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Busca por: RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR COM DUPLO FEIXE UTILIZANDO OS TENDÕES DOS MÚSCULOS SEMITENDÍNEO E GRÁCIL: FIXAÇÃO COM DOIS PARAFUSOS DE INTERFERÊNCIA

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR COM DUPLO FEIXE UTILIZANDO OS TENDÕES DOS MÚSCULOS SEMITENDÍNEO E GRÁCIL: FIXAÇÃO COM DOIS PARAFUSOS DE INTERFERÊNCIA

Mario Carneiro; Ricardo Dizioli Navarro; Gilberto Yoshinobu Nakama; João Mauricio Barretto; Antonio Altenor Bessa de Queiroz; Marcus Vinicius Malheiro Luzo

Rev Bras Ortop. 2009;44(5):441-445 - Nota Técnica
Procedimentos cirúrgicos de reconstrução do ligamento cruzado anterior com duplo feixe dos tendões dos músculos semitendíneo e grácil têm sido descritos na última década. A maioria das técnicas descritas utiliza o dobro de material de síntese empregado na reconstrução com feixe único. Relatamos uma técnica original para a reconstrução do ligamento cruzado anterior com duplo feixe, na qual mantemos as inserções tibiais dos tendões dos músculos semitendíneo e grácil e realizamos dois túneis tibiais e dois túneis femorais. Os túneis femorais são realizados "de fora para dentro" e a fixação do enxerto é realizada somente com dois parafusos de interferência. Descritores - Ligamento cruzado anterior; Traumatismos do joelho; Joelho.

COMPARAÇÃO ENTRE OS RESULTADOS OBTIDOS NA RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR DO JOELHO UTILIZANDO DOIS TIPOS DE ENXERTOS AUTÓLOGOS: TENDÃO PATELAR VERSUS SEMITENDÍNEO E GRÁCIL

Rene Jorge Abdalla; Diego Antico Monteiro; Leonardo Dias; Dárcio Maurício Correia; Moisés Cohen; Andrea Forgas

Rev Bras Ortop. 2009;44(3):204-207 - Artigo Original
Objetivo: O objetivo deste trabalho é comparar os resultados da artrometria e do exame isocinético entre dois tipos de enxertos autólogos: o terço central do ligamento patelar e o formado pelos tendões dos músculos semitendíneo e grácil, dentro de um mesmo protocolo de reabilitação no sexto mês pós-operatório. Materiais e Métodos: Foram analisados os resultados obtidos dos exames realizados em 63 pacientes divididos em dois grupos. Em um grupo de 30 pacientes, utilizou-se o tendão patelar como enxerto e em outro grupo de 33 pacientes, utilizou-se o tendão dos músculos semitendíneo e grácil. Ambos os enxertos foram fixados da mesma forma, com EndobuttonT para fixação suspensória no fêmur e um parafuso de interferência bioabsorvível para fixação no túnel tibial. Resultados: A artrometria 30 não apresentou diferença estatística entre os dois grupos observados. Já na avaliação isocinética, constatou-se que o grupo de tendão patelar possui em média maior pico de torque de flexão e maior déficit de extensão e o grupo de flexores possui, em média, melhor relação flexão/extensão e maior déficit de flexão percentual. Não há diferença estatística significante entre os grupos quanto à medida de pico de torque de extensão. Conclusão: portanto, no presente estudo, quando o tendão patelar é utilizado, há maior déficit extensor e quando são utilizados os tendões flexores, há maior déficit flexor. Descritores - Ligamento cruzado anterior; Joelho; Reconstrução; Artroscopia.

