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Busca por: Avaliação intraindividual dos resultados entre as técnicas aberta e endoscópica de um portal na síndrome do túnel do carpo bilateral

Avaliação intraindividual dos resultados entre as técnicas aberta e endoscópica de um portal na síndrome do túnel do carpo bilateral

Carlos Henrique Fernandes; Lia Miyamoto Meirelles; Marcela Fernandes; Luis Renato Nakachima; João Baptista Gomes dos Santos; Flavio Fallopa

Rev Bras Ortop. 2018;53(6):696-702 - Artigo Original

OBJETIVO: Foi feito um estudo de comparação intraindividual dos resultados cirúrgicos entre as técnicas cirúrgica aberta e endoscópica de um portal em pacientes com síndrome do túnel do carpo bilateral, cada uma das mãos operada por uma das técnicas citadas.
MÉTODOS: Quinze pacientes (30 mãos) foram avaliados no pré-operatório, na segunda semana e no primeiro, terceiro e sexto mês pós-operatório pelo questionário de Boston, escala visual analógica da dor, força de preensão palmar, pinça lateral, pinça polpa-polpa e pinça trípode. Foram comparados os escores de cada ferramenta de avaliação obtidos com as cirurgias endoscópica e aberta em cada um dos tempos de seguimento.
RESULTADOS: Em comparação com o grupo submetido a cirurgia aberta, o grupo submetido a cirurgia endoscópica apresentou piores escores na avaliação do primeiro e sexto meses pós-operatório quanto à gravidade dos sintomas. Não foram observadas diferenças quanto ao estado funcional da mão. Quanto à intensidade da dor avaliada pela escala visual analógica da dor, não foram observadas diferenças entre as médias em todos os períodos de tempo avaliados. Não foram observadas diferenças nas forças de preensão palmar, pinça polpa-polpa, polpa-lateral em todos os períodos de tempo. Quanto aos escores da força de preensão trípode, não foram observadas diferenças entre as médias nos períodos pré-operatório, duas semanas, um mês e três meses após a cirurgia. Aos seis meses de pós-operatório, o grupo de pacientes submetido a cirurgia aberta apresentou força trípode maior do que o grupo de pacientes submetidos a cirurgia endoscópica.
CONCLUSÃO: Com o uso da avaliação intraindividual não foram observadas diferenças entre os resultados das técnicas aberta e endoscópica para o tratamento da síndrome do túnel do carpo.


Palavras-chave: Síndrome do túnel do carpo; Procedimentos cirúrgicos; Descompressão cirúrgica/métodos; Endoscopia; Resultado do tratamento

Tratamento cirúrgico da síndrome do túnel do carpo por via endoscópica*

ARNALDO V. ZUMIOTTI; PAULO OHNO

Rev Bras Ortop. 1994;29(8):- - Artigo Original
Foram operados, no Hospital Sírio-Libanês, 13 pacientes portadores de síndrome do túnel do carpo, no período entre 1993 e 1994. A cirurgia constou da descompressão do nervo mediano por meio da secção do ligamento anular do carpo, por via endoscópica. Para evitar lesões iatrogênicas, os autores propõem modificações na técnica originalmente descrita por Chow e que consta fundamentalmente da identificação dos nervos mediano e ulnal e da artéria ulnal no portal proximal e do arco palmar e dos ramos sensitivos do nervo ulnal e do nervo mediano no portal distal. O artroscópio é introduzido atraVéS do portal distal e a secção do ligamento anular é feita de distal para proximal. A sensibilidade táctil, medida pelo teste da discriminação entre dois pontos, passou de uma média de 7mm para 4mm. Não foi observada diminuição na força da preensão e da pinça interdigital. Não houve complicações ou lesões iatrogênicas nesta série.

Liberação endoscópica do canal do carpo por acesso único: estudo comparativo com a técnica aberta convencional*

RAMES MATTAR JR.; REGINA STARCK; RONALDO J. AZZE; ANA C. CAMILLO

Rev Bras Ortop. 1996;31(4):- - Artigo Original
Os autores realizam estudo prospectivo comparando as cirurgias de secção do ligamento transverso do carpo, por via endoscópica, utilizando a técnica de único acesso desenvolvida por Agee, com a técnica aberta convencional. Foram operados 44 punhos (20 pela técnica endoscópica e 24 pela convencional) em 40 pacientes portadoras de síndrome do túnel do carpo idiopática, diagnosticadas pelo exame clínico e estudos elétricos. Todas as pacientes fo-ram operadas entre outubro de 1993 e janeiro de 1996, com seguimento médio de 13 meses (três a 29 meses). A avaliação clínica demonstrou que as pacientes operadas pela técnica endoscópica apresentam menos sintomatologia dolorosa, menor paresia e capacidade de retorno às atividades mais precoce. Os autores não observam nenhuma complicação na casuística estudada.

