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Busca por: Compressão medular traumática por hérnia pulmonar

Compressão medular traumática por hérnia pulmonar

Guilherme Valdir Baldo; Alexandre Casagrande; Diogo Rath Fingerl Barbosa; Waldemar de Souza; Márcio Papaleo de Souza; Zaffer Maito

Rev Bras Ortop. 2018;53(6):802-804 - Relato de Caso

A compressão medular traumática por estruturas adjacentes à coluna é um evento raro. Os autores apresentam um caso de compressão medular ocasionada por parte do pulmão herniado em um adulto após acidente automobilístico. Não foram identificados casos semelhantes na literatura.


Palavras-chave: Compressão da medulaespinal/etiologia; Compressão da medulaespinal/cirurgia; Fraturas da coluna vertebralHér

TROMBOEMBOLIA PULMONAR APÓS VIDEOARTROSCOPIA DE OMBRO

Fabio Farina Dal Molin; Siluê Franzoni Dal Molin

Rev Bras Ortop. 2010;45(3):312-315 - Relato de Caso
Embora fenômenos tromboembólicos sejam complicações frequentes em cirurgias dos membros inferiores, apenas dois relatos de casos de tromboembolia pulmonar após artroscopia de ombro são encontrados na literatura. É descrito o caso de uma paciente com 76 anos com embolia pulmonar bilateral após artroscopia cirúrgica do ombro. Não foram encontradas anormalidades vasculares e nenhuma origem do trombo foi detectada, ficando desconhecida a causa exata responsável pela tromboembolia. Descritores - Artroscopia; Ombro; Embolia pulmonar.

HÉRNIA DISCAL LOMBAR

Luis Roberto Vialle; Emiliano Neves Vialle; Juan Esteban Suárez Henao; Gustavo Giraldo

Rev Bras Ortop. 2010;45(1):17-22 - Atualização
A hérnia discal lombar é o diagnóstico mais comum dentre as alterações degenerativas da coluna lombar (acomete 2 a 3% da população) e a principal causa de cirurgia de coluna na população adulta. O quadro clínico típico inclui lombalgia inicial, seguida de lombociatalgia e, finalmente, de dor ciática pura. A história natural da hérnia de disco é de resolução rápida dos sintomas (quatro a seis semanas). O tratamento inicial deve ser conservador, com manejo medicamentoso e fisioterápico, podendo ser acompanhado ou não por bloqueios percutâneos radiculares. O tratamento cirúrgico está indicado na falha do controle da dor, déficit motor maior que grau 3, dor radicular associada à estenose óssea foraminal ou síndrome de cauda equina, sendo esta última uma emergência médica. Uma técnica cirúrgica refinada, com remoção do fragmento extruso, e preservação do ligamento amarelo, resolve a sintomatologia da ciática e reduz a possibilidade de recidiva em longo prazo. Descritores - Hérnia discal lombar; Ligamento amarelo; Ciática; Tratamento cirúrgico.

Hérnia de disco torácica"

TARCÍSIO E. P. BARROS FILHO; REGINALDO PERILO OLIVEIRA; NILSON RODNEI RODRIGUES; MÁRIO A. TARICCO

Rev Bras Ortop. 1993;28(3):- - Artigo Original
São apresentados cinco casos de hérnia de disco torácica em pacientes do sexo masculino, com idade média de 41 anos, variando de 35 a 54 anos. Todos os pacientes apresentavam déficit neurológico, sendo submetidos a discectomia anterior. Foram observados três bons resultados, um regular e um mau. Os autores alertam para a importância de se realizar diagnóstico precoce nesses casos, para que se evite o desenvolvimento de mielopatia.

