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Busca por: Osteocondroma retroescapular como diagnóstico diferencial de escápula alada*

Osteocondroma retroescapular como diagnóstico diferencial de escápula alada*

Marco Aurélio de Oliveira; Yuri Alfaro; Anastácio Kotzias; Mário César Korman

Rev Bras Ortop. 2019;54(3):241-246 - Artigo de Revisão

OBJETIVO O objetivo do presente trabalho é relatar as características clínicas de pacientes pediátricos com diagnóstico de osteocondroma retroescapular submetidos a tratamento cirúrgico, entre os anos de 2003 e 2017.
MÉTODOS Série de casos, analítica, descritiva e retrospectiva de sete pacientes com diagnóstico de osteocondroma retroescapular.
RESULTADOS A média de idade dos pacientes analisados foi de 9,5 anos, sendo 71% deles do sexo masculino. O tempo médio entre o início dos sintomas e o procedimento cirúrgico foi de 1,2 anos. Aproximadamente 71% dos pacientes apresentaram osteocondroma na escápula direita, e 57,1% dos casos foram classificados como sésseis. Ao exame clínico, observou-se pseudoescápula alada em 85,7%, crepitação em 71,4%, e queixa de dor em 42,9% dos pacientes.
CONCLUSÃO A escápula alada pode ter diferentes etiologias, dentre elas o osteocondroma retroescapular. O conhecimento sobre anatomia funcional e semiologia ortopédica somado à correta sistematização da abordagem dos tumores ósseos consiste na base para o correto diagnóstico diferencial e tratamento adequado.


Palavras-chave: osteocondroma; escápula; neoplasias ósseas.

"Pseudowinging" da escápula secundária a osteocondroma subescapular

FUAD KALIL SOBRINHO

Rev Bras Ortop. 1995;30(9):- - Relato de Caso
O autor relata caso de paciente com oito anos de idade que apresentava aumento de volume e desconforto na região escapular direita. Tece comentários sobre a raridade da lesão e da importância do diagnóstico diferencial entre a verdadeira e a falsa escápula alada, bem como o tratamento instituído.

Síndrome do aprisionamento fascial do nervo torácico longo: escápula alada

Rev Bras Ortop. 2015;50(5):573-577 - Artigo Original
Objetivo: Analisar os resultados de cirurgia de intervenção precoce em pacientes com sín-drome do aprisionamento fascial do nervo torácico longo e consequente escápula alada.Métodos: Acompanhamos seis pacientes com uma síndrome de aprisionamento semrestrições específicas de estiramento ao nervo.Resultados: Pacientes tiveram melhoria em seus sintomas seis a 20 meses após o proce-dimento. Sintomas motores melhoraram completamente sem qualquer dor persistente. Adeformidade medial da escápula alada melhorou em todos os casos sem distúrbios estéticosresiduais.Conclusão: A abordagem de liberação cirúrgica precoce parece ser um melhor preditor narecuperação de paralisia não traumática do músculo serrátil anterior.

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DA ARTRODESE DA ARTICULAÇÃO ESCAPULOTORÁCICA NO TRATAMENTO DA ESCÁPULA ALADA NA DISTROFIA FASCIOESCAPULUMERAL

LUCIANO ANTONIO NASSAR PELLEGRINO; DULCE EGYDIO DE CARVALHO; GUSTAVO BARBOSA CELIA HINKENICKEL; ALBERTO NAOKI MIYAZAKI; PEDRO DONEUX-SANTOS,MARCELO FREGONEZE; LUCIANA ANDRADE DA SILVA; SÉRGIO LUIZ CHECCHIA

