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Busca por: Flavio Fallopa

Resultados da transferência do tendão extensor próprio do indicador para tratamento da lesão crônica do tendão extensor longo do polegar*

CARLOS HENRIQUE FERNANDES; MARCELA FERNANDES; CARLOS TUCCI NETO; GUILHERME GIUSTI; FLÁVIO FALLOPA; WALTER MANNA ALBERTONI

Rev Bras Ortop. 2001;36(9):- - Artigo Original
Os autores estudaram 16 pacientes com lesão crônica do tendão extensor longo do polegar que foram tratados com transferência do tendão extensor próprio do indicador. O déficit de extensão foi 11º e 6º em média, respectivamente, na metacarpofalângica e na interfalângica. Pelo sistema de avaliação utilizado, oito pacientes tiveram resultados excelentes e bons e oito, regula-res. Na avaliação subjetiva, todos os pacientes estavam satisfeitos. Os autores concluem que, apesar do déficit de extensão em alguns pacientes, eles não tinham limitação para as atividades de vida diária, mostrando que o procedimento é útil para recuperar a função do pole-gar.

Resultados das tenorrafias em flexores dos dedos da mão, na zona II, submetidos a movimentação precoce passiva assistida

CARLOS HENRIQUE FERNANDES; MARCELO HIDE MATSUMOTO; JOÃO BATISTA GOMES DOS SANTOS; POLA MARIA POLA ARAÚJO; FLÁVIO FALLOPA; WALTER MANNA ALBERTONI

Rev Bras Ortop. 1996;31(6):- - Artigo Original
Avaliamos os resultados de 50 dedos das mãos, de 29 pacientes, com lesão dos tendões flexores, na zona II, submetidos a tenorrafia e a "movimentação precoce passiva assistida" pós-operatória. Quanto à técnica cirúrgica, utilizou-se a incisão em ziguezague, abertura da bainha e ponto de Kessler modificado com reforço do epitendão. O início da movimentação precoce ocorreu entre o 2º e o 8º dia por meio de exercícios passivos realizados por terapeutas da mão. Os pacientes foram avaliados após seguimento de, no mínimo, seis meses. Obtivemos 72% de resultados satisfatórios (excelentes e bons) quando avaliados pelo método TAM da FISCM e 58%, quando avaliados pelo método de Strickland. Não houve nenhum caso de rotura no sítio da sutura, ou qualquer complicação com o método.

Coalizão carpal escafóide-trapézio sintomática Relato de caso

CARLOS HENRIQUE FERNANDES; LIA MIYAMOTO MEIRELLES; CLAUDIA ODASHIMA; FLÁVIO FALLOPA; WALTER MANNA ALBERTONI; EDGAR DOS SANTOS PEREIRA

Rev Bras Ortop. 1997;32(10):- - Relato de Caso
Os autores descrevem caso de coalizão carpal escafói-de-trapézio sintomática. Este tipo de coalizão é raro e o tratamento cirúrgico com realização de artrodese triescafóide proporcionou diminuição da amplitude articular com desaparecimento da dor.

Avaliação intraindividual dos resultados entre as técnicas aberta e endoscópica de um portal na síndrome do túnel do carpo bilateral

Carlos Henrique Fernandes; Lia Miyamoto Meirelles; Marcela Fernandes; Luis Renato Nakachima; João Baptista Gomes dos Santos; Flavio Fallopa

