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Busca por: Migração extra-articular e transcutânea de parafuso de interferência de poly L,D-lactide após reconstrução do tendão poplíteo

Migração extra-articular e transcutânea de parafuso de interferência de poly L,D-lactide após reconstrução do tendão poplíteo

Camilo Partezani Helito; Noel O. Foni; Marcelo Batista Bonadio; José Ricardo Pécora; Marco Kawamura Demange; Fabio Janson Angelini

Rev Bras Ortop. 2017;52(2):233-237 - Relato de Caso
    As reconstruc¸ões ligamentares do joelho são procedimentos ortopédicos frequentes. As fixac¸ões dos enxertos são mais comumente feitas com parafusos de interferência, metá- licos ou absorvíveis. Em estudo recente, somente dez relatos sobre migrac¸ão de parafusos foram encontrados; somente um deles não estava relacionado ao ligamento cruzado anterior (LCA) e a maioria estava relacionada a parafusos de poly-L-lactic acid (PLLA). Apenas um caso da literatura reportou migrac¸ão de parafuso em reconstruc¸ões do canto posterolateral, essa para a região intra-articular. Neste artigo, os autores relatam um caso de migrac¸ão extra-articular e transcutânea de um parafuso de interferência de poly L,D-lactide (PDLLA) após a reconstruc¸ão do tendão poplíteo. Além de ser o primeiro caso de reconstruc¸ão do tendão do poplíteo com migrac¸ão extra-articular do parafuso, não foram encontrados na literatura relatos de migrac¸ão de parafusos de PDLLA.  

A locação do parafuso de interferência no túnel femoral na reconstrução do ligamento cruzado anterior: estudo biomecânico em espécie*

ARNALDO JOSÉ HERNANDEZ; MARCELO SARAGIOTTO; MÁRCIA UCHÔA DE REZENDE; ALEXANDRE ESTEVÃO V. KOKRON

Rev Bras Ortop. 1996;31(5):- - Artigo Original
A fixação do enxerto de tendão patelar no túnel femoral através do parafuso de interferência é hoje um dos métodos mais utilizados na reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA). Neste estudo, foram testados doze joelhos de cadáveres simulando a reconstrução intra-ar-ticular desse ligamento, utilizando-se enxerto de tendão patelar. Foram comparadas a variação da distância de um fio de comportamento quase inelástico e de um enxerto fixado nas posições inferior e posterior no túnel femoral, no arco de flexão de 0º a 90º do joelho. Constatou-se que não houve diferença estatisticamente significativa quando comparados o fio com o enxerto fixado na posição inferior e desse com o fixado na posição posterior. No arco de flexão de 30º-60º, houve diferença significativa quando comparado o fio com o enxerto na posição posterior. Concluiu-se, dessa maneira, que a fixação do enxerto de tendão patelar pelo parafuso de interferência deve ser feito preferencialmente na posição inferior, por mais se aproximar do comportamento isométrico do LCA.

MIGRAÇÃO DE PARAFUSO EM ARTROPLASTIA TOTAL DO JOELHO: RELATO CLÍNICO

Fernando Fonseca; José Tomé; Manuel Barreto

Rev Bras Ortop. 2010;45(1):89-91 - Relato de Caso
As complicações das artroplastias totais do joelho devidas ao material implantado são raras, exceto o desgaste do polietileno. O relato de migração de parafusos dentro da articulação do joelho é muito raro. Os autores relatam a migração intra-articular de um parafuso de segurança do polietileno numa artroplastia total do joelho com sacrifício do ligamento cruzado posterior (ATJ tipo Performance; Biomet, Warsaw, IN) que obrigou a nova cirurgia para remoção do parafuso, substituição do componente de polietileno e aplicação de novo parafuso de fixação. Descritores - Artroplastia do joelho; Articulação do joelho; Revisão; Parafusos ósseos; Migração de corpo estranho.

O tendão do poplíteo - Estudo artroscópico do hiato poplíteo e sua correlação funcional e clínica *

JOSÉ MARCIO GONÇALVES DE SOUZA

Rev Bras Ortop. 1995;30(8):- - Artigo Original
O autor faz uma exposição da anatomia descritiva e artroscópica do tendão do poplíteo e das estruturas que ocupam o espaço do hiato poplíteo, com sua correlação funcional e clínica. Após examinar 100 gravações em vídeo de artroscopias do hiato poplíteo, relata as lesões encontradas e comenta sobre a importância das estruturas do sistema poplíteo na contenção póstero-lateral do joelho.