Avaliação da hipotermia em ratos submetidos a lesão medular experimental*

EMILIANO VIALLE; LUIZ ROBERTO VIALLE; LUIZ CARLOS VON BATHEN; EDMAR STIEVEN; DANIEL COLMAN; MARCOS BRIOSCHE; JOSÉ V.C. VARGAS

Rev Bras Ortop. 2002;37(7):- - Artigo Original
A fase aguda da lesão medular cursa com importante disfunção autonômica, sendo a perda da termorregulação um dos sintomas mais drásticos desta disfunção. Sabe-se que o lesado medular perde o controle da temperatura abaixo do nível lesado, com grande risco para o desenvolvimento de hipotermia. A incidência de hipotermia na fase aguda da lesão medular é desconhecida, o que leva a má compreensão deste quadro. Baseados nesses conceitos, os autores testaram um método para mensurar a perda de energia corpórea em ratos submetidos a lesão medular experimental. Utilizaram modelo já padronizado de lesão medular (NYU Impactor) e um transdutor esofágico para avaliar a variação da temperatura central na primeira hora após a lesão medular. Concluem que há diferença significativa na perda de energia entre o rato lesado medular e o grupo controle, e que o método de mensuração esofágica é valido, apesar de suas limitações.

Estudo histológico da lesão medular experimental em ratos

LUIZ ROBERTO GOMES VIALLE; SERGEI FISCHER; JÚLIO CÉSAR MARCON; EMILIANO VIALLE; RICHARD LUZZI; LUIZ FERNANDO BLEGGI-TORRES

Rev Bras Ortop. 1999;34(1/2):- - Artigo Original
No estudo das possibilidades de tratamento das lesões medulares traumáticas, é fundamental a reprodução seriada de lesões com o mesmo tipo de trauma medular e com áreas danificadas com volumes de necrose tecidual idênticos. Este trabalho visa a instalação, em hospital universitário, de um sistema de estudo de lesão medular experimental em animal de pequeno porte. Foi utilizado um método de contusão por impacção, com um aparelho especialmente desenvolvido pela Universidade de Nova York. Os objetivos foram: conseguir o adequado funcionamento do aparelho e de seu software, para produzir uma lesão medular; padronizar a lesão medular conseguida com iguais parâmetros de impacção; avaliar as alterações histológicas decorrentes da lesão medular em sua fase inicial.

Instabilidade anterior traumática do ombro

João Roberto Polydoro Rosa; Caio Santos Checchia; Alberto Naoki Miyazaki

Rev Bras Ortop. 2017;52(5):513-520 - Atualização
    A articulação do ombro é a mais instável do corpo humano. Sua instabilidade anterior de causa traumática é uma condição comum e com alta taxa de recidiva em pacientes jovens. A eficácia do tratamento conservador comparado com o tratamento cirúrgico, em suas diversas abordagens, ainda é debatida. O propósito deste estudo foi revisar a literatura, rever conceitos e últimas atualizações sobre o tratamento dessa afecção.

Luxação posterior traumática do quadril *

ROBERTO SÉRGIO TAVARES CANTO; RODRIGO JOSÉ NATIVIDADE BUENO; WILSON BENEDITO PEREIRA

Rev Bras Ortop. 1993;28(10):- - Artigo Original
Para analisar os resultados de tratamento, possível prognóstico e a melhor conduta terapêutica, foram levantados, retrospectivamente, 26 casos de luxação traumática posterior do quadril. Desses, foi conseguida a revisão de 20 pacientes. O tempo entre o trauma e a redução não parece haver interferido no resultado. Assim, de quatro casos reduzidos depois de 24 horas, houve três bons resultados. Houve predominância de pacientes do sexo masculino e a idade não parece haver interferido também no prognóstico. Os piores resultados foram dos cinco casos operados. Não que a cirurgia seja, a nosso ver, fator de piora do prognóstico, mas sim porque justamente os casos mais complexos é que são escolhidos para a operação. Mais do que qualquer coisa, a graduação inicial do trauma parece definir o resultado final. Não nos foi possível decidir, dúvida também de vários autores, sobre qual seria a melhor conduta pós-ope-ratória. Nos nossos casos, continuaremos aconselhando descarga por cinco semanas. Apesar do número relativamente pequeno de pacientes para se tirar conclusões definitivas, nossos resultados coincidiram de forma geral com os da literatura.

