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Busca por: Marcela Fernandes

Resultados da transferência do tendão extensor próprio do indicador para tratamento da lesão crônica do tendão extensor longo do polegar*

CARLOS HENRIQUE FERNANDES; MARCELA FERNANDES; CARLOS TUCCI NETO; GUILHERME GIUSTI; FLÁVIO FALLOPA; WALTER MANNA ALBERTONI

Rev Bras Ortop. 2001;36(9):- - Artigo Original
Os autores estudaram 16 pacientes com lesão crônica do tendão extensor longo do polegar que foram tratados com transferência do tendão extensor próprio do indicador. O déficit de extensão foi 11º e 6º em média, respectivamente, na metacarpofalângica e na interfalângica. Pelo sistema de avaliação utilizado, oito pacientes tiveram resultados excelentes e bons e oito, regula-res. Na avaliação subjetiva, todos os pacientes estavam satisfeitos. Os autores concluem que, apesar do déficit de extensão em alguns pacientes, eles não tinham limitação para as atividades de vida diária, mostrando que o procedimento é útil para recuperar a função do pole-gar.

Enxerto "versus" enxerto coberto com tubo de veia nas reparações nervosas*

MAURÍCIO DE ARAÚJO ALLET; VILNEI MATTIOLI LEITE; WALTER MANNA ALBERTONI; FRANCISCO ALBERTO S. FERNANDES; MARCELA FERNANDES; FLÁVIO FALOPPA

Rev Bras Ortop. 2003;38(4):- - Artigo Original
Em estudo experimental, com 12 ratos, duas técnicas cirúrgicas de reparo de perdas de substância foram comparadas. Após obter um enxerto de veia da jugular, foram ressecados ambos os nervos tibiais, um segmento de 8mm. Cada segmento de nervo foi usado como enxerto no lado contralateral. O nervo tibial direito foi reparado utilizando o enxerto de nervo coberto com o tubo de veia jugular. O nervo tibial esquerdo foi reparado convencionalmente. Ambas as suturas foram realizadas com fios de náilon 10.0. Após 90 dias, ambos os nervos foram seccionados distalmente à reparação e expostos ao Fluoro-Gold (FG). Passadas 48 horas, os ratos foram submetidos à eutanásia e um segmento da medula espinhal entre L3 e S1 foi ressecado e realizados cortes de 40m. Usando microscópio de fluorescência, contou-se o número de células dos neurônios motores marcados. O objetivo deste estudo foi comparar a capacidade de regeneração entre as duas técnicas cirúrgicas. A diferença entre os lados foi estatisticamente significante. Os autores concluíram que o enxerto de nervo coberto com tubo de veia autógena resultou em regeneração nervosa superior à do enxerto de nervo convencional.

Avaliação intraindividual dos resultados entre as técnicas aberta e endoscópica de um portal na síndrome do túnel do carpo bilateral

Carlos Henrique Fernandes; Lia Miyamoto Meirelles; Marcela Fernandes; Luis Renato Nakachima; João Baptista Gomes dos Santos; Flavio Fallopa

Rev Bras Ortop. 2018;53(6):696-702 - Artigo Original

OBJETIVO: Foi feito um estudo de comparação intraindividual dos resultados cirúrgicos entre as técnicas cirúrgica aberta e endoscópica de um portal em pacientes com síndrome do túnel do carpo bilateral, cada uma das mãos operada por uma das técnicas citadas.
MÉTODOS: Quinze pacientes (30 mãos) foram avaliados no pré-operatório, na segunda semana e no primeiro, terceiro e sexto mês pós-operatório pelo questionário de Boston, escala visual analógica da dor, força de preensão palmar, pinça lateral, pinça polpa-polpa e pinça trípode. Foram comparados os escores de cada ferramenta de avaliação obtidos com as cirurgias endoscópica e aberta em cada um dos tempos de seguimento.
RESULTADOS: Em comparação com o grupo submetido a cirurgia aberta, o grupo submetido a cirurgia endoscópica apresentou piores escores na avaliação do primeiro e sexto meses pós-operatório quanto à gravidade dos sintomas. Não foram observadas diferenças quanto ao estado funcional da mão. Quanto à intensidade da dor avaliada pela escala visual analógica da dor, não foram observadas diferenças entre as médias em todos os períodos de tempo avaliados. Não foram observadas diferenças nas forças de preensão palmar, pinça polpa-polpa, polpa-lateral em todos os períodos de tempo. Quanto aos escores da força de preensão trípode, não foram observadas diferenças entre as médias nos períodos pré-operatório, duas semanas, um mês e três meses após a cirurgia. Aos seis meses de pós-operatório, o grupo de pacientes submetido a cirurgia aberta apresentou força trípode maior do que o grupo de pacientes submetidos a cirurgia endoscópica.
CONCLUSÃO: Com o uso da avaliação intraindividual não foram observadas diferenças entre os resultados das técnicas aberta e endoscópica para o tratamento da síndrome do túnel do carpo.


Palavras-chave: Síndrome do túnel do carpo; Procedimentos cirúrgicos; Descompressão cirúrgica/métodos; Endoscopia; Resultado do tratamento

Atuação do médico cirurgião de mão em microcirurgia no Brasil*

Rosana Raquel Endo; Carlos Henrique Fernandes; Marcela Fernandes; Joao Baptista Gomes dos Santos; Luiz Carlos Angelini; Luis Renato Nakachima

Rev Bras Ortop. 2019;54(3):309-315 - Artigo Original

OBJETIVO Avaliar quais as condições que o cirurgião de mão no Brasil tem encontrado na prática clínica para a realização de procedimentos microvasculares.
MÉTODOS Pesquisa clínica primária prospectiva, observacional, transversal e analítica; realizada no 37° Congresso Brasileiro de Cirurgia de Mão, de 30 de março a 1 de abril de 2017, em Belo Horizonte. Por meio de aplicação de questionário a médicos do Congresso, com 12 perguntas, respostas objetivas, fechadas ou de múltipla escolha; envolveram a região geográfica, o tipo de instituição, se pública e/ou privada, seu treinamento microcirúrgico, tempo de formação, condições técnicas, presença de equipe de retaguarda para urgências e remuneração.
RESULTADOS Um total de 143 médicos foram entrevistados, 65,7% atuavam na região sudeste;13,3% na região nordeste; 11,9% na região sul; 6,3% na região centro-oeste; e 2,8% na região norte. Do total de cirurgiões, 43,4%, atuavam há < 5 anos; 16,8% de 5 a 10 anos; 23,8% de 10 a 20 anos; e 23% há > 20 anos. Do total de cirurgiões, 7,0% não tiveram treinamento em cirurgias microvasculares; 63,6% realizaram treinamento na residência médica, 30,8% em outra instituição, e 7,7%, outro país. Do total de cirurgiões, 5,6% trabalhavam em hospitais públicos, 14,7% em hospitais privados, e 76,9% em ambos. Do total de cirurgiões, 1,8% consideravam adequada a remuneração nas instituições públicas e 5,0% nas instituições privadas; 98,2% consideraram inadequadas as remunerações nas instituições públicas e 95,0% nas instituições privadas.
CONCLUSÃO A maioria obteve treinamento em microcirurgia, não fazia reimplantes, considerava a remuneração inadequada, e não dispunha de equipe de sobreaviso. Há escassez e má distribuição de cirurgiões de mão com habilidade microcirúrgica nas emergências e baixo valor de reembolso.


Palavras-chave: mãos/cirurgia; reimplante; procedimentos microcirúrgicos; fatores socioeconômicos.

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