Rev Bras Ortop. 2018;53(6):696-702 - Artigo Original

OBJETIVO: Foi feito um estudo de comparação intraindividual dos resultados cirúrgicos entre as técnicas cirúrgica aberta e endoscópica de um portal em pacientes com síndrome do túnel do carpo bilateral, cada uma das mãos operada por uma das técnicas citadas.
MÉTODOS: Quinze pacientes (30 mãos) foram avaliados no pré-operatório, na segunda semana e no primeiro, terceiro e sexto mês pós-operatório pelo questionário de Boston, escala visual analógica da dor, força de preensão palmar, pinça lateral, pinça polpa-polpa e pinça trípode. Foram comparados os escores de cada ferramenta de avaliação obtidos com as cirurgias endoscópica e aberta em cada um dos tempos de seguimento.
RESULTADOS: Em comparação com o grupo submetido a cirurgia aberta, o grupo submetido a cirurgia endoscópica apresentou piores escores na avaliação do primeiro e sexto meses pós-operatório quanto à gravidade dos sintomas. Não foram observadas diferenças quanto ao estado funcional da mão. Quanto à intensidade da dor avaliada pela escala visual analógica da dor, não foram observadas diferenças entre as médias em todos os períodos de tempo avaliados. Não foram observadas diferenças nas forças de preensão palmar, pinça polpa-polpa, polpa-lateral em todos os períodos de tempo. Quanto aos escores da força de preensão trípode, não foram observadas diferenças entre as médias nos períodos pré-operatório, duas semanas, um mês e três meses após a cirurgia. Aos seis meses de pós-operatório, o grupo de pacientes submetido a cirurgia aberta apresentou força trípode maior do que o grupo de pacientes submetidos a cirurgia endoscópica.
CONCLUSÃO: Com o uso da avaliação intraindividual não foram observadas diferenças entre os resultados das técnicas aberta e endoscópica para o tratamento da síndrome do túnel do carpo.


Palavras-chave: Síndrome do túnel do carpo; Procedimentos cirúrgicos; Descompressão cirúrgica/métodos; Endoscopia; Resultado do tratamento

TRATAMENTO CIRÚRGICO DA PUBALGIA EM JOGADORES DE FUTEBOL PROFISSIONAL

JOAQUIM PAULO GRAVA DE SOUSA; FLÁVIO FALLOPA; DJALMA DE SIQUEIRA JUNIOR; ALEXANDRE RICARDO SOUSA SANTA CRUZ

Rev Bras Ortop. 2005;40(10):601-607 - Artigo Original
Objetivo: A sínfise púbica é uma articulação do tipo anfiartrose, com fina camada de cartilagem hialina separada por um disco de fibrocartilagem. Entre as várias afecções que acometem essa articulação, a pubalgia é responsável pelo afastamento de atletas de diferentes modalidades da sua prática esportiva. Assim como sua etiologia, o tratamento dessa enfermidade continua controverso. Os auto-res estudam os resultados do tratamento cirúrgico da pubalgia em 23 atletas de futebol profissional que não responderam ao tratamento conservador. Métodos: Vinte e três pacientes do sexo masculino, jogadores de futebol profissional, foram submetidos à liberação da fáscia do reto abdominal, curetagem do disco interpúbico e cartilagem articular e tenotomia parcial dos músculos adutores, com seguimento que variou de 11 a 136 meses (média de 43,3 meses). Resultados: No pós-operatório tardio (após 30 dias), todos os pacientes tiveram melhora da dor, volta-ram à prática esportiva em tempo médio de 10,1 semanas (quatro a 20) e em níveis similares aos prévios da pubalgia. Conclusão: O tratamento cirúrgico da pubalgia através da liberação da fáscia do reto abdominal, curetagem da sínfise púbica e tenotomia parcial dos adutores mos-trou-se eficaz na falha do tratamento clínico.Descritores - Sínfise pubiana/cirurgia; Osteíte; Futebol.

ARTROPLASTIA DE RESSECÇÃO E SUSPENSÃO ATRAVÉS DE ANCORAGEM ÓSSEA PARA O TRATAMENTO DA RIZARTROSE DO POLEGAR

CARLOS ROBERTO STUART DE A. ALMEIDA; FERNANDO BALDY DOS REIS; ARNALDO VALDIR ZUMIOTTI; NELSON MATTIOLI LEITE; FLÁVIO FALLOPA

Rev Bras Ortop. 2004;39(3):- - Artigo Original
Os autores apresentam uma nova técnica para o tratamento da osteoartrite trapezometacarpal do polegar. Foram avaliados 14 pacientes portadores de osteoartrite da base do polegar submetidos à ressecção do trapézio e suspensão com o tendão abdutor longo do polegar através de ancoragem óssea na base do II metacarpal. Todos os pacientes foram reavaliados subjetiva e objetivamente. Foi encontrado grande índice de satisfação. Todos os pacientes retornaram às atividades anteriormente exercidas. Os autores concluem ser boa técnica, e utilizável em pacientes idosos que exerçam atividades leves a moderadas. Descritores - Osteoartrite; articulação; trapezometacarpal; ancoragem óssea; cirurgia; polegar; idosos.

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