Liberação endoscópica do túnel do carpo pela técnica de Agee com instrumental modificado *

MAURI CORTEZ, LUIZ EGIDIO COSTI, GIOVANI SERRANO MACHADO, FREDERICO GUSTAVO DA LUZ RIBEIRO, PAULO FERNANDO SOBRAL DA SILVA

Rev Bras Ortop. 1997;32(1):- - Artigo Original
RESUMO
Os autores apresentam o release endoscópico do túnel do carpo, realizado com a técnica de Agee com instrumental modificado. A simplificação do instrumental tornou possível a realização da técnica por um único portal, com menor custo. Foram realizadas 72 cirurgias em 62 pacientes portadores de síndrome do túnel do carpo, no período de fevereiro de 1995 a junho de 1996. As complicações pós-operatórias encontradas foram semelhantes às descritas por Agee, com seu instrumental.

Complicações do tratamento cirúrgico da síndrome do túnel do carpo*

ARNALDO V. ZUMIOTTI; PAULO E. OHNO; FLÁVIA DE S. PRADA; RONALDO J. AZZE

Rev Bras Ortop. 1996;31(3):- - Artigo Original
Os autores apresentam as principais complicações encontradas após o tratamento cirúrgico da síndrome do túnel do carpo. Dos 17 pacientes reoperados, 13 apresentavam deslocamento anterior e aderência do nervo mediano no retináculo dos flexores. Oito pacientes desenvolveram distrofia simpático-reflexa. O tratamento consistiu de neurólise externa, epineurectomia e revestimento do nervo mediano com retalhos de vizinhança para evitar novas aderências; o mais utilizado foi o retalho adiposo da eminência hipotenar. Os resultados foram considerados bons em 15 pacientes. Para evitar essas complicações, os autores recomendam via de acesso ulnal e abertura excêntrica do retináculo dos flexores.

Retalho hipotenariano-adiposo na recidiva da síndrome do túnel do carpo*

JEFFERSON BRAGA SILVA; PAULO FONTES NETO; JUAN TORRES DEL RIO; MONIK FRIDMAN

Rev Bras Ortop. 1996;31(12):- - Artigo Original
A síndrome do túnel do carpo (STC) é a patologia compressiva nervosa mais freqüente. O tratamento cirúrgico é empregado quando as medidas conservadoras fracassam. A recidiva da STC é uma situação infreqüente e seu tratamento é invariavelmente à custa de uma dissecção meticulosa e difícil do ponto de vista técnico. Foram realizados 15 retalhos; 80% dos pacientes eram do sexo feminino e com idade média de 50,6 anos. O retalho hipote-nariano-adiposo (RHA) é vascularizado por ramos da artéria cubital, ao nível do canal de Guyon. A totalidade dos pacientes apresentava agravamento clínica e eletromiograficamente (EMG) compatível com compressão persistente ao nível do túnel do carpo. O tempo médio entre a primeira e a segunda intervenção foi de 173 dias. Através do RHA obtivemos melhora clínica e EMG em 86% dos pacientes, com um seguimento pós-operatório médio de 31 meses. A solução empregada parece-nos simples e adequada, tecnicamente, pela resolução satisfatória dos casos e, principalmente, porque não há maior prejuízo funcional ao paciente.

SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO - PARTE II (TRATAMENTO)

Michel Chammas; Jorge Boretto; Lauren Marquardt Burmann; Renato Matta Ramos; Francisco Carlos dos Santos Neto; Jefferson Braga Silva

