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Busca por: Ressalto de escápula: tratamento cirúrgico artroscópico

Ressalto de escápula: tratamento cirúrgico artroscópico

Alexandre Tadeu do Nascimento; Gustavo Kogake Claudio

Rev Bras Ortop. 2018;53(6):728-732 - Artigo Original

OBJETIVO: Avaliar os resultados funcionais de pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico artroscópico para ressalto de escápula.
MÉTODOS: Estudo retrospectivo de 11 pacientes submetidos a artroscopia escapulotorácica para tratamento de ressalto de escápula. Foram incluídos no estudo pacientes com diagnóstico de ressalto de escápula que não apresentaram melhoria da dor com tratamento fisioterápico por no mínimo seis meses. Os pacientes foram avaliados pelo escore de Dash, UCLA, pela classificação visual analógica de dor (EVA) e pelo Short-Form 36 (SF36).
RESULTADOS: A média de idade na cirurgia foi de 38,4 anos (21 a 48). O tempo médio de sintomas antes da cirurgia foi de 2,8 anos (variação de seis meses a seis anos). O seguimento médio foi de 12 meses (variação de 6,4 a 28). A média dos escores pós-operatórios foi de 7,8 pontos no Dash; 1,5 ponto no EVA, dez casos (90%) de dores leves e um caso (10%) de dores moderadas; 32 pontos no UCLA e 79,47 pontos no SF-36.
CONCLUSÃO: A abordagem artroscópica para tratamento de ressalto de escápula apresenta excelentes resultados funcionais.


Palavras-chave: Bursite; Artroscopia; Dor de ombro; Escápula

Aspectos etiológicos e tratamento cirúrgico da escápula em ressalto*

RICARDO S. S. MORELLI; IRMO HUBERTO MORELLI; CIBELE MARIA ORSOLINI; LUÍS CÉSAR CARDIA JULIÃO

Rev Bras Ortop. 1994;29(9):- - Artigo Original
A crepitação ou ressalto da articulação escapulocostal é quase sempre assintomática, porém algumas vezes pode ser acompanhada de dor. Neste estudo retrospectivo de pequeno número de pacientes portadores de quadros dolorosos, não foram detectadas anomalias ósseas que pudessem ocasionar o fenômeno, exceto em um caso de fra-tura. Distúrbios no posicionamento da escápula aos movimentos podem ser a causa do ressalto. Se o tratamento conservador não for eficiente, pode-se obter elevado número de bons resultados com a ressecção do ângulo superior e borda vertebral da escápula.

Ressalto de escápula. Ressecção artroscópica de osteocondroma subescapular da região superomedial. Relato de caso e revisão da literatura

Alexandre Tadeu do Nascimento e Gustavo Kogake Claudio

Rev Bras Ortop. 2017;52(2):220-223 - Relato de Caso
    A escápula em ressalto é uma síndrome com diversas etiologias, entre elas o osteocondroma subescapular. Quando esse tumor necessita ser retirado, é possível fazê-lo por via artroscópica, um procedimento que apresenta indicac¸ões restritas. Os autores apresentam neste artigo o caso de uma paciente com osteocondroma da região superomedial da face ventral da escápula, submetida a procedimento cirúrgico por artroscopia escápulotorácica para sua retirada.  

ARTROSCOPIA DA ARTICULAÇÃO ESCAPULOTORÁCICA: RELATO DE CASOS

Carlos Vicente Andreoli; Benno Ejnisman; Alberto de Castro Pochini; Gustavo Cará Monteiro; Moisés Cohen; Flávio Faloppa

Rev Bras Ortop. 2009;44(4):351-356 - Relato de Caso
A artroscopia escapulotorácica é um procedimento que apresenta indicações restritas, para ressecção de corpos livres, tumores benignos, bursites e escápulas em ressalto. Os autores relatam quatro casos de artroscopia da articulação escapulotorácica; no primeiro caso, foi realizada apenas a visualização do tumor benigno (osteocondroma); no segundo caso, a ressecção artroscópica de um osteocondroma; no terceiro caso, a bursectomia artroscópica devido à bursite escapulotorácica; e no quarto caso, bursectomia e escapulectomia súpero-medial parcial artroscópica devido à escápula em ressalto. Descritores - Escapula; Artroscopia; Humanos.

