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Busca por: Avaliação clínica e funcional de pacientes submetidos a artroplastia reversa com seguimento mínimo de um ano

Avaliação clínica e funcional de pacientes submetidos a artroplastia reversa com seguimento mínimo de um ano

Flávio de Oliveira França; José Marcio Alves Freitas; Pedro Couto Godinho; Dermerson Martins Gonçalves; Tertuliano Vieira; Ulisses Silva Pereira

Rev Bras Ortop. 2018;53(6):714-720 - Artigo Original

OBJETIVO: Avaliar os resultados clínicos e funcionais de pacientes submetidos a artroplastia reversa com seguimento mínimo de um ano.
MÉTODOS: Foram avaliados retrospectivamente 22 pacientes submetidos a artroplastia reversa de ombro pelo grupo de cirurgia e reabilitação de ombro da nossa instituição com análise pré e pós-operatória de exames de imagem, escala analógica da dor, amplitude de movimento e escala funcional ASES.
RESULTADOS: Dos 19 (86,3%) pacientes que apresentavam ASES pré-operatória classificada como péssimo/ruim, 11 (57,9%) evoluíram para bom/excelente após a intervenção, apresentaram melhoria da função, saíram de uma escala ASES pré-operatória média de 22 (±18,8) para uma pós-operatória de 64,8 (± 27,7; p = 0,031). Quanto à dor, observou-se melhoria da escala analógica da dor, apresentaram média pré-operatória de 7,64 (1-10) e pós-operatória de 2,09 (0-7; p < 0,001). Em relação à mobilidade, dos 22 pacientes, 15 (68,2%) apresentavam pseudoparalisia pré-operatória; desses, dez (66,7%) passaram a apresentar elevação anterior ativa superior a 90° após artroplastia reversa. Por outro lado, os pacientes sem pseudoparalisia não apresentaram ganho significativo de amplitude de movimento (p = 0,002). Foi observado ganho de elevação anterior ativa, com média pré-operatória de 76° (0-160°) e pós-operatória de 111° (0-160°; p = 0,002).
CONCLUSÃO: Apesar de ser um procedimento relativamente novo no Brasil, a artroplastia reversa de ombro pode ser usada com eficácia e segurança em pacientes que previamente apresentavam-se sem opções terapêuticas como artropatia do manguito rotador e revisões que proporcionam alívio de dor, melhoria da função e mobilidade do membro superior.


Palavras-chave: Artroplastia de substituição; Recuperação de função fisiológica; Amplitude de movimento articular; Resultado do tratamentor

ARTROPLASTIA REVERSA DO OMBRO NO TRATAMENTO DA ARTROPATIA DO MANGUITO ROTADOR

Marcus Vinicius Galvão Amaral; José Leonardo Rocha de Faria; Glaucio Siqueira; Marcio Cohen; Bruno Brandão; Rickson Moraes; Martim Monteiro; Geraldo Motta

Rev Bras Ortop. 2014;49(3):279-285 - Artigo Original
Objetivo:apresentar uma análise retrospectiva dos resultados clínico-funcionais e das complicações dos pacientes com artropatia do manguito rotador (AMR) submetidos à artro-plastia reversa do ombro. Métodos:foramselecionadospacientes comdiagnósticodeAMRassociadaàpseudoparalisia da elevação anterior submetidos à artroplastia reversa do ombro com seguimento mínimo de um ano. Resultados:foram coletadas informac ¸ões pré-operatórias, por meio do nosso Registro de Artroplastias do Ombro e Cotovelo, que consistiam em idade, sexo, lateralidade, história de procedimentos prévios, escores funcionais de Constant, além da amplitude de movimentos pré-operatórios, conforme protocolo da American Academy of Shoulder and Elbow Surgery (Ases). Com seguimento médio de 44 meses, 17 pacientes (94%) estavam satisfeitos com o resultado do procedimento. Conclusão:a artroplastia reversa no tratamento da AMR em pacientes com pseudoparalisia do ombro demonstrou-se efetiva na melhoria, com significância estatística, da amplitude de movimentos de flexão anterior e abdução. Porém, nesta série não houve melhoria da amplitude dos movimentos de rotação externa e interna. A artroplastia reversa é um proce-dimento que restabelece a função da articulação do ombro em pacientes que previamente não apresentavam possibilidades terapêuticas. Descritores - Artroplastia Ombro Artropatias Bainha rotadora Próteses e implantes

