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Busca por: Lesão do tendão flexor: sutura na região avascular ou vascularizada? Estudo biomecânico e histopatológico em coelhos*

Lesão do tendão flexor: sutura na região avascular ou vascularizada? Estudo biomecânico e histopatológico em coelhos*

Trajano Sardenberg; Sergio Swain Muller; Kunie Iabuk Rabello Coelho; Denis Varanda; Andrea Christina Cortopassi; Gilberto José Cação Pereira

Rev Bras Ortop. 2019;54(3):268-274 - Artigo Original

OBJETIVOS Analisar os aspectos mecânicos e histopatológicos da cicatrização do tendão flexor com interesse no local de colocação da sutura, na região vascularizada ou avascular.
MÉTODOS Um total de 83 coelhos foram submetidos à sutura central tipo Kessler na região de tendão vascularizado (grupo TN) e na de tendão avascular (grupo FC). O membro operado foi imobilizado por 3 semanas. Os animais foram sacrificados no período imediato, e a 2, 3 e 6 semanas de pós-operatório. As propriedades mecânicas estudadas foram: carga máxima, tensão na carga máxima, módulo de elasticidade, energia na carga máxima e energia por área. O tendão contralateral foi utilizado como controle. O estudo histopatológico foi descritivo.
RESULTADOS A análise das propriedades mecânicas demonstrou comportamento semelhante em ambos os grupos, com estabilização ou discreto aumento no período imediato com 3 semanas e aumento acentuado com 6 semanas. A histopatologia demonstrou processo de cicatrização semelhante nos grupos TN e FC.
CONCLUSÃO A colocação da sutura central na região vascularizada ou fibrocartilaginosa avascular não apresenta diferenças em relação aos aspectos biomecânicos e histopatológicos na cicatrização do tendão flexor profundo dos dedos do pé do coelho.


Palavras-chave: traumatismos dos tendões; coelhos; suturas.

EFEITO TARDIO E IMEDIATO DA SUTURA EM TENDÃO EXTRASSINOVIAL ÍNTEGRO: ESTUDO BIOMECÂNICO EM RATOS

Trajano Sardenberg; Sérgio Swain Muller; Luciana Zauhy Garms; Francini Belluci Miduati

Rev Bras Ortop. 2011;46(3):305-308 - Artigo Original
Objetivo: O objetivo do estudo foi avaliar o efeito, nas propriedades mecânicas, do arranjo de reparo com material de sutura, no tendão calcâneo de rato, na ausência de processo de cicatrização. Método: Foram utilizados 12 ratos machos da linhagem Wistar. Os animais foram submetidos à colocação de ponto de sutura tipo Kessler modificado no tendão calcâneo. Os sacrifícios foram realizados nos períodos imediato e com seis semanas de pós-operatório. As propriedades mecânicas estudadas foram: carga máxima, tensão na carga máxima e módulo de elasticidade. O tendão contralateral foi usado como controle. Resultados: A análise estatística indicou que, em relação aos períodos estudados, os valores das propriedades mecânicas não apresentaram diferenças significativas. Em relação ao controle, isto é, tendão contralateral sem sutura, os resultados demonstram que, com seis semanas de pós-operatório, houve queda dos valores do módulo de elasticidade, enquanto a carga máxima e a tensão na carga máxima não apresentaram variações significativas. Conclusão: A colocação de material de sutura em tendão extrassinovial não lesado provocou queda do módulo de elasticidade, porém não interferiu na carga máxima e na tensão na carga máxima após seis semanas de pós-operatório.Descritores - Suturas; Resistência à Tração; Tendão Calcâneo; Rato; Biomecânica.

Tenossinovite estenosante do flexor longo do hálux na região dos sesamóides: relato de caso*

JOSÉ ANTÔNIO VEIGA SANHUDO

Rev Bras Ortop. 2001;36(3):- - Relato de Caso
Há na literatura médica vários casos relatados de tenossinovite do flexor longo do hálux (FLH), principalmente em dançarinas(1-8), porém, o aprisionamento deste tendão ocorre, na imensa maioria dos casos, na região posterior do tornozelo. O objetivo deste trabalho é salientar a possibilidade da tenossinovite estenosante do tendão do FLH numa região incomum e a possibilidade de esta entidade simular uma ruptura deste tendão e mascarar o diagnóstico correto.