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DA TENODESE ARTROSCÓPICA DO BÍCEPS, UTILIZANDO-SE PARAFUSO DE INTERFERÊNCIA BIOABSORVÍVEL

SÉRGIO LUIZ CHECCHIA; PEDRO DONEUX SANTOS; ALBERTO NAOKI MIYAZAKI; MARCELO FREGONEZE; LUCIANA ANDRADE DA SILVA; FLÁVIO SANTOS FERREIRA LEITE; CAIO ZAMBONI

Rev Bras Ortop. 2007;42(8):237-243 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar os resultados obtidos com a realização da tenodese da cabeça longa do bíceps (CLB) pela técnica artroscópica, com a utilização de parafuso de interferência bioabsorvível - biotenodese Arthrex®. Métodos: Entre março de 2004 e abril de 2005, 16 ombros de 16 pacientes foram submetidos a tenodese da CLB com essa técnica. O seguimento mínimo foi de 12 meses, com média de 19,5 meses. A idade variou de 32 a 69 anos, com média de 56,1 anos. Houve predomínio do sexo masculino em 75% dos casos. O membro dominante foi acometido em 62,5% dos pacientes. Foi encontrada lesão parcial da CLB em 75% dos pacientes e instabilidade em 25%. Houve associação com lesão do manguito rotador (LMR) em 93,75% dos casos. A avaliação clínica foi feita por meio dos critérios da University of California at Los Angeles (UCLA). Resultados: Observamos excelentes resultados em todos os casos. Não foi observado em nenhum caso sinal de retração do músculo bíceps (sinal do Popeye), caracterizando soltura da tenodese. Conclusão: A tenodese da CLB pela técnica artroscópica, com a utilização de parafuso de interferência bioabsorvível - biotenodese Arthrex® - mostrou-se uma técnica eficiente para o tratamento das alterações da CLB. Descritores - Articulação do ombro/cirurgia; Artroscopia/métodos; Parafusos ósseos; Tendões/cirurgia; Técnicas de sutura; Tendinopatia; Implantes absorvíveis.

Estudo biomecânico, "in vitro", em ovinos, da fixação femoral do tendão patelar na reconstrução do LCA: comparação entre parafusos metálicos de interferência e a fixação sob pressão com bloco ósseo cônico*

JOÃO LUIZ VIEIRA DA SILVA; GERSON DE SÁ TAVARES FILHO; MÁRIO MASSATOMO NAMBA; FRANCISCO ASSIS PEREIRA FILHO; MÁRCIO ALVES BARBOSA; MAURO ALBANO; JÚLIO KLEIN DAS NEVES; GABRIEL P. SKROCH

Rev Bras Ortop. 2003;38(7):- - Artigo Original
Foi realizado um estudo biomecânico, in vitro, em 38 modelos de joelhos de ovinos, comparando dois métodos de fixação femoral para a reconstrução do ligamento cruzado anterior com o enxerto osso-tendão patelar-osso. O grupo, cuja fixação foi feita com parafusos metálicos de interferência de 9mm, apresentou valores médios de 719,06N para a carga máxima e 75,7N/mm para a rigidez. O outro grupo estudado, cuja fixação se fez com bloco ósseo cônico sob pressão, teve valores médios de 1.019N e 109,97N/mm, sendo a diferença entre os dois grupos estatisticamente significativa. A fixação femoral do enxerto osso-tendão patelar-osso, pelo método sob pressão com bloco ósseo cônico, trouxe, além da vantagem biomecânica, menor morbidade ao local de fixação que a com parafusos de interferência metálicos de 9mm. Unitermos - Fixação femoral; reconstrução; ligamento cruzado anterior.

