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Busca por: ANÁLISE DA RESISTÊNCIA MECÂNICA DE FIXAÇÃO DE FRATURA DO COLO FEMORAL EM OSSO SINTÉTICO COM DHS E PARAFUSO ANTIROTATÓRIO

ANÁLISE DA RESISTÊNCIA MECÂNICA DE FIXAÇÃO DE FRATURA DO COLO FEMORAL EM OSSO SINTÉTICO COM DHS E PARAFUSO ANTIROTATÓRIO

Anderson Freitas; Gustavo Melo Torres; André Cezar de Andrade de Mello e Souza; Rafael Almeida Maciel; Diogo Ranier de Macedo Souto; George Neri de Barros Ferreira

Rev Bras Ortop. 2014;49(6):586-592 - Artigo Original
Objetivo: Analisar estatisticamente resultados obtidos em ensaios biomecânicos de fixação de fratura do colo femoral tipo Pauwels III, em osso sintético, com o uso do sistema dinâmico do quadril (DHS) com parafuso antirrotatório vs um grupo controle.Métodos: Foram usados dez ossos sintéticos, de um fabricante nacional, do modelo C1010, divididos em dois grupos: teste e controle. No grupo teste foi feita fixação de osteotomia, com 70 ? de inclinação em nível de colo femoral, com o uso de DHS com parafuso antirrotatório. Avaliou-se a resistência dessa fixação e seu desvio rotacional em 5 mm de deslocamento (fase 1) e em 10 mm de deslocamento, considerado como falência da síntese (fase 2). No grupo controle, os modelos foram ensaiados em sua integridade até que ocorresse a fratura do colo femoral.Resultados: Os valores do ensaio no grupo teste na fase 1, nas amostras de 1 a 5, foram: 1.512 N, 1.439 N, 1.205 N, 1.251 N e 1.273 N, respectivamente (média = 1.336 N; desvio padrão [DP] = 132 N). Os desvios rotacionais foram: 4,90 ? ; 3,27 ? ; 2,62 ? ; 0,66 ? e 0,66 ? , respectivamente (média = 2,42 ? ; DP = 1,81 ? ). Na fase 2, obtivemos: 2.064 N, 1.895 N, 1.682 N, 1.713 N e 1.354 N, respectivamente (média = 1.742 N; DP = 265 N). Os valores da carga de falência no grupo controle foram: 1.544 N, 1.110 N, 1.359 N, 1.194 N e 1.437 N, respectivamente (média = 1.329 N; DP = 177 N). A análise estatística pelo teste de Mann-Whitney demonstrou que o grupo teste apresentou carga máxima, em 10 mm de deslocamento, significativamente maior do que a carga de falência do grupo controle (p = 0,047).Conclusão: A resistência mecânica do grupo teste foi significativamente superior à do grupo controle. Descritores - Fraturas do colo femoral Fixadores internos Biomecânica

Tratamento de fraturas deslocadas do colo femoral em pacientes jovens com DHS e associação com a osteonecrose

Carlos Roberto Schwartsmann,,; Henrique Marquardt Lammerhirt; Leandro de Freitas Spinelli; Ary da Silva Ungaretti Neto

Rev Bras Ortop. 2018;53(1):82-87 - Artigo Original
    Objetivo: Avaliar o desempenho do dynamic hip screw (DHS) no tratamento de fraturas do colofemoral deslocadas em pacientes jovens, com foco na osteonecrose.Métodos: Uma série de 53 pacientes com menos de 55 anos foi avaliada retrospectivamente.Todos os pacientes apresentaram fraturas do colo femoral deslocadas (Garden III ou IV) eforam tratados com DHS. O sistema de estadiamento de Ficat foi usado para avaliar a necroseavascular.Resultados: Foram incluídos 38 (71,7%) pacientes do sexo masculino e 15 (28,3%) do feminino,com média no momento da fratura de 41,9 anos (± 12,8). Segundo a classificação de Garden,21 (39,6%) fraturas foram classificadas como tipo III e 32 (60,4%) foram considerados total-mente deslocadas, Garden IV. A consolidação da fratura foi obtida em 39 pacientes (73,6%).Foram observados 13 casos de necrose avascular (24,6%).Conclusões: A incidência de necrose avascular em pacientes jovens com fraturas deslocadasdo colo do fêmur tratados com DHS foi de 24,6%. Não houve associação estatisticamentesignificante entre os intervalos até a cirurgia, o deslocamento da fratura e a presença deparafuso antirrotacional com a osteonecrose. Nível de evidência IV.