Ruptura crônica do tendão de Aquiles: reparo com tendão flexor longo do hálux*

VERÔNICA VIANNA; SÉRGIO VIANNA

Rev Bras Ortop. 1996;31(7):- - Artigo Original
Técnica de reconstrução utilizando o flexor longo do hálux para tratamento de lesões crônicas do tendão de Aquiles é descrita. Os resultados pós-operatórios de dez pacientes são apresentados (follow-up médio de 43,7 meses, variando de 28 a 66 meses). Todos os pacientes retornaram às atividades pré-ruptura. Todos evoluíram com limitação da flexão ativa do hálux, fato que passou despercebido aos pacientes e não acarretou nenhuma restrição das atividades. Não se observou nenhum caso de reruptura.

Estudo biomecânico comparativo da resistência à tração entre dois tipos diferentes de miniâncoras de sutura

SANDRA UMEDA SASAKI; RODRIGO M. STUGINSKI; RAMES MATTAR JR.; ALEXANDRE SADAO YUTAKA; FLÁVIA NAMIE AZATO; LUIZ KOITI KIMURA; CEZAR A. M. PEREIRA; RONALDO JORGE AZZE

Rev Bras Ortop. 2000;35(7):- - Artigo Original
Através de um estudo biomecânico, foram testados dois diferentes tipos de âncoras de sutura, com o objetivo de avaliar sua resistência às forças de tração comparativamente. Foram utilizados cinco exemplares de miniâncora de aletas e seis exemplares de miniâncora tipo rosqueada, inseridos em osso de cadáver humano. Como material de sutura utilizaram-se fios de aço nº 10, trançados, com o intuito de analisar o material de fixação propriamente dito (âncoras) e não o conjunto material de sutura-âncora. O único tipo de falha observada foi a soltura das 11 miniâncoras. A média da força de resistência máxima para as miniâncoras de aletas foi de 69,986N e das miniâncoras rosqueadas foi de 267,551N, mostrando uma análise comparativa altamente significante (p = 0,0043). Pôde-se concluir que houve maior resistência da miniâncora rosqueada em comparação com a de aletas, porém a resistência de ambas as âncoras superou os valores de força normalmente exigidos nas inserções tendíneas do punho e da mão.

Presença do tendão flexor acessório longo dos dedos no tratamento cirúrgico da tendinopatia insercional do tendão calcâneo: relato de caso

Nelson Pelozo Gomes Júnior; Carlos Vicente Andreoli; Alberto de Castro Pochini; Fernando Cipolini Raduan; Benno Ejnisman; Moisés Cohen

Rev Bras Ortop. 2016;51(1):105-108 - Relato de Caso
    A presença de tendões acessórios no pé e no tornozelo necessita de seu reconhecimento, visto que, a depender da localização, podem gerar afecções, seja em processos álgicos ou no manuseio do achado cirúrgico. Descrevemos a presença do tendão flexor acessório dos dedos na exposição cirúrgica para transferência do tendão flexor longo do hálux para o calcâneo na vigência de afecção de tendinopatia insercional do tendão calcâneo associado à afecção de Haglund.

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS TENÓLISES CONVENCIONAIS E COM DESPERTAR INTRAOPERATÓRIO REALIZADAS NA REGIÃO DO TÚNEL OSTEOFIBROSO FLEXOR DAS MÃOS (ZONA 2)

Tiago Guedes da Motta Mattar; Rames Mattar Junior; Alvaro Baik Cho; Emygdio Jose Leomil de Paula; Marcelo Rosa Rezende

