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AVALIAÇÃO BIOMECÂNICA DA FIXAÇÃO DA FRATURA SUPRACONDILIANA DO FÊMUR COMPARANDO PLACA-LÂMINA 95O COM DCS

Marco Antônio Percope Andrade; André Soares Rodrigues; Celso Junio Mendonça; Luiz Gustavo Santos Portela

Rev Bras Ortop. 2010;45(1):84-88 - Artigo Original
Objetivo: Demonstrar por meio de ensaios biomecânicos comparativos entre a placa-lâmina de 95º e o parafuso condilar dinâmico (Dynamic Condylar Screw - DCS), qual apresenta maior resistência às cargas compressivas e de flexão, bem como tentar correlacionar o tipo de falha apresentada durante os testes com cada um dos tipos de placa. Métodos: Sessenta e cinco fêmures suínos foram submetidos a osteotomia em cunha de subtração medial de um centímetro (cm), na região metafisária distal do fêmur, com o objetivo de simular fratura supracondiliana instável. Foi realizada osteossíntese dessas peças, sendo 35 fixadas com placa-lâmina 95º e 30 com placas com DCS, submetendo-as a cargas em compressão axial e flexão. Outra variável estudada foi o tipo de falha apresentada em cada grupo com a tentativa de correlacioná-la com o tipo de placa. Resultados: Os resultados não mostraram diferença estatisticamente significante na resistência biomecânica entre os dois tipos de placas ou entre o tipo de falha e a placa utilizada na osteossíntese. Conclusão: Os dois tipos de placas se comportam de maneira semelhante, embora haja um indicativo de que a placa-lâmina seja, no ensaio de flexão, superior à placa DCS. Não foi observada diferença entre o tipo de falha e o tipo de placa utilizada. Descritores - Fraturas do fêmur; Fixação interna de fraturas; Biomecânica.

Análise biomecânica de dois tipos de fixação de fratura supracondiliana de úmero em modelo anatômico*

Marcos Ceita Nunes; Ticiano Dozza Posser; Charles Leonardo Israel; Leandro de Freitas Spinelli; Luis Gustavo Calieron; Jung Ho Kim

Rev Bras Ortop. 2019;54(3):261-267 - Artigo Original

OBJETIVO Analisar através de ensaios mecânicos a estabilidade da fixação da fratura supracondiliana do úmero com dois fios de Kirschner, intramedular e lateral (Fi), comparada à fixação com dois fios laterais paralelos (FL) em modelos anatômicos, de forma a se definir qual configuração apresenta maior estabilidade.
MÉTODOS Foram utilizados como corpos de prova 72 úmeros sintéticos, os quais foram seccionados transversalmente para simular a fratura. Estes ossos foram divididos em dois grupos iguais e as fraturas fixadas com dois fios de Kirschner paralelos (FL) e com um fio lateral e outro intramedular (Fi). Então os corpos de prova foram submetidos aos testes de carga em estresse em uma máquina de ensaio universal, medidos em Newtons (N). Cada grupo foi subdividido em carga em varo, em valgo, em extensão, em flexão, em rotação externa e em rotação interna. A análise dos dados foi realizada comparando os subgrupos do grupo FL, com seus respectivos subgrupos do grupo Fi através do teste t bicaudal.
RESULTADOS O teste t bicaudal demonstrou que em 4 das 6 condições aplicadas não houve diferença estatística significativa entre os grupos (p > 0,05). Encontramos uma diferença significativa entre os grupos com carga em extensão com uma média das maiores forças no grupo FL de 19 N e no grupo Fi de 28,7 N (p = 0,004), e também entre os grupos com carga em flexão com a média de forças registradas no grupo FL de 17,1 N e no grupo Fi de 22,9 N (p = 0,01).
CONCLUSÃO A fixação com fio intramedular e um fio lateral para cargas em extensão e flexão apresenta maior estabilidade quando comparada com a fixação com dois fios laterais paralelos, sugerindo resultados clínicos no mínimo semelhantes.


Palavras-chave: fenômenos biomecânicos; epífises/lesões; fixação de fratura; fraturas do úmero.