Rev Bras Ortop. 2008;43(1/2):41-47 - Artigo Original
Avaliar a técnica cirúrgica da artrodese escapulotorácica na distrofia fascioescapulumeral (DFEU), analisando os resultados e as complicações pós-operatórias. Métodos: No período de fevereiro de 1992 a fevereiro de 2006 foram realizadas oito artrodeses escapulotorácicas em cinco pacientes no Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (DOT-FCM-SCSP). Os critérios para indicação cirúrgica foram: dor, déficit funcional do membro acometido, fadiga muscular e deformidade estética. Na técnica cirúrgica empregada para a artrodese foi realizada a fixação da escápula à parede torácica por meio de amarrilho com fios de poliéster no 5, uma placa metálica estreita e fina, além de colocação de enxerto esponjoso autólogo. Resultados: O seguimento médio dos pacientes foi de 124 meses. Na comparação da amplitude de movimentos pré e pós-operatórios, notou-se melhora na elevação, mantida a rotação lateral, com o UCLA no período pré-operatório variando de 7 a 11 e pós-operatório de 29 a 33. Dentre as complicações, encontraram-se dois casos de pneumotórax, um caso de soltura do material de síntese e um caso de ausência de consolidação óssea. Comentário: Obtida consolidação da artrodese em seis casos, além da melhora da dor e elevação. Dois casos foram reoperados, sendo um devido à quebra do material e o outro, à não consolidação. Todos evoluíram para consolidação.Descritores - Distrofias musculares; Distrofia muscular fascioescapulumeral; Escápula; Artrodese; Estudos de avaliação.

Ressalto de escápula. Ressecção artroscópica de osteocondroma subescapular da região superomedial. Relato de caso e revisão da literatura

Alexandre Tadeu do Nascimento e Gustavo Kogake Claudio

Rev Bras Ortop. 2017;52(2):220-223 - Relato de Caso
    A escápula em ressalto é uma síndrome com diversas etiologias, entre elas o osteocondroma subescapular. Quando esse tumor necessita ser retirado, é possível fazê-lo por via artroscópica, um procedimento que apresenta indicac¸ões restritas. Os autores apresentam neste artigo o caso de uma paciente com osteocondroma da região superomedial da face ventral da escápula, submetida a procedimento cirúrgico por artroscopia escápulotorácica para sua retirada.  

OSTEOCONDROMA: IGNORAR OU INVESTIGAR?

Antônio Marcelo Gonçalves de Souza; Rosalvo Zósimo Bispo Júnior

Rev Bras Ortop. 2014;49(6):555-564 - Atualização
Osteocondromas são protuberâncias ósseas envolvidas por uma camada de cartilagem. Atingem, habitualmente, as extremidades dos ossos longos no esqueleto imaturo e os deformam. Em geral são únicos, mas a forma de apresentação múltipla pode ser encontrada. De aspecto bastante característico, são de fácil diagnóstico. Contudo, por vezes, a localização atípica (esqueleto axial) e/ou a malignização da lesão podem dificultar a sua pronta identificação por exames radiográficos. Nesses casos, exames de imagem mais apurados são necessários. Apesar de não afetarem diretamente a expectativa de vida do portador, algumas complicaç ões, com variados graus de gravidade, podem ocorrer. Descritores - Osteocondroma/etiologia Osteocondroma/fisiopatologia Osteocondroma/diagnóstico Neoplasias ósseas

Fraturas da escápula*

CLÁUDIO HENRIQUE BARBIERI; NILTON MAZZER; FÁBIO HENRIQUE MENDONÇA; LUIZ HENRIQUE FONSECA DAMASCENO

Rev Bras Ortop. 2001;36(7):- - Artigo Original
Uma série de 142 fraturas em 123 escápulas (120 pacientes) foi seguida por um período de 18 anos. Os prontuários médicos de 120 pacientes foram revisados e estudados quanto à identificação, profissão, tipo de fra-tura, lesões associadas, lesão neurológica e tipo de tratamento. Todas as radiografias do trauma foram estudadas. Cento e seis pacientes foram tratados de modo conservador, com imobilização e movimentação precoce, e 14, por meio cirúrgico. Quarenta e cinco pacientes, com no mínimo um ano de seguimento, foram reavaliados clínica, funcional e radiograficamente. Em 13 pacientes detectou-se incapacidade funcional do ombro com diminuição da mobilidade e 11 pacientes mudaram de atividade laborativa, mas apenas três por causa da fratura. Dor leve foi referida por cinco pacientes, aos esforços por 11 e de repouso por dois. Sete pacientes apresentaram fraqueza muscular e/ou diminuição da sensibilidade atribuída à disfunção neurológica no território C5-C6.