Rev Bras Ortop. 2009;44(4):324-329 - Artigo Original
Objetivo: As tenólises dos tendões flexores na zona 2 são procedimentos difíceis e um verdadeiro desafio na cirurgia da mão. Com o objetivo de comparar os resultados obtidos entre as tenólises com despertar intraoperatório, realizadas sob anestesia locorregional (grupo 1), daqueles obtidos com as tenólises convencionais, realizadas sob anestesia geral ou bloqueio total do plexo braquial (grupo 2), os autores realizam um estudo prospectivo e controlado. Métodos: Foram avaliados 22 pacientes com 39 dedos portadores de lesão de tendão flexor na zona 2 que evoluíram para aderências. Todos os pacientes foram operados após três meses e antes de um ano da sutura tendinosa primária. Todos apresentavam limitação da movimentação ativa sem melhora com a reabilitação. Os grupos 1 e 2 mostraram-se homogêneos em relação à idade dos pacientes, sexo, comprometimento pré-operatório e ausência de lesões ou patologias associadas. Todos os pacientes foram avaliados de acordo com a movimentação ativa (TAMs) no período pré-operatório e com seis meses de pós-operatório. Resultados: A análise estatística dos dados obtidos nos grupos 1 e 2 demonstra que as tenólises realizadas pelas duas técnicas proporcionam bons resultados. Ao comparar os resultados da movimentação ativa total após seis meses da tenólise, observa-se que os pacientes do grupo 1, tratados pela técnica do despertar intraoperatório, apresentavam melhores resultados. Conclusões: As tenólises dos flexores na zona 2 proporcionam bons resultados em termos de ganho de amplitude articular. A técnica de despertar intraoperatório com anestesia locorregional proporciona resultados mais satisfatórios que a técnica convencional. Descritores - Traumatismos dos dedos; Traumatismos dos tendões; Tendões/cirurgia; Reabilitação

O PAPEL DO ADESIVO DE FIBRINA E DA SUTURA NA FIXAÇÃO DO TRANSPLANTE DE MENISCO PRESERVADO POR ULTRACONGELAMENTO EM COELHOS

Leandro José Reckers; Djalma José Fagundes; José Luiz Pozo Raymundo; Geraldo Sérgio de Mello Granata Júnior; Márcia Bento Moreira; Vanessa Carla Paiva; Anna Luiza Negrini Fagundes; Moises Cohen

Rev Bras Ortop. 2009;44(5):397-403 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar a capacidade do adesivo de fibrina em promover a fixação do menisco ao longo de duas, quatro e oito semanas comparando com a técnica convencional de fixação por sutura a tecidos moles. Métodos: 36 meniscos mediais direitos de coelhos preservados a 73°C negativos por 30 dias foram transplantados para os animais da mesma amostra e fixados com sutura ou cola de fibrina. Após duas, quatro ou oito semanas a aparência dos meniscos e a qualidade da fixação foram verificadas macroscopicamente e avaliadas por um sistema de escores. Os achados foram submetidos a estudo estatístico de análise de variância por postos (p = 0,05%). Resultados: A preservação por ultracongelamento manteve a integridade macroscópica dos meniscos transplantados. Após todos os períodos pós-transplante também não houve redução significante da extensão dos meniscos (p = 0,015). Os meniscos fixados com fibrina mostraram discretas alterações de coloração e rugosidade de superfície. Não houve sinais de rejeição ou infecção em ambos os grupos. A avaliação por escores da fixação pela sutura foi superior (p = 0,015) em todos os períodos (80% de fixação total) do que a fixação promovida pela fibrina (20% de fixação total). Conclusão: O transplante homólogo do menisco de coelho sofreu diferentes graus de integração ao joelho de acordo com a técnica de fixação; a técnica operatória com sutura aos tecidos moles mostrou-se superior na avaliação de escores em relação à fixação com adesivo de fibrina. Descritores - Menisco; Transplante; Coelhos; Adesivo tecidual de fibrina.

Viabilidade da utilização do tendão do semitendinoso como substituto do LCA do ponto de vista biomecânico*

MÁRCIA UCHOA DE REZENDE; ARTUR YOSHIO ANDO; MILTON TAKESHI INADA; PAULO JOSÉ FRANÇOLIN; ALEXANDRE E. V. KOKRON; TOMAZ PUGA LEIVAS; ARNALDO JOSÉ HERNANDEZ; GILBERTO LUÍS CAMANHO

Rev Bras Ortop. 1994;29(7):- - Artigo Original
Determinaram-se as propriedades mecânicas de resistência e rigidez à tração do ligamento cruzado anterior (LCA) e do tendão do músculo semitendinoso (ST) de 13 joelhos, conservados sob congelamento, de nove cadáveres masculinos entre 30 e 60 anos. Constatou-se que não existe relação entre as características mecânicas das duas estruturas e que o LCA apresenta rigidez e resistência superiores ao ST, mesmo em utilização dupla. Concluiu-se que o ST não apresenta propriedades adequadas para a substituição do LCA.