Contribuição ao tratamento da fratura toracolombar por flexão-distração comparando o tratamento conservador com a fixação transpedicular*

ENGUER BERALDO GARCIA; ALCINO LÁZARO DA SILVA; LUIZ GONZAGA PIMENTA; RENATO CÉSAR REZENDE DE CASTRO

Rev Bras Ortop. 1997;32(10):- - Artigo Original
Os autores apresentam 11 pacientes com fratura da co-luna toracolombar, do tipo flexão-distração, tratados no período compreendido entre 1991 e 1995 na Santa Casa de Belo Horizonte. Constituíram-se dois grupos: seis pacientes foram tratados com redução incruenta e imobilização em hiperextensão e cinco submeteram-se a fixação transpedicular segundo a técnica de Roy-Camille e artrodese póstero-lateral. O tempo de seguimento médio foi de 20 meses. Os dados obtidos foram estatisticamente analisados pelo teste de Friedman (p < 0,05). Baseados nos resultados clínicos e radiológicos obtidos, os autores concluem favoravelmente à abordagem cirúrgica pela técnica de Roy-Camille.

Migração pélvica de lâmina helicoidal após tratamento de fratura transtrocantérica com cavilha proximal do fêmur

Pedro Luciano Teixeira Gomes; Luís Sá Castelo; António Lemos Lopes; Marta Maio; Adélia Miranda; António Marques Dias

Rev Bras Ortop. 2016;51(4):482-485 - Relato de Caso
    O caso diz respeito a um paciente do sexo masculino com queixa de dor e desconforto no cotovelo direito associados a diminuic¸ão da amplitude de movimento. Apresentava radiografia do cotovelo com lesão osteolítica da região metafisária do úmero distal e ressonância magnética que mostrava tumorac¸ão intra-articular com aumento de volume que sugeria sinovite vilonodular pigmentada. Foi feito tratamento artroscópico para biópsia sinovial e sinovectomia total. O estudo anatomopatológico confirmou o diagnóstico. O paciente apresentou ótima evoluc¸ão com reabilitac¸ão fisioterápica proposta, até 12 meses de pós- -operatorio apresentava-se assintomático.

FRATURA SUPRACONDILIANA DO ÚMERO EM CRIANÇAS: FIXAÇÃO COM DOIS FIOS DE KIRSCHNER CRUZADOS

Roni Azevedo Carvalho; Nelson Franco Filho; Antonio Batalha Castelo Neto; Giulyano Dias Reis; Marcos Pereira Dias

Rev Bras Ortop. 2012;47(6):705-709 - Artigo Original
Objetivo: Analisar e apresentar os resultados de fraturas supracondilianas instáveis de úmero em crianças, tratadas cirurgicamente com redução e fixação percutânea com dois fios de Kirschner cruzados. Métodos: Foi realizado estudo transversal com 20 crianças, considerando sexo, idade na época da fratura e no momento da análise, lateralidade, tipo e mecanismo de fratura, complicações pós-operatórias, variáveis radiográficas e clínicas. Resultados: Observaram-se 10 fraturas à esquerda e 10 à direita. A idade na fratura variou de dois a 13 anos (média 5,9 anos ± 2,48). Três fraturas foram classificadas como tipo II e 17 do tipo III. O tempo de seguimento variou de quatro meses a três anos. O ângulo de Baumann variou de 69 a 100 (média 78,3), sendo observada a presença de cúbito varo em quatro pacientes (com valores variando de 84 a 100). Segundo os critérios de Flynn modificados, obtiveram- se 20 casos satisfatórios, 17 excelentes (85%), dois bons (10%) e um regular (5%). Dois pacientes apresentaram déficit da amplitude de movimento, dois parestesia no território cubital e uma criança apresentou neuropraxia transitória do nervo ulnar por seis semanas. Conclusão: A fixação percutânea com dois fios de Kirschner cruzados, quando realizada com visualização direta e isolamento do nervo ulnar, permite bons resultados.Descritores - Criança; Fraturas do Úmero; Fios Ortopédicos; Fixação de Fratura

PLANEJAMENTO PRÉ-OPERATÓRIO E TÉCNICA CIRÚRGICA DA OSTEOTOMIA SUPRACONDILIANA VARIZANTE DE ADIÇÃO DO FÊMUR PARA CORREÇÃO DO GENO VALGO E FIXAÇÃO COM IMPLANTE DE ÂNGULO FIXO

Cleber Antonio Jansen Paccola

Rev Bras Ortop. 2010;45(6):627-635 - Nota Técnica
É apresentado o planejamento pré-operatório passo a passo da osteotomia de abertura supracondiliana do fêmur para a correção precisa do eixo de carga do membro inferior usando um implante de ângulo fixo (placa lâmina AO 95º). Também é apresentada a técnica cirúrgica e a utilização de enxerto ósseo do próprio local para o preenchimento da falha. Descritores - Osteotomia; Geno Valgo; Cuidados Pré-Operatórios.