Reconstrução do ligamento cruzado anterior com tendões flexores quádruplos e parafusos de interferência metálicos*

JULIO CESAR GALI; MARCOS ANTONIO HARO ADAD; MAURÍCIO SANTE BETTIO MOD

Rev Bras Ortop. 2002;37(6):- - Artigo Original
Existem muitas técnicas de reconstrução cirúrgica do ligamento cruzado anterior, utilizando diferentes tipos de enxertos e variados métodos de fixação. O objetivo deste trabalho é apresentar os resultados da reconstrução do ligamento cruzado anterior com enxerto quádruplo de tendões dos músculos semitendíneo e grácil, fixado com parafuso de interferência metálico, em 64 casos, avaliados segundo o protocolo do International Knee Documentation Committee. A idade dos pacientes variou de 14 a 46 anos (média de 30,9) e o seguimento, entre 12 e 38 meses (média de 21,5). Na avaliação final, os joelhos de 93,6% dos pacientes foram graduados como normais ou próximos do normal. A técnica é mais uma opção para reconstrução do ligamento, a custo acessível.

RECONSTRUÇÃO ANATÔMICA DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR DO JOELHO: BANDA DUPLA OU BANDA SIMPLES?

Luiz Antonio Zanotelli Zanella; Adair Bervig Junior; Augusto Alves Badotti; Alexandre Fróes Michelin; Rodrigo Ilha Algarve; Cesar Antonio de Quadros Martins

Rev Bras Ortop. 2012;47(2):197-203 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar as técnicas de banda dupla e banda simples para reconstrução anatômica do ligamento cruzado anterior do joelho e comprovar que a técnica de dupla banda, além de fornecer maior estabilidade anterior, também causa menor dor e uma melhor resposta subjetiva do paciente. Métodos: Selecionamos 42 pacientes que foram submetidos à reconstrução do LCA, conforme a técnica de reconstrução anatômica por banda simples com enxerto de tendões flexores com dois túneis ou reconstrução anatômica por banda dupla e quatro túneis com enxerto de tendões dos músculos semitendíneo e gracilis. Todas as fixações foram realizadas com parafusos de interferência. Não houve variação na amostra, avaliou-se no pré-operatório IKDC objetivo, subjetivo, Lysholm e tempo de lesão. Reavaliou-se após seis meses todas as variáveis anteriormente citadas, incluindo o KT-1000 correlacionando o joelho contralateral. Resultados: Não houve diferença significativa entre os dois grupos nas avaliações subjetivas, mas na amplitude de movimento, nas avaliações objetivas, incluindo o KT-1000 (com significância estatística), o grupo da banda simples anatômica obteve melhores resultados. Conclusão: Nosso estudo demonstra que não obtivemos diferença entre os dois grupos nas avaliações subjetivas, porém nas avaliações objetivas observamos melhores resultados na técnica por banda simples anatômica. Descritores - Ligamento Cruzado Anterior; Artroscopia; Medicina Esportiva.

Utilização do parafuso "Bone Mulch" na reconstrução do ligamento cruzado anterior com tendões dos músculos semitendinoso e grácil*

NILSON ROBERTO SEVERINO; OSMAR PEDRO ARBIX DE CAMARGO; TATSUO AIHARA; RICARDO DE PAULA LEITE CURY; VICTOR MARQUES DE OLIVEIRA; CELSO NISHIHARA

Rev Bras Ortop. 2001;36(3):- - Artigo Original
Os autores analisam técnica de fixação dos enxertos dos tendões retirados dos músculos semitendinoso e grácil, utilizando-se para tal o parafuso Bone Mulch, con-forme descrito por Howell(1). No período compreendido entre outubro de 1996 e julho de 2000, 230 pacientes (208 homens e 22 mulheres), com idade média de 30 anos, apresentando lesão do ligamento cruzado anterior (LCA), foram submetidos à reconstrução com duplos tendões do semitendinoso e grácil utilizando-se a fixação proximal com Bone Mulch e distal com washer-Loc. São descritas as dificuldades encontradas no ato operatório, nas primeiras operações a não realização da sulcoplastia em 222 dos casos, as complicações, a reabilitação agressiva, os resultados obtidos até o momento e a avaliação com KT 1000 em 65 pacientes operados há pelo menos dois anos.