Análise biomecânica da dupla fixação de enxerto tendinoso em tíbia porcina – uso de parafuso de interferência e agrafe

Luis Antônio de Ridder Bauer; Hermes Augusto Agottani Alberti; Vitor Gustavo de Paiva Corotti; Ana Paula Gebert de Oliveira Franco; Edmar Stieven; Luiz Antônio Munhoz da Cunha

Rev Bras Ortop. 2018;53(5):564-569 - Artigo Original

OBJETIVO: Comparar o comportamento mecânico da fixação tibial com parafuso de interferência versus parafuso de interferência com agrafe, em modelo animal.
MÉTODOS: Foram selecionadas 36 peças de joelho suíno e divididas em dois grupos: Grupo 1, fixação tibial com parafuso de interferência (n = 17) e Grupo 2, fixação com parafuso de interferência e agrafe (n = 19). Os modelos foram submetidos a teste de ciclo único de tração. Foram mensuradas as seguintes variáveis: medida da área de seção transversal do enxerto, ponto de falha nos 10 mm (F10), yield load (Fy) e rigidez.
RESULTADOS: Os valores médios de área de seção transversal do enxerto, F10, Fy, e rigidez não apresentaram diferenças significativas entre os grupos.
CONCLUSÃO: A adição de um segundo dispositivo de fixação ligamentar tibial tipo agrafe, complementar ao parafuso de interferência, não aumentou a segurança mecânica do sistema.


Palavras-chave: Ligamento cruzado anterior; Tíbia; Dispositivos de fixação ortopédica; Fenômenos biomecânicos; Tendões.

Reconstrução do ligamento cruzado anterior com tendões flexores quádruplos e parafusos de interferência metálicos*

JULIO CESAR GALI; MARCOS ANTONIO HARO ADAD; MAURÍCIO SANTE BETTIO MOD

Rev Bras Ortop. 2002;37(6):- - Artigo Original
Existem muitas técnicas de reconstrução cirúrgica do ligamento cruzado anterior, utilizando diferentes tipos de enxertos e variados métodos de fixação. O objetivo deste trabalho é apresentar os resultados da reconstrução do ligamento cruzado anterior com enxerto quádruplo de tendões dos músculos semitendíneo e grácil, fixado com parafuso de interferência metálico, em 64 casos, avaliados segundo o protocolo do International Knee Documentation Committee. A idade dos pacientes variou de 14 a 46 anos (média de 30,9) e o seguimento, entre 12 e 38 meses (média de 21,5). Na avaliação final, os joelhos de 93,6% dos pacientes foram graduados como normais ou próximos do normal. A técnica é mais uma opção para reconstrução do ligamento, a custo acessível.

REPARO ARTROSCÓPICO DAS LESÕES COMPLETAS DO TENDÃO DO MÚSCULO SUBESCAPULAR: ABORDAGEM COMBINADA ARTICULAR E BURSAL

NISO EDUARDO BALSINI; NISO BALSINI; PEDRO MOYSÉS JACINTHO; LUCIANA KOCHEN

Rev Bras Ortop. 2005;40(10):582-589 - Artigo Original
Objetivo: Este trabalho tem por finalidade demonstrar a técnica da sutura artroscópica do tendão do subescapular, utilizando a abordagem articular e subacromial combinada, bem como a apresentação dos resultados preliminares. Métodos: Doze pacientes com lesão completa do tendão do subescapular foram submetidos à sutura artroscópica utilizando a abordagem articular e subacromial combinada. O protocolo da UCLA e a elevação ativa anterior foram utilizados para avaliação dos resultados após o seguimento mínimo de um ano. A avaliação estatística foi realizada pelo método ANOVA de fator único. Resultados: O índice da UCLA pré-operatório foi em média de 16 e, no pós-operatório, de 32 (p > 0,0001). A elevação anterior ativa média pré-operatória foi de 142,5 e a pós-operatória, de 177,5 (p < 0,001). Não houve nenhum caso de re-ruptura. Resultados satisfatórios foram encontrados em 11 pacientes (92%) e insatisfatórios em um paciente (8%). Conclusão: A sutura artroscópica do tendão do subescapular utilizando a abordagem articular subacromial possibilita a recuperação satisfatória da função da articulação glenoumeral. Seu emprego possibilita o reparo do tendão do subescapular mesmo nas lesões crônicas e retraídas.Descritores - Ombro/lesões; Bainha rotadora/lesões; Artroscopia.