Fixação biológica das fraturas multifragmentárias da diáfise do fêmur pela técnica de placa em ponte*

EDWARD ROBERT ORR; YURI JOSÉ DE P. PASCHOAL; VINCENZO GIORDANO; CARLOS EDUARDO FRANKLIN; NEY PECEGUEIRO DO AMARAL

Rev Bras Ortop. 2002;37(1/2):- - Artigo Original
Foram estudados 14 casos de fraturas multifragmentárias da diáfise do fêmur (12 pacientes - nove do sexo masculino e três do feminino) tratadas pela técnica de placa em ponte. Sete fraturas (50%) ocorreram no lado direito e sete (50%), no esquerdo, sendo dois casos bilaterais. A idade média foi de 33,6 anos (variando de 22 a 72 anos). Utilizou-se a classificação proposta por Winquist e Hansen, sendo três fraturas (21%) do tipo 3 e 11 (79%) do tipo 4. Cuidados foram tomados durante o ato operatório, como preservação do envelope de partes moles e do hematoma fraturário. Observou-se atentamente a manutenção do comprimento e do alinhamento do segmento acometido. O tempo médio de consolidação foi de 20 semanas. Dos 14 casos avaliados, 12 (86%) obtiveram resultado final considerado satisfatório, com tempo de seguimento médio de 14 meses. Diante desses dados, considerou-se o método eficiente, com baixo índice de complicações e que não necessita de material especializado. Os autores consideram o uso de osteossíntese biológica com placa em ponte boa opção no tratamento das fraturas multifragmentárias diafisárias do fêmur em pacientes esqueleticamente maduros.

Falha da fixação com placa nas fraturas diafisárias do fêmur: avaliação das causas*

MARCELO GONÇALVES DE ALMEIDA; MARCO AURÉLIO DE PÁDUA ROCHA; NEYMAR CABRAL DE LIMA; FRANCISCO RAMIRO CAVALCANTE

Rev Bras Ortop. 1994;29(5):- - Artigo Original
Os autores analisaram, no período de junho de 1984 a junho de 1993, 177 pacientes com fratura diafisária do fêmur, tratados por redução aberta e fixação com placa, conforme os princípios da AO, dos quais 17 (10%) apresentaram fratura do material de síntese ou soltura dos parafusos. Em oito casos (47%), houve falha técnica envolvida, em três casos (17,6%), carga precoce, em três (17,6%), queda acidental, um caso (5,8%) de infecção e dois casos (11,7%) foram considerados falha do método. Observou-se ainda que na maioria dos casos a quebra ocorreu entre o 3º e o 5º mês. A partir dos dados, salienta-se a importância de uma técnica cirúrgica acurada, orientação pós-operatória rigorosa e maior atenção durante o 3º e o 5º mês, como forma de minorar a incidência desta complicação.

Tratamento das fraturas do fêmur pelo método de fixação biológica: placa em ponte e haste intramedular bloqueada*

CARLOS AUGUSTO DE MATTOS; GUILHERME N. ZUPPI; GOTTFRIED KÖBERLE; WILLIAM DIAS BELANGERO

Rev Bras Ortop. 1997;32(6):- - Artigo Original
Foram avaliados 21 pacientes com 22 fraturas cominutivas diafisárias do fêmur tratados pelo método da fixação biológica através da técnica da placa em ponte (n = 10) e com a haste intramedular bloqueada (n = 11), com seguimento médio de 15 meses (cinco a 35 meses) e 13 meses (sete a 31 meses), respectivamente. Foram analisados o tempo cirúrgico, a freqüência de transfusão sanguínea, o período de internação, o tempo de início de carga parcial e total, o tempo de retorno às atividades, o grau de satisfação, o encurtamento do membro inferior, além da avaliação clínica, radiológica e funcional (através da medida da perda do perímetro da coxa e da força muscular). As únicas diferenças significativas encontradas foram em relação ao início de carga total e ao retorno às atividades habituais, melhores no grupo das fraturas não cominutivas tratadas pela haste intramedular bloqueada.