Rev Bras Ortop. 2014;49(5):437-445 - Artigo de Revisão
Os tratamentos nas formas não deficitárias da síndrome do túnel do carpo (SCC) são ainfiltração de corticoide e/ou uma órtese de imobilização noturna. O tratamento cirúrgico,que compreende a secção do retináculo dos flexores (retinaculotomia), é indicado em casode resistência ao tratamento conservador nas formas deficitárias ou, mais frequentemente,nas formas agudas. Nas técnicas minimamente invasivas (endoscópica e miniopen), indepen-dentemente de a curva de aprendizado ser mais longa, parece que a recuperação funcional émais precoce em relação à cirurgia clássica, mas com os resultados em longo prazo idênticos.A escolha depende do cirurgião, do paciente, da gravidade, da etiologia e da disponibili-dade do material. Os resultados são próximos de 90% de casos satisfatórios. A recuperaçãoda força necessita de quatro a seis meses após a regressão das dores do tipo dor do pilar(pillar pain). Essa cirurgia tem a reputação de ser benigna e apresenta de 0,2% a 0,5% decomplicações. Descritores - Síndrome do túnel docarpo/fisiopatologiaSíndrome do túnel docarpo/etiologiaSíndrome do túnel do carpo/cirurgiaEndoscopiar

ANÁLISE RADIOLÓGICA DO POSICIONAMENTO DOS TÚNEIS ÓSSEOS NA CIRURGIA DE RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR: COMPARAÇÃO ENTRE AS TÉCNICAS ABERTA E ARTROSCÓPICA VIA PORTAL ANTEROMEDIAL

Jean Marcel Dambrós; Rodrigo Florêncio; Osmar Valadão Lopes Júnior; André Kuhn; José Saggin; Leandro de Freitas Spinelli

Rev Bras Ortop. 2011;46(3):270-275 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar e comparar o posicionamento dos túneis ósseos na cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) pela técnica artroscópica e pela técnica aberta através da artrotomia. Método: Foi realizado um estudo retrospectivo comparativo de 70 pacientes acometidos por lesão do LCA. Trinta e cinco pacientes foram submetidos à reconstrução do LCA por via aberta e 35 por via artroscópica utilizando a técnica via portal anteromedial. Todos os pacientes foram submetidos à reconstrução do LCA usando enxerto autólogo do terço central do tendão patelar fixado com parafusos de interferência. As radiografias pós-operatórias foram revisadas e o posicionamento do túnel femoral foi avaliado pelos métodos propostos por Harner e Aglietti, enquanto o túnel tibial foi avaliado pelo método proposto por Staubli e Rauschning. Resultados: Foram observados 54 pacientes do sexo masculino e 16 do sexo feminino. A média de idade na ocasião do procedimento foi de 34 anos e três meses, variando de 17 a 58 anos. A técnica artroscópica mostrou-se mais precisa que a técnica aberta quanto ao posicionamento dos túneis ósseos, tanto femoral quanto tibial. Conclusão: Através da análise radiológica dos joelhos submetidos à reconstrução do LCA, observou-se que o posicionamento dos túneis ósseos, tanto femoral quanto tibial, apresenta menor variação quando a cirurgia é feita pela via artroscópica.Descritores - Ligamento Cruzado Anterior/cirurgia. Ligamento Cruzado Anterior/anatomia & histologia. Ligamento Cruzado Anterior/radiografia; Ligamento Cruzado Anterior/lesões; Joelho; Tendões.

Estudo prospectivo randomizado da força pós-operatória após diferentes técnicas de liberação do túnel do carpo*

JEFFERSON BRAGA SILVA; PAULO FONTES NETO; GUY FOUCHER; MONIK FRIDMAN

Rev Bras Ortop. 1996;31(4):- - Artigo Original
A síndrome do túnel do carpo é patologia freqüente e, na maioria das vezes, necessita tratamento cirúrgico. Estudo prospectivo randomizado de 300 intervenções utilizou quatro técnicas diferentes: secção clássica, plastia simples, zetaplastia e secção endoscópica. Foram analisados aspectos quanto ao sexo, idade, profissão, dor e a força pré e pós-operatória. A zetaplastia apresentou melhores resultados, comparativamente, que a secção clássica e plastia simples. A secção endoscópica mostrou-se, aparentemente, superior quanto à força pós-operatória no primeiro mês, igualando-se à plastia em Z a partir do terceiro mês.