TUMOR DE CÉLULAS GIGANTES EM FALANGE PROXIMAL COM METÁSTASE PULMONAR: RELATO DE CASO E REVISÃO DE LITERATURA

Frederico Carvalho de Medeiros; Fernando Carvalho de Medeiros; Izabella de Campos Carvalho Lopes; Guilherme Carvalho de Medeiros; Eduardo Carvalho de Medeiros

Rev Bras Ortop. 2011;46(2):205-210 - Relato de Caso
 Trata-se de um relato de caso de tumor de células gigantes (TCG) em falange proximal de terceiro dedo da mão esquerda com metástase pulmonar. A paciente apresentava dor no dedo sem história prévia de trauma. Foram realizados exame clínico, estudo radiográfico e ressonância nuclear magnética. Feito o estudo histológico, a partir de biópsia incisional, com hipótese de TCG. Foi submetida à amputação do dedo, confirmando o diagnóstico pela microscopia da peça. A paciente foi acompanhada devido ao risco de metástase pulmonar, evidenciada em estudo radiográfico e tomografia computadorizada de tórax, sendo submetida à toracotomia. Desde então, houve melhora dos sintomas referidos no pré-operatório e ausência de recidiva local e novas metástases. Descritores - Tumores de Células Gigantes/cirurgia; Falanges dos Dedos da Mão; Amputação; Metástase Neoplásica.

Compressão pós-traumática do nervo fibular superficial*

JULIO CESAR GALI; JOÃO DE SOUZA MEIRELLES JÚNIOR

Rev Bras Ortop. 1999;34(6):- - Relato de Caso
Apresenta-se o caso de uma compressão pós-traumática do nervo fibular superficial; discute-se o diagnóstico e o tratamento realizados. Como se trata de uma síndrome de compressão nervosa que leva a uma neuropatia, diagnóstico e tratamento precoces são essenciais. Essa hipótese deve ser incluída entre as possibilidades diagnósticas de dor ou alterações de sensibilidade do aspecto distal da perna e dorso do pé, sobretudo em atletas.

Síndrome de compressão do nervo fibular superficial

IROCY GUEDES KNACKFUSS; RODRIGO MOTA PACHECO FERNANDES; NÍLTON IBIAPINA

Rev Bras Ortop. 2004;39(1/2):- - Relato de Caso
Relata-se um caso de neuropatia compressiva após entorse de tornozelo. Os sintomas são: dor com alteração de sensibilidade em território de distribuição do nervo cutâneo dorsal intermédio do pé, com sinal de Tinel positivo a cerca de 12,5cm proximal à extremidade distal da fíbula. Em exploração cirúrgica foi identificado o nervo, liberan-do-se-o por fasciotomia local. O procedimento resultou em alívio completo dos sintomas. Este caso representa um tipo pouco comum de neuropatia. A etiologia é desconhecida; entretanto, a compressão é o fator comum. O uso de exames complementares objetivos, como estudos de condução, radiografias e ressonância nuclear magnética, não está bem definido, concordando com outras descrições. Este trabalho enfatiza a importância do exame clínico para estabelecer o diagnóstico correto. Descritores - Nervo fibular; neuropatia.

Hérnia de disco lombar: revisão de conceitos atuais *

SÉRGIO AFONSO HENNEMANN; WALTER SCHUMACHER

Rev Bras Ortop. 1994;29(3):- - Artigo Original
Os autores realizaram ampla revisão do assunto hérnia de disco lombar e juntamente com sua experiência pessoal trazem conceitos atuais no que diz respeito a clínica, à fisiopatogenia e a investigação diagnóstica quanto à radiologia, mielografia, tomografia computadorizada com e sem contraste, ressonância magnética com e sem contraste, discografia, tomografia computadorizada associada a discografia e ao eletrodiagnóstico. Apresentam dados atuais sobre o tratamento conservador e cirúrgico no que se refere à cirurgia convencional, a microcirurgia, a discectomia percutânea e a quimionucleólise.