Estudo das alterações da placa epifisária distal do fêmur do rato após fratura ao nível da diáfise *

DANIEL LUIZ PEREIRA DOS SANTOS; MARCELO COSTA DE OLIVEIRA CAMPOS; NELSON ELIAS; LISZT PALMEIRA; JORGE JOSÉ DE CARVALHO; KARLOS CELSO MESQUITA

Rev Bras Ortop. 1993;28(9):- - Artigo Original
Foi realizado trabalho experimental com ratos machos da raça Wistar, com quatro semanas de vida, nos quais foi executada uma fratura manual, sob anestesia, ao nível da diáfise do fêmur direito, a fim de estudar as alterações da microestrutura da fise distal e as alterações macroscópicas das peças. Após os animais serem sacrificados em grupos iguais ao final de uma, duas, quatro, seis e oito semanas pós-fratura, estudamos os fêmures controles e os fraturados mediante técnicas histológica e histoquímica avaliação das dismetrias através da mensuração das peças com paquímetro e estudo radiológico. Os resultados demonstraram que do ponto de vista histológico, nos grupos fraturados na 4ª e 6ª semanas, ocorrem aumcnto da afinidade pelo alcian blue na placa epifisária, indicativo de maior produção de matriz extracelular nesse período. Em relação à macroscopia, observamos hipercrescimento nos fêmures fraturados comparados com o lado contralateral, nos animais em que o periósteo manteve-se íntegro após a fratura.

Avaliação da via de acesso mediana anterior nas osteotomias da região supracondiliana do fêmur *

RICARDO DIZIOLI NAVARRO; ANTONIO ALTENOR BESSA DE QUEIROZ; ANTONIO MASSÊO DE CASTRO; MARCOS VINICIUS MALHEIROS LUZO

Rev Bras Ortop. 1994;29(5):- - Artigo Original
Os autores analisaram os resultados obtidos com a utilização da via de acesso mediana anterior do joelho para a abordagem da região supracondiliana do fêmur em 49 pacientes (56 intervenções) em osteotomias valgizantes, com ou sem enxerto autólogo de ilíaco concomitante. O tempo médio de seguimento foi de 46 meses. Nas osteotomias nas quais não se aplicou enxerto, não houve diferença estatisticamente significante na amplitude do arco de movimento do pós em relação ao pré-operatório, enquanto que na utilização do enxerto autólogo do ilíaco os valores do arco de movimento foram em média igual a 116,6 graus no pré-operatório - com diminuição média de arco igual a 13 graus.

Prevenção de cúbito varo e cúbito valgo na fratura supracondiliana do úmero*

GOTTFRIED KÖBERLE

Rev Bras Ortop. 2003;38(10):- - Artigo Original
Num levantamento retrospectivo de 50 casos de fratura supracondiliana do úmero com desvio, em crianças, foi estudada a incidência e causa de cúbito varo e valgo residuais. Foi medido o ângulo de Baumann nas radiografias iniciais e finais. Houve um alto índice de deformidade residual em varo, quando o desvio inicial é para medial e varo e o antebraço é imobilizado em supinação. Por outro lado, as casos com desvio inicial para lateral e valgo, quando mantidos com o antebraço em supinação, deram um bom índice de bons resultados; apareceram deformidades residuais em valgo, quando imobilizados em pronação. Estabeleceu-se que, em casos de desvio inicial medial e varo, o antebraço deve ser imobilizado em pronação e nos casos de desvio inicial para lateral e valgo usa-se a posição de supinação. Nos casos de desvios mistos o número de fraturas foi insuficiente para estabelecer regras. São analisados ainda o mecanismo de ação da posição do antebraço e da `dobradiça` periostal.