MACHEAMENTO DO ORIFÍCIO PILOTO: ANÁLISE MECÂNICA NA VÉRTEBRA DE CARNEIRO E NO MODELO DE OSSO ARTIFICIAL

Patrícia Silva; Rodrigo César Rosa; Antonio Carlos Shimano; Francisco José Albuquerque de Paula; José Batista Volpon; Helton Luiz Aparecido Defino

Rev Bras Ortop. 2010;45(3):290-294 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar a influência do macheamento do orifício piloto associado às outras variáveis como o seu diâmetro em relação ao diâmetro interno do parafuso e o modo de preparo no torque de inserção, na resistência ao arrancamento dos parafusos utilizados para a fixação anterior da coluna cervical. Método: Vinte corpos de prova de poliuretana e 30 vértebras torácicas (T1-T5) foram testadas. Em cada corpo de prova foram realizados quatro orifícios, sendo dois com diâmetro de 2,0mm e dois com 2,5mm. Esses orifícios foram confeccionados com broca ou sonda, de acordo com o grupo experimental. O macheamento do orifício piloto era ou não realizado, dividindo desse modo o grupo experimental em subgrupos iguais. Foram formados oito grupos experimentais (quatro utilizando poliuretana e quatro utilizando vértebras de carneiro). Parafusos corticais com 3,5mm de diâmetro externo e 14mm de comprimento foram inseridos nos orifícios piloto. O torque de inserção foi mensurado durante a implantação dos parafusos e, em seguida, foram realizados ensaios mecânicos de arrancamento em máquina universal de testes Emic®, software Tesc 3.13, célula de carga de 1.000N, velocidade de aplicação de força de 0,2mm/min, pré-carga de 5N e tempo de acomodação de 10 segundos. A propriedade avaliada nos ensaios mecânicos foi a força máxima de arrancamento. Resultados e Conclusão: O macheamento do orifício piloto reduziu significativamente o torque de inserção e a força de arrancamento dos parafusos em todos os grupos experimentais. Descritores: coluna vertebral; parafusos ósseos; biomecânica; torque; dispositivos de fixação ortopédica.

OSTEOSSÍNTESE DA FRATURA DO COLO FEMORAL: DOIS OU TRÊS PARAFUSOS?

Ricardo Basile; Gustavo Roberto Pepicelli; Edmilson Takehiro Takata

Rev Bras Ortop. 2012;47(2):165-168 - Artigo Original
Objetivos: Avaliar a eficácia da osteossíntese de fraturas do colo femoral com dois em vez de três parafusos. Métodos: Avaliadas, retrospectivamente, 39 fraturas, divididas em grupos nos quais foram utilizados dois (n = 28) parafusos paralelos e três parafusos (n = 11) na configuração de triângulo invertido segundo a técnica AO. Os pacientes foram acompanhados até o desfecho: consolidação ou falha. Resultados: No grupo em que se utilizou dois parafusos, observamos consolidação em 23 das 28 fraturas (82%). No grupo de três parafusos observou-se consolidação em seis das 11 fraturas (55%). Não houve diferença estatística entre os valores obtidos. Conclusão: Não houve diferença no prognóstico dessas fraturas quando tratadas com dois parafusos paralelos ou três parafusos em triângulo invertido segundo a técnica AO-ASIF. Mais estudos são necessários para estabelecer conclusão definitiva. Descritores - Fraturas do Colo Femoral; Fixação Interna de Fraturas; Parafusos Ósseos; Estudos Longitudinais.