Fraturas da escápula*

CLÁUDIO HENRIQUE BARBIERI; NILTON MAZZER; FÁBIO HENRIQUE MENDONÇA; LUIZ HENRIQUE FONSECA DAMASCENO

Rev Bras Ortop. 2001;36(7):- - Artigo Original
Uma série de 142 fraturas em 123 escápulas (120 pacientes) foi seguida por um período de 18 anos. Os prontuários médicos de 120 pacientes foram revisados e estudados quanto à identificação, profissão, tipo de fra-tura, lesões associadas, lesão neurológica e tipo de tratamento. Todas as radiografias do trauma foram estudadas. Cento e seis pacientes foram tratados de modo conservador, com imobilização e movimentação precoce, e 14, por meio cirúrgico. Quarenta e cinco pacientes, com no mínimo um ano de seguimento, foram reavaliados clínica, funcional e radiograficamente. Em 13 pacientes detectou-se incapacidade funcional do ombro com diminuição da mobilidade e 11 pacientes mudaram de atividade laborativa, mas apenas três por causa da fratura. Dor leve foi referida por cinco pacientes, aos esforços por 11 e de repouso por dois. Sete pacientes apresentaram fraqueza muscular e/ou diminuição da sensibilidade atribuída à disfunção neurológica no território C5-C6.

Osteossarcoma parosteal de escápula

WALTER MEOHAS; JULIUS SMITH; IERECÊ LINS AYMORÉ; ANA LUZIA BRITO DE ALMEIDA; ROBERTO ANDRÉ VASCONCELLOS; DANIELLE PROBSTNER; ANA CRISTINA DE SÁ LOPES

Rev Bras Ortop. 2003;38(9):- - Relato de Caso
O osteossarcoma parosteal (OSP) ocorre, predominantemente, em ossos longos, acometendo o terço distal do fêmur em cerca de 60% dos casos. Relata-se um caso de OSP situado em escápula, sendo este o terceiro publicado na literatura.

"Pseudowinging" da escápula secundária a osteocondroma subescapular

FUAD KALIL SOBRINHO

Rev Bras Ortop. 1995;30(9):- - Relato de Caso
O autor relata caso de paciente com oito anos de idade que apresentava aumento de volume e desconforto na região escapular direita. Tece comentários sobre a raridade da lesão e da importância do diagnóstico diferencial entre a verdadeira e a falsa escápula alada, bem como o tratamento instituído.

PROPOSTA DE UM NOVO TESTE CLÍNICO PARA O DIAGNÓSTICO DO RESSALTO LATERAL DO QUADRIL

Henrique Antonio Berwanger de Amorim Cabrita; Henrique Melo de Campos Gurgel; Ricardo Marques; Leandro Emilio Nascimento Santos; José Ricardo Negreiros Vicente; Marcos de Camargo Leonhardt; Leandro Ejnisman; Alberto Tesconi Croci

Rev Bras Ortop. 2014;49(5):532-534 - Nota Técnica
O ressalto lateral do quadril é uma entidade nosológica muitas vezes desconhecida pela maioria dos ortopedistas e até mesmo por alguns especialistas em cirurgia do quadril. Trata--se da presença de um estalido palpável e/ou audível na face lateral do quadril, por vezes doloroso, causado pelo atrito musculotendíneo sobre o grande trocanter durante a flexão e a extensão da articulação coxofemoral. Descreveremos a seguir um novo teste para o diagnóstico do ressalto lateral do quadril, que é eminentemente clínico.Descritores - Quadril Lesões do quadril Artralgia

Síndrome do aprisionamento fascial do nervo torácico longo: escápula alada

Rev Bras Ortop. 2015;50(5):573-577 - Artigo Original
Objetivo: Analisar os resultados de cirurgia de intervenção precoce em pacientes com sín-drome do aprisionamento fascial do nervo torácico longo e consequente escápula alada.Métodos: Acompanhamos seis pacientes com uma síndrome de aprisionamento semrestrições específicas de estiramento ao nervo.Resultados: Pacientes tiveram melhoria em seus sintomas seis a 20 meses após o proce-dimento. Sintomas motores melhoraram completamente sem qualquer dor persistente. Adeformidade medial da escápula alada melhorou em todos os casos sem distúrbios estéticosresiduais.Conclusão: A abordagem de liberação cirúrgica precoce parece ser um melhor preditor narecuperação de paralisia não traumática do músculo serrátil anterior.