Artroplastia total do joelho com o apoio tibial móvel. Avaliação clínica após seguimento mínimo de cinco anos de pós-operatório

Luiz Gabriel Betoni Guglielmetti; Pedro Pereira da Costa; Ricardo de Paula Leite Cury; Victor Marques de Oliveira; Nilson Roberto Severino; Osmar Pedro Arbix de Camargo

Rev Bras Ortop. 2015;50(3):290-294 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar os resultados, em médio e longo prazo, das artroplastias totais de joelhocom apoio tibial rotatório.Métodos: De janeiro de 2000 a julho de 2007, 162 pacientes foram submetidos à artroplastiatotal do joelho com apoio tibial móvel. Desses, 96 foram avaliados em um estudo prévio comtempo de seguimento médio de quatro anos. No atual trabalho, esse mesmo grupo foi convo-cado para reavaliação e os resultados foram analisados. Responderam à atual convocação 69pacientes (79 joelhos), que foram avaliados conforme o Knee Society Rating System (KSRS),após seguimento médio de oito anos e oito meses (variação entre 5,5 e 13 anos).Resultados: Foi obtida pontuação média de 74,41 pontos no KSRS, com 78,7% de resultadosbons ou excelentes.Conclusão: A artroplastia total do joelho com apoio tibial móvel obteve bons resultados emmédio e longo prazo e atingiu a média de 74,41 pontos no Knee Society Clinical RatingSystem.

Artroplastia total de quadril não-cimentada: avaliação das causas de revisão em pacientes com seguimento pós-operatório mínimo de 10 anos*

LEONARDO CARBONERA BOSCHIN; OTAVIO LAZZARIS ANACLETO; PAULO GILBERTO CIMBALISTA ALENCAR

Rev Bras Ortop. 2003;38(10):- - Artigo Original
Após um período médio de seguimento de 11 anos e quatro meses, foram avaliadas as causa de revisão em um grupo de 39 pacientes (44 quadris) submetidos à artroplastia total de quadril não-cimentada com prótese modelo AML (Anatomic Medullary Locking, De Puy®, Warsaw, EUA). A taxa de revisão, que envolveu a troca ou não dos componentes, foi de 6,81%. O componente femoral foi trocado em um paciente (2,27%) e o componente acetabular, em outros dois pacientes (4,54%). Neste estudo, afrouxamento asséptico como causa de revisão da artroplastia foi tão comum quanto osteólise e luxação.

AVALIAÇÃO FUNCIONAL, RADIOGRÁFICA E DA QUALIDADE DE VIDA APÓS ARTROPLASTIA TOTAL DE QUADRIL NÃO CIMENTADA COM SUPERFÍCIE CERÂMICA-CERÂMICA: SEGUIMENTO MÍNIMO DE CINCO ANOS DE EVOLUÇÃO

Rafael Borghi Mortati; Rafael Mota Marins dos Santos; Lucas Borghi Mortati; Rodrigo Angeli; Ramon Candeloro; Richard Armelin Borger; Roberto Dantas Queiroz

Rev Bras Ortop. 2013;48(6):505-511 - Artigo Original
Vol 48  nº6 - Novembro / Dezembro 2013  Objetivo: Analisar e correlacionar os resultados funcionais e radiográficos e o grau de qualidade de vida em pacientes submetidos a artroplastia total de quadril não cimentada com superfície em cerâmica feita no Hospital Servidor Público Estadual de 2001 a 2006. Métodos: Fizemosumestudo retrospectivo que analisou 35 quadris tratados com artroplastia total do quadril não cimentada com superfície em cerâmica, com tempo de seguimento mínimo de cinco anos. A avaliação funcional baseou-se no questionário de Harris Hip Score (HHS), a avaliação radiográfica baseou-se no método proposto por Charles Engh para o fêmur e sinais de integração óssea nas zonas de DeLee e Charnley para o acetábulo e a avaliação da qualidade vida baseou-se no questionário SF-36 (Medical Outcomes 36 Item Short-Form Health Survey). Resultados: O questionário HHS apresentou resultados considerados como excelentes e bons em 91% dos pacientes no pós-operatório (média de 93,14 pontos HHS). Quanto à avaliação radiográfica, em 100% dos quadris operados tivemos osteointegração óssea comprovada. Os escores do SF-36 não foram estatisticamente significantes em relação ao grupo controle para os seguintes componentes: dor, vitalidade, aspectos sociais e saúde mental. A variação entre o HHS pré e pós-operatório se correlaciona com a capacidade funcional no SF-36. Conclusão: A artroplastia total com superfície de cerâmica é uma operação que possibilita a melhoria funcional do quadril e o aumento da qualidade de vida do paciente para níveis próximos aos da população sem doenças da articulação. Keywords - Artroplastia Quadril Cerâmica Óxido de alumínio

Artropatia de manguito: o que esperar do resultado funcional da artroplastia reversa?