MODELO EXPERIMENTAL PARA O ESTUDO DA HÉRNIA DO DISCO INTERVERTEBRAL

ANDRÉ LUIZ DE SOUZA GRAVA; LUIZ FERNANDO FERRARI; CARLOS AMÍLCAR PARADA; HELTON L. A. DEFINO

Rev Bras Ortop. 2008;43(4):116-125 - Artigo Original
Objetivo: Apresentar um modelo experimental de hérnia de disco e sua validação para estudo da hiperalgesia mecânica e térmica produzidas pelo contato do núcleo pulposo (NP) com as estruturas nervosas envolvidas nessa afecção. Métodos: Foram utilizados ratos Wistar, sendo o NP autólogo retirado da região sacrococcígea e depositado sobre a dura-máter, raiz nervosa ou gânglios das raízes dorsais L4, L5 ou L6. Os experimentos foram divididos em quatro etapas: 1a) determinação da estrutura nervosa mais sensível ao contato com o NP; 2a) identificação do melhor nível lombar para a indução da hiperalgesia; 3a) determinação da ausência de lesão motora; e 4a) determinação da influência do procedimento cirúrgico no desenvolvimento do processo inflamatório. A hiperalgesia foi avaliada nos testes de von Frey eletrônico e de Hargreaves e a função motora, pelo teste de rota-rod. Resultados: O NP induziu hiperalgesia de maior intensidade na pata quando em contato com o gânglio da raiz dorsal (GRD) do que em contato com a dura-máter ou a raiz nervosa. Quando em contato com o GRD-L5, o NP induziu hiperalgesia ainda maior que a induzida pelo contato com os GRDs L4 e L6. Não foram observadas lesão motora e influência do processo inflamatório cirúrgico sobre a hiperalgesia. Conclusão: O GRD é a estrutura mais sensível aos componentes do NP para a produção da hiperalgesia, sendo o quinto nível lombar o que apresentou maior alteração nas sensibilidades mecânica e térmica avaliadas na pata dos animais, de acordo com os métodos utilizados.Descritores - Coluna vertebral; Disco intervertebral; Dor lombar; Hiperalgesia; Deslocamento do disco intervertebral; Ratos Wistar

Hérnia discal em crianças e adolescentes: relato de cinco casos*

ADALBERTO BORTOLETTO; SERGIO DAMIÃO S. PRATA; GIVANILDO BONFIM DOS SANTOS

Rev Bras Ortop. 1998;33(10):- - Artigo Original
Os autores apresentam cinco casos de hérnia de disco em pacientes cuja idade variou de 11 anos e 8 meses a 19 anos e tecem alguns comentários a respeito desta rara pa-(3,5,8,10,14), enfatizando a dificuldade diagnóstica e a necessidade de o ortopedista estar atento às causas de dor nas costas em crianças e adolescentes(2,14).

Tumores retroperitoneais simulando hérnia discal* Relato de dois casos

ROBERTO SÉRGIO DE TAVARES CANTO; OSCAR MANDIM NETO; MARCO TÚLIO DE MELO; PAULO ROBERTO SANTOS NETO; MAURI MENDONÇA DE LIMA

Rev Bras Ortop. 1997;32(1/2):- - Relato de Caso
Os autores apresentam dois casos de tumor retroperitoneal maligno, cuja manifestação inicial foi lombociatalgia, que a princípio seriam decorrentes de hérnia discal. Alertam para a necessidade de diagnosticar precocemente a patologia e apontam os principais fatores que levam ao retarde no diagnóstico, comprometendo ainda mais o prognóstico. A realização de história clínica bem feita, de exame físico completo e de propedêutica adequada invariavelmente conduz à suspeita diagnóstica, que indicará o melhor tratamento desta rara patologia, freqüentemente de mau prognóstico quanto à sobrevida.