Tratamento cirúrgico da síndrome do túnel do carpo e síndrome do túnel radial: relação com os esforços repetitivos

PAULO ROBERTO GONÇALVES DE SOUZA

Rev Bras Ortop. 1997;32(5):- - Artigo Original
RESUMO
O presente trabalho revisa os conceitos da síndrome do túnel do carpo (STC) e da síndrome do túnel radial (STR). Pesquisa, em 124 cirurgias de STC, em 118 pacientes (seis bilaterais), cinco de STR e um de síndrome do interósseo posterior (SIP), a relação com as lesões por esforços repetitivos (LER); 37 cirurgias de STC, em 34 pacientes, cinco de STR, em cinco pacientes, estavam relacionadas com a LER. O caso da SIP não era conseqüência da LER. Vários tipos de atividades expõem diversos trabalhadores à LER. Se, por um lado, a vinculação desta síndrome aos digitadores dificulta visão mais abrangente dela, por outro lado, a fisiopatologia da STR sugere que muitos casos passam sem diagnóstico e que muitos casos de dores no terço proximal radial do antebraço são catalogados com o diagnóstico etiológico genérico de LER, ou como tenossinovites, tendinites, miosites e epicondilites. Há necessidade de exame criterioso nesses casos para obter diagnóstico anatômico e funcional e, conseqüentemente, tratamento adequado. Os critérios para a avaliação dos resultados do tratamento cirúrgico dos casos analisados fo-ram estabelecidos como: a) bons - os que se tornaram assintomáticos e voltaram a suas atividades habituais; b) regulares - os que se tornaram assintomáticos em repouso e em atividades que não exigissem exercícios repetitivos; e c) maus - os que se tornaram assintomáticos em repouso, com dor em atividades sem características de esforços repetitivos e não puderam retornar ao trabalho.

Avaliação pós-operatória de 237 liberações cirúrgicas abertas para o tratamento de síndrome do túnel do carpo*

ALEXANDRE HENRIQUE

Rev Bras Ortop. 2003;38(7):- - Artigo Original
Este estudo avalia o resultado pós-operatório de 237 liberações cirúrgicas abertas realizadas pela técnica de incisão palmar curta para tratamento de síndrome do túnel do carpo. Foram operados 182 pacientes, 13 homens e 169 mulheres (55 pacientes, casos bilaterais) com idade média de 48 anos e tempo de seguimento médio de 15 meses. Não foram feitas rotineiramente nem sinovectomia nem epineurólise, assim como não se fez uso de imobilização pósoperatória. A maioria dos pacientes teve melhora dos sintomas, com alívio importante das dores e das alterações da sensibilidade, mesmo nos casos mais graves. A principal complicação pós-operatória foi dor leve a moderada na cicatriz. Conclui-se, ao final, que se trata de procedimento eficaz e seguro, permitindo total visualização e proteção do nervo durante o ato operatório, com baixo índice de complicações e elevado de satisfação (98,32%).

Síndrome do túnel do carpo: análise comparativa entre tratamento conservador e cirúrgico *

EDGARD DOS SANTOS PEREIRA; ISRAEL ZALCMAN; CARLOS EDUARDO MORI; JOICEMAR TAROUCO AMARO

Rev Bras Ortop. 1993;28(8):- - Artigo Original
Os autores analisam 66 pacientes (85 punhos) que apresentam síndrome do túnel do carpo, divididos em dois grupos. O grupo A, com 23 pacientes, foi submetido a tratamento cirúrgico. O grupo B, com 43 pacientes, foi submetido a tratamento conservador, incluindo uso de vitamina B6. Foram 62 mulheres e quatro homens. A idade variou de 20 a 66 anos, com média de 45,3 anos. Os pacientes foram acompanhados por um período médio de 18 meses. O tratamento cirúrgico apresentou 92,6% de bons resultados e o tratamento conservador, 39,7%. Quando o grupo conservador foi subdividido em seis subgrupos através de dados do exame clínico e eletromiográfico, os subgrupos I e II apresentaram resultados comparáveis aos do cirúrgico.

