidos a ATJ e revisão de ATJ.

Tradução e adaptação cultural para a língua portuguesa do instrumento de avaliação para artroplastias de quadril e joelho Forgotten Joint Score

Marcio de Castro Ferreira,; Gilvânia Silva; Flavio Fereira Zidan; Carlos Eduardo Franciozi; Marcus Vinicius Malheiros Luzo; Rene Jorge Abdalla

Rev Bras Ortop. 2018;53(2):221-225 - Artigo Original

OBJETIVO: Traduzir para a língua portuguesa e adaptar culturalmente para o Brasil o questionário autoavaliativo Forgotten Joint Score (FJS) para mensuração de desfecho clínico em artroplastia total de joelho e quadril.
MÉTODOS: O processo de tradução seguiu as diretrizes da International Society for Pharmacoeconomics and Outcomes Research (ISPOR). Quarenta e cinco pacientes em pós-operatório (3-12 meses) de artroplastia total de joelho e quadril foram selecionados para responder ao Forgotten Joint Score traduzido para o português (Br-FJS) para a validação cultural do questionário.
RESULTADOS: Responderam o questionário de maneira correta e sugeriram mudanças quando acharam pertinentes 23 pacientes. No primeiro ciclo de respostas, observou-se que 20% dos pacientes apresentaram dificuldade de compreensão da expressão “consciência articular”. Em nova harmonização do questionário, optou-se pela mudança da expressão “consciência” para a expressão “lembrar”. Após a mudança, mais de 85% dos pacientes não apresentaram dificuldades de compreensão.
CONCLUSÃO: O questionário FJS foi traduzido e adaptado culturalmente para o português do Brasil. Estudos adicionais estão em andamento para comparar a reprodutibilidade e validade da tradução brasileira a outros questionários já estabelecidos para o mesmo desfecho.

Palavras-chave: Joelho; Quadril; Artroplastia.

Tradução e adaptação transcultural do instrumento de avaliação do quadril Hip Fracture Recovery Score

Francisco Costa Neto; Márcio Bezerra Gadelha Lopes; Felipe Veras Pereira de Oliveira; Francisco Robson de Vasconcelos Alves; Maria Rejane Fernandes Meloe Catarina Damasceno de Souza

Rev Bras Ortop. 2016;51(3):353-365 - Artigo Original
    Objetivo: O questionário Hip Function Recovery Score consiste em um instrumento desenvolvido para avaliação da recuperação funcional de pacientes acima de 60 anos submetidos a tratamento cirúrgico devido a fraturas do quadril. O objetivo deste estudo foi fazer a tradução transcultural de forma criteriosa do questionário e adaptá-lo às características individuais e culturais da população brasileira. Método: Este método consiste em tradução inicial, retrotradução, elaboração de uma versão de consenso e pré-teste comentado com posterior elaboração de uma versão final após as alterações necessárias sem modificar a semântica das perguntas do texto original. Resultados: A versão de consenso foi aplicada em 30 pacientes, acima de 60 anos, que foram submetidos a tratamento cirúrgico devido a fraturas do quadril. Foram observadas, entretanto, algumas dificuldades no entendimento de algumas palavras e expressões, as quais foram substituídas por termos de mais fácil entendimento. Após a elaboração da versão final, reaplicou-se essa versão aos mesmos pacientes e obteve-se um entendimento total. Conclusão: A tradução transcultural do questionário terá impacto imediato na avaliação funcional dos pacientes com mais de 60 anos operados devido a fraturas do quadril e, posteriormente, outros trabalhos nacionais podem usar esse questionário padronizado e adaptado à nossa cultura para comparação de resultados e enriquecer a produção científica do Brasil

TRADUÇÃO PARA A LÍNGUA PORTUGUESA E ADAPTAÇÃO CULTURAL DO QUESTIONÁRIO ROWE MODIFICADO PARA ATLETAS ARREMESSADORES

Freddy Beretta Marcondes; Rodrigo Antunes de Vasconcelos; Adriano Marchetto; André Luis Lugnani de Andrade; Américo Z. Filho; Mauricio Etchebehere