Sarcoma histiocítico ósseo em escápula: relato de caso*

Gabriel Severo da Silva; Luis José Moura Alimena; Bernardo Vaz Peres Alves; Alexandre David; Roque Domingos Furian

Rev Bras Ortop. 2019;54(1):95-98 - Relato de Caso

Relato de caso de paciente pediátrico com diagnóstico de sarcoma histiocítico ósseo em escápula, submetido à ressecção oncológica (cirurgia de Tikhoff-Linberg tipo II), com retorno às atividades prévias e livre de doença após 24 meses de seguimento.


Palavras-chave: sarcoma histiocítico/patologia; sarcoma histiocítico/diagnóstico por imagem; sarcoma histiocítico/cirurgia

Osteocondroma retroescapular como diagnóstico diferencial de escápula alada*

Marco Aurélio de Oliveira; Yuri Alfaro; Anastácio Kotzias; Mário César Korman

Rev Bras Ortop. 2019;54(3):241-246 - Artigo de Revisão

OBJETIVO O objetivo do presente trabalho é relatar as características clínicas de pacientes pediátricos com diagnóstico de osteocondroma retroescapular submetidos a tratamento cirúrgico, entre os anos de 2003 e 2017.
MÉTODOS Série de casos, analítica, descritiva e retrospectiva de sete pacientes com diagnóstico de osteocondroma retroescapular.
RESULTADOS A média de idade dos pacientes analisados foi de 9,5 anos, sendo 71% deles do sexo masculino. O tempo médio entre o início dos sintomas e o procedimento cirúrgico foi de 1,2 anos. Aproximadamente 71% dos pacientes apresentaram osteocondroma na escápula direita, e 57,1% dos casos foram classificados como sésseis. Ao exame clínico, observou-se pseudoescápula alada em 85,7%, crepitação em 71,4%, e queixa de dor em 42,9% dos pacientes.
CONCLUSÃO A escápula alada pode ter diferentes etiologias, dentre elas o osteocondroma retroescapular. O conhecimento sobre anatomia funcional e semiologia ortopédica somado à correta sistematização da abordagem dos tumores ósseos consiste na base para o correto diagnóstico diferencial e tratamento adequado.


Palavras-chave: osteocondroma; escápula; neoplasias ósseas.

Estudo artroscópico do punho

KODI E. KOJIMA; GILBERTO H. OHARA; WALTER H. C. TARGA

Rev Bras Ortop. 1995;30(8):- - Artigo Original
Os autores discutem as indicações da utilização do exame artroscópico do punho e sugerem roteiro para sua realização. Apresentam a rotina utilizada no serviço e comentam a respeito das estruturas que devem ser analisadas em cada local.

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DA ARTRODESE DA ARTICULAÇÃO ESCAPULOTORÁCICA NO TRATAMENTO DA ESCÁPULA ALADA NA DISTROFIA FASCIOESCAPULUMERAL

LUCIANO ANTONIO NASSAR PELLEGRINO; DULCE EGYDIO DE CARVALHO; GUSTAVO BARBOSA CELIA HINKENICKEL; ALBERTO NAOKI MIYAZAKI; PEDRO DONEUX-SANTOS,MARCELO FREGONEZE; LUCIANA ANDRADE DA SILVA; SÉRGIO LUIZ CHECCHIA