Lesão do tendão de Aquiles: tratamento conservador

MARCELO DE ALMEIDA FERRER; LUCIANO DE ALMEIDA FERRER; ÉRIKO GONÇALVES FILGUEIRA; RODRIGO FABIANO LOPES DELAZZARI; EDGAR ALVES DE ALENCAR JÚNIOR; FRANCISCO DE ASSIS JULIANO MARTINS

Rev Bras Ortop. 2000;35(8):- - Artigo Original
A lesão do tendão de Aquiles é uma patologia constante em atendimentos de pronto-socorro. Essa injúria ocorre em uma área hipovascular entre 2 e 6cm de sua inserção no calcâneo. Entre setembro de 1994 e junho de 1999, foram tratados e acompanhados prospectivamente 24 pacientes portadores de 25 lesões agudas e fechadas do tendão de Aquiles. Após exame físico, que diagnosticou a lesão, foi realizado exame ultra-sonográ-fico. Caso a lesão fosse menor do que 5mm a 20º de flexão plantar, era indicado tratamento conservador através de imobilizações gessadas sucessivas por oito semanas. Encontraram-se dois casos (8%) de rerrupturas, sem nenhuma outra complicação. Um novo tratamento conservador foi instituído com sucesso nesses casos. Os resultados, analisados através do teste de Thompson, força muscular, amplitude de movimentos, posição do tornozelo em repouso, distância calcâneo-solo e prova da ponta dos pés, mostraram-se bons em 24 casos. Um paciente apresentou resultado pobre. Os autores concluem que o tratamento deve ser individualizado. Com tratamento conservador - nos casos agudos em pacientes com mais de 30 anos e menos do que 5mm de diástase ao ultra-som - bons resultados são conseguidos con-forme protocolo utilizado.

LESÕES LIGAMENTARES DO JOELHO ESTUDO BIOMECÂNICO COMPARATIVO DE DUAS TÉCNICAS DE SUTURA EM TENDÕES - ANÁLISE "IN VITRO" EM TENDÕES DE BOVINOS

Elias Marcelo Batista da Silva; Mauro Batista Albano; Hermes Augusto Agottani Alberti; Francisco Assis Pereira Filho; Mario Massatomo Namba; João Luiz Viera da Silva; Luiz Antonio Munhos da Cunha

Rev Bras Ortop. 2013;48(1):80-86 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar e comparar o comportamento biomecânico de duas diferentes configurações de sutura, em "X" e em "Laçada", no preparo dos tendões para reconstrução ligamentar no joelho. Métodos: Usaram-se tendões extensores digitais comuns bovinos que podem substituir os tendões flexores humanos em estudos experimentais de tração. No primeiro grupo, ponto em "X", a sutura com fio Ethibond® nº 5 iniciou-se na porção distal do enxerto, com pontos transfixantes e com espaçamento entre os pontos de 7,5 mm até alcançar 3 cm distal ao início da sutura, retornando a sutura da mesma maneira, transfixando o tendão nos espaços livres e cruzando a sutura em configuração de "X". O segundo grupo, ponto em "Laçada", foi preparado com o mesmo tipo de fio Ethibond® nº 5, a agulha do fio foi retirada para uso somente do fio, que foi montado de maneira dupla em uma agulha avulsa formando um laço. Iniciou-se a sutura a 3 cm da extremidade do enxerto por meio de laçadas e pontos transfixantes em toda a substância do tendão, com espaçamento entre os pontos de 7,5 mm. Resultado: a Força Máxima de Ruptura do ponto em "Laçada" foi de 444,45 N e a do ponto em "X" foi de 407,59 N com, diferença estatística significante (p = 0,030). A Tensão média obtida no ponto em "Laçada" foi de 27,67 MPa e no ponto em "X" foi de 25,73 MPa, com diferença estatística significante (p = 0,036). A rigidez não apresentou diferenças estatísticas (p = 0,350), com 11,804 N/mm no ponto em "Laçada" e 11,570 N/mm no ponto em "X". Conclusão: O ponto em "Laçada" apresentou um comportamento biomecânico superior ao ponto em "X" considerando a Força Máxima e a Tensão. Descritores -Biomecânica Transplantes Ligamento cruzado anterior Técnicas de sutura.

