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Busca por: Vinícius Magno da Rocha

O papel das microfraturas associadas a osteotomia tibial no tratamento da gonartrose com geno varo

Leonardo Antunes Bellot de Souza; Vinícius Magno da Rocha; Max Rogerio Freitas Ramos

Rev Bras Ortop. 2018;53(6):754-760 - Artigo Original

OBJETIVO: Avaliar a intervenção de microfratura associada a osteotomia tibial valgizante no tratamento de gonartrose medial com geno varo.
MÉTODOS: Entre novembro de 2005 e maio de 2013, foram avaliados 129 pacientes portadores de gonartrose medial, geno varo entre 8° e 12° e arco de movimento superior a 90°. Não foram incluídos pacientes com gonartrose avançada (Alhbäck 3, 4 e 5), lesão Outerbridge inferior a IV, cirurgia prévia na articulação, índice de massa corpórea superior a 35 kg/m2 e/ou lesão de ligamentos cruzados. Todos os pacientes foram submetidos a videoartroscopia do joelho seguida de osteotomia tibial valgizante. No grupo osteotomia tibial valgizante associado a microfratura (n = 56, média de idade = 39,3) foram associadas as técnicas de osteotomia tibial valgizante e microfratura nos defeitos condrais. No grupo osteotomia tibial valgizante isolada (n = 73, média de idade = 41,4), apenas esse procedimento foi feito. O acompanhamento pós-cirúrgico foi de 24 meses, com quatro avaliações ambulatoriais nos primeiros seis meses, passou-se a avaliações semestrais no período subsequente. A escala de Lysholm foi usada no acompanhamento funcional.
RESULTADOS: Uma melhoria significativa nos domínios dor, claudicação e agachamento da escala de Lysholm foi observada apenas no grupo osteotomia tibial valgizante isolada. Maior variância de resultados foi observada no grupo osteotomia tibial valgizante a ssociada amicrofratura e uma razão de chances de pioria de 8,64.
CONCLUSÃO: A associação das microfraturas e osteotomia tibial valgizante tem resultado funcional inferior à osteotomia tibial valgizante isolada, pode ainda estar relacionada ao risco de pioria nos primeiros dois anos de pós-operatório.


Palavras-chave: Osteoartrite do joelho; Geno varo; Osteotomia; Artroscopia; Escore de Lysholm para joelhor

Uso do Ácido Tranexâmico no Controle do Sangramento em Cirurgias de Escoliose Toracolombar com Instrumentação Posterior

Vinícius Magno da Rocha; Alderico Girão Campos de Barros; Cleiton Dias Naves; Nayara Lopes Gomes; Julie Calixto Lobo; Luís Cláudio Villela Schettino; Luís Eduardo Carelli Teixeira da Silva

Rev Bras Ortop. 2015;50(2):226-231 - Atualização
Objetivo: A cirurgia de escoliose envolve elevada perda sanguínea e necessita frequente-mente de hemotransfusão. O custo e os riscos envolvidos no uso do sangue alogênico têmmotivado pesquisas de métodos capazes de reduzir o sangramento operatório nos paci-entes. Um desses métodos é o uso de drogas antifibrinolíticas, entre as quais está o ácidotranexâmico (ATX). O objetivo deste estudo foi verificar o uso dessa droga no controle dosangramento em cirurgias de escoliose idiopática.Métodos: Estudo retrospectivo no qual foram analisados os prontuários de 40 pacientes sub-metidos à artrodese toracolombar por via posterior. Desses, apenas 21 usaram o ATX e foramrelacionados no grupo teste. Os demais foram relacionados no grupo controle. Foram com-paradas as médias de sangramento per e pós-operatório e a necessidade de hemotransfusãoentre os dois grupos.Resultados: O grupo que usou o ATX teve sangramento peroperatório significativamentemenor do que o grupo controle. Não houve diferença significativa entre os grupos para osangramento pós-operatório e a necessidade de hemotransfusão.Conclusões: O ATX foi eficaz na redução do sangramento peroperatório, conforme demos-trado em outros estudos. A correlação entre o seu uso e a redução da necessidade dehemotransfusão é multifatorial e não pôde ser estabelecida neste trabalho. Acreditamosque o ácido tranexâmico possa ser um recurso útil e merece maior atenção em séries pros-pectivas, duplo-cegas, randomizadas, com o devido controle das variáveis que interferemdiretamente na perda sanguínea.

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