Rev Bras Ortop. 2015;50(5):523-529 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar o resultado funcional da artroplastia reversa, suas complicações e relaçõescom os tipos de lesões.Métodos: Foram tratados 27 ombros, de 26 mulheres e um homem. Os pacientes foram avalia-dos pela escala funcional de UCLA. O modelo de implantes usado foi o Delta Xtend Depuy®.As lesões foram classificadas segundo Seebauer para o grau de artropatia e Nerot para onotching.Resultado: A idade média foi de 77,4 (67-89), o seguimento foi de 25,8 meses (6-51), o UCLA préera de 10,1 (6-15) e o UCLA pós foi de 29,8 (22-35), com uma melhoria estatisticamente signi-ficativa (p < 0,001). Pela classificação de Seebauer, cinco eram 1 B, 19 eram 2 A e três eram 2 B.Tivemos 15 complicações (55,5%), o notching foi o mais comum e ocorreu em 14 pacientes,nove deles grau I e cinco grau II, mas nenhum deles gerou instabilidade. Apenas uma paci-ente (3,7%) teve complicação maior, com luxação no pós-operatório imediato. Dois pacientes(7,4%) alegaram que não repetiriam o procedimento. Uma paciente (3,7%) foi submetida arevisão.Conclusão: A artroplastia reversa mostrou-se uma excelente opção para o tratamento depacientes com artropatia do manguito rotador com baixo índice de complicações maio-res. O notching é uma complicação frequente, mas que na maioria dos casos não apresentarepercussão clínica

RESULTADOS DA CIRURGIA DE LATARJET NO TRATAMENTO DA INSTABILIDADE ANTERIOR TRAUMÁTICA DO OMBRO ASSOCIADA À EROSÃO ÓSSEA DA CAVIDADE GLENOIDAL - SEGUIMENTO MÍNIMO DE UM ANO

Roberto Yukio Ikemoto; Joel Murachovisky; Luis Gustavo Prata Nascimento; Rogério Serpone Bueno; Luiz Henrique Oliveira Almeida; Eric Strose; Fábio Fernando Helmer

Rev Bras Ortop. 2011;46(5):553-560 - Artigo Original
ObjetivoAvaliar o resultado da cirurgia de Latarjet para pacientes com luxação recidivante anterior do ombro com perda óssea maior que 25% da cavidade glenoidal. Método: Avaliamos 26 pacientes submetidos à cirurgia de Latarjet. O tempo médio de seguimento foi de 38 meses e a média etária, de 28 anos. Os pacientes fo -ram avaliados quanto à amplitude de movimento e pelas escalas de Rowe e UCLA, no período pré-operatório como no período pós-operatório, radiografias do ombro para avaliar a presença de artrose, posição e consolidação do enxerto e posicionamento dos parafusos. A análise estatística foi utilizada para avaliar se haveria relação entre o número de episódios de luxação, presença de artrose, correlação entre artrose e limitação da rotação lateral. Comparar a diferença entre o arco de movimento do lado operado com o não acometido e avaliação funcional pré e pós-operatória das escalas de UCLA e Rowe. Resultados: A elevação e rotação lateral foram estatisticamente inferiores do lado operado. A escala de UCLA e a de Rowe mostrou uma melhora estatisticamente significante dos resultados clínico-funcionais (P < 0,001 em am -bas). Houve relação entre o número de episódios de luxação e a presença de artrose, mas não pudemos confirmar que os casos mais graves de artrose foram os que mais luxaram pela amostra ser pequena. Conclusão: A cirurgia de Latarjet é um método efi -caz para casos graves de erosão da borda da cavidade glenoidal.Descritores -Luxação do Ombro/cirurgia; Instabilidade Arti -cular; Procedimentos Ortopédicos; Erosão.