ANÁLISE BIOMECÂNICA DE VARIÁVEIS RELACIONADAS À RESISTÊNCIA AO ARRANCAMENTO DOS PARAFUSOS DO SISTEMA DE FIXAÇÃO VERTEBRAL

RODRIGO CÉSAR ROSA; PATRÍCIA SILVA; ANTONIO CARLOS SHIMANO; JOSÉ BATISTA VOLPON; HELTON L. A. DEFINO; PHILIP SCHLEICHER; FRANK KANDZIORA

Rev Bras Ortop. 2008;43(7):293-299 - Artigo Original
Objetivo: Observar a influência do diâmetro do orifício-piloto nos diferentes modos de preparo: sonda de ponta romba, sonda de ponta cortante e broca, com o propósito de avaliar o nível de resistência ao arrancamento de parafusos com diâmetro diverso. Métodos: Parafusos de 5, 6 e 7mm foram inseridos nos corpos de prova de osso bovino. O orifício-piloto foi confeccionado por meio de sonda de ponta romba, sonda de ponta cortante e broca. O diâmetro da perfuração foi menor, igual e maior do que o diâmetro interno do parafuso. Após a inserção dos implantes, nos três diferentes diâmetros para cada modo de preparo do orifício-piloto, foram realizados os ensaios mecânicos de arrancamento. Os ensaios mecânicos realizados em máquina universal de ensaio Emic®, software Tesc 3.13, célula de carga de 2.000N, velocidade de aplicação de força de 2mm/min, pré-carga de 5N e tempo de acomodação de 10 segundos. A propriedade avaliada nos ensaios mecânicos foi a força máxima de arrancamento. Resultados: No grupo de parafusos de 5 e 6mm foi observado aumento na resistência ao arrancamento quando o diâmetro do orifício-piloto era menor que o diâmetro interno do parafuso em todos os modos de preparo (sonda de ponta romba, sonda de ponta cortante e broca). Não foi observada diferença estatística no grupo de parafusos de 7mm para todos os diâmetros de perfuração e modo de preparo do orifício-piloto. Conclusão: O diâmetro do orifício-piloto influencia a resistência ao arrancamento dos parafusos de sistema de fixação vertebral. A realização de orifíciopiloto de diâmetro maior que o diâmetro interno do parafuso reduz a resistência ao arrancamento do implante, independente do modo de preparo do orifício-piloto.Descritores - Coluna vertebral; Parafusos ósseos; Biomecânica; Procedimentos ortopédicos; Bovinos.

COMPARAÇÃO DOS VOLUMES OCUPADOS PELOS DIFERENTES DISPOSITIVOS DE FIXAÇÃO INTERNA PARA FRATURAS DO COLO FEMORAL

Daniel Lauxen Júnior; Carlos Roberto Schwartsmann; Marcelo Faria Silva; Leandro de Freitas Spinelli; Telmo Roberto Strohaecker; Ralf Wellis de Souza; Cinthia Gabriely Zimmer; Leonardo Carbonera Boschin; Ramiro Zilles Gonçalves; Anthony Kerbes Yépez

Rev Bras Ortop. 2012;47(6):701-704 - Artigo Original
Objetivo: Medir o volume ocupado pelos dispositivos de fixação interna mais difundidos para o tratamento das fraturas de colo femoral, usando como aproximação os primeiros 30, 40 e 50mm de cada parafuso. O estudo visa observar qual desses implantes causa menor agressão óssea. Métodos: Foram avaliados cinco modelos de parafusos canulados e quatro modelos de parafusos deslizantes (DHS) encontrados no mercado nacional através de diferença de volume por deslocamento de água. Resultados: A fixação com dois parafusos canulados apresentou volume significativamente menor do que com DHS nas inserções de 30, 40 e 50mm (p=0,01, 0,012 e 0,013, respectivamente), a fixação com três parafusos não apresentou significância estatística (p=0,123, 0,08 e 0,381, respectivamente) e a fixação com quatro parafusos canulados apresenta volumes maiores que o DHS (p=0,072, 0,161 e 0,033). Conclusões: A fixação da cabeça femoral com dois parafusos canulados ocupa menor volume quando comparada ao DHS com diferença estatisticamente significativa. A maioria das outras combinações de parafusos não atingiram significância estatística, apesar de a fixação com quatro parafusos canulados apresentar, em média, volumes maiores que o ocupado pelo DHS.Descritores - Fraturas do Colo Femoral; Fixação Interna de Fraturas; Quadril/cirurgia