Diástase traumática dos ossos cuneiformes do tarso*

CAIO AUGUSTO DE SOUZA NERY; RUI DOS SANTOS BARRÔCO; ANTONIO AUGUSTO COUTO DE MAGALHÃES; SÉRGIO BRUSCHINI

Rev Bras Ortop. 1996;31(7):- - Artigo Original
São apresentados os resultados obtidos no tratamento da diástase traumática dos ossos cuneiformes do tarso em sete pacientes (sete pés), três do sexo feminino e quatro do masculino, com idades variando de 17 a 55 anos (média de 34,7 anos). O tempo médio de seguimento foi 8,4 meses (mínimo de cinco e máximo de dez meses). O mecanismo de lesão proposto para esses pacientes foi o de flexão plantar máxima acompanhada de eversão do pé em cinco (71,4%) e flexão plantar máxima acompanhada de supinação do pé em dois (28,6%). O tratamento cruento, por meio da redução e fixação da diástase com fio absorvível de longa duração (polidioxanona-2mm), foi utilizado em cinco pacientes (71,4%), proporcionando redução da subluxação e alívio imediato do quadro doloroso. A avaliação clínica e radiológica revelou 100% de resultados satisfatórios nos pacientes tratados cirurgicamente e maus nos dois tratados conservadoramente. O tempo de imobilização pós-operatório foi de seis semanas seguido de igual período de reabilitação. Apesar do curto período de seguimento pós-operatório, em face dos resultados alcançados, os autores consideram a técnica utilizada como eficaz e de baixa morbidade para o tratamento dessas lesões.

Luxação traumática anterior inveterada do quadril

FERNANDO G. MIRANDA; MILTON IACOVONE; ANTNIO C. BERNAB; ITIRO SUZUKI; CARLOS S. ULHA; J.V. BARBOSA CORRA; ALBERTO T. CROCI; HENRIQUE A.B.A. CABRITA; JOS R. NEGREIROS

Rev Bras Ortop. 1998;33(3):- - Relato de Caso
Os autores apresentam caso de luxação traumática anterior inveterada do quadril direito em paciente masculino de 22 anos que apresentava luxação no reduzida de 30 dias. O tratamento cirrgico chegou a ser indicado, depois que algumas tentativas de reduo incruenta no alcanaram sucesso. A reduo foi conseguida incruentamente, mesmo aps decorrido esse longo perodo.

LUXAÇÃO TRAUMÁTICA ATLANTO-OCCIPITAL: RELATO DE CASO

HELTON DEFINO; MAXIMILIANO AGUIAR PORTO; CARLOS FERNANDO PEREIRA DA SILVA HERRERO; CARLOS FREDERICO WANDERLEY ESTELITA ROMEIRO; MARCELLO HENRIQUE NOGUEIRA BARBOSA

Rev Bras Ortop. 2008;43(5):203-208 - Relato de Caso
A luxação traumática atlanto-occipital é lesão rara, de incidência desconhecida e está associada a elevada taxa de mortalidade. Os autores relatam o diagnóstico, tratamento e seguimento de dois anos de uma paciente de 25 anos de idade, vítima de acidente automobilístico e luxação atlanto-occipital traumática confirmada por exames de imagem.Descritores - Articulação atlanto-occipital / lesões; Traumatismos da coluna vertebral / diagnóstico; Traumatismos da coluna vertebral / cirurgia.