Rev Bras Ortop. 2008;43(1/2):41-47 - Artigo Original
Avaliar a técnica cirúrgica da artrodese escapulotorácica na distrofia fascioescapulumeral (DFEU), analisando os resultados e as complicações pós-operatórias. Métodos: No período de fevereiro de 1992 a fevereiro de 2006 foram realizadas oito artrodeses escapulotorácicas em cinco pacientes no Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (DOT-FCM-SCSP). Os critérios para indicação cirúrgica foram: dor, déficit funcional do membro acometido, fadiga muscular e deformidade estética. Na técnica cirúrgica empregada para a artrodese foi realizada a fixação da escápula à parede torácica por meio de amarrilho com fios de poliéster no 5, uma placa metálica estreita e fina, além de colocação de enxerto esponjoso autólogo. Resultados: O seguimento médio dos pacientes foi de 124 meses. Na comparação da amplitude de movimentos pré e pós-operatórios, notou-se melhora na elevação, mantida a rotação lateral, com o UCLA no período pré-operatório variando de 7 a 11 e pós-operatório de 29 a 33. Dentre as complicações, encontraram-se dois casos de pneumotórax, um caso de soltura do material de síntese e um caso de ausência de consolidação óssea. Comentário: Obtida consolidação da artrodese em seis casos, além da melhora da dor e elevação. Dois casos foram reoperados, sendo um devido à quebra do material e o outro, à não consolidação. Todos evoluíram para consolidação.Descritores - Distrofias musculares; Distrofia muscular fascioescapulumeral; Escápula; Artrodese; Estudos de avaliação.

ALTERAÇÃO OCULAR GRAVE ASSOCIADA À FRATURA DE ESCÁPULA. RELATO DE CASO

Evandro Pereira Palacio, Missa Takasaka , Tatiana Rocha Bastos, Andrea Alonso Negrini, Kauan Val, Patrícia da Silva Fernandes, Roberto Ryuiti Mizobuchi, Alcides Durigam Jr.

Rev Bras Ortop. 2013;48(4):- - Relato de Caso

RESUMO

Objetivo: As fraturas de escápula são entidades raras e que frequentemente cursam com complicações respiratórias graves, geralmente associadas a contusões do tecido pulmonar. Os autores descrevem um caso raro de tromboembolismo arteriolar ocular causado por fratura multifragmentária do corpo escapular em paciente vítima de acidente automobilístico.

Keywords -Doenças retinianas Escápula Fraturas do ombro Tromboembolismo

TRATAMENTO ARTROSCÓPICO DO IMPACTO FEMOROACETABULAR

Giancarlo C. Polesello; Marcelo C. Queiroz; Nelson K. Ono; Emerson K. Honda; Rodrigo P. Guimarães; Walter Ricioli Junior

Rev Bras Ortop. 2009;44(3):230-238 - Artigo Original
Objetivos: O propósito deste estudo é avaliar os resultados em curto prazo do tratamento artroscópico do impacto femoroacetabular. A hipótese é a de que os resultados do tratamento artroscópico são favoráveis. Métodos: Entre agosto de 2003 e agosto de 2007, 28 quadris foram submetidos ao tratamento do impacto femoroacetabular pela via artroscópica. A idade média dos pacientes foi de 34 anos, com média de seguimento de 27 meses. Quanto à melhora clínica, os pacientes foram avaliados pré e pósoperatoriamente pelo Harris Hip Score (HHS) modificado por Byrd. Os pacientes foram avaliados pré e pós-operatoriamente em relação à rotação interna do quadril acometido. Os valores obtidos nos índices acima foram analisados estatisticamente através do método de Wilcoxon para a avaliação de variáveis não paramétricas. Resultados: O Harris Hip Score médio pré-operatório foi de 54,2 e o pós-operatório, de 94,8 (p < 0,001). O aumento médio do HHS foi de 37,5 pontos. Houve quatro resultados bons (15%) e 24 excelentes (85%). Pré-operatoriamente os pacientes apresentavam rotação interna do quadril média de 17° e pósoperatoriamente, de 36°. O aumento médio de rotação interna foi de 19° (p < 0,001). Conclusão: O tratamento artroscópico do impacto femoroacetabular tem resultados satisfatórios. Descritores - Osteoartrite do quadril/diagnóstico; Osteoartrite do quadril/etiologia; Osteoartrite do quadril/terapia; Articulação do quadril/patologia; Artroscopia.  