Fratura por fadiga do colo femoral após artroplastia total do joelho

JOÃO MAURÍCIO BARRETTO; FERNANDO JOSÉ DE PINA CABRAL; MARCIO CARPI MALTA; CLAUDIO PENA GONÇALVES

Rev Bras Ortop. 1997;32(8):- - Relato de Caso
A artroplastia total é procedimento de rotina no tratamento das afecções degenerativas e traumáticas do joelho. Publicações recentes mostram que nos Estados Unidos são realizadas anualmente cerca de 190.000 substituições dessa arti-culação(6). Complicações desse procedimento são freqüentemente relatadas na literatura, mas, até o ano de 1994, apenas 11 casos de fratura por fadiga do colo femoral haviam sido descritos(8). Em 1994, Palanca Martin et al.(8) descreveram caso de fra-tura por fadiga do colo femoral após artroplastia total do joelho bilateral. Nosso objetivo é relatar caso de fratura por fadiga do colo femoral após artroplastia total do joelho ipsilateral, em paciente portadora de gonartrose unilateral.

ANÁLISE DO RESULTADO CLÍNICO-FUNCIONAL E DAS COMPLICAÇÕES DA FRATURA DO COLO DO TÁLUS

Leonardo Ribeiro Bastos; Ricardo Cardenuto Ferreira; Marcelo Tomanik Mercadante

Rev Bras Ortop. 2010;45(4):362-374 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar o resultado clínico-funcional e radiográfico dos pacientes com fraturas do colo do tálus tratados pelo Grupo de Cirurgia do Pé e Tornozelo da Santa Casa de São Paulo. Método: Avaliamos 20 pacientes, com tempo médio de seguimento de 71 meses: um com fratura do tipo I, 12 do tipo II, cinco do tipo III e dois do tipo IV, sendo quatro fraturas expostas. Resultados: Um paciente foi tratado incruentamente, 16 com Rafi (três com artrodese subtalar primária), um com talectomia e dois com artrodese tibiotalocalcaneana. A redução obtida foi classificada como anatômica em sete pés, aceitável em seis, e ruim em quatro. Sete pacientes apresentaram complicações precoces. Houve um retardo de consolidação e quatro osteonecroses do corpo do tálus. Quatro pacientes necessitaram de procedimentos reconstrutivos secundários. Sessenta e dois porcento dos pacientes não apresentaram comprometimento radiográfico importante na articulação do tornozelo e 25% na articulação subtalar. Dos pacientes não submetidos a procedimentos secundários, 81% apresentaram queixas referentes ao pé tratado, 37,5% apresentaram alguma deformidade, 44% déficit sensitivo e 50% estavam aposentados. A perda média de movimento do tornozelo foi de 49% e da subtalar 80%. A pontuação média pela escala AOFAS foi de 73 pontos. Conclusão: A fratura do colo do tálus leva a alta incidência de complicações clínico-funcionais e radiográficas. Descritores - Tálus/lesões; Fraturas ósseas/complicações; ­Adulto

Análise biomecânica da dupla fixação de enxerto tendinoso em tíbia porcina – uso de parafuso de interferência e agrafe

Luis Antônio de Ridder Bauer; Hermes Augusto Agottani Alberti; Vitor Gustavo de Paiva Corotti; Ana Paula Gebert de Oliveira Franco; Edmar Stieven; Luiz Antônio Munhoz da Cunha

Rev Bras Ortop. 2018;53(5):564-569 - Artigo Original

OBJETIVO: Comparar o comportamento mecânico da fixação tibial com parafuso de interferência versus parafuso de interferência com agrafe, em modelo animal.
MÉTODOS: Foram selecionadas 36 peças de joelho suíno e divididas em dois grupos: Grupo 1, fixação tibial com parafuso de interferência (n = 17) e Grupo 2, fixação com parafuso de interferência e agrafe (n = 19). Os modelos foram submetidos a teste de ciclo único de tração. Foram mensuradas as seguintes variáveis: medida da área de seção transversal do enxerto, ponto de falha nos 10 mm (F10), yield load (Fy) e rigidez.
RESULTADOS: Os valores médios de área de seção transversal do enxerto, F10, Fy, e rigidez não apresentaram diferenças significativas entre os grupos.
CONCLUSÃO: A adição de um segundo dispositivo de fixação ligamentar tibial tipo agrafe, complementar ao parafuso de interferência, não aumentou a segurança mecânica do sistema.


Palavras-chave: Ligamento cruzado anterior; Tíbia; Dispositivos de fixação ortopédica; Fenômenos biomecânicos; Tendões.