Fratura supracondiliana do úmero em crianças: estudo de 90 casos operados*

MARCO MARTINS AMATUZZI; AMRICO ZOPPI FILHO; NEI BOTTER MONTENEGRO

Rev Bras Ortop. 1997;32(6):- - Artigo Original
Os autores estudaram 90 fraturas supracondilianas do úmero na criança do tipo III de Felsenreich tratadas cirurgicamente, comparando a redução cruenta com a incruenta e os tipos de fixação com fios de Kirschner, cruzados e "em torre". Através da análise do ângulo de Baumann e da função articular do cotovelo pelos critérios de Flynn, obtiveram bons resultados com ambas as técnicas de redução e fixação desta fratura.

Um caso raro de subluxação central bilateral da articulação do quadril associada a fratura bilateral da lâmina quadrilátera em um homem idoso devido a convulsões

Kiran Makwana; Mayank Vijayvargiya; Nitesh Agarwal; Ketan Desai; Vivek Shetty

Rev Bras Ortop. 2018;53(4):489-492 - Relato de Caso

Lesões musculoesqueléticas, tais como luxação das articulações do ombro e quadril e fraturas do colo do fêmur, são complicações conhecidas de convulsões. A subluxação central bilateral da articulação do quadril associada a fratura bilateral da lâmina quadrilátera do acetábulo é uma entidade rara e propensa ao diagnóstico tardio, ainda mais em pacientes que experimentam desorientação pós-convulsão. Os autores relatam o caso de um paciente masculino de 74 anos com subluxação central bilateral da articulação do quadril associada a fratura bilateral da lâmina quadrilátera decorrente de atividade convulsiva. Foi feita reconstrução bilateral aberta e a lâmina quadrilátera foi fixada com uma placa de reconstrução pré-dobrada de 3,5 mm, reforçada com uma placa de reconstrução da borda pélvica de 3,5 mm. Conclui-se que este caso é um raro exemplo de fratura bilateral das lâminas quadriláteras causada pela atividade convulsiva. Os profissionais de saúde devem manter um alto nível de suspeita para esse tipo de fratura ao avaliar pacientes após um episódio convulsivo.


Palavras-chave: Fraturas do úmero; Placas ósseas; Parafusos ósseos.

AVALIAÇÃO BIOMECÂNICA DOS COMPONENTES DE UM SISTEMA DE FIXAÇÃO INTRAMEDULAR BLOQUEADO PARA A TÍBIA

GERALDO ROCHA MOTTA FILHO; FERNANDO BALDY DOS REIS; HÉLIO JORGE FERNANDES; ENRICO JOSÉ GIORDANI; FLÁVIO FALOPPA

Rev Bras Ortop. 2004;39(8):- - Artigo Original
Um sistema para fixação intramedular bloqueado de fraturas da tíbia foi desenvolvido pelos autores. Seus componentes apresentam dois tipos de hastes, uma sólida e outra com uma fenda e dois tipos de parafusos, um de rosca total e outro de rosca parcial com 4,5mm de diâmetro. As hastes têm um encurvamento proximal de 10º e diâmetro de 8 a 13mm. Os orifícios de travamento proximal são oblíquos, dois distais são paralelos de medial para lateral e um terceiro, de anterior para posterior. O titânio foi o material escolhido para o manufaturamento dos implantes. Ensaios mecânicos foram realizados para avaliar a resistência à fadiga das hastes e parafusos utilizando-se uma máquina de testes, controlada por computador, MTS modelo 812, Test Star II (MTS Systems Corp., Minneapolis, Minnesota). As propriedades mecânicas de hastes com características diferentes foram avaliadas em compressão e flexão em quatro pontos. Os parafusos de travamento com diferentes comprimentos e com rosca total e parcial foram testados em compressão, flexão e torção. Os ensaios de compressão das hastes mostraram que a carga máxima e o limite elástico são inversamente proporcionais ao seu comprimento. O diâmetro é de significância decisiva para a resistência ao encurvamento, assim como o desenho e material utilizado. Os parafusos de rosca parcial apresentam maior resistência ao encurvamento, compressão e torção do que os de rosca total. Os resultados dos ensaios são comparáveis aos da literatura. Descritores - Fraturas da tíbia; fixação intramedular de fraturas; biomecânica; pinos ortopédicos; parafusos ósseos.