Técnica de reparo in situ das lesões parciais da superfície articular do tendão do supraespinal

Arildo Eustáquio Paim,

Rev Bras Ortop. 2017;52(3):- - Artigo Original
    Objetivo: Demonstrar a técnica de reparo in situ das lesões de espessura parcial da superfície articular de alto grau do tendão do supraespinal (SE). O procedimento consiste no reparo cirúrgico dessas lesões por via artroscópica, sem a necessidade de completar a lesão, como ocorre na técnica clássica tradicional. É feita uma pequena incisão longitudinal no sentido das fibras intactas bursais, por onde são introduzidas as âncoras de fixação óssea, o que torna mais fácil o procedimento. Essas âncoras são transferidas para o tendão e assim se faz o reparo da lesão. Métodos: Foram operados 48 ombros de 2010 a 2015. O seguimento mínimo foi de 12 meses e o máximo de 60. A idade variou de 38 anos a 75 (média de 54). Foram indicadas para o reparo as lesões sintomáticas de alto grau que apresentassem pelo menos 30% da fibras superiores bursais intactas e de boa qualidade. Resultados: Os pacientes foram avaliados segundo os critérios da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), obtiveram-se resultados excelentes em 69%, bons em 17%, razoáveis em 7% e ruins em 7%. Os resultados razoáveis ocorreram em três pacientes que apresentavam sintomas associados de poliartralgia e permaneceram com dor residual. Três pacientes desenvolveram rigidez articular no pós-operatório (7%). Conclusão: O procedimento em estudo é seguro e de fácil reprodutibilidade e apresenta altos índices de resultados positivos (86%). A abertura feita no lado bursal do tendão do SE permitiu a manutenção do artroscópio no espaço subacromial e tornou mais fácil a cirurgia.

Reconstrução da superfície articular da cabeça umeral com enxerto homólogo no tratamento da osteonecrose

Alberto Naoki Miyazaki; Luciana Andrade Silva; Guilherme do Val Sella; Caio Santos Checchia; Marcos Cazer Simionato e Sergio Luiz Checchia

Rev Bras Ortop. 2018;53(1):113-117 - Nota Técnica
    Os autores descrevem a técnica cirúrgica de reconstrução biológica da cabeça umeral comenxerto ósseo homólogo congelado usada no tratamento da osteonecrose segmentar dacabeça umeral em pacientes jovens e destacam a abordagem como uma possibilidade opci-onal e talvez definitiva à hemiartroplastia ou artroplastia total do ombro. Resumidamente,a técnica consiste em reconstruir a falha encontrada na região necrótica da cabeça umeralcom o uso de enxerto ósseo congelado com cartilagem para refazer a superfície articu-lar comprometida. No total, cinco pacientes com menos de 50 anos foram tratados comessa técnica, conseguiram-se resultados muito satisfatórios em três deles, uma perda deseguimento e um resultado negativo, convertido para hemiartroplastia. O estudo descrevea técnica usada com detalhes, bem como os três casos com maior tempo de seguimento.

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR COM DUPLO FEIXE UTILIZANDO OS TENDÕES DOS MÚSCULOS SEMITENDÍNEO E GRÁCIL: FIXAÇÃO COM DOIS PARAFUSOS DE INTERFERÊNCIA

Mario Carneiro; Ricardo Dizioli Navarro; Gilberto Yoshinobu Nakama; João Mauricio Barretto; Antonio Altenor Bessa de Queiroz; Marcus Vinicius Malheiro Luzo

Rev Bras Ortop. 2009;44(5):441-445 - Nota Técnica
Procedimentos cirúrgicos de reconstrução do ligamento cruzado anterior com duplo feixe dos tendões dos músculos semitendíneo e grácil têm sido descritos na última década. A maioria das técnicas descritas utiliza o dobro de material de síntese empregado na reconstrução com feixe único. Relatamos uma técnica original para a reconstrução do ligamento cruzado anterior com duplo feixe, na qual mantemos as inserções tibiais dos tendões dos músculos semitendíneo e grácil e realizamos dois túneis tibiais e dois túneis femorais. Os túneis femorais são realizados "de fora para dentro" e a fixação do enxerto é realizada somente com dois parafusos de interferência. Descritores - Ligamento cruzado anterior; Traumatismos do joelho; Joelho.