Rev Bras Ortop. 2012;47(6):788-792 - Artigo Original
Objetivo: Realizar a tradução e adaptação cultural do questionário Rowe modificado para atletas arremessadores. Métodos: O processo de tradução e adaptação cultural envolveu as etapas de tradução, síntese, retrotradução e revisão pelo grupo de tradução. Foi então criada uma versão pré-final do questionário, sendo os domínios "função" e "dor" aplicados a 20 atletas que realizam movimentos de arremesso e que sofreram lesões do tipo SLAP no ombro dominante, e os domínios "teste de compressão ativa e teste de apreensão anterior" e "mobilidade" foram aplicados a 15 profissionais da saúde. Resultados: Durante o processo de tradução foram realizadas pequenas alterações no questionário com o objetivo de adaptá-lo à cultura brasileira, sem alterar a semântica e o conceito idiomático originalmente descritos. Conclusão: O questionário foi facilmente compreendido pelos sujeitos do estudo, sendo possível obter a versão brasileira do questionário Rowe modificado para avaliar a capacidade funcional de atletas arremessadores que passaram por tratamento cirúrgico da lesão do tipo SLAP.Descritores - Estudos de Validação; Traumatismos em Atletas; Ombro

Versão brasileira do Constant-Murley Score (CMS-BR): validade convergente e de constructo, consistência interna e unidimensionalidade

Rodrigo Py Gonc¸alves Barreto,; Marcus Levi Lopes Barbosa; Marcos Alencar Abaide Balbinotti; Fernando Carlos Mothes; Luís Henrique Telles da Rosa; Marcelo Faria Silva

Rev Bras Ortop. 2016;51(5):515-520 - Artigo Original
    Objetivos: Traduzir e adaptar culturalmente o Constant-Murley Score (CMS) e verificar a validade da versão brasileira (CMS-BR). Métodos: A tradução foi realizada de acordo com o método de retrotradução por quatro tradutores independentes. As versões produzidas foram sintetizadas por análise extensiva e consenso de um comitê de especialistas, gerando uma versão final usada para a adaptação cultural. Realizou-se um teste em campo com 30 sujeitos para observação de possíveis considerações em relação à semântica. Para a posterior análise psicométrica, ampliou-se a amostra para 110 participantes, que responderam a dois instrumentos: CMS-BR e Disabilities of the Arm, Shoulder and Hand (DASH). O CMS-BR e o DASH possuem variação de 0 a 100 pontos. Para o primeiro, altas pontuações refletem melhor função, para o segundo, o contrário. A validade foi verificada através do teste de correlação de Pearson, a dimensionalidade através de análise fatorial e a consistência interna através do alfa de Cronbach. Resultados: A variância explicada foi de 60,28% com cargas fatoriais entre 0,60 e 0,91. O CMS- -BR demonstrou correlação forte e negativa com o DASH (-0,82, p < 0,05), alfa de Cronbach de 0,85 e seu escore total teve correlação forte com a amplitude de movimento dos pacientes (0,93, p < 0,001). Conclusão: O CMS-BR foi adaptado de forma satisfatória e demonstrou evidências de validade que permitem seu uso nessa população.

VALIDAÇÃO COMPARATIVA DA MEDIDA DA ALTURA PATELAR RADIOGRÁFICA E TOMOGRÁFICA

Marco Antonio Schueda; Diego Costa Astur; Gustavo Gonçalves Arliani; Gilberto Hornburg; Ricardo Serpa; Walter Heinig Neto; Camila Cohen Kaleka; Moisés Cohen