SUTURA PERCUTÂNEA DO TENDÃO CALCÂNEO PELA TÉCNICA DE MA E GRIFFITH MODIFICADA: AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS

DAVI DE PODESTÁ HAJE; SYDNEY ABRÃO HAJE; ANGELO OLIVEIRA PORTO; CAIO FERNANDO VICENTE SILVA

Rev Bras Ortop. 2005;40(4):- - Artigo Original
A técnica da sutura percutânea do tendão calcâneo roto, idealizada por Ma e Griffith, tem recebido críticas pela freqüente lesão do nervo sural durante sua execução e pela alta incidência de rerruptura tendinosa. Este estudo prospectivo, baseado na avaliação de 20 casos de lesão do tendão calcâneo operados entre março de 2000 e agosto de 2002, tem como objetivo avaliar, do ponto de vista clínico e por meio de imagens obtidas por ressonância magnética, a eficácia da modificação que os autores introduziram na técnica de Ma e Griffith e que consistiu na passagem de um segundo fio, com o intuito de reduzir o risco de ruptura pós-cirúrgica. Em oito casos (40%) registrou-se a presença de alterações sensitivas no território inervado pelo sural. Não houve, em contrapartida, nenhum caso de ruptura pós-cirúrgica. Concluem que a técnica de Ma e Griffth, com as modificações propostas, proporcionou bom resultado funcional e estético, sendo opção válida a adotar no tratamento das rupturas do tendão calcâneo. Descritores - Tendão calcâneo; sutura; ressonância magnética.

Tratamento das rupturas fechadas do tendão de Aquiles com sutura percutânea modificada*

MAURO GUALBERTO COELHO; JOSÉ MÁRCIO GONÇALVES DE SOUZA; ANDERSON AMARAL DE OLIVEIRA; GUIDO OSWALDO CHICATA OLLAZABAL; SÉRGIO NOGUEIRA DRUMOND

Rev Bras Ortop. 1995;30(3):- - Artigo Original
Os autores apresentam uma modificação da técnica de sutura percutânea para tratamento das rupturas fechadas do tendão de Aquiles e analisam os resultados obtidos de 27 casos operados entre 1987 e 1994. Foi medido o potencial da força de flexão plantar dos pacientes através de aparelho experimental com dinamômetro idealizado após revisão bibliográfica em que este dado era pesquisado. Eles sugerem novo critério de avaliação para estas lesões e fazem comentários sobre os dados subjetivos e objetivos encontrados. Concluem que se trata de técnica simples, com baixo índice de complicações e de resultado funcional próximo do normal.

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS E COMPLICAÇÕES DA SUTURA ARTROSCÓPICA DA LESÃO SLAP

Alberto Naoki Miyazaki; Marcelo Fregoneze; Pedro Doneux Santos; Luciana Andrade da Silva; Guilherme do Val Sella; André Lopes Soares; Adriano Fernando Mendes Junior; Sérgio Luiz Checchia

Rev Bras Ortop. 2011;46(1):51-56 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar os resultados e complicações da sutura artroscópica da lesão SLAP. Métodos: Foram avaliados 71 pacientes submetidos à sutura artroscópica da lesão SLAP, entre julho de 1995 a maio de 2008, pelo Grupo de Ombro e Cotovelo do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Santa Casa de São Paulo - "Pavilhão Fernandinho Simonsen". Dos 71 pacientes avaliados, 68 (96%) tinham lesões associadas e em três (4%) a lesão SLAP era isolada. Resultados: As lesões associadas mais frequentes nos pacientes com idade inferior a 40 anos foram as lesões labiais (69%) e naqueles com idade igual ou superior a 40 anos foi a síndrome do impacto, com ou sem lesão do manguito rotador (71,4%). De acordo com o método da UCLA, 79% (56 casos) tiveram resultados bons e excelentes e 21% (15 casos) tiveram complicações pós-operatórias, entre as quais as mais frequentes foram dor residual (46,6%) e capsulite adesiva (33,3%). Conclusões: Verificamos grande associação da lesão SLAP com outras lesões no ombro, estas variando de acordo com a faixa etária do paciente. A sutura artroscópica da lesão SLAP proporcionou excelentes resultados na maioria dos casos; porém, tiveram 21% de complicações.Descritores - Ombro; Bainha Rotadora/lesões; Artroscopia; Reoperação.

