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Busca por: Gustavo Kogake Claudio

Avaliação funcional do reparo de lesões labrais circunferenciais da glenoide - Série de casos

Alexandre Tadeu do Nascimento e Gustavo Kogake Claudio

Rev Bras Ortop. 2016;51(5):555-560 - Artigo Original
    Objetivo: Avaliar os resultados clínicos dos pacientes submetidos a reparo artroscópico de lesão labral circunferencial. Métodos: Estudo retrospectivo de 10 pacientes submetidos ao reparo artroscópico de lesão labral circunferencial do ombro de setembro de 2012 a setembro de 2015. Os pacientes foram avaliados pelo escore de Carter-Rowe, pelo escore de Dash, pelo escore de Ucla, pela classificação visual analógica de dor (EVA) e pelo Short-Form 36 (SF36). A média de idade na cirurgia foi de 29,6 anos. O seguimento médio foi de 27,44 (variação de 12-41,3) meses. Resultados: A média dos escores foi de 16 pontos no Dash; 32 pontos no Ucla, seis (60%) resultados excelentes, três (30%) bons e um ruim (10%); 1,8 ponto na EVA, nove (90%) dores leves e um (10%) dores moderadas; SF-36 de 79,47; e na escala de Rowe 92,5 pontos, nove (90%) resultados excelentes e um (10%) bom. Degeneração articular esteve presente em um (10%) caso, de grau 1. Não observamos complicações significativas, a não ser a artrose glenoumeral grau 1, desenvolvida no pós-operatório de um paciente. Conclusão: O reparo artroscópico da lesão labral circunferencial do ombro com o uso de âncoras absorvíveis é eficaz, com melhoria de todos escores aplicados, e apresenta baixos índices de complicação. Os casos associados a luxação glenoumeral apresentam menor dor residual em longo prazo.

Avaliação da ressonância magnética sem contraste como método para diagnóstico de lesões parciais do tendão da cabeça longa do bíceps

Alexandre Tadeu do Nascimento e Gustavo Kogake Claudio

Rev Bras Ortop. 2017;52(1):40-45 - Artigo Original
    Objetivo: Avaliar a ressonância magnética (RM) sem contraste como método diagnóstico da lesão parcial da cabeça longa do bíceps com o uso da cirurgia artroscópica como padrão ouro. Métodos: Foram avaliados dados de RM e achados cirúrgicos artroscópicos de pacientes operados devido à lesão do manguito rotador e à lesão do alto do labrum de anterior para posterior (do inglês superior labral anterior to posterior SLAP). Foi usado como critério de detecção de lesão da cabeça longa do bíceps ressonância magnética sem contraste de no mínimo 1,5 Tesla, com laudo de radiologistas. Todos os casos foram operados por um único cirurgião em nosso hospital. Resultados: O estudo avaliou dados de 965 pacientes, 311 mulheres (32%) e 654 homens (68%), com média de 45 anos, que se submeteram a cirurgia artroscópica para reparo do manguito rotador e da SLAP, entre setembro de 2012 e setembro de 2015. De forma geral, a sensibilidade e a especificidade da RM fora, de 0,22 (IC:0,17 a 0,26) e 0,98 (IC: 0,96 a 0,99), respectivamente. Conclusões: A RM tem baixa sensibilidade e alta especificidade para detecção de roturas parciais do tendão da cabeça longa do bíceps.

Ressalto de escápula. Ressecção artroscópica de osteocondroma subescapular da região superomedial. Relato de caso e revisão da literatura

Alexandre Tadeu do Nascimento e Gustavo Kogake Claudio

Rev Bras Ortop. 2017;52(2):220-223 - Relato de Caso
    A escápula em ressalto é uma síndrome com diversas etiologias, entre elas o osteocondroma subescapular. Quando esse tumor necessita ser retirado, é possível fazê-lo por via artroscópica, um procedimento que apresenta indicac¸ões restritas. Os autores apresentam neste artigo o caso de uma paciente com osteocondroma da região superomedial da face ventral da escápula, submetida a procedimento cirúrgico por artroscopia escápulotorácica para sua retirada.  

Ressalto de escápula: tratamento cirúrgico artroscópico

Alexandre Tadeu do Nascimento; Gustavo Kogake Claudio

Rev Bras Ortop. 2018;53(6):728-732 - Artigo Original

OBJETIVO: Avaliar os resultados funcionais de pacientes submetidos ao tratamento cirúrgico artroscópico para ressalto de escápula.
MÉTODOS: Estudo retrospectivo de 11 pacientes submetidos a artroscopia escapulotorácica para tratamento de ressalto de escápula. Foram incluídos no estudo pacientes com diagnóstico de ressalto de escápula que não apresentaram melhoria da dor com tratamento fisioterápico por no mínimo seis meses. Os pacientes foram avaliados pelo escore de Dash, UCLA, pela classificação visual analógica de dor (EVA) e pelo Short-Form 36 (SF36).
RESULTADOS: A média de idade na cirurgia foi de 38,4 anos (21 a 48). O tempo médio de sintomas antes da cirurgia foi de 2,8 anos (variação de seis meses a seis anos). O seguimento médio foi de 12 meses (variação de 6,4 a 28). A média dos escores pós-operatórios foi de 7,8 pontos no Dash; 1,5 ponto no EVA, dez casos (90%) de dores leves e um caso (10%) de dores moderadas; 32 pontos no UCLA e 79,47 pontos no SF-36.
CONCLUSÃO: A abordagem artroscópica para tratamento de ressalto de escápula apresenta excelentes resultados funcionais.


Palavras-chave: Bursite; Artroscopia; Dor de ombro; Escápula

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