Osteossarcoma parosteal de escápula

WALTER MEOHAS; JULIUS SMITH; IERECÊ LINS AYMORÉ; ANA LUZIA BRITO DE ALMEIDA; ROBERTO ANDRÉ VASCONCELLOS; DANIELLE PROBSTNER; ANA CRISTINA DE SÁ LOPES

Rev Bras Ortop. 2003;38(9):- - Relato de Caso
O osteossarcoma parosteal (OSP) ocorre, predominantemente, em ossos longos, acometendo o terço distal do fêmur em cerca de 60% dos casos. Relata-se um caso de OSP situado em escápula, sendo este o terceiro publicado na literatura.

Ressalto de escápula: tratamento cirúrgico artroscópico

Alexandre Tadeu do Nascimento; Gustavo Kogake Claudio

Rev Bras Ortop. 2018;53(6):728-732 - Artigo Original

OBJETIVO: Avaliar os resultados funcionais de pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico artroscópico para ressalto de escápula.
MÉTODOS: Estudo retrospectivo de 11 pacientes submetidos a artroscopia escapulotorácica para tratamento de ressalto de escápula. Foram incluídos no estudo pacientes com diagnóstico de ressalto de escápula que não apresentaram melhoria da dor com tratamento fisioterápico por no mínimo seis meses. Os pacientes foram avaliados pelo escore de Dash, UCLA, pela classificação visual analógica de dor (EVA) e pelo Short-Form 36 (SF36).
RESULTADOS: A média de idade na cirurgia foi de 38,4 anos (21 a 48). O tempo médio de sintomas antes da cirurgia foi de 2,8 anos (variação de seis meses a seis anos). O seguimento médio foi de 12 meses (variação de 6,4 a 28). A média dos escores pós-operatórios foi de 7,8 pontos no Dash; 1,5 ponto no EVA, dez casos (90%) de dores leves e um caso (10%) de dores moderadas; 32 pontos no UCLA e 79,47 pontos no SF-36.
CONCLUSÃO: A abordagem artroscópica para tratamento de ressalto de escápula apresenta excelentes resultados funcionais.


Palavras-chave: Bursite; Artroscopia; Dor de ombro; Escápula

Osteocondroma da extremidade proximal da ulna: relato de caso*

MARCELO DE PINHO TEIXEIRA ALVES; LILIAN HELENA DIAS,MARCUS MENDES CAMPOS

Rev Bras Ortop. 1999;34(7):- - Relato de Caso
O osteocondroma é o mais comum tumor benigno primário do osso, localizando-se principalmente nas metáfises dos os-sos longos(1,2), geralmente em regiões extra-articulares(3). De acordo com Jesus-Garcia(3), trata-se de uma alteração na placa de crescimento, não sendo propriamente uma lesão neoplásica, visto que, ao final do crescimento, a lesão se estabili-(4). Geralmente assintomático(5), sua ressecção cirúrgica é indicada quando causa defeito estético, bloqueio articular ou sugestão de malignização(6) (por exemplo, quando, ao final do crescimento do indivíduo, a lesão volta a se desenvolver).