TRATAMENTO ARTROSCÓPICO DA EPICONDILITE LATERAL DO COTOVELO

AMÉRICO ZOPPI FILHO; LUÍS ALFREDO GÓMEZ VIEIRA; ARNALDO AMADO FERREIRA NETO; EDUARDO BENEGAS

Rev Bras Ortop. 2004;39(3):414-420 - Artigo Original
Os autores apresentam sua experiência no tratamento artroscópico da epicondilite lateral do cotovelo em oito pacientes (seis homens e duas mulheres) refratários ao tratamento conservador (repouso, analgesia, fisioterapia) instituída por período mínimo de seis meses. A idade dos pacientes variou de 23 a 75 anos (média de 39 anos). O tempo médio de seguimento foi de 14 meses. Não houve complicações imediatas ou tardias e os resultados obtidos foram considerados bons, com remissão do quadro de dor, sem limitação articular e a volta dos pacientes às suas atividades prévias sem restrições. Descritores - Artroscopia; epicondilite lateral; cotovelo.

TRATAMENTO ARTROSCÓPICO DA TENDINITE CALCÁRIA DO OMBRO

SERGIO LUIZ CHECCHIA; ALBERTO NAOKI MIYAZAKI; MARCELO FREGONEZE; PEDRO DONEUX SANTOS; LUCIANA ANDRADE DA SILVA; LUIZ FERNANDO FERREIRA MAZZA; MARIA THEREZA CALIL ANGELINI; NEMI SABEH JUNIOR

Rev Bras Ortop. 2007;42(6):161-168 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar os resultados do tratamento artroscópico nos pacientes com tendinite calcária do manguito rotador. Métodos: Os resultados do tratamento artroscópico foram avaliados em 66 pacientes (71 ombros). Houve predominância do sexo feminino em 56,3% dos casos, com média de idade de 51 anos. Todos os pacientes foram resistentes ao tratamento conservador prévio e acompanhados por tempo médio de 58 meses (de 12 a 118 meses). A bursectomia e a ressecção parcial ou completa da calcificação foram realizadas em todos os casos. A acromioplastia foi realizada sempre que sinais, radiográficos ou artroscópicos, de impacto se faziam presentes, ocorrendo em 90,2% dos casos. Resultados: Foram obtidos 95,7% de resultados excelentes e bons, conforme a avaliação do UCLA. Conclusão: A cirurgia artroscópica para a tendinite calcária crônica do manguito rotador é método eficaz para os casos resistentes ao tratamento conservador. Descritores - Ombro/anatomia & histologia; Ombro/cirurgia; Artroscopia; Técnicas de diagnóstico por cirurgia; Diagnóstico por imagem; Tendinopatia; Bainha rotadora/patologia; Resultado de tratamento.

TRATAMENTO ARTROSCÓPICO DA OSTEOCONDROMATOSE SINOVIAL NO QUADRIL

Giancarlo Cavalli Polesello; Nelson Keiske Ono; Emerson Kiyoshi Honda; Rodrigo Pereira Guimarães4; Walter Ricioli Junior; Bruno Gonçalves Schröder e Souza; William Soltau Dani

Rev Bras Ortop. 2009;44(4):490-492 - Artigo Original
Objetivo: O objetivo deste trabalho é mostrar os resultados obtidos no tratamento da osteocondromatose no quadril pela via artroscópica. Métodos: Foram avaliados seis pacientes submetidos à artroscopia do quadril por osteocondromatose sinovial, quanto à função e dor nos períodos pré e pós-operatórios. O tempo de queixa pré-operatória variou de nove a 48 meses, média de 28,2 meses e o seguimento variou de oito a 25 meses, média de 17,1 meses. A idade média foi de 45,1 anos, quatro pacientes (66,6%) eram do sexo feminino e o lado direito foi acometido em cinco casos (83,3%). Resultados: Quanto aos resultados pelos critérios de Harris modificados por Byrd, a pontuação evoluiu de média de 54,1 para 90,4 pontos e a escala de expressões faciais para quantificação da dor variou de média de 1,7 ponto para 5,1 pontos. Conclusão: A artroscopia é boa alternativa para o tratamento da osteocondromatose no quadril, apesar de ser necessário maior tempo de seguimento para afirmar isso categoricamente. Os resultados observados até então são animadores. Trata-se de procedimento pouco invasivo e que permite boa recuperação. Descritores - Quadril; Artroscopia; Condromatose sinovial.