LASERTERAPIA DE BAIXA INTENSIDADE NO PÓS-OPERATÓRIO DA SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO

Marcelo de Pinho Teixeira Alves; Gabriel Costa Serrão de Araújo

Rev Bras Ortop. 2011;46(6):697-701 - Artigo Original
 ObjetivoAvaliar o tratamento pós-operatório da síndrome do túnel do carpo (STC), utilizando-se a laserterapia de baixa intensidade (LBI). Método: Foram avaliados prospectivamente 58 pacientes portadores de STC, divididos aleatoriamente em dois grupos: tra-tamento com LBI (grupo 1) e placebo (grupo 2). Foi utilizado laser de 830nm, de gálio-alumínio-arsênico, e potência de 30mW. Resultados: Houve predominância do sexo feminino, em ambos os grupos. A média de idade dos pacientes do grupo 1 foi de 44,3 anos e do grupo 2, de 51,9 anos. A média do tempo de evolução da doença foi aproximadamente dois anos em ambos os grupos. A média do tempo decorrido para alta do tratamento foi de 3,6 meses, em ambos os grupos, com menor número de pacientes queixosos no pós-operatório do grupo 1 do que do grupo 2. Ao fim do trata-mento, no grupo 1, 29,41% dos pacientes apresentavam eletroneu-romiografia alterada, enquanto que, no grupo 2, foram 63,64% dos pacientes após seis meses. Conclusões: Trata-se de estudo inicial sobre a terapêutica adjuvante utilizando LBI no pós-operatório da STC. A metodologia apresentada foi suficiente para a avaliação pós-operatória dos pacientes do estudo. Os pacientes submetidos à LBI após a cirurgia para STC foram beneficiados e obtiveram me-lhores resultados funcionais quando comparados ao grupo controle. A técnica foi eficaz e sem efeitos adversos nos pacientes estudados. Descritores - Síndrome do Túnel Carpal; Neuropatia Mediana; Terapia a Laser de Baixa Intensidade, Período Pós-Operatório.

Avaliação do tratamento cirúrgico da síndrome do túnel do carpo com anestesia local

Marco Felipe Francisco Honorato Barros; Aurimar da Rocha Luz Júnior; Bruno Roncaglio; Célio Pinheiro Queiróz Júnior; Marcelo Fernandes Tribst

Rev Bras Ortop. 2016;51(1):36-39 - Artigo Original
    Objetivo: Avaliar os resultados e as complicações do tratamento cirúrgico da síndrome do túnel do carpo (STC) por via aberta, com o emprego da técnica anestésica local com uma solução composta por lidocaína, epinefrina e bicarbonato de sódio. Materiais e métodos: Estudo de coorte, por meio da avaliação dos prontuários de 16 pacientes submetidos a cirurgia aberta para STC com emprego de anestesia local com 20 mL de lidocaína 1%, adrenalina 1:100.000 e 2 mL de bicarbonato de sódio. Avaliação do escore DASH no pré e pós-operatório de seis meses e comparação da intensidade da dor durante o ato anestésico, durante a cirurgia e em relação a outros tipos de procedimentos. Resultados: O escore DASH melhorou de 65,17 para 16,53 no pós-operatório de seis meses (p < 0,01). Em relação à anestesia, 75% dos pacientes relataram que essa técnica é melhor ou igual a uma punção venosa e 81% relataram que é melhor do que um procedimento dentário. Em dois casos ocorreu dor no intraoperatório. Não ocorreram isquemias. Conclusão: O emprego de anestesia local para o tratamento cirúrgico da síndrome do túnel do carpo é eficaz para o procedimento e para o resultado final..

Síndrome do túnel do carpo devida a calcinose tumoral Relato de um caso

CLAUDE CHAMBRIARD; SORAIA FERNANDES; LUÍS OSÓRIO; PAULO COUTO

Rev Bras Ortop. 1993;28(9):- - Relato de Caso
Os autores apresentam um caso de síndrome do túnel do carpo tendo como etiologia calcinose tumoral. Trata-se de uma rara forma de compressão do nervo mediano, não tendo sido encontrado, na bibliografia, relato semelhante. Este trabalho, além de apresentar uma revisão das várias formas de calcificação ectópica, ressalta a importância da incidência radiográfica específica para o túnel do carpo.

SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO - PARTE I (ANATOMIA, FISIOLOGIA, ETIOLOGIA E DIAGNÓSTICO)

Michel Chammas; Jorge Boretto; Lauren Marquardt Burmann; Renato Matta Ramos; Francisco Carlos dos Santos Neto; Jefferson Braga Silva

Rev Bras Ortop. 2014;49(5):429-436 - Artigo de Revisão
A síndrome do túnel do carpo (STC) é definida pela compressão do nervo mediano nopunho. É a mais frequente das síndromes compressivas e a causa mais frequente é a idiopá-tica. Ainda que as regressões espontâneas sejam possíveis, o agravamento dos sintomasé a regra. O diagnóstico é, acima de tudo, clínico pelos sintomas e testes provocativos.Um exame eletroneuromiográfico pode ser recomendado no pré-operatório ou em caso dedoença laboral. Descritores - Síndrome do túnel docarpo/fisiopatologia/Síndrome do túneldo carpo/etiologiaSíndrome do túneldo carpo/diagnósticoNervo mediano

