ISSN - Versão Impressa: 0102-3616 ISSN - Versão Online: 1982-4378

Resultados da Busca

Ordenar:

Mostrando de 1 até 2 de 2 resultado(s)

Busca por: Tertuliano Vieira

Nível de dor no pós-operatório imediato de artrodese lombar após infiltração epidural com sulfato de morfina."

Carlos Alexandre Botelho do Amaral; Tertuliano Vieira; Edgar Taira Nakagawa; Eduardo Aires Losch; Pedro José Labronici

Rev Bras Ortop. 2015;50(1):72-76 - Artigo Original
Objetivo: avaliar a densidade mineral óssea em pacientes portadores de escoliose neuro-muscular secundária à paralisia cerebral tetraespástica.Métodos: estudo prospectivo, descritivo, em que se avaliaram, além da densitometria óssea,dados antropométricos. Como critério de inclusão, adotamos pacientes com paralisia cerebral tetraespástica, cadeirantes, entre 10 e 20 anos e com escoliose neuromuscular.Resultados: avaliamos 31 pacientes, 20 do sexo feminino, cuja média de idade foi de 14,2 anos.A média da circunferência bicipital, da panturrilha e do IMC foi de 19,4 cm, 18,6 cme 16,9 Kg/m2, respectivamente. O desvio padrão médio encontrado na densitometria ósseafoi de -3,2 (z-score), o que caracteriza osteoporose.Conclusão: existe elevada incidência de osteoporose em pacientes portadores de escolioseneuromuscular secundária à paralisia cerebral tetraespástica. Descritores - Escoliose Neuromuscular Osteoporose

Avaliação clínica e funcional de pacientes submetidos a artroplastia reversa com seguimento mínimo de um ano

Flávio de Oliveira França; José Marcio Alves Freitas; Pedro Couto Godinho; Dermerson Martins Gonçalves; Tertuliano Vieira; Ulisses Silva Pereira

Rev Bras Ortop. 2018;53(6):714-720 - Artigo Original

OBJETIVO: Avaliar os resultados clínicos e funcionais de pacientes submetidos a artroplastia reversa com seguimento mínimo de um ano.
MÉTODOS: Foram avaliados retrospectivamente 22 pacientes submetidos a artroplastia reversa de ombro pelo grupo de cirurgia e reabilitação de ombro da nossa instituição com análise pré e pós-operatória de exames de imagem, escala analógica da dor, amplitude de movimento e escala funcional ASES.
RESULTADOS: Dos 19 (86,3%) pacientes que apresentavam ASES pré-operatória classificada como péssimo/ruim, 11 (57,9%) evoluíram para bom/excelente após a intervenção, apresentaram melhoria da função, saíram de uma escala ASES pré-operatória média de 22 (±18,8) para uma pós-operatória de 64,8 (± 27,7; p = 0,031). Quanto à dor, observou-se melhoria da escala analógica da dor, apresentaram média pré-operatória de 7,64 (1-10) e pós-operatória de 2,09 (0-7; p < 0,001). Em relação à mobilidade, dos 22 pacientes, 15 (68,2%) apresentavam pseudoparalisia pré-operatória; desses, dez (66,7%) passaram a apresentar elevação anterior ativa superior a 90° após artroplastia reversa. Por outro lado, os pacientes sem pseudoparalisia não apresentaram ganho significativo de amplitude de movimento (p = 0,002). Foi observado ganho de elevação anterior ativa, com média pré-operatória de 76° (0-160°) e pós-operatória de 111° (0-160°; p = 0,002).
CONCLUSÃO: Apesar de ser um procedimento relativamente novo no Brasil, a artroplastia reversa de ombro pode ser usada com eficácia e segurança em pacientes que previamente apresentavam-se sem opções terapêuticas como artropatia do manguito rotador e revisões que proporcionam alívio de dor, melhoria da função e mobilidade do membro superior.


Palavras-chave: Artroplastia de substituição; Recuperação de função fisiológica; Amplitude de movimento articular; Resultado do tratamentor

Filtrar

Anos


Tipos de artigos