Rev Bras Ortop. 2013;48(5):397-401 - Artigo Original
 Objetivo: Avaliar e validar a medida da altura patelar radiográfica em exames tomográficos em extensão, flexão de 20? e contração do quadríceps. Métodos: Mensuração, com o uso do índice de Insall-Salvati, da altura patelar, por meio da imagem radiográfica com apoio monopodálico de perfil do joelho e corte sagital de tomografia do joelho em extensão, flexão de 20? e contração do quadríceps, de 40 indivíduos (20 de cada sexo, 80 joelhos), adultos, assintomáticos e sem histórico de lesão. Resultados: O índice de altura patelar foi maior nas mulheres em todas as imagens feitas, de forma proporcional. Não existiu diferença estatística dos valores da altura patelar entre o estudo radiográfico e o tomográfico. Conclusão: O valor do índice de Insall-Salvati no sexo feminino foi maior em todas as situações avaliadas. Além disso, é possível mensurar, com o método usado e sem distorções dos resultados obtidos, o valor da altura patelar durante o estudo tomográfico para definir a presença de patela alta ou baixa. Descritores - Instabilidade articular Patela Radiografia Tomografia

Eficácia do tratamento das fraturas transtrocanterianas com Dynamic Hip Screw com acesso minimamente invasivo

Eduardo Lima de Abreu,; Caroline Brum Sena,; Sergio Antonio Saldanha Rodrigues Filho

Rev Bras Ortop. 2016;51(2):138-142 - Artigo Original
    Objetivo: Analisar os resultados do tratamento de fraturas transtrocantéricas instáveis com o Dinamic Hip Screw (DHS) por via minimamente invasiva e avaliar aspectos funcionais, taxas de complicação e óbitos do método, em curto prazo. Métodos: Trata-se de um estudo longitudinal prospectivo, com 140 pacientes submetidos à fixação de fraturas transtrocantéricas com sistema DHS, com acesso minimamente invasivo lateral do quadril, de janeiro a dezembro de 2013. Os pacientes foram avaliados pré e pós-operatoriamente (com seis meses de seguimento), de acordo com o escore de mobilidade de Parker e Palmer. A amostra apresentou 65,7% de mulheres, com o lado direito mais acometido (54,3%). A média de idade foi de 80 anos, variação entre 60 e 93. Resultados: Notamos uma diminuição global no escore de mobilidade e aumento no grau de dependência desses pacientes em curto prazo. No entanto, obtivemos apenas dois óbitos na amostra estudada e nenhuma infecção ou falha na consolidação das fraturas. Conclusão: Apesar da eficácia do tratamento com DHS, com elevados índices de consolidação e baixa taxa de mortalidade, notamos que os pacientes, ainda assim, apresentam uma limitação funcional significativa no seguimento até seis meses pós-operatórios.

Estudo tomográfico dos ângulos de anteversão, versão acetabular e índice acetabular axial de crianças*

ANASTÁCIO KOTZIAS NETO; AKIRA ISHIDA; JOSÉ LAREDO FILHO; CARLO MILANI; JOSÉ ANTÔNIO PINTO; HENRIQUE SODRÉ

Rev Bras Ortop. 1999;34(6):- - Artigo Original
Os autores apresentam uma análise ultra-sonográfica de 80 joelhos normais, de 40 crianças na faixa etária de 0 a 24 meses, sendo 20 do sexo masculino e 20 do feminino. Esses joelhos foram submetidos à avaliação da espessura da patela (EP), altura patelar (índice de Insall-Salvati - IIS) e o ângulo do sulco femoral. Foram encontrados como resultado para ambos os sexos o intervalo EP = 0,776 a 0,855; IIS = 0,78 a 1,39 e o ângulo do sulco femoral com o joelho em 0º, de 136,5 a 161,12, e em flexão de 90º, de 138,81 a 162,24, definindo com 95% de probabilidade nessa faixa etária.