Avaliação da recuperação motora em ratos submetidos a lesão medular experimental*

EMILIANO VIALLE; LUIZ ROBERTO GOMES VIALLE; ELIZANA RASERA; CLÓVIS CECHINEL; IZABELA LEONEL; CLAUS SEYBOTH

Rev Bras Ortop. 2002;37(3):- - Artigo Original
Uma das grandes dificuldades na realização de estudos sobre lesão medular em animais é a obtenção de um trauma com energia similar, produzindo lesões padronizadas. Apesar de cuidados técnicos na realização da lesão medular, estudos histológicos mostram certo grau de variabilidade na área lesada, o que requer um método auxiliar de avaliação da lesão medular. Os autores objetivam testar um modelo de escala de avaliação da recuperação motora para lesão medular experimental tendo como base testes já consagrados e avaliar sua aplicabilidade no protocolo do Laboratório de Lesões Medulares e Trauma Experimental do Hospital Universitário Cajuru - Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Foram utilizados 20 ratos Wistar machos, pesando entre 350 e 450g, de acordo com as normas do Mascis (Multicenter Animal Spinal Cord Injury Study). Os animais foram anestesiados com pentobarbital (65mg/kg, ip) e submetidos a laminectomia T9-T10 preservando o saco dural. Dez ratos receberam então uma lesão contusa equivalente à queda de uma haste de 10g de altura de 25mm, em área seccional de 2mm2, utilizando o aparelho Impactor NYU acoplado a um PC com software específico para análise dos dados; 10 foram utilizados como controle. Todos receberam antibioticoterapia profilática (1mg/dia de cefazolina ip) pós-anes-tesia, 24 horas e 48 horas após a lesão. Os animais fo-ram avaliados quanto à recuperação motora no sétimo, 14o e 21o dia após a lesão, realizando-se seis testes. O método identificou recuperação motora similar; três dos seis testes mostraram-se mais eficazes. A avaliação motora extensa, apesar de preconizada na literatura, não se mostrou necessária, pois três testes não influenciaram na avaliação final.

ESTUDO HISTOLÓGICO DAS ALTERAÇÕES CUTÂNEAS DOS MEMBROS POSTERIORES EM RATOS SUBMETIDOS A LESÃO MEDULAR EXPERIMENTAL

EMILIANO NEVES VIALLE; LUIZ ROBERTO VIALLE; FÁBIO LUIZ AGUSTINI; DÉLIO EULÁLIO MARTINS FILHO

Rev Bras Ortop. 2005;40(8):- - Artigo Original
Objetivo: Um dos grandes problemas no trauma raquimedular são as lesões de pele subseqüentes. Úlceras de pressão são, infelizmente, comuns em ambulatórios de reabilitação. Apesar de muitos estudos serem realizados visando a regeneração do tecido neural, pouco se sabe sobre a fisiopatologia das alterações de pele distais à lesão medular. Os autores têm por objetivo analisar as alterações cutâneas distais à lesão medular experimental, através de estudo morfométrico de amostras de pele coletadas dos membros posteriores dos animais lesados, além de analisar a influência da intensidade do trauma sobre as alterações de pele. Material e métodos: Utilizaram-se 44 ratos Wistar machos, que foram submetidos a lesão medular experimental (T9-T10) por meio de um sistema de contusão aberta, com o aparelho Impactor NYU, e divididos em grupos controles (n = 4), grupo agudo (n = 24, sacrificados após quatro dias da lesão medular), grupo crônico 1 (n = 8, lesão medular de 12,5mm de altura e sacrificados em 21 dias) e grupo crônico 2 (n = 8, lesão medular de 25mm de altura e sacrificados em 21 dias). Resultados: Encontrouse atrofia da pele tanto em animais do grupo agudo quanto em animais dos grupos crônicos, quando comparados com o grupo controle. Não houve diferença nas alterações de pele dos grupos de energia de trauma diferente. Conclusões: Mesmo em áreas onde não há aumento de pressão, as alterações atróficas da pele foram evidenciadas, sugerindo um fator adicional à origem das úlceras de pressão em lesados medulares. Descritores - Trauma raquimedular; pele; ratos Wistar; cirurgia experimental.

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