Osteotomia trapezoidal do colo femoral

GUENDI TUKIANA; EDGARD DOS S. PEREIRA

Rev Bras Ortop. 1993;28(1/2):- - Artigo Original
Os autores analisam os resultados de 20 quadris operados de 20 pacientes portadores de escorregamento crônico ou crônico agudizado de grau moderado ou grave da epífise proximal do fêmur, no período de julho de 1987 a maio de 1991. O procedimento escolhido foi a osteotomia trapezoidal do colo femoral. O seguimento médio foi de dois anos e um mês, com mínimo de cinco meses e máximo de quatro anos e três meses, obtendo 80% de bons resultados e 20% de maus resultados. As complicações foram três condrólises (15%) e uma necrose asséptica (5%).

ESTUDO DA RESISTÊNCIA MECÂNICA DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR EM RATOS QUE PRATICARAM NATAÇÃO

HELENA BRIGLIADORI PUGLIESI; CARLOS ALBERTO MORO; CLEBER ANTONIO JANSEN PACCOLA

Rev Bras Ortop. 2005;40(5):- - Artigo Original
A articulação do joelho depende de estruturas ligamentares e músculos para sua estabilidade, sendo o ligamento cruzado anterior de grande importância. A literatura é bastante controversa quando mostra estudos sobre o efeito da atividade física nas propriedades mecânicas do ligamento cruzado anterior. O objetivo desta pesquisa é analisar o efeito da natação no ligamento cruzado anterior de ratos machos e adultos da raça Wistar. Os animais praticaram natação por diferentes períodos, oito e quatro semanas. O estudo foi realizado apenas no ligamento cruzado anterior, sendo as patas dos animais dissecadas até a obtenção do espécime fêmur-ligamento cruzado anterior-tíbia, sobre o qual foram realizados os testes. Para a realização dos ensaios mecânicos de tração foram confeccionadas garras para fixação femoral e tibial. Após a realização dos ensaios obtiveram-se os valores de força máxima e rigidez. Foi feita análise estatística dos resultados desses dados e concluiu-se que a natação praticada nos períodos de oito e quatro semanas não influencia de forma significativa no aumento da resistência mecânica do ligamento cruzado anterior. Descritores - Rato Wistar; ligamento cruzado anterior; joelho; natação; resistência mecânica.

Efeitos da sinvastatina associada ao exercício físico na resistência mecânica de músculos e ossos de ratos

Jéssica Suzuki Yamanaka; Kaique Eduardo Carvalho Ribeiro; Gabriela Rezende Yanagihara; Antônio Carlos Shimano; Álvaro César de Oliveira Penoni

Rev Bras Ortop. 2018;53(3):287-292 - Artigo Original

OBJETIVO: Avaliar a influência da sinvastatina nas propriedades mecânicas de ossos e músculos de ratos hipercolesterolêmicos submetidos a exercício físico.
MÉTODOS: Foram usados dez ratos machos da raça Wistar, submetidos a dieta hiperlipídica rica em colesterol por 90 dias. Os animais foram então distribuídos em dois grupos: submetidos a tratamento com exercício físico (GE) e submetidos a tratamento com exercício físico e sinvastatina (GE+S). Foi aplicado um protocolo de exercício físico na água e administração de sinvastatina por oito semanas. Após esse período, os animais foram eutanasiados e dissecados a tíbia esquerda e o músculo gastrocnêmio direito de cada animal para análise mecânica e a tíbia direita para densitometria. Para análise dos dados foi aplicado o teste t de Student, considerou-se nível de significância de 5%.
RESULTADOS: A comparação da força máxima e rigidez não revelou diferença significativa entre os grupos tanto para a tíbia (p = 0,851 e p = 0,259) quanto para o músculo gastrocnêmio (p = 0,911 e p = 0,083). A DMO das tíbias também não apresentou diferença significativa entre os grupos (p = 0,803).
CONCLUSÃO: A sinvastatina não teve efeitos deletérios nas propriedades mecânicas da tíbia e do músculo gastrocnêmio de ratos hipercolesterolêmicos submetidos a exercício físico aeróbio.


Palavras-chave: Hipercolesterolemia; Sinvastatina; Exercício; Tíbia; Gastrocnêmio.