Artroplastia total de quadril não-cimentada: avaliação radiográfica após seguimento mínimo de 10 anos de pós-operatório*

LEONARDO CARBONERA BOSCHIN; OTAVIO LAZZARIS ANACLETO; PAULO GILBERTO CIMBALISTA ALENCAR

Rev Bras Ortop. 2003;38(10):- - Artigo Original
Foram analisados os resultados radiográficos em um grupo de 39 pacientes (44 quadris) submetidos à artroplastia total de quadril não-cimentada com prótese mode-lo AML (Anatomic Medullary Locking, De Puy, Warsaw, EUA), após um período médio de seguimento de 11 anos e quatro meses. A média de idade dos pacientes na época da cirurgia era de 44,97 anos. Como alterações radiográficas no acetábulo, encontraram-se 2,27% de microesferas soltas; 32,56% de linhas radiotransparentes; 45,45% de osteólise e 4,54% de migração. Em relação às alterações radiográficas no fêmur, encontraram-se 15,90% de linhas divergentes; 72,72% de reabsorção do calcar; 9,10% de condensação no calcar; 90,90% de reabsorção óssea no fêmur proximal (stress shielding); 67,44% de reação endosteal (spot welds); 32,56% de pedestal; 11,36% de migração; 15,90% de osteólise e nenhum caso de microesferas soltas.

Artroplastia total do quadril com prótese cimentada de Charnley Avaliação clínico-radiológica com seguimento mínimo de dez anos no HTO

EMÍLIO FREITAS; FERNANDO PINA CABRAL; JORGE PENEDO; PEDRO IVO DE CARVALHO; OSCAR RUDGE; PAULO CESAR RONDINELLI; JUAN CARLOS A. CHAPARRO; RENATO DA SILVA MATTOS

Rev Bras Ortop. 1997;32(10):- - Artigo Original
Foi realizada reavaliação clínica e radiológica de 92 pacientes somando um total de 111 casos de artroplastia total do quadril com utilização da prótese cimentada de Charnley, entre 1975 e 1985, no Serviço de Quadril do Hospital de Tráumato-Ortopedia Dr. Mário Jorge, com seguimento mínimo de dez anos. Um total de 60% das próteses cimentadas estão estáveis, sem sinais clínicos ou radiológicos de soltura. Foram encontradas evidências de afrouxamento nos outros 40%, das quais 64% foram do componente acetabular, 23% do femoral e 23% em ambos os componentes. Esse percentual está de acordo com a estatística presente nos artigos de toda a literatura mundial, permanecendo a prótese cimentada de Charnley como uma grande alternativa para as artroplastias totais do quadril.

ASSOCIAÇÃO ENTRE BURSITE TROCANTÉRICA, OSTEOARTROSE E ARTROPLASTIA TOTAL DO QUADRIL

Carlos Roberto Schwartsmann; Felipe Loss; Leandro de Freitas Spinelli; Roque Furian; Marcelo Faria Silva; Júlia Mazzuchello Zanatta; Leonardo Carbonera Boschin; Ramiro Zilles Gonçalves; Anthony Kerbes Yepez

Rev Bras Ortop. 2014;49(3):267-270 - Artigo Original
Objetivo:apresentar uma análise retrospectiva dos resultados clínico-funcionais e das complicações dos pacientes com artropatia do manguito rotador (AMR) submetidos à artro-plastia reversa do ombro. Métodos:foramselecionadospacientes comdiagnósticodeAMRassociadaàpseudoparalisia da elevação anterior submetidos à artroplastia reversa do ombro com seguimento mínimo de um ano. Resultados:foram coletadas informac ¸ões pré-operatórias, por meio do nosso Registro de Artroplastias do Ombro e Cotovelo, que consistiam em idade, sexo, lateralidade, história de procedimentos prévios, escores funcionais de Constant, além da amplitude de movimentos pré-operatórios, conforme protocolo da American Academy of Shoulder and Elbow Surgery (Ases). Com seguimento médio de 44 meses, 17 pacientes (94%) estavam satisfeitos com o resultado do procedimento. Conclusão:a artroplastia reversa no tratamento da AMR em pacientes com pseudoparalisia do ombro demonstrou-se efetiva na melhoria, com significância estatística, da amplitude de movimentos de flexão anterior e abdução. Porém, nesta série não houve melhoria da amplitude dos movimentos de rotação externa e interna. A artroplastia reversa é um proce-dimento que restabelece a função da articulação do ombro em pacientes que previamente não apresentavam possibilidades terapêuticas. Descritores - Artroplastia Ombro Artropatias Bainha rotadora Próteses e implantes