COMPLICAÇÕES DA TÉCNICA DE FIXAÇÃO TIBIAL COM PARAFUSO E ARRUELA PARA A RECONSTRUÇÃO LIGAMENTAR DO JOELHO

Alexandre Almeida; Gilberto Roveda; Márcio Rangel Valin; Nayvaldo Couto de Almeida; Vanderlei Sartor; Soraya Melina Alves

Rev Bras Ortop. 2010;45(5):409-414 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar a presença de dor ao nível da ferida operatória e a necessidade de retirada do parafuso de fixação tibial na reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho e com o sexo e o índice de massa corporal (IMC). Métodos: Um grupo de 265 pacientes submetidos à reconstrução do LCA com enxerto ipsilateral dos tendões flexores da coxa em que o método de fixação tibial do enxerto foi o parafuso cortical com arruela metálica entre seis de julho de 2000 e 19 de novembro de 2007. Resultado: 176 pacientes foram avaliados com uma média de 33,3 ± 19,5 meses (mediana de 29,5 meses) (IIQ: 17-45 meses) - mínima de oito e máxima de 87 meses. Não houve diferença estatística ao analisar a queixa de dor no parafuso (p = 0,272) e a necessidade de retirada do mesmo (p = 0,633) entre os sexos. Não houve diferença estatística ao analisar a queixa de dor no parafuso (p = 0,08) e a necessidade de retirada do mesmo (p = 0,379) ao analisar o IMC. Conclusões: A utilização do parafuso e arruela metálica para fixação tibial na reconstrução do LCA demonstrou um índice de queixa de dor no sítio do parafuso na ordem de 25% e necessidade de sua retirada em 10,8% dos casos. Não houve predominância de queixas de dor na ferida operatória entre os sexos. Observou-se uma tendência a maior queixa de dor entre indivíduos com IMC < 25. Não houve predominância de retirada do parafuso e da arruela entre os sexos ou entre indivíduos com diferentes IMC. Descritores - Ligamento Cruzado Anterior; Artroscopia; Dor; Índice de massa corporal.

Utilização do parafuso "Bone Mulch" na reconstrução do ligamento cruzado anterior com tendões dos músculos semitendinoso e grácil*

NILSON ROBERTO SEVERINO; OSMAR PEDRO ARBIX DE CAMARGO; TATSUO AIHARA; RICARDO DE PAULA LEITE CURY; VICTOR MARQUES DE OLIVEIRA; CELSO NISHIHARA

Rev Bras Ortop. 2001;36(3):- - Artigo Original
Os autores analisam técnica de fixação dos enxertos dos tendões retirados dos músculos semitendinoso e grácil, utilizando-se para tal o parafuso Bone Mulch, con-forme descrito por Howell(1). No período compreendido entre outubro de 1996 e julho de 2000, 230 pacientes (208 homens e 22 mulheres), com idade média de 30 anos, apresentando lesão do ligamento cruzado anterior (LCA), foram submetidos à reconstrução com duplos tendões do semitendinoso e grácil utilizando-se a fixação proximal com Bone Mulch e distal com washer-Loc. São descritas as dificuldades encontradas no ato operatório, nas primeiras operações a não realização da sulcoplastia em 222 dos casos, as complicações, a reabilitação agressiva, os resultados obtidos até o momento e a avaliação com KT 1000 em 65 pacientes operados há pelo menos dois anos.

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DA RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR COM TENDÕES FLEXORES E PARAFUSO TRANSVERSO DE GUIA RÍGIDO

Renato Luiz Bevilacqua de Castro; Sandor Dosa Acras

Rev Bras Ortop. 2011;46(2):143-147 - Artigo Original
Objetivo: O objetivo deste trabalho é analisar os resultados da reconstrução do LCA (ligamento cruzado anterior) com o uso dos tendões flexores quádruplos como enxerto e fixação ligamentar no fêmur com parafuso transverso de guia rígido e, na tíbia, parafuso esponjoso fixando uma arruela de fixação ligamentar. Métodos: Foram avaliados, no período de dezembro de 2002 a fevereiro de 2007, 173 joelhos, que foram operados e submetidos à reconstrução do LCA com a técnica proposta, sendo 166 masculinos e sete femininos. A idade média foi 30 anos (13 a 56 anos), e com tempo de seguimento médio de 30 meses (6-55 meses). Elaboramos três grupos que foram submetidos à escala de Lysholm: o grupo A, com seis meses de seguimento; o grupo B, com 12 meses de seguimento; e o grupo C, com 24 meses de seguimento. Resultados: Avaliamos os resultados, e os grupos A, B e C obtiveram 94, 95 e 95 pontos, respectivamente, na escala de Lysholm. Conclusões: A técnica cirúrgica se mostrou segura, de fácil execução, com bons resultados, baixa taxa de complicações e mantém seu resultado com o tempo estudado de 24 meses.Descritores - Joelho; Ligamento Cruzado Anterior; Artroscopia.