ANÁLISE BIOMECÂNICA DE VARIÁVEIS RELACIONADAS À RESISTÊNCIA AO ARRANCAMENTO DOS PARAFUSOS DO SISTEMA DE FIXAÇÃO VERTEBRAL

RODRIGO CÉSAR ROSA; PATRÍCIA SILVA; ANTONIO CARLOS SHIMANO; JOSÉ BATISTA VOLPON; HELTON L. A. DEFINO; PHILIP SCHLEICHER; FRANK KANDZIORA

Rev Bras Ortop. 2008;43(7):293-299 - Artigo Original
Objetivo: Observar a influência do diâmetro do orifício-piloto nos diferentes modos de preparo: sonda de ponta romba, sonda de ponta cortante e broca, com o propósito de avaliar o nível de resistência ao arrancamento de parafusos com diâmetro diverso. Métodos: Parafusos de 5, 6 e 7mm foram inseridos nos corpos de prova de osso bovino. O orifício-piloto foi confeccionado por meio de sonda de ponta romba, sonda de ponta cortante e broca. O diâmetro da perfuração foi menor, igual e maior do que o diâmetro interno do parafuso. Após a inserção dos implantes, nos três diferentes diâmetros para cada modo de preparo do orifício-piloto, foram realizados os ensaios mecânicos de arrancamento. Os ensaios mecânicos realizados em máquina universal de ensaio Emic®, software Tesc 3.13, célula de carga de 2.000N, velocidade de aplicação de força de 2mm/min, pré-carga de 5N e tempo de acomodação de 10 segundos. A propriedade avaliada nos ensaios mecânicos foi a força máxima de arrancamento. Resultados: No grupo de parafusos de 5 e 6mm foi observado aumento na resistência ao arrancamento quando o diâmetro do orifício-piloto era menor que o diâmetro interno do parafuso em todos os modos de preparo (sonda de ponta romba, sonda de ponta cortante e broca). Não foi observada diferença estatística no grupo de parafusos de 7mm para todos os diâmetros de perfuração e modo de preparo do orifício-piloto. Conclusão: O diâmetro do orifício-piloto influencia a resistência ao arrancamento dos parafusos de sistema de fixação vertebral. A realização de orifíciopiloto de diâmetro maior que o diâmetro interno do parafuso reduz a resistência ao arrancamento do implante, independente do modo de preparo do orifício-piloto.Descritores - Coluna vertebral; Parafusos ósseos; Biomecânica; Procedimentos ortopédicos; Bovinos.

Análise biomecânica da fixação tibial transversa na reconstrução do ligamento cruzado anterior

Edmar Stieven Filho; Mariane Henseler Damaceno Mendes; Stephanie Claudino; Filipe Baracho; Paulo César Borges; Luiz Antonio Munhoz da Cunha

Rev Bras Ortop. 2015;50(2):174-179 - Artigo Original
Objetivo: investigar se a fixação transversa tibial com parafuso femoral apresenta vantagensbiomecânicas sobre a fixação transversa femoral com parafuso tibial na reconstrução doligamento cruzado anterior (LCA).Método: foram usados como modelos de testes joelhos suínos e tendões extensores digitaisbovinos. Foram submetidos à reconstrução do LCA 28 joelhos: 14 foram fixados com parafusona tíbia e implante transverso no fêmur (grupo padrão) e 14 com parafuso no fêmur e fixaçãotransversa na tíbia (grupo invertido). Os modelos foram submetidos aos testes de tração.Resultados: não houve diferença estatisticamente significante na sobrevivência das técnicasno que tange a força, força máxima sem falha e tensão. Houve uma sobrevivência maior nogrupo padrão na comparação das curvas de tensão de limite elástico (p < 0,05).Conclusão: não há vantagem biomecânica da fixação transversa tibial com parafuso femo-ral em relação à fixação transversa femoral com parafuso tibial, observada em testes commodelos animais.