ARTRODESE TIBIOTALOCALCANEANA COM HASTE INTRAMEDULAR RETRÓGRADA: AVALIAÇÃO CLINICA E FUNCIONAL DE 29 PACIENTES

Thiago Barbosa Caixeta; Mário Oliveira Calábria Júnior; Régis Vieira de Castro; Edegmar Nunes Costa; Jefferson Soares Martins; Frederico Barra de Moraes

Rev Bras Ortop. 2014;49(1):56-61 - Artigo Original
Objetivo: avaliar clínica e funcionalmente o pós-operatório de pacientes submetidos à artrodese tibiotalocalcaneana para o tratamento das artropatias traumáticas e neurológicas do tornozelo. Métodos: estudo retrospectivo de 29 pacientes submetidos à artrodese do tornozelo com haste intramedular retrógrada. Todos os pacientes foram avaliados em relação ao tempo de consolidação, escores Aofas e EVA e grau de satisfação, além de complicações do ato cirúrgico. O tempo de seguimento médio foi de 36 meses (variação de 6-60). Resultados: a taxa de união foi de 82% e o tempo médio de consolidação foi de 16 semanas (10-24). O critério Aofas melhorou no pós-operatório em 65,5% (média de 57,7 nos casos neurológicos e de 75,7 nos pós-traumáticos) e a EVA melhorou 94,1% (média de 2,3 nos casos neurológicos e de 4,2 nos pós-traumáticos) e 86% dos pacientes mostraram-se satisfeitos com o procedimento feito. As complicações ocorreram em 11 pacientes (38%), entre elas pseudartrose (17,24%), infecção (17,24%), falha do material (13,8%) e fratura (13,8%). Conclusão: a artrodese tibiotalocalcaneana com haste intramedular retrógrada mostrou ser uma boa opção para o salvamento da articulação do tornozelo, com melhoria dos critérios clínicos e funcionais (Aofas = 65,5% e EVA = 94,1%). Descritores - Osteoartrite Artrodese Tornozelo Fixação intramedular de fraturas

Avaliação clínica e radiográfica de pacientes com luxação congênita inveterada do quadril submetidos ao tratamento cirúrgico*

CARLO MILANI; AKIRA ISHIDA; JOSÉ ANTONIO PINTO; EIFFEL T. DOBASHI; MÁRCIO EDUARDO DE MELO VIVEIROS

Rev Bras Ortop. 1999;34(2):- - Artigo Original
O tratamento da luxação congênita do quadril (LCQ) tem como objetivo restabelecer a congruência articular pela redução concêntrica e estável da articulação coxofemoral, proporcionando, com isso, função e desenvolvimento adequados. Os autores avaliaram 18 pacientes (23 quadris) com LCQ inveterada levando-se em consideração o arco de movimento articular, a contratura em flexão do quadril e a discrepância entre os membros inferiores. Foi também realizada uma análise radiográfica da necrose avascular da porção proximal do fêmur (NAPPF), do ângulo de Wiberg (CEA) pós-operatório e o índice acetabular (IA) pré e pós-operatório. Os pacientes foram tratados cirurgicamente pela redução cruenta do quadril, as-sociando-se a acetabuloplastia de Salter modificada e o encurtamento femoral. Os resultados foram avaliados clínica e radiograficamente, de acordo com uma classificação de seus resultados finais do ponto de vista estatístico, utilizando-se o teste de Wilcoxon. Com isso, os autores observaram 19 (86,36%) bons resultados, dois (9,09%) regulares e um (4,55%) insatisfatório.

Avaliação clínica de pacientes submetidos à distração osteogênica no membro inferior em hospital universitário

Francisco Macruz Baltazar Sampaio; Leilane Passoni Marçal; Diogo Gontijo dos Reis; Adolfo Watanabe Kasuo; Carlos Eduardo Cabral Fraga; Frederico Barra de Moraes