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR COM A TÉCNICA DE DUPLO FEIXE AVALIAÇÃO NO LABORATÓRIO DE BIOMECÂNICA

Caio Oliveira D'Elia; Alexandre Carneiro Bitar; Wagner Castropil; Antônio Guilherme Padovani Garofo; Anita Lopes Cantuária; Maria Isabel Veras Orselli; Isabela Ugo Luques; Marcos Duarte

Rev Bras Ortop. 2011;46(2):148-154 - Artigo Original
 Objetivo: O objetivo deste estudo é descrever a metodologia da análise da rotação do joelho utilizando instrumentos do laboratório de biomecânica e apresentar os resultados preliminares de um estudo comparativo com pacientes submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior com a técnica de duplo feixe. Métodos: Descreveu-se o protocolo atualmente utilizado em nosso laboratório e realizou-se a análise cinemática tridimensional e medida da amplitude de rotação do joelho de oito pacientes normais (grupo controle) e 12 pacientes operados com a técnica de duplo feixe em três tarefas no laboratório de biomecânica. Resultados: Não indicam diferenças significativas entre os lados operados e não operados em relação às amplitudes médias da marcha, da marcha com mudança de direção ou da marcha com mudança de direção ao descer a escada (p > 0,13). Conclusões: Os resultados preliminares não demonstraram diferença da técnica de reconstrução de LCA em duplo feixe em relação ao lado contralateral e ao grupo controle.Descritores - Rotação; Ligamento Cruzado Anterior; Reconstrução; Biomecânica.

Correlação entre dados antropométricos e comprimento e espessura dos tendões dos músculos semitendinoso e grácil usados como enxerto na reconstrução do ligamento cruzado anterior

Rafael Noschang Pereira; Francisco Consoli Karam; Roberto Luís Schwanke; Rubens Millman; Zilmar Minetto Foletto; Carla Helena Augustin Schwanke

Rev Bras Ortop. 2016;51(2):175-180 - Artigo Original
    Objetivo: A estimativa pré-operatória do comprimento e do diâmetro dos tendões semitendinoso (ST) e grácil (G) pode auxiliar e permitir que os cirurgiões tenham a oportunidade de escolher opções de enxerto. O objetivo deste estudo foi pesquisar se existe correlação entre as medidas antropométricas, como altura, peso, índice de massa corpórea (IMC), idade e sexo do paciente, com a espessura e o comprimento dos tendões ST e G. Métodos: Entre junho de 2012 e agosto de 2013, foram coletados os dados de 64 pacientes que se submeteram ao procedimento cirúrgico de reconstrução do ligamento cruzado anterior em que se usaram como enxerto os tendões dos músculos ST e G. Foram analisadas variáveis como idade, sexo, peso, altura e índice de massa corporal (IMC), comprimento e diâmetro dos tendões dos músculos ST e G. Resultados: Houve uma correlação positiva entre altura e diâmetro total do enxerto de quá- druplo (r = 0,254 p = 0,043), comprimento total do tendão ST (r = 0,450, p < 0,01), diâmetro do ST duplo (r = 0,270 p = 0,031), ST triplo (r = 0,347 p = 0,005), comprimento do tendão G (r = 0,249 p = 0,047) e diâmetro do G duplo (r = 0,258 p = 0,039). No entanto, idade (r = -0,015 p = 0,908), peso (r = 0,165 p = 0,193) e índice de massa corporal (r = 0,012 p = 0,926) não apresentaram correlação. Conclusão: Nossos resultados mostram que idade, peso e IMC não se correlacionaram com o diâmetro e comprimento do enxerto, enquanto a altura tinha uma correlação positiva com o comprimento total dos tendões flexores e com o diâmetro do enxerto dos flexores (ST e G).