Lesão do bíceps distal aguda: reparo por via única e fixação por âncora de sutura

Rafael Almeida Maciel; Priscilla Silva Costa; Eduardo Antônio Figueiredo; Paulo Santoro Belangero; Alberto de Castro Pochini; Benno Ejnisman

Rev Bras Ortop. 2017;52(2):148-153 - Artigo Original
    Objetivo: Avaliação clínica e funcional do tratamento cirúrgico da lesão aguda da inserção distal do bíceps braquial pela técnica cirúrgica por via de acesso única no antebraço proximal e fixação com âncoras de sutura na tuberosidade radial. Método: Estudo feito por meio da revisão dos prontuários de pacientes submetidos a tratamento cirúrgico de lesão da inserção distal do bíceps braquial entre janeiro de 2008 e julho de 2014. Em um seguimento médio de 12 meses, 22 pacientes com lesão completa e aguda, diagnosticados por exame físico e exames de imagem, foram avaliados funcionalmente no pós-operatório por meio da mensuração da amplitude de movimentos (graus de flexoextensão e pronossupinação), pela presença de dor (EVA) e pelas escores de Andrews-Carson e Mayo Elbow Performance Score (MEPS). Resultados: Durante a avaliação dos pacientes no seguimento pós-operatório, nenhum paciente referia dor pela escala EVA e todos estavam satisfeitos com a aparência estética da cirurgia. A amplitude de movimento articular encontrava-se inalterada em 95,4% dos pacientes, com a perda de 8o de supinação em um paciente. Os resultados segundo o escore de Andrews-Carson foram bons em 4,6% e excelentes em 95,4% dos casos; no MEPS, observaram-se 100% de resultados excelentes. A taxa de complicações foi de 27,2%, valor semelhante aos dados da literatura. Conclusão: O tratamento cirúrgico das lesões agudas do bíceps distal por via única com fixação com o uso de duas âncoras de sutura mostrou-se uma opção terapêutica segura e eficaz, permitiu movimentação precoce e bons resultados clínicos e funcionais.

ANÁLISE BIOMECÂNICA E HISTOLÓGICA DE TENDÕES FLEXORES REPARADOS EM COELHOS USANDO TRÊS TÉCNICAS DE SUTURA (QUATRO E SEIS PASSADAS) COM MOBILIZAÇÃO ATIVA PRECOCE

Antônio Lourenço Severo; Rodrigo Arenhart; Daniela Silveira; Aluísio Otávio Vargas Ávila; Francisco José Berral; Marcelo Barreto Lemos; Paulo César Faiad Piluski; Osvandré Luís Canfield Lech; Walter Yoshinori Fukushima

Rev Bras Ortop. 2012;47(1):92-101 - Artigo Original
Objetivo: Analisar o tempo das suturas, a biomecânica (deformidade entre os cotos tendíneos) e a histologia dos três grupos de reparo cirúrgico tendíneo: Brasil-2 (quatro passadas), com técnica de sutura central em que o nó final se encontra fora do tendão; Indiana (quatro passadas); e Tsai (seis passadas), com técnicas de sutura central em que o nó final se encontra no interior do tendão reparado, associados de mobilização ativa precoce. Métodos: O tendão calcâneo direito de 36 coelhos da raça New Zealand foi escolhido para a análise. Este apresenta calibre semelhante ao tendão flexor humano, o qual tem aproximadamente 4,5mm (variando 2mm para mais ou menos). A amostra selecionada apresentava a mesma massa (2,5 a 3kg) e eram adultos machos ou fêmeas (a partir de 8½ meses de idade). Resultados: Na análise biomecânica, não houve diferença estatisticamente significativa (p > 0,01). Não houve diferença estatística com relação ao tempo cirúrgico na realização das três técnicas de suturas (p > 0,01). Evidenciou-se, qualitativamente e quantitativamente, com a mobilidade ativa precoce, um espessamento da fibra de colágeno em 38,9% dentro do 15º dia e de 66,7% dentro do período do 30º dia (p = 0,095). Conclusão: Esta investigação serviu para demonstrar que não houve diferença histológica do nó final da sutura central dentro ou fora do tendão reparado, bem como o número de passadas, no que diz respeito à cicatrização, vascularização ou deformidade do tendão no túnel osteofibroso com as técnicas de reparo aplicadas, associados de mobilização ativa precoceDescritores - Sutura; Tendão do Calcâneo; Cicatrização.