Rev Bras Ortop. 2016;51(5):521-526 - Artigo Original
    Objetivo: Avaliar as características clínicas dos pacientes submetidos à distração osteogênica por falha óssea em hospital universitário. Métodos: Estudo transversal, retrospectivo, com amostra de conveniência, de 2000 a 2012, das características clínicas de pacientes tratados e submetidos à distração osteogênica (transporte ósseo) com uso de fixador externo circular tipo Ilizarov. Foram usados os testes de qui-quadrado, exato de Fisher e U de Mann-Whitney, com nível de significância de 5% (p < 0,05). Resultados: Foram 33 casos, 28 homens (84,8%). A idade mais frequente foi entre 21 e 40 anos. A maioria dos pacientes (57,6%) era da região metropolitana. O segmento mais afetado foi a perna (75,8%) e o lado foi o esquerdo (66,7%). A causa mais frequente foi a pseudoartrose infectada (75,8%). O tipo de transporte ósseo feito foi principalmente o bifocal (75,8% dos casos). A média de procedimentos prévios em outra instituição foi de 2,62 cirurgias (desvio padrão de 1,93) e a dos feitos após o início do tratamento foi de 1,89 cirurgia (desvio padrão de 1,29). O tempo de uso de fixador externo foi de 1,94 ano (desvio padrão de 1,34), com mínimo de um ano e máximo de seis. As quatro complicações mais encontradas foram infecção de base de pinos (57,6% dos casos), equino (30,3%), infecção profunda (24,2%) e encurtamento (21,2%). Conclusão: A necessidade de distração osteogênica por falhas ósseas foi mais frequente em adultos jovens, homens, na perna, com transporte bifocal, após múltiplas cirurgias prévias, com média de aproximadamente dois anos de tratamento e com várias complicações (as infecções foram as principais).

ARTROPLASTIA TOTAL DO QUADRIL NÃO-CIMENTADA DE ROY-CAMILLE E HARRIS-GALANTE I: AVALIAÇÃO CLÍNICA E RADIOLÓGICA APÓS SEGUIMENTO DE 17 ANOS

HUMBERTO PAULO C. DE ALBUQUERQUE; PAULO C. VIDAL

Rev Bras Ortop. 2005;40(1/2):- - Artigo Original
Os autores analisaram os resultados em 42 pacientes submetidos à artroplastia total do quadril não-cimentada, com prótese de Roy-Camille e Harris-Galante I. Após seguimento de 17 anos, 14 quadris com prótese de Harris-Galante I apresentaram instabilidade do componente femoral (66,66%) e nove do componente acetabular (42,85%), enquanto, entre as próteses de Roy-Camille, foram dois os componentes femorais (9,52%) e seis os acetabulares (28,57%) que apresentavam instabilidade. Nas próteses de Roy-Camille encontraram 33,33% de bons resultados, 28,57% de regulares e 38,09% de maus. Nas de Harris-Galante I, encontraram 19,04% de bons, 28,57% regulares, 52,38% de maus resultados. Entre os pacientes, 16 estavam satisfeitos; nove de Roy-Camille (42,85%), sete de Harris-Galante I (33,33%) e 26 estavam insatisfeitos, sendo oito de Roy-Camille (38,09%) e 18 de Harris-Galante I (85,71%). Ausência de sintomatologia dolorosa foi relatada em seis pacientes com prótese de Roy-Camille (28,57%) e em dois com a de Harris-Galante I (9,52%). A sobrevida e os resultados funcionais das próteses de Roy-Camille e Harris-Gallante I nesse material de observação foram considerados insatisfatórios. Descritores - Quadril; artroplastia; componente acetabular; componente femoral; afrouxamento.

ALOENXERTO CIRCUNFERENCIAL DE FÊMUR PROXIMAL EM CIRURGIA DE REVISÃO DE ARTROPLASTIA TOTAL DE QUADRIL: RELATO DE CASOS COM SEGUIMENTO MÍNIMO DE 20 ANOS

Bruno Dutra Roos1, Milton Valdomiro Roos2, Antero Camisa Júnior1

Rev Bras Ortop. 2012;47(3):- - Relato de Caso
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RESUMO

Dentre as opções para reconstrução femoral em cirurgias de revisão de artroplastia total do quadril (RATQ) em defeitos circunferenciais extensos está a utilização de aloenxerto de fêmur proximal. O seu uso permite a correção do mecanismo abdutor do quadril e da discrepância de comprimento dos membros inferiores, além de apresentar potencial osteocondutivo. Os autores relatam os achados clínicos e radiográficos de dois casos de RATQ com uso desta técnica, em seguimento mínimo de 20 anos.

Descritores - Artroplastia de Quadril/métodos; Fêmur/cirurgia; Transplante homólogo/efeitos adversos; Falha de prótese.