ESTUDO ANATÔMICO DO LIGAMENTO POPLÍTEO OBLIQUO

Lucas Pinto D'Amico Fam; Vagner Messias Fruheling; Barbara Pupim; Carlos Henrique Ramos; Márcio Fernando Aparecido de Moura; Mário Namba; João Luiz Vieira da Silva; Luiz Antônio Munhoz da Cunha; Ana Paula Gebert de Oliveira Franco; Edmar Stieven Filho

Rev Bras Ortop. 2013;48(5):417-420 - Artigo Original
 Objetivo: Determinar parâmetros anatômicos para localizar a inserção dos tendões flexores do joelho na tíbia. Métodos: Foram selecionados 10 joelhos de cadáveres com estruturas mediais e anteriores íntegras.Adissecção foi feita por acesso ântero-medial até a exposição adequada da inserção dos tendões flexores (TF), do planalto tibial (PT) e da tuberosidade anterior da tíbia (TAT). Uma agulha 40×12 e um paquímetro digital foram usados para aferir a distância do planalto tibial da inserção dos tendões flexores do joelho a 15mmda borda medial ao tendão patelar e da tuberosidade anterior da tíbia à inserção dos tendões flexores do joelho. O ângulo o planalto tibial e a inserção dos tendões flexores do joelho (Â PT-TF) foi calculado com o auxílio do software ImagePro Plus®. Resultados: A distância PT-TF foi de 41±4,6mm em média. A distância entre a TAT-TF foi de 6,88±1mm. A angulação (Â PT-TF) foi de 20,3±4,9 graus. Conclusão: Na região anterior da tíbia os tendões flexores estão a cerca de 40mmdo planalto com um ângulo médio de 20 graus. Descritores - Anatomia Cadáver Joelho

Reconstrução do ligamento patelofemoral medial com tendão quadricipital combinada com patelotibial medial com tendão patelar: experiência inicial

Betina Bremer Hinckel; Riccardo Gomes Gobbi; Marcelo Batista Bonadio; Marco Kawamura Demange; José Ricardo Pécora; Gilberto Luis Camanho

Rev Bras Ortop. 2016;51(1):75-82 - Artigo Original
    Objetivo: Descrever técnica cirúrgica de reconstrução anatômica do LPFM com tendão quadricipital combinada com a reconstrução do LPTM com tendão patelar e apresentar os resultados iniciais em uma série de casos. Método: Foi aplicada a técnica proposta em uma série de casos de pacientes do Grupo de Joelho do HC-IOT diagnosticados com instabilidade patelofemoral e com indicação de tratamento cirúrgico. No pré e pós-operatório foram avaliados: amplitude de movimento (ADM), teste da apreensão, teste da translação lateral, teste da inclinação patelar, sinal do J invertido, subluxação em extensão, dor a compressão da patela e dor a contração do quadríceps. No pós-operatório também foi perguntado aos pacientes se houve novo episódio de luxação, qual o grau de satisfação com a cirurgia (escala de zero a 10) e se passariam pela cirurgia novamente. Resultados: Foram operados sete joelhos em sete pacientes e a média de seguimento foi de 5,46 meses (±2,07). Tivemos quatro pacientes com apreensão no pré-operatório que não tinham apreensão no pós-operatório. O teste de translação lateral foi normalizado em todos os pacientes enquanto o teste da inclinação patelar permaneceu positivo em dois pacientes. Os pacientes com J invertido permaneceram com o sinal positivo. A subluxação em extensão, presente no pré-operatório em cinco pacientes, foi negativa em todos no pós-operatório. Nenhum paciente apresentou novo episódio de luxação da patela. Todos responderam estar satisfeitos. Cinco pacientes referiram satisfação 9 e dois referiram 10. Todas passariam novamente pela cirurgia. Apenas uma paciente apresentou complicação pós-operatória, deiscência de ferida.