A integração do tendão do músculo semitendíneo como substituto do ligamento cruzado anterior - Estudo experimental em coelhos

PAULO PAES PEREIRA; GILBERTO LUIS CAMANHO; MARCELO DE AZEVEDO SOUZA MUNHOZ; CARLOS AUGUSTO LUNA LUCHETA

Rev Bras Ortop. 2000;35(1/2):- - Artigo Original
O presente estudo foi realizado em 22 coelhos da raça Nova Zelândia, submetidos à reconstrução intra-arti-cular do ligamento cruzado anterior com tendão do músculo semitendíneo autólogo. Os animais foram eutanasiados após 4ª, 8ª e 12ª semanas do procedimento cirúrgico, e os joelhos esquerdos foram submetidos a testes de tração em uma máquina de ensaios mecânicos Kratos para verificar a integração do enxerto nos túneis femoral e tibial. A análise dos resultados demonstrou integração do tendão no túnel femoral a partir da 4ª semana em todos os animais estudados. A integração nos túneis tibiais ocorreu após a 8ª semana na maioria dos casos e de modo uniforme na 12ª semana. Unitermos - Ligamento cruzado anterior/cirurgia; biomecânica; transferência de tendão/métodos; osteointegração/fi-siologia; transplante autólogo/fisiologia; procedimentos cirúrgicos reconstrutivos/métodos; instabilidade articular/cirurgia

A integração do tendão do músculo semitendíneo como substituto do ligamento cruzado anterior - Estudo experimental em coelhos

PAULO PAES PEREIRA; GILBERTO LUIS CAMANHO; MARCELO DE AZEVEDO SOUZA MUNHOZ; CARLOS AUGUSTO LUNA LUCHETA

Rev Bras Ortop. 2000;35(11/12):- - Artigo Original
O presente estudo foi realizado em 22 coelhos da raça Nova Zelândia, submetidos à reconstrução intra-arti-cular do ligamento cruzado anterior com tendão do músculo semitendíneo autólogo. Os animais foram eutanasiados após 4ª, 8ª e 12ª semanas do procedimento cirúrgico, e os joelhos esquerdos foram submetidos a testes de tração em uma máquina de ensaios mecânicos Kratos para verificar a integração do enxerto nos túneis femoral e tibial. A análise dos resultados demonstrou integração do tendão no túnel femoral a partir da 4ª semana em todos os animais estudados. A integração nos túneis tibiais ocorreu após a 8ª semana na maioria dos casos e de modo uniforme na 12ª semana. Unitermos - Ligamento cruzado anterior/cirurgia; biomecânica; transferência de tendão/métodos; osteointegração/fi-siologia; transplante autólogo/fisiologia; procedimentos cirúrgicos reconstrutivos/métodos; instabilidade articular/cirurgia

EFEITO DA UTILIZAÇÃO DE UM CENTRIFUGADO DE MEDULA ÓSSEA NO TRATAMENTO DE LESÃO MUSCULAR: ESTUDO EXPERIMENTAL EM COELHOS

Daniel Ferreira Fernandes Vieira; Roberto Guarniero; Carlos Eduardo Sanches Vaz; Paulo José de Santana