AVALIAÇÃO CLÍNICA E RADIOLÓGICA EM MÉDIO PRAZO DOS PACIENTES PORTADORES DE DISPLASIA DO DESENVOLVIMENTO DO QUADRIL, SUBMETIDOS À REDUÇÃO ABERTA,

Válney Luiz Rocha; Guilherme Lima Marques; Leonardo Jorge Silva; Tiago Augusto Macedo Bernardes; Frederico Barra de Moraes.

Rev Bras Ortop. 2014;49(1):51-55 - Artigo Original
 Objetivo: avaliar o resultado clínico e radiológico do tratamento cirúrgico da displasia do desenvolvimento do quadril em médio prazo, por meio da redução aberta, da capsuloplastia e da osteotomia de Salter et al. Métodos: foram avaliados 13 pacientes, 13 quadris, entre 2004 e 2011, tratados cirurgicamente pela técnica proposta. Uma avaliação clínica e radiológica foi feita pelos critérios de Dutoit et al. e Severin et al., respectivamente. Resultados: nos 13 quadris acometidos o índice acetabular pré-operatório variou de 27? a 50? (média de 36) e, após correção cirúrgica, para 18,5? em média, com variação de 10? a 28?, de modo que as avaliações dos índices acetabulares pré e pós-operatórios apresentaram redução com significância estatística (p < 0,05). Quanto à avaliação clínica pós-operatória, foram encontrados: nove quadris ótimos (69,2%), três bons (23,1%), nenhum regular (0%) e um ruim (7,7%). Na avaliação radiológica, foram encontrados seis quadris ótimos (46,1%), três bons (23,1%), nenhum regular (0%) e quatro ruins (30,8%). Portanto, obtiveram-se resultados favoráveis em 92,3%, pois agrupam-se quadris com avaliação ótima e boa como satisfatórios e os com avaliação regular e ruim como insatisfatórios. Atente-se que não houve significância entre a ocorrência de complicações, a idade do paciente, o momento da cirurgia e o índice acetabular pré-operatório (p > 0,05). Como complicações ocorridas, têmse três subluxações isoladas e uma subluxação associada à necrose avascular da cabeça femoral. Conclusão: a redução aberta, a capsuloplastia e a osteotomia de Salter et al. são consideradas uma opção viável do ponto de vista clínico e radiológico em médio prazo para o tratamento da displasia do desenvolvimento do quadril. Descritores - Luxação congênita do quadril/cirurgia Procedimentos cirúrgicos operatórios/métodos Doenças do desenvolvimento ósseo Quadril/crescimento e desenvolvimento

Avaliação clínica e radiológica dos pacientes submetidos a osteossíntese de rádio distal com placas bloqueadas – estudo retrospectivo*

Jurandyr de Abreu Câmara; Saulo Fontes Almeida

Rev Bras Ortop. 2019;54(3):303-308 - Artigo Original

OBJETIVO O objetivo do presente trabalho foi realizar um estudo retrospectivo, com base no arquivo médico dos prontuários e das radiografias dos pacientes, avaliando seus dados socioeconômicos, assim como clinicamente e radiograficamente, os pacientes submetidos a osteossíntese de rádio distal com placas bloqueadas.
MÉTODOS Avaliou-se clinicamente e radiologicamente o pós-operatório, no Serviço da clínica de Ortopedia e Traumatologia do nosso hospital, entre os anos de 2016 e 2017.
RESULTADOS Na avaliação radiográfica, foram encontrados 22 (75,86%) resultados excelentes, 6 (20,69%) bons e 1 (3,45%) regular. Na avaliação clínica, o desvio ulnar obteve média de 28,40, desvio padrão (DP) de 3,0 e coeficiente de variação de 10,56%. O desvio radial obteve média de 22,93, DP de 2,2 e coeficiente de variação de 9,59%. A amplitude de movimento em flexão obteve média de 59,43, DP de 9,86 e coeficiente de variação de 16,59%. Já a extensão obteve média de 53,83, DP de 5,09 e coeficiente de variação de 9,46%.
CONCLUSÃO Concluímos que há correlação estatística entre os dados clínicos e radiográficos, e que a placa bloqueada é um método de tratamento com alto índice de sucesso no procedimento cirúrgico das fraturas de rádio distal.


Palavras-chave: fraturas ósseas; fraturas do rádio; fixação interna de fraturas; estudos retrospectivos.