Reconstrução do ligamento cruzado anterior com tendões dos músculos flexores do joelho fixos com Endobutton®*

GILBERTO LUÍS CAMANHO; LUÍS FELIPPE CAMANHO; ALEXANDRE DE CHRISTO VIEGAS

Rev Bras Ortop. 2003;38(6):- - Artigo Original
Entre março de 1992 e novembro de 1999, foram operados 209 pacientes que apresentavam lesão do ligamento cruzado anterior (LCA); a técnica escolhida foi o uso dos tendões dos músculos flexores do joelho como enxerto. A configuração do enxerto variou, sendo usado em 92 pacientes o tendão do músculo semitendíneo (ST) triplo, em outros 92, o ST duplo associado com o tendão do músculo grácil (GR) duplo e, em 25 pacientes, configurações diferentes, sempre utilizando os tendões flexores como enxerto. Os enxertos foram fixados no fêmur com Endobutton® e na tíbia por amarrilho e parafuso de esponjosa. Dos pacientes, 154 eram do sexo masculino e o lado direito foi acometido 109 vezes. A idade variou dos 15 aos 64 anos, sendo a média de 36,8 anos. O tempo médio de seguimento foi de 57 meses, variando de 29 a 120 meses. Houve 196 (94%) casos considerados bons, oito (3,7%) regulares e cinco (2,3%) maus.

Reconstrução do ligamento cruzado anterior com enxerto quádruplo do semitendinoso e do grácil, com fixação com dupla placa

NISO BALSINI; NISO EDUARDO BALSINI

Rev Bras Ortop. 1996;31(2):- - Artigo Original
Os autores apresentam técnica de reconstrução do ligamento cruzado anterior do joelho utilizando enxerto quádruplo, sendo semitendinoso duplo e grácil duplo, com fixação com dupla placa, uma no fêmur e outra na tíbia, via endoscópica. Vantagens como incisões menores, diminuição da agressão cirúrgica, do sangramento, da dor e do custo são enfatizadas, tornando-a adequada para aplicação pelo sistema de cirurgia ambulatorial. A técnica evita complicações que podem ocorrer quando se utiliza o tendão patelar e o parafuso de interferência, que são citadas no decorrer do texto. Para os autores, utilizar tendões do mecanismo flexor do joelho é um dos grandes pontos desta técnica, evitando modificar a biomecânica da articulação da patela. Dezoito pacientes foram assim operados no Núcleo de Cirurgia do Joelho e Artroscopia de Joinville, des-de outubro de 1994 e apresentam até agora boa evolução e estabilidade.

CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS, HISTOQUÍMICAS E IMUNOISTOQUÍMICAS DOS TENDÕES DOS MÚSCULOS SEMITENDÍNEO E GRÁCIL: ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS SEXOS

EDGARD DOS SANTOS PEREIRA JÚNIOR; EDGARD DOS SANTOS PEREIRA; GILBERTO YOSHINOBU NAKAMA; MARCUS VINICIUS MALHEIROS LUZO; MÁRIO CARNEIRO FILHO; RICARDO DIZIOLI NAVARRO