Comparação da resistência à compressão do osso bovino congelado e liofilizado*

CARLOS ALBERTO DE SOUZA MACEDO; CARLOS ROBERTO GALIA; ADRIANO LUÍS BRASIL DA SILVA; PAULO CÉSAR DE CÉSAR; PAULO ROBERTO STEFANI SANCHES; LUCIANO DA SILVA DUARTE; LUÍS MARCELO MÜLLER

Rev Bras Ortop. 1999;34(9):- - Artigo Original
Recorrer a banco de ossos tem sido cada vez mais necessário nos últimos anos em virtude do aumento do número de cirurgias como: tumores ósseos, artrodeses de coluna, revisões de artroplastia total de quadril e traumatismos com perda óssea. Tem-se tentado criar alternativas de enxerto ósseo, como o uso de osso liofilizado, tanto bovino quanto humano. Os processos de liofilização e o tempo de reidratação do osso antes de sua utilização transoperatória têm sido implicados na alteração das propriedades biomecânicas do osso. Este trabalho comparou a resistência à compressão in vitro do osso bovino congelado e do osso bovino liofilizado reidratado. Utilizaram-se cilindros de 10 x 8mm provenientes de côndilos femorais bovinos, que fo-ram testados em uma máquina de compressão automatizada. Não foi encontrada diferença estatisticamente significativa entre os grupos estudados. O enxerto ósseo bovino congelado e posteriormente descongelado durante uma hora suporta as mesmas cargas compressivas e possui a mesma razão de deformação que o osso bovino liofilizado e reidratado durante 90 minutos antes do teste ou reidratado no momento do teste. O processo conjunto de liofilização e reidratação do osso não altera as suas propriedades biomecânicas de compressão.

Comparação da resistência à compressão do osso bovino congelado e liofilizado*

CARLOS ALBERTO DE SOUZA MACEDO; CARLOS ROBERTO GALIA; ADRIANO LUÍS BRASIL DA SILVA; PAULO CÉSAR DE CÉSAR; PAULO ROBERTO STEFANI SANCHES; LUCIANO DA SILVA DUARTE; LUÍS MARCELO MÜLLER

Rev Bras Ortop. 1999;34(10):- - Artigo Original
Recorrer a banco de ossos tem sido cada vez mais necessário nos últimos anos em virtude do aumento do número de cirurgias como: tumores ósseos, artrodeses de coluna, revisões de artroplastia total de quadril e traumatismos com perda óssea. Tem-se tentado criar alternativas de enxerto ósseo, como o uso de osso liofilizado, tanto bovino quanto humano. Os processos de liofilização e o tempo de reidratação do osso antes de sua utilização transoperatória têm sido implicados na alteração das propriedades biomecânicas do osso. Este trabalho comparou a resistência à compressão in vitro do osso bovino congelado e do osso bovino liofilizado reidratado. Utilizaram-se cilindros de 10 x 8mm provenientes de côndilos femorais bovinos, que fo-ram testados em uma máquina de compressão automatizada. Não foi encontrada diferença estatisticamente significativa entre os grupos estudados. O enxerto ósseo bovino congelado e posteriormente descongelado durante uma hora suporta as mesmas cargas compressivas e possui a mesma razão de deformação que o osso bovino liofilizado e reidratado durante 90 minutos antes do teste ou reidratado no momento do teste. O processo conjunto de liofilização e reidratação do osso não altera as suas propriedades biomecânicas de compressão.

Análise química e estrutural de componente femoral de prótese total do quadril removido após fratura por fadiga: relato de caso*

LISZT PALMEIRA DE OLIVEIRA; KARLOS CELSO DE MESQUITA; EDUARDO H. DE S. CAVALCANTI

Rev Bras Ortop. 2002;37(6):- - Relato de Caso
A fratura do componente femoral após a artroplastia total do quadril está relacionada a características estruturais e metalúrgicas dos implantes, que os tornam suscetíveis a falência por fadiga, na presença de condições mecânicas desfavoráveis, especialmente a soltura do componente femoral do manto de cimento(1). A ocorrência de fraturas da haste em artroplastias estáveis pode ser decorrente de defeitos intrínsecos do implante(2). Apresentamos um caso de fratura de haste femoral, ocorrida sem sinais radiográficos de afrouxamento. Realizamos detalhada análise química e estrutural do implante fraturado removido e de uma haste nova do mesmo modelo, com o objetivo de verificar se elas se encontravam dentro das especificações constantes nas normas ASTM F 138-92 e ISO 5832-1-87.