Compressão do nervo fibular comum por osteocondroma: relato de caso*

ANTÔNIO SEVERO; LUÍS GUSTAVO CALIERON; ANDRÉ KUHN

Rev Bras Ortop. 2001;36(9):- - Relato de Caso
O mais comum dos tumores ósseos benignos é o osteocondroma, composto de osso esponjoso, coberto por capa cartilaginosa e revestido em sua base pelo periósteo adjacente( 1). Os osteocondromas aparecem e desenvolvem-se durante o período de crescimento ósseo, raramente depois, localizando- se principalmente nas metáfises de ossos tubulares longos, especialmente próximo ao joelho. O restante desenvolve-se próximo do tornozelo, quadril, ombro e cotovelo. Quanto a sua histogênese, acredita-se que haja um tecido embrionário precursor comum para o osso e cartilagem( 2-4). Os sintomas por ele causados são leves, geralmente devidos a bursite subjacente; como manifestação há edema firme, não doloroso, fixado ao osso no qual o tecido subjacente é móvel(1). Este relato de caso apresenta uma complicação incomum desse tumor: a compressão do nervo fibular comum direito, à altura do terço proximal da fíbula em jovem do sexo masculino com queixas de parestesias intermitentes e paralisia motora em perna e pé direitos, agravada por trauma indireto (entorse). DESCRIÇÃO DO CASO M.V., 13 anos de idade, sexo masculino, branco, estudante, apresentava queixas intermitentes de formigamento na face ântero-lateral da perna e pé direitos com alguns meses de sintomatologia, além de abaulamento no terço proximal lateral dessa perna. Durante queda ao solo, jogando futebol, fez uma hiperflexão plantar forçada do pé direito, resultando em agravamento da sua sintomatologia prévia. Ao exame clínico apresentava tumoração de aproximadamente 3cm de diâmetro, saliente e localizada no terço proximal ântero-lateral da perna direita, havendo dificuldade na deambulação, arrastando parcialmente o pé direito. À palpação a tumoração tinha consistência endurecida, imóvel, não sendo aderida ao tecido celular subcutâneo. Havia dor à digitopercussão localizada na área tumoral, com irradiação para a face ântero- lateral da perna e pé direitos. Amplitude de movimento do joelho direito não apresentava alteração em comparação com o lado contralateral, não havendo derrame articular. Aos testes neurológicos o paciente apresentava parestesia na face ântero-lateral da perna e pé direitos, perda completa da flexão dorsal dos dedos e da eversão do pé direito, porém conservava parcialmente a força do músculo tibial anterior, que se manifestava por inversão e leve dorsiflexão desse pé. Unitermos - Osteocondroma; nervo fibular comum

Aspectos etiológicos e tratamento cirúrgico da escápula em ressalto*

RICARDO S. S. MORELLI; IRMO HUBERTO MORELLI; CIBELE MARIA ORSOLINI; LUÍS CÉSAR CARDIA JULIÃO

Rev Bras Ortop. 1994;29(9):- - Artigo Original
A crepitação ou ressalto da articulação escapulocostal é quase sempre assintomática, porém algumas vezes pode ser acompanhada de dor. Neste estudo retrospectivo de pequeno número de pacientes portadores de quadros dolorosos, não foram detectadas anomalias ósseas que pudessem ocasionar o fenômeno, exceto em um caso de fra-tura. Distúrbios no posicionamento da escápula aos movimentos podem ser a causa do ressalto. Se o tratamento conservador não for eficiente, pode-se obter elevado número de bons resultados com a ressecção do ângulo superior e borda vertebral da escápula.

Sarcoma histiocítico ósseo em escápula: relato de caso*

Gabriel Severo da Silva; Luis José Moura Alimena; Bernardo Vaz Peres Alves; Alexandre David; Roque Domingos Furian

Rev Bras Ortop. 2019;54(1):95-98 - Relato de Caso

Relato de caso de paciente pediátrico com diagnóstico de sarcoma histiocítico ósseo em escápula, submetido à ressecção oncológica (cirurgia de Tikhoff-Linberg tipo II), com retorno às atividades prévias e livre de doença após 24 meses de seguimento.


Palavras-chave: sarcoma histiocítico/patologia; sarcoma histiocítico/diagnóstico por imagem; sarcoma histiocítico/cirurgia

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