TRATAMENTO ARTROSCÓPICO DA RIGIDEZ DE COTOVELO

Luis Alfredo Gómez Vieira; Fabio Farina Dal Molin; Adalberto Visco; Luis Filipe Daneu Fernandes; Murilo Cunha Rafael dos Santos; Nivaldo Souza Cardozo Filho; Nicolas Gerardo Gómez Cordero

Rev Bras Ortop. 2011;46(4):398-402 - Artigo Original
Objetivo: Apresentar a técnica cirúrgica artroscópica e a avaliação dos resultados com esta técnica no tratamento da rigidez de cotovelo. Métodos: Entre abril de 2007 e janeiro de 2010, 10 cotovelos de 10 pacientes com rigidez de cotovelo foram submetidos a tratamento artroscópico para liberação do arco de movimento. O seguimento mínimo foi de 11 meses, com média de 27 meses. A idade variou de 22 a 48 anos de idade, com média de 32,8 anos. Todos os pacientes eram do sexo masculino. Os pacientes foram acompanhados semanalmente no primeiro mês e a cada três meses após o procedimento artroscópico. A avaliação clínica foi feita por meio dos critérios da University of Califórnia at Los Angeles (UCLA). Resultados: Todos os pacientes operados encontravam-se satisfeitos com os resultados do tratamento cirúrgico artroscópico, com uma média de 33,8 pontos na escala de avaliação da UCLA. Conclusão: O tratamento artroscópico da rigidez do cotovelo é uma técnica cirúrgica minimamente invasiva que mostrou-se eficiente para o tratamento desta complicação.Descritores - Cotovelo/cirurgia; Artroscopia/métodos; Amplitude de Movimento Articular

TRATAMENTO ARTROSCÓPICO DA RIGIDEZ PÓS-TRAUMÁTICA DO COTOVELO

Jose Carlos Garcia Júnior; Jose Luis Amim Zabeu; Ivaldo Angelo Cintra Junior; Carlos Augusto Mattos; Jesely Pereira Myrrha

Rev Bras Ortop. 2012;47(3):325-329 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar pacientes submetidos à artroscopia para liberação do cotovelo rígido, discutindo a técnica, possíveis dificuldades e riscos. Métodos: Foram realizadas 24 artroscopias de cotovelos. Todos os pacientes foram avaliados usando goniometria pré e seis meses pós-cirurgia e pontuados com o escore de cotovelo Mayo. Resultados: Operados 15 homens e nove mulheres, 14 cotovelos direitos e 10 esquerdos, média de idade de 34,58 anos e de tempo de seguimento de 38,41 meses. A média do ganho do arco de movimento foi de 43,3º e MES de 85,4. Conclusão: A liberação artroscópica pode viabilizar melhor visualização e aumento das opções de mudança de estratégia durante a cirurgia, diminuição do trauma cirúrgico e possibilidade de reabilitação precoce, podendo atingir resultados similares ou melhores que os da cirurgia aberta. Contra a artroscopia há a grande curva de aprendizado e o maior custo do procedimento. Ambas as técnicas relatam complicações neurovasculares. Para evitar tais problemas, o protocolo para realização dos portais deve ser rigorosamente seguido. A liberação artroscópica mostrou ser opção segura e eficaz no ganho da ADM no cotovelo rígido pós-traumático. Descritores - Cotovelo/lesões; Contratura/cirurgia; Artroscopia; Articulação do Cotovelo/lesões.

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