Reconstrução do tendão distal do bíceps com enxerto do tríceps: nota técnica

Thiago Medeiros Storti; Alexandre Firmino Paniago; Rafael Salomon Silva Faria

Rev Bras Ortop. 2017;52(3):354-358 - Nota Técnica
    Rupturas do tendão distal do bíceps braquial ocorrem tipicamente com uma contração contrarresistência com o cotovelo em 90 ? de flexão. Rupturas crônicas são lesões incomuns e são complicadas pela retração e pobre qualidade tendínea e muscular. Algumas técnicas de reconstrução têm sido descritas na literatura, com variações na via de acesso, no tipo de enxerto (alo ou autoenxertos), na área doadora do enxerto e no tipo de fixação à tuberosidade radial. Descrevemos o caso de um paciente que apresentava ruptura do tendão distal do bíceps braquial havia cinco semanas, foi submetido à reconstrução com autoenxerto da tira central do tendão tricipital através de dupla incisão e fixação com âncoras à tuberosidade radial. O uso do tríceps braquial como autoenxerto para reconstrução de rupturas crônicas do bíceps distal ainda não havia sido descrito na literatura. Os autores optaram por ele devido às características biomecânicas que o credenciam como adequado para esse procedimento e à facilidade de coleta com o mesmo campo cirúrgico na mesma articulação, que minimizam os efeitos negativos da área doadora. Após seis meses de pós-operatório, o paciente apresenta arco de movimento completo e restauração de 96% da força de flexão e 90% da força de supinação quando comparado com o membro contralateral. A técnica descrita parece ser uma boa opção para casos de ruptura crônica do bíceps distal para pacientes mais velhos e que apresentam demanda funcional de supinação.

Reconstrução do ligamento cruzado anterior com auto-enxerto de tendão patelar por via artroscópica*

MÁRIO CARNEIRO FILHO; RICARDO DIZIOLI NAVARRO; CRISTIANO FROTA DE SOUZA LAURINO; JOSÉ ROBERTO BENBASSAT

Rev Bras Ortop. 1999;34(3):- - Artigo Original
Foram avaliados 40 pacientes submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA), através do protocolo do International Knee Documentation Committee, num seguimento pós-operatório médio de 2,7 anos (mín. 1 ano, máx. 8 anos). Os resultados foram excelentes em cinco pacientes (12,5%), bons em 27 (67,5%), regulares em sete (17,5%) e mau em um (2,5%). Ocorreram complicações em quatro pacientes (10%), três relacionadas com alterações na amplitude de movimento do joelho e uma, com infecção articular. A idade do paciente na cirurgia, o intervalo entre a lesão e a cirurgia, as lesões meniscais associadas e o tempo de pós-operatório não fo-ram estatisticamente determinantes nos resultados obtidos.

RECONSTRUÇÃO DOS LIGAMENTOS CRUZADOS DO JOELHO COM O TENDÃO DUPLO DO SEMITENDINOSO

JOÃO LUIZ ELLERA GOMES; LUIZ ROBERTO STIGLER MARCZYK

Rev Bras Ortop. 2004;39(4):- - Artigo Original
A reconstrução dos ligamentos cruzados do joelho com o tendão duplo do semitendinoso é apresentada e discutida com base nos resultados obtidos em 21 pacientes. Para a fixação do tendão duplo na tíbia e fêmur, utilizamos um tarugo de osso esponjoso. Esse tarugo foi obtido com a trefina que simultaneamente fez os túneis de ancoragem na tíbia e fêmur. Dezessete pacientes submeteram-se à reconstrução do ligamento cruzado anterior e quatro do posterior. A manobra do ressalto lateral, o teste de Lachmann e a gaveta posterior e anterior foram verificados no pré e pós-operatório. Comparando estes achados, obtivemos 86,3% de bons resultados e 13,7% de regulares nas reconstruções do ligamento cruzado anterior. Quanto ao ligamento cruzado posterior, ficamos com 75% de bons e 25% de regulares. No entanto, nossa pequena casuística com uma evolução média de 13 meses ainda não permite conclusões definitivas. Descritores - Ligamento cruzado anterior; ligamento cruzado posterior; joelho; tendão.

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