Análise biomecânica de dois tipos de fixação de fratura supracondiliana de úmero em modelo anatômico*

Marcos Ceita Nunes; Ticiano Dozza Posser; Charles Leonardo Israel; Leandro de Freitas Spinelli; Luis Gustavo Calieron; Jung Ho Kim

Rev Bras Ortop. 2019;54(3):261-267 - Artigo Original

OBJETIVO Analisar através de ensaios mecânicos a estabilidade da fixação da fratura supracondiliana do úmero com dois fios de Kirschner, intramedular e lateral (Fi), comparada à fixação com dois fios laterais paralelos (FL) em modelos anatômicos, de forma a se definir qual configuração apresenta maior estabilidade.
MÉTODOS Foram utilizados como corpos de prova 72 úmeros sintéticos, os quais foram seccionados transversalmente para simular a fratura. Estes ossos foram divididos em dois grupos iguais e as fraturas fixadas com dois fios de Kirschner paralelos (FL) e com um fio lateral e outro intramedular (Fi). Então os corpos de prova foram submetidos aos testes de carga em estresse em uma máquina de ensaio universal, medidos em Newtons (N). Cada grupo foi subdividido em carga em varo, em valgo, em extensão, em flexão, em rotação externa e em rotação interna. A análise dos dados foi realizada comparando os subgrupos do grupo FL, com seus respectivos subgrupos do grupo Fi através do teste t bicaudal.
RESULTADOS O teste t bicaudal demonstrou que em 4 das 6 condições aplicadas não houve diferença estatística significativa entre os grupos (p > 0,05). Encontramos uma diferença significativa entre os grupos com carga em extensão com uma média das maiores forças no grupo FL de 19 N e no grupo Fi de 28,7 N (p = 0,004), e também entre os grupos com carga em flexão com a média de forças registradas no grupo FL de 17,1 N e no grupo Fi de 22,9 N (p = 0,01).
CONCLUSÃO A fixação com fio intramedular e um fio lateral para cargas em extensão e flexão apresenta maior estabilidade quando comparada com a fixação com dois fios laterais paralelos, sugerindo resultados clínicos no mínimo semelhantes.


Palavras-chave: fenômenos biomecânicos; epífises/lesões; fixação de fratura; fraturas do úmero.

Fratura do colo do fêmur em crianças*

CSAR LUIZ F. A. LIMA; TULIO CANELLA B. CARNEIRO; GILBERTO DE OLIVEIRA; DALTON L. TERRA; DOROTEA S. MALHEIROS

Rev Bras Ortop. 1998;33(11/12):- - Artigo Original
Os autores analisaram sete crianças com fratura do colo do fêmur tratadas no período de agosto de 1995 a julho de 1997. A idade variou de cinco a 12 anos, com média de 8,7 anos. A maior parte das fraturas foi causada por traumas de alta energia. A classificação utilizada foi a de Del-bet, sendo encontrados os tipos II e III. O tratamento cirúrgico foi realizado em seis pacientes. As complicações foram observadas em 50% dos casos, sendo necrose avascular e fechamento prematuro da fise as mais freqüentes. A análise dos resultados segundo os critérios de Ratliff mostrou 50% de bons resultados.

FRATURA DO COLO DO FÊMUR EM CRIANÇAS

MARCEL BARBIERI FREITAS; FERNANDO CARLOS MOTHES; LUIS JOSÉ MOURA E ALIMENA; MÁRIO DIRANI; PAULO LOMPA; LAURO MACHADO NETO

Rev Bras Ortop. 2006;41(5):151-156 - Artigo Original
Objetivo: Os autores relatam uma série de 10 pacientes com fratura do colo do fêmur em crianças, tratados de julho de 1993 a agosto de 2001. Métodos: As fraturas fo-ram classificadas segundo Delbet em transepifisárias, um caso (10%), transcervicais, cinco casos (50%), cervicotrocantéricas, quatro casos (40%). Os pacientes foram avaliados seguindo os critérios clínicos e radiológicos de Ratliff. O seguimento mínimo foi de seis meses e o máximo de 96 meses com média de 17,6 meses. Resultados: O índice de complicações foi, de modo geral, de 40%. Coxa vara ocorreu em um paciente (10%); fechamento da fise femoral proximal, em três pacientes (30%); necrose avascular, em três pacientes (30%). Quanto ao resultado do tratamento, segundo Ratliff, sete pacientes (70%) foram classificados como bom, dois pacientes (20%) classificados como regular e um paciente (10 %) classificado como pobre. Conclusão: Os autores enfatizam a gravidade dessa fratura através do alto índice de complicações.Descritores - Fraturas do colo femoral/complicações; Fraturas do quadril; Necrose avascular da cabeça femoral; Criança; Estudos retrospectivos

RESISTÊNCIA MECÂNICA DO LIGAMENTO PATELAR APÓS A RETIRADA DO TERÇO MÉDIO COM INCISÃO LONGITUDINAL OU DUAS MINI-INCISÕES TRANSVERSAS

Leandro Calil De Lazari; Cleber Antonio Jansen Paccola

Rev Bras Ortop. 2010;45(2):186-190 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar a resistência e a regeneração do ligamento patelar após a retirada de enxerto para reconstrução do ligamento cruzado anterior, utilizando a técnica tradicional de incisão na pele única longitudinal e uma técnica de duas mini-incisões transversas, em ovinos. Métodos: Foram utilizadas 10 ovelhas. No joelho direito, realizamos a retirada do enxerto do ligamento patelar através do método tradicional e, no joelho esquerdo, através do método de duas incisões. Os animais ficaram em observação por seis meses. O conjunto (ligamento patelar, tíbia e a patela) foi adaptado à máquina de testes mecânicos para testes de resistência do ligamento. Resultados: Não foi encontrada diferença entre as duas técnicas propostas com relação à regeneração e resistência do ligamento patelar. Observamos, porém, o encurtamento do ligamento patelar nos dois grupos, e que a sutura da fascia superficialis do ligamento patelar não influiu na regeneração do ligamento patelar, segundo a histologia. Conclusão: A técnica utilizando duas incisões na pele apresenta os mesmos padrões de regeneração e resistência do ligamento patelar remanescente, quando comparada à técnica tradicional de incisão única longitudinal. Descritores - Ligamento cruzado anterior; Ligamento patelar; Ovinos.

Análise comparativa do tratamento de fraturas basocervicais de fêmur com CCS, DHS e PFN em adultos jovens

Anmol Sharma; Anisha Sethi; Shardaindu Sharma

Rev Bras Ortop. 2018;53(6):783-787 - Artigo Original

OBJETIVO: Tanto quanto é do conhecimento dos autores, nenhum estudo na literatura comparou o resultado clínico dos três implantes mais comumente usados para tratar fraturas basocervicais do colo femoral (CCS, DHS e PFN) em adultos jovens. O presente estudo tenta preencher essa lacuna na literatura e chegar a uma conclusão sobre a utilidade desses implantes nessas fraturas.
MÉTODOS: Estudo prospectivo de intervenção, incluiu 90 pacientes com fratura basocervical do colo femoral tratada aleatoriamente com parafuso esponjoso canulado interfragmentário ou parafuso de quadril dinâmico, com um parafuso derrotativo ou um PFN curto.
RESULTADOS: O tempo médio para a consolidação de fratura foi de 14,4, 13,9 e 13,5 semanas e a taxa de consolidação foi de 93,2%, 100% e 100% nos grupos 1, 2 e 3, respectivamente. A média do Harris Hip Score no seguimento final foi similar entre todos os grupos: 79,4, 82,2 e 81,9 nos grupos CCS, DHS e PFN, respectivamente. A maior proporção de resultados bons a excelentes foi observada no grupo DHS (83,3%), enquanto que foi de 73,6% e 80% nos grupos CCS e PFN, respectivamente.
CONCLUSÃO: O uso de vários parafusos esponjosos não fornece uma construção suficientemente estável durante a consolidação da fratura. O PFN, embora associado a falhas de implantes menores do que o CCS, apresenta maior incidência de erros técnicos. O DHS proporciona estabilidade suficiente em fraturas basocervicais bem reduzidas em adultos jovens; seu uso está associado às maiores taxas de consolidação de fraturas e o melhor resultado funcional dentre os três implantes no seguimento final.


Palavras-chave: Fraturas do quadril; Hastes ósseas; Parafusos ósseos; Fraturas do fêmur; Fixação de fraturas; Intramedular

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