AVALIAÇÃO FUNCIONAL DOS PACIENTES SUBMETIDOS AO DESBRIDAMENTO ARTROSCÓPICO PARA TRATAMENTO DAS RUPTURAS EXTENSAS E IRREPARÁVEIS DO MANGUITO ROTADOR

Marco Antônio de Castro Veado; Alessandro Ulhôa Rodrigues

Rev Bras Ortop. 2010;45(5):426-431 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar os resultados dos pacientes submetidos ao desbridamento artroscópico das lesões extensas e irreparáveis do manguito rotador. Métodos: Foram operados 27 pacientes no período de 2003 a 2007, sendo avaliados 22 desses. O procedimento cirúrgico consistiu de desbridamento artroscópico do coto dos tendões envolvidos, bursectomia, remoção do osteófito acromial e, eventualmente, tenotomia do bíceps e tuberoplastia. Resultados: No pré-operatório todos apresentavam envolvimento dos tendões do supra e infraespinal. Na avaliação pós-operatória, 14 pacientes estavam com o redondo menor íntegro e três com ruptura parcial do subescapular. Houve melhora dos critérios da UCLA de 15 no pré-operatório para 31 no pós. Não houve melhora de força muscular, porém ocorreu redução da dor. Conclusão: Desbridamento artroscópico é um procedimento indicado para pacientes idosos com ruptura irreparável do manguito rotador, que tenham boa ADM, baixa demanda funcional e com o principal objetivo de reduzir a dor. Descritores - Desbridamento; Artroscopia; Bainha Rotadora; Bursite.

AVALIAÇÃO DA FUNÇÃO HEPÁTICA EM PACIENTES SUBMETIDOS À ARTROPLASTIA TOTAL DO QUADRIL EM USO DE ENOXAPARINA

Felipe Vitiello Wink; Carlos Roberto Schwartsmann

Rev Bras Ortop. 2010;45(2):148-150 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar as alterações hepáticas decorrentes do uso de enoxaparina para profilaxia da trombose venosa profunda em pacientes submetidos à artroplastia total do quadril. Métodos: Trinta e dois pacientes submetidos à artroplastia total do quadril, em caráter eletivo, utilizando enoxaparina, foram acompanhados por 65 dias com dosagens seriadas das enzimas hepáticas. Resultados: Foram encontradas alterações laboratoriais em até 75% dos pacientes durante o estudo, que normalizaram após a suspensão do tratamento. Não houve manifestação clínica de lesão hepática. Conclusão: As enzimas hepáticas elevam-se na maioria dos pacientes em uso de enoxaparina, sem correlação clínica, e normalizam após a suspensão do tratamento. Descritores - Enoxaparina; Artroplastia de quadril; Insuficiência hepática; Trombose venosa.

QUALIDADE DE VIDA E O CONTEXTO SOCIAL DE PACIENTES SUBMETIDOS À ARTROPLASTIA TOTAL PRIMÁRIA DO JOELHO

Marcelo Parente Oliveira; Aurora Marcionila de Assunção Ferreira; Roberta Xavier Ramos Cordeiro; Jairo de Andrade Lima

Rev Bras Ortop. 2012;47(1):77-82 - Artigo Original
Objetivo: Estudar a qualidade de vida (QV) e as características sociais dos pacientes submetidos à artroplastia total de joelho (ATJ). Métodos: Foram aplicados a versão brasileira validada do Questionário de Qualidade de Vida SF-36 no período pré e pós-operatório para avaliação do efeito da ATJ na QV e o questionário social semiestruturado para levantamento do perfil socioeconômico dos pacientes. Resultados: Dos parâmetros socioeconômicos, observa- -se algumas características no universo dos pesquisados, como a predominância do gênero feminino, a idade acima dos 60 anos, uma renda familiar de até três salários mínimos, a participação do paciente na fonte da renda familiar, o convívio com outros membros coabitantes, uma escolaridade que não ultrapassa o ensino médio e uma localização de moradia na periferia urbana. Com relação ao SF-36, observou-se que em todos os domínios houve um aumento estatisticamente significante dos valores correspondentes na avaliação pós-operatória em relação à pré-operatória. Conclusão: A ATJ foi capaz de oferecer uma melhora significativa na qualidade de vida. Como perfil da realidade social e econômica deste grupo de pacientes submetidos à ATJ, observa-se a predominância do gênero feminino com idade acima dos 60 anos, um baixo nível de escolaridade e limitados recursos econômicos.Descritores - Artroplastia do Joelho; Qualidade de Vida; Condições Sociais.

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