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Busca por: Lia Miyamoto Meirelles

Trombose da artéria ulnar por digitação: relato de caso

CARLOS HENRIQUE FERNANDES; MÁRCIO DA SILVA TINÓS; LIA MIYAMOTO MEIRELLES

Rev Bras Ortop. 1998;33(11):- - Relato de Caso
Os autores relatam um caso de trombose crônica da artéria ulnar causada por traumas repetidos na região hipotenar em decorrência de técnica incorreta de digitação. Enfatizam a importância do correto diagnóstico revisando a literatura e discutindo o diagnóstico e tratamento realizado.

Tratamento cirúrgico da síndrome do canal do carpo por incisão palmar e utilização do instrumento de Paine®

CARLOS HENRIQUE FERNANDES; LIA MIYAMOTO MEIRELLES; RONALDO DOS SANTOS CARNEIRO; FLÁVIO FALOPPA; WALTER MANNA ALBERTONI

Rev Bras Ortop. 1999;34(4):- - Artigo Original
Cento e doze mãos de 89 pacientes com diagnóstico clínico e/ou eletroneuromiográfico de síndrome do canal do carpo foram submetidas ao tratamento cirúrgico por meio de pequena incisão palmar e passagem do instrumento de Paine® para abrir o retináculo dos flexores. Foram feitas avaliações pré e pós-operatórias com duas semanas, um, três e seis meses da parestesia noturna, teste de Phalen e sinal da percussão dolorosa no punho. A remissão dos sinais e sintomas ocorreu em mais de 90% dos pacientes. Não houve lesão vasculonervosa definitiva nas mãos operadas. As complicações foram dores no pilar, em quatro mãos, parestesias temporárias do 3º e 4º dedos em quatro mãos e distrofia simpático-reflexa, em uma das mãos. O retorno às atividades ocorreu antes de 15 dias em mais de 80% dos pacientes. O procedimento mostrou-se eficaz e seguro no tratamento da síndrome do canal do carpo.

Coalizão carpal escafóide-trapézio sintomática Relato de caso

CARLOS HENRIQUE FERNANDES; LIA MIYAMOTO MEIRELLES; CLAUDIA ODASHIMA; FLÁVIO FALLOPA; WALTER MANNA ALBERTONI; EDGAR DOS SANTOS PEREIRA

Rev Bras Ortop. 1997;32(10):- - Relato de Caso
Os autores descrevem caso de coalizão carpal escafói-de-trapézio sintomática. Este tipo de coalizão é raro e o tratamento cirúrgico com realização de artrodese triescafóide proporcionou diminuição da amplitude articular com desaparecimento da dor.

Avaliação intraindividual dos resultados entre as técnicas aberta e endoscópica de um portal na síndrome do túnel do carpo bilateral

Carlos Henrique Fernandes; Lia Miyamoto Meirelles; Marcela Fernandes; Luis Renato Nakachima; João Baptista Gomes dos Santos; Flavio Fallopa

Rev Bras Ortop. 2018;53(6):696-702 - Artigo Original

OBJETIVO: Foi feito um estudo de comparação intraindividual dos resultados cirúrgicos entre as técnicas cirúrgica aberta e endoscópica de um portal em pacientes com síndrome do túnel do carpo bilateral, cada uma das mãos operada por uma das técnicas citadas.
MÉTODOS: Quinze pacientes (30 mãos) foram avaliados no pré-operatório, na segunda semana e no primeiro, terceiro e sexto mês pós-operatório pelo questionário de Boston, escala visual analógica da dor, força de preensão palmar, pinça lateral, pinça polpa-polpa e pinça trípode. Foram comparados os escores de cada ferramenta de avaliação obtidos com as cirurgias endoscópica e aberta em cada um dos tempos de seguimento.
RESULTADOS: Em comparação com o grupo submetido a cirurgia aberta, o grupo submetido a cirurgia endoscópica apresentou piores escores na avaliação do primeiro e sexto meses pós-operatório quanto à gravidade dos sintomas. Não foram observadas diferenças quanto ao estado funcional da mão. Quanto à intensidade da dor avaliada pela escala visual analógica da dor, não foram observadas diferenças entre as médias em todos os períodos de tempo avaliados. Não foram observadas diferenças nas forças de preensão palmar, pinça polpa-polpa, polpa-lateral em todos os períodos de tempo. Quanto aos escores da força de preensão trípode, não foram observadas diferenças entre as médias nos períodos pré-operatório, duas semanas, um mês e três meses após a cirurgia. Aos seis meses de pós-operatório, o grupo de pacientes submetido a cirurgia aberta apresentou força trípode maior do que o grupo de pacientes submetidos a cirurgia endoscópica.
CONCLUSÃO: Com o uso da avaliação intraindividual não foram observadas diferenças entre os resultados das técnicas aberta e endoscópica para o tratamento da síndrome do túnel do carpo.


Palavras-chave: Síndrome do túnel do carpo; Procedimentos cirúrgicos; Descompressão cirúrgica/métodos; Endoscopia; Resultado do tratamento

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