Rev Bras Ortop. 2011;46(6):718-725 - Artigo Original
 ObjetivoO objetivo deste estudo foi de avaliar o efeito de um centrifugado de medula óssea na cicatrização de lesão muscular em coelhos. Métodos: Este estudo experimental envolveu a utilização de 15 coelhos machos, adultos, da raça Nova Zelândia Branco. Em cada animal, realizou-se uma lesão transversal na região média do músculo tibial anterior direito, onde se adicionou uma esponja de colágeno absorvível, embebida em um centrifugado de aspirado de medula óssea do osso ilíaco ipsilateral. O membro posterior esquerdo foi utilizado como controle, sendo submetido à mesma lesão; porém, neste caso, adicionando-se somente a esponja de colágeno absorvível. Após 30 dias, os animais foram sacrificados para o estudo da cicatrização muscular. As áreas de cicatrização muscular foram submetidas à análise histológica com histomorfometria, interessando-se a mensuração do número de células musculares em regeneração por micrômetro quadrado e a proporção de fibrose formada. Resultados: O método de centrifugação utilizado neste estudo resultou em uma concentração média de células nucleadas maior que o número destas células nos aspirados originais, sem provocar destruição celular significativa. A adição do centrifugado de medula óssea não resultou em aumento significante do número de células musculares em regeneração em relação ao grupo controle. Também não houve diferença significante na proporção de fibrose formada em relação ao grupo controle. Conclusão: A administração de centrifugado de medula óssea utilizada neste estudo não favoreceu a cicatrização de lesão muscular em coelhos.Descritores - Medula Óssea; Células-Tronco; Regeneração; Músculo Esquelético; Modelos Animais; Coelhos.

ESTUDO EXPERIMENTAL COMPARATIVO DE DUAS TÉCNICAS DE SUTURA PARA REPARO DO TENDÃO DE AQUILES: ANÁLISES BIOQUÍMICA, HISTOLÓGICA E MECÂNICA

VINCENZO GIORDANO; ALEXANDRE DE BUSTAMANTE PALLOTTINO; RENÉ NOGUEIRA DE ALMEIDA; MARCOS GIORDANO; NEY PECEGUEIRO DO AMARAL; MARA IBIS R. APFEL; JUREMA SILVA A. BASTOS

Rev Bras Ortop. 2004;39(10):- - Artigo Original
Lesões do tendão de Aquiles são relativamente comuns em atletas de meia-idade. Embora o tratamento cirúrgico venha sendo cada vez mais utilizado nessa população, pouco tem sido divulgado com relação a qual técnica de sutura deve ser utilizada nas rupturas agudas. O objetivo dos autores com esse estudo foi investigar os comportamentos bioquímico, histológico e mecânico de duas técnicas de sutura, Krackow e Kessler. Foram utilizados 15 coelhos Nova Zelândia, machos, esqueleticamente maduros. Os cuidados com os cobaias e os procedimentos experimentais foram realizados de acordo com as normas recomendadas pela Convenção Européia para proteção de animais vertebrados. Dez animais foram divididos aleatoriamente em dois grupos e tiveram suas patas traseiras esquerdas operadas. Foi realizada secção transversa do tendão de Aquiles a 10mm de sua inserção no calcâneo e tenotomia do tendão plantar longo. No grupo 1 (n = 5), os animais tiveram seu tendão de Aquiles reparado pela técnica de Krackow. No grupo 2 (n = 5), os tendões foram suturados através da técnica de Kessler. Em ambos os grupos, foi efetuado reforço periférico. Em todos os animais, a 5mm proximal e distalmente do local da tenotomia, foram realizadas marcações com a finalidade de quantificar o distanciamento entre as extremidades do tendão, uma vez que os animais não foram imobilizados nem sofreram restrição de movimentos. Os animais foram sacrificados seis semanas depois do procedimento operatório e os coelhos tiveram seus tendões analisados bioquímica, histológica e mecanicamente. Cinco animais mantidos em cativeiro para fins de análise mecânica foram sacrificados da mesma forma e seus tendões mantidos intactos e usados como grupo controle para a análise mecânica. Os resultados foram estudados estatisticamente utilizando-se o teste t de Student, com nível de significância a = 0,05. Observou-se diferença estatisticamente significativa entre as suturas de Krackow e de Kessler na análise mecânica (p = 0,03). Nas análises bioquímica e histológica não foi encontrada diferença estatisticamente significativa entre os grupos experimentais, embora tenha ocorrido evidente superioridade com a sutura de Krackow. Nas condições estudadas, os autores concluem que nas rupturas experimentais em tendão de Aquiles de coelhos a tenorrafia pela técnica de Krackow é mecanicamente superior à técnica de Kessler. Descritores - Tendão de Aquiles; técnicas de sutura; experimentação animal; coelhos; análise bioquímica; análise histológica; análise mecânica; estudo comparativo.

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