Avaliação biomecânica de diferentes métodos de fixação tibial na reconstrução do ligamento anterolateral em ossos suínos*

Rogério Nascimento Costa; Rubens Rosso Nadal; Paulo Renato Fernandes Saggin; Osmar Valadão Lopes; Leandro de Freitas Spinelli; Charles Leonardo Israel

Rev Bras Ortop. 2019;54(2):183-189 - Artigo Original

OBJETIVO Avaliar a força de resistência à tração de diferentes métodos de fixação tibial na reconstrução do ligamento anterolateral (LAL). Além disso, comparar os mecanismos de falha da fixação tibial dessa reconstrução em joelhos suínos.
MÉTODOS Foram usados 40 membros recém-congelados de suínos, divididos em quatro grupos de dez espécimes, conforme as técnicas de fixação tibial usadas. No grupo A, a fixação tibial do enxerto tendíneo foi feita por meio de uma âncora e seu fio transpassou o enxerto. No grupo B, a fixação tibial foi feita por meio de parafuso de interferência metálico em túnel ósseo único. No grupo C, a fixação tibial incluiu uma âncora associada à sutura de ponto sobre o tendão (sem a presença de fio que transpassasse o tendão) e, no grupo D, foram usados dois túneis ósseos confluentes associados a um parafuso de interferência em um dos túneis.
RESULTADOS A força média menos elevada (70,56 N) ocorreu no grupo A e a mais elevada (244,85 N), no grupo B; as médias dos outros dois grupos variaram entre 171,68N (grupo C) e 149,43 N (Grupo D). Considerando-se a margem de erro fixada (5%), foi observada diferença significativa entre os grupos (p < 0,001).
CONCLUSÃO A fixação com parafuso de interferência em túnel ósseo único apresentou a maior força de resistência à tração dentre as técnicas avaliadas.


Palavras-chave: ligamento cruzado anterior; ligamentos articulares; joelho; procedimentos ortopédicos

Epifisiolistese proximal do fêmur: fixação "in situ"*

RONALDO OLIVEIRA LOMELINO; GERALDO MOTTA FILHO; PAULO CEZAR SCHOTT; HUMBERTO MAURO MENDES

Rev Bras Ortop. 1996;31(1/2):- - Artigo Original
Foram avaliados retrospectivamente 29 quadris de 21 pacientes que apresentavam epifisiolistese proximal do fêmur tratada por fixação in situ entre 1988 e 1993. Eram dez do sexo masculino e onze do feminino e tiveram seguimento clínico e radiológico médio de três anos e nove meses. O critério clínico de Heyman e Herndon foi utilizado para a determinação da qualidade dos resultados. Quatorze pacientes foram classificados como excelentes e bons. Necrose avascular ocorreu em dois pacientes, um agudo e o outro crônico. Um paciente apresentou condrólise, bilateral, tendo sido um lado operado e o outro, não. Ocorreu aumento do grau de escorregamento da epífise femoral proximal em dois pacientes.

Fixação biológica das fraturas multifragmentárias do fêmur*

RICARDO SPRENGER FALAVINHA

Rev Bras Ortop. 1996;31(6):- - Artigo Original
Neste estudo trabalhou-se com 21 pacientes portadores de fraturas multifragmentárias de fêmur, tratadas pela técnica da fixação biológica, através da placa em ponte. O método dispensa equipamentos especiais, como intensificador de imagem e mesa ortopédica. Para o grupo de 15 pacientes, a fixação fez-se através de uma única incisão e de duas incisões para o outro grupo de seis pacientes. Em todos os pacientes usou-se o distrator da AO como elemento auxiliar de redução; em dez pacientes colocouse enxerto ósseo dentro do canal medular. O objetivo do estudo é demonstrar que a técnica da luxação biológica para tratamento das fraturas femorais resulta em consolidação óssea mais rápida. Um paciente foi a óbito por complicação sistêmica. Em 20 pacientes houve formação de calo periostal e entre os fragmentos ósseos na 6ª semana após a fixação. Em dois pacientes, pela posição inadequada da placa no fêmur, houve dúvidas na avaliação da consolidação da fratura. Como complicação houve: um paciente com infecção, um com soltura do material e dois com retarde de consolidação; porém, tratados, evoluíram para consolidação. Em 16 pacientes sem complicação na técnica houve consolidação de suas fraturas em média de 129 dias, com variação entre 90 e 224 dias. Observou-se o melhor resultado em pacientes com as fraturas fixadas através de uma única incisão e a colocação de enxerto ósseo dentro do canal medular.

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