Novo método quantitativo para medida da lesão de Hill-Sachs: validação do método radiográfico de Hardy para ressonância magnética/artro-RNM

Flávio de Oliveira França; André Godinho; Elisio Ribeiro; Abel Ranzzi; Brício Lima Lobão Bittencourt; Bruno Brum Barreto

Rev Bras Ortop. 2018;53(5):589-594 - Artigo Original

OBJETIVO: Validar o índice radiográfico de Hardy para ressonância magnética/artrorressonância magnética (RM/ARM) na avaliação do grau de acometimento da lesão de Hill-Sachs (LHS) em pacientes com histórico de instabilidade anterior do ombro.
MÉTODOS: Foram avaliados retrospectivamente 53 exames radiográficos e de RM/ARM do ombro para comparação das medidas da LHS por meio do índice radiográfico de Hardy. Os exames de imagem usados no estudo foram feitos entre março de 2013 e setembro de 2015. A coleta dos dados desses exames foi feita durante 2015. Os critérios de inclusão foram: história de instabilidade anterior do ombro, presença de LHS e radiografias em rotação medial com 70°.
RESULTADOS: A RM/ARM apresentou sensibilidade de 100% e especificidade de 100% quando usado o ponto de corte de 20% do índice de Hardy para mensuração da LHS.
CONCLUSÃO: A RM/ARM pode ser usada para avaliação do grau de acometimento da LHS com a mesma confiabilidade da avaliação radiográfica pelo índice de Hardy.


Palavras-chave: Índices de instabilidade; Luxação do ombro; Imagem por ressonância magnética.

ANÁLISE DA EVOLUÇÃO QUALITATIVA DE PUBLICAÇÕES EM ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA COMPARAÇÃO ENTRE A "REVISTA BRASILEIRA DE ORTOPEDIA" E "THE JOURNAL OF BONE AND JOINT SURGERY"

MARIA LUIZA L. AMATUZZI

Rev Bras Ortop. 2004;39(9):- - Artigo Original
Foi feita uma avaliação qualitativa dos trabalhos publicados entre 1998 e 2002, em The Journal of Bone and Joint Surgery (JBJS) e na Revista Brasileira de Ortopedia (RBO). Os artigos foram classificados em níveis de acordo com o Projeto Diretrizes. Como resultado, observou-se que nos primeiros anos predominavam os artigos de nível C e D na RBO, enquanto no JBJS os artigos eram distribuídos eqüitativamente entre todos os níveis. No ano de 2002, ambas as revistas aumentaram o percentual de artigos de nível A. Descritores - Metodologia; artigo de revista; literatura de revisão; pesquisa; saúde; ortopedia.

A versão femoral está associada a alterações na força dos músculos do quadril em mulheres com impacto femoroacetabular sintomático?*

Adriano David Marostica; André Luiz Almeida Pizzolatti; Guilherme Pradi Adam; Daniel Codonho; Richard Prazeres Canella; Gerson Gandhi Ganev

Rev Bras Ortop. 2019;54(4):422-427 - Artigo Original

OBJETIVO O objetivo deste estudo foi avaliar a associação da anteversão femoral e da força dos músculos do quadril em indivíduos com síndrome do impacto femoroacetabular.
MÉTODO Os ângulos de versão femoral descritos nas imagens de ressonância magnética articular e os testes isocinéticos foram avaliados retrospectivamente entre julho de 2016 e dezembro de 2017. Os critérios de inclusão foram: a) versão femoral avaliada pelo mesmo radiologista; b) ângulo α ≥ 55º; e c) ausência de dor limitante durante o teste isocinético. Os picos de torque em flexão/extensão, abdução/adução e rotação interna/externa foram avaliados a 30º/s em 5 repetições. A correlação entre a versão femoral e a força muscular foi avaliada por meio de regressão linear simples, com nível de significância estatística de 5%.
RESULTADOS Um total de 37 mulheres atenderam aos critérios de inclusão. Foram avaliados 51 quadris sintomáticos. Não houve correlação da anteversão femoral nos picos de torque em flexão, extensão, abdução, adução, rotação externa e rotação interna.
CONCLUSÃO A anteversão femoral não foi correlacionada à força dos músculos do quadril em mulheres com impacto femoroacetabular sintomático.


Palavras-chave: impacto femoroacetabular; força muscular; articulação coxofemoral.

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