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE O EXAME FÍSICO, A ELETRONEUROMIOGRAFIA E A ULTRASSONOGRAFIA NO DIAGNÓSTICO DA SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO

Arnaldo Gonçalves de Jesus Filho; Bruno Fajardo do Nascimento; Marcelo de Carvalho Amorim; Ronald Alan Sauaia Naus; Elmano de Araújo Loures; Lucas Moratelli

Rev Bras Ortop. 2014;49(5):446-451 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar a sensibilidade da eletroneuromiografia (ENMG) e da ultrassonografia (USN)no diagnóstico de síndrome do túnel do carpo (STC) comparada com a do exame físico,considerado padrão-ouro.Métodos: Estudo seccional pela análise de prontuários de 56 pacientes com 70 mãos aco-metidas com STC entre março de 2010 e junho de 2012. A sensibilidade dos examescomplementares foi analisada e comparada com a do exame físico.Resultados: Constataram-se sintomas noturnos em 96,4%, hipotrofia tenar em 62,5% ealteração do tato em 50%. A sensibilidade da USG foi de 67,1% (95% IC, 55,7%-78,6%); a daassociação dos testes do exame físico, de 95,7 (95% IC, 90,0%-100%); e a da ENMG, de 98,6%(95% IC, 95,7%-100%). A presença de hipotrofia, de alterações no tato e o maior tempo dossintomas aumentaram a sensibilidade da USG e do exame físico.Conclusão: A sensibilidade da USG para a STC foi inferior à da ENMG e à do exame físico.Descritores - Síndrome do túnel carpalUltrassonografiaEletromiografia

VARIAÇÕES DO NERVO MEDIANO NO TÚNEL DO CARPO

EDIE BENEDITO CAETANO; MAURICIO FERREIRA CAETANO; LESSANDRO RODRIGUES FREGONA; IDALSON DEIVES DE OLIVEIRA NERI; RODRIGO PEREIRA DA SILVA NUNES; DÉCIO LUIS PORTELLA CAMPOS

Rev Bras Ortop. 2005;40(10):608-613 - Artigo Original
Objetivo: Analisar a presença das variações anatômicas do nervo mediano no interior do túnel do carpo. Método: Foram dissecadas e analisadas as regiões volares de 30 mãos de 15 cadáveres, adultos da raça branca, todos do sexo masculino, tratados previamente por injeção de glicerina e formol a 10%. Resultados: Encontraram-se variações anatômicas em 12 das 30 peças dissecadas (40%). Os autores analisaram as variações do ramo motor tenar do nervo mediano em relação ao ligamento transverso do carpo e encontraram a situação extraligamentar (o ramo motor emergindo do nervo mediano distalmente ao túnel do carpo) em 25 peças dissecadas. A situação subligamentar (emergindo no interior do túnel do car-po, contornando o mesmo distalmente, dirigindo-se aos músculos tenares) foi identificada em quatro mãos dissecadas. Em uma peça ocorreu a situação transligamentar, na qual o ramo motor perfurava o ligamento transverso do carpo para se dirigir aos músculos tenares. A presença de ramos motores tenares acessórios do nervo mediano foi registrada em seis das 30 peças dissecadas. A duplicação do nervo mediano foi registrada em duas dissecções. Em três peças dissecadas, o ramo motor do nervo tenar emergia da margem ulnar e, em seis outras, da face anterior do nervo mediano. Conclusão: Variações anatômicas colocam em risco de lesão o ramo motor tenar do nervo mediano nos procedimentos artroscópicos para descompressão do túnel do carpo.Descritores - Nervo mediano/anatomia & histologia; Síndrome do túnel carpal.

Reconstrução do LCA: ponto isométrico femoral Comparação entre as técnicas artroscópica e aberta

MARCO ANTÔNIO PERCOPE DE ANDRADE; LÚCIO HONÓRIO DE CARVALHO JÚNIOR

Rev Bras Ortop. 1996;31(4):- - Artigo Original
Os autores comparam a posição do ponto isométrico femoral de dez casos operados por via artroscópica com dez casos operados por via aberta através de incisão anterior única, segundo o critério de Melhorn & Henning, não encontrando diferença estatisticamente significativa, segundo o critério utilizado. Os autores recomendam a técnica artroscópica como a mais segura na determinação do ponto isométrico femoral, apesar de reconhecer ser possível sua determinação por via aberta.

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