Rev Bras Ortop. 2008;43(5):193-202 - Artigo Original
Objetivo: Comparar, entre os sexos, as características morfológicas, histoquímicas e imunoistoquímicas dos tendões dos músculos semitendíneo e grácil a serem utilizados como auto-enxerto nas cirurgias de reconstrução do ligamento cruzado anterior. Métodos: Amostras dos tendões dos músculos semitendíneo e grácil de 36 pacientes (36 joelhos) foram avaliadas. As idades variaram de 15 a 46 anos, com média de 29,3 anos. Com relação à cor, 33 pacientes eram brancos e três não brancos. Quanto ao lado, eram 23 joelhos direitos e 13 esquerdos. Os pacientes foram divididos em dois grupos, sexo masculino (n = 20) e feminino (n = 16). As amostras dos tendões foram submetidas à análise histológica, histoquímica e imunoistoquímica. Resultados: Não se observaram diferenças estatisticamente significantes em relação à idade, ao sexo, à cor, ao lado, ao processo inflamatório, à vascularização, e à alcianofilia entre os grupos avaliados. Houve aumento da celularidade nos tendões do músculo semitendíneo em relação aos tendões do músculo grácil (sexo masculino p = 0,03 e sexo feminino p = 0,22). Pôde-se observar tendência nas mulheres à maior presença de calcificações dos tendões dos músculos semitendíneo e grácil (p = 0,06 e p = 0,09), e ao aumento da degeneração das fibras colágenas dos tendões do músculo semitendíneo (p = 0,06). Em relação à presença de receptores de estrógeno nos tendões dos músculos semitendíneo e grácil, observou-se aumento do número de receptores nos pacientes do sexo masculino. Conclusão: Observaram-se, entre os sexos, diferenças morfológicas, histoquímicas e imunoistoquímicas no tendão do músculo semitendíneo entre o tendão dos músculos grácil e semitendíneo no sexo masculino.Descritores - Ligamento cruzado anterior / cirurgia; Tendões/ anatomia & histologia; Imunoistoquímica; Estudo comparativo.

Reconstrução do ligamento cruzado anterior utilizando tendão do semitendinoso dobrado: relato de técnica artroscópica

JOÃO MAURÍCIO BARRETTO

Rev Bras Ortop. 1993;28(8):- - Artigo Original
O autor relata modificações em técnica artroscópica de reconstrução do ligamento cruzado anterior utilizando o tendão do semitendinoso dobrado. Tais modificações facilitaram a realização do procedimento cirúrgico, assim como permitiram reabilitação agressiva no pósoperatório.

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR UTILIZANDO ENXERTO DE TENDÃO DO QUADRÍCEPS: AVALIAÇÃO CLÍNICA E ISOCINÉTICA

MARCUS VALLADARES GUIMARÃES

Rev Bras Ortop. 2005;40(4):- - Artigo Original
Objetivo: Avaliou-se por estudo clínico e isocinético o resultado da reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA) com o uso do tendão do quadríceps (TQ). Compararam-se os resultados objetivos da avaliação isocinética com os dados clínicos e de exame físico obtidos com os sistemas de avaliação de Lysholm e do Hospital for Special Surgery Knee Score (HSSKS). Comparou-se a avaliação isocinética do membro operado com a do membro contralateral. Material e métodos: Os pacientes com lesão do LCA foram submetidos à reconstrução pelo mesmo cirurgião, usando técnica cirúrgica artroscópica transtibial com enxerto do tendão do quadríceps. Dos pacientes, 54 foram avaliados em consultório segundo critérios clínicos e 32 realizaram exame isocinético. Resultados: Na escala de Lysholm a média foi de 97,66 pontos e na escala HSSKS, de 94,88 pontos. O torque máximo do quadríceps do lado operado apresenta déficit médio de 12,1%, 20,3% e 25,5% nas velocidades de 60º, 180º e 300º/seg, respectivamente. Não houve déficit de flexão. Descritores - Joelho; cirurgia; tendão do quadríceps; isocinética; ligamento cruzado anterior; lesões.

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR UTILIZANDO RIGIDFIX PELA TÉCNICA VIA PORTAL ANTEROMEDIAL

André Manoel Inácio; Osmar Valadão Lopes Júnior; André Kuhn; Leandro de Freitas Spinelli; Daniela Medeiros de Castro

Rev Bras Ortop. 2014;49(6):619-624 - Artigo Original
Objetivo: Avaliar uma série de pacientes submetidos à cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado anterior com tendões flexores pela técnica transportal anteromedial com o uso de Rigidfix para fixação femoral e analisar o posicionamento dos pinos por meio de tomografia. Métodos: Foram incluídos no estudo 32 pacientes. A avaliação clínica foi feita com os escores de Lysholm, IKDC subjetivo e Rolimeter. Todos foram submetidos a tomografia computadorizada com reconstrução em 3D para avaliação do ponto de entrada e do posicionamento dos pinos do Rigidfix em relação à cartilagem articular do côndilo lateral do fêmur.Resultados: A média do escore de Lysholm obtido foi de 87,81 e do IKDC subjetivo, de 83,72. Dos 32 pacientes avaliados, 43% retornaram a atividades consideradas muito vigorosas, 9% a vigorosas, 37,5% a moderadas e 12,5% a leves. Em 16 pacientes (50%), o ponto de entrada do pino distal do Rigidfix foi localizado fora da cartilagem (extracartilagem), em sete (21,87%) o pino distal lesou a cartilagem articular (intracartilagem) e em nove (28,12%) ficou na borda da cartilagem articular do côndilo lateral do fêmur.Conclusão: Os pacientes submetidos à reconstrução do LCA com o sistema Rigidfix pela técnica transportal anteromedial apresentaram um resultado clínico satisfatório no tempo de seguimento avaliado. Entretanto, o risco de lesão da cartilagem articular pelo pino distal do Rigidfix deve ser considerado quando a técnica via portal anteromedial é usada. Outros estudos com maior número de pacientes e com um tempo de seguimento mais longo devem ser feitos para melhor avaliação. Descritores - Joelho/cirurgia Ligamento cruzado anterior Reconstrução

A locação do parafuso de interferência no túnel femoral na reconstrução do ligamento cruzado anterior: estudo biomecânico em espécie*

ARNALDO JOSÉ HERNANDEZ; MARCELO SARAGIOTTO; MÁRCIA UCHÔA DE REZENDE; ALEXANDRE ESTEVÃO V. KOKRON

Rev Bras Ortop. 1996;31(5):- - Artigo Original
A fixação do enxerto de tendão patelar no túnel femoral através do parafuso de interferência é hoje um dos métodos mais utilizados na reconstrução do ligamento cruzado anterior (LCA). Neste estudo, foram testados doze joelhos de cadáveres simulando a reconstrução intra-ar-ticular desse ligamento, utilizando-se enxerto de tendão patelar. Foram comparadas a variação da distância de um fio de comportamento quase inelástico e de um enxerto fixado nas posições inferior e posterior no túnel femoral, no arco de flexão de 0º a 90º do joelho. Constatou-se que não houve diferença estatisticamente significativa quando comparados o fio com o enxerto fixado na posição inferior e desse com o fixado na posição posterior. No arco de flexão de 30º-60º, houve diferença significativa quando comparado o fio com o enxerto na posição posterior. Concluiu-se, dessa maneira, que a fixação do enxerto de tendão patelar pelo parafuso de interferência deve ser feito preferencialmente na posição inferior, por mais se aproximar do comportamento isométrico do LCA.

Estudo comparativo da reabilitação dos pacientes submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior com enxertos do terço médio do tendão patelar e com os dos tendões dos músculos flexores mediais do joelho*

GILBERTO LUÍS CAMANHO; MARTA HALASZ DE ANDRADE

Rev Bras Ortop. 1999;34(9):- - Artigo Original
Os autores estudam o comportamento de 222 pacientes, portadores de instabilidade anterior do joelho, submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior por duas técnicas distintas. A técnica que usa como enxerto o terço médio do tendão patelar foi empregada em 117 pacientes e a que usa o enxerto do tendão do músculo semitendíneo, associado ou não ao enxerto do músculo gracilis, em 105. A avaliação foi feita durante o período de reabilitação, quando analisaram as eventuais complicações e intercorrências decorrentes das reconstruções, de acordo com a gravidade. Concluíram que as técnicas se equivalem, quanto ao comportamento durante o período de reabilitação, havendo uma significativa tendência a ocorrerem complicações consideradas mais graves nos pacientes submetidos à técnica que utiliza o terço médio do tendão patelar.

Estudo comparativo da reabilitação dos pacientes submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior com enxertos do terço médio do tendão patelar e com os dos tendões dos músculos flexores mediais do joelho*

GILBERTO LUÍS CAMANHO; MARTA HALASZ DE ANDRADE

Rev Bras Ortop. 1999;34(10):- - Artigo Original
Os autores estudam o comportamento de 222 pacientes, portadores de instabilidade anterior do joelho, submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior por duas técnicas distintas. A técnica que usa como enxerto o terço médio do tendão patelar foi empregada em 117 pacientes e a que usa o enxerto do tendão do músculo semitendíneo, associado ou não ao enxerto do músculo gracilis, em 105. A avaliação foi feita durante o período de reabilitação, quando analisaram as eventuais complicações e intercorrências decorrentes das reconstruções, de acordo com a gravidade. Concluíram que as técnicas se equivalem, quanto ao comportamento durante o período de reabilitação, havendo uma significativa tendência a ocorrerem complicações consideradas mais graves nos pacientes submetidos à técnica que utiliza o terço médio do tendão patelar.

Reconstrução do ligamento cruzado posterior em dupla banda com tendões flexores autólogos: resultados com seguimento mínimo de dois anos

Ricardo de Paula Leite Cury; Rômulo Neves Castro Filho; Daniel Akira Sadatsune; Davi Ribeiro do Prado; Ricardo José Peruzzo Gonçalves; Marcos Barbieri Mestriner

Rev Bras Ortop. 2017;52(2):203-209 - Artigo Original
    Objetivo: Apresentar os resultados de uma série de casos de reconstrução do ligamento cruzado posterior (LCP) em dupla banda com o uso dos tendões flexores autólogos, com seguimento mínimo de dois anos. Métodos: Avaliação de 16 casos de lesão do LCP submetidos a reconstrução em dupla banda com tendões flexores autólogos entre 2011 e 2013. A amostra final foi composta por 16 pacientes, 15 homens e uma mulher, com média de 31 anos (21-49). O mecanismo predominante foi acidente motociclístico em metade dos casos. Houve um intervalo médio de 15 meses entre a lesão e a cirurgia (três a 52 meses). Cinco lesões eram isoladas e 11, associadas. Foram feitas avaliação clínica, aplicação de escores validados e mensuração com uso do artrômetro KT-1000. Resultados: A avaliação pela escala de Lysholm pré-operatória teve média de 55 pontos (28-87), evoluiu para uma média pós-operatória de 94 pontos (85-100). O IKDC também demonstrou melhoria. Na avaliação pré-operatória, quatro e 12 pacientes foram respectivamente classificados como C (anormal) e D (muito anormal); na avaliação pós-operatória, seis foram classificados como A (normal) e dez como B (próximo ao normal). Na avaliação pós-operatória pelo artrômetro KT1000, 13 pacientes apresentaram diferença entre 0-2 mm e três, entre 3-5 mm, na comparação com o lado contralateral. Conclusão: O uso dos tendões flexores autólogos é uma opção viável na reconstrução do LCP em dupla banda, apresenta bons resultados clínicos em seguimento mínimo de dois anos.  

RECONSTRUÇÃO ANATÔMICA DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR COM DUPLA BANDA: ESTUDO PROSPECTIVO COM SEGUIMENTO DE DOIS ANOS

Julio Cesar Gali; Maurício Sante Bettio Mod; Hélio Massahiro Mimura; Walberto Kushiyama

Rev Bras Ortop. 2011;46(1):31-36 - Artigo Original
Objetivo: Avaliação prospectiva dos resultados da reconstrução do ligamento cruzado anterior com dupla banda, de pacientes de nossa clínica, através do protocolo International Knee Documentation Committee 2000. Desenho do Estudo: Série de casos; nível de evidência IV. Métodos: Cinquenta e oito pacientes submetidos à reconstrução anatômica do ligamento cruzado anterior, com enxerto autólogo de tendões flexores, pela técnica da dupla banda, foram avaliados de acordo com o protocolo do IKDC 2000. A idade dos pacientes variou de 17 a 58 anos, com média de 35,2 anos. O seguimento variou de 24 a 37 meses (média de 28,9 meses). Resultados: No pósoperatório 89,65% dos testes do pivot shift foram negativos; na avaliação final, 44 (75,86%) joelhos dos pacientes foram graduados normais, 13 (22,41%), como praticamente normais e um (1,72%), como anormal. Conclusão: A técnica utilizada foi eficaz em promover o retorno da estabilidade articular, sem comprometer a mobilidade.Descritores - Ligamento Cruzado Anterior; Procedimentos Ortopédicos; Resultados de Tratamento.

Resultados funcionais da reconstrução do ligamento cruzado anterior com o terço central do ligamento patelar e os tendões flexores

Rev Bras Ortop. 2015;50(6):705-711 - Artigo Original
Objetivos: Avaliar a função dos joelhos em pacientes submetidos à reconstrução do liga-mento cruzado anterior (LCA), com o terço central do ligamento da patela (TP) ou os tendõesflexores mediais do joelho (semitendíneo e grácil quádruplos: ST-G) ipsilaterais, por meiodo Knee Society Score (KSS) e da escala de Lysholm.Métodos: Estudo longitudinal, prospectivo e randomizado, com 40 pacientes submetidos àreconstrução do LCA por via artroscópica, de setembro de 2013 a agosto de 2014, dos quais37 eram do sexo masculino e três do feminino, com de 16 a 52 anos, enumerados de formaaleatória de 1 a 40. Os números pares foram submetidos à correção cirúrgica com os tendõesdo ST-G e os números impares com o TP. Foram aplicados para a avaliação funcional o KSSe a escala de Lysholm na noite anterior ao procedimento cirúrgico e com seis meses depós-operatório.Resultados: Em análise estatística foi possível observar que no pós-operatório a capacidadefuncional dos pacientes foi significativamente maior do que no pré-operatório. Há fortesevidências de que ambas as terapêuticas sejam similares em seus resultados (p = > 0,05), emtodas as comparações.Conclusões: Os resultados da reconstrução do LCA, independentemente do tipo de enxerto,são similares na recuperação funcional do joelho e na melhoria da qualidade de vida. Não foipossível identificar melhor método de tratamento cirúrgico. A experiência clínica, a técnicado cirurgião e o paciente são quem ditam a escolha do tipo de enxerto que deverá ser usadopara a cirurgia do LCA.

Análise biomecânica da fixação tibial transversa na reconstrução do ligamento cruzado anterior

Edmar Stieven Filho; Mariane Henseler Damaceno Mendes; Stephanie Claudino; Filipe Baracho; Paulo César Borges; Luiz Antonio Munhoz da Cunha

Rev Bras Ortop. 2015;50(2):174-179 - Artigo Original
Objetivo: investigar se a fixação transversa tibial com parafuso femoral apresenta vantagensbiomecânicas sobre a fixação transversa femoral com parafuso tibial na reconstrução doligamento cruzado anterior (LCA).Método: foram usados como modelos de testes joelhos suínos e tendões extensores digitaisbovinos. Foram submetidos à reconstrução do LCA 28 joelhos: 14 foram fixados com parafusona tíbia e implante transverso no fêmur (grupo padrão) e 14 com parafuso no fêmur e fixaçãotransversa na tíbia (grupo invertido). Os modelos foram submetidos aos testes de tração.Resultados: não houve diferença estatisticamente significante na sobrevivência das técnicasno que tange a força, força máxima sem falha e tensão. Houve uma sobrevivência maior nogrupo padrão na comparação das curvas de tensão de limite elástico (p < 0,05).Conclusão: não há vantagem biomecânica da fixação transversa tibial com parafuso femo-ral em relação à fixação transversa femoral com parafuso tibial